Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Dreamer, you know you are a dreamer. Well, can you put your hands in your head? Oh no! I said: ‘Dreamer…’ You're nothing but a dreamer. Well, can you put your hands in your head? Oh no! I said: ‘Far out, what a day, a year, a life it is.’ You know, well, you know you had it coming to you. Now there's not a lot I can do. You know you are a dreamer Can you Can you put your hands in your head? Oh no! Viva os sonhadores, viva Supertramp, que é da minha época. Sou sessentão. Super Tramp. Super banda. britânica, cara, que espetáculo. Beijo em todos e todas. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço. Eu aqui multicolorido com jardim do Senhor Jesus, árvore lá fora já no seu tom.
Eu não diria nem de inverno, mas outonal, mas a vida tá assim, né? Eh, eu queria dar aqui na largada do nosso papo, posto que ficamos muito aflitos. com o que houve na última quarta-feira, especialmente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, Rio Grande do Sul, a gente continua acompanhando com muita apreensão e preocupação a evolução de um cenário climático que corresponde às previsões e às modelagens matemáticas de. sucessivos eventos extremos, sempre associados a muita chuva e vento. Mas o que houve no Rio de Janeiro e São Paulo, que merece a nossa atenção, é que você, por favor, não use a palavra vento forte, não use a palavra ventania para descrever o que aconteceu.
Se você quiser usar o nome que os especialistas estão usando e a gente vive aprendendo algo mais nessa história como jornalista, chama-se Frente de Rajada. raro E é o que parece com a virulência com que aconteceu o vento acima de 100 km por hora, no período de inverno e da forma como aconteceu, sem precedentes. Isso Isso não é vento forte, isso não é ventania, isso é sintoma de uma doença. A doença se chama aquecimento global. E a causa da doença somos nós. Não fale Deus, não fale apocalipse, não fale ao final do mundo. Isso tava previsto. Com todo respeito, claro que você pode falar, mas eu não concordo com nada que associe o que houve quarta-feira com algo místico e religioso.
Vamos falar de ciência. é mais uma um indicador, um sinal do que tá acontecendo no planeta em relação à crise climática. Na mesma semana em que. Espanha e França registraram os piores incêndios florestais da história. Isso tem a ver com uma combinação de fatores do sistema climático doentes a partir. da queima progressiva de petróleo, carvão e gás. a secura com a destruição das florestas, porque elas emitem, elas liberam vapor d'água e aí vem a secura, as florestas que não queimaram antes ficam mais inflamáveis. Temos um problema e os arrotos dos ruminantes, né? O Brasil tem mais boi no pasto do que brasileiro. E o metano que sai da boca do boi, ele é gás estufa, ele aquece o planeta.
A gente precisa falar sobre isso. Ou você acha que a gente deveria normatizar, normalizar frente de rajada? Você viu Você viu o que aconteceu? Houve mortes, muita perda de patrimônio, muito prejuízo. Eh, até agora milhares de famílias sem luz, pelo menos por aqui na região metropolitana do Rio. E temos um país que não percebeu ainda o que vem pela frente, porque já tá precificado até o final do ano o tal do Super El Niño. O que houve quarta-feira, até onde as fontes compartilharam comigo na conversa, não é Super El Niño ainda. Então, eu não tô aqui para alarmar, não tô aqui para estressar ninguém.
Eu tô aqui para repetir o que eu, como jornalista ligado à área ambiental e climática, venho dizendo há quase 40 anos. Não que eu saiba, eu não sei nada, mas eu tô ouvindo os caras certos. Eles estão estão dizendo isso há muito mais tempo do que eu de profissão como jornalista. eles não estão sendo ouvidos Eles não estão sendo ouvidos Aí qual é a saída honrosa que muita gente toma? Não é uma crítica, é uma observação Eu vou reportar fatos Por ignorância, sem ter a informação informação que vem da ciência. É Deus, é a divindade, é o apocalipse, é o final dos tempos. Não. é lei de causa e efeito. Os religiosos de matriz cristã, por vezes, vão por aí.
E eu e eu fico um pouco constrangido porque eu não posso me contradizer, eu respeito todas as crenças, não é da boca para fora, mas. essa banalização de uma visão mística dizendo Deus quer não é algo que eu consiga passar pano. Não é algo que eu consiga passar pano. Então, né, a gente faz aqui o nosso dever de casa. Deus delega, Deus terceiriza. E a gente precisa assumir responsabilidades, né? A gente, para quem é crente em Deus, que a gente não se refugie na aba de Deus quando a gente erra e diz: "Foi Deus". Não, fomos nós. Fomos nós. Ano eleitoral, se liga. Negacionismo mata.
Seja qual for o candidato preferido seu para deputado federal, senador, governador, presidência da República, é assunto teu, não tenho nada a ver com isso. Mas fica ligado porque certamente haverá aqueles, eu diria, os candidatos mais. sensíveis ao combate à crise climática do que outros, sem dúvida alguma. Muito bem. E aí, cadê o livrinho? Vamos começar com o livrinho. Olha o livrinho aí, gente. ‘Que livrinho, André? Tô abrindo aqui o Papo das Nove pela primeira vez. Apareceu você. Que que você tá fazendo aí? Bom, a gente tá aqui há mais de 6 anos e tem a galera que nos acompanha já há muito tempo.
Papo das 9, ao vivoço, procurando promover resiliência psíquica e emocional com informação, com reflexão e com interação com vocês. A gente sempre começa por. aqui pedindo a ajuda, o amparo, a inspiração dos amigos invisíveis que nunca nos faltam. Quando a gente, de forma muito sincera, transparente, pede ajuda, recorre a essa, esses benfeitores. para que nos inspirem a fazer aqui, eu comigo e nesse exercício interagindo com todos os que estão ao vivo conosco dos mais variados lugares, com as mais diversas crenças, convicções ou procuras. e buscas. Um livro que é universal do ponto de vista de seus recados e dos valores que estão inseridos nas mensagens de sabedoria.
Vamos lá, mestre Pastorino. Que eu seja aqui uma ferramenta útil, um instrumento maleável, um meio adequado para esse propósito. E aonde vai dar isso? Vai dar aqui, ó. Caramba, eu leio a primeira frase, já me dá um clique. Eu acho que tem a ver com o que eu falei antes. Que que você acha? sua prece Em pedido peditório Insistente Aspas Aspas. O Pai sabe aquilo de que necessitamos, mesmo antes de pedirmos. Fecha aspas. ‘Quando quiser alguma coisa para si, peça-o também para os outros, para todos os que estiverem nas mesmas condições. No momento da prece, evite o egoísmo.
A prece é a melhor ocasião de demonstrarmos o nosso amor.’ E, pedindo para todos com amor, seremos os primeiros a receber o benefício. Quem acende uma luz é o primeiro a iluminar-se. Bom, que que me veio aqui na primeira frase? Depois muda o contexto, mas a primeira frase que eu li: ‘Não transforme sua prece em peditório insistente.’ O que me fez referenciar o que eu tava falando falando há pouco do ponto de vista de que a crise ambiental é o meu feeling, tá? Pode não ser o seu. Por vezes desperta em algumas pessoas o desejo de que Deus mude o que tá acontecendo, né? Muda isso daí. Isso daí não tá legal.
Muda esse vento que pareceu furacão, da quarta-feira, matando gente, causando tantos transtornos. Deus não faz isso com a gente, não. gente não. A gente não merece. faz isso com a gente, não ajuda, ampara, protege. Gente, mais uma vez, pelo menos o Deus dos Espíritas é um Deus que quer o bem, mas que delega a nós responsabilidade. Deus não valida o suicídio, o autoextermínio. Deus é vida. Mas se a pessoa, mesmo em condições muito deploráveis de saúde mental realiza esse movimento, ele acontece lamentavelmente. Deus não tem nada a ver com isso. O que eu tô querendo dizer é que Deus nos fortalece, nos ampara, nos inspira, mas o livre arbítrio é soberano e cabe-nos fazer aquilo. que a gente precisa fazer.
Seguindo a mensagem, pastorino faz essa digressão sobre quando pedir, não pede só por você, pede pelos outros. Aqui são duas coisas que eu gostaria de compartilhar sobre essa mensagem. A primeira delas, a gente não faz prece para Deus nos ouvir. Deus nos ouve sempre. A gente faz prece pra gente se lembrar de Deus, porque Deus está o tempo todo — ou o que se convencionou chamar de Deus, essa energia amorosa, essa providência divina, isso que emana no universo e nos alcança o tempo todo. o tempo todo. Hoje aqui, nesse momento, o céu tá nublado. nove e Doze, horário de Brasília O céu está meio encoberto aqui no Rio Mas o sol está brilhando acima das nuvens Numa metáfora Deus está lá Irradiando luz Trazendo para nós calor humano Está vindo vindo dos céus a energia benfazeja e poderosa do Sol.
Entretanto, há nuvens no meio do caminho. Isso não significa que o sol desapareceu, que o sol nos abandonou. O sol continua no alto brilhando. Então, quando você lembra que o sol existe, você fala: "Opa, ele tá lá. As nuvens são passageiras. Esse essa nebulosidade não vai ficar aí para sempre. Eu tô na sintonia com o Sol. Eu não preciso vê-lo. Eu sei que ele tá lá. Eu estou referenciando o Sol. A mente comanda, o corpo obedece. O pensamento não é uma abstração. A gente se conecta, a gente faz um link. Da mesma forma, quando a gente faz uma prece, não é que, ah, olha lá, tem alguém me chamando. Deus, olha, tem alguém chamando, olha lá. Não, não, não, não, não, não. Deus onipresente. Deus. está inclusive dentro de nós.
Nós é que precisamos nos lembrar de preferência todo dia, de preferência mais de um momento do dia, de que essa força nos acompanha, nos ampara, nos. sustenta, nos protege. Estabelecer sintonia, que é uma palavra chave na cosmovisão espírita. E depois vem no momento da prece, evite o egoísmo. Porque veja, todo o sentido do cristianismo vai na direção do exercício amoroso, né? Jesus nos trouxe a lição do amor, não só por discurso, mas por práticas. O amor desinteressado que se estende a todos. E aí, como é que faz? Quando você vai orar, é sempre bom a gente estender esse pensamento poderoso, benfazejo, luminoso, a todas as pessoas. à nossa volta, que como nós nesse planeta, nesse momento da história, também estão em sofrimento.
Não tá fácil para ninguém, sendo que para muita gente, e do meu ponto de vista, a maioria das pessoas, não só no Brasil, mas no mundo, nós temos uma situação que não é só de resiliência econômica, não, tá? Não é só grana, é. também, mas que não estão nada bem. São pessoas que estão infelizes, desconfortáveis, magoadas, estão desalentadas, estão desanimadas. A prece, ela funciona como uma poderosa. energia que dá um alento. Os amigos espirituais, essa é a visão espírita. Quando você consegue estabelecer esse link, essa sintonia, você vai emanar essa luz que sempre te acompanha, mas você reflete e essa reflexão, ela vira. uma irradiação de fluidos poderosa, que é transportada, transportada para onde falta.
É muito bonita essa visão. Você pode não acreditar, não concordar, mas todos nós, quando nos em usina de força e luz, quando a gente consegue refletir essa energia divina, nós nos transformamos em poderosos aliados de falanges espirituais que estão à busca busca exatamente dessa energia no plano da matéria para disponibilizá-la aonde ela é absurdamente escassa. Isso é muito, muito, muito bacana, né? Para mim faz todo sentido. de hoje Agora Quero recomendar o livro De uma pessoa que eu conheço Há muitos anos Que participou Esse ano De uma jornada Maravilhosa Que que desafia o corpo e a mente, que é a expedição ao monte Roraima. Pessoal fala Roraima, mas o povo de Roraima fala: "É Roraima".
Um lugar espetacular, belíssimo, mas não é simples e não é fácil realizar esse movimento. E a minha amiga Marta Neves, de Porto Alegre, casada com o também amigo Lourenço, os dois espíritas, muito prolíficos em diferentes movimentos dentro e fora do espiritismo. Cicerones e anfitriões de várias jornadas minhas pelo Rio Grande do Sul, generosamente organizadas por eles para falar dos mais diversos assuntos em casas espíritas ou não. Lá vem dona Marta com as trilhas do invisível, uma expedição ao monte Roraima e a gestão do conhecimento. E é um livro com fotos, cara, em preto e branco ficam ainda mais classudas. Não sei se vai dar para ver, mas são fotos exatamente dessa jornada da dona Marta.
Tô chamando de dona de brincadeira, não chamo ela assim não. Marta, ela compartilhou uma experiência pessoal e metaforicamente cada etapa dessa viagem, ela determinou insights. que a Marta, na área de conhecimento em que ela transita nos ajuda a compreender momentos das nossas vidas em que a gente precisa ter a noção do que é autogestão,. estratégia, para compreender os diferentes momentos e suas nuances e que protocolos de resposta a gente deve dar. A Marta é doutora em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, mestre com pesquisa em Educação para a Sustentabilidade. E ela atua em tantas frentes de trabalho, gente, uma orelha não é suficiente.
Tem que ter duas orelhas do livro aqui para resumir a biografia da Marta. O o céu ficou nublado e eu tô à procura de luz. Luz, luz. Alô, Cortina. Vem para cá. Vai para lá, dona Nádia, por favor. E aí, eu fiz aqui uma seleção de momentos dessa obra. O prefácio é da professora doutora da Federal de Santa Catarina, Patrícia Sá Freire. Ela diz uma coisa que eu achei… Por gentileza, Nádia, você pode me ajudar? Coloca essa cortina toda bem encolhidinha lá no cantinho, para esse sol brilhar, os resquícios aqui do sol atrás da gente. Toda a cortina, toda. Afunda ela lá, ó. Ó, joga ela. para lá Bem encolhidinha, bem no cantinho mesmo Toda encolhidinha Tá bom assim? Não, tem que jogar tudão mesmo.
A outra do lado de cá. Isso, vai jogando. Tem mais lugar não. Ela tá voltando. Então, tá bom. Vamos que vamos. Então, estamos falando aqui do livro Trilhas do Invisível da Marta Neves, minha amiga do Rio Grande do Sul, que traz aqui o resultado da experiência dela no Monte Roraima,. uma aventura especialíssima, que ela fez a transposição dos insights, das ideias, da experiência que ela teve se preparando para essa escalada, essa trilha, lá, preparando para o ataque ao cume, chegar lá em cima, chegou lá em cima, voltou, e cada etapa da viagem traz insights que servem para todos nós na vida da gente.
E o prefácio da Patrícia Sá Freire, num dado momento, diz o seguinte: ‘Neste livro, a autora não fala sobre o Monte Roraima; ela fala a partir dele, em um gesto radical de escuta, imersão e tradução simbólica.’ ‘As trilhas físicas se tornam metáforas encarnadas de processos organizacionais; o silêncio das pedras, códigos para novos modos de gestão; e o próprio corpo da pesquisadora se converte em instrumento metodológico. Aqui a prática de conhecimento se faz expedição e a epistemologia, experiência.’ Aí peguei outro trecho aqui, os capítulos sempre de forma bem objetiva e recheados com fotos dessa jornada.
Outro trecho que eu tô garimpando aqui para mostrar para vocês a transposição da aventura para esses insights. Diz a Marta: ‘Durante a trilha escrevi em meu caderno pequenas frases, perguntas, metáforas. Algumas surgiam após uma subida difícil, outras ao contemplar paisagens que pareciam irreais. O Monte Roraima tem este poder. Ele revela o que estava escondido e, ao escrever, eu começava a entender. A pedra molhada me ensinou sobre resiliência, a neblina sobre limites, o silêncio sobre escuta.’ Aí ela vai compartilhando os insights a partir da conversa com os guias e companheiros de trilha.
Aí, aspas: ‘Na trilha, o passo ensina, o corpo escuta, a paisagem transforma.’ Outro trecho que me chamou atenção: ‘O cume me ensinou que o conhecimento não é linear, é circular, espiralado, vivo, e que, quando combinamos o que sabemos com o que sentimos, criamos sabedoria.’ Há algo no alto que não se vê, mas se sente, como se o cume fosse também dentro. Bonito isso, gente. Profundo. E aí no capítulo 6, gestão do conhecimento como expedição. Que bonita essa foto. A Marta com mochila de costas. Olha o tamanho da caminhada. o Monte Roraima lá atrás. Diz ela, a trilha não é apenas um caminho, é um processo. E como todo processo de aprendizagem, ela exige escuta, coragem, presença e abertura.
Ao cada passo da jornada ao Monte Roraima, percebo que a expedição funcionou como um laboratório encarnado da gestão do conhecimento não como teoria aplicada, mas como prática espontânea que emergiu da vivência cada Cada etapa da trilha espelhou os princípios fundamentais da gestão do conhecimento. Aí ela cita lá os princípios propostos por Ikujiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi, e também Polanyi, Wenger, von Krogh e outros.
Marta, da gente ter pessoas que generosamente conseguem compartilhar aquilo que lhes serviu de nutriente para a busca da sabedoria porque se tem uma função importante do livro é que ele seja efetivo efetivamente o meio, a mídia, onde essa informação tem alcance, tenha repercussão e inspire outras pessoas como essa jornada te inspirou. Parabéns. Beijo. Maravilha. Recomendamos Trilhas do Invisível: uma expedição ao Monte Roraima e a gestão do conhecimento, de Marta Silva Neves, editora Qualitymark. OK. Sugestão hoje não é de doação, é de ‘se liga, se liga na missão’. Preste atenção aos sinais da crise climática.
Eu comentei logo no iniciozinho do Papo das 9, quando a galera tava chegando, como o fenômeno raríssimo de quarta-feira, frente de rajada, que não é vento forte, não é ventania, a forma como ele aconteceu em São Paulo e no Rio de Janeiro, no período do ano em que aconteceu, surpreendeu meteorologistas e climatologistas. Aí você vai dizer: ‘André, aconteceu e tá tudo bem, vida que segue.’ Não. O aprendizado é: isto está acontecendo a reboque da crise climática. A crise climática não é um fenômeno da natureza, ela é resultado do acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera. Super El Niño não é algo da natureza.
O El Niño, sim; o super, a maior frequência e intensidade do fenômeno El Niño, agravando, dependendo do lugar do planeta, secura ou enchentes, ondas de calor e outros fenômenos. Isso não é da natureza, isso é crise climática causada por nós. Estamos num ano eleitoral, se liga na missão. Haverá candidatos mais ou menos interessados em perceber o que está ao nosso alcance fazer para reduzir a possibilidade de uma bomba-relógio climática explodir. A gente precisa desarmar essa bomba. A gente precisa acelerar a transição energética, reduzindo a emissão de gases que vêm de combustíveis fósseis. A gente precisa não apenas estancar a sangria do desmatamento ilegal, mas revegetar, plantar mais.
Eu vou participar sexta-feira que vem, a convite do Rio Innovation Week. Eu serei o mediador de uma mesa onde terão cinco ou seis especialistas discutindo exatamente florestal. Restauração florestal. E a E a gente precisa entender o papel que cabe aos ruminantes, especialmente bois, no agravamento da crise climática. Porque não há como, me desculpe, eu não quero policiar o cardápio de ninguém. Cada um come o que quiser. Eu mesmo não sou vegetariano ou vegano, embora tenha reduzido drasticamente consumo de proteína animal. Mas isso é fato. Os arrotos dos bois, o que sai dali é metano.
Num país, por exemplo, como o Brasil, em que tem mais boi no pasto do que brasileiro, é algo extremamente relevante na contabilidade das emissões. OK? Então, o que a gente tem, ó,. juízo, né? juízo. Hu! Vamos lá. Queria fazer vários agradecimentos aqui. Na semana do aniversário, eu tive muitos presentes. O principal deles foi a manifestação de carinho, de amizade, de afeto de vocês,. dos meus amigos, dos meus colegas de trabalho, das pessoas que eventualmente eu não conheço pessoalmente, mas acompanham algum aspecto do nosso trabalho e na data do aniversário manifestam essa energia, tá? Ó, muito feliz, feliz. porque na semana do aniversário foi possível exibir essa série especial do Jornal Nacional.
As reportagens estão no Globoplay, foram reportagens extensas. Isso dentro do principal telejornal do Brasil, não é pouca coisa. Oito minutos, sete minutos. A de ontem teve nove minutos dentro de um jornal que tem 40 minutos, 45 minutos de produção. Não é pouca coisa. Falamos ontem do ponto de não retorno, que já é realidade em algumas áreas do Pantanal. A crise climática, nós desmatamento, emissão de gases e estufa, estamos secando a maior planície alagada do planeta. É isso mesmo. Eu fui lá ver de perto, conversei lá com as pessoas e. isso é fato.
E na Amazônia visitamos o laboratório a céu aberto montado pela Universidade do Estado do Mato Grosso em Querência com apoio e financiamento da Universidade de Leeds na Inglaterra. Monitoramento da. floresta amazônica simulando cenários de seca crescente, que é o que tá acontecendo por lá. E a constatação, as florestas morrem lentamente quando não tem umidade e chuva suficiente. Falamos sobre adaptação climática, mostramos como Muçum, no Rio Grande do Sul, virou referência, e outras seis cidades, às margens do rio Taquari, estão inserindo no plano diretor a proibição para reconstruir o que foi destruído pelas enchentes no mesmo lugar. Parece algo simples, mas não é.
Muçum, nesse sentido, foi um estudo de caso, entrou como exemplo. E mostramos Petrópolis, que é uma das cidades mais vulneráveis do Brasil, onde um quarto da população vive em áreas de risco: 72 mil pessoas, portanto, hoje, em Petrópolis, vivem em áreas de risco. E não há lugar suficiente para essas 72 mil pessoas continuarem morando em Petrópolis, em um lugar mais seguro. Temos um impasse. Mais de 10 milhões de brasileiros vivem em áreas de risco hoje, segundo o Cemaden. Tudo isso foi mostrado na série. Mostramos o desafio de se construir por aí data center. virou uma febre construção de data center, que são estruturas que no embalo da inteligência artificial, que se banalizou o uso da inteligência artificial, qualquer um aí acessa inteligência artificial e toda vez que você usa inteligência. artificial, o data center consome muita energia e muita água, como muita gente tá usando inteligência artificial, nem sempre para fins nobres, você sobrecarrega eh a demanda anda por água e energia. mostramos como no Brasil até agora não há nenhuma regulação da construção de data center.
E no embalo do desmonte do licenciamento ambiental ocorrem questões curiosas como o maior data center do TikTok no mundo, um projeto bilionário, de 200 bilhões de reais, está sendo construído nesse momento em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, no Ceará. Eu estive lá, numa área equivalente a 100 campos de futebol, e o governo do estado do Ceará abdicou de cobrar do empreendedor estudo de impacto ambiental. Optou por uma licença ambiental simplificada. A gente precisa estar ligado, há riscos do ponto de vista de alguns especialistas, do ponto de vista do da Defensoria Pública, do ponto de vista do Ministério Público Federal, estadual. Vamos lá. E mostramos terras raras.
O Brasil tem a segunda maior jazida do mundo, depois da China. Terra rara é matéria-prima para a fabricação de superímãs. é a nova coqueluche do planeta Porque se usa super-ímã para motores de carros elétricos Para drones, para fazendas eólicas Para produção de chip Todo Todo mundo precisa de superímã, mas pouquíssimos países têm terras raras. O Brasil tem a segunda maior jazida. E aí a gente foi mostrar Poços de Caldas. Tem duas mineradoras australianas naquela parte do mundo já com autorização para começar os trabalhos. E um povo que tá vigilante lá dizendo: "Pera aí, como é que vai ser isso? Tem que explicar melhor.
A empresa dizer que tá fazendo tudo certinho, ela não faz mais do que obrigação. Tem que fazer certinho. Quem fiscaliza? Quem checa todos os itens do projeto? Não é tão simples, não é tão fácil. Nós mostramos isso no Jornal Nacional. Terras raras no país de Mariana e Brumadinho, o crime da Vale em Minas Gerais; no país em que a Braskem, explorando sal-gema em Maceió, capital de Alagoas, determinou o afundamento de sete bairros. Cara, num país em que o presidente da Agência Nacional de Mineração foi preso, suspeito de vender licenças ambientais para mineradoras, a gente tem ou não tem motivo para ficar um pouquinho preocupado? Mais uma vez,. este é o ano eleitoral, a gente precisa tá ter muita atenção em quem tá votando para deputado estadual, para deputado federal, para senador e para presidente.
Por quê? Porque estamos na emergência de uma crise climática e ambiental sem precedentes na história da humanidade. A pergunta é, o teu candidato ou a tua candidata Está preocupado com essas questões ou não? Se liga Se liga, tá? a gente pode inflexionar a curva da crise ou a gente pode botar fermento na crise. E a política tem tudo a ver com isso. Já, já a gente vai aqui na enquete ver as questões que vocês trouxeram sobre o papel da política no mundo em transformação, se é possível transformar o mundo sem a política, tá? E aqui a gente tem que ter cuidado. Não tô falando que direita, esquerda e centro.
Eu tô falando o sistema político, quem está no poder, ele pode acelerar ou retardar processos importantes. Esse é o ponto, na minha opinião. E aí eu também queria agradecer. a a honra a honra que eu tive exatamente no dia eh, na terça-feira dessa semana, de participar pela primeira vez na minha. vida como conferencista do mais importante encontro de ciência do continente, que é a reunião anual da sociedade brasileira para o progresso da ciência conferencista. Foram mais de duas horas lá: uma hora fazendo a minha palestra, outra hora respondendo perguntas sobre o jornalismo em tempos de crise climática. Foi uma honra. Isso tá gravado, viu, gente? Eu posso passar o link depois.
Ariane vai me ajudar a ver a melhor resolução para compartilhar isso daí. Então, uma semana de bênçãos, assim, eu agradeço a Deus mesmo, papai e mamãe que já não estão nesse plano Dormval em Márcio, onde estiverem, ó, eu já mandei muitos beijos para eles essa semana, minha família,. todas as pessoas que passaram pela minha vida em diferentes níveis de aproximação e intimidade, todos os meus professores e mestres, todas as pessoas que, de forma às vezes virtual mas fazendo chegar mensagens,. sejam críticas, sejam elogios, mas isso sempre nos ajuda a refletir sobre o que a gente tá fazendo no mundo, né? Então é uma bênção tá vivo nesse planeta, nesse momento, chegar aos 60.
Vou estrear hoje o Estatuto do Idoso. Vamos tomar um avião, eu e Cláudia, para Recife. Participaremos do encontro espírita mais importante do estado de Pernambuco. Adoro ir ao SIMESP, sempre sou recebido com muito carinho pelos irmãos pernambucanos. Vou estrear a fila de prioridade. Dá licença, dá licença. Eh, o senhor tem 60 anos? Tenho. Cheguei. [roncando] Agora vou assistir aos filmes que eu tava esperando completar 60 [risadas] para assistir. Pagando meia. Olha aí. Pagando meia aí. Só não vou pegar, agora falando sério, adesivo para botar no carro e estacionar em vaga para idoso. Sabe por quê? Porque eu acho que essa vaga não é para quem, na minha opinião, tem 60 ou mais.
Essa vaga é para quem tem algum problema de mobilidade. Se eu ainda não tenho a demanda de fazer uso de vagas convenientes, né, para quem tem 60 ou mais, eu não vou usar adesivo. Eu não quero que o adesivo seja passaporte para um privilégio que eu não me sinto confortável de usar, porque eu não tenho a demanda de ocupar aquela vaga. Eu estou ocupando a vaga de alguém que, por exemplo, pode ser cadeirante, pode usar bengala, pode ter um problema motor. Então não vou usar. Ué, eu, hein? Seguindo. olha lá a participação de vocês, que que vai sair daí? Porque quando a gente fala desse assunto em ano eleitoral, o bicho pega. Espero que vocês tenham se comportado.
Não vai fazer campanha eleitoral aqui na nossa live, né, gente? Até porque o moderador sou eu, la garantía soy yo, não vai rolar. Olha o que eu tô dizendo, tá? A gente não vai aqui fazer campanha para A, B ou C. Não é esse o propósito. Qual foi o assunto da nossa enquete para vocês responderem? Cadê? Ué. Ué. Alô, Ariane. Será que eu fiz alguma besteirinha aqui? Ariane, tô querendo dar visibilidade. Ah, agora eu acho que eu fui no lugar certo. Aê, garoto! A solução para o país fora da política. Vou perguntar de novo para você. Olha o povo que respondeu aqui à enquete: há solução para o país fora da política? Então, vamos lá. O que que vocês falaram? Cláudia.Aguiar311.
Política direciona, mas quem escolhe político somos nós, né? E a nossa parte, a Cláudia de São Paulo. Sim, a política no país democrático somos nós, bingo. Esse é o ponto. Nós quando reclamamos da política, a gente não se olha no espelho e fala: "Como é que esse cara foi parar lá?" Ih, a gente que votou. Instagram da Mari. Existe país sem política? Se sim, haveria solução. Porque eu entendi aqui a provocação ao tema, mas imagina um país sem política. Você acha que, na tua casa… Olha só, Mário, vou fazer uma saudável reflexão aqui. Você acha que na sua casa, Mário — eu não sei se você mora sozinho ou você mora com alguém, tá? —, Política significa a possibilidade de você viver em sociedade com harmonia.
E onde não há acordo, não há harmonia, precisa ter um critério de desempate. critério de desempate em casa, marido e mulher Ou dois homens e duas mulheres que tem vida conjugal Você precisa se acertar para definir Orçamento, o que a gente vai fazer hoje Vamos viajar nas férias ou não Isso é política, isso é diálogo tentando definir uma escolha. É um sistema de poder. O poder democrático é aquele que é debatido e dialogado. E quando não há consenso, você tem um protocolo de desempate. Isso é política. A gente precisa da política. Não tô falando da política profissional só ou política eh partidária. Eu tô falando do entendimento mais profundo da política. Não há vida em sociedade sem política.
Não há, simplesmente não há. Vera_Perez_. ‘Não acredito mais na maioria dos políticos, haja vista governam em seus próprios benefícios.’ Vera, já falei aqui, vou falar de novo. Eu entendo o que você diz. Ainda bem que você falou maioria, não falou todos. Procure os bons, procure os que merecem crédito. Faça o dever de casa como eu vou fazer antes de votar. Rastreia quem são os candidatos. Temos como pesquisar a biografia deles, com quem eles andam. que o que já fizeram, o que já falaram, de que lado estiveram em momentos importantes da nossa história mais recente ou mais longeva, Vera, a gente não pode fechar os olhos e deixar que os maus políticos se elejam. com o voto daqueles que não estão nem aí pra biografia.
É quase um voto de cabresto religioso, voto de cabresto numa área de miséria ou pobreza, em que o candidato A, B ou C chega lá prometendo: ‘Vota em mim que eu te dou isso e te dou aquilo. Matriculo teu filho na escola, te dou dentadura.’ Asa de Araújo: ‘Estou tão desacreditado e sem fé. Será que o mal vai vencer mesmo?’ O mal nunca vence. Esse é o lado bom da gente ter fé, né? Agora eu entrei, se eu falo porque Deus, eu não vou conseguir falar rápido isso, mas vamos lá, o universo todo, É como se o eixo gravitacional do universo na direção da luz. Então é questão de tempo.
Quem hoje transita pelas trevas, pelas sombras da ignorância, do mal, em algum momento, pela lei de causa e efeito, quem pratica o mal, o mal se volta na de quem pratica, e isso é cansativo, isso determina muita dor e sofrimento. Então, o único caminho é o caminho da luz, é o único caminho que te dá uma recompensa verdadeira e duradoura, é aquele que abre os caminhos, é aquele que te deixa leve, é aquele que promove a saúde integral, a paz. A paz de espírito, a felicidade suprema inabalável. É isso que eu queria dizer. Não há como mal vencer. A gente não pode ficar aqui fazendo juízo de valor sobre esse assunto no curtíssimo prazo. As coisas têm um tempo de maturação.
Sônia Fajardo Reis: ‘André, por que tem mais pessoas despreparadas e sem ética do que de bem e honestas na política?’ porque na maioria da sociedade brasileira, vamos colocar isso como hipótese, Existam pessoas despreparadas e sem ética do bem Ou você que Boa parte das pessoas que criticam a política Se estivesse no lugar deles Em Brasília não faria igualzinho ou pior Pensa nisso Será que todo mundo que critica os maus políticos tem moral Para numa condição igual a deles fazer diferente? É a minha É a minha opinião, tá?
Mundo de provas e expiações, à luz do Espiritismo, explica um pouco essa massa predominante de pessoas que não veem problema em se apropriar de um dinheiro que não lhe pertence enquanto político. Não vem problema em fazer uso das prerrogativas que tem como político eleito em favor de si próprio. Elas vão ter alguma justificativa, elas vão dando assim, vão procurando suavizar a gravidade da corrupção, né? que é a maioria dos políticos ou é a maioria da sociedade brasileira? Essa é uma boa pergunta. Eu faria essa pergunta. Rafinha Rafinha Teixeira: ‘Raro. A questão é: como seria a democracia fora da política? Aí sim, será que teria solução?’ Eu não sei como seria a democracia fora da política.
A democracia é um sistema político. Como é que se tira a política da democracia? Eu não… Sinceramente, eu… eu eu não não entendo a democracia fora do sistema político. A democracia é o melhor sistema político, apesar de todas as limitações e imperfeições. Verônica Coelho Galvão: ‘Se são os políticos que mandam, sem o apoio deles, o que podemos fazer para mudar a situação?’ Se eu bem entendi o que você colocou, a gente tem que votar nos políticos que prestam atenção no eleitor. ‘Fui eleito para cumprir, durante um tempo, uma missão. Essa missão é ajudar o meu país a ser um país melhor e mais justo.
E o meu país não é apenas o o recortezinho que eu vou destacar e todos os outros que se danem. A política deveria compreender um olhar sistêmico, uma visão mais amplificada. E quem acha, ah, André, não fala de política não, porque eu sou espírita e espiritismo e política não se misturam. O que não se mistura é espiritismo e política partidária, espiritismo e ideologias A, B ou C política. Não é o que a gente tá fazendo aqui. Aqui a gente tá refletindo sobre a importância da política na vida da gente. você espírita que fica todo ressabiado O André está falando de política Estude a biografia de Adolfo Bezerra de Menezes Os espíritas gostam de lembrar que ele foi médico Mas boa parte da vida de Bezerra ele foi deputado deputado federal e senador.
Ele não foi só médico dos pobres, ele foi um político antenado com questões sociais, tá? Só para a gente ter fundamento aqui e saber do que a gente tá falando. Olha aí, Adriana Correia, no teu sentir, Adriana, eu também vi tua mensagem lá de aniversário, tá, querida? Obrigado. No teu sentir, a sociedade civil tem força de mudar o rumo do país? Claro que tem. Ué, eu tava lá, no milhão de pessoas na Candelária, com uniforme do Colégio de Aplicação da UFRJ, no comício das Diretas Já. sentiram a pressão de baixo para cima Os militares dos anos de chumbo perceberam que não tinha mais clima para eles Não foram os militares que deram ao poder civil a chance da gente conduzir Como diz a constituição, as próprias questões questões e veio de baixo para cima, né?
A Lei da Ficha Limpa, que esse Congresso tentou cortar as asinhas e tá lá tentando reduzir pena etc. proposta pelos parlamentares Foi uma lei que contou com mais de um milhão de assinaturas E virou lei Ih, tem tantos exemplos legais Democracia é panela de pressão Mobilize-se, faça acontecer. Olha aí a lei do patê de foie gras. Você viu que o presidente sancionou uma lei aprovada no Congresso que proíbe a fabricação do patê de foie gras? Essa é uma luta que veio de baixo para cima, que o andar de cima gosta de garçom servindo pastinha de patê de foie gras, que é resultado de uma crueldade inominável. Quando você alimenta à revelia, você abre a boca do pato, enfia goela abaixo.
É literalmente isso: comida. Ele não tá com fome, mas, já que entrou, o fígado dele vai processar o que tá entrando até o fígado dele explodir. O fígado dele quando explode vira patê, patê de foie gras. Isso veio de baixo para cima. tanta, tanta coisa bonita que veio de baixo para cima. O SUS, cara, o Sistema Único de Saúde, o presidente da Organização Mundial da Saúde, não sei se ainda tá no Brasil, ele passou pelo Brasil essa semana,. no jornal está dizendo O mundo precisava replicar a experiência do SUS É um exemplo para o planeta O SUS eu não canso de elogiar Eu devo vida ao SUS O SUS permitiu a vacinação quando finalmente a vacina chegou Nós já estávamos prontos para aplicar E o SUS está revertendo o mal, o dano terrível causado pelos da vacina a gente está começando a inflexionar a curva vai ver o que está acontecendo agora no governo Trump e nos Estados Unidos, surto sem precedentes de sarampo eles não estão vacinando as crianças contra o sarampo sarampo Sarampo é a doença mais contagiosa do mundo.
Quem vai pros Estados Unidos e não tiver vacina contra sarampo corre o risco de se dar muito mal. É triste o que a gente tá vendo na prática, os efeitos do negacionismo. Eu fico assustado quando eu vejo uma pneumologista da envergadura da doutora Margareth Dalcolmo dizendo: ‘Não é verdade que no Brasil morreram…’ Olha o que ela disse. Ela é uma autoridade no assunto, e eu fiquei assustado ouvindo isso. Eu confio nela. E ela dizendo: ‘São vários os trabalhos que mostram que, no Brasil, a letalidade da Covid-19, ou seja, o número de óbitos pela Covid, foi muito superior a 720, 730 mil pessoas’, que já colocavam o Brasil num patamar lá em cima.
Segundo ela, chegou próximo de 2 milhões de pessoas. 2 milhões de brasileiros ou morreram imediatamente no período da pandemia, ou as sequelas graves que estão associadas ao vírus da COVID determinaram óbito depois. Doutora Margarete Dalcomo, 2 milhões de mortos na pandemia, pelo amor de Deus, vivo SUS. SUS veio de baixo para cima. Não foi o andar de cima que tem plano de saúde. Ah, eu tô sentindo uma coisa no coração. Ah, vou. no Einstein, vou no Síriêz ou vou onde o meu plano de saúde determinar. Não, não foram eles. Veio de baixo para cima. Cristina Matias 21 tá dizendo: ‘Creio que não.
Você não acha que quem tem a caneta pode fazer coisas importantes na Terra?’ Quem tem a caneta, ela tá dizendo: "Quem tem o poder tem a obrigação moral e institucional de fazer coisas importantes na terra. E a gente precisa defender a democracia, que é aquela, por exemplo, que demanda autonomia da Polícia Federal. A Polícia Federal não. quer saber de que partido é, não quer saber quem é o governante da vez. Polícia Federal tem autonomia. Se tá enrolado, se precisa ser investigado, que a investigação aconteça. Eu tenho orgulho de viver num país em que a Polícia Federal não está sob a tutela do governante de ocasião. Isso é democracia. Isso é respeito ao primeiro artigo da Constituição.
Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Os políticos que se esquecem disso podem receber uma visitinha da Polícia Federal e muitos deles vêm recebendo. Parte expressiva deles já foi parar no Chilindró. Então se liga na missão. Opa. Estefania.almb: ‘Mas a política não é reflexo da população?’ É, é isso que a gente tá falando aqui. Se estamos no ano eleitoral, que nosso reflexo seja o mais luminoso possível, se é que me entende. Então, ajude pessoas próximas de vocês que estão desinteressadas da política, que não estão nem aí pra eleição, estão pensando em não votar. Converse, compartilhe informação, lembre a importância de ter uma Assembleia Legislativa no teu estado.
A gente vai votar para deputado estadual, que seja antenada com o que você entende como importante. Pesquisa biografia. É. fácil pesquisar biografia, pelo amor de Deus. Deixa a preguiça de lado e vai ver. Ah, me falaram desse candidato ou dessa candidata. Deixa eu ver com a história. Qual é, quem anda com ela ou com ele, que decisões importantes já tomou? O que que eu tenho de informação sobre essa pessoa? Vou votar. Vou votar. Agora o sol tá aparecendo, ó. Gaia, acha que não, porque deputados, senadores, etc. Que tem o poder de criar, derrubar leis para nos proteger. Ué, mas a gente tá lá para votar nesses caras e eles precisam fazer o dever de casa. não fez, haverá de se entender com os movimentos que vão denunciar, cobrar do Ministério Público atitude, acionar a justiça, ação civil pública,. ação popular.
A gente pode entrar na justiça, cara. Isso só acontece numa democracia. Imagina um russo entrando na justiça contra o Putin. Imagina o americano hoje, olha, um estadunidense hoje entrando na Justiça contra o Trump. Os Estados Unidos se transformaram num império, já eram um país imperialista. Agora [risadas] o Trump não vê problema em ser apontado como imperador Trump I. Já fez várias gracinhas usando inteligência artificial para aparecer com a coroa. É, tá achando que é brincadeira. Ali Galvão tá dizendo: "Precisamos estar conscientes como cidadãos". Lúcia Moura Solução fora seria uma comunidade governando?
Não tem, o lance é saber escolher E mesmo a comunidade governando é política Tatiana Tatiana Bali só tá dizendo aqui que é de Oliveira, Minas Gerais. Ah, não. Ela faz a pergunta, ó. Ela acredita que não. A educação, por exemplo, precisa da política para ser efetiva. É isso aí. Não dá pra gente ter condição de melhorar a realidade à nossa volta sem política. Educação, por exemplo, faz toda a diferença. Tati Melinho, tudo é política, tudo. Ah, feliz aniversário. A palestra da SBPC foi ótima. Valeu, Recoutinho. ‘Problemas de um país surgem apenas da política ou também da cultura, ética, economia?’ Nós somos seres políticos.
Eu já falei aqui dentro de casa, você vai definir o orçamento doméstico de como um acordo com quem mora com você ou mesmo sozinho. Em algum momento você haverá de realizar escolhas baseadas em informações. Isso é fazer política. Quando você se queixa do preço da passagem de ônibus ou do metrô, quando você reclama da condição de trabalho de quem faz entrega por aplicativo,. isso é política. Isso é posicionamento em relação a algo que alcança o coletivo. Não tem vida fora da política. Salgado Andréia 2018 O problema no nosso país é que o coronelismo Se modernizou E ainda atende interesses da elite Esse é o problema Qual é a solução? Voto Voto e cidadania ativa, que eu não falei disso ainda.
O nosso compromisso com o país melhor e mais justo não termina na hora de votar. Cidadania ativa é acompanhar. Eu gosto muito dos cidadãos que acompanham sessão de votação na Câmara dos Vereadores, na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados. Entram em rede social para dizer: "Hoje eles vão votar isso, gente. Vamos lá. Copiam o presidente da comissão, copiam o deputado que é proponente de um projeto considerado horroroso, fala assim: "Olha só o que esse cara quer votar". É, eles não gostam, político não gosta de cidadania vigilante, não gosta mesmo.
Eh, salgado André, que eu já falei, Edna Vieira Gonçalves desejando feliz aniversário, perguntando quando estarei na Bienal do Livro de São Paulo. Em setembro estarei numa sexta-feira, vou dizer mais à frente. Gente, muito obrigado pelo carinho mais uma vez, por todos os parabéns, todas as. mensagens adoráveis, essa energia, que eu seja digno dessa força que vocês dão, tá? Preciso dela muito, preciso muito dela. Alô, Pernambuco, estamos chegando. O SIMESP começa hoje, mas amanhã estarei lá. Eita! Pernambuco, a gente tá falando de política. Pernambuco é um estado politizado. A história de Pernambuco e dos grandes pernambucanos, ó, com consciência e atitude. Tudo de bom. Fiquem com Deus.
Até a próxima. Ah, domingo não vai ter Papo das 9 porque eu tô em Pernambuco. Tá bom. Valeu,.

