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A frenética neurose urbana sobre duas rodas | Papo das 9 #1071

Assista ao vídeo completo de André Trigueiro: A frenética neuroso urbana sobre duas rodas. Conteúdo publicado no canal oficial de André Trigueiro.

Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)

Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Quem me chamou? Quem vai querer voltar pro ninho e redescobrir seu lugar? para retornar e enfrentar o dia a dia, reaprender a sonhar. Você verá que é mesmo assim։ Que a história não tem fim. Continua sempre que você responde sim.

A sua imaginação. Arte de sorrir cada vez que o mundo diz não. É uma das músicas mais lindas do Guilherme Arantes que na voz da Maria Betânia brincar de viver. Assim, a arte de sorrir cada vez que o mundo diz não é uma felicidade no arranjo das palavras de forma poética para aquilo que resume uma filosofia de vida que eu acho da maior importância. Então, meus amigos, minhas amigas, sejam todos bem-vindos.

Vamos brincar de viver. Vamos exaltar a condição aqui de encarnados ainda nesse plano de passagem. É verdade, mas enquanto estivermos por aqui, quem tá vivo tá em missão. Haverá algo a fazer em seu favor do seu aprimoramento, da sua sabedoria, alargando o conhecimento, exercitando o amor, a paciência, a tolerância, a compaixão, a misericórdia, né? tanta coisa pra gente aprender.

Uma vida é pouco tempo. Isso é papo de reencarnacionista. Vamos ver o que que o Minutos de Sabedoria nos traz hoje. Qual é a informação? Qual é o insight?

Qual é o convite, a reflexão que faça sentido para nós? E cada um haverá de ter a sua leitura, a sua interpretação. Então eu vou pedir aqui a bênção, vou pedir a assistência dos amigos invisíveis que se compadecem de nós, conhecem profundamente as nossas limitações, as nossas imperfeições e ainda assim quando reconhecem uma sinceridade de propósito, é a minha crença, eles estão por perto e nos ajudam. Então, que eu seja aqui uma ferramenta útil, um meio adequado, um instrumento fiel a essa reflexão que a gente vem a fazer no dia de hoje, aonde vai dar, para que lado vamos, não sei, mas eles sabem. Eita, Deus.

216 é a mensagem do livrinho que diz o seguinte: "Expulse de seu espírito todas as lembranças tristes. Será que remoer os erros vai conseguir sarar o mal que já houve?" Não. Quanto mais revolver em seu coração as tristezas do passado, mais vai sofrer sem resultado nenhum. Dirija sua mente às recordações alegres, aos momentos felizes, aos fatos agradáveis do passado. Acenda a luz para que as trevas desapareçam.

Bom, há 70 anos atrás, quando veio ao mundo esse livro, pastorino já falava de forma direta ou indireta de saúde mental, da importância da gente ter o comando do pensamento, o vigiai e orai do Cristo colocado de forma muito pragmática. Você tem um poder, faça uso dele. Então, em se percebendo, acessando memórias tristes, deprimentes, deploráveis, que machucam o seu coração, não seja um torturador de si mesmo. Isso não faz sentido. Não seja alguém que dilapida as próprias fibras mais íntimas que precisam ser resilientes para te proteger de você mesmo.

Então, a gente precisa fazer a nossa parte. A gente quer ter o melhor, a gente quer ter saúde integral, a gente quer ter paz de espírito, a gente quer ser feliz. A pergunta é: o que você e eu estamos fazendo? Não é só hoje, não é só agora nesse momento. É sistematizar esse procedimento, esse protocolo.

Eu vou cuidar de mim toda vez que eu lembrar que eu tenho esse poder de cuidar de mim. Então, vigiai, e orai, fica ligado, fica em alerta, porque basta um segundo de invigilância, um minuto que você amorteça esse compromisso com você. mesmo para você eventualmente se sentir inclinada ou atraída a acessar o arquivo de memórias que não acrescentará rigorosamente nada, não haverá nenhuma contribuição, não haverá nenhum valor de você ficar espezinhando uma memória, uma lembrança que definitivamente não te favorece. Já aconteceu aquilo, já tá posto, é daqui paraa frente. Se você me perguntar, André, mas você tem memórias tristes que de vez em quando você acessa e se deprime?

É claro que a resposta é sim. Todos temos. Qual é a pergunta seguinte: o que que você faz diante dessa situação? Eu, graças ao bom pai, porque eu já não sou jovem. A gente tem que aprender alguma coisa na vida ou algumas coisas que são úteis.

Uma delas, não persista no modo autodepredação, auto flagelação, né? Não acrescenta em nada a coisa alguma. E é interessante que do ponto de vista espírita, vou abrir esse parêntese, você não precisa acreditar nisso, mas eu acredito, por isso vou falar. Eu acho que é um conhecimento útil. Haverá aqueles que dizem assim: "Eu tenho uma memória muito triste porque eu me sinto culpado." Então eu eu ao me lembrar disso e me sentir culpado, ao provocar em mim um estado depressivo, eu tô espiando essa dor.

É como se eu tivesse me depurando. Isso é fake news espiritual. Esquece. Essa dor não te livra, não te torna melhor, não te depura, não te purifica. Isso não faz sentido.

Pelo contrário, aquela ferida que você fica cavucando, cutucando o tempo todo, ela não cicatriza e ela pode piorar. Então, não é paraa gente ficar mexendo nesse passado doloroso. O que passou, passou. Todos erramos. Todos temos nossos estoques de memórias tristes, de memórias que não favorecem a nossa autoestima e que, por vezes, para não dizer quase sempre, impedem que a gente faça o que Pastorino tá recomendando na mensagem 216.

Quanto mais revolver em seu coração as tristezas do passado, mais vai sofrer sem resultado algum. Aí vem: "Dirija sua mente às recordações alegres, aos momentos felizes, aos fatos agradáveis do passado. Acenda a luz para que as trevas desapareçam. Mas claro, impossível!" E essa é a nossa reflexão de hoje. Muito bem, seguindo em frente, eu vou recomendar um livro que eu acho primeiro, o autor é um amigo que eu tenho que meu reitor na PUC, padre Josafá Siqueira, em parceria com Lel Antônio Carlos Júnior, eh, biólogo, né?

Olha que gracinha. Eu eu acho esse assunto tão exótico e na nessa configuração de exótico, ele me atrai. A inteligência no mundo dos insetos. A inteligência no mundo dos insetos. Neste livro, os autores contemplam o mundo dos insetos com o objetivo de mostrar que esses pequenos invertebrados possuem comportamentos inteligentes que podem fascinar não apenas os estudiosos da entomologia, mas também o grande público que na maior parte das vezes desconhece a grande contribuição prestada por esses seres vivos ao nosso planeta.

O objetivo dessa publicação é popularizar aquilo que muitos estudiosos e pesquisadores têm nos deixado como legado após anos de pesquisa na área entomológica, olhando agora o mundo dos insetos na perspectiva sistêmica da inteligência. Então aqui na orelha do livro, os autores dizem assim: "Se as borboletas nos encantam com suas asas multicores, se as abelhas nos ajudam na alimentação, se as formigas nos fascinam com a sua vida social, certamente outros anônimos insetos têm muito a nos ensinar com as suas vidas frágeis e seus comportamentos inteligentes. Aqui tem de tudo, gente. Aqui tem eh percevejo, cupim, cigarra, louva a Deus. Tem os insetos estão todos aqui.

E a gente por vezes até usa a palavra inseto para tentar ofender alguém. Você é um inseto. Você é um inseto. E dependendo do inseto, quem é entomologista, né, o especialista em ceto, vai dizer: "Muito obrigado, muito obrigado." Porque na área da ecologia é muito interessante como a gente vai reconhecer a partir do conhecimento científico que cada pequeno ser, por mais desprezível que aparente, por mais insignificante que pareça, ele cumpre uma função estratégica no equilíbrio e na resiliência do todo. Então aqui nesse livro há a informação baseada em ciência de como cada pequeno ser desse se organiza e como é importante.

Do meu ponto de vista, você lembra que outro dia eu apresentei um livro sobre nuvens? Tinha um livro eh com fotos categorizando cada tipo de nuvem e a vida do cara, ele era apaixonado por nuvens. Aí você vai dizer: "André, isso é cultura inútil, pelo amor de Deus, nenhuma cultura é inútil. E o conhecimento ele indistintamente vai em diferentes direções, permitindo que a gente tenha um gradiente de informação que é a chave para compreender a teia da vida, né? Se você acredita em Deus, e não é só no espiritismo, qualquer Deus, em qualquer entendimento, ainda que não tenha vinculação com a religião, seja o teu Deus.

Eu acredito em Deus, mas é no meu Deus. Deus é o criador, né, cara? Então, Deus está por trás de tudo. Então, perceber a beleza dessa complexidade, dessa imensa diversidade de situações da vida e do universo, né, é uma coisa fantástica. Isso vale pros insetos.

Eu particularmente gosto muito das cigarras, sabe? Porque elas são, primeiro gostosas de ouvir. Eu gosto do canto das cigarras. Segundo, me apraz a ideia de que enquanto houver o canto da cigarra, há esperança, porque elas são muito sensíveis a certas variações mais intensas do clima. E aqui no capítulo reservado às cigarras, o capítulo diz assim: "Uma maneira inteligente de emitir sons estridentes." Inseto cicadídeo, depositam seus ovos no interior dos ramos e galhos das plantas.

Dias depois, as formas denominadas ninfas descem árvores e penetram na terra, onde passam muitos anos em processo de desenvolvimento e mudanças. Essa fase é certamente mais longa do que a vida adulta das cigarras. E no processo final de mudanças, as cigarras sobem nos troncos, rompem o exoesqueleto. Tem uma mudança aí de eh o envoltório da cigarra, ela se livra disso e se tornam adultas para poderem cantar, reproduzir e fazer a diferença sinfônica. Aí há uma explicação detalhada como ela produz esse som, qual é o mecanismo dentro daquele serzinho que permite que esse som propague para muito além.

Na cultura popular, os cantos das cigarras são sinais das chuvas que se aproximam. Aí fala das canções inspiradas nas cigarras, na sociedade em que vivemos, acostumada com os ruídos e barulhos. Os sons oriundos da natureza nos alertam sobre os cuidados que devemos ter com outros seres vivos que estão ao nosso redor, convidando-nos a cuidar de toda a criação existente na nossa casa comum planetária. A inteligência no mundo dos insetos. Josafá Carlos de Siqueira.

amigo ex-reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio, Lelis Antônio Carlos Júnior, edições Loiola. Então, é um livro terapêutico. O mundo e o Brasil com tanta confusão, escândalos, guerras, disputa eleitoral com aquela intensidade visceral e você lendo sobre os insetos. [risadas] Claro, você não vai se desinformar sobre qualcora, mas é um momento de trégua, né? Então, a leitura ela nos salva, ela nos permite a melhor frequência e isso não é pouca coisa.

Eh, lembrando aqui, já que estamos exaltando a ciência, bombou o papo das 9 do último domingo. Quem não viu, por favor, acesse. Tá lá no YouTube. Negacionismo mata. E a gente trouxe vários elementos para questionar o negacionismo climático, o negacionismo que inspira o movimento antivacina e o negacionismo que defende a tese absurda de que as redes sociais não devem ter qualquer regra ou regulação porque elas se autorregulam.

Então, baseado em evidências, a gente contesta o negacionismo climático baseado em evidências. A gente contesta o negacionismo do movimento antivacina baseado em evidências, a gente questiona a tese absurda de que as redes sociais se autorregulam. Ai, socorro, socorro. Não. Então, confere lá.

E o meu amigo Mateus de Volta Redonda, cara, gente boa para burro, ele que me colocou no Spotify voluntariamente, falou: "André, papo das tem que ir pro Spotify, não sei se vocês sabem, tá lá. Eu acabei de gravar a versão diet do Papo das 9 de domingo pro Spotify e ele vai publicar amanhã, quinta-feira, essa versão diet. Hoje no Spotify a gente vai colocar a nossa resenha hoje aqui no papo das integral. Dica de hoje. Dica de hoje.

Previna-se da neurose urbana no trânsito, potencialmente agravada pela multiplicação colossal de motocicletas e bikes elétricas nas cidades. É impressionante a quantidade de acidentes que estão vitimando, causando óbitos ou sequelas eventualmente irreversíveis em jovens nas grandes cidades. É impressionante o desrespeito às leis do trânsito. A minha sugestão é que você previna-se do desgramento do caos no trânsito e procure fazer bem feita a sua parte. Porque faz a diferença, especialmente nos momentos de turbulência.

E e eu nunca vi, por exemplo, o trânsito do Rio de Janeiro tão tóxico, tão nocivo, tão ameaçador, como eu tenho visto nesses dias. desrespeitam sinal, sobem nas calçadas, andam na contramão, predominantemente, mas não apenas, motocicletas ou aquelas aqueles autopropelidos que são aquelas bicicletas mais turbinadas. Então, a gente precisa, é a minha opinião, você pode não concordar, mas eu preciso falar. Eu sou ou me considero um bom observador. No jornalismo, a gente tem que prestar atenção nas coisas.

a gente tá alcançando um nível, eu diria, muito perigoso, que metaforicamente revela o desapreço e o desrespeito pelas leis em geral, assim, uma perda da credibilidade das regras que norteiam a vida em sociedade, né? Então você, ah, ninguém tá, ah, eu vou pegar aqui a contramão. Não tem ninguém agora para me multar, não tem. Deixa eu, eu ligo o pisca alerta e vou vendo o que que dá. Eu fico impressionado e, infelizmente, eu vou dizer isso com muito cuidado, porque cada caso é um caso, eu não vou generalizar.

O sistema de entregas rápidas de delivery, ele remunera melhor que entrega mais rápido. Então você estimula a partir do desempenho da performance de entregas rápidas que o motociclista vá muito rápido, o mais rápido que ele puder. Isso não é legal, isso precipita acidente. Uma outra questão, nem todo motociclista ou ciclista no autopropelido é um bom condutor, se é que me entende. Isso vale pro carro também, mas eu tô falando de algo que vem na proporção da multiplicação em escala geométrica das motocicletas nas cidades.

Você tem percebido? Isso se deve também à falência do transporte público de massa. O transporte coletivo não funciona, a pessoa vai se virar, eu não culpo. Ela descobre a motocicleta dizendo assim: "É melhor isso do que eu não tenho como pagar táxi, muito menos aplicativo de transporte. Então vou dar o meu jeito.

Meu jeito é juntar dinheiro para pagar uma moto. Essa pessoa nem sempre é uma boa condutora e ela representa risco para si próprio e para os outros. aqui no Rio de Janeiro, ante-ontem, uma imagem muito chocante. O motociclista na contramão atropelou um menino que se desgarrou, não sei se era mãe ou era uma acompanhante, ele foi atravessar a rua e aí a motocicleta na contramão atropelou o menino e fugiu, né? Então, temos questões muito, muito delicadas que envolvem a necessidade de você promover educação no trânsito, de você mutar motoristas e motociclistas infratores, você inibir esse tipo de prática, porque ela tá crescendo e ela nos alcança e nos atinge.

Deixa eu então reproduzir aqui pegando carona no stories do Instagram as questões que vocês trouxeram a partir dessa reflexão, tá? Quer dizer, o que que nós podemos ou devemos estar atentos na hora em que percebemos o caos no trânsito. Eu eu sou muito cuidadoso em usar a palavra caos, porque você pode banalizar o uso da palavra caos. Caos é uma coisa muito séria. Caos é uma absoluta falta de ordem.

Então, quando eu tô usando a palavra caus, eu quero dizer que eu não tô exagerando, não é uma figura de linguagem. Pelo menos na cidade de São Sebastião, do Rio de Janeiro, o trânsito está um caos. E esse caos foi agravado, ele foi agravado exatamente por essa frenética neurose urbana sobre duas rodas. Foi o assunto sobre o qual eu pedi que vocês se manifestassem. Vamos aqui reproduzir as questões trazidas por vocês no quadradinho lá do stories.

Chris Talhofer é insuportável, André. Moro no bairro Barreto em Niterói. É uma loucura o barulho das motos. Glia F está demais, inclusive em calçadas, passeios. Nós idosos e crianças temos que andar na rua.

A calçada também não é um lugar seguro. Sandra Basil 1. André, apesar dos problemas, os motoserviços não movimentam economia. A gente não tá discutindo a utilidade, a importância de existir o que você tá chamando de motoserviços. Isso não tá sendo considerado por mim.

A questão é quando você coloca a agilidade, que seria o menor tempo de entrega do que quer que seja, uma pizza, uma refeição, uma mercadoria qualquer. você contrata aquele serviço, aquele serviço, os aplicativos de delivery, vamos chamar assim, até onde eu sei, eles t as eles valorizam a entrega rápida. Você ganha mais dinheiro quando faz mais entregues e você recebe algum tipo de punição ou sanção. Você já vai não vai ganhar o que você esperava ganhar se você atrasar ou se você não fizer a entrega no tempo previsto. E aí temos questões muito delicadas assim que são as manobras radicais, as ultrapassagens temerárias, o desrespeito à regras básicas do trânsito, como não subir na calçada, como não avançar o sinal ou semáforo.

Tudo isso quando é um ou outro já é preocupante. Quando é boa parte, eu não vou dizer a maioria, boa parte fazendo, nós estamos eh adentrando numa situação muito complicada, que é a da desmoralização completa das leis do trânsito, porque aí o motorista, mesmo quando tá no carro, vê um monte de moto atravessando o semáforo, cinário, vai dizer: "Por que que eu vou ficar aqui? aqui. Por que que eu vou parar a respeitar o sinal ou o semáforo? Tá todo mundo passando aqui na minha frente sem respeitar.

Essa semana hoje é hoje é quarta-feira, foi segunda-feira, eu fui dar uma caminhada ou foi domingo. Acho que foi domingo, fui dar uma caminhada, né? E aí tem um um sinal, eu vou falar sinal, não vou ficar falando sinal semáforo o tempo todo. Eu sou do Rio, vou falar sinal, mas eu sei que tem outras palavras que designam isso. Aí eu fui atravessar o sinal, passou uma menina, cara, mas assim, bem próximo de mim, no autopropelido, que é aquela bicicleta elétrica de pneu grosso.

Eu devo confessar a vocês, não sei se isso é bom, mas o que que eu fiz? Ou foi o que eu fiz. Não falei nenhum palavrão, mas ela passou, falei: "Ou [grito] tipo assim, emiti um sinal sonoro de repúdio aquele desregramento que aconteceu literalmente na minha frente. Acho que a moça levou um susto, que ela também falou: >> [risadas] >> Parecia cumprimento da idade da pedra, né? Ou ou não, não era cumprimento da idade da pedra.

Eu falei: "Ou tipo um sinal de [roncando] repúdio, de protesto, oh". E ela levou um su falou: "Oh, e seguiu viagem". A gente não pode perder de vista que as regras existem por uma razão muito simples. A gente tá falando agora do da inteligência no mundo dos insetos. É, é, é deplorável.

Eu como homo sapiens sapiens tem que reconhecer que nesse quesito os insetos dão de 10 a 0 na gente. Quando você vê a organização de um formigueiro, aqui fala-se da organização do formigueiro, quando você vê a organização de um cupinzeiro, aqui fala dos cupins extremamente articulados, organizados socialmente, e há um intenso fluxo na cidade das formigas, há um intenso fluxo na cidade dos cupins. E as regras de trânsito desses insetos são cumpridas. Por isso que eles são resilientes, por isso que eles sobrevivem a adversidades muito importantes. Por isso que eles conseguem se manter íntegr.

Eles se protegem na organização social. Você vive em sociedade, a sociedade precisa ter regras básicas de convivência. Regras básicas de convivência. senão você começa a depredar a convivência. Sem regra.

Cintian Lopes, assustador, preocupante, muito arriscado para todos. Teria como mudar isso? Olha, essa é uma questão importante, Cíntia, porque do meu ponto de vista não se muda isso sem uma um ambiente que haja fiscalização e punição para os infratores, senão prevalece o quê? A impunidade. A impunidade é a senha para repetição do crime, da infração ou do erro.

Você se sente livre, leve, solto para avançar sinal. toda vez que você quiser. Se você subir na calçada, não vai acontecer nada. Se você andar na contramão, não vai acontecer nada. Eu já vi, eu fiquei horrorizado e já vi algumas vezes, para ser sincero, motociclista olhando no celular, provavelmente no aplicativo que sinaliza o destino que ele quer quer chegar, andando de motocicleta de olho no celular.

É assim, que o que que eu vou falar? Ele tá representando o risco para ele e pros outros. Nós tivemos esse dado, eu não vou apresentar como um dado consolidado. Olha o cuidado que eu tô tendo em relação à ciência que eu falei domingo. Então não tome por uma verdade inquestionável o número que eu vou dar aqui, que não é um número, é uma é uma projeção.

um dos candidatos a governador do estado do Rio essa semana na campanha, ao ser sabatinado, manifestou preocupação com isso quando questionado pelo repórter e disse que esse é o dado que eu prefiro não assinar embaixo porque eu não chequei esse dado, mas essa pessoa que de público compartilhou o dado, imagino que ela tenha a segurança de estar compartilhando algo bem apurado. A informação é de que dobrou o número de internações na rede pública de saúde de jovens motociclistas. Porque a uma coisa é você bater com carro. O carro de alguma forma é a tua armadura, a tua blindagem. Vai ter airbag, vai ter o cinto de segurança.

A moto não, cara. Você bateu, se desequilibrou, caiu, nem precisa estar numa velocidade alta. Você vai se esborrachar e você pode ir a óbito. Ah, mas eu tava 40 por hora. É, mas você caiu e bateu com jeito na cabeça que quebrou o pescoço.

Você não tava com capacete bom. Capacete rachou, a pancada foi forte no meio fio, pegou aqui. Babau. E aí temos um número muito impressionante de jovens. Isso eu vi fazendo reportagem, ó.

nem tava esse nível absurdo de pessoas desrespeitando o trânsito sobre duas rodas no Into, Instituto de Traumato Ortopedia aqui no Rio de Janeiro, no quilômetro eh número 500 da Avenida Brasil, onde era o Jornal do Brasil, onde eu trabalhei na rádio JB, transformaram aquilo no Into. Eu me lembro de ter ido lá e os médicos, isso já, isso foi pré-pandemia, os médicos já falavam, aumentou absurdamente o número de jovens que a gente tá aqui pelo SUS colocando metal, platina. É cara a cirurgia para fazer a reconstituição de um membro. Esgarçou o fêmor, tem que tirar o osso e botar platina. E de repente esse jovem, se for um politraumatizado, você não consegue recuperar totalmente os movimentos e ele entra na fila dos pensionistas aposentados, melhor dizendo, por invalidez, jovem de 20 e pouco poucos anos, um jovem que vai ser um peso pra própria família, porque a aposentadoria por invalidez não vai livrá-lo.

de uma vida difícil, porque ele tá lá sequelado. Ele tá sequelado. Isso quando não tem um abalo no sistema nervoso. Eu tô vendo aqui, vocês estão toda hora falando de lugares aonde as coisas estão acontecendo, como eu tô descrevendo do Rio de Janeiro aqui. É algo então que tem um caráter nacional.

É, é uma coisa importante. Adriana Argolo, minha amiga aqui do Rio de Janeiro. Velocidade, pressa, tensão, competição por espaço e sobrevivência no caos urbano. É uma definição jornalística que ela botou os tópicos. Iranir Gomes 55, você não concorda que o povo deveria colaborar reciclando seu lixo?

Ela foi para uma outra direção, mas não tem problema. Eu faço isso há 20, 25 anos. Eu acho que isso é o mínimo que um cidadão consciente deve fazer. separar do que você acha que é tudo igual, lixo, papel, papelão, vidro, plásticos e metais e dar a destinação inteligente. Se a sua cidade faz coleta seletiva, que coloque na porta da sua casa ou do seu prédio no dia da coleta, se a sua cidade não faz, descubra uma cooperativa de catadores ou um catador autônomo que possa se interessar pelo seu resíduo.

É, Cláudia Aguiar 311. O descontrole é sobre o trânsito, com ou sem rodas? Sem respeito. Verônica Coelho Galvão, será que alguém vai conseguir organizar? Nós precisamos cobrar isso.

De prefeitos e vereadores paraa legislação ser mais rígida. Nós devemos cobrar isso no ano eleitoral dos candidatos a governador e a deputado estadual. é legislação e aplicação da lei, operação casada. E por que não colocar isso no radar dos candidatos a presidência e dos candidatos a deputado federal ou senador, né? Maris Rael é trabalhador, né, André?

Aflitos, desesperados, correndo atrás. É assim a vida deles. É claro que a gente entende, eu coloquei isso muito claramente quando os aplicativos de delivery estabelecem suas regras, mas não obrigam quem queira trabalhar com entrega, mas remuneram melhor quem entrega mais. Então, subjacente a esse, entre aspas, contrato de trabalho, porque não tem contrato nenhum aí. Inclusive esse jovem que se precipita fazendo as entregas dessa maneira e a maioria absoluta deles é homem, é impressionante.

A maioria absoluta são meninos, são jovens. Se ele se esborracha no chão, ele tá por pela própria conta. Não tem cobertura, não tem, até onde eu sei, que é uma pressão grande para que haja seguro, que haja uma cobertura. Até onde eu sei, isso não acontece da forma desejada. Mas veja, mais uma vez, eu entendo perfeitamente, eu eu tenho que ter e acho que tô tendo aqui o cuidado de não fazer um julgamento sem considerar as circunstâncias e os fatores que determinam essa pressão por velocidade e por imprudência.

Agora existem os motoqueiros ou motociclistas que respeitam as leis do trânsito e eles também ganham por entrega rápida. Por que que uns cumprem, outros não cumprem? Se coloca no lugar de alguém que tá no semáforo ou no sinal parado, tem entrega, ele tá de olho no relógio, caramba, eu tenho que entregar rápido para ganhar mais. se coloca no lugar dele, respeitando as leis, vendo vários coleguinhas vum vum vum vum vum vum vum passando. É uma resistência moral, cara.

É uma resistência moral. Você fala: "Eu não vou ceder a tentação de entregar mais rápido, não vou fazer isso". Então veja, a gente não pode também achar que por existir uma um contexto trabalhista, digamos assim, né, de melhor remuneração para quem entrega mais rápido. E aquele emprego não é o emprego dos sonhos daquele jovem, mas é o que pintou e ele precisa pagar as contas. Eu entendi tudo isso, mas daí a legitimar a infração, a imprudência, o risco que isso representa pro próprio ou para os outros à sua volta, não dá para passar pano.

Não dá, não dá mesmo. É, Edna Vieira Gonçalves. Fui motoqueira de 1999 a 2016, até sofrer a depressão e medo de pilotar, mas ainda ei de voltar. Bom, Edna, saúde para você e eu espero que ao voltar, que de 2016 para cá são 10 anos, muita coisa mudou, Edna, preciso te dizer. Então, prepara o teu coração e, principalmente todos os mecanismos e protocolos de segurança, porque se você voltar 10 anos e comparar com o que tá hoje, eu ousaria dizer: "Tá muito pior o trânsito, muito." E quando eu falo o trânsito, o trânsito somos todos nós, mesmo quem não tá dirigindo nem carro nem moto, mas você é pedestre.

O trânsito te alcança quando você vai andar pela calçada e alguém tá ali na calçada, uma bicicleta, um autopropelido ou uma motocicleta, você é alvo. Quando você atravessa a faixa de pedestre num sinal e alguém for o sinal, isso te alcança. Então, veja, quando eu tô falando aqui da questão do trânsito, eu não tô falando só de quem é motociclista ou motorista. Todos nós somos trânsito. Somos trânsito.

E todos nós precisamos ser voz ativa na busca por soluções. Não dá para normatizar o absurdo, não dá para tolerar o caos, não dá para passar pano para a frequência das infrações, senão a gente não cumpre um papel que eu acho que é nosso de exercício da cidadania exigindo punição exemplar e fiscalização. Ah, mas ele repara que foi a pergunta que foi feita aqui, André, mas coitado, ele tá lá precisando juntar dinheiro para pagar a conta de luz que tá atrasada, a geladeira tá desligada, ele precisa fazer o dinheiro para pagar, gente. Claro que a gente entende, o problema é normatizar isso e dizer: "Não, ele que tá devendo conta de luz, deixa ele barbarizar no trânsito, significando o risco, repito, para ele próprio e pros outros, porque ele tá com a conta de luz atrasada". Não, aquele outro ali que não tá conseguindo pagar o aluguel e tá ameaçado de ser desalojado, não mexe com ele, deixa ele correr para pagar as contas dele.

Coisa Eu tenho dificuldade de normatizar o absurdo. Eu acho que a gente precisa fazer de outro jeito. Não dá pra gente sempre contextualizar. Percebe? Eu tô na rua, aí roubam o meu celular na rua.

Aí eu vou dizer: "Coitado, esse daí tá vindo de um lugar assim aonde não houve uma educação decente, não houve uma escolaridade atenta, né, uma uma escola, uma instituição de ensino suficientemente preparada para suprir o que em casa ele não recebeu, como se isso fosse possível. Às vezes é, às vezes não. Cada caso é um caso. Aí a gente começa, entendeu, a entender que todos os crimes ou delitos, por terem uma história triste por trás, são passíveis de uma anistia ou de um perdão. Eu não quero aqui passar a imagem de alguém intransigente, insensível, mas foi o próprio Jesus quem disse a Deus o que é de Deus, a César o que é de César, o que é interpretado por alguns teólogos como sendo.

Existem a lei dos homens, as leis dos homens e as leis de Deus. A ambas cumpre a nós a obediência e seguir. Isso precisa ser considerado, percebe? Eh, e aí a gente precisa ter o cuidado de reconhecer e a justiça costuma ter esse cuidado, os atenuantes para o cometimento de um crime, porque eventualmente existem os atenuantes. Se a pessoa é flagrada, é presa, você fez isso, tá errado.

Aí o advogado levanta a ficha e diz: "Doutor, o senhor sabe que a mulher dele precisa fazer uma cirurgia de emergência e ele não tem dinheiro para pagar porque ele não tem plano de saúde e pela fila do SISG, pela fila do SUS, não vai dar tempo. Ele já pleiteou na justiça a urgência, mas ele não conseguiu. Então, no desespero, ele fez o que fez. Eu não tô, eu não tô aqui fazendo o juízo de valor desse caso que eu tô dando como exemplo. Nem sei se é o melhor exemplo.

O que eu tô dizendo é que para cada caso haverá sua apreciação e a sua, o seu contexto. Eu entendo isso. Mas veja, viver em sociedade significa ter regra de convivência. E quando você, na suposição de que todo entregador tem uma vida difícil, portanto todo entregador tem a prerrogativa de avançar sinal, subir na calçada, ultrapassar a velocidade máxima permitida e fazer tudo isso que eu tô com vocês refletindo, porque isso aumentou num nível quase de insuportabilidade. O que que a gente vai falar?

Qual é a solução? É o que vocês estão perguntando o tempo todo. Qual é a solução? Para e pensa. É preciso fazer alguma coisa.

Tá muito esquisito. A gente tá num momento muito de anarquia no trânsito sobre duas rodas, principalmente, mas não apenas. Cláudia Barro 0302. André, não seria necessário uma campanha maciça de conscientização dessa turma? É sempre importante campanha educacional, é sempre importante campanhas que mostrem o risco de não seguir as leis do trânsito.

Só as campanhas, eu tenho dúvidas se resolve, para ser sincero. Helena Massurk, por que não há para eles que andam na contramão e nas calçadas? Porque não há para eles, eu imagino que seja aplicação das leis, né? É a impunidade, certo, Helena? A gente tá falando aqui da impunidade, que é um problema, é uma chaga, é algo que a gente não deveria permitir.

E eu vou pegar a carona na impunidade para mencionar o assunto do dia desde ontem. Portanto, é assunto de ontem e continua sendo o assunto de hoje. tem a ver com impunidade, que é o escândalo envolvendo um ministro do Supremo Tribunal Federal flagrado, trocando mensagens, mas as mensagens dele, ministro do STF, não foram reveladas, apenas a de quem fez contato com ele, que é o maior criminoso financeiro da história do Brasil chamado Daniel Vorcaro, que teria contado com favores, com assistência de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Isso precisa ser investigado, isso precisa ser elucidado. Ocorre que não basta ser honesto, a gente precisa parecer honesto.

e a conduta de algumas pessoas que estão posicionadas nos cargos mais relevantes da República, não apenas no poder judiciário. É preciso dar o exemplo, esse exemplo de conduta, de ética, de prestar muita atenção com quem você convive, que propostas você aceita, que negócios você eventualmente não vê problemas em participar. Porque veja, no jornalismo aonde eu transito, essas regras existem. Vou dar um exemplo só para vocês entenderem. Etticamente eu não posso oferecer consultoria nem pro setor público, nem pro setor privado.

Alguém vai dizer: "Nossa, André, você tá quase 40 anos trabalhando com jornalismo, especialmente focado em meio ambiente e clima. Eu já recebi várias propostas, várias mesmo, para fazer uma reunião com a diretoria dest daquela empresa ou um determinado grupo ligado à política para dar subsídios a uma proposta de campanha eleitoral. Eu falei: "Não, por quê?" Porque eu sou jornalista, cara. A minha função é essa. Enquanto jornalista, eu não posso ter posicionamento em favor de setor público ou setor privado.

A minha ajuda é como jornalista. Eu vou fazer reportagens, séries especiais, vou compartilhar nos livros que eu tenho, todos eles com direitos autorais cedidos para organizações filantrópicas. É outro cuidado que eu tenho. Assim, eu posso ajudar, vou ajudar. Eu não quero que ninguém tenha qualquer motivo para dizer, ele fez essa reportagem para favorecer aquela empresa onde ele foi consultor.

Vejam o cuidado. Eu sou jornalista, ó, e trabalho pro setor privado. Nem é um cargo público. Agora veja, uma pessoa que ocupa um cargo público em qualquer setor da República Federativa do Brasil não pode descuidar das relações estabelecidas no dia a dia com outras pessoas físicas ou jurídicas. Simples assim.

A gente precisa ter esse cuidado. Se você tem dificuldade, eu pode ter isso, de entender o que eu tô dizendo, veja como outros tribunais superiores, outros governos, eu tô falando do poder executivo, outros parlamentos, eu tô falando do poder legislativo em outros países são muito mais cuidadosos em relação às relações perigosas. Ah, pinta lá no jantar, vai estar um pessoal legal. Não, não, não, não posso. Olha, vai ter uma viagem.

Por que que você não vem com a gente? Você vai ter um jatinho te esperando lá. Vai ter um programa super legal. Vamos fazer degustação de whisky, charuto, diabo. Não, não, não, não posso.

Ei, você não quer assinar o prefácio do livro que eu tô fazendo. Você vai dizer: "Quem é você? Que que você faz?" >> Um simples prefácio. Você vai estudar quem é o autor, vai dizer assim: "Eu quero ter o meu nome vinculado com alguém que pode ser até meu amigo, pode ser uma pessoa muito confiável, muito legal, ética, pode ser uma pessoa top, mas essa pessoa ao me convidar para fazer o prefácio do livro, eu não tô falando e André, não tá? Tô falando, eu tomo esses cuidados também.

A gente precisa ter esses cuidados sempre. Eh, mas uma pessoa que ocupa um cargo público tão relevante é nos pormenores, é nos detalhes que você vai verificar se há um zelo com o cargo que você ocupa, porque o cargo é público e você precisa honrar essa posição que você ocupa, não aceitando favores, não aceitando recursos, não aceitando contratos, não aceitando doações, não aceitando Nada, nada, não quero nada. Como é que você conseguiu meu telefone celular, cara? Não liga mais para mim não. Não tenho nada a conversar com o senhor ou com a senhora.

E se quiser ser recebido por mim no gabinete, eu vou colocar isso na ata lá. Não é ata, né? tem o a programação, a agenda do dia. Você mostra pra sociedade. Eu, ministro do STF, hoje minha agenda é pela manhã estarei despachando no Supremo.

À tarde receberei as visitas já programadas do representante da Confederação Nacional da Indústria, do senador Fulano de tal, que tá querendo conversar comigo sobre um tema que o plenário do Supremo haverá de apreciar não sei quando. as claras, as claras, tudo, porque é um servidor. Quem ocupa cargo público em qualquer instância, municipal, estadual, federal, é um servidor público. Nós pagamos o salário dessas pessoas e elas são remuneradas para servir ao Estado brasileiro. E para bem servir ao Estado brasileiro é preciso não apenas ser honesto, é preciso parecer honesto.

Não pode haver qualquer suspeição, não pode haver qualquer ilação, não pode haver qualquer denúncia grave ou acusação que esta pessoa que representa o setor público não tenha as devidas condições de rechaçar, dizendo: "É leviana acusação, ela não faz sentido algum. Eu tenho todas as evidências aqui para demolir esta acusação. Esta denúncia não faz o menor sentido. Quando você tem o rabo preso e não consegue se defender, você não está pronto para exercer a sua função. Porque por mais honesto que você seja, o fato é que você perdeu a credibilidade.

As pessoas não acreditam mais, as pessoas não têm mais confiança, né? Eu acho que a gente precisa ter esse cuidado sempre de prestar atenção no que é fazer um concurso para qualquer cargo no serviço público. Você faz concurso para professor numa universidade pública. Você passa, você precisa honrar o salário que a população paga para você ser um bom professor. Porque aí tem uma questão que me incomoda, não quero entrar porque isso é um vespiro da estabilidade.

O cara falta, o cara fica pegando licença toda hora, o cara é a favor de greve, uma atrás da outra. No final da história, a carreira do cara às vezes é aquela de um professor que não conseguiu honrar o cargo porque ele ficou ali entretido com tarefas. extras não vinculadas à atividade fim, mas eu não quero ir por aí. Eh, perdoem-me aqui se me me alonguei falando de algo que me parece muito simples. Em última instância, a gente precisa ter um zelo.

Todos nós somos imperfeitos, eu sou imperfeito. Todos nós erramos, eu erro. A probidade, esse cuidado, essa vigilância para você não se misturar com aquilo que não é ou não lhe pareça adequado, ético, não lhe pareça correto, é obrigação de todos nós, especialmente quem ocupa cargos públicos importantes. Fiquem com Deus, tudo de bom, força, coragem e fé. Sigamos em frente.

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