Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
[música] [música] Adoro essa música do Chico César. Adoro. Quando não tinha nada, eu vi. Meus amigos, sejam todos bem-vindos e bem-vindas. Está começando mais um Papo das 9, debaixo de muito calor aqui no Rio de Janeiro. Calor extremo de outono. Não é calor extremo. Calor extremo é um termo técnico. Não está declarado calor extremo. Calor extremo ou onda de calor é quando você tem uma temporada de, no mínimo, cinco dias com a temperatura naquele período acima da média da estação.
Então, para eu chamar de onda de calor, de calor extremo, eu teria que estar aqui no meu cafofo, em Laranjeiras, sofrendo durante, no mínimo, cinco dias uma temperatura cinco graus acima da média da estação, que é o outono. Não tem essa informação, não vou dizer que é calor extremo. Mas aqui no meu cafofo tive que buscar um ventiladorzinho aqui. Vocês sabem que a ONU declarou, a partir da Organização Meteorológica Mundial, que nós atravessamos, de 2015 a 2025, a década mais quente da história da humanidade, da história das medições. 2024 foi o ano mais quente, com elevação média de 1,5 grau acima do período pré-Revolução Industrial, gente.
E o povo quer brincar, soltar bomba, míssil, drone suicida, sabe aquela coisa? É uma infância espiritual. A gente tem problema de verdade para resolver em vez de ficar eh no joystick lá do game de guerra, né? Piantaria. Você fica jogando bomba um nos outros, matando criança, matando mães, matando idosos, matando [suspirando] civis inocentes. É muito triste. Todo dia de manhã preciso dizer para vocês, eu começo as minhas preces, eu recito a minha prece em voz alta para me concentrar e eu endereço as pessoas que eu sei que estão passando por momentos delicados. uma vibração assim positiva, mas todo dia eu tô pedindo para que Deus desarme os senhores da guerra.
Eu tô pedindo força, que as forças espirituais do bem atuam no sentido de proteger as populações civis de vários lugares do mundo e do Brasil, que o Brasil não tem oficialmente uma guerra, mas tem muita gente oprimida pela violência. A violência é epidêmica no Brasil. Então eu peço por nós aqui, mas eu peço pelas populações que estão sendo castigadas por regimes dos próprios países ou pelos regimes de outros países. Eu estou pedindo pela população civil da Ucrânia e os russos civis, que também estão sofrendo com essa guerra. Eu estou pedindo pela população civil de Gaza, os palestinos e da Cisjordânia. Eu estou pedindo pela população civil do Irã, de Cuba, da Venezuela.
Eu estou pedindo pelos imigrantes dos Estados Unidos, que também estão comendo o pão que o diabo amassou. o mundo se tornou um lugar mais perigoso turbulento e eu não poderia deixar de lembrar aqui que de alguma forma o momento que nós estamos atravessando será assuntado numa palestra beneficente que farei amanhã aqui pertinho de casa na rua Alice em Laranjeiras na Casa Francisco Francisco de Assis, às quatro da tarde, palestra beneficente. Eu conheço a instituição, já falei lá e fico muito feliz de retornar à casa com esse objetivo. Amanhã, quatro da tarde, Rua Alice, número 308, Laranjeiras. Eles têm uma creche importante numa comunidade próxima, que é vulnerável socialmente.
Então, a entrada é uma lata de leite em pó ou 20 reais para ajudar nos trabalhos da casa. O assunto da palestra é A arte de seguir em frente. Livrinho vai estar lá, eu também. E 100% dos direitos autorais cedidos para a Escola Espírita Joana de Ângelis, em Japeri: 240 alunos em tempo integral, com várias refeições por dia, uniforme, tudo de graça e um ensino top. Então vamos lá. Tudo isso para dizer o quê? Tá na hora de minut de sabedoria.
Vamos lá Aliás, a Cristiana Pastorino, filha do Carlos Torres Pastorino, minha amiga Fez uma correção, eu disse dias atrás Que o Pastorino foi padre e se converteu o espiritismo saiu da igreja ela falou, André, com o maior cuidado olha, eu preciso dizer “Preciso dizer uma coisa.” Ela podia dizer: “André, você falou besteira”, mas ela é toda educada. Falou: “Ó, papai de fato foi padre, de fato largou a batina e de fato se converteu ao espiritismo. Mas ele não largou a batina porque se converteu ao espiritismo. Ele deixou de ser padre porque queria constituir uma família.” Ele queria ter essa experiência. Tá bom? Valeu, Cristiana. Vamos lá com o livrinho. Simbora. a assistência dos amigos invisíveis que eles possam nos inspirar a abrir a página na mensagem mais indicada para a nossa reflexão essa manhã Papo das Nove promove saúde psíquica e emocional quando a gente fica sintonizado sintonizado com ideias que sejam edificantes.
Então, que eu seja um bom instrumento, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. Para onde vamos? Vamos para onde? Ih, cheguei aqui. Uau, 240. Não ponha limites à sua vida. Procure ouvir as notas harmoniosas e sublimes do canto maravilhoso que se evola da natureza. Viva sorridente e alegre para espantar as preocupações, para aliviar as lutas. Mergulhe sua alma na alma da natureza. Absorva a luz do sol. Goze a suavidade da lua. Contemple o esplendor das estrelas. Aspire o perfume das flores. A vida é bela, apesar das dores e dos contratempos. várias reflexões aqui.
A primeira, eu acho um barato, não ponha limites à vida, porque nós colocamos limites, nós gostamos de nos autorrotular. Vou dar um exemplo bobo. A pessoa já tá ali na fase que eu tô chegando, né? Tá, vai virar idosa e aí tá na condição de aposentada. Aí a pessoa diz assim: "Ah, eu já sou velho. Ah, eu não eu não trabalho mais". Você começa a se colocar numa prateleira que não lhe pertence. Primeiro, velice é estado de espírito. Não diga que você tá velho. Dois, você estar aposentado é uma conquista. Você trabalhou aquilo que a lei determinou que seria o tempo mínimo antes da aposentadoria.
Agora, isso não impede que você continue sendo útil, realizando outras tarefas profissionais ou não, remuneradas ou não. Ser aposentado não te define, muito menos ser, entre aspas, velho. Então, me chamou, eu tô compartilhando minhas impressões. Não ponha limites à sua vida. Eu digo pra garotada da PUC, onde eu dou aula, porque tem gente de outros cursos. Eu tô agora com dois alunos da engenharia da computação. Já tive aluno de arquitetura, já tive aluno de direito, já tive aluno de relações internacionais, de cinema.
E por vezes eles chegam para mim e fala: "Eu ainda não sei o que eu quero ser, porque eu vou me formar em jornalismo ou outra coisa qualquer, mas eu não sei se eu quero fazer isso da vida, eu tô eu tô tenso, eu tô nervosa." Aí eu falo: "Olha, eu te entendo porque eu já passei por isso, mas eu devo te dizer o seguinte: nenhuma profissão te. Você pode ser múltiplo, você pode ser um médico que gosta de música e eventualmente toca bem. um instrumento ou canta bem e vai se divertir ou até vai ganhar um cascalho nas horas vagas se apresentando. Você pode ser um jornalista que tem inclinações para eh, digamos o ativismo digital. você fala assim: "Eu quero lutar em favor das pessoas prejudicadas pelos algoritmos das bigtechs".
E aí você se vincula a alguma organização do terceiro setor e trabalha como voluntário ou recrutado profissionalmente. Com isso, você pode estar na condição de aposentado e trabalhar como voluntário numa creche, num orfanato, né, numa obra assistencial. É muito comum a gente ver pessoas com mais idade consagrando o seu tempo vago e o tempo que a própria pessoa decide para esse fim. Então, pastorino diz na largada, não ponha limites à sua vida. E aí começa a fazer aqui uma louvação, né? É uma forma poética assim. Procure ouvir as notas harmoniosas e sublimes do canto maravilhoso que se volola da natureza. Aí coloca várias situações envolvendo a natureza. Esse livro eu já disse é de 1960.
Que que há relativamente pouco tempo se descobriu déficit Déficit de natureza prejudica a tua saúde. Olha que coisa incrível. Na década de 60, ninguém falava, do ponto de vista científico, na área da saúde. Não dava para provar. livros entrando nos pormenores metabólicos e fisiológicos de como você ter mais proximidade da natureza te torna uma pessoa mais propensa a ter saúde saúde Saúde. Hoje você consegue afirmar isso. Pastorino, em certa medida, se antecipou maravilhosamente àquilo que a ciência hoje afirma categoricamente. quando você fica muito assim dentro de casa, indoor quando você mora num lugar que não tem uma pracinha arborizada não tem um riacho por perto, uma praia, um parque e você fica muito no concreto, no cimento cimento e no asfalto, muito urbanoide, porque mais de 85% da população brasileira vive em cidades.
Você fica, digamos, mais propenso ou vulnerável a patologias de ordem física ou mental. Então, Pastorino vai lá e diz: “A vida é bela, apesar das dores e dos contratempos.” Aí eu estou me lembrando — é a imagem que vem à minha cabeça, eu não esqueço — Gaza, que Israel destruiu e continua ocupando, expulsando. Não tem mais jornalista em Gaza, não pode entrar. E organização humanitária, nem Cruz Vermelha, nem Médicos Sem Fronteiras, virou um, eu diria, um presídio dominado por Israel, que por vezes é acusado país, o governo, de cometer ali ainda atrocidades. Muito bem.
Eu vi um vídeo, comentei aqui, já deve ter um mês, de uma garotada jogando bola num improvisado no meio de entulho dos bombardeios e tudo mais e tocando a vida. Tocando Tocando a vida. Eu hoje vi, hoje de manhã, olha que coincidência: vocês sabem que Cuba está passando por um momento extremamente difícil devido ao embargo do governo americano e à proibição de chegar à ilha petróleo, que era alvo de retaliação dos Estados Unidos quem fizesse isso. A maior parte da energia elétrica de Cuba vem de termelétricas que queimam combustível fóssil.
Ou seja, eles estão sofrendo sucessivos apagão deixa a ilha sem água, porque a água pressurizada precisa de energia para as tubulações terem a água correndo com bombas que vão determinando essa movimentação da água Quando falta luz, falta água. Sabe o que eu vi? Dois brasileiros que estão em Cuba nesse momento fazendo um documentário sobre o nível de excelência da assistência médica em Cuba, apesar de todos os problemas. A área A área da saúde familiar promovida por profissionais de saúde, Cuba é a número um do mundo. Se você não sabe, vale a pena se informar mesmo. E aí está tendo música em Cuba, o pessoal está dançando aquela salsa cubana.
O pessoal: “Cara, é o seguinte, a vida está ruim, está ruim. A gente está sem luz, a gente tá sem luz. Quando vem a luz, liga a caixa de som e, ó, à noite, vamos tocar. Eu não sei se eu tô me fazendo entender. Não é você, seu bobo alegre. Não é isso não. A situação tá difícil, a situação é desesperadora. A gente não se acostuma com isso. Isso é muito duro. Agora eu preciso, eu preciso, eu e vocês precisamos de momentos de alegria, momentos de leveza. A gente precisa de momentos de trégua, de uma realidade que nos é hostil. E para isso eu vou cantar, eu vou dançar, eu vou jogar bola, eu vou me divertir. Dá licença. É o que eu penso. Você não precisa concordar.
Nos lugares mais sofridos do mundo, haverá sempre alguém ou um grupo numeroso de pessoas que vai descobrir uma forma de não se render a uma situação extremamente hostil. Teve aquele filme que ganhou o Oscar, filme italiano, de um pai que foi parar com o filho num campo de concentração nazista. o nome do filme A Vida é Bela, se lembra do filme A Vida é Bela? e aí no meio do campo de concentração contava para o filho uma história para tentar disfarçar a violência de um campo de concentração a crueldade imposta pelos nazistas contra quem estava lá e o E o filho acreditando no pai, se divertindo no campo de concentração, achando graça.
E o pai toda hora inventando histórias sobre por que está todo mundo usando aquela roupa de zebra, por que os caras maus usavam armas e gritavam. Aí ele fala: “Não, isso é um jogo, meu filho, a gente tem que se dar bem, então vamos participar do jogo.” No final, o pai morre, mas consegue salvar o filho. E o filho guarda essa memória afetiva, muito poderosa, do amor. Quer dizer, o recado do filme é o que se faz em nome do amor. É algo espetacular. Quem não viu, recomendo: assista A Vida é Bela.
Cardoso está dizendo que o pai falou que era uma gincana que eles estavam no meio do campo de concentração aquela coisa horrorosa do campo de concentração e o E o pai dizendo para o filho — a Jana está lembrando, eu não me lembro disso — que era uma gincana. Pois é. Mensagem 240, tá, pessoal? Lembrem-se do filme A vida é bela. Sugestão de livro.
Sugestão de livro: Cecília Oliveira, minha colega jornalista investigativa, que cobre os assuntos de polícia maravilhosamente no Rio de Janeiro — tráfico de drogas, armas, violência —, cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que o Fogo Cruzado faz o levantamento de todos os dias, onde tem tiroteio no rio, onde tem pessoas que são feridas ou mortas por bala perdida ou achada. E ela é diretora da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, Abraji, entre outros títulos. Olha o nome do livro: Como nasce um miliciano: a rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil. Muito sério esse assunto e muito atual.
Hoje nós temos o vexame no estado do Rio de Janeiro de termos uma situação política extremamente constrangedora a partir da renúncia oportunista do governador Cláudio Castro, às vésperas do julgamento do TSE que cassou o mandato dele. justamente pelos malfeitos: abuso de poder político, abuso de poder econômico, escândalo usando verba pública para comprar voto na boca do caixa de milhares de pessoas no estado do Rio. Uma coisa horrorosa. Foi o escândalo do CEPERJ, que é o Centro de Processamento de Dados do Estado do Rio.
O governador pegou a verba do CEPERJ — a verba do CEPERJ era isso aqui, de repente fez isso —, a verba da UERJ, Universidade do Estado do Rio, era isso aqui, de repente fizeram E pegaram esse excedente e manipularam os recursos, achando que ninguém ia reparar, para distribuir a granel no ano eleitoral para um exército de pessoas que eram remuneradas sem que ficasse comprovado por que elas estavam recebendo dinheiro público. Bom, aí temos o escândalo que foi descoberto por um jornalista da UOL. E isso reverberou.
E aí, estranhamente, o Ministério Público do Rio, a Justiça do Rio, falharam ao não punir exemplarmente o governador e, na época, também seu vice, Tiago Pampolha, pelo que aconteceu, mas o governador foi diretamente responsável. E aí tivemos o resultado, que foi o afastamento. Ele já tinha pedido a renúncia, achando que escapava da pena. Não, está inelegível até 2030. E aí, quem é o vice? Não tem vice, porque o vice foi tirado, ganhou de presente um cargo vitalício no Tribunal de Contas do Estado, que é o Tiago Pampolha, para não atrapalhar a sucessão que Cláudio Castro queria chapa tivesse Rodrigo Bacelar, que era o presidente da Assembleia Legislativa, e ele como senador.
Pois bem, o Rodrigo Bacelar, antes do julgamento do TSE, já estava com tornozeleira eletrônica, afastado do cargo por envolvimento com o crime organizado, a partir da constatação de que protegeu um deputado que está preso, TH Joias. E aí, ontem, contrariando o regimento, em apenas um intervalo de poucas horas, duas horas, quando o regimento diz que tem que ter 48 horas para escolher quem vai ser o presidente da Alerj para virar governador, manobraram e entenderam que deveriam votar num camarada de São Gonçalo, deputado, que é do grupo político do Cláudio Castro e representa a maioria da Alerj. Gente, o Rio de Janeiro não é para amadores.
Hoje tem um artigo da Vera Magalhães no Globo falando da mexicanização do Rio de Janeiro. O que é isso? O crime organizado no México se infiltrou no poder. O México é um caso, é um case de como o crime organizado se infiltra no poder público. No Rio de Janeiro, isso já é realidade. Cecília Oliveira: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil. E ela mostra, do assassinato de Marielle Franco às eleições compradas, da expulsão de traficantes à cobrança de taxas de proteção pelos milicianos. Também o livro mergulha nas estruturas de poder que moldam a segurança pública do Rio de Janeiro há décadas e revela como o fenômeno das milícias tem avançado com força pelo Brasil.
Mais do que uma investigação sobre criminosos, este é o retrato perturbador de um Estado corrompido por dentro, onde a linha entre proteção e extorsão se dilui na falsa promessa de ordem. A milícia hoje não está à margem do poder, entranhada no poder. É É constrangedor para mim. É um vexame ser de um estado onde, nos últimos 30 anos, todos os governadores foram presos ou afastados do cargo por malfeitos. Vamos colocar nesses termos. Tem que mudar isso no voto. Tem que mudar isso no voto. População que reclama depois de votar de maneira dispersa, distraída, displicente, aí perde o direito de reclamar.
Porque você vai perguntar assim: "Mas BC, tu votou em quem?" É, eu votei nesse cara, mas eu não sabia que hoje não tem esse papo de não sabia que a informação está chegando onde deve. Presta atenção. Quem procura acha. Buscai achareis. Inform-se. Eu tô dando pistas de como você pode buscar informação relevante. Não é o único livro que fala de milícia no Rio de Janeiro, tá? Só para você saber. por jornalistas O jornalismo profissional Ético e cuidadoso Presta um relevante serviço A sociedade A gente A gente combate milícia e traficante com informação também.
Bom, eh, sugestão hoje para a gente fechar aqui antes de mergulharmos no tema capital para nosotros hoje, que é bom, é muito bom, já eu falo que foi postado no stories do Instagram, muita gente participou. Dona Ariane já fez aqui a seleção das perguntas, mas antes da gente chegar lá, eu queria fazer aqui um pedido, eu espero ser bem compreendido no meu pedido. Denuncie todo e qualquer crime ou irregularidade denuncia Denuncie. Denuncie.
As pessoas estão tão discrentes de tudo que acham que não vale a pena fazer um BO, acham que não vale a pena ligar pro disc denúncia, acha que não vale a pena acionar o Ministério Público, acha que não vale a pena quando a pessoa tem mais informação e recursos de assim tempo e informação, entrar na justiça, acionar judicialmente, se for o caso, quem está cometendo uma irregularidade ou ilícito. A gente precisa, esse é o benefício da democracia. A democracia tem 1000 problemas, mas ela consegue funcionar melhor quando a gente exerce a nossa cidadania. E a cidadania bem exercida passa, passa exatamente pelo cuidado que a gente deve ter de não passar pano para ilícitos ou irregularidades.
Sinceramente, a gente tem que fazer a nossa parte. a gente precisa denunciar, eh, seja o que for, aquilo que tá fora da lei. ah, mas eu já fiz e não adiantou, faz de novo denuncia se for Se for o caso, ah, eu fiz tudo isso, não deu certo. Liga para a redação de um jornal, de uma rádio, de uma televisão. Faça sua denúncia. Faça sua denúncia. Isso é muito importante. A gente quando se acomoda diante de algo que é flagrantemente irregular ou ilícito, que que acontece? Aquele ditado, quem cala consente. Se você não botou a boca no berreiro, se você não fez a tua parte para denunciar aquilo que não merece silêncio, aquilo continua livre, leve, solto.
Ninguém tá reclamando, ninguém tá denunciando, ninguém se opôs. Então a gente precisa, não tem, não tem o plano B para isso, sabe? a gente precisa denunciar e reverberar o que não está certo, o que não está legal. Eu queria aqui lembrar algo que me deixou muito chocado e por isso eu vou reverberar. A Assembleia da ONU declarou — você precisa saber disso, porque o Brasil é um país em que esse tipo de notícia precisa ter muita repercussão — O Brasil declarou o tráfico de escravono no mundo declarou o tráfico de escravizados eh africanos. o crime mais grave já cometido contra a humanidade.
Vamos combinar que não faltam crimes contra a humanidade cometidos por aí, inclusive nessas guerras que estão em andamento. Dentre todos os crimes cometidos na história da humanidade, aquele que foi considerado por todos os países membros da ONU, o mais ediondo foi o tráfico de escravizados. Muito bem. Só três países foram na contramão dessa resolução. Estados Unidos, Israel e a Argentina, do Milei. Eles não endossaram, não endossaram a resolução de que o tráfico de escravizados africanos constitui o maior crime já cometido contra a humanidade. O Brasil, obviamente, conhece essa realidade, porque nós fomos um país que destacou como aquele que mais escravizados trouxe da África. e que mais tempo demorou para determinar o fim da escravidão.
Esse é um Esse é um país de maioria negra e esse é um país aonde o preconceito racial ocorre todo santo dia. E a gente precisa entender o que que foi a história, a desigualdade social do Brasil, os níveis absurdos ainda de pobreza extrema, de miséria, de insegurança alimentar, de falta de moradia digna e de criminalidade decorrem em grande monta pela forma como se deu de uma hora para outra o fim da escravidão sem pagamento. de indenização ou políticas de inclusão social abandonaram uma gigantesca comunidade negra, a própria sorte. E essa gigantesca comunidade negra era e continua sendo a maioria da população. As pessoas desconhecem a história.
Por isso que eu sou completamente a favor da política de cotas. Barack Obama só chegou ao poder nos Estados Unidos, e ele disse isso, graças à política de cotas. Não existe meritocracia. É uma palavra que não faz sentido aqui. Se você diz assim, não, tem que ser pela meritocracia. Quem fez por onde merece chegar lá. Por exemplo, numa universidade pública. Aí você diz: "Mas quem consegue chegar numa universidade pública? é majoritariamente branco e rico. Por quê? Rico que eu digo é ter dinheiro para estudar em escola particular ou pagar um bom cursinho pro Enem. Isso já define na largada uma injustiça e uma assimetria.
A política de cotas, ela permite que haja uma reserva de vagas na universidade para acolher alunos que não chegarão lá sem a política de cotas. Mas esses alunos vão ter que correr atrás do prejuízo durante o curso para suplantar o déficit de aprendizagem daquela experiência. de não ter podido se preparar adequadamente para o exame. Então, estamos falando aqui, meus amigos, de injustiça, de desigualdade e que a gente precisa ter clareza do que que tá em jogo quando Estados Unidos, Israel e Argentina, os três únicos países do mundo que não endossaram a resolução da ONU, afirmando que o tráfico de escravizados constitui o maior crime contra a humanidade da história. Vamos lá.
Seguindo em frente e no embalo dessa nossa reflexão, qual foi a pergunta? A pergunta que fizemos ontem lá no stories do Instagram deu-se sobre o seguinte tema: vida prova ou expiação? Diga lá. Vida para você é missão, é prova ou é expiação? Como é que a gente elabora ideias a partir dessa provocação sadia que eu fiz? Vamos ver as perguntas que foram selecionadas aqui pela minha querida Ariane. Renata, Renata underline Évora: “Todos nós temos uma missão específica além do compromisso com a nossa evolução.” Então, ela está trazendo a questão da missão aqui. Chamou a atenção dela a palavra missão. Eh, você haverá de ter muitas respostas sobre esse assunto.
A minha reflexão, a minha opinião pode não ser a sua, a minha. Eu acho missão uma palavra muito pomposa, tá? O que eu acho é o seguinte, a gente tem várias missões ou demandas em cada encarnação, porque do ponto de vista espírita, você pode não acreditar, há um projeto que antecede a encarnação sobre onde eu vou reencarnar filho de que pai, de que mãe, com que acesso à saúde e educação, com que probabilidade de ter um corpo físico com base naquele código genético do papai e da mamãe. Então tem uma herança genética do DNA com maior propensão à saúde ou à doença.
Então tem uma, digamos, uma conjunção de fatores que antecedem a encarnação e que propiciam uma experiência na encarnação vindoura que já traz demandas específicas. Sim. Então, nesse sentido, eh, a gente pode dizer, eh, sim, dentro dessa linha, eu diria espírita, temos missões específicas. Eu não colocaria no singular, missões específicas, tá? Então, numa determinada programação, você pode ter ali o reencontro com pessoas que você terá a chance de se redimir erros do passado, reencontrá-las e exercitar o perdão se você foi prejudicado por essas pessoas. Ter um comportamento mais ético, mais inteligente, mais cuidadoso em relação aos arroubos de vidas passadas. exercer uma profissão e nela procurar com ética, com esse cuidado de não se comprometer espiritualmente no exercício de uma determinada função, resgatando erros do passado.
Então, nesse sentido, eu tô aqui desidratando a importância da palavra missão e tô empregando no plural. Nós temos várias questões importantes que você pode chamar de missões e algumas são inescapáveis. ser um bom filho ou filha, ser um bom pai ou uma boa mãe, ser um bom profissional ou um bom voluntário, ser uma um cidadão ou uma cidadã comprometida ou comprometido com valores e princípios que vão inspirar a coletividade à sua volta, a sua família, seus vizinhos, seus colegas de trabalho, você ser alguém que inspire algo de bom, alguém que ajude a humanidade a seguir em frente da melhor maneira possível. Tudo isso é o pacote mais geral.
Agora, existem as questões específicas, existe as questões específicas de cada um, tá bom? de Titi pergunta, a vida nessa encarnação é um acerto de contas com as vidas passadas? Olha, Rafael, minha opinião. A gente tá acertando contas com as vidas passadas o tempo todo. Você tá acertando contas com a vida passada agora e quando você desencarnar e quando você reencarnar, se você for reencarnacionista. Portanto nós somos o resultado da soma de todas as nossas escolhas nessa vida e em vidas anteriores, nós somos o extrato Puxa o extrato, quem é o André? É o meu nome nessa nessa encarnação. André, quem é?
É o André Trigueiro Mendes, mas antes ele foi lá não sei quem, depois foi não sei quem, depois foi não sei quem e ele hoje é a síntese da soma de inúmeras experiências que explicam quem você é. Tá bom? Minha opinião, recoutinho underline, a vida pode ser ao mesmo tempo prova, missão, expiação e tudo isso revelar o sentido da nossa existência? Essa é uma pergunta interessante, porque do meu ponto de vista, sim, vai ter espírita que vai brigar comigo, dizendo: "Não, não tem nada a ver, trigueiro, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa". Que de fato prova e expiação não são a mesma coisa. Normalmente, quando a gente fala de uma expiação, a gente tá falando de algo compulsório.
Por alguma razão, o espírito reencarnante haverá de passar por provas duríssimas. Provas duríssimas. Por isso que já tem uma sinergia aqui. É uma prova, mas é uma prova muito difícil, desgastante, que vai demandar muita resiliência da pessoa que tá atravessando aquilo, porque pode ter vários porquês, mas uma razão normalmente atribuída é que do ponto de vista espiritual chegou o momento, não dá para passar mais tempo de você acertar usando a expressão anterior contas com o teu passado e isso trará muitos dabores, muito sofrimento. As provas, elas…
Quando a gente coloca a expiação, tem essa conotação de maior coeficiente de dor e sofrimento no resgate de situações causadas por você no passado e que determinaram um passivo grande. E isso precisa ser experimentado pelo reencarnante, porque didatiza a infelicidade de escolhas do passado. Eu não vou fazer isso de novo, porque eu aprendi na pele que isso não me favorece. A prova é aquela história: você estudou, você se preparou, agora vai demonstrar que aprendeu. Então, quando a gente fala de provas, está falando: “Eu já tenho condição de fazer bonito. Se eu quiser, vou fazer uma boa prova". Porque eu me preparei para isso.
A questão é: estamos determinados a fazer na prática aquilo que a gente já aprendeu ser o certo? Porque uma coisa é expectativa, outra coisa é realidade. Você tem a expectativa de ir bem. Ah, eu já sei como é importante fazer o bem. Eu sei o quanto é importante não me envolver em episódios de violência, não endossar ou ou defender agressões, cometimento de violências de qualquer gênero ou ordem. Aí você aprendeu, não aprendi. Agora você vai provar que você aprendeu no dia a dia. É aí que a gente vai ver na realidade, maioria absoluta dos espíritos encarnados, eu e vocês, por exemplo, que haverá sempre um nem tudo aquilo que a gente aprendeu ser o certo, a gente pratica.
É isso que significa a prova. A prova tá é tá tá aqui. As coisas vão acontecendo. Eu já aprendi que o perdão é fundamental. Tá perdoando? Eu já aprendi que não é legal ter inveja. Cortou essa palavra do teu dicionário no dia a dia? Tá trabalhando isso em você. Você entende o que eu digo? Prova é o tempo todo. E missão, eu já falei, missão é aquilo que tá configurado para você fazer. Tudo conspira para que você realize algo naquela direção. Podemos chamar isso de missão. É algo que vem de dentro para fora. Existe uma um magnetismo que te precipita numa direção que você sabe que precisa fazer algo naquele campo da vida ou aquilo que você sabe que já faz com gosto.
Aquilo tá fluindo, aquilo é seu. e você reconhece ali uma utilidade, uma serventia. Aquilo pode ser chamado talvez de missão, né? Rafinha Teixeira Haro: “Você acha que estamos a um passo do mundo de regeneração ou o mundo de expiação e provas vai prevalecer por mais tempo?” Não, não acho que a gente tá um passo do mundo de regeneração. Não tenho nenhum motivo para acreditar nisso. E já disse aqui, eu não tenho preocupações maiores com quanto tempo vai levar pro mundo de regeneração, que é a palavra que os espíritas, a expressão que no espiritismo a gente aprendeu, que significa um outro estágio evolutivo da Terra e da humanidade desse planeta.
Eu não tô realmente preocupado com o timing do processo de eh mudança do status do planeta, da transição planetária. Ó, planeta tem a dinâmica dele. Eu tenho a minha, eu tô preocupado com a minha transição planetária. minha transição. Eu não tenho como interferir na transição planetária do planeta, nem no processo evolutivo dos outros. A gente pode ser codjuvante. Você não vai determinar. Cada um é livre para escolher o seu caminho. Agora, o que tá ao nosso alcance, ô Rafinha, na boa, tá? Se você quiser estudar esse assunto, você vai encontrar por aí alguns autores que chegam a fazer previsões. Ah, 2000 e não sei quanto.
Eu tô sendo sincero, não tô dizendo que eu tenho uma postura correta e quem se interessa pelo assunto não tem não. Cada um com seu. Cada um. O meu, cada um é mais importante do que eu ficar consumindo o meu tempo nesse plano, nesse tempo, nesta encarnação, para entender quando o mundo de regeneração haverá de chegar, eu entender o que tá ao meu alcance em fazer para que chegando ou não o mundo de regeneração, eu esteja pronto para entrar em campo e marcar um gol. Eu tenho que me preparar. É aquela coisa do time de futebol, é um esporte coletivo. Agora, o desempenho do time depende do preparo físico e do aprimoramento técnico de cada jogador.
Você tem que estar preparado para entrar em campo e fazer o teu. Ah, o teu time vai ganhar? Não sei. Não depende só de mim. Eu vou vestir a camisa do time e vou, ó, suar a camisa. Vou me preparar. Vou me condicionar, vou me concentrar, vou focar na missão, que é entrar em campo e fazer o melhor. Aí, mas e aí o time quando é que vai ser campeão? Não sei, não depende de mim. [risadas] Eu sou parte da solução, mas eu a solução não não depende só de mim, entendeu? É a minha opinião. Emília GLM: “A dor nos purifica?” Olha que pergunta linda. A dor nos purifica?
Tem gente que acha que não, mas nós espíritas e não estamos sozinhos no entendimento disso, várias correntes religiosas, espiritualistas também creem que nesse mundo, lembra lá do sermão do monte, bem-aventurados os aflitos. Porque, do ponto de vista espiritual, a dor não é obra do acaso. A dor que nos atinge traz a oportunidade, dá o ensejo de elaborar essa dor. Como eu lido com esse sofrimento? Que recursos estão ao meu alcance para essa dor não me derrubar? é a dor da perda de um ente querido eu vou precisar de um tempo que é o tempo do luto para me reconfigurar restabelecer lá o prumo e seguir em frente o luto já é um processo não vou dizer de purificação mas é um processo de de aprendizagem.
A dor ensina muito, gente. Sabe aquela história? A primeira decepção amorosa, primeira dor de cotovelo costuma ser a mais importante. Por quê? Porque aquela paixão adolescente ou jovem é primeiro amor da tua vida. Você fala: "É, essa pessoa é a pessoa da minha vida". Quantas vezes a gente já não ouviu isso dos filhos, quem tem netos? Ou você mesmo já disse lá no passado, não, eu conheci fulana, é a minha alma gêmea. Primeiro amor, vai que é em alguns casos, normalmente não é assim. E aí você vai a partir da decepção. Não deu certo. Não deu certo aprender que a gente primeiro não deveria ser inocente replicando expectativas do príncipe encantado. Eu só quero me casar com príncipe encantado.
Não, eu só quero ter por perto alguém que é minha princesa. Cara, assim, baixa a bola. pé no chão. Você idealizar uma experiência dois nesse nível não costuma dar certo. Não costuma dar certo. Então, se você é imperfeita ou imperfeito, se você não é, como diria a minha avó, Flor, que se cheire em relação ao teu lado sombrio e mal resolvido, quem disse que você merece um príncipe encantado ou uma princesa? tá mais para sapo.
Então assim, a dor vai nos colocando em situações que demandam capacidade de superação, exercício da resiliência e do ponto de de patologias graves e severas, doenças incapacitantes ou muito predadoras do corpo físico existe uma correlação entre certas partes do corpo danificadas ou comprometidas comprometidas com aquilo que aconteceu e uma relação com certos gêneros de problemas que nós causamos a nós mesmos ou a outros, nesta ou em outras vidas. Então existe aí uma questão envolvendo saúde e o corpo físico como fio terra de um passivo emocional de vidas passadas que precisa ser depurado, precisa ser purificado. uma boa questão essa se a dor nos purifica, Emília Sônia Fajardo Reis o objetivo da vida é aceitar, aprender e mudar independentemente da razão da encarnação eu não vou…
Eu não vou nem comentar, porque eu concordo totalmente. A pergunta já traz a resposta. O objetivo da vida é aceitar, aprender e mudar. Cada caso tem a sua singularidade, independente da razão da encarnação. Não é importante você, tem muita gente preocupada assim, como é que eu faço para saber qual é a minha missão? Como é que eu faço para descobrir que que eu vim fazer nessa encarnação? Tem um ditado que diz assim: "Enquanto você, como é que é? Enquanto você planeja a sua vida, a vida acontece. a gente tem que, de alguma forma estar aberto para experiências que você não previu você não planejou mas que eventualmente são as experiências mais importantes da tua existência elas estão fora do teu radar mas elas acontecem acontecem com você e elas são transformadoras, elas são redentoras, elas são definidoras de rumo, elas obrigam você a se reinventar.
Então, Sônia, eu acho que a gente tem que se preocupar, na verdade, em respeitar aquilo que vem de dentro, nosso coração, o que é genuíno, o que é verdadeiro, o que você vai percebendo que é algo realmente seu, que merece atenção, merece consideração. aquele aqui. Isso é uma pista de quem você é verdadeiramente e do que você precisa fazer mesmo, [roncando] penso eu. Fla underline Yoshimoto Fly: ela pergunta se nascer no Brasil é missão. Nascer em qualquer lugar é missão. A missão começa quando você vem ao mundo. Já que você gostou da palavra missão, vamos nessa. Aliás, eu botei a palavra missão, né? Culpa minha lá na pergunta. Se a vida é missão.
Vamos dizer o seguinte: a vida não é obra do acaso. Não é um acidente de percurso. Não existe sorte ou azar. Existe um projeto existencial. Eu acredito nisso. Então, nascer no Brasil não é um acidente de percurso, não é obra do acaso. Se você nasceu no Brasil, seja bem-vindo. Esse é o teu país. Você pode estudar fora, trabalhar fora, você pode ter como projeto de vida sair daqui, mas você nasceu aqui. Eu particularmente tenho uma relação com esse país que é, eu, eu sempre soube que o meu lugar era aqui do ponto de vista de planejamento de vida. Nunca ambicionei mudar de país, nunca ambicionei estudar ou morar fora ou trabalhar.
Não sou contra passar temporadas fora do Brasil, eventualmente fazendo um curso, eventualmente fazendo um trabalho. Já viajei muito por aí a trabalho, passando algumas temporadas eventualmente longas. Mas o meu lugar é aqui, o meu CEP é aqui, o meu DNA está aqui, né? Eu acho o máximo ser brasileiro. Não é patriotismo, não é. É que eu acho esse país maravilhoso para quem como é jornalista, professor, ambientalista e espírita. Porque o espírita fala: "Fora da caridade não há salvação. Eu tô no lugar certo. Esse é o país dos mais desiguais do mundo. E fora desigualdade, nós somos um país com muitos problemas no campo da violência, no campo da corrupção.
Então esse é um território fértil para um trabalho edificante, para você se edificar a partir do exercício amoroso, generoso, compassivo com os outros. Ora, meu Deus, é o que eu penso. Leninha B Soares, devemos nos conformar com nossas provas e expiações ou combatê-las lutando para mudá-las? Olha, em relação às provas, do ponto de vista espírita, elas são o que são. Não é para combater as provas, é para você se sair bem nas provas. As provas são os desafios que o destino colocou na tua frente. E se o acaso não existe, é para encarar, não é para combater, é para resolver, né? Para resolver. O mesmo se dá em relação às expiações.
É você lidar com sabedoria com as circunstâncias hostis e difíceis que lhe acomet. adianta ficar amargurado, triste, revoltado. A gente A gente precisa lidar com a situação. Essa é uma postura espiritualmente madura. O que não tem solução, solucionado está. Eu preciso lidar com isso. Eu preciso saber como eu enfrento isso. Isso vai exigir de mim um aprendizado. Como eu lido com algo que eu não gostaria que acontecesse. Eu não queria que isso estivesse tendo lugar agora. Mas é o que temos para hoje, não é outro ditado bem brasileiro, isso adoro. É o que temos para hoje. Letícia G. Romão. Como entender o verdadeiro propósito da vida? Diante dos desafios ou provas.
Mas os desafios ou provas já nos desenham o propósito. que não porque não tem o verdadeiro. É o que eu digo, não tem uma missão. A gente tá aqui, a palavra missão, se você gosta dela, emprega no plural. Nós temos muitas missões ocorrendo concomitantemente na sua família, na sua relação amorosa, no seu trabalho, na igreja ou a gremiação espiritualista que você tá vinculado ou vinculada. na sua vizinhança, na maneira como você se posta como cidadão, contribuinte, eleitor, consumidor. O tempo todo nós realizamos escolhas. A vida é feita de escolhas. O livro eh A Arte de Seguir em Frente traz na capa uma placa, tá vendo? Ou várias placas em várias direções. Não sei se dá para ver.
Tem aqui um toco, né, um poste e as placas apontando para diferentes direções. A Arte de Seguir em Frente, para mim seguir em frente aponta num caminho que pode não ser o teu e não ninguém tá certo ou errado. É porque cada um é único no universo. Cada um haverá de descobrir qual caminho lhe convém. E esse caminho trará inúmeros desafios, não apenas um. Esse caminho haverá de despertar em você diferentes sentimentos, diferentes insightes e pensamentos. Como você lida com todos esses estímulos e que escolhas você realiza é assunto de cada um, percebe? Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Faça suas escolhas com sabedoria. Encerrando o Papo das 9.
Lembrando que domingo eu estarei em viagem para o interior de São Paulo trabalhando, mas deixarei, viu Ariane, não falei isso contigo. Deixarei amanhã um Papo das 9 que será exibido apenas e tão somente a partir das 9 horas de domingo no YouTube, viu, povo amigo do Instagram? Domingo tem Papo das 9, mas no YouTube. Então, e amanhã para quem tá no Rio, quem mora no Rio, quem quiser na palestra beneficente que faremos na rua Alice em Laranjeiras pertinho aqui de casa estarei na casa Francisco de Assis eu já estive lá tive lá, é um barato. Adoro, adoro.
Alice 308 a partir das 4 da tarde uma lata de leite em pó ou 20 reais para a instituição é um ingresso simbólico porque a palestra é beneficente eles precisam de ajuda estarei lá falando exatamente da arte de seguir em frente frente. Em frente. Adelante, cabrón. Adelante, arriba para todo sempre. Fiquem com Deus. Ótima sexta-feira. Sextou, mais um Papo das 9 na nossa listinha. Fiquem com Deus, tudo de bom. Até amanhã para quem for na Rua Alice, na Casa de Francisco, às quatro da tarde; até domingo, no YouTube, para quem quiser conferir o nosso papo. Domingão! Até lá, tudo de bom.
