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A “magia do Natal” existe? | Papo das 9 #986

Minutos de sabedoria 139 Indicação de leitura Café da manhã com os Orixás Sugestão de doação Casa Social de Cáritas.

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Bom dia, bom dia, bom dia. Tá começando mais uma live ao vivaço aqui direto do meu Cafofes em Laranjeiras, já embicado na linha divisória de 2025 para 2026 nas proximidades do Natal, que é um tema que a gente vai hoje aprofundar um pouquinho, se existe de fato uma magia do Natal ou isso é uma retórica para ajudar a movimentar o comércio. essa época do ano, como é que você passa esse momento do calendário dentro da perspectiva do Natal? É algo positivo? É algo indiferente? É algo que te deixa mais para baixo? A gente vai um pouco por aí hoje e com recomendações bem legais assim de leitura. Fica ligado, o Papa das 9 tá começando com a gente também sintonizando.

Sintonia é uma palavra chave em diferentes tradições espiritualistas, porque a força do pensamento, ela não é subjetiva. Nós irradiamos frequências magnéticas que se alinham com frequências compatíveis. Então, a sintonia explica muito qualidade de vida, maior propensão à saúde ou à doença, aproveitamento melhor do tempo enquanto a gente tá por aqui nesse planeta, qualidade do sono, capacidade de se relacionar com outras pessoas, produtividade no trabalho, não desperdício de energia com que não vai te dar propriamente Ah, recompensas, retornos. Então, isso aqui é um exercício de sintonia, tá? A gente tá se apropriando de mensagens edificantes que não são lidas como receita de bolo.

Não funciona assim, não é automático. é a gente o que as palavras estão transmitindo e esse exercício é o exercício da sintonia, razão pela qual peço ajuda aos amigos invisíveis nesta manhã de sexta-feira aqui no Rio ensolarada e muito quente. E que a gente possa aqui, com a ajuda desses amigos, me apropriando da obra do Carlos Torres Pastorino, ser um meio adequado, uma ferramenta útil, um instrumento maleável aos propósitos de quem acima de mim está no comando desse projeto. Vamos lá, para onde vamos? E, fui aqui, ó. 139. Estude sua própria personalidade. De nada nos valerá o conhecimento de todas as ciências do mundo, de tudo que está fora de nós, se não conhecermos a nós mesmos.

Estude sua alma, que é seu verdadeiro eu, que se reflete em sua personalidade exterior. Nosso corpo é a projeção de nossa alma. Conheça a si mesmo para viver uma vida consciente e feliz. Nossa, essa mensagem guarda a relação com o que eu falei antes. De improviso, não me preparei para falar de sintonia. baixou aqui, porque a gente precisa estar sintonizado com o nosso eu verdadeiro, íntimo, nossa essência. Eh, essa relação, ela é determinante da taxa de sucesso ou fracasso de uma encarnação. Os espíritas gostam de repetir algo que para nós é caro na doutrina, que é: estamos aqui para promover a reforma íntima, que é o burilamento do nosso ser. não é admissível, pelo menos para quem se diz espírita, mas isso não é exclusividade do espiritismo, atravessar uma existência sem que a gente dê passos consistentes na direção da nossa qualificação ética, moral, espiritual, emocional, intelectual.

A gente precisa fazer uso das ferramentas ao nosso alcance. para avançar na senda evolutiva. Essa é uma visão que resume algo que é muito caro aos espíritas. Estudar a própria personalidade é algo interessante, né? Porque nós temos uma identidade espiritual que atravessa a linha do tempo. É uma mesma identidade espiritual. Se eu só acredito numa vida, eu tenho a mesma identidade espiritual desde que eu nasci. É a minha essência, o meu espírito. Se eu sou reencarnacionista, eu tenho em todas as minhas existências na Terra a mesma identidade espiritual. é o que me singulariza no reino da criação. Agora, várias personalidades, cada existência traz diferentes papéis, palcos, circunstâncias, né?

E aí você tem aspectos do seu ser que vão sendo estimulados para serem percebidos e burilados. Então, a experiência de ser rico ou ser pobre, de ter saúde ou passar pela doença, diferentes cores de pele, diferentes gêneros sexuais, porque em essência o espírito é assexuado. É bom dizer isso. você pode ter a prevalência na resolução espiritual de uma energia masculina ou feminina, mas eh nós essencialmente enquanto espíritos imortais não temos sexo como na condição de encarnado dentro do reino da biologia mamífero de sangue quente. Aqui a gente tem essa configuração. Mas enfim, isso é outra história. onde eu quero chegar é, existe uma diferença entre identidade e personalidade.

A, o estudo sugere aqui, ó, a página, estude sua própria personalidade. Isso é reforma íntima. E quando você estuda a própria personalidade, você está estabelecendo a sintonia consigo próprio. E isso é o a cereja do bolo. Aí diz: "De nada nos valerá o conhecimento de todas as ciências do mundo, de tudo que está fora de nós, se não conhecermos a nós mesmos". Eu tô me lembrando aqui da literatura espírita quando diz que dirigentes espíritas, sabedores da doutrina, palestrantes, que realizaram muitos trabalhos na Terra ligados ao movimento espírita, ao desencarnarem encontravam-se em situação deplorável.

Porque a razão pela qual aquela encarnação foi planejada não era que a pessoa virasse um tijolo dentro de uma estrutura institucional. Isso tem o seu valor, mas o principal objetivo era enquanto o tijolo, ter o domínio dessa estrutura dentro de si, aplicá-la, usá-la como ferramenta evolutiva. Não é só reproduzir de cor salteado passagens do evangelho, fazer preleções, palestras iluminadas, inspiradas, escrever livros, qualificar-se, eh, eventualmente até na academia ter uma formação robusta. Que uso você tá fazendo desse conhecimento em favor desse auto burilamento dessa reforma íntima, empoderando virtudes, desidratando as imperfeições.

É disso que se trata, porque às vezes você vai encontrar nas pessoas muitas qualidades intelectuais, muito conhecimento. O que tá sendo dito aqui é de nada nos valerá o conhecimento se não conhecermos a nós mesmos. Mais uma vez, ó, estude sua alma, que é seu verdadeiro eu, que se reflete em sua personalidade exterior. Estude sua alma. Gente, isso é muito sério. Eu eh sempre valorizei aqui a oportunidade para quem pode de fazer terapia, mesmo que você não esteja vivenciando um momento difícil, uma crise. Por quê? Porque a terapia permite o autoconhecimento. É uma ferramenta muito qualificada, muito sofisticada para você saber melhor quem você é.

E o olhar técnico de um psicólogo, de uma psicanalista, tem diferentes rotas terapêuticas que ajudam a gente a ter melhores condições de compreensão de quem somos. Isso não tem preço. Nosso corpo é a projeção da nossa alma. Então, às vezes a gente eh, por exemplo, eu vou abrir meu coração aqui. Eu tô passando por uma semana de enfrentamento. Um problema de saúde que não é grave, mas a me atrapalha porque eu uso a minha voz. Então, a expectoração quando é muito atrapalha. a fala, né? Aí você vai dizer: "Ah, isso aí acontece cois tal".

Eu, sinceramente, na minha crença não dissocio esse probleminha, vamos chamar assim, tantos problemas de saúde tão mais graves e complexos, mas isso, claro que tem um componente de uma disfunção energética minha. Tem alguma questão associada? É como eu faço a leitura, você não precisa concordar. Então, uma pessoa que consegue, é raro, mas manter-se sempre numa voltagem, numa frequência, numa sintonia que permite a fluidez da sua energia vital, uma, eu diria, psicosfera sadia, onde ela não se abala onde ela não ou não é que ela não se abala, ela é mais resiliente a situações que podem ser ofensivas ao seu equilíbrio dinâmico.

Ela abre campo para manifestações que podem comprometer a saúde num nível bem básico, num nível mais grave de integridade física metabólica. É a minha compreensão disso, tá? Vocês não precisam concordar. Então, Pastorino encerra: "Conheça si mesmo para viver uma vida consciente e feliz. Conhece-te a ti mesmo", diziam os sábios da antiguidade. "A gente precisa valorizar essa oportunidade de, ao se conhecer, valorizar o que você é, não se pautar pela agenda dos outros, pela prioridade que os outros enxergam em você. não se medir pela régua dos outros, saber qual é o tempo que você reserva para você fazer o que você entende que seja o mais importante.

E quando isso não é possível, construir dentro de você eh a melhor forma de lidar com contrariedades, chateações, infortúnios. Isso para mim sintetiza uma das questões mais relevantes do aprendizado que a gente deveria ter em vida nesse planeta, nesse momento. Mais uma vez, para quem tá chegando pela primeira vez aqui, Papo das 9, a gente sempre abre os trabalhos abrindo ao acaso um livro com mensagens edificantes, fazendo aqui uma breve digressão, sem que a minha opinião sobre essa página expresse a única forma de interpretá-la. Você pode até discordar de tudo que eu falei, não tem problema não. Aqui o meu objetivo é estimular você, se possível todo dia a reservar 2 minutos. para ler, ver como aquela leitura bateu dentro de você, refletir sobre as palavras e as ideias nela nelas contidas e seguir tua vida sem ser autôm, sem ser alguém que tá seguindo o fluxo.

Mais um no rebanho, seguindo o movimento de manada, sem autonomia de voo. Cara, em termos evolutivos, para você conquistar o livre arbítrio e a consciência são milhares e milhares de anos na ruminância evolutiva em diferentes momentos dessa jornada. Valorize onde você chegou, valorize a condição evolutiva que você já alcançou. Vamos lá reproduzir aqui um livro que foi lançado numa livraria que foi inaugurado na minha rua, na esquina da minha rua. É muito legal isso. Quando estavam fazendo obra de uma lavanderia ali, eu falei: "Ué, lavanderia não, não deu certo, que que vão abrir aí?" Aí eu falei farmácia, né? Porque vou te contar, aqui tem uma farmácia a cada 50 m. Essa loucura.

As pessoas em vez de investirem na reforma íntima, os desconfortos são objeto de substâncias, né, que você vai procurar na farmácia. Uma loucura isso. Mas enfim, não abriram uma livraria que é sim a farmácia espiritual [risadas] e lançaram, eu não fui no lançamento, eu tava no trabalho, uma amiga muito querida me deu de presente, o autor tava lá, o autor eh me fez uma dedicatória. Eu não conheço pessoalmente, mas eu fiquei muito feliz com o livro. Olha que loucura isso aqui. Café da manhã com os orixás. Loucura, porque tem a ver com o papo das na todo dia abrindo mensagens edificantes. Só que aqui a ideia muito legal do João Tocumbó Carneiro. O João Tocumbó Carneiro é esse rapaz aqui, ó.

Ele é sacerdote das religiões afro-brasileiras. No meio religioso é conhecido como Odetocumbó, iniciado no candomblé pelo escritor e sacerdote Armando Aquitund Valado. Há três décadas está ligado às religiões afro-brasileiras, é doutor em ciências da religião, mestre em filosofia e pós-graduado em psicologia iunguiana e teologia afro-brasileira. Então veja, é interessante. O Brasil é um país realmente interessante, porque até onde eu sei, na minha ignorância, não é a minha praia, não é o o lado da espiritualidade que eu cultivo, embora tenha muitos amigos e respeite muito, Candomblé, Umbanda, mas a tradição era oral, isso não era colocado em livros, né? de geração para geração se passava esse conhecimento.

E a gente passou de uns tempos para cá ver pessoas que são seguidoras ou tem funções sacerdotais importantes nessas tradições com um currículo acadêmico robusto. meu ponto de vista, na minha ignorância, trata-se de algo novo, considerando na linha do tempo essa tradição. Acho muito interessante isso. Então, qual é a proposta do livro? É isso que eu quero dizer. Café da manhã com os orixais, guia de reflexões para cada dia do ano. Então, cada dia do ano, e o João fez o livro inspirado nisso. O livro, gente, tá recomendado aqui, ó. Eh, só para vocês saberem, a apresentação é de um professor emérito da Universidade de São Paulo, Reginaldo Prand, tá?

Ah, e tem aqui o Luís Antônio Simas, que é muito conhecido aqui no Rio, particularmente, que também é professor, um historiador muito identificado com as tradições populares, com samba. a história do Rio de Janeiro. Ele ele por vezes na rede social faz anúncio de aulas abertas em botiquim. Eu acho isso tão interessante, discutindo ah folclore, as raízes históricas de certas questões que a gente banaliza no dia a dia. Eu acho isso muito interessante. Mas vamos lá. Cada dia do ano com o seu orixá aí. Meu dia é o dia 30 de julho, meu aniversário. E aí o autor fez aqui a dedicatória no meu dia de aniversário, né?

André Trigueiro, sou admirador do seu trabalho, muito aché hoje e sempre junto com Bneiro. E aí que que aparece no dia 30? Xangô. Xangô. Aí todas as páginas do livro tem um orixá daquela data e o João faz o resumo na mitologia da figura desse orixá, né? A história do Xangô tá descrita aqui. E aí depois ele sempre faz uma proposta de reflexão. Reflita. Ó, a história de Xangô mostra que a desobediência pode ter consequências, mas também pode levar à descoberta de nossos próprios poderes. Xangô, apesar de sua teimosia, possui uma força de personalidade que o torna único e admirado.

A figura de Dadá, que foi criado por Dadá Xangô, representa o amor incondicional de uma mãe e a importância da proteção na infância. O mito de Xangô e o fogo apresenta uma narrativa sobre a formação de um herói marcada pela desobediência, pela força e pela descoberta de seus poderes. A personalidade é moldada por uma combinação de fatores, incluindo genética, educação e as experiências de vida. Aí vem o João, ele faz isso com todos os orixás em todos os 365 dias do ano. Como você pode encontrar um equilíbrio entre a coragem e a prudência quando recebe conselhos de pessoas que se importam com você? Como pode aproveitar essa sabedoria da melhor maneira? Aí tem a palavrachave #independência.

Os orixás associados changô dadá ou batalá. Tá aqui, gente, assim, você vai dizer assim: "André, por que que você tá abrindo espaço no Papo das 9 para uma tradição que não é aquela que você segue? Principalmente quem conhece o Papo das há mais tempo, a gente vai completar daqui a pouco 6 anos, né, cara? 6 anos. Começou na pandemia. eh já me viu aqui mostrar, indicando paraa leitura obras, livros das mais diversas tradições espirituais, das mais diversas, evangélica, católica, candomblé e umbanda, budista, eh, islâmica, judaica, livros de rabinos. Porque a minha compreensão é tão simples assim, não fui eu quem inventou isso, mas para mim faz muito sentido.

Nenhuma tradição por si resume toda a verdade. A beleza do jardim de Deus está na diversidade das flores. Cada religião ou tradição resume um aspecto da compreensão dessa luz que vem do alto. Todas as tradições ou religiões têm o seu valor, a sua importância. E quando a gente percebe isso, a gente ganha. Eu como espírita identificado com o trabalho de Kardec, só tenho a ganhar quando acesso informações sobre a mitologia dos orixais associada ao candomblé. Porque isso é cultura. Isso, do meu ponto de vista, como tentei aqui dizer, resume um aspecto da verdade universal. Toda a tradição resume. É, é como se fosse uma filtragem da luz em diferentes nuances. Eu acredito nisso.

Você pode não acreditar, não tem problema. Então, agradeço aqui ao João, agradeço a todas as pessoas que fazem um trabalho de esclarecimento, iluminação, inspiração. O mundo precisa disso. A gente precisa dessa luz brilhando em diferentes frequências, intensidades e cores, alcançando o maior número possível de pessoas que ainda estão, talvez desconectadas de quem realmente sejam. Porque nós somos espíritos que animamos corpos e não o contrário. Nós estamos de passagem pelo planeta. a gente vem para esse mundo, passa por aqui e vai para outro lugar. Do meu ponto de vista, regressamos à pátria espiritual. E é importante a gente saber o sentido dessa desse movimento, né? O que que é isso aqui?

Que que é a vida? Que que eu tô fazendo nesse planeta? Que que me cabe fazer aqui? O que que eu devo prestar atenção? O que que eu devo priorizar? Eu acho que a gente tem muita coisa boa que precisa e vai dar tempo. Quem tá vivo tá em missão. Enquanto a gente tá aqui, a gente tem as condições estão postas pra gente fazer o que precisa sabe precisa ser feito, né? Eh, deixa eu encerrar essa primeira parte do papo recomendando, estamos no mês do Natal, ajuda a uma instituição que eu conheço, que eu eh já estive lá mais de uma vez, chamada Casa Transitória, Casa Social de Cáritas. fica no engenho novo aqui na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, são atendidas na Casa Social de Cáritas 50 famílias em situação socialmente muito, muito difícil.

Então tem pessoas em situação de rua, gestantes, crianças, adolescentes, enorme vulnerabilidade social. Então você vai ter segurança alimentar, por um lado, para quem tá precisando comer cursos, que é o lado mais bonito que me toca assim na casa. diversos cursos gratuitos para qualificar a garotada que não tem eh condições de buscar uma ocupação do seu tempo, em vez de ficar zanzando pela rua assediada essa garotada por milician ou traficante. Ela tem uma ocupação útil que vai ajudando nesse auto burilamento, balé clássico, eh, estamparia de camisa. Eh, tem a biblioteca comunitária. Primeira vez que eu fui lá, eu fui homenageado, tem o meu nome bonitinho.

Tem bibliotecária organizando lá os livros, incentivando a leitura dessa garotada. Porque não basta botar o livro ali, vai lá e lê se você quiser. Tem que despertar o apetite, tem que apresentar o livro, tem que descobrir qual é a melhor forma daquela criança, que que ela gosta de ler, qual é o assunto que ela tá mais interessada. Esse meio de campo, penso eu, é fundamental. Tem o bazar solidário, enfim, eles estão pedindo doações, tá? a casa transitória, porque eles moram moram eles ocupam um espaço que é de aluguel. Então tem a doação para ajudar nas obras sociais e tem parte expressiva da doação que é para pagar aluguel.

Então tem a campanha do tijolinho, que é para ver se eles conseguem fazer o arremate dessa casa, reduzindo as despesas regulares com aluguel, ocupando esse espaço da forma mais digna possível. Eu vou dar aqui o Pix e vou dar o telefone para quem quiser na na Vamos lá. Vou dar um monte de coisa aqui. Primeiro, quem quiser conhecer esse trabalho, dá uma olhada lá. Pessoal do Instagram, por exemplo, é casaditasudojunto. RJ.

O Pix para quem quiser dar uma força, é uma responsabilidade enorme em minha quando eu venho aqui, funciona, dá certo, é honesto, o seu dinheirinho, por menor que seja o valor, estará ajudando a reduzir injustiça social, desigualdade, exclusão, preconceito, abrindo caminhos, principalmente para uma garotada que precisa ter uma rota para seguir adiante. É muito sério isso. Tem tem são milhões de jovens no Brasil que quando não tão na escola e a escola nem sempre é um lugar estimulante que aguce talentos, desenvolva habilidades, né? Infelizmente você precisa ter outras formas de mexer com essa energia na fase mais importante da vida, do ponto de vista de disponibilidade, de fluido, né, cara?

As crianças e adolescentes são usinas de energia e não tem onde aplicar isso. Não estão aprendendo idioma, não estão lendo livro, não estão fazendo exercício, não tão aprendendo a cozinhar. Lá tem curso também na casa de culinária para ajudar mães a terem receita própria, sabe? Eu vou fazer quentinha, vou fazer lanchinho. Pix, contato Caritas, Caritas com C. contatocáritas @casadecaritas.org.br é o e-mail. Vou repetir. contatocáritas @casadecáritasudojunto.org.br. br é o Pix dessa instituição. Ajude a casa transitória a se manter e a sonhar com a sua sede própria, adquirir esse imóvel, não ficar pagando aluguel.

Quem quiser saber mais, além do e-mail que eu já dei e o Pix, eu vou dar o telefone aqui do Rio de Janeiro. Quem é do Rio não precisa botar 21, quem é de fora 21. 2499 3976. Vou falar de novo, 2 4997. Eu conheci esse trabalho a partir de um médium chamado Lairson, baita médium, que organizou com coração aberto esse trabalho, com a ajuda de outras pessoas. E ele desencarnou. Agora é o Daniel e outros colaboradores que estão à frente. Mas quando o Laísson partiu, muita gente falou: "Não vai, vai ser um desafio manter essa obra". E a obra tá se mantendo. O que sugere que, do meu ponto de vista, esses projetos sociais, eles são plasmados, idealizados antes da gente chegar aqui.

Alguns de nós somos usados ou são atribuídas funções a nós para ajudar a manter essas instituições. Só que ela tem vida própria, instituição, a gente tá de passagem. Então, Laíson, onde tiver, meu irmãozinho, que você esteja em paz e vendo sua obra dar frutos, porque ela tá no lugar que precisa. É uma área da periferia do Rio de Janeiro com muitas comunidades desassistidas e, infortunadamente delas dominada por criminosos. Então, a gente precisa, sabe, eh, em vez de ficar só criticando, ah, porque a violência, ah, porque essa garotada não tem opção, ah, porque não sei o quê, surge ensejo de ajudar. E aí, que que a gente faz? Bom, deixa eu contar antes aqui uma historinha para vocês.

Quem é de São Paulo vai entender o que eu vou falar. Não sei se vocês estão a par do que houve em São Paulo esses dias. Vocês estão à par do que houve em São Paulo esses dias? Vocês souberam que houve uma ventania acima de 100 km/h sem chuva. É um evento raro, é um evento extremo, é mais um indicador da crise climática se agravando. E aí, Dandré, que que teve esse vento? Esse vento deixou mais de 1.400.000 lares sem luz. Boa parte deles ainda sem luz, sem energia, a internet não funciona. Então, tá sem luz. sem internet, ruim para quem é morador, ruim para quem trabalha no varejo, no comércio, no mês de Natal, para quem espera o telefone para fazer entrega, delivery, restaurante, lanchonete, mercado, supermercado, os sinais ou em São Paulo, semáforos apagados um trânsito medonho colapsou Aviação civil.

Quem não é de São Paulo pagou um preço alto. Os aeroportos colapsaram por conta da malha aérea tá muito centrada no aeroporto de Congonhas e Guarulhos. Sem energia você teve suspensão, cancelamento e atraso de centenas de vooos. E aí, em várias partes do Brasil, a ventania fora de série, é literalmente fora de série histórica de São Paulo, não foi um problema só para São Paulo, embora os maiores estragos sejam recaiam sobre os paulistanos. Então, meus amigos, estamos falando de algo muito palpável, tangível. A crise climática já é, ela tá aí. E é bom você se dar conta de que ano que vem tem eleição. Não vote em negacionista.

Não perca seu tempo votando em quem não entende a ordem de grandeza, a gravidade da crise climática. A gente precisa preparar o país, os estados, os municípios, as pessoas, as instituições de saúde, as instituições ligadas à educação, a Defesa Civil, os sistemas de alerta. A gente precisa fazer muita, muita coisa, Os governantes não estão majoritariamente preparados pro que já é. as empresas e essa suspeita recai sobre a Enel, que é a concessionária de energia de São Paulo, também não estariam preparadas para lidar com isso. Só que isso já é. Eu só tô aqui reportando fatos aqui. Não tem achismo.

A gente, quem acompanha o papo das sabe que a gente tem maior cuidado aqui de dizer: "Olha, existe a possibilidade de existe uma margem eh grande da razão pela qual isso tá acontecendo ser isso." A gente é muito criterioso, muito cuidadoso. Esse evento de São Paulo, ele se consorcia em gênero de evento extremo com o desastre do Rio Grande do Sul. Você vai começar a ter uma coleção de situações que você vai procurar e dizer assim: "Mas isso costuma acontecer? Já houve antes algo parecido?" Tá? Fica ligado, porque a gente tem que mudar muita coisa para não expor a vida das pessoas como elas estão expostas hoje pela irresponsabilidade, imperícia, leniência, e o negacionismo.

O negacionismo mata. Não dê seu voto para quem não entendeu o que tá acontecendo e não será um bom zelador dos seus direitos. Minha opinião. Sigamos. E aí, tudo bem por aí, gente? Como é que tá o pré-natal de vocês? pré-natal que eu digo, não é um papo de gestante, pré festejos de Natal. [risadas] Foi a pergunta que a gente fez ontem no stories e vocês responderam. Achei bem legal as colocações. Mr. Anderson fez a seleção aqui de alguns comentários ou perguntas diante de uma questão que eu levantei, que é a magia do Natal existe. Você já ouviu essa expressão por aí, né? A magia do Natal. A magia do Natal. A pergunta que eu faço a vocês é: a magia do Natal existe?

Que que vocês colocaram aqui? Recoutinho de São Paulo. Voltou a luz aí. R. Teve alguém que lembrou aqui, não é só luz, é água. Por quê? Porque a água chega na torneira pressurizada, precisa de energia elétrica. As companhias de água, no caso de São Paulo, a Sabesp é a maior consumidora de energia da Enel. Quando não tem energia, você deixa de bombear água. Então, tem lugar sem água. Porque não tem gerador para suportar quando tem um blackout assim, uma coisa extensa, os geradores não dão conta, né? Tem essa. Então vamos lá. Recoutinho São Paulo. Com nossos atos podemos manter a chama dessa magia sempre acesa. Olha, eu tô querendo discutir a chama da magia, né? Mas vamos lá.

Mais uma vez, a gente falou muito no papo até aqui da necessidade da reforma íntima de você se conhecer, estabelecer contato consigo próprio. E quando você entende a importância de valores e princípios que são resgatados a partir da lembrança do nascimento de Jesus, do Messias na crença dos cristãos, você tem a oportunidade de não se pautar a lembrar desses valores e princípios apenas no Natal. Então, o que a gente chama de magia do Natal, que eu vou interpretar aqui livremente, tá r como uma maior propensão a ser bom. generoso, compassivo, misericordioso, benevolente, né?

Quando você introjeta para dentro de si a importância de praticar as virtudes preconizadas no evangelho do aniversariante do Natal, que é Jesus, você não vai, portanto, restringir apenas a esse período a chama dessa magia, que é o que você tá falando aqui. Então, sim. Com nossos atos podemos manter a chama dessa magia sempre acesa. É o que eu acho. Valneid. Valneid com W. Como sentir essa magia atravessando o luto. Mãe falecida há 5 meses. Eu entendo perfeitamente. Você quando eu perdi o meu pai num acidente de trânsito, esse acidente foi no dia 9 de dezembro. Eu não esqueço que esse primeiro Natal sem meu pai, dias antes, um atropelamento, não foi fácil. Festa familiar.

Papai quase foi padre, né? Foi foi um católico praticante, assim, né? Eu já contei aqui passagens engraçadas. Missa do Galo, né? Quando o Papa celebra a missa do Natal transmitida pela TV, o papai ele reproduzia na sala do apartamento, sentado no sofá. Quando na liturgia era a hora de ficar de pé, ele ficava de pé, acompanhando a missa com a TV ligada. Quando era hora de ajoelhar, ele ajoelhava. A gente era criança, olhava, falava: "É, tá bom". Portanto, o primeiro Natal sem papai em casa, pelas razões que eu expus, foi muito duro, muito difícil. Eu entendo você.

E você não vai forçar uma barra passando nesse primeiro Natal, sem uma pessoa querida que fez a passagem, segundo você disse, há 5 meses. Como se isso não fosse algo dolorido, né? Porque o luto ele tá em processo. Luto não é o luto eh ritualístico, sacramental, né? O luto é saúde mental, é a gente respeitar a dor da perda de alguém e cada um sabe a dor que sente. Então, cada um tem o seu tempo de depuração, elaboração dessa dor para que ela vá na linha do tempo sendo tratada, cuidada e vá arrefecendo. Não é que a pessoa deixa de fazer falta e não é que um dia você esqueça da pessoa, não. Essa dor vai continuar em certa medida existindo, mas com outra resolução. É outra coisa, né? é a dor que vai se transformar depois numa saudade doída e que depois vai virar uma lembrança gostosa.

Isso é processo. Então, o que que eu vou dizer para você quando você diz assim, né? Como sentir essa magia atravessando o luto de uma mãe falecida há 5 meses? Você vai descobrir o seu jeito de lidar com essa celebração, procurando em certa medida. Eu, se fosse você, eu detesto dar conselhinho, porque cada um é cada um. Então não, eu não tenho nem autoridade moral para ficar dizendo que faça isso ou faça aquilo, mas agora deu vontade. estivesse no teu lugar, tendo família, na noite de Natal, coloca a foto da sua mãezinha na mesa da sala e a família em torno da mesa, celebrando o Natal, pedir a Jesus, que é o aniversariante, que alcance a sua família. ele alcance a sua mãe onde ela estiver e que em diferentes dimensões essa troca de energias amorosas possa ter lugar com a bênção do mestre.

Porque a morte não existe, a sua mãe fez uma viagem para outra dimensão. A tristeza chega nela. Então é muito importante, penso eu, a gente administrar essa distância com o cuidado de ajudar quem fez a travessia, no caso a sua mãe, que também vai sentir falta da família no Natal, nesse plano mais sensorial, carnal, material, pessoal, né? Eh, a ter uma experiência menos aflitiva. #prontofalei. Não sei se faz sentido para você o que eu disse. Tá bom, Valneid. Ó, minha solidariedade aqui. Sinta-se abraçada, tá bom? Vamos lá. Lelêquira. Jesus curtiria ser celebrado com matança dos animais e consumismo desenfriado? É uma boa pergunta. Que que você acha?

Não acho que Jesus curtiria ser celebrado com matância de animais e consumismo desenfreado? A resposta. Portanto, você tá perguntando para mim, a minha opinião é, ele não curtiria? Não seria motivo de curtição, não. Jesus provavelmente compreenderia que muitos de nós, culturalmente ou por invigilância ainda nos sentimos aprisionados a certos hábitos, comportamentos condicionantes que fazem do Natal uma festa consumista.

Portanto, a farra da compra de presente, a interpretação de que o Natal, para ser um Natal de verdade precisa ter, além de muito presente, uma árvore de Natal bem decorada, luzinhas piscantes, precisa ter muita comida, de preferência certas carnes, que essa cultura natalina, que não tem nada a ver com Jesus, importante dizer isso, introduziu E por vezes, ah, tem que ter nozes e avelãs que não são típicos do Brasil, são importados e custam em dólar. E as pessoas por vezes se sacrificam, não tem que ter isso daí. No calor tropical em pleno verão no Brasil, alugar comprar roupa de Papai Noel, cara, é pros heróis, né?

E e e reproduzindo igualmente uma tradição que não guarda relação com o cristianismo. Isso é outra coisa. Eu não vou nem falar sobre isso hoje. Próximo papo das 9, em cima do Natal, a gente recupera a memória de uma um conglomerado de tradições nascidas em diferentes períodos da história, em diferentes partes do mundo, que foram consorciadas no Natal que hoje é entendido como Natal padrão, né? E com tudo isso, por vezes, esquece-se do aniversariante. Você se diz cristão ou quem, você acredita em alguma coisa? Ah, católico, não praticante. Ah, de vez em quando eu vou numa igreja evangélica aqui no meu bairro. Não, eu gosto do espiritismo. De vez em quando eu leio alguma coisa.

Tudo bem, é coisa de cada um. Isso não tá errado, não. Cada um com seu cada um. Só que a pessoa bebe da fonte, né? Ela se beneficia do cristianismo e no Natal vai na na direção de algo que foi construído culturalmente à margem do cristianismo. Preciso dizer isso. Isso não tem a ver. Jesus não inventou o Natal. Ele não deixou a recomendação celebre meu nascimento. Muito menos no dia 25 de dezembro, onde evidências históricas robustas mostram que não haveria menor possibilidade do nascimento de Jesus ter ocorrido nessa data.

Eu não ligo muito para isso assim em relação à data, porque assim como eu não preciso ter acesso a sepultura de Jesus para entender que ele passou pelo mundo, eu não preciso de uma data certinha. Ah, se não for a data certinha, não vale. Não. Convencionou-se 25, então vamos de 25 e tá tudo bem. É um dia do ano que eu vou me lembrar. de Jesus, menino. E aí é constrangedor que tem muita gente que gasta por conta do Natal e esquece da história narrada pelos evangelistas. O que foi o nascimento de Jesus? Foi o nascimento de um refugiado. Imagina José e Maria se refugiando da perseguição imposta contra crianças que poderiam ser o Messias.

Então eles tiveram que se refugiar fora do seu lugar de origem e não encontraram lugar. uma mulher grávida, prestes a dar a luz, não tinha lugar digno para ela. E aí descobriram lá na a manjedoura, assim denominada, era o estábulo dos animais, cara. Então Jesus em condição de miserabilidade, desassistência, tecnicamente ele era um excluído, uma pessoa em situação de rua, se você quiser colocar alguma analogia ao período de hoje. É como se um casal tivesse aí na rua, mulher grávida, prestes a dar a luz, não consegue hospital, não consegue vag hospital e vai encontrar aí um um asilo. Asilo não, como é que se chama? Abrigo de animais, né? Abrigo de animais. Bota aí, forra aí com negocinho.

Pode deixar ela aí. Então assim, a simplicidade, a humildade, o contexto do nascimento em que Jesus vem ao mundo é completamente diferente da ostentação do Natal fashion, do Natal VIP, do Natal que impressiona os sentidos da matéria. É o que eu acho. A pergunta veio, eu tô aqui manifestando minhas ideias. Cláudia Barros da Tijuca, Rio de Janeiro. André, a magia do Natal não estaria na capacidade de espalhar amor? Aí você tocou no ponto central.

Na literatura espírita, nós vamos ver várias referências, inclusive pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, mas também de Valdo Franco, vários autores falando que no mundo cristão a proximidade do Natal amolece o coração da gente, muda a psicosfera do planeta. As pessoas ficam mais, eu diria, não são todas, tá? Uma grande quantidade de pessoas fica mais sensibilizada. pro perdão, pro contato com a família ou mesmo quando você deseja para alguém feliz Natal essa deferência. Você passa pelo teu, pela tua rua dando feliz Natal pro porteiro, pro padeiro, pra caixa do supermercado, pro gari. A irradiação positiva aumenta quando você se lembra de fazer.

Ah, vou comprar um panetone aqui para filha da faxineira. [risadas] Tô dando um exemplo que me ocorre aqui. É um gesto de benevolência. Isso é tudo que você pode dar um panetone pra filha da faxineira, sei lá. Eu, aliás, acho um presententão, viu? Você acha que o panetone tá barato? Tá não. Eu particularmente prefiro mais o chocotone. Agora eu tô dando isso como um exemplo de gente que só lembra do outro no período do Natal e dá uma lembrancinha. Isso que parece pouco para muita gente é muito quando tudo que você tem para dar é aquilo. E por vezes a pessoa realizou um esforço monumental para fazer aquilo, monumental.

E aquilo vira realidade e aquilo gera, gera, como se diz, pacotes de felicidade, ainda que breves, de quem dá e de quem recebe. Isso muda a química do planeta, isso muda a qualidade da vibração do planeta. É o que a literatura espírita diz. A magia do Natal, portanto, Cláudia, ela poderia ser descrita como a maior propensão de boa parte da humanidade nesse período do ano, a ter um coração mais leve, complacente, atencioso com o outro. Imagina se a gente fizesse isso o ano todo. Sônia Fajardo. André, é preciso desligar os sentidos humanos e acionar os olhos da alma para sentir o Natal. Os olhos da alma fazem parte dos sentidos humanos.

Eu entendi o que você falou, mas a gente não vai desligar. A gente tem que resgatar, ligar os sentidos humanos. A gente tem que se sentir mais humano. Jesus nos chamou a todos de irmãos, não apenas os judeus como ele ou nascidos, né, dentro da tradição. Todos somos irmãos. Então essa esse sentido de humanidade faz parte do espírito do Natal, penso eu. E a gente precisa, eu diria, quando você fala para sentir o Natal, a gente tem que perceber esses valores, esses princípios que são os mais éticos, os mais elevados moralmente e que nos aproximam dos outros, sejam os outros quem forem. maior capacidade de compreensão, menor, eu diria, disposição para julgar de forma muito eh tóxica, quem não pensa ou sente como a gente. vaziar a propensão à beligerância, a vingança, né?

A mágoa, ao ressentimento, se despir. É uma oportunidade mesmo de você refletir sobre sentimentos que podem estar depalperando sua saúde, sua autoestima e prejudicando a sua encarnação. Acho que o Natal oferece essa oportunidade, sim. penso eu. Valéria Crissimanni, só não sei, só sei que traz dor para alguns. Lutos, vulnerabilidade social, crianças pobres sofrem. Olha, o Natal é o que a gente quiser que seja. E o meu desejo aqui hoje nesse papo das era refletir sobre qual você, qual é o teu Natal, qual é o Natal que você deseja passar depois de toda essa reflexão, que Natal você deseja para você e sua família?

Que que você pretende realizar nesse momento em que Boa parcela da humanidade vai celebrar o Natal referenciando ou não o aniversariante? Isso não importa. A gente não tem o controle de como os outros desejam celebrar o Natal e cada um tem o direito de celebrar ou não, do jeito que bem entender. A questão não é essa. A questão é como será o seu Natal? Que seja coerente com seus valores e princípios, que seja digno, honesto. Você não se iluda nem iluda os outros. É isso que eu tenho. Eu particularmente gosto sempre de elevar meu pensamento a alguém que livre da necessidade de reencarnar esteve entre nós, passou por muita dor e sofrimento quando um um raio de luz mergulha num vaso de barro.

E ele fez questão de estar aqui para de viva voz em primeira pessoa compartilhar a boa nova que é o amor. Então, reverenciar a memória do Messias é reverenciar exatamente o valor da mensagem que nos inspira e nos salva, nos redime, nos livra de sermos pessoas piores, insensíveis, egoístas, orgulhosas, vaidosas, invejosas. A gente deve muito a Jesus, né, cara? Fiquem com Deus. Até domingo, se Deus quiser. Tudo de bom.

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