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Faz diferença quem você foi em uma vida passada? | Papo das 9 #1031

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

É viajando pelas estradas deste nosso vosso grande país. Eu vou cantando pelas alvoradas o som tão bom dessa canção que diz: "Ai, que saudade! Saudade, saudade, maldade, maldade, maldade que vem nas entranhas da beleza, que só tem nas montanhas da tristeza. Ó o Wagner aí calibrando a energia positiva de mais uma edição especialíssima do Papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofo em Laranjeiras. Calor, sol, ventilador a 2 m de distância para tornar possível nessa parte da casa que pega abençoadamente o sol da manhã. a gente ter durante o tempo do papo a condição, a resiliência à disposição de compartilhar muita informação positiva.

Desde já quero agradecer todas as mensagens que eu recebi a partir do papo das 9 de domingo que debateu. Quem não viu, por favor, assista. tá lá tanto no YouTube, eu achei que deveria deixar também no Instagram a gente compartilhando impressões a respeito de medidas preocupantes que tentam sabotar os direitos das mulheres enquanto cidadã, enquanto profissional, direito à autonomia sobre si própria nas deliberações. É, é, é, é ridículo e constrangedor a gente ter que falar isso em pleno século XXI do ano da graça de 2026. Mas sim existem muitos motivos para nós nos posicionarmos em favor da igualdade de direitos de gênero. Isso foi feito domingo. Eu recebi muitas mensagens.

Quero agradecer a cada uma delas e espero que a gente esteja em alerta num ano eleitoral em que parte dos candidatos, preciso dizer isso, ou omite em público as intenções ou tem a iniciativa de expô-las essas intenções que não são em favor do direito das mulheres. Preciso dizer isso. o eleitorado feminino que a maioria precisa est atento pro que tá em jogo na hora do voto. Quando você coloca lá alguém que eventualmente tem boa aparência, tem o discurso sedutor, tem o sorriso lindo [risadas] e aí se elege e se revela alguém com pensamento literalmente medieval, por vezes baseado em dogmas religiosos terríveis, de uma interpretação enviesada. as escrituras que coloca a mulher numa situação aflitiva.

Bom, falamos isso domingo passado, eu não vou repetir, tá tudo lá. Vamos lá, simbora. Para onde vamos? É viajando pelas estradas deste nosso, vosso grande país. Eu vou cantando pelas alvoradas. Vamos lá, pedindo aqui a assistência amorosa paciente, persistente dos amigos invisíveis para que eu possa ser um meio adequado, uma ferramenta útil, um instrumento maleável para o propósito desses amigos nesta live, usando as ferramentas da comunicação para a promoção de valores e princípios que sejam elevados. É isso. É isso que a gente quer. A gente quer atrapalhar o mínimo possível esse propósito tão nobre. 135. Vamos nós. Se está enfermo, não se impressione.

Qualquer mal ou aparência de mal é coisa passageira. A única essência real, aliás, a única essência eterna e real é Deus que é todo bem, a saúde perfeita, a felicidade integral, a alegria sem sombras. Se a doença o está experimentando, procure unir-se mentalmente à energia cósmica que lhe penetra o organismo juntamente com o ar que respira. e busque assim o revigoramento, a purificação de todas as suas células.

Várias informações importantes aqui, mas eu preciso lembrar que o Papo das 9 começou durante a pandemia há mais de 6 anos e eu tive alguns relatos muito comoventes de pessoas que ficaram adoecidas, acamadas, por vezes internadas, acompanharam o Papo das 9 aquelas que não resistiram, por exemplo, a COVID ou alguma comorbidade associada à COVID, Eu tive relatos de parentes e amigos dessas pessoas que elas no Papo das 9 encontravam naquele momento algum refrigério, alguma trégua para essas aflições. Eu ficava, eu recebi mensagens por escrito e recebi as, esses depoimentos pessoalmente. Quem me encontrava por aí falava: "Eu preciso te dizer uma coisa". que falava isso, eu ficava tão feliz assim, tão tocado e emocionado por ver que o Papo das durante a pandemia teve esse essa intenção e fiz amigos, quer dizer, pessoas que acamadas, por vezes sem poder falar, aí os familiares faziam imagens dessas pessoas acamadas acompanhando o Papo.

Eu realmente não tenho palavras para agradecer esse retorno, porque a gente tá aqui, eu tô olhando para dois celulares, um na vertical pro Instagram, um na horizontal pro YouTube e eu não, e eu tenho as mensagens que vocês mandam aqui curtinhas, é a interação imediata. que eu não tenho muita noção do alcance e eu tô me lembrando disso agora porque a gente precisa ver qual é a intenção de Pastorino aqui. Eu não tenho preciso dizer isso, a pretensão de dizer qual foi a intenção de Pastorino. Deixa eu fazer aqui a minha reconstrução da frase. Parece que a intenção de Pastorino aqui é lembrar explicitamente o seguinte: todo mal é passageiro. Mesmo os males na área da saúde são passageiros.

Ainda que você tenha um diagnóstico de uma doença incurável que lhe consome parte importante da sua energia, resiliência física, até da autoestima, que você esteja se sentindo muito fragilizado psíquico, emocionalmente e fisicamente, especialmente nessas condições. É sempre bom a gente lembrar, todo mal é passageiro. E se nesta encarnação temos um período pela frente de vida, aonde a perspectiva de retomada da saúde plena não tá colocada, claramente, é uma hipótese remota ou impossível, lembre-se, primeiro, a medicina, por vezes, se surpreende com reviravoltas no quadro clínico dos pacientes. Ponto um.

Ponto dois, em não sendo possível reverter uma condição hostil na área da saúde, o corpo está adoecido e quando chega o momento que chegará para todos nós da libertação do corpo, e não somos nós que determinamos isso, isso vai haverá de acontecer quando a natureza entender que chegou o momento. Nós estaremos, portanto, numa analogia a lagarta que vira borboleta. Nós teremos na outra dimensão outro desenrolar da mesma história, outras condições de navegação, habitabilidade. Não teremos mais fome ou sede, não teremos mais frio ou calor. Isso pode assustar algumas pessoas. Espírita quando fala de morte, a gente não acredita na morte.

A gente acredita na vida em outra dimensão, como todos os espiritualistas que seguem diferentes religiões ou tradições. Então, importa lembrar, a vida passa rápido e a gente tem o poder, ainda que num corpo adoecido, de promover a saúde possível a partir, e é isso que o Pastorino tá dizendo, dessa consciência. Procure unir-se mentalmente à energia cósmica que lhe penetra o organismo juntamente com o [roncando] ar que respira e busque assim o revigoramento e a purificação de todas as suas células. É interessante ele falar do ar que respira. Esse livro é de 1960. as práticas de meditação, eh os exercícios de yoga ou yoga, embora Hermógenes estivesse na ativa, introdutor da hatha yoga no Brasil, não eram tão amplamente disseminados.

Hoje qualquer academia que tem como principal receita musculação oferece aula qualquer, não, boa parte das academias de meditação ou de yoga. yoga, porque faz parte do cardápio da promoção da saúde e tanto a meditação quanto a yoga ou yoga pressupõe que o ponto de partida é a respiração. O universo respira, ele se contrai e se expande. Tudo na natureza tem esse movimento. As marés, os ciclos da natureza, eles têm uma pulsação. O universo pulsa. E nós quando entramos, digamos, nessa sintonia através do comando mental de uma conexão com uma força superior a partir da respiração, isso tem poder.

Ainda que o diagnóstico permaneça hostil, o desconforto com a doença deixa de existir naquele patamar, naquele padrão. É muito interessante isso. Eu não vou me alongar. a literatura médica. Portanto, eu tô falando da ciência da terra materialista, porque é baseada em evidências a partir do corpo físico. Você vai ter as pesquisas mostrando que as pessoas, os meditantes e as pessoas de fé que oram esses grupos em particular, faça essa pesquisa, não vai na minha, não. Pesquisa por você.

Você vai ver que grupos numerosos de, entre aspas, cobaias serviram de base para a constatação de que sim, é possível a gente reverter quadros clínicos que nos são hostis, ainda que o diagnóstico permaneça muito difícil. A tua experiência durante esse período, enfrentando uma morbidade, uma doença, uma patologia, é diferente, é diferenciado. Então, tá aqui a mensagem número 135 para quem quiser fazer depois uma outra meditação, uma outra digressão sobre esse assunto que eu acho da maior importância.

Meus amigos, dando sequência ao que eu falei na largada do Papo das 9 sobre a repercussão e a minha gratidão às mensagens recebidas por ocasião do Papo das 9 do último domingo, que focalizou pelo menos quatro episódios ocorridos semana passada que sabotam ou ameaçam ou levantam suspeitas sobre a autonomia da mulher, os direitos das mulheres, a forma como a gente séculos de luta das mulheres para conquistar o direito ao voto, o direito ao trabalho, não ser comandada subserviente, submissa, ao homem por princípio. Não, porque é assim que é. Não é assim que é não. A gente precisa entender que existem movimentos que promovem o retrocesso, que a mulher de fato seja uma fiel servidora do homem.

E aí, interessante que semana passada, eu não falei isso na live, a mais nova pesquisa mapeando a presença da mulher no mercado de trabalho constatou que, olha que loucura isso, gente, IBGE, tá? Homens e mulheres com a mesma formação já no mercado, mesma carga horária, portanto, fazendo a mesma coisa. Em média, a mulher recebe 21% a menos de salário do que o homem, fazendo a mesma coisa. E que que eu vou dizer? Para onde você apontar o nariz e levantar dados? Você vai ver a influência tóxica nefasta da sociedade patriarcal e do machismo, ela alcança essa influência ruim diferentes indicadores, em diferentes setores da vida. Bom, tudo isso para dizer o quê?

Eu tô me antecipando à dica, viu, Ariane? Não confunde não. Antes de falar do livro, eu tava com tanta vontade de falar do que eu vou falar agora que eu já me atropelei antes de recomendar o livro. como a gente sempre faz, eu já venho para a dica. A dica é a seguinte: anota aí e divulga um número que é conhecido, mas precisa ser mais acionado, que é o 180, ligação gratuita 24 horas por dia, central de atendimento à mulher.

A mulher que se sente perseguida, a mulher que se sente ameaçada, a mulher que é alvo de assédio sexual ou moral, a mulher que é objeto de violência sexual, estupro, a mulher que é ameaçada pelo marido, pelo ex-marido, pelo namorado, pelo ex-namorado, por alguém da família, por algum conhecido ou desconhecido, não sabe como agir, não sabe como se proteger. Ligue 180, central de atendimento à Mulher, 24 horas por dia. Não deixe de fazer isso.

Eu sei, jornalista, a gente faz matéria sobre isso, entrevista pessoas, a gente reconhece, não é fácil, não é simples, principalmente para uma mulher que abdica de trabalhar as em boa parte dos casos, a pedido do marido para cuidar da casa, cuidar do marido e cuidar dos filhos. Aí percebe que tá casada com alguém que ameaça a sua saúde, a sua resiliência, a sua integridade física, a humilha perante os filhos com palavras ou agressões físicas. É mais difícil porque ela diz assim: "Eu não tenho renda, eu não tenho dinheiro, eu sou dependente do maridão e eu não sabia que isso ia se voltar contra mim".

A minha dica é, reflita sobre essa situação que eu compreendo totalmente de não saber o que será a tua vida com teus filhos, fora da casa, paga pelo seu marido, na rotina estabelecida a partir dos vencimentos do seu marido. Não, não é simples tomar a decisão de abdicar de tudo isso em favor da própria saúde física, mental, espiritual. Só que às vezes, eu preciso só repetir o que os especialistas dizem. O que tá em jogo é a sua vida. Não raros casos de feminicídio são cometidos exatamente por mulheres, eh, eliminando mulheres cometidas por homens que fazem esse tipo de, eh, cometem homicídio e a mulher não percebeu o risco que corria dentro de casa. Então, dois telefones que eu tô dando aqui.

O primeiro é o 180, Central de Atendimento à Mulher. O segundo é de uma organização que eu admiro aqui no Rio de Janeiro. Fica lá lá pra área da zona oeste, freguesia. Eh, deixa eu botar aqui Associação Casa Recomeçar. Quem está no Instagram e quiser dar uma olhada é recomecar_doe: Recomeçar sem cedilha, underline, aquele tracinho para baixo, doe. A Associação Casa Recomeçar é uma organização sem fins lucrativos, promove políticas sociais de inclusão especialmente voltadas para quem vive nas ruas ou nas favelas.

E eles têm um serviço, eu vou dar um número aqui, é um celular eh voltado para mulheres que sofrem algum tipo de violência doméstica e precisam de ajuda jurídica, psicológica, médica, financeira, a qualquer hora esteja onde você estiver. O celular é, Rio de Janeiro, 21 98309-5566. Mulheres no Rio de Janeiro, principalmente que se sentem acuadas, ameaçadas, estão perplexas com o pesadelo de dormir com o inimigo, né? 98309… 98309-5566. Associação Casa Recomeçar. Eles funcionam no Condomínio Colinas, na Freguesia, Rio de Janeiro, Rua Ana Cristina César 300, rua D casa 21. Vai lá no endereço deles vê o trabalho que eles fazem, que eu acho que é da maior importância e competência, tá bom?

Agora sim, vamos falar do livro que eu vou recomendar a gente, olha, se liga na missão. Você que come ultraprocessado precisa est ligado no risco que é sistematizar na sua rotina a ingestão de alimentos que tem excesso de açúcar ou de sal, excesso de fritura ou gordura, excesso de condimentos, excesso de substâncias químicas que reproduzem sabores, que garantem a longevidade do produto, porque ele Não fica perecível como um alimento natural. Olha, o livro é Gente Ultra Processada. [risadas] O título é sensacional. Gente ultraprocessada, por que comemos coisas que não são comida e por que não conseguimos parar de comê-las? [risadas] Eu acho sensacional.

A gente tá falando de algo muito sério, mas a capa traz uma leveza. O subtítulo poderia ser um mantra aqui do papo das é se liga na missão. Então, com todo respeito, refrigerantes, biscoitinhos doces ou salgados, bolinhos, a lista é gigantesca daquelas coisinhas inocentes. Salame, mortadela. peito de peru. Esses eh ultraprocessados que são a alegria do pão para muita gente é encrenca. Então, o Brasil tem uma ingestão monumental, milhares de toneladas por dia parando dentro do nosso organismo. O livro tem vários vários capítulos que os os títulos também tão são tão curiosos quanto ah o nome do livro do Chris van Tulleken. O nome dele é difícil. O nome dele é difícil.

Eh, então, olha o título de cada capítulo. Capítulo um, espera, que que eu tô comendo? Dois. Mas não posso simplesmente controlar o que como? Três. Ah, então é por isso que estou tão ansioso e com dor de estômago. Quatro. Mas eu já paguei por isso. Cinco. Mas o que eu faço então? Eh, é um livro que vem recheado, recheado de informação que pode inspirar você no mínimo, a reduzir o consumo. Eu vou te dizer uma das consequências de me informar sobre ultraprocessado. Eu botei na cabeça que pelo menos uma vez por semana eu tenho direito ao trash food, ao junk food, a comida que é um lixo do ponto de vista nutricional, sabe? Comida de fast food, essas coisas.

Eu falei assim, uma vez por semana, normalmente era sexta-feira, eu voltando do trabalho, eu falava: "Hoje eu vou comer porcaria, porque é uma porcaria gostosa". E eu sistematizei a sexta-feira, pedi e numa padaria, normalmente próxima de casa, 150 a 200 g de peito de peru defumado e por vezes eu também comprava aquela batatinha que vem numa embalagem redondinha. Não vou citar marcas aqui. Então era batata, cara. Vamos combinar, eu caprichava, né? Junk food total. Eu comia e assim, às vezes botava uma torradinha lambusada na manteiga ou numa margarina que eu abdiquei da margarina, tá fora da minha vida. E aí era aquela farra, aquela farra.

Aí você começa a se informar, aí você fala: "Cara, eu acho que eu não vou fazer isso com o meu corpo nem as sextas-feiras. Quando der vontade, eventualmente, uma vez ou outra, até bons nutricionistas dizem: "Isso daí o teu corpo haverá de metabolizar". Mas eu tô eh saindo dessa vibe. Eu resolvi recomendar esse livro. Já já eu dou o livro de novo aqui para vocês terem como referência. turbinado por uma reportagem, uma entrevista longa publicada hoje no jornal Globo com o oncologista Antônio Carlos Buzaid, tá na página 23 do jornal Globo.

Ele que é, depois de ter passado pelo Sírio Libanês em São Paulo, Hospital Beneficência Portuguesa também de São Paulo, assumiu a diretoria médica geral do Centro de Oncologia dos Hospitais 9 de Julho e Samaritano Higienópolis. também em São Paulo. Então ele é uma referência e o subtítulo, aliás, o a manchete da entrevista é ultraprocessados são claramente cancerígenos. Isso eu já sabia, mas é sempre bom lembrar. E ele vem detonando, mas não apenas ultraprocessados, ele bateu particularmente nos alimentos bem açucarados. a alimentação aspas pro Dr. Antônio Carlos Buzaid, a alimentação é provavelmente responsável por 30% dos casos de câncer no mundo. O álcool também é cancerígeno.

Análises antigas chegaram a sugerir que um pouquinho de álcool poderia ser bom. Depois isso foi revisto, as pessoas não sabem. A gente colocou isso como uma questão que avaliza e muito pouco é subjetivo. Cada um vai ter a sua reguinha para dizer que que é muito, que que é pouco. Esse senhor, referência em câncer, tá dizendo até a recomendação para tomar um pouquinho de álcool de vez em quando foi revista. É o que ele diz. Eh, aí ele dá um testemunho. Eu mesmo bebo um pouco se tem uma visita. Abra um vinho, toma uma taça, sempre com muita, muita moderação. Ultraprocessados são claramente cancerígenos também e deveriam ser banidos das escolas.

No Rio de Janeiro já foram banidos das escolas, tá? Já fiz matéria sobre isso até uns dois anos atrás. Baniu geral. Baniu geral. quer comer lá o biscoitinho, eh, docinho, [roncando] o salgadinho, o refrigerante, vai pro outro lado da rua, come e seus pais precisam saber disso, vão ter que te dar dinheiro. Aí é a questão da família. Se a família não vê problema, ok, na escola não. Porque o entendimento é que você precisa aprender na escola também a comer. O entendimento é que a escola precisa ensinar na merenda qual é o alimento que importa. a ingerir, né? E dieta é importante. Aí ele fala comer o que Deus fez.

Basicamente ele tá falando de alimentação a mais natural possível, que é um desafio para a gente. Comemos por milhares de anos assim, depois estragamos. Aí no início do século a gente cria o açúcar refinado, século passado, o açúcar branquinho que é viciante. Pegue uma coisinha doce, você não vai conseguir ficar sem aquilo. E por que é ruim? O açúcar livre, que é adicionado aos alimentos, produz bactérias ruins e fazem elas crescerem no intestino e elas suprimem o sistema. imune, as suas defesas imunológicas. E o sistema imune é modulado pela microbiota, que é a família numerosa de bactérias que a gente tem nos intestinos.

Aí fala da atividade física, que é importante, que o sono restaurador é importante, mas ele coloca lá em cima a importância da alimentação. A carne processada tem nitritos e nitratos, que são provavelmente cancerígenos, e o adoçante mexe com o microbioma. Aí ele vai falando tudo isso você já sabe, mas eu só tô lembrando. E o livro entra em pormenores que a entrevista não alcança. Gente ultraprocessada, porque comemos coisas que não são comida e por não conseguimos parar de comê-las. Se liga na missão. Você é o que você come. Essa frase é antiga e certeira. Bom, isto posto, deixa eu dar um recado aqui. Duas boas notícias. Querem ouvir boa notícia? Eu vou dar duas boas notícias.

A primeira delas, amigos da região serrana do Rio, mais particularmente de Teresópolis, parabéns. No ano passado, a Câmara de Vereadores aprovou uma lei autorizando a construção de prédios de 20 andares, 60 m de altura em Teresópolis. aquilo ia virar um paliteiro e e há complicações de várias ordens de grandeza, a saturação de pessoas no perímetro urbano estreito, onde já há engarrafamento, já há problemas de mobilidade, a intercorrência desses espigões com iluminação natural e circulação dos ventos.

E aí a Câmara aprovou essas crescências, surgiu um movimento, eu adoro essas histórias assim, esses movimentos que vem de baixo para cima e que não ficam só na tela digital, abaixo assinado digital, petição online. Não, o povo vai pra rua, povo vai pra Câmara, povo manda e-mail pro prefeito, o povo chama a mídia, diz assim: "Vocês estão sabendo o que que tá acontecendo aqui?" que aciona Ministério Público. Resultado, a mesma Câmara dos Vereadores ontem revogou o projeto de lei aprovado no ano passado. E por que revogou? Porque a pressão popular foi tão intensa que os vereadores não tiveram outra solução senão bater retirada. Opa! ou eu perco a popularidade e o juízo, ou eu faço a revisão do procedimento.

Então, a informação que eu recebi é que a Câmara dos Vereadores de Teresópolis destruiu a própria lei parida pelos vereadores no ano passado. Melhor assim, melhor assim. Voltar atrás pode ser um ato de nobreza, pode ser um gesto de lucidez e de sabedoria. Não é feio mudar de opinião. Não é feio retroagir ou mudar de opinião. Feio é insistir no que não parece, nesse caso, minimamente razoável. E, obviamente, projeto que interessa a quem? Quem que vocês acham que tava por trás e fomentando? Liberação de gabarito para prédios de 20 andares, 60 m de altura em Teresópolis. Que que vocês acham que tá por trás disso? É claro que tem o lobby das construtoras.

É evidente que tem o lobby das construtoras. Esse povo tá presente em todos os municípios do Brasil. E eu não vou entrar no mérito aqui do de como as construtoras ou empreiteiras convenceram os vereadores ou setores da prefeitura para aprovar esse projeto. O que interessa é que ele foi destruído. [risadas] Parabéns, povo de Teresópolis. Parabéns. A outra boa notícia essa, eu vi na página ontem à noite da Luisa Mell, que eu conheço, ativista, né, em favor da causa animal, e ela informou que a Câmara dos Deputados finalmente aprovou e vai à sanção presidencial, estaria agora, dependendo do presidente da República, sancionar a proibição de se produzir e comercializar patê de foie gras.

Que que você acha? Se lembra do patê de foie gras? Vou ter que lembrar para você então o que que é. Se você não lembra, é aquele patê resultante da explosão do fígado do pato. Normalmente o fígado do pato é o que tem mais prestígio, mas tem outros patês por aí. Mas você entala, você abre a boca do pato, injeta alimento, ele não tá com fome, mas ele engole a força, a ração, o nutriente que tá sendo colocado ali com o único propósito de transformar o fígado numa pasta, que é essa que se vende por aí como patê de foie gras.

A mais vamos o Schwarzenegger, aquele ator austríaco que virou governador da Califórnia, que na época dele, isso já tem mais de 15 anos, na Califórnia, Arnold Schwarzenegger, o exterminador do futuro naquele período, tornou a Califórnia um estado aonde o patê de foie gras é proibido porque é o maltrato elevado à enésima potência. contra os animais. Então, ó, boas notícias. Teresópolis sem prédio de 20 andares. Parabéns à população que se mobilizou. patê de foie gras, beijinho, beijinho. Pau, pau para você no Brasil. Alô, presidente da República. Se liga na missão, hein? Agora é a sanção do projeto. Va bene. ¿Qué pasa, cabrón? ¿Qué pasa, cabrón?

Se a Cláudia tivesse aqui, ia me dar uma bronca. Ela detesta que eu fale cabrón. Fala: "Isso é palavrão." Só que eu tive no México com ela e perguntei pro motorista de táxi e já contei essa história aqui. Vem cá, quando eu falo cabrón, vocês ficam ofendidos. É, é palavrão aqui. A Cláudia não tinha onde se enfiar no carro. Aí ele falou assim: "Depende da forma como o senhor fala. Eh, depende da circunstância quem tá ouvindo e a maneira como você fala, cabrão." Eu entendi mais ou menos assim: "Se eu tô no meu querido Nordeste na Paraíba, onde tá Ariane lá agora. Alô, Ariane. [limpando a garganta] Tô lá com o meu pessoal na praia lá, parentes, amigos.

Aí alguém fala qualquer coisa." Eu falei: "Ah, você é uma besta mesmo? Você [risadas] é uma besta. Ele não vai me bater porque a gente tá entre amigos, coisa e tal. Aí você tem essa licença poética para dizer algo mais ofensivo, não é algo que vai justificar uma briga. Mas você é uma besta, né? besta. Então, o Cabron pode ser ofensivo, pode. Aí eu peço desculpas a quem tem como a Cláudia ouvidos sensíveis, mas eu acho a sonoridade do cabrão espetacular. Aqui não tem o cabra da peste. O pessoal fala no mesmo nordeste querido. Ô cabra, ô cabra, tem outra conotação, eu sei. Mas você vê a cabra, né?

Como é que a cabra na América Latina tem essa sonoridade que implica em cuidado, você não vai falar cabrão por aí, depois leva uma bifa na orelha e põe a culpa em mim. É que eu gosto da sonoridade do cabrão. Que passa, cabrão. Acho barato assim essa. Eu gosto dessa sonoridade. Vamos lá. Qual foi a pergunta feita no stories no Instagram que a querida Ariane, nossa avatar digital encarnada aqui, fez a seleção do que vocês mandaram pra gente. A pergunta foi: "Faz diferença saber quem você foi numa vida passada?" Vamos lá. Óbvio que a pergunta só faz sentido para quem acredita em vida passada.

E aí quando você acredita que a reencarnação existe, você naturalmente vai se dar conta que você já teve outras vidas aqui. A pergunta que eu fiz foi: "Faz diferença saber quem você foi em uma vida passada?" Foi o que eu perguntei. Vamos às eh perguntas selecionadas. Braga 8202. Os meus defeitos de hoje podem ser consequência de uma vida anterior, você, na minha opinião, como eu, somos a soma dos nossos erros e acertos em todas as vidas pregressas. Você é a melhor versão possível de si próprio. É como se puxássemos o extrato e tivéssemos o balanço. Quanto você tem na conta corrente hoje? Aí o extrato mostra saques e depósitos. Saques e depósitos.

Você vai ter nas no histórico de movimentação financeira. O saldo é você hoje. E você hoje é a soma de tudo que aconteceu no passado, não apenas da vida pregressa. É a minha leitura, a minha percepção a partir do que eu julgo ter aprendido na doutrina espírita. Fabíola G. Pimenta, sabendo quem foi em outra vida. Há risco de ficar preso ao passado em vez de viver o presente? Há há. É muito delicada a terapia de vida passada, os protocolos de segurança que os terapeutas que dispõem dessa ferramenta deveriam adotar. Você não pode iniciar um processo de terapia de vida passada com uma pessoa que tá lá movida pela curiosidade ou não sabe muito bem porque tá ali. Não, não tenho o que fazer.

Eu quero vou dar uma, vou dar uma viajada no tempo. Quero saber quem eu fui em uma vida anterior. Isso significa risco. Risco de você não estar preparado para lidar com a informação que você haverá de acessar. Há dois métodos, até onde eu sei, de você procurar estimular essa memória por hipnose, que é uma, do meu ponto de vista, uma violência contra a caixa preta que armazena estoca essas informações. Não por acaso essas informações estão armazenadas numa caixa preta. A natureza é sábia. Espiritismo diz que esse véu que cobre o passado, ele é muito importante para a sua resiliência psíquica, seu equilíbrio emocional. A outra forma é por indução.

É como se fosse assim, na terapia você permanece consciente, mas fecha os olhos, fica deitadinho. O terapeuta vai eh estimulando o relaxamento profundo até que, se for o caso, haverá flashes ou vivências profundas daquilo que aparece na tua tela mental, tá? Inclusive há pessoas, uma delas é o Brian Weiss dos Estados Unidos, que vendeu muito livro por aqui. Ele não é uma pessoa que seja movida pela crença em vidas passadas. Ele na verdade procura acolher pacientes que trazem memórias que ele não tá preocupado em saber se aquilo aconteceu de fato ou é a fantasia do paciente. Aquilo aparece na consulta e ele trabalha em cima dessa informação.

Tá bom, Tati Melinho, como sanar alguma dívida se não lembro do que eu fiz? A gente não precisa se lembrar do que fez para perceber se tá fazendo hoje a coisa certa ou errada. Concorda? A gente tem algo chamado consciência. A consciência é um alerta, é um alarme. Se no final do dia, se você se permitir de olhos fechados, sem ter que falar isso com ninguém, o assunto seu com você, uma análise assim muito calma, fria, do que foi o seu dia, que que você fez, que que você falou, que experiências você vivenciou.

Provavelmente nesse exercício, se for diário, melhor ainda, você haverá de acessar nessa memória recente situações que você poderá concluir que se vivesse, que se repetisse, se pudesse voltar no tempo, ah, eu não falaria aquilo daquele jeito. Ah, eu não deix eu eu eu teria outra resposta, eu faria de outra forma. Porque você percebe que por impulso, por invigilância, falou fez algo que não valeu a pena. Então esquece. Você não precisa ficar preocupado quem eu fui para corrigir meus erros do passado, porque os erros do passado voltam. Lei de ação e reação, lei de causa e efeito.

Você não precisa voltar no tempo e acessar memórias de vidas anteriores para estar absolutamente antenado com as oportunidades de reparação, regeneração, reconfiguração do seu ser. Então, toca a tua vida olhando pra frente. É como entrar num carro e tentar seguir viagem olhando no retrovisor. Vai bater. Tudo tem o seu momento certo e o jeito certo de acontecer. Respeitemos a natureza e façamos com muito critério a análise do por eventualmente estou interessado em investigar minhas vidas pretéritas. Isso é muito importante você fazer a reflexão. O que me move nessa direção, né? Eh, Renata Évora. Teríamos mais chance de fazer escolhas certas se soubéssemos dos nossos erros passados?

Não necessariamente. Às vezes você pode ter a partir de erro, um erro do passado, você pode deduzir que você é assim mesmo. Eu já fazia isso no passado. Se eu tô fazendo hoje, sabe aquela história de uma mente que tá operando de uma forma já doente, patológica? Por exemplo, uma pessoa viciada em bet, viciada em joguinhos, ela passa o dia inteiro vendo e consumindo receitas importantes da família.

Isso tá acontecendo hoje no Brasil é uma coisa terrível, é abominável, é uma praga a dilapidação do orçamento doméstico, porque normalmente os homens fazem apostas, o dinheiro que era para pagar o aluguel, o dinheiro que era para pagar a compra de supermercado, o dinheiro que era pagar a creche ou a escola das crianças, o dinheiro que era para pagar pro plano de saúde, escafebeu-se. Mas cadê o dinheiro? Pois é. a gente tá com juros sobre o cartão rotativo, mas você entrou no rotativo. Aí começa essa situação horrorosa de você não ter orçamento, que ele tá sendo trucidado por um vício.

E aí eu tô usando esse exemplo que a pessoa pode de repente descobrir que numa vida passadava passada já era apostadora, apostava em cavalo, apostava em luta. pode registrar essa informação do seguinte modo: "Ah, já eu sou assim mesmo." Você entende? A vida passada ela não é garantir se você acessar essa informação de que hoje, de posse dessa informação, você vai fazer tudo diferente. A gente não é propriamente confiável para fazer a gestão das informações do presente. Você já sabe como você é no presente ou tem uma ideia pálida que seja de quem você é. Hoje você já tem uma consciência de você. Ainda assim você não erra. Ainda assim você não insiste no erro.

Por vezes você não repete os mesmos erros, sendo você quem é com a memória de hoje. Agora imagina você acessar vidas passadas. Se eu não não costumo acertar sempre com a memória de quem eu sou, a consciência do que eu sou hoje, na vida de hoje, por que que tendo consciência do que eu fui na no passado, eu vou mudar totalmente? Não é não é uma receita pronta de sucesso acessar memórias anteriores. Eu não vejo assim, a minha opinião, tá? Não sou dono da verdade. Eu sempre preciso dizer porque vocês têm todo o direito de não eh concordar comigo. Eu estimulo sempre isso. Pensem com a própria cabeça. Cheguem às próprias conclusões.

Eu tô compartilhando os resultados das minhas ruminâncias intelectuais aqui, tá bom? Rafinha Teixeira, Teixeiraro. Saber quem foi numa vida passada não conserta o presente, a vida presente? Essa resposta eu já dei agora a pouco. Não há garantia nenhuma de que você vai resolver questões da vida presente sabendo quem foi no passado. não é garantia. Isso em circunstâncias especialíssimas, numa situação específica, onde eventualmente essa memória, inclusive aparece na forma de sonhos, aparece através de uma revelação mediúnica, alguém, um espírito tá autorizado a dizer: "André, eu vou te dizer uma coisa que estamos autorizados pelo seu guia a dar essa informação. Você numa vida passada foi isso? você fez aquilo e isso explica a razão pela qual hoje você tá se deparando com tal ou qual situação.

Eu posso ter eventualmente um mérito, vou colocar nesses termos de acessar essa informação que seria quase uma concessão do plano espiritual dizendo: "Não, ele não pode cair na mesma armadilha de novo. Porque ele tá se esforçando. Nós vamos reportar a ele esta situação para que ele tenha as condições. Ele conquistou isso. Isso não é favor. Deus não favorece ninguém. Deus nos ama a todos incondicionalmente. Sejamos nós quem sejamos. Quer dizer, o mais abominável dos criminosos aos olhos do homem será tão amado por Deus quanto o mais querido, idolatrado salve salve dos homens e mulheres. Não há privilégio na criação.

Agora, existem circunstâncias, voltando então ao tema, em que uma informação do passado poderá ser compartilhada, poderá chegar a você e você vai fazer as escolhas com mais este recurso. É assunto teu, OK? Sônia Fajar do Reis diz assim: "Se ainda temos tantos defeitos, não seria decepcionante ver que éramos pessoas piores?" Eu [risadas] tô rindo porque se nós hoje somos a melhor versão de nós mesmos, essa é a minha crença. Nós hoje somos a soma de todos os erros e acertos, tá? Você acha que vai encontrar no teu passado algo melhor? Porque na minha visão lógica, eu tô sendo absolutamente kardequiano aqui ou cartesiano, se você quiser usar essa teoria da razão, né? A razão absoluta.

Por que eu seria alguém melhor no passado do que eu sou hoje? Porque nesta rota evolutiva a gente não retroage. É outra informação que eu acho preciosíssima da doutrina espírita. Não existe marcha a ré no projeto espiritual. Ninguém retroage, ninguém retrocede. Você pode estacionar. Você pode estacionar. Aí você pode descobrir numa vida passada. Não tô recomendando isso, pelo amor de Deus. Já falei muito dos riscos. Mas você pode descobrir que na vida passada você fez alguma coisa legalzinha. Como você faria hoje alguma coisa legalzinha? Percebe? Não é algo que você diga: "Ah, nossa, eu fui não. Você foi alguém no máximo [risadas] no mesmo patamar que você tá hoje.

É a minha crença." Márcia Luzia Gama pergunta: "É possível não reencarnar por alguma razão? Olha, eu sugiro que você acesse [roncando] livros que abordam com profundidade esse tema que é complexo. De uma forma geral, segundo a doutrina espírita, a reencarnação se impõe como uma lei da natureza para a gente evoluir. Portanto, a experiência da gente enquanto encarnado funciona como um laboratório de experiências, aonde se a gente se depara o tempo todo com estímulos positivos e negativos. e o posicionamento da gente diante das circunstâncias da vida vão determinando um padrão.

A gente vai sendo forjado, vai determinando uma personalidade e isto progressivamente até que não haja imperfeição alguma. Portanto, a lógica das reencarnações é que elas são necessárias enquanto houver imperfeições. Não havendo mais imperfeições, não há mais a necessidade da reencarnação. Entretanto, veja como o assunto é complexo. Ainda assim na nossa crença, espíritos que não têm a necessidade de reencarnar poderão fazê-lo com que objetivo? Ajudar, socorrer, apoiar. determinar avanços para aquele grupo em que você tá inserido, para a sociedade a qual você está inserida, inserido no mundo que você vive.

Então são espíritos missionários, né, que vem ao mundo porque querem, não pela necessidade de evoluir naquele mundo. Eles vão compartilhar o que aprenderam. Eles vão dar o exemplo, eles vão nortear quem tiver por perto, eles vão inspirar aqueles que estiverem por perto e eles serão norteadores de rumo, pelo exemplo, né? Então é outra crença, é outra forma da gente fazer essa leitura.

Inclusive, eh, me incomoda muito quando, por exemplo, um reencarnacionista, pode ser espírito ou não, diz assim: "Uma pessoa em situação de rua, na sarjeta, com as roupas sujas, passando fome, numa condição muito comovente, deplorável, materialmente falando, normalmente, qual é a leitura que vocês fazem disso?" Porque tem gente que, do meu ponto de vista, preconceituosamente diz: "Ó, tá pagando, eu detesto se tem alguém por perto e já ouve isso. Olha, esse aí errou bastante no passado, tá pagando. Eu não tenho saúde. [risadas] Preciso desenvolver, gente. Você acha que eu tô nesse planeta por acaso? Eu tenho que avançar em vários aspectos do meu ser.

Eu acho essa visão, além de preconceituosa, uma manifestação pública de ignorância. Na literatura espírita, a gente vai encontrar pessoas muito evoluídas que determinaram para si próprias e foram atendidas pelos engenheiros responsáveis pelo projeto reencarnatório. Elas tiveram cacife pelo nível moral que possuem para dizer: "Eu gostaria que fosse assim". e são atendidas porque alcançaram essa condição de maturidade espiritual e pedem para vir em circunstâncias extremamente difíceis, porque elas entendem que no trânsito pela Terra, nesta encarnação, com inúmeros problemas no campo da saúde ou inúmeros problemas na área material da subsistência, vão inspirar pessoas, vão vão determinar movimentos importantes na direção do amor, da paciência, da caridade.

Vão inspirar. Isso é muito bonito. Isso eu eu é uma das passagens assim, eu acho, mais luminosas do aprendizado espiritual, quem segue essa corrente, porque a gente se ilude, os olhos não percebem sutilezas profundas, essenciais, espirituais das paisagens. A gente olha e diz: "Ah, esse é o jeito certo, então, de entender essa realidade". [roncando] Cuidado, cuidado para não ser depois alvo de um profundo de uma profunda decepção ou uma surpresa. Uma surpresa. Gaiaur, saber quem fui no passado pode ajudar a entender traumas e angústias atuais? Pode, mas, como disse, cada caso é um caso e as circunstâncias variam. de acordo com o nível de compreensão, com o momento que se vive, com as circunstâncias que determinar essa revelação.

Mas em tese, sim, essa informação ela pode agregar, mas a regra geral que precisa ser compreendida é que esse véu que encobre o nosso passado, ele tem uma razão de ser. Ele não é obra do acaso e você não precisa, ah, é peremptório assim, eu eu preciso acessar informações das vidas passadas para ter o meu projeto evolutivo nesse momento bem-sucedido. Não, não. A melhor forma de você perceber quem você foi no passado é se olhar no espelho. A melhor forma de você perceber quem você foi no passado é fazer a prática meditativa, é lembrar do que foi o seu dia, é prestar atenção no que você faz ou deixa de fazer, no que você diz ou deixa de dizer.

É você ter essa autoanálise, é você fazer terapia, é você promover o autoconhecimento, é o mergulho em si mesmo. Porque quem você é de fato revela o que você precisa fazer aqui agora. É o que basta. É o que basta. Tá bom, pessoal. Estamos chegando ao fim do papo das 9. Agradeço mais uma vez nesta quarta-feira, meio de semana, maor galera acompanhando aqui, entendendo que de alguma forma estas reflexões, essas informações podem agregar, podem fazer bem. Assim seja. Força, coragem e fé. Ótimo dia para todos. Sigamos. Tudo de bom.

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