Autoridade não se impõe, se conquista! Vale pro judiciário | Papo das 9 #1072

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Assista ao vídeo completo de André Trigueiro: Autoridade não se impõe, se conquista! Vale pro judiciário.. Conteúdo publicado no canal oficial de André Trigueiro.

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Olá, povo chegando, povo chegando e a gente ajustando os ponteiros, aguardando [canto] todo mundo chegar. Aguardando o povo do papo chega. Aguardando todo mundo chega. Aguardando o povo do papo chega. E o povo tá chegando.

Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofes aqui em Laranjeiras. Hoje tá quente, céu azul, sol, o tempo vai virar de novo. Estamos aqui bem acompanhado das espécies do reino vegetal no jardim do Senhor Jesus, uma pintura maravilhosa de Jesus assinada por Velasques, pintura espanhol, pintura mediúnica que me foi dada de presente pela juventude espírita da cidade de Camaçari. Isso já tem, isso já tem uns 17 ou 18 anos. O quadro tá lá firme e forte todo santo dia.

Hoje vocês estão sabendo, a gente tá com a psicosfera do Brasil carregada por conta não só dos embates de ano eleitoral, isso acontece ciclicamente, mas da maior crise do Supremo Tribunal Federal em 135 anos de existência. Nós vamos falar muito brevemente sobre isso. Eu não quero escararafunchar a ferida, eu quero trazer o aprendizado que vem a partir dela. Eu acho que é importante a gente não ficar só na superfície dizendo: "Ah, fulano falou isso, fulano pediu investigação daquilo e fulano teve a conversa com um bandido degravado. O outro tá sendo acusado de fazer uma boa condução de inquérito, atendendo a interesses escusos.

Isso aí já tá acontecendo. Eu não vou ficar escarafchando isso não. Mas eu acho importante a gente refletir sobre o que poderá advir, em sendo inevitável o escândalo, por que ele poderia também ser entendido como uma oportunidade de avançar uma casinha no jogo, se é que me entende. Mas vamos começar o papo, gente. Aliás, deixa eu dizer, eu tô com uma camiseta aqui que eu acho muito bonitinha, ganhei de presente muitos anos atrás.

Camiseta comigo dura muito tempo. Ela fala do Rio de Janeiro, mas vale pra sua cidade. Aí se você achar que deve, imprima. Imprima ou produza uma camiseta. Se você achar que deve com o nome da sua cidade, bota embaixo assim: eu amo, eu cuido.

Rio, eu amo, eu cuido. Porque a gente precisa assumir responsabilidades, sabe? Não, eu moro aqui na cidade, mas o prefeito é que tem que fazer tudo. Não, o prefeito tem que fazer muita coisa, é obrigação. Ele é um servidor, foi eleito para isso.

Pera aí, deixa eu deixar Jesus aqui enquadradinho que ele é ele é parceiro. [risadas] Agora e tu, camarada, tá fazendo o quê? Que que você faz pela tua cidade? Independentemente se o prefeito é bom ou ruim, se você votou ou não nele. Os prefeitos passam, nós ficamos.

Que que você tá fazendo pelo teu município, pela tua rua, pelo teu condomínio, pelo teu prédio, pela tua calçada, entende? Ah, vamos fazer coisa acontecer, não é? Ah, porque os governos não fazem nada. Ah, porque as pessoas ricas deviam contribuir e não contribuem. Ah, porque tem um monte de gente indiferente, egoísta, individualista por aqui.

Por isso que as coisas não dão certo, por isso que a rua tá suja, por isso que ninguém faz coleta seletiva, por isso que ninguém cuida da fachada das casas, por isso que ninguém ajuda a escola, a creche, o asilo, o hospital. Para de reclamar, arregaça a manga e bota a coisa para acontecer, pelo amor de Deus, porque o tempo urge. Então, vamos lá. Minutor de sabedoria. Para onde vamos?

Qual será a página de hoje? Pedindo aqui a bênção, a assistência, a proteção dos amigos invisíveis que se compadecem de nós e generosamente nos ajudam a escolher a página mais indicada para esta manhã. né? Então, que eu seja uma ferramenta útil, um instrumento maleável, um meio adequado para esse propósito de fazer a minha digressão sobre a mensagem que está aqui. A minha digressão não será perfeita, não será a melhor, nem a pior.

Será apenas a minha forma de fazer essa, eu diria, contextualização de uma mensagem que generosamente foi compartilhada por Carlos Torres, Pastorino há 70 anos. Vamos lá. Vamos para onde? Eita! Para que lado eu vou?

Eita, fui para cá. Qual é a página de hoje? 167. Não se deixe elevar pela zanga, nem se impaciente. Não permita que a inveja, a malícia, a ideia de vingança e o ressentimento encontrem lugar em sua mente.

Essas emoções criam distúrbios no consciente e agem negativamente sobre o seu corpo e seus tecidos, prejudicando a saúde. Cultive a paciência, a tolerância, o perdão e o amor para com todas as criaturas. Gente, eu abri o papo das 9 hoje falando do momento conturbado do Brasil, de uma psicosfera carregada, não apenas pela disputa eleitoral, daqui a menos de um mês tem eleição, mas eu também comentei aqui a maior crise em 135 anos de história do Supremo Tribunal Federal da mais alta corte. Aí abrimos ao acaso, entre aspas, aonde 167. Não se deixe levar pela zanga, nem se impaciente.

E aí fala de um monte de sentimentos ruins que a gente, por invigilância, permite que encontrem acolhimento no nosso coração. E arremata pastorino que essas emoções criam distúrbios no consciente e agem negativamente sobre nosso corpo e os tecidos do nosso corpo, prejudicando a saúde. Ele encerra falando: "Cara, seja mais paciente, seja mais tolerante, exercite o perdão e o amor". Vamos combinar, é uma mensagem de sabedoria e é uma mensagem que nos alcança no momento singular, como eu comentei. Não é se manter indiferente, não é ter sangue de barata, como diz a sabedoria popular, né?

é a gente não se deixar tomar por um sentimento hostil que depreda o nosso metabolismo, gera toxinas ou radicais livres. Se quiser usar a terminologia da bioquímica na área da medicina, a gente pode fabricar radical livre, cara. A gente pode oferecer um campo propício para que esses, eu diria, ingredientes tóxicos penetrem, se multipliquem e depredem o nosso metabolismo a partir do comando mental ou da ausência dele, da invigilância. Então veja, não é estarem indiferente as coisas, mas é não se deixar contagiar pela energia negativa dessas coisas a ponto disso gerar em você um desequilíbrio. Deu para entender?

É disso que se trata. Eu tô percebendo, eu tô indignado, eu não gostei de ouvir isso, não gostei de ver aquilo, que situação horrorosa. Mas, opa, agora, posto que essa é a situação, importa que eu saiba como lidar com essa situação. E eu não vou ajudar em nada me deixando levar por sentimentos que são tóxicos, hostis. e predatórios à minha saúde.

É disso que se trata. Você veja, pastorino não tá dizendo não se zangue nem se impaciente, ele tá dizendo não se deixe levar. Percebe a sutileza? Isso é a área da comunicação, interpretação de texto. Não se deixe levar pela zanga nesse impaciente, não é?

Não se zangue nem se impaciente. É, não se deixe levar. É você perder o controle, cara. É você perder o eixo. É disso que se trata.

Não é você se mantém diferente, é você, opa, bateu. Entendi a gravidade da situação. Não é legal. Agora daí paraa frente, faça uso do seu comando mental. Não se deixe levar pela zanga, que é uma palavra antiga, né?

Não se deixa levar pela zanga, mas é disso que se trata, penso eu. Portanto, é a minha interpretação, a minha forma de interpretar a mensagem 167 de hoje, aberta ao acaso no papo das 9. Bom, sigamos. Eh, eu gostaria de recomendar um livro, um livro que tá vindo na semana, é um livro novinho, tá saindo do forno. Eu ganhei de presente lá na PUC Pontifícia Universidade Católica, aonde o autor do livro também é professor.

Ele me interceptou no corredor, me cumprimentou, falou umas palavras bonitas e deu de presente esse outro livro. Esse eu vou recomendar hoje, que eu acho que tá casado com a notícia que veio da ONU. Eh, na última quarta-feira eu comentei isso na Globo News e postei parte do comentário no Instagram. A ONU oficialmente declarou não ser mais possível alcançar até segunda ordem a principal meta do acordo de Paris celebrado há 11 anos por quase 200 países que se comprometeram voluntariamente, hein, a realizar esforços para reduzir as emissões de gases que aquecem o planeta. Só que de lá para cá essas emissões vêm crescendo.

Apesar dos investimentos sem precedentes em energia renovável, como solar, eólica, biomassa, etc. Nós temos a petróleo, carvão e gás igualmente em crescimento e aí a conta não fecha. E aí você começa a entender o que houve semana passada nos Himalaias. Você começa a entender o que é super é o ninho, que era uma expressão que a gente não usava há 11 anos atrás, quando foi celebrado o acordo do clima. A gente entende o que que aconteceu em Juiz de Fora em janeiro.

A pior tragédia climática da cidade mineira de Juiz de Fora. Abrindo os trabalhos de 2026. A gente entende o verão com estragos e danos e óbitos sem precedentes pelo calor extremo no verão europeu esse ano que não terminou ainda. Enfim, a gente vai entendendo um monte de coisa. Você fala assim: "Não é que Deus tá contra nós, não é o apocalipse, é lei de causa efeito.

Você não faz o dever de casa. Aí você quer que aconteça o quê? Você sabe que existe uma crise climática, você sabe que a humanidade é a responsável pela crise. Aí você detecta as causas, você não trabalha na origem do problema. Você quer que aconteça o quê?

Simples assim. Então, diante dessa situação, para mim muito triste, porque a gente vem testemunhando o esforço colossal dos cientistas em aprimorar diagnósticos, mapeamentos, rastreamento dos problemas. Que que tá acontecendo e de que jeito? Eu sou um profundo admirador da ciência e a ciência climática é uma das mais complexas. E aí você vai decifrando enigmas, né?

Você vai entendendo, ah, por que que tem superior? Porque aumentou a temperatura da água do Pacífico. E por que que aumentou a temperatura da água do Pacífico? Ah, porque o aquecimento global também é transmitido, absorvido pelos oceanos. E a temperatura média dos oceanos na semana passada bateu recorde histórico de 21º em média.

As coisas estão conectadas, tá tudo interligado. Aí eu resolvi pegar aqui carona no livro presenteado [limpando a garganta] pelo professor Daniel Braga Lourenço. Ele é da área do direito. O nome do livro é Qual o Valor da Natureza? uma introdução à ética ambiental da editora Elefante.

Então, ele tá na orelha do livro, ele tá falando mesmo na academia brasileira, a ética ambiental é um assunto que se tornou, para a surpresa de muitos, ausente ou escasso. E aí ele analisa à luz da lei, os cuidados que deveriam ter lugar ou estão manifestados na Constituição Brasileira e outras legislações com o valor da natureza. Eu me lembro que quando eu fiz um curso no Instituto Superior de Estudos da Religião, Iser, antes de fazer uma pós-graduação em gestão ambiental na UFRJ, eu fiz esse curso, Teoria e Praxis do Meio Ambiente, e tinha um professor de economia no curso e ele falava do valor da natureza à luz da economia, que ele falava assim: "A economia atribui valor às coisas. Quanto vale proteger a Amazônia? Quanto vale proteger as árvores urbanas?

Quanto vale manter os rios limpos? Quanto vale manter os oceanos protegidos? Alguém vai fazer a correspondência monetária desse valor, tá? Aí eu me lembro que esse professor dizia assim: "Só que tudo isso já tem valor antes de existir a economia. É o valor da existência, é o nome que se dá.

Isso tem valor, independentemente da humanidade, atribuir preço, atribuir valor monetário. Isso já tem valor por existir. Porque na ciência ambiental tudo o que existe, aqui essa a samambaia, a samambaia ela existe no meio natural. Então, não é o valor da samambaia que eu comprei no vaso. A Samambaia, antes do André se interessar em comprar o vaso com ela, antes de alguém resolver comercializar ela e definir um valor qualquer, 30, 40, R$ 50, sei lá, a Samambai já tem um valor porque ela cumpre uma função na cadeia ecológica.

Ela existe e por existir ela já está inserida em algo maior que nós ainda estamos engateando, aprendendo a reconhecer isso. Então, olha, é um mergulho. Você que é da área do direito ou conhece alguém que esteja nesse ah nessa área do conhecimento, qual o valor da natureza? Uma introdução à ética ambiental. Existe uma ética no tratamento que a nossa espécie dispensa a fauna, a flora, aos recursos hídricos, ao clima, a tudo.

Ética ambiental, pelo amor de Deus. Agora a gente vai falar de ética daqui a pouco envolvendo o Supremo. Aguenta aí. Mas eu queria a dica de hoje, que esse é o momento do papo, que a gente ou sugere uma doação para algum projeto, entidade que esteja precisando de ajuda imediata, são muitos, ou a gente dá aqui uma uma dica, tipo assim, se liga. A minha dica de hoje é: faça sua parte em favor de um mundo melhor e mais justo.

Não se deixe contaminar pelas notícias ruins, pelo desalento no campo político, pela decepção do noticiário envolvendo poder judiciário, poder legislativo, corrupção, escândalos. Não, não, não, não, não. Desculpa, eu preciso ser muito franco. Nós devemos fazer a nossa parte, se não a partir da conjuntura atual, a partir de uma visão espiritual. Nós estamos nesse planeta, nessa vida que passa rápido, nessa janela de oportunidade do nosso espírito imortal se fazer carne e transitar por esse planeta.

Você já percebeu que a gente não vai ficar aqui para sempre, né? Já se deu conta que temos prazo de validade, né? Então, vamos lá. Que que eu tô fazendo aqui? Eh, de onde eu vim, para onde eu vou e que que eu tô fazendo aqui?

São as perguntas fundamentais da filosofia clássica da antiga Grécia, né? e vem diante também essas reflexões filosóficas, mas elas são fundamentais. E eu, eu, André, fiquei muito realizado pessoalmente, quando para mim fez sentido a ideia de que eu só serei uma pessoa pacificada, quítico com a minha consciência, se eu fizer a minha parte em favor de um mundo melhor e mais justo, se eu apenas absor Vo, peço, recolho, ganho, eh, tudo o que vem de fora para me locupletar e me fazer materialmente eh repleto de bens que são perecíveis e descartáveis, mas no tempo de vida na Terra, o materialismo tem lá os seus apelos para as pessoas distraídas e desconectadas. Então, o que eu tô querendo dizer é que a gente precisa justificar a nossa passagem por esse planeta fazendo algo que promova a vida nas suas múltiplas resoluções. É a minha opinião.

Você não precisa concordar. assim, atribui-se, do meu ponto de vista, equivocadamente, porque eu não vi, se você viu, compartilha comigo o trecho do livro em que Joana de Angeles, pela psicografia de Divaldo Franco teria dito: "Quem não vive para servir, não serve para viver". Eu acho que isso não foi dito pela Joana dessa forma não. Mas se foi, mandem para mim, porque eu procurei e não achei. Mas eu acho essa frase interessante.

Quem não vive para servir não serve para viver. Não é que não serve para viver. É forte isso, mas tá desperdiçando tempo e energia nesse plano. A gente tá aqui para aprender a ser gente. Não dá para ser gente de verdade sem a gente olhar pro lado e perceber quem tá precisando de algo que eu possa de alguma forma interceder, intervir.

Eu não tô falando só materialmente, eu tô falando de uma palavra amiga, de um olhar acolhedor, de um abraço. Eu tô falando de um gesto, eu tô falando de uma conversa, eu tô falando de uma boa escuta. tanta coisa, tanta situação. Ah, mas eu tô acado, tô no hospital, não consigo fazer nada. Bom, você talvez possa ter um celular à sua mão e usar as redes sociais para o bem.

Bom, talvez você possa sensibilizar as pessoas da sua família, seus amigos, seus suas redes de contato que t aí o privilégio da saúde a terem a informação sobre onde falta ajuda, onde faltam recursos, onde falta voluntariado para promover algum bem-estar coletivo. algum benefício para um grupo eventualmente numeroso de pessoas. Sempre dá para fazer alguma coisa de algum jeito e a gente não deveria negligenciar a oportunidade de estarmos aqui. Amanhã eu posso não estar aqui, sabadão, posso desencarnar. >> [risadas] >> E aí você fica achando, não, eu tenho tempo de vida, tem muita vida pela frente.

Ah, eu podia fazer isso agora, mas eu vou esperar aposentar. Quando eu aposentar, eu vou ter tempo. Aí depois de aposentar, não, eu poderia fazer isso agora, mas eu vou esperar minha neta crescer, que agora eu quero curtir minha neta a doidado. Não dá tempo, não dá tempo. E aí você vai levando.

Depois não tem mais saúde, não tem resistência, não tem eventualmente condições por uma razão qualquer, de fazer o que você achava que teria tempo para fazer. E o tempo urge. Razão pela qual fica a dica. Faça, se possível o melhor ao seu alcance em favor de um mundo melhor e mais justo hoje. Já não adia esse projeto.

Isso é muito importante, penso eu. É a minha opinião, tá? Você não precisa concordar. Bom, deixa eu falar agora do assunto do papo, que eu acho importante, porque não se passa impunemente pela maior crise do Supremo Tribunal Federal em 135 anos de existência, sem a gente de alguma forma tentar entender o que que tá em jogo, o que que tá em jogo a partir dessa experiência muito dura, muito mo difícil de eh lidar com essa situação na condição de brasileiros. Brasileiros.

Eu coloquei lá no stories a seguinte questão: autoridade não se impõe, se conquista, vale pro judiciário. Por que que eu falei vale pro judiciário? Porque o poder judiciário, como diz a frase popular, decisão da justiça, eh, não se questiona, se cumpre. Você pode até recorrer de uma decisão, mas enquanto o recurso não é julgado, vale a decisão anterior. Então, decisão da justiça se cumpre.

E aí quem é magistrado, quem tá na condição de juiz, principalmente na Corte Suprema, não basta ser honesto, tem que parecer honesto. Nós estamos vendo um tiroteio público, uma guerra aberta, uma um uma coisa horrorosa que tá acontecendo nesse momento, envolvendo dois magistrados que estão um acusando o outro e a Suprema Corte fica exposta. E aí eu pedi para vocês se manifestarem sobre esta opinião, essa situação, se de fato uma pessoa que está por ossos de ofício na liturgia do cargo eh se sentindo empoderada a ponto de achar que não precisa prestar contas ou não tendo a dignidade de se afastar do cargo enquanto há suspe Isso é muito grave do meu ponto de vista. Então vamos lá. Vocês participaram trazendo algumas questões que eu vou compartilhar.

Tatiana Bical Andrade diz assim: "Bom dia, vale total." Eu perguntei: "Vale pro judiciário, né?" Ela fala: "Vale total. Estamos cansados de tanta corrupção. Bom exemplo sempre. Esse cansaço narrado pela Tatiana é um ingrediente importante que eu não mencionei, não é algo inédito. A gente já tem situações que envolvem suspeitas ou desconfianças que não deveriam existir sobre qualquer pessoa que ocupe, ocupe um cargo público importante, porque todos são servidores, eles são pagos por nós.

E no caso de um juiz, de um magistrado, de alguém que ocupa a condição de ministro de uma Corte Suprema, que é mais importante, é o Tribunal Constitucional. Não pode haver suspeição, não pode haver ilação. O certo seria meu ver a pessoa espontaneamente se afastar do cargo. Eu quero contar rapidinho a história do governo Itamar Franco, que nomeou como ministro um grande amigo dele lá da República de Juiz de Fora, chamado Henrique Argrives. Houve uma investigação que levantou suspeitas sobre Henrique Argrieves.

Itamar Franco não hesitou. um minuto e afastou Henrique Argrives dizendo: "Eu acredito nele, mas não posso ter um ministro sob suspeita. Estou afastando Henrique Argives até que ele tenha a condição de se defender e provando a inocência retorne ao governo. Pois bem, ele ficou alguns meses afastado e quando voltou, voltou pela porta da frente. Não havia qualquer confirmação das pesadas denúncias que recaíram naquele período sobre ele.

elas se revelaram eh insuficientes, não havia provas e ele de fato voltou pela porta da frente, voltou a ser ministro, mas durante o período do processo, a suspeição sobre o ministro não recaiu sobre o governo. Esse é o ponto. Talita de Pires, a ética deveria ser o alicerce moral dos demais valores. fundamentais para tudo na vida. É isso.

É o norte magnético da bússola. Nós somos imperfeitos. Nós somos limitados. questões mal resolvidas no campo das nossas imperfeições. Nenhum de nós é perfeito.

Nenhum de nós pode se dizer 100% kit com o que se convencionou chamar de ética. Agora, ocupando um cargo público na condição de servidor do povo, em havendo qualquer suspeição no poder legislativo, no poder executivo ou no poder judiciário, que não se dê a essa pessoa poder, porque ela exerce primeiro artigo da Constituição, todo poder emana do povo e em seu nome nome será exercido. Então não, isso é muito sério. É uma condição de responsabilidade, de honra, que não pode ter qualquer mácula. Não é fácil a vida de alguém que ocupa um cargo público importante.

Não é fácil. Agora, quando há, eu tô tendo cuidado aqui de não dizer provas, tá? Mas quando há indícios muito robustos de que alguém feriu a ética na função, o afastamento se impõe em benefício da instituição. É a minha opinião. Sônia Fajar do Reis André, é triste ver a falta de moral e ética de quem deveria dar o exemplo.

O que fazer para mudar numa democracia? Nós, cidadãos e cidadãs, podemos e devemos cobrar pela probidade, contra improbidade, a probidade, a honradeza, a lisura, a transparência. A gente cobra, cobra. E a cobrança quando se irradia, quando viraliza, gera uma pressão, do meu ponto de vista, positiva em favor do que você tá defendendo aqui, Sônia. A ética, tá?

Sandra Basíli 1. Em época de ataques ideológicos ao judiciário e ameaças de golpe, prefiro não me posicionar. Sandra, é direito seu, não vou criticá-la por isso. Não é a minha opinião, tá? Eu acho que democracia é um uma condição privilegiada no mundo, dominada por tantos déspotas, tantos ditadores, tantas pessoas que não conseguem organizar as rotinas de um formigueiro numeroso de cidadãos que são diferentes entre si.

E quem tá na condição de líder não é para ser respeitado apenas por quem votou nessa pessoa, é por todos. E você dá demonstrações explícitas de que você honra o cargo que ocupa no Japão, por muito menos. Não é só o Japão que tem essa questão da honra que leva uma pessoa flagrada cometendo ilícitos ou suspeita de cometer ilícitos ocupando um cargo público. Ela sai rapidinho do ela sai, ela diz assim: "Tô saindo porque eu não não sou unanimidade entre os meus cidadãos. Há quem desconfie de mim.

Eu reconheço que tem muita gente que encontrou motivos para desconfiar de mim. que eu quero me declarar inocente, mas eu não tô à altura da função que me foi atribuída, porque é uma função pública. Eh, no Japão você só consegue entender a cultura nipônica a partir da honra. Honra é uma palavra chave para entender o que é ser japonês. Então, não raro no setor público ou no setor privado, vale para um ministro, vale para um CEO.

Se há suspeição, ele vai a público, cara. Ele vai a público e ele faz um gesto que aquela, né, a pessoa se curva diante do dos outros. E isso é uma é uma sinalização assim de eh respeito. Olha, eu causei decepção, eu frustrei expectativas. Então eu peço as mais profundas e sinceras desculpas por tudo que vocês acham que eu fiz, ainda que eu seja inocente ou tudo aquilo que de fato aconteceu e eu não tenho palavras para me desculpar.

Ó, é impressionante como no Brasil você conta nos dedos de uma mão quem já teria feito isso. Eu não tô conseguindo me lembrar agora quem fez. Olga Blau. E quando essa imposição autoritária se dá no trabalho por quem não respeita seus subordinados? Bom, o compliance é uma ferramenta que muitas empresas públicas e privadas têm usado para denúncias anônimas.

O funcionário se protege no anonimato, denunciando compli pelo abuso cometido pelo chefe. Se a empresa não tem compliance, porque não é grande o suficiente e a maioria das empresas no Brasil e no mundo não tem compliance, você pode denunciar, você pode procurar um advogado, se instruir juridicamente para dizer que que eu faço diante dessa situação. Você pode procurar o Ministério Público do Trabalho gratuitamente para obter alguma orientação jurídica. Como é que eu lido com uma situação de abuso moral, de exploração, de desrespeito no meu ambiente de trabalho? Eh, existem leis que protegem os funcionários que são alvo dessa situação, algo que você descreveu.

Você vê como informação é tudo, né? A pessoa que tem informação é uma pessoa que tem melhores condições de se proteger de violências como essa. [limpando a garganta] Maria Lúcia Moura, como sem uma postura ética e correta ter autoridade? A Maria Lúcia foi no cerne da questão que eu coloquei aqui. A autoridade não se impõe, se conquista, vale pro judiciário.

Meu pai, já falecido há muitos anos, tinha dois filhos muito, dois meninos dentro de casa, gente, eu e Daniel. Era uma coisa às vezes infernal, né? Vamos reconhecer dois meninos em casa, pequenininhos e rebeldes, assim, por natureza, aprontando todos. Eu não me lembro do meu pai gritar com a gente. E era interessante como muito tempo depois eu percebi que a autoridade do meu pai não era no grito, era na postura, né?

Como é que você é respeitado pelo que você é e por aquilo que as crianças percebem que você tem uma ascendência moral? Então, falou, tá falado, né? Eu acho isso muito interessante. Autoridade, se não vem acompanhada do respeito que você tem pela figura que tem um crachá pesado no peito, se essa pessoa não é digna daquela autoridade, ela não a fato, ela pode ter por direito, mas não tem de fato. Isso é muito triste em se tratando de uma Corte Suprema, de um Tribunal Superior Constitucional, como é o caso do STF.

Então, a respeitabilidade, a credibilidade, ela vem exatamente da postura da tua biografia. Não há mácula, não há sombras, não há suspeição, não há ilação, não há acusação formal. Você tá ali, você pode não gostar assim das decisões daquele magistrado falar: "Esse cara é, como é que ele votou isso?" Você pode questionar, mas você vai respeitar dizendo: "Bom, ele, eu discordo dele, mas ele tá lá, porque fez juiz tá lá, mas eu penso diferente." Não é isso, não é concordar. Autoridade não é você concordar sempre, é você respeitar a decisão de quem é a autoridade. Dizer assim: "Discordo, acho equivocado, mas eu reconheço que essa pessoa chegou onde chegou com mérito e é uma pessoa que até segunda ordem merece o meu respeito, ainda que nesse quesito eu não concorde", né?

Juei Mara, é verdade que quem precisa impor a autoridade ainda não conquistou o respeito? Olha, eu não gosto de generalizar as situações, mas eu direia que em boa parte dos casos sim, porque você pode ver que nos países autoritários, aonde o governante de ocasião se cerca de forças armadas, se cerca das forças policiais, assim, eh, não é a lei do porrete. Quem precisa do porrete para impor autoridade não tem crença em si próprio, não acredita no que fala, não acredita no que exemplifica, não tem poder de argumentação, não tá preocupado em eh burilar melhor as ideias que quer aplicar no seu governo de forma respeitosa com seu público para dizer: "Olha, Eu entendo que esse é o caminho. Eu entendo que essa é a prioridade. Eu peço a atenção de vocês para compreenderem a lógica que move as minhas decisões.

Agora, quando você já começa assim de forma arrogante, num tomalista, né, assim, pá, comigo é assim, é da Odess, é 880, aí você já tá ali vendo que não apenas, como você falou, a imposição da autoridade pode se dar pela força, mas pelo tom de voz, quem berra o tempo todo. tá se escorando nos decibéis, né? Tá querendo intimidar pelo grito. E quem usa desse expediente perdeu na largada do meu ponto de vista, porque quem tem bons argumentos vai gritar por quê? Por que que você precisa gritar?

Para pensar. Não é algo um tanto atávico que alude ao período do reino préominal, o reino animal. Você vê como muitos animais no reino animal, uma estratégia de defesa de muitos animais ou mesmo de ataque para atemorizar as vítimas é o grito. É fazer uso do som. o som que tá comunicando algo para intimidar quem te escuta.

Então, uma pessoa que grita para defender ideias é uma pessoa que cujas ideias talvez não sejam defensáveis minimamente sem o grito. O grito intimida. Então você fala: "Tá bom, tá bom, [risadas] que que eu faço para você não gritar mais?" Ah, é aceitar o que você tá falando, então eu aceito. Não berra mais, não. É o berreiro que é uma coisa infantil, né?

É uma coisa muito, eu diria, rudimentar, assim, mostra fraqueza. É um sinal de fraqueza e debilidade apelar pro grito. A autoridade não se impõe, a autoridade se conquista. Quem quer exercer autoridade do ponto de vista ético e moral, aplicando no exercício da autoridade uma regra que você não precisou gritar para defender, você tá no bom caminho. Quando você grita, amigo, você perdeu na largada.

Já perdeu. Cintim Lopes. Autoridade com ética, justiça e moral. Vale para tudo. Muito escassa essa autoridade nos dias atuais.

O Brasil é um país onde há muito conflito de interesse. Quem tá no cargo público atendendo o interesse privado, poder executivo, poder legislativo, poder judiciário, isso é um câncer que precisa ser extirpado. O Brasil não é o único país do mundo nessa situação, mas por aqui não pode haver o a impunidade. Por aqui não pode haver o ambiente da impunidade. Em relação a Daniel Vorcaro, que é o banqueiro que protagonizou a maior roubalheira da história do Brasil a partir do Banco Master, é importante dizer que para mim tá muito, é muito feliz a definição de Daniel Vorcaro quando diz: "Ele comprou quem estava à venda em Brasília".

Perceba a sutileza dessa frase. Daniel Vorcaro comprou quem tava à venda, ou seja, quem não tava vendo, ele não conseguiu aliciar, porque a gente só tá falando de quem conseguiu macular a própria biografia, deshonrar a própria família e mais cedo ou mais tarde vai se vem apuros com a justiça brasileira e de Deus, porque se vendeu. A gente só tá falando de quem se vendeu. Você já parou para pensar em quem não se vendeu? Não merece ser notícia também?

E quem não se vendeu? E quem Daniel Vorcaro se aproximou, aliciou, mas não não conquistou nada. Essas degravações do celular do Vorcaro certamente vão apresentar tentativas de aliciamento que não se consumaram e essas pessoas merecem ser elogiadas. Um cara rico para burro se aproximou de você com intenções ilícitas num ambiente aparentemente eh protegido e eh favorável à sua independência financeira, mas por meios condenáveis ética e moralmente. E você disse não.

E você disse vai te catar. Desculpa que é a expressão vai te catar porque dá vontade de dizer na hora, né? Tipo assim, camarada, é sério que você tá falando? Você tá achando que eu sou o quê? Como é que você vem me oferecer isso aqui desse jeito, dessa forma, achando que eu sou alguém vulnerável a esse assédio absolutamente imoral?

sombrio, escatologicamente criminoso. Você é um criminoso. Isso que você tá fazendo é crime. Bom, vamos lá. Marisa Nunes, vejo com muita apreensão a situação do Brasil.

Penso que só Deus poderá resolver. Olha, Deus delega, Deus terceiriza, Deus confia a nós a função depuradora do saneamento básico da política, da economia, das relações sociais. Eu vou falar de setembro amarelo no papo das 9 especial de domingo, já vou dizendo. A gente vai falar da prevenção do suicídio e de outras coisas alusivas à saúde mental. Todas as religiões importantes do Oriente ou do Ocidente, as mais importantes, eh, entendem que o suicídio é um erro aos olhos de Deus.

Entretanto, eles acontecem. Por que que Deus não impede uma pessoa de cometer suicídio? Para pensar nisso. É o que eu tô querendo dizer. O livre arbítrio é soberano.

Nós precisamos aprender com nossos acertos e nossos erros. Então, se temos um Supremo Tribunal Federal enfrentando a pior crise de sua história em 135 anos, porque supõe-se que alguns ministros realizaram movimentos ilegais e, portanto, não estão aptos a cumprir a função que deveriam honrar no Supremo. Como é que a gente desata esse nó? Essa é, essa é a pergunta. Ah, Deus resolve.

Não, Deus delega, Deus terceiriza, Deus inspira, Deus protege, Deus tá lá na torcida dizendo assim: "Vai, meu filho, você já sabe o que é certo e errado. Você já aprendeu. Se não aprendeu, caiu em tentação, se esborrachou, mas eu te amo." Essa história do do amor indistinto de Deus sobre todas as criaturas também algumas lideranças religiosas não compreendem. Nós somos ainda crianças espirituais no nível evolutivo, muito suscetíveis a deslizes éticos e morais, mas não podemos tolerar no exercício, principalmente de uma função pública, alguém que se encante com rotas ilícitas de enriquecimento ou de favorecimento. Não é com Deus esse papo.

Esse papo é entre nós. É a minha opinião, tá, Marisa? É a minha opinião. Não precisa achar que eu tô falando uma verdade definitiva, porque eu não estou falando nenhuma verdade definitiva. Tô manifestando uma opinião, tá?

Renata Pedrosa diz assim: "Acho que eles perderam a noção de ética". É, isso ficou evidenciado em outros momentos, né? Houve debates transmitidos ao vivo pela TV Justiça de dois ministros do Supremo dizendo, mas a gente não pode fazer nada. A gente não pode comprar ações de uma Petrobras que vão dizer que as nossas decisões aqui podem eventualmente favorecer a Petrobras e a gente vai ser acusado de estar favorecendo a empresa onde temos ações e vamos ter dividendos. Será que não confiam?

no poder discricionário de um ministro da STF. Não basta ser honesto, tem que parecer honesto. Não pode comprar ação da Petrobras, não, cara. Nem de outra empresa. Eu tô vendo Petrobras, que foi o exemplo usado.

Não pode comprar ação nenhuma. Isso devia tá no código de ética. Pô, eu tô organizando um evento ou então aceitei carona para ir de jatinho para um outro lugar. Evento pago, tá? Ah, eu tenho uma empresa que faz isso aqui fora.

Não posso fazer isso, pô. Não, não pode. Mas não pode. Por quê? Porque poderá haver conflito de interesse.

Pode ter empresário comprando eh matrícula, né, pagando a mensalidade do curso oferecido por esse magistrado e bota muita gente dizendo assim: "Tô levando toda a minha empresa para fazer o curso que Vossa Excelência está oferecendo, coisa e tal". O ministro de ocasião que faz isso, ele pode até dizer: "Eu não tô nem aí, caiu no Supremo para eu julgar. Eu não quero saber quem é aluno do meu curso ou não é. Aplicareia a justiça da forma que eu achar melhor. OK, mas não pode.

Mas não pode. Por quê? Porque haverá suspeição. Aí você vai reclamar: "A vida é dura de ministro?" Não, não é dura não. Não, não é dura não.

Vida dura é do brasileiro que ganha salário mínimo ou depende de Bolsa Família. vida dura é de quem não consegue num país tão desigual ascender profissionalmente porque não consegue pagar um cursinho preparatório de Enem para entrar no nível superior, porque nesse país o ensino ainda em boa parte do Brasil, não todo o Brasil, ensino público nos grotões do Brasil, não em todo o Brasil, em alguns lugares do Brasil, ainda é tão ruim que você ambicionar eh um curso superior e tentar de alguma forma construir uma carreira com melhores oportunidades no mercado, com salários mais atraentes, não está essa condição aberta a todos. Isso é uma vida difícil. Isso é uma vida difícil. Verônica Coelho Galvão, para mudar qualquer lei, até mesmo pro judiciário, é preciso o Congresso, aí fica difícil.

Por isso que eu sugiro sempre, desde que começou o papo das 9 lá na pandemia, que você na hora do voto escolha com muito critério, muito cuidado em quem você vai votar para ir ao Congresso. depois não reclama, tem que fazer, eu diria, se você já não tem um candidato afinado com você, faça a pesquisa ou pergunte para pessoas que você acha que estão mais informadas, mais bem informadas sobre esse universo político. Renata Évora, por que é mais rápido destruir do que construir uma imagem de credibilidade? Nossa, eu não sei. Mas eu acho o seguinte, a credibilidade quando você a conquista não é mais do que obrigação, porque você significa que você tá fazendo a coisa certa.

É meu, eu tô tentando responder a você de bate pronto. É uma questão que requer alguma imersão assim pra gente dar uma resposta à altura da profundidade da pergunta. Mas eu acho o seguinte, quando você tem credibilidade é porque você tá fazendo o que se espera de você. É como se não houvesse mérito em agir com correção. Percebe?

Você não faz mais do que obrigação de que não ser corrupto. Você não faz mais do que obrigação do que tentar fazer da melhor maneira possível o seu ofício. É tua obrigação. Agora, quando você pisa na bola, diz assim: "Ah, você não podia ter feito isso". Então, talvez, Renata, seja essa resposta.

Por que é mais rápido destruir do que construir uma imagem de credibilidade? É que a imagem da credibilidade tá associada àquilo que se espera de você. Não, não, não se reconhece tanto o mérito, porque você já tá ali fazendo o que se espera de você, ainda que aquilo seja digno de elogio, falando assim: "Ah, ninguém é igual a você. Ah, porque você faz de um jeito que ninguém faz, mas é o que se espera de você. Você já construiu aquela imagem, aí você dá uma derrapada, seja ela qual for, o mundo cai em cima da tua cabeça.

Por quê? Porque você contrariou expectativas em relação a uma imagem que vinha sendo construída de alguém que tá fazendo a sua parte, alguém que tá lá, ó, seguindo aquele caminho. É uma ideia, tá, Renata? Boa pergunta. Recoutinho.

André, o judiciário precisa fazer para o que o judiciário precisa fazer para conquistar o respeito da sociedade? Eu acho que afastar os juízes sob suspeita, porque no jornalismo, vamos pegar minha categoria, o jornalista que não tem credibilidade, ninguém vai perder tempo lendo ou ouvindo o que ele tá escrevendo e falando, porque ele não tem credibilidade. Ele perdeu credibilidade. credibilidade e a moeda forte do jornalismo. Para você, eu diria, dar valor à reportagem que foi feita por aquele profissional, é porque ele construiu credibilidade no exercício da sua função.

Então, um juiz, o magistrado que não tem credibilidade, ele não está apto a exercer a função para qual ou a função preípoa, usando a palavra que transita com muita recorrência no âmbito do judiciário. A função precípoa um juiz é estar acima de qualquer suspeita. ou não. Para mim tá muito claro que é isso. É isso.

Afastamento. Vai se defender fora do tribunal em se confirmando a sua inocência verificar se é o caso de voltar ou desculpa, já foi. Seguir viagem, porque o Supremo não pode ficar desfalcado. Já tá faltando um juiz lá, né? tá com menos um.

Você afasta mais dois, mais três aí. Bom, é, é o desafio. Senhor Faquim, oremos pelo senhor Faquim. Tô falando sério, não tem ironia não. Oremos por ele, porque ele é o presidente da Suprema Corte nesse momento.

Ele tem o poder decisório, ele define a agenda, ele define os ritos que terão lugar a partir de agora. já deu aí cco dias de prazo pros ministros que estão se degladiando, mais a Polícia Federal, mais a procuradoria geral da República se manifestarem. Ele já deu esse prazo, decisão dele. Então veja, Edson Faquim precisa ser objeto alvo aqui das nossas melhores vibrações para que ele tome as decisões acertadas em defesa da instituição. É a minha opinião.

Tatelinho encerra aqui as questões dizendo: "A conquista da autoridade se dá através do respeito". Respeito, cara. respeitabilidade, uma palavra que diz muito e eu já falei muito. Então, com todo o respeito, me despedirei de vocês agora desejando uma sexta-feira de serenidade, consciência, atitudes positivas, que a gente siga em frente da melhor maneira possível. Domingão teremos um papo das 9 aqui, primeiro domingo de setembro, setembro amarelo.

O que teremos a dizer sobre isso? que vamos falar sobre o mês da valorização da vida, da prevenção do suicídio, que que importa saber sobre esse assunto e de que jeito junto. Papo das 9 fica gravado no YouTube, no Instagram ele é desmaterializado, mas a vida segue. Obrigado pelo carinho e atenção de todos. Até a próxima.

Se Deus quiser,