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Qual a visão espírita do radicalismo? | Papo das 9 #1065

Assista ao vídeo completo de André Trigueiro: Qual a visão espírita do radicalismo?. Conteúdo publicado no canal oficial de André Trigueiro.

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Bom dia, minhas amigas, meus amigos. Está começando mais um papo das ve ao vivaço, direto do meu cafo em Laranjeiras com um tema que guarda relação com ocorrências que tiveram lugar pelo mundo e chamam muito a minha atenção, gerando, devo dizer, alguma apreensão e o início da campanha eleitoral no Brasil. Eu quero falar de extremismo. Eu acho que a gente precisa entender esse conceito. a gente precisa perceber os riscos que em pleno século XX, pensamentos radicalizados associados a uma proposta de poder, exercício do poder, como isso de fato não deveria ter lugar nos dias de hoje, dado que na história da humanidade foram justamente uma saraivada de extremista que impuseram pela força, pelo constrangimento, pelas guerras, pela perseguição sistemática de oponentes, impondo suplícios indescritíveis, tortura, prisão em condições execráveis, a eliminação sumária do direito de outra pessoa existir e pensar diferente.

O que configura por si uma violência inominável? É importante a gente ter consciência disso. Às vezes a gente vê uma sucessão de fatos, de notícias, de discursos ou de situações sobre as quais nós não vamos nos permitindo refletir a respeito e perceber exatamente os riscos que isso representa para nós. Então, eu vou começar aqui com uma síntese no livro A arte de seguir em frente do que seria o extremismo. O extremismo é um câncer que irradia ondas de intolerância e preconceito, solapando o respeito pelas opiniões divergentes, asfixiando o diálogo e oprimindo outras formas de pensar, de sentir e de existir. O radicalismo distorce a realidade e envenena as relações interpessoais. sem qualquer compromisso verdadeiro com a cultura de paz.

Como diz a música do rapa, paz sem voz não é paz, é medo. A verdadeira paz tem origem no respeito à diversidade. Se me permitem, vou fazer uma breve digressão sobre as ideias que estão contidas nesse resumo em forma de opinião minha sobre o extremismo. O câncer que irradia ondas de intolerância e preconceito. Quando eu falo câncer que irradia, a gente tá aqui se apropriando de uma patologia terrível [roncando] que quando alcança o estado de espraiamento, metástase, configura um risco para todo o sistema. No caso, o nosso sistema orgânico, né? Quando a gente fala de intolerância e preconceito, a gente tá falando da intransigência para com o diferente.

Seja diferente que tem um outro credo, seja o diferente que tem outra orientação sexual, outra cor de pele, outro nível de renda, outra cultura, seja o que for, o diferente. Isso é ancestral. A gente precisa se proteger de uma ideia que guarda fortemente relação com um espírito bélico tribal, né? Qualquer um que seja diferente de mim, por princípio, representa uma ameaça a minha existência. Isso vem de longe. A gente precisa reprogramar esse software. A gente precisa fazer muita coisa diferente para não replicar por mimetismo algo que atavicamente está atrelado à nossa história nesse planeta.

Então, há um movimento que a gente precisa fazer de desarmar essa bomba relógio prestes a explodir a todo momento em que você se depara com alguém claramente se posiciona ou se apresenta fazendo algo que você não faria, falando algo que você não falaria, né? E aquilo no primeiro momento acelera um dispositivo de pronto paraa guerra, pronto pro ataque. Quando na essência o cristianismo sugere que a gente tenha uma outra atitude frente a essas situações que não seja a do belicismo, a do antagonismo e de investir tempo e energia nessa direção. Estamos falando aqui do capítulo 44 do livrinho a arte de seguir em frente que fala de extremismo. Tô definindo é uma opinião, é uma forma de definir.

Não tô aqui, pelo amor de Deus, dando o melhor conceito, nenhum conceito que tem a pretensão de ser aceito por todos. Importante dizer isso. Então, o o extremismo solapa o respeito pelas opiniões divergentes. Elas não merecem existir, não merecem qualquer espaço, asfixiando o diálogo e oprimindo outras formas de pensar, de sentir e de existir.

O radicalismo distorce [limpando a garganta] a realidade e envenena as relações interpessoais Quando a gente fala de cultura de paz, a gente tá se apropriando de uma expressão que é muito bonita, é muito sofisticada, que é uma maneira de coexistirmos sem que as nossas diferenças justifiquem o emprego de qualquer método violento de silenciamento, de cancelamento. Então isso é muito sério. Eu vou começar a reportar agora as situações dessa semana que me impressionaram muito, porque veja, todo dia, por isso que eu tô fazendo a live de hoje inspirada em extremismo e radicalismo, porque eu sou jornalista, eu trabalho com informações, obviamente apuradas de fontes fidedignas.

E a gente vai ver no noticiário, infortunadamente, muitos exemplos desse extremismo como método em países importantes, em países próximos, que a gente precisa est ligado no que isso significa e de que jeito. Vejam vocês, atos extremistas, do meu ponto de vista, que me chamaram muito atenção. Nós tivemos um violento tremor de terra na Colômbia. A Colômbia, assim como a Venezuela, são países assentados sobre ah placas tectônicas que se degladiam e determinam ciclicamente abalos sísmicos. Terrível. Um terremoto com muitas vítimas, muita destruição. E daí, André? E daí que o terremoto aconteceu? poucos, poucas semanas depois do fim de uma disputa eleitoral que foi muito enraivecida, muito conflituosa e essa disputa eleitoral resultou numa não transição de governo. democracias, aonde há eleição, o vencedor leva o caneco sem questionamento, o perdedor reconhece a derrota e tenta passar o bastão pro seu sucessor de uma maneira que o país não fique, eu diria, prejudicado por um novo líder que vai se deparar com o país inteiro sem ter informações sobre a máquina administrativa. sobre as finanças, sobre como o país, a partir daquela nova gestão, deverá ser administrado.

Não houve transição de poder por antipatia mútua. E o candidato vitorioso, diante das circunstâncias do terremoto, pela falta da transmissão dos dados e das informações para fazer o melhor gerenciamento de crise, segundo vários analistas, isso prejudicou o rápido socorro, o pronto atendimento, a maneira como a Colômbia deveria responder a essa tragédia. Mas não foi só isso. O novo presidente da Colômbia recusou a ajuda de países não alinhados ideologicamente com o novo regime. muito esquisita, para não dizer lamentável, execrável, a posição desse novo presidente da Colômbia, porque ele recusou, por exemplo, o expertise de resgatistas do México.

O México é um país que tem terremoto para burro. Eles têm lá brigadas de resgatistas muito qualificadas. O presidente da Colômbia recusou e a presidente do México com muita elegância veio a público dizer: "Nós estamos prontos para ajudar por razões humanitárias. sempre oferecemos a ajuda que temos condições de dar por humanidade, por é um gesto de humanidade que foi recusado. O mesmo se deu em relação ao Brasil. E aí ficou claro assim, nós aceitamos ajuda dos Estados Unidos, nós aceitamos ajuda de Israel, nós aceitamos ajuda da Argentina.

Assim, eu fico me perguntando se um familiar meu está debaixo dos escombros e o meu país, no caso a Colômbia, tem dificuldades de promover o rápido resgate dos eventuais sobreviventes, eu acesso a informação de que o presidente do meu país, não importa se eu votei ou não nele, mas o líder adota uma postura refratária a ajuda de quem não é da minha corrente ideológica. Isso não faz a menor diferença. Ou não deveria fazer. Razão pela qual eu estou inserindo e é uma opinião, você não precisa concordar comigo. Eu tô reportando apenas notícias dessa semana. o presidente da Colômbia como alguém que nesse gesto de aversão ao socorro voluntário com o envio de brigadistas para aquele país, pode sim ser chamado de extremista.

Ele agiu baseado numa paixão pela própria visão de mundo que o cega diante da emergência do socorro. Porque quando você tá, eu diria, isso acontece, já aconteceu no Brasil essas situações na disputa fratricida, extremista, ideológica. Você, por exemplo, se recusar num posto de saúde a ser atendido por alguém que votou no outro candidato. Você se lembra dessas notícias? A pessoa dizia assim: "Antes de ser atendida, você vota em fulano ou cicrano? Aí o profissional de saúde fica desconcertado. Eh, por que que isso é importante? Não, porque eu não quero ser atendido por quem votou em cicrano. Então, veja o absurdo. Isso.

Desculpa a minha franqueza, eu preciso pedir desculpa porque cada um, obviamente, tem o direito de pensar do jeito que acha que a banda deve tocar. Mas quando numa situação de risco de saúde ou quando numa situação envolvendo um atendimento médico, importa que a pessoa tenha competência, importa que a pessoa tenha a destreza de manejar uma situação de saúde de maneira absolutamente profissional e ética. Se você se depara com alguém que fica segregando, não quero fulano, desse que tenha esta opinião ou que tenha este posicionamento, do meu ponto de vista e a minha opinião, você está replicando o radicalismo e o extremismo que nós estamos hoje aqui denunciando.

Vou sair da Colômbia com episódio lamentável de um presidente que não aceita resgatistas de países não alinhados ideologicamente com ele para o presidente dos Estados Unidos, que eu tenho que explicar e fundamentar porque que eu tô fazendo essas citações. O presidente dos Estados Unidos é, do meu ponto de vista, neste segundo mandato, o que mais tem dado explícitas demonstrações de extremismo pelas mais variadas razões. Eu não vou aqui cansar a vocês, nem a mim, porque falar disso absorve muita energia, a energia da indignação e da incompreensão. Mas o que, qual é a notícia da semana? Eu vou pegar essa semana só do Sr. Trump. Ele tem uma rede social própria, sendo presidente da República.

E nessa rede social própria, ele está cobrando entre 60.000 e $.000 por mês de instituições financeiras, bancos ou pessoas ricas dos Estados Unidos que queiram ter em primeira mão informações privilegiadas para a tomada de decisão. Vejam o tamanho do absurdo. Você no exercício de uma função pública cobra por um serviço que você, enquanto presidente da República, por ossos de ofício, é o dever do atual mandatário dos Estados Unidos tomar decisões no dia a dia, mas ele está vendendo. É inacreditável, parece, parece mentira, né? Mas é um absurdo que a gente quando passa pano ou quando não comenta, não reflete criticamente, o silêncio, né, quem cala consente.

Então ele quer ganhar dinheiro no exercício da presidência, cobrando, portanto, de quem queira, através da sua rede social ter em primeira mão acesso a informações privilegiadas. Ora, meu Deus, a gente continua aqui refletindo sobre o que é o radicalismo ou extremismo. Nesse caso, mais um de muitos exemplos do senhor que ocupa a presidência dos Estados Unidos de absoluto conflito de interesses, visando [roncando] a sua maneira de pensar e agir em detrimento do interesse público e do coletivo, né? A gente poderia dar vários outros exemplos, mas o dessa semana é esse.

Quer dizer, quando você desrespeita nesse nível uma função pública, você está radicalizando, você tá reinventando o que um presidente da República, de uma democracia pode ou não fazer como se isso já não tivesse estabelecido num código de ética. Num código de ética. É notícia dessa semana. Quando a gente sai dos Estados Unidos e vai para Israel, nós temos claramente o atual governo israelense eh considerado extremista, porque vem capitaneando um conjunto de ações que, segundo a Organização das Nações Unidas, configura genocídio contra os palestinos.

A gente fala muito da faixa de Gaza que virou uma montanha gigantesca de escombros, aonde jornalistas e organizações humanitárias não podem entrar e os ataques do exército de Israel prosseguem. Mas qual é a notícia dessa semana? A notícia dessa semana é que fora de Gaza existem os territórios legitimamente ocupados pelos palestinos na S Jordânia e grupos extremistas estão realizando ações terroristas, porque inclusive israelenses judeus estão horrorizados, é preciso dizer isso, com ação do segmento mais radicalizado pró ocupação de colonos israelenses num território palestino que se Jordânia e uma série de situações. Eu não vou aqui entrar em pormenores, o Papo das ele tem um foco.

Não vou aqui pormenorizar ou ou entrar em muitos detalhes sobre como esse extremismo no sentido de eliminar todo e qualquer direito dos palestinos que ocupam aquela terra há tanto tempo quanto os próprios judeus. Razão pela qual a tese prevalente na comunidade internacional e entre muitos judeus e israelenses, é a de que aquela região precisa abrigar dois estados autônomos e que se entendam, que construam pontes respeito múo numa a diplomacia bem calibrada, verificando de que maneira nesse desenho geopolítico não haja espaço para terroristas, não há espaço para discursos de eliminação sumária do oponente.

Claro que essa rota de convergência requer muitas habilidades, muita determinação para promover o que eu chamei há pouco de cultura de paz. Agora, isso não está acontecendo. E o Estado israelense, o atual governo de Israel, que vem protagonizando medidas unilaterais extremamente violentas, com o propósito de expandir domínios e território, a revelia de direitos de outros povos como o Palestino, que envolve também o sul do Líbano. tem lá o conflito envolvendo os libaneses. Isso é algo que entra na categoria do extremismo, do meu ponto de vista. E veja, estou reportando a situação em democracias.

Eu falei da Colômbia, falei dos Estados Unidos, notícias dessa semana e falei de Israel, porque os estados totalitários [limpando a garganta] já trazem o componente extremista no seu DNA. Por exemplo, se você falar do Irã, o Irã é um estado, é a teocracia. Então você vai ter nessa organização política do Irã Aatolá à frente de tudo e de todos. Obviamente existe uma hierarquia verticalizada baseada num fundamentalismo religioso que define o que é e o que não é. Isso é extremismo dentro da maneira como a gente tá fazendo essa observação. Sim, porque pensar diferente em alguns países, e é o caso do Irã, pode te custar a vida. Então, a minha seleção aqui envolve eh democracias.

Eh, então vamos, o Brasil igualmente tem seus problemas com as ideias extremistas, porque eu sou jornalista, estamos no ano eleitoral e a campanha já começou. Eu estou refletindo sobre situações fora do Brasil para que você construa livremente, obviamente, as suas próprias linhas de raciocínio sobre eventuais riscos que nós corremos no Brasil, não apenas no poder executivo, mas no poder legislativo e no poder judiciário. as decisões que resvalam ou assumidamente estão ali eivadas de um componente radical e extremista.

Mas eu não vou entrar nesses pormenores aqui, porque obviamente um posicionamento meu haverá de causar algum estranhamento plenamente justificado de que eu estaria aqui induzindo eh as pessoas que me acompanham. E eu não faria e não farei jamais isso aqui, eh, principalmente pela função jornalística, mas não apenas isso, em respeito a você, ter o direito de fazer com o teu voto que você bem entender, mas o extremismo me preocupa muito.

E nós temos dentro do espiritismo inúmeros motivos, digamos assim, para entender que nos fundamentos de [roncando] como fazer a melhor leitura do cristianismo, como a gente aplica o cristianismo nos dias de hoje e qual é a melhor fórmula pra gente promover o que eu tô chamando de cultura de paz. Partindo do pressuposto óbvio, é um tema que a gente sempre retoma aqui. Nós somos seres sociais, nós vivemos em sociedade, é a condição humana. E a sociedade é constituída por indivíduos que têm suas próprias ideias, suas próprias maneiras de sentir, de crer ou não crer numa força superior, de se posicionar ou não em relação às questões do dia a dia. Cada um de nós é único no universo.

Isso é tão bonito, isso é muito místico também, né? Deus, o criador, nos fez absolutamente distintos uns dos outros. Não importa se você pertence a uma mesma família, dentro da família haverá quem pense diferente. Dentro da sua instituição religiosa, muita gente haverá de ter posicionamentos distintos em relação a esta ou aquela questão no seu ambiente de trabalho, no seu condomínio, né? Bastam que existam duas pessoas, um casal, por exemplo, você já já terá aí, por mais afinado que seja o casal, por mais sintonizado que seja essa relação e de amor entre duas pessoas, haverá no varejão das questões do dia a dia, mais ou menos importantes, pontos de vista diferentes.

Agora você imagina numa relação a dois, ou no ambiente de trabalho ou num país, em qualquer lugar, uma posição de quem ocupa uma tem voz e vez para se manifestar e tentar conduzir ou influenciar o rumo dos acontecimentos. se esse posicionamento se dá de forma intempestiva, se dá de forma assertiva, eh, eu diria, num tom imperialista, aí temos um problema e não é um problema pequeno. E quando você alarga o foco e sai da do casal, vai além do núcleo familiar, vai além do ambiente de trabalho, vai além da sua cidade, alcança um país. Aí temos um problema do tamanho de um país, né? Então vamos lá, vamos no livrinho. Vamos pegar aqui algumas passagens do livro dos espíritos.

Nós estamos falando hoje de extremismo. E aí eu tô pegando o capítulo 10 da parte 3 do livro dos espíritos da lei de liberdade. As leis morais são, digamos, as situações, a maneira como Kardec organizou as ideias que explicam a vida e o universo. como você fala, leis morais são os parâmetros, né, que norteiam essa programação universal. Então, tem a lei da liberdade, questão 825. Haverá no mundo posições em que o homem possa jactar-se ou orgulhar-se de gozar de absoluta liberdade? Olha a pergunta. O X da questão é absoluta liberdade? A resposta é não, porque todos precisais uns dos outros, assim como os pequenos, como os grandes.

Então, absoluta liberdade sugere uma autonomia, uma independência, né? uma condição de você se manter absolutamente [roncando] só, eh, como se não houvesse a necessidade da gente estabelecer algum gênero de contato ou uma relação de interdependência com outras pessoas. Portanto, a liberdade absoluta, à luz do Espiritismo, ela não existe, porque a única condição de nós sermos quem somos é essa relação de interdependência. Nós somos dependentes de muita gente. Aliás, se você quiser estender esse foco nos dois planos da vida, nós somos dependentes dos encarnados e dos desencarnados para existir. A liberdade absoluta, ela não existe. Eu hoje tomei um café da manhã.

Quer saber qual foi o meu café da manhã? Ele é mais ou menos igual todo dia. Eh, porque a Domingo e a Cláudia gosta de pão de sal da padaria quentinho. Então eu fui comprar pão de sal. Normalmente eu como um pão integral. Manteiguinha e queijo minas. Delícia. Dois ovos cozidos de uma linha de ovos que eu gosto, não é uma marca, é uma linha, um gênero de produto que é mais caro de galinhas soltas. que não vivem em gaiolas, que ficam ciscando e vivem soltas e são livres de certos hormônios, antibióticos, etc., alimentação orgânica. É, para mim é importante isso. Selo de bem-estar animal, happy eggs, pá, e uma vitamina, uma vitamina que tem lá seus ingredientes, eu diria, saudáveis para mim.

Aí você vai perguntar, André, que que isso tem a ver com a conversa sobre liberdade absoluta? No sentido que Kardec tá colocando aqui a pergunta e no sentido da resposta da espiritualidade, eu jamais conseguiria tomar esse café maravilhoso para mim, sem a preciosa ajuda de uma um pelotão, de um montão de gente que produz, que transporta, que disponibiliza no varejo e permite que eu leve para minha casa, traga para cá que eu tô na minha casa, o que eu quero comer. Então, a liberdade absoluta, ela tá inserida no contexto da relação de interdependência e como nós precisamos valorizar e reconhecer isso. E aí vai o exercício da gratidão, que muita gente, infelizmente, não exercita gratidão.

O exercício da gratidão é o exercício do reconhecimento de todas as pessoas à nossa volta, inclusive pessoas com as quais a gente não convive, pessoas com as que a gente nem conhece, mas são pessoas que permitem que nós possamos atravessar a existência no plano material da forma mais digna, da forma mais confortável possível, tá? Então essa foi a questão 825. Aí vem a questão 826. Em que condições poderia o homem gozar de absoluta liberdade? Aí vem a resposta nas do Eremita do Deserto. Eremita do deserto é uma figura aqui de linguagem para dizer num insulamento, num isolamento, melhor dizendo, absoluto.

Você escolhe ficar fora do convívio humano, se virando sabe lá Deus como por tua conta e risco. Aliás, o espiritismo não aqui, mas em outro outra parte do livro dos espíritos reporta essa condição como absolutamente contrária à perspectiva da nossa evolução. Porque a nossa evolução espiritual depende das interações sociais. A gente aprende um com o outro o tempo todo. Aprende de uma forma amorosa ou aprende de uma forma dolorosa, mas o aprendizado é inevitável no convívio com os outros. Então, a perspectiva do eremita do deserto na visão espírita vai contra a perspectiva de uma evolução mais sadia, harmoniosa e efetiva, porque nós estamos em grupo, nós somos seres sociais.

Aliás, vai aqui a minha opinião em forma de crítica respeitosa, à ideia que, por vezes, se conjuga com perspectivas radicais e extremistas da educação, de que melhor do que ir pra escola é a criança aprender o que precisa aprender dentro de casa. Então, que os pais ou responsáveis ensinem aos filhos o que eles precisam aprender, mas não na escola, tem que aprender dentro de casa. Vamos deixar claro uma coisa aqui. Quando você fala da necessidade da criança ir paraa escola, claro que pais ou responsáveis respondem pela parte mais importante da educação, que é são os princípios, os valores norteadores da ética e da moral. Quer dizer, os pais, as mães, os responsáveis.

Repito, e isso não é uma opinião, isso é uma constatação de quem estuda a ciência pedagógica. Os exemplos mais importantes e profundos de vida vem da convivência com pais ou responsáveis. Agora, a escola tem uma função fundamental da instrução das disciplinas curriculares. O que é o mundo, o que são as ciências naturais, as ciências exatas, as ciências humanas. você aprender o, digamos, através do conhecimento tudo que for possível, mas o que tá subjacente a experiência escolar, que alguns defensores, para não dizer todos os defensores da prática escolar dentro de casa, não é para ir pra escola, não, tem que aprender aqui.

É que na escola você vai aprender uma coisa que você não aprende em casa, aliás, muitas coisas, mas talvez a principal seja. Você vai conviver com os diferentes, com seus coleguinhas. Você vai aprender muito com isso. Vai aprender a fazer amigos, vai aprender a respeitar os outros, vai aprender a se defender de quem não é não lhe simpático. aquela pessoa que vai te perseguir, vai querer fazer bullying com você e você, como é que você, como é que você se vira numa situação difícil? Você vai aprender na raça, camarada. Você vai aprender na raça. E quando eu falo na raça, é a expressão popular, você vai aprender no calor da panela.

Os fatores de pressão que lhe são hostis, eles discutinam horizontes de conhecimento fantásticos, porque a vida tem a parte teórica e tem a parte prática. E seja na parte teórica, seja na parte prática, você tá em grupo, que é o que a escola proporciona, é o que a creche proporciona, é o que a universidade proporciona. Você não vai aprender em casa. Desculpa a franqueza, você não vai aprender em casa. Então a gente precisa ter esse cuidado, porque você ouve o galo cantar, né? Aí tem uma ideologização, assim dizendo, essa categoria aí dos professores. Esses professores estão contaminados por ideologia de esquerda, esses professores.

Aí você começa, perdoe a franqueza, novamente, né, a fantasiar de forma um tanto paranoica, estereótipos assim para justificar aberrações como essa de você defender que só é possível ter uma educação verdadeira com pai, mãe ou responsável, mantendo essa criança quase cárcere privado. Você vai ter todo dia aqui o tempo de escola com a gente para aprender tudo que você tem que aprender. Bom, se você tá numa condição de náufrago, né, vai parar numa ilha deserta, aí tem uma criança lá com os pais, os pais percebendo que o socorro talvez não venha rápido, né? Tá demorando esse socorro. Vamos criar uma rotina aqui.

Vamos colocar a criança dentro de uma perspectiva de aprendizagem, porque é a fase da vida dela que ela mais tem, abertura e facilidade de aprender coisas. Agora, não sendo assim, bota na escola, filho. Bota na escola, pelo amor de Deus. Então, vamos lá, seguindo em frente. Repetindo a questão 826. de absoluta liberdade? Aí a resposta da espiritualidade começa assim: nas do erem do deserto. Desde que junto estejam dois homens, há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre. respeitar. Não mais, portanto, qualquer deles goza de liberdade absoluta. Mais uma vez, a gente tá falando da inevitabilidade da vida em sociedade. E nesse sentido, a liberdade nunca é absoluta.

Eu tô aqui em casa com vocês, eventualmente tarde da noite me dá vontade de ouvir um som alto e eu tenho vontade de escutar aquela música como se eu estivesse numa discoteca, né, numa danceteria. Eu posso fazer isso? Eu posso. Panel de som tá ali atrás. Por que não faço? Porque a minha liberdade não é absoluta. E por quê? Porque eu não moro sozinho. Além das pessoas que estão comigo em casa, tem o meu vizinho de cima, tem o meu vizinho de baixo. Eu não vou botar esse som alto sem considerar o direito deles de não compartilhar com o meu desejo de querer escutar o som alto.

Significa dizer que a cultura de paz ela é construída por vezes com, eu não vou chamar de sacrifício, até porque eu posso colocar um fone de ouvido e ter essa experiência sem incomodar ninguém, mas eu não posso deixar de considerar que a liberdade que se defende compreende que ela termina quando começa o direito do outro. o meu direito termina quando começa o direito do outro. E aí é que surgem as rusgas, as antipatias, né, as questões delicadas da nossa coexistência em que você não consegue, me perdoe a franqueza, mas eu acho que é isso, aqueles que não estão sensíveis ao direito dos outros. Paulo, grande apóstolo do cristianismo, diz: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". É isso.

Essa frase de Paulo resume bem o sentido, né, desse dessa liberdade. Tudo posso. Eu posso fazer um montão de coisa, mas nem tudo me convém. Por que não me convém? Porque eu preciso reconhecer. É de bom tom que eu reconheço o direito do outro. fazer do jeito dele também considerando o meu direito a partir de da situação de que o jeito dele não fira direitos meus. Esse é um exercício constante, esse é um exercício interminável, esse é um exercício evolutivo. Seguindo no capítulo 10 da parte terceira do livro dos espíritos, temos aqui liberdade de pensar. Eu recomendo, não vou ler o capítulo todo, é do século XIX, o livro dos espíritos.

É sempre bom lembrar, liberdade de pensar é algo fantástico, porque muita gente, sem essa noção de que tudo posso, mas nem tudo me convém, resolve fazer do seu jeito a qualquer hora, em qualquer lugar, o que lhe dá na telha. Eu tenho visto nas redes sociais, e não quero ser injusto, mas situações assim que não ocorriam com frequência antes, assim me parece, de pregações evangélicas num voo, um avião com 250, 300 passageiros. Alguém resolve cantar louvores ou fazer prece em voz alta ou começa lá uma uma digressão evangélica. Com todo respeito à religião, pode ser até a tua, podia ser uma pregação espírita. Se eu tô num avião, não importa se a viagem é curta ou é longa.

Estou, paguei a passagem, tenho direito ao assento e a liberdade não é absoluta, como falamos. Eu tenho direitos, mas tenho deveres. Obviamente, quando uma pessoa é recriminada fazendo uma pregação em voz alta dentro de um avião e reclama que está sendo objeto de censura, que ela tem o direito de credo, é uma, eu diria, uma forma equivocada de fazer a melhor leitura da situação. Ninguém tá questionando o direito de credo aí, mas você tem que ter a respeitar quem ali não está propriamente no lugar aonde essa pregação deva acontecer. Se tá afivelado com cinto numa poltrona, eventualmente tem medo de avião, fica tenso, tá lá meio estressado com o voo, né?

E tem uma pessoa que tá declamando passagens da Bíblia ou fazendo diretamente uma pregação, eh, através de louvores, o que seja. Imagina se toda pessoa que tem uma crença religiosa num voo resolve ficar falando em voz alta para todo mundo ouvir. Vai virar uma torre de Babel, velho. Isso não funciona. Pelo amor de Deus. Aí tem gente aqui se comunicando comigo falando: "André, isso acontece em avião, tá acontecendo em ônibus? Tá acontecendo em trem?" Então vamos lá. Mais uma vez, vocês vejam a pertinência e o alcance do debate sobre extremismo, sobre radic tudo posso, mas nem tudo me convém.

Então, se você pertence a um segmento religioso que leva muito a sério o ide e pregai, né, que tá lá também na Bíblia, cada um vai decodificar isso de uma forma, mas quem leva ao pé da letra e diz: "Eu tenho que pregar o tempo todo contenha-se nos ambientes aonde outras pessoas também têm direitos. Quando você chegar no seu destino, se você quiser ir para uma praça pública, onde as pessoas estão de passagem, quem quiser te escutar vai parar e vai te ouvir. Agora, se você tá lá no lugar fechado onde as pessoas não têm a opção de não te ouvir, e pai, aí temos um problema. Temos um problema. Não dá para ser assim. Certo, Be. Então, vamos lá. Liberdade de pensar. tem liberdade de consciência.

Então, as pessoas que por vezes tm o perfil autoritário, imperialista, radicalizado, se vitimizam com muita facilidade quando são objeto de alguma admoestação, alguma advertência, algum toque, falando camarada, aqui não. Ou desse jeito não. Ah, mas é meu direito. Meu direito de expressar minhas ideias. Liberdade de expressão. Eu já vi um discurso da ministra do STF, a única mulher e tá para sair da mais alta corte brasileira. Lamentável que só tenhamos num país de maioria de mulheres uma única mulher na Suprema Corte. Mas ela falando com muita propriedade sobre eh liberdade de expressão, né? Ela deu exemplos bem banais, simples de entender.

Quando você, por exemplo, num cinema começa a gritar fogo, fogo e não tem fogo. Você tá ali fazendo pirraça e cria pânico, acendem as luzes, as pessoas saem. Você vai dizer: "Não, eu eu é liberdade de expressão. [risadas] Liberdade de Me deu vontade de gritar fogo. Ninguém tem nada a ver com isso. Só que não. Vida em sociedade, o que você fala em público precisa respeitar a lei. Você ali está criando pânico. você ali está precipitando o risco das pessoas atabalhadosamente se machucarem ou até se tem um cardiopata, se tem uma pessoa ali que tá sujeita a ter um um piripque, numa dessa empacota, né? Desencarna. Por quê? Porque alguém gritou fogo, fogo!

Da mesma forma, eu tô aqui com vocês ao vivo. Uma imensa responsabilidade tá falando ao vivo sem script. sem roteiros, sem eh teleprompter. Tô aqui falando, como falamos no papo das 9, uma ideia chama outra, que chama a outra e a gente vai longe. É sempre uma hora, é tempo para amor. E aí de repente eu deito aqui a falar mal de alguém, escolho alguém para ficar falando mal, falando mal, falando mal, falando mal e entro em detalhes que não são propriamente [roncando] públicos, mas são pessoais. Eu faço ataques pessoais, eu firo a honra de alguém. Aí a pessoa vai dizer: "André, pegou pesado?" Eu falo: "Não é liberdade de expressão. Eu tô dizendo o que eu acho, é minha opinião.

Esse país não é uma democracia. Eu falo o que eu quiser. Qual é a outra categoria aí que a gente vai considerar que a liberdade não é absoluta, como foi dito aqui, e isso faz parte de um código moral que atravessa diferentes credos e não credos. Eu estou cometendo crime de difamação e calúnia. Isso tá tipificado no Código Penal. Você não tem o direito de gratuitamente caluniar ou difamar a honra de quem quer que seja. Aí você vai dizer: "Ah, André, mas em época eleitoral como é que fica?" Que você tá num debate lá quente, né? Um contra o outro, o outro contra um. Eu sugiro que vocês vejam que vale a pena o bom exemplo. Me permitam dar o nome aqui de dois candidatos. por acaso se enfrentam novamente eh ao governo de São Paulo, que são o Fernando Hadad e o Tarcísio de Freitas.

Eles fizeram o primeiro debate agora na semana passada e tal qual se deu anos atrás numa outra disputa eleitoral, foi um debate, na minha opinião, embora acalorado, com momentos assim bem duros, em que um feriu a honra do outro, um xingou o outro, um não perdeu tempo, eh, digamos, saindo do debate sobre propostas do debate público para ficar espizinhando eh o outro do ponto de vista moral ou ético. Então isso, do meu ponto de vista e a minha opinião, engrandece o debate político, porque não é porque se tem ideias diferentes que você vai considerar o outro inimigo. Você vai apertar a mão dele antes do debate. você vai apertar a mão dele depois do debate e encerrar o debate você pode até eh declarar novamente porque você é contra as ideias do outro, as ideias.

Porque você é contra as propostas do outro, as propostas, mas você não é contra o outro. O extremista, ele manipula o debate político demonizando o outro. Demonizando o outro. Demonizar o outro é uma coisa muito séria, porque você instiga. E aí é importante a gente dizer isso. A gente tá num mundo em que muitas pessoas têm problemas cognitivos ou tem inclinações para o cometimento de violências.

Aí esta pessoa que tem ou problemas cognitivos ou inclinação para o cometimento de violências ou os dois quando ouvem um discurso radicalizado, um discurso impregnado de preconceito, intolerância, que estigmatiza não as ideias e propostas, mas o outro, esse outro vira alvo de ataques que podem resultar em tragédias. É simples de entender, gente. Às vezes a gente tá falando as coisas, achando que tá todo mundo entendendo por igual. Não tá. Cada um tá entendendo isso de um jeito. Cada um tá decodificando essa mensagem, essa informação a seu modo. Então, aonde tem um rastilho de pólvora, basta uma faísca para aquilo virar um problema.

Então, a gente precisa ter muito cuidado na maneira como você publicamente se posiciona sem querer liquidar a fatura, colocando todas as pessoas que pensam diferente de você como uma cója de latrões e bandidos que precisam ser eliminados. Tem gente que vai entender isso ao pé da letra. Tem gente que vai entender isso como uma suposta licença para matar. Eu não posso ser mais claro do que eu tô dizendo aqui. Então, a gente precisa ter muito cuidado, a gente precisa ter muita lucidez de como nós, e boa parte no papo de das 9 de domingo aqui, a gente reúne muita gente que tem uma visão espiritualizada. Eu já percebi isso pelos comentários que vocês deixam, pelas mensagens que chegam, né?

Então, que a gente exercí a nossa exercite a nossa espiritualidade, especialmente nos momentos aonde a temperatura vai subindo até eventualmente alcançar ponto de fervura, que a gente seja o contraponto, que a gente consiga de alguma maneira emprestar inteligência, lucidez, serenidade ao debate, que ele possa vir às vezes com a verve, né, do impulso do discurso mais eloquente, mas sempre cuidadoso, preservando o outro. O outro é um ser humano como você, limitado, falível, imperfeito. Todos somos. Cada um vai ter a sua visão de como exercer uma função pública. Nós temos eleição para deputado estadual, federal, senador, governador, presidente, né?

Então, não é uma eleição em que a gente só vai querer votar em quem seja perfeito. Você vai perder tempo. Você não vai, se você tá procurando um namorado ou uma namorada, um marido ou uma esposa e você diz: "Só quero casar ou só quero namorar com alguém perfeito", [roncando] igualmente você vai perder seu tempo. Olhe-se no espelho e veja se você é digno ou digna de alguém perfeito. Se você não o é, então por que que na política você só vai votar em quem seja perfeito? Eu sempre que falo nesse assunto, eh, que resvala num posicionamento político, etc., Recomendo o livro do meu amigo Aton Paiva, Espiritismo e Política FEB, contribuições para a evolução do ser e da sociedade.

É a gente entender a política como ferramenta da mudança, tão defendida por várias religiões ou tradições espiritualistas ou filosofias, como é o espiritismo. Aí alguém vai dizer: "André, mas isso aí é papo para outro dia". Espiritismo não fala de política. fala, não fala de política partidária, não faz campanha eleitoral, mas não é um problema dentro do movimento espírita a gente ter a clareza de que para um mundo melhor e mais justo, para um país melhor e mais justo, não basta a reforma íntima, não basta a caridade de cada um, é preciso uma transformação social e isso precisa ter a ligação com o coletivo.

Adolfo Bezerra de Menezes, conhecido como médico dos pobres, um dos ícones, assim, sempre referenciados no movimento espírita, é lembrado como médico dos pobres, mas Bezerra de Menezes foi político, profissional, deputado federal e senador aqui do Rio de Janeiro. Ele veio do Ceará, mas é aqui no Rio que Bezerra de Menezes fez a sua carreira política. Ah, então ele traiu os princípios e valores do espiritismo. Não, pelo contrário, eles os enalteceu. O exercício da política, bem entendido, é o do serviço público na direção das demandas mais importantes e urgentes do povo. Artigo primeiro da Constituição Federal do Brasil. Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido.

E o povo não pensa igual sobretudo. O povo não tem as mesmas opiniões sobre tudo. Razão pela qual a política precisa ser a arte do diálogo, da construção dos consensos possíveis, das negociações em que ninguém sai totalmente satisfeito, mas um cedeu de cá, outro cedeu de lá. Descobrimos um caminho do meio, que é o que nos interessa. Ótima semana para todos. Fiquem com Deus. Peço desculpas aos amigos de Juiz de Fora porque era um compromisso que eu tinha assumido estar nesse fim de semana participando do Congresso Espírita por lá, mas não me foi possível fazer essa viagem. Eu espero que seja um sucesso e sigamos com força, coragem e fé. Valeu,

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