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Se Jesus retornasse como seria tratado por nós? | Papo das 9 #989

Minutos de Sabedoria 185 Indicação de leitura Menos 1 lixo para uma vida mais sustentável. Autores: Fe Cortez e Wagner …

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Olá, sejam todos muito bem-vindos. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu Cafo aqui em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Céu nublado, mas faz calor. Uma chuvinha que eu gosto sempre. Num país que tá secando, o ciclo da chuva mudou por conta da crise climática. a chuva tem a sua função, desde que não seja colossal, porque aí causa muita dor e sofrimento. Mas hoje a gente tá trazendo aqui no papo das 9 um tema sobre o qual eu pedi que vocês se manifestassem. A gente vai aqui compartilhar algumas impressões já já, que é se Jesus estivesse hoje entre nós, como seria? que é uma reflexão que eu acho mais importantes e saudáveis do ponto de vista da lucidez que a gente precisa ter para entender o quanto, principalmente aqueles que se dizem cristãos estão, eu diria, em sintonia com a biografia e o legado ético e moral de Jesus.

Porque quando a gente faz essa investigação e quando a gente especula, que é uma saudável reflexão, repito, se Jesus estivesse aqui entre nós hoje, tá? Eh, como seria, como reagiriam aos movimentos, as ideias e as práticas dele? É por aí que a gente vai. Eu vou mudar um pouco o fio da meada aqui. A gente sempre começa com o minutos de sabedoria, mas para aquecer as turbinas e vocês já irem refletindo sobre o assunto, eu já vou dar aqui a minha opinião. Eu creio que se Jesus estivesse entre nós hoje, ele certamente estaria não nas áreas nobres das cidades, circulando nos lugares mais abastados, com infraestrutura top, mais lindos, deslumbrantes, bonitos, não.

Ele estaria nas periferias, ele estaria nas quebradas. Ele estaria junto à maioria da população que é de baixa renda e se recente de muita atenção, investimentos, consideração, respeito. Então, se você quiser saber minha opinião, onde estaria Jesus se estivesse entre nós hoje, eu geferenciaria a presença dele longe, por exemplo, de onde eu estou. Eu tô aqui em Laranjeira, zona sul do Rio de Janeiro. Se você quiser colocar dentro da geografia do Rio de Janeiro, acho que Jesus não estaria circulando por aqui. Eu acho que ele estaria circulando pela periferia, pelas comunidades de baixa renda, pelas favelas dominadas por traficantes ou milicianos.

Ele estaria no lugar aonde a dor, o sofrimento, não apenas de ordem material, mas as violências múltiplas que vão perturbando, atormentando os desassistidos, se faz presente. Se Jesus estivesse entre nós hoje, ele continuaria, como fez há 2000 anos, incomodando os poderosos. Isso é muito importante. Jesus não faria, eu diria, uma, como é que eu vou colocar isso? atenuação de um discurso muito firme, muito direto, vertical, que procura denunciar o abuso de certas autoridades e o desleixo, a leniência, a omissão de certas autoridades em relação a aos cuidados que a gente precisa ter em relação aos interesses coletivos, aos interesses de todos e não apenas de alguns.

Ele causaria escândalo, falando da importância da gente amar indistintamente a todos e todas. Ele realmente causaria desconforto em muita gente que fala da importância do bem, fala da importância do amor, mas não universaliza esse sentimento, categoriza esse sentimento para quem merece. Tem quem mereça, quem não merece que arque com as consequências. Jesus não falou isso. Jesus causaria constrangimento, inclusive a muitos cristãos, [risadas] penso eu, ainda nessa direção. Qual seria o principal alvo de Jesus na forma, na parcela crítica do seu messianato? Ele veio pregar o amor, ele veio falar da condição de irmãos, da necessidade do perdão.

Mas Jesus também reservou parte do seu tempo lá atrás para denunciar os absurdos das lideranças religiosas. Jesus nasceu judeu e Jesus eh foi muito perseguido, principalmente pelas lideranças, os guardiões, digamos assim, da tradição judaica. E Jesus não não tinha meio termo, ele denunciava os rituais. as formas de manifestar fé, a necessidade de ter um ir ao templo, ir e ter com o sacerdote para ser o medianeiro de qualquer pessoa para com Deus, ele quebrou estruturas. Ele de fato foi muito contundente na crítica às lideranças religiosas de seu tempo. E hoje como seria?

Como é que você acha que Jesus hoje circulando entre nós, se estivesse aqui fisicamente, faria quando se deparasse, por exemplo, com a teologia da prosperidade? Se você não sabe o que é isso, pesquise, vale a pena. que é uma forma de você institucionalmente numa igreja determinar que Deus haverá de cuidar melhor de você do ponto de vista material. Você vai ser uma pessoa bem-sucedida materialmente, terá uma saúde de ferro se você der a sua contribuição para aquela instituição religiosa. Basicamente é isso. Você precisa fazer a sua parte para Deus prestar atenção em você. E tem gente que entende que isso é algo que mereça est no guarda-chuva de uma denominação cristã. O que Jesus diria disso?

O que Jesus diria de um projeto de autoria do pastor Marco Feliciano do PL de São Paulo, que foi aprovado na comissão de constituição e justiça da Câmara dos Deputados dias atrás. que dá um drible na lei de racismo. Você sabe que no Brasil tem a lei de racismo. A lei do racismo entende que o racismo é crime inafiançável. O Congresso não deixa passar qualquer lei ou punição em quem, por exemplo, eh, pregue contra outra orientação sexual, a comunidade LGBTQ a mais. ser homossexual, ser bissexual, quem atenta, quem fala, quem prega contra o direito das pessoas serem quem são, no Brasil não tem uma lei que puna.

Só que aí o entendimento do Supremo Tribunal Federal, vendo que o Congresso não delibera sobre isso, foi de que qualquer manifestação contra o direito, por exemplo, de uma pessoa ser quem é, do ponto de vista da sua sexualidade, pode ser entendido como crime de racismo. E aí o que que o pastor Marco Feliciano conseguiu aprovar na CCJ, gente? 44 votos favoráveis, 14 contra. Só para você saber, a Câmara dos Deputados hoje vai a plenário que foi aprovado na CCJ, eh, que no exercício de uma função sacerdotal, um pastor ou qualquer outra liderança religiosa não deve ser perseguido quando do púlpito, quando de uma pregação, manifesta à luz do que acredita preconceito em relação a outras religiões. preconceito em relação a outras orientações sexuais.

É isso que foi aprovado na CCJ essa semana. Sobre o pretexto de garantir liberdade de consciência e de crença, você vaticinar o preconceito, a intolerância e eventualmente respostas que sigam na direção do ódio ou do cometimento de violências. Eu pergunto para vocês, Jesus entre nós hoje aqui? Chega aí, Jesus. Tudo bem, Jesus? se estivesse entre nós, o que acharia disso? O que acharia disso? Eh, ele validaria a perseguição a homossexuais, bissexuais, transexuais, o direito de você eh ir contra a sexualidade de alguém que não tá te fazendo mal nenhum, que não tá cometendo nenhum crime, apenas um homem que não quer se relacionar com uma mulher, prefere se relacionar com o homem. que que este ou qualquer outro pastor ou liderança religiosa de qualquer denominação tem a ver com isso?

Como Jesus se posicionaria em relação a isso? É, vamos pensar. Então, eu tô aqui trazendo ingredientes sobre o as vésperas do Natal, né? pra gente ter a ciência de que não seria provavelmente fácil a vida de Jesus entre nós nos dias de hoje. Não seria nada fácil. E seria é muito doloroso a gente constatar que mais de 2000 anos depois da vinda dele a esse mundo, especialmente num país de maioria dita cristã como nós, de acordo com o censo 2022, nós tenhamos sob o verniz do cristianismo tantas manifestações que, do meu ponto de vista, provavelmente não se coadunam com a essência do evangelho. Eu li certa vez alguém fazendo a seguinte reflexão, achei interessante.

Jesus hoje provavelmente não seria cristão [risadas] entre nós hoje, provavelmente vendo práticas, atitudes, pensamentos de certas lideranças cristãs de diferentes denominações, Jesus diria: "Eu não não assino embaixo. Eu não me sinto confortável com essa situação. Olha que pancada a gente refletir sobre isso. Jesus entre nós hoje provavelmente não seria cristão. A luz do cristianismo que certas lideranças vaticinam por aí. Então vamos lá. Peço Venia pra gente buscar a inspiração mais uma vez aqui, ó, no livrinho. Um livro que foi concebido por um ex-padre convertido ao cristianismo, mas que lançou mensagens de sabedoria, publicado por uma editora católica.

Então, é um livro que universalizou conhecimentos, eu diria, reflexões, inspirações que alcançam diferentes correntes de fé ou de nenhuma fé. Então, peço aqui que a gente consiga ter uma reflexão auspiciosa. Olha que palavra antiga que eu adoro. Inspirador é que eu seja um meio confiável, uma ferramenta útil, um instrumento adequado pra gente reverberar aqui e agora as vésperas do Natal. Uma mensagem que faça algum sentido para a maioria de nós ou todos nós. Vocês é quem sabe os amigos invisíveis. 185. Já pensou em agradecer a Deus pelo ar que respira desde que nasceu, sem que jamais lhe tenha faltado? O ar está sempre à sua disposição de graça.

Agradeço ao Pai também a água que o descedenta, o sol que ilumina o seu dia, dando-lhe oportunidade de trabalhar a noite que lhe proporciona o repouso, a saúde, a alegria, os amigos. O agradecimento é uma obrigação que jamais devemos esquecer. Então, que a gente tem aqui nessa página a oportunidade de lembrar que, apesar de todos os muitos problemas e desafios do dia a dia, é sempre interessante a gente reservar um espaço, um momento de cada dia ou mais de um, mas basta um, com sinceridade de propósito, com coração aberto, pra gente exercitar a gratidão. A gratidão, ela de fato é uma energia que é mais do que reconhecimento, é um estado de espírito que nos aproxima dessa força superior.

É, é, é algo que nos projeta vibracionalmente de uma maneira luminosa. A gratidão é uma energia luminosa. A gratidão eleva a tua frequência. A gratidão permite que as companhias espirituais ao seu redor sejam as melhores, porque é uma energia que reconhece a força e o poder do universo e e eleva a capacidade de percepção da gente em ficar julgando, eu diria, se a vida é boa ou ruim, apenas por fatos sempre passageiros, episódicos, que eventualmente não são agradáveis, nos causam dor, mas que, como disse, são episódicos, são passageiros e a gente só presta atenção no que não tá legal. As coisas que são em nosso favor, a gente não vai valorizar. E a vida por si é algo positivo.

Estar aqui vivo. Quem tá vivo tá em missão, né? Quem tá vivo tá aqui plugado na existência por alguma razão, ainda que a gente não saiba exatamente qual seja. E se eu tô conseguindo exercitar, ainda que não na plenitude das minhas forças físicas ou mentais ou esteja no momento espiritualmente delicado, mas eu tô em condições de dar a volta por cima. Eu estou fazendo por onde? Lei de ação e reação. Ajuda-te e o céu te ajudará. E caminhamos paraa frente. Sempre que é paraa frente que se anda com força, coragem e fé. Deixa eu sugerir aqui uma leitura. Eh, as vésperas do Natal, mas é um tema que vocês não vão associar o Natal, mas eu vou. dois amigos que por sinal são casados e fazem uma dupla do barulho, no bom sentido desse ruído que quebra a normose, a doença da normalidade.

A gente banaliza a nossa relação com o lixo. E Natal é uma celebração que no Brasil é o período do ano que está entre os que mais geram lixo. É resto de comida. desperdício, é a o enterro dos ossos, a cascos e garrafas de plástico, de vidro, de refrigerante, de bebida, de champanhe, de cidro, que seja. São as embalagens várias para presentes, né? São as coisas velhas que você nem se preocupa em ver se aquilo pode ser usado com dignidade por alguém. Então você ganhou uma coisa nova, você se desfaz da outra dizendo: "Ah, isso aqui não me serve mais, mas pode servir para alguém eventualmente." O fato é que a gente gera muito lixo.

Aí vem a Fe Cortez e o Wagner Andrade, menos um lixo para uma vida mais saudável. Eles que são dois ativistas, dois pensadores, duas pessoas muito qualificadas e que são casadas. Eu acho isso sensacional. E que na quarta capa tá aqui, ó. Ninguém precisa fazer tudo, mas todo mundo pode fazer alguma coisa. Então, o livro ensina a fazer alguma coisa. Eu fui no lançamento aqui com a dedicatória amorosa deles. Eh, é um livro prático. Ele não é distante da realidade. Todo mundo gera lixo, pobre, classe média, rico. Todos geramos lixo todo santo dia. A questão é: o que tá ao nosso alcance fazer para reduzir drasticamente volume, peso de lixo? E o que tá ao nosso alcance fazer para ser lixo zero?

O que tá a nosso alcance de fazer para processar o lixo orgânico para não ser algo que gere doença por aí, que vá parar no lugar errado, que é leve emissão de metano, que é um gás estufa que aquece o planeta. A compostagem, transformação em adubo é algo que vale a pena. Dá para fazer isso dentro de casa. Ah, mas eu moro num lugar apertadinho, eu moro num apartamento, dá, dá para fazer muita coisa. Olha que barato. Capítulo três. Sua casa é um ecossistema e não só de plantas. Não é só de plantas que estamos falando. Então, a gente tem como educar o nosso olhar e a nossa sensibilidade. E cada capítulo traz aqui, eu achei isso genial, eh, inspiração.

Então, por exemplo, onde você vai buscar inspiração para compostagem? Quem faz isso? Bem feito. Aí tem o Qcode aqui, celular, pimba, cai num exemplo legal. Depois tem transpiração. Quer aprender como fazer uma composteira em casa de forma bem simples, com baldinho, coisa e tal. Aí tem outras duas ferramentas que você acessa aqui no Qcode. Primeiro foi para inspirar, o segundo é transpirar para fazer acontecer. Ainda tem o terceiro para quem quer ir além. ecodicas de como você pode espalhar essa ideia, reduzir volumes desnecessários daquilo que fica sob sua tutela e responsabilidade no dia a dia. Lixo é assunto da gente. A gente é responsável pelo lixo que a gente gera.

Não basta colocar na lixeira. Pensa nisso. Século XX, mundo de regeneração a caminho. Não é para ter por aí montanha de lixo no lugar errado, não. O Brasil tem 3.000 lixões a seu aberto. F e Wagner, ó. Parabéns. Recomendo. Editora Senac. Menos, acabou de ser lançado. Ah, onde é que eu acho? Procura na internet, site da editora Senac. Você vai chegar lá. Menos um lixo para uma vida mais sustentável. F Cortez e Wagner Andrade. Você sabe que a Fê concebeu já a algum tempo, já tem anos isso, aquele copo de silicone que você faz assim, ó, sanfonado com aquela tampa.

Ah, foi ela, foi ela se debruçou em pesquisa para ver qual a forma mais inteligente e barata da gente reduzir descarte de copo plástico. Eu bebo água o tempo todo, gosto de beber suco, gosto de beber não sei o quê. Copinho silicone R com tampinha. Eu tenho vários aqui, mas não trouxe para mostrar para vocês. Eu sei que vocês sabem do que eu tô falando, mas eu gosto sempre de mostrar. Então, eh, eles estão envolvidos com esse processo. Só para você saber o pedigri de conhecimento e de prática do casal F e Wagner. Sugestão de doação para hoje, pensando em Jesus. Jesus entre nós hoje, gente. A gente vai refletir.

Eu comecei o papo falando disso e a gente vai daqui a pouco abrir espaço para vocês. Vamos refletir. Isso é bom. Uma reflexão boa. Uma das preocupações de Jesus, penso eu, seria claramente segurança alimentar. Lembre-se que Jesus foi aquele que repartiu o pão entre os seus. fez multiplicar pão e peixe nas bodas. Jesus tinha pleno conhecimento de que não adianta ficar falando do reino de Deus, do reino de meu pai para uma multidão esfomeada, pô. Porque a gente na matéria precisa se alimentar de matéria também, né? Então, provavelmente se estivesse entre nós fisicamente aqui, ó, chega aí Jesus, ele acharia interessante, penso eu, a sugestão que eu vou dar. E qual é a sugestão que eu vou dar?

Dou-lhe uma, dou-lhe duas. Recomendei muito já que qualquer pessoa sensibilizada em ajudar quem tem fome, porque o Brasil ainda tem fome, reduziu muito nos últimos anos o nível de insegurança alimentar. Porque você sabe, as pessoas falam fome, você acha que a pessoa tá morrendo de fome dizendo assim: "Preciso comer alguma coisa". A fome, quando você fala de insegurança alimentar, você tá falando não necessariamente de barriga vazia, mas é de barriga cheia daquilo que não é nutriente. É o que ocupa espaço, pode saciar a fome, mas não resolve a parada, né? Então, sabe aquela história dos retirantes assim? E eu sou filho de Paraibana.

Essa realidade a gente conheceu de perto também quando a miséria leva você a ter como principal refeição farinha com água, cara. Faz uma papa de farinha, isso enche a barriga, mas isso não é nutriente. Isso não é algo que garanta a tua resiliência física e mental. Você precisa de nutrição, precisa de proteína, precisa de fibra. Você precisa ter uma alimentação calibrada. Então, quando a gente fala de Jesus hoje, certamente ele estaria muito sensível ao fato de que o mundo produz muito mais alimento do que precisa, mas ele não chega a todo mundo. Ah, não, ele ia falar algo. Ah, ele ia. Hum.

Ação da cidadania tá pedindo mais uma vez a partir da campanha Natal sem F, ilumine o Natal de quem precisa. É gente que não tem como parar para pensar em árvore de Natal, fantasia de Papai Noel, dá de presente. Gente que não tem às vezes nem geladeira em casa. E quando tem, só tem quebrar galho na geladeira. não tem alimento de verdade. Então a gente vai aqui lembrar que o Ação da Cidadania há mais de 30 anos, ideia do sociólogo Herbert de Souza, Betinho. Hoje o filho dele, o Daniel, faz a gestão e hoje a gente precisa lembrar de quem não tem o básico do básico, quem não tem certeza da próxima refeição.

Então, ação da cidadania construiu redes, eles chamam de comitês espalhados pelo Brasil, gente, que fazem chegar o alimento por vezes aonde não há famílias cadastradas no Bolsa Família. Porque você acha que o estado brasileiro, os governos federal, estadual, municipais tem plena ciência de onde tem gente passando fome? Eles têm alguma noção, mas não t precisão cirúrgica. Digo isso com toda a convicção. Já fiz várias reportagens sobre ação, conheço o trabalho deles. Eh, ação da cidadania, como ajudar? Então, o pessoal gosta de Pix, só que eu não tenho aqui, não é a estratégia deles fazer a doação via Pix desse jeito. Você pode até doar por Pix, mas isso tem que entrar na página deles.

Eles estão em todas as redes sociais. No Instagram, por exemplo, é ação da cidadania tudo junto, sendo que ação não tem cidilha nem acento. Tio, a, a da cidadania, tudo junto. Chega lá, você vai ver, quero doar. Na internet tem o site deles, vocês ainda vão aos sites? O site tem a sua utilidade que é aacidadania.org.br. Tá dado o recado. Chega lá e vê. Mas olha, é tanta coisa que eles fazem, é tanta gente que precisa de ajuda e eles precisam ter esse amparo da sociedade, sabe? Porque é é doação. Eles tm cozinha solidária que eu já visitei, é um barato. Inclusive a quentinha não é de isopor, é de papelão, cara. Impermeabilizado.

Impermeabilizado não é isopor, escola de gastronomia social, rede alimentação solidária e o Natal sem fome, que é a campanha que tá em curso. Você pode doar qualquer quantia, R$ 5, R$ 10, R$ 15, tá de bom tamanho, vai chegar e vai ajudar, porque eles inclusive tem fornecedores grandes de alimentos que fazem por um preço um pouco mais camarada, reconhecendo o valor e o mérito do ação da cidadania. Então, qualquer valor é fundamental paraa logística da compra, arrumação das cestas, distribuição pelo país. Aí tem toda uma rede de caminhão, avião. Ih, eles contam com muita ajuda. Só que na base aí da do projeto é doação de comida, doação de alimento. Tá bom?

Agora sim, vamos chegar no que nos parece algo ainda importante, repercutiu muito a o silenciamento imposto pela Arquidiocese de São Paulo a partir do cardeal Dom Odilo Xer, ao padre Júlio Lancelote. Eh, essa semana, portanto, a partir desta semana até segunda ordem, padre Júlio não pode se comunicar pelas redes sociais dele e não pode fazer a transmissão online da missa dominical que ele celebra às a partir das 10 da manhã. Padre Júlio poderá fazer o seu trabalho na pastoral do povo da rua, trabalho que ele faz há 40 anos. poderá celebrar suas mesas, mas padre Júlio não poderá, não pode se comunicar através das redes sociais e se comunicar, transmitir ao vivo a missa dominical a partir das 10 da manhã.

Isso teve uma brutal repercussão. O pretexto do silenciamento de padre Júlio foi protegê-lo das ameaças, protegê-lo das hostilidades. Ora, meu Deus, padre Júlio vem sendo perseguido há décadas. É alvo de ameaças há décadas. E não faz sentido, penso eu, a gente agora, por alguma razão, dizer: "Não, mas agora, agora é diferente por eu não é possível que seja por algum motivo. Eu não sei qual é". Isso não veio à tona. Quando não vem à tona, fica aquela dúvida. Mas esa aí, será que é isso mesmo? Será que há alguma ameaça diferente? Será que o silenciamento o protege? Eu tenho minhas dúvidas também.

Eu sempre achei que uma pessoa que tá em evidência, uma pessoa que se comunica nas redes sociais, tendo o número de seguidores que o padre Júlio tem, uma pessoa que consegue estar numa condição de interatividade no universo digital, não apenas presencial, ela está sob a atenção de muita gente. E estar sob a atenção de muita gente, do meu ponto de vista, é fator de proteção. é só uma opinião. Então, foi muito desgastante pra própria igreja. Eu tenho contatos e fontes dentro da igreja que também endossaram esse estranhamento, né? Dom Odilo vai se aposentar agora em abril. Eu sinceramente não sei se é uma boa eh se foi uma boa estratégia as vésperas da aposentadoria realizar esse movimento.

Dom Delo, que me parece uma pessoa extremamente séria, digna, respeitável, não sei que forças, não sei que, entre aspas, a mim me parece que são as mesmas forças políticas de sempre. Eu citei aqui na quarta-feira o nome de um vereador de São Paulo, citei aqui o nome do vice-prefeito de São Paulo. Citei aqui o nome de um deputado federal que já publicamente mais de uma vez vociferaram contra padre Júlio, contra o trabalho de padre Júlio. Eu comecei o papo das falando: "Se Jesus estivesse hoje entre nós, onde estaria?" Resumidamente, o que eu disse?

Eu disse que ele não estaria nas áreas nobres das cidades, ele estaria na periferia, nas quebradas, junto com a maior parte da população desassistida que sofre, penso eu. Jesus também continuaria incomodando os poderosos, principalmente lideranças religiosas, no entendimento de que a boa nova trazida por ele conflitava em vários aspectos, com práticas, com dogmas, com rituais, eh, que na época de Jesus, dentro do judaísmo, ele era judeu, ele incomodou demais. Quem crucificou Jesus foram os doutores da lei, aqueles que zelavam pela tradição religiosa cara ao judaísmo.

Então, a gente precisa ter essa noção de que hoje, muito provavelmente, Jesus continuaria incomodando demais se estivesse circulando entre nós, os doutores da lei, aqueles que definem as regras do seu quadradinho lá, dizendo: "Aqui na minha igreja, aqui no jeito que eu faço, aqui na minha paróquia, aqui no meu templo, seja no catolicismo, seja no movimento evangélico, seja no espiritismo, você vai lá e aqui é assim, Eu acho que Jesus estranharia muito que em nome dele denominações cristãs fazendo o que estão fazendo hoje, Jesus se sentisse um estranho no ninho e dissesse: "Nesses termos, eu não sou cristão. Esse não não me não me reconheço aí. não me reconheço naquilo que eu vivenciei, pratiquei e preguei, né?

Então é só uma opinião. Cada um de vocês, obviamente, tem absoluta autonomia de voo, no sentido até de me criticar aqui, dizer: "Não, André, você tá exagerando, não é assim não." Mas eu acho interessante refletir sobre esse assunto. Eu acho que a gente se coloca às vezes numa prateleira enquanto cristão que a gente não merece. Sério, porque há uma contradição entre o que Jesus deixou como legado ético e moral e aquilo que você enquanto cristão legitima, endossa, fortalece. Eu realmente acredito que isso no no mundo de hoje, no Brasil em particular, acontece para burro.

Alguém que em nome de Jesus exale preconceito com as tradições afro-brasileiras ou contra homossexuais ou pessoas com outra sexualidade. Eu não vejo Jesus ali. Eu não vejo o evangelho sendo praticado ali com toda a franqueza, não acredito, não reconheço, não, não me identifico, não consigo fazer essa esse cruzamento do que tá no evangelho com o que isso significa. Então, Mr. Anderson, deixa eu aqui lembrar, gente, o Mr. Anderson hoje, amanhã, sábado, ele continua comigo ajudando a divulgar o papo das 9 de domingo e o Cidade de Soluções. Mas Mr. Anderson hoje se despede do Papo das 9cionalmente, deixa de participar dessa nossa celebração semanal aqui. É, outros voos profissionais, né?

Outros desafios. Ele que tá há tanto tempo com a gente, Mr. Anderson, se você puder mandar aqui pelo pelo meu ah tablet, quanto tempo, né, cara? No mínimo 4 5 anos já. Acho que você tá desde o início aqui, quase do Papo das 9, né? Mais de 1000 edições do Papo das Nove a gente tem. Ele me me confirmou isso. Então, Mr. Anderson não continuará na nossa equipe, mas o que ele fez por nós aqui jamais será esquecido, viu, Anderson? Ó, gratidão por tudo, velho. Não foi pouca coisa não, eu sei. Então, Mr. Anderson fez a seleção aqui de algumas questões levantadas por vocês. Vamos lá. Luís Eustáquio pergunta ou coloca: "Será que a humanidade mudou o suficiente para tratar Jesus de forma diferente?

É o que eu tô levantando aqui alegre. Luizque, eu queria saber sua opinião. Eu não sei. Claro que houve avanços. Claro que a humanidade hoje em relação a 2000 anos, eu não vou deixar de reconhecer que houve avanços, inclusive do ponto de vista da sensibilização para com os outros, com o próximo. Portanto, Jesus deixou sim o legado que fermentou a bondade, fermentou a maior predisposição a fazer o bem. Eu não vou tirar, não consigo tirar. São evidências, são dados, mas ainda muito por avançar. E eu citei aqui alguns exemplos. Então, Luise, acho que Jesus seria, com toda franqueza, mas é uma hipótese, eu posso estar errado, novamente alvo de perseguição, de ameaça, de calúnia, de difamação.

Acho que ele seria perseguido entre nós. Paz, underline, estrela underline, sol. Paz, estrela, sol. Ele já retornou e se faz representar em cada um que passa fome, é perseguido e sofre com as guerras e injustiças. Ele revive também através de anjos amigos como o padre Júlio Lancelote. É bonita essa reflexão que nos foi enviada, porque o padre Júlio, ele várias e várias vezes na sua rede social, Instagram que eu acompanho ele mais, ele tá com uma pessoa em situação de rua, ele fala: "Eu vi Jesus". Olha aqui Jesus. Ele mostra pessoas em estado muito, muito debilitado, muito, eh, aparentemente a a pele, o corpo traz as chagas do abandono, né?

Assim, uma magreza extrema, um olhar, eu diria, eh, triste, né? E padre Júlio fala: "Eu vi Jesus". Porque Jesus, de fato, no evangelho imortalizou a informação de que todo aquele que está em situação, né, de abandono, de miséria, de qualquer fragilidade que você assiste, é a ele, Jesus que você tá assistindo. Então, padre Júlio se afeiçoou a essa mensagem. Eu acho que a mensagem mais importante que padre Júlio provavelmente leva no evangelho, que é Jesus está presente em todos aqueles que te pedem ajuda. É a mim que você tá ajudando disse Jesus. E padre Júlio tem essa convicção. Tem essa convicção. Cláudia Barros no mínimo como insano, né?

Assim, se Jesus retornasse como seria tratado por nós. Aí ela diz, no mínimo, como alguém insano, como lidar com os cristãos sem Cristo? [risadas] Essa, olha, é essa a reflexão que eu acho que a gente precisa fazer, cair na real. A gente precisa ser lúcido, a gente precisa ser coerente, a gente precisa ter, eu diria, a determinação de não lançar um olhar inocente sobre o universo em que está situado o cristianismo. O cristianismo tem de tudo para todos os gostos. E a gente não vai aqui deixar de observar a necessidade da coerência, especialmente dos líderes de qualquer denominação cristã. Porque preconceito, intolerância e ódio, estimular perseguições, realizar ameaças, né?

Não são práticas que estejam fundamentadas no evangelho. E o evangelho é a essência do cristianismo. O cristianismo assim denominado, ele surge do evangelho. O evangelho é amor, cara. Você não assim não não dá para entender como nós transportamos para a corrente de fé que nós abraçamos os nossos preconceitos e idiossincrasias. Você faz a transposição do teu lado mal resolvido e dá uma roupagem de um verniz de aceitação, dizendo: "Não, mas isso eu sou cristão, eu sou uma pessoa de bem, mas bandido bom é bandido morto." Para dar um exemplo, para dar um exemplo. Aonde no evangelho Jesus defendeu a morte, a punição letal, né? Pena de morte para quem quer que seja.

Eu tô dando um exemplo de muitos, de muitos, né? Eu sinceramente fico por vezes perplexo porque é muito escancarada essa transposição dos meus preconceitos, das minhas idiossincrasias para a linha de fé, a religião que eu abracei. Então você faz essa conexão e vai tocando tua vida como se isso não tivesse consequências. Como se isso não tivesse consequências. E isso tem consequências. Sônia Fajardo. André, será que dessa vez Jesus conseguiria tocar mais fundo e mudar o coração duro do homem? Assim, porque é interessante, a envergadura espiritual de Jesus causava a irradiação magnética de um espírito de luz.

Isso é muito interessante nos Evangelhos, os relatos assim da das multidões, né, que queriam ouvi-lo, queriam estar perto dele. A aproximação física de Jesus já causava uma impressão assim, era algo meio acachapante. As pessoas não conseguiam entender o que estava acontecendo, mas tava acontecendo. É como se você tivesse inserido na psicosfera angélica de Jesus. Então, certamente a passagem dele entre nós determinaria um rebuliço. [risadas] Ele seria arrebatador. Ele arrastaria multidões, razão pela qual ele incomodaria muitos que perderiam mercado da fé, sabe? Ele seria estigmatizado, seria um rival. E veja, eu acho também, me permitam dizer, isso é um tanto controverso, polêmico.

Eu não tô aqui querendo causar melindres, mas eu preciso dizer. Jesus provavelmente se espantaria com quem em nome da religião enriquece. Enriquece. Tem um patrimônio multiplicado por 10, 15, 20, 1 milhão. Mas como é que você enriqueceu? Qual é a origem da tua fortuna? É porque eu prego o evangelho, eu tenho minhas dificuldades, é uma dificuldade que eu tenho. Alguém poderá me dar uma explicação e eu posso até me convencer, mas eu tenho dificuldade em entender como alguém inspirado em Jesus realiza a partir da divulgação do evangelho um trabalho que lhe garante o enriquecimento. tenho dificuldade em entender isso, sabe?

Eu aqui na minha insignificância, eu não tô sendo irônico, eu sou insignificante. Dentro do espiritismo, todos os livros, aliás, dentro e fora do espiritismo também, todos os livros que eu lancei, eu não amealhei um centavo de recurso com direitos autorais. palestra espírita, participação em seminário, participação em congresso, nunca. seria um absurdo. Realizei qual tive minimamente qualquer intenção de cobrar nada por essa participação. Então veja, até trabalhos envolvendo prevenção do suicídio, quando me chamam e não é no espiritismo, já teve empresa que me chamou porque viu que tinha indicadores de depressão, tentativas de suicídio.

A pessoa, se escrever um livro sobre isso, você poderia falar aqui pra gente? Eu não cobro. Quando muito, se é uma empresa bem-sucedida, eu falo assim, vocês poderiam fazer uma doação de livros para essa biblioteca comunitária, vocês acertam com eles. Vocês poderiam ajudar o CVV a divulgar o seu número realizando algum investimento que você acerta com eles, eh, que pudesse permitir a o maior conhecimento do trabalho que eles realizam. Agora eu amealhar recursos, eu não. E eu sou insignificante. Eu sou insignificante. Agora você imagina quem tem muita expressão e realiza qualquer trabalho nessa direção. Cláudio Rinco de Belo Horizonte.

Jesus nasceria em um lar na comunidade ou condomínio fechado? Olha, vamos pensar aqui. Se Jesus nascesse num condomínio de alto luxo, né, fechado, ele poderia até nascer ali, mas ele ia dar um nó na cabeça dos pais ou responsáveis. Porque se fosse mesmo Jesus entre nós, nascendo em berço esplêndido, ele rapidamente faria escolhas na direção fora do condomínio fechado. Ele iria aonde a fome de justiça, a fome de pão, a fome de direitos, a fome de cidadania o atrairia imediatamente. Mas eu sinceramente acho por coerência, assim como Jesus veio ao mundo numa manjedora, cara, assim, o resumo biográfico de Jesus, como é que ele veio ao mundo há mais de 2000 anos atrás?

Os pais refugiados tiveram que se exilar, estão me perseguindo na minha terra natal. Maria prestes a dar a luz. Se coloca no lugar de um dono, de uma pousada, de uma estalagem. que se depara com uma mulher que tá prestes a parir e não tem lugar para ela, cara. Aí você bem lugarzinho ali, ó, onde ficam os animais. Então, olha só os símbolos, né? Impregnados de sentido. Jesus vem ao mundo filho de refugiados, nascido numa manjedoura, sem nenhuma condição, eu diria, adequada mesmo pros padrões da época, para aquela aquele parto acontecer. aconteceu ali. Aconteceu ali. de você não achar que o Messias, por ser o Messias de Deus, renasceria em berço esplêndido, filho de um doutor da lei, top no conhecimento, das explicações sobre misticismo, espiritualidade, verdades espirituais.

Não. Então eu acho que ele, só que isso é puro achismo, a gente tá aqui especulando, mas eu acho interessante essa reflexão. Se Jesus estivesse entre nós, ele renasceria? Foi a pergunta que se fez. O Cláudio em um lar na comunidade ou condomínio fechado? ele voltaria na comunidade. Porque a missão de Jesus era estar entre os mais fracos, oprimidos, desprovidos de recursos materiais, desprovidos de saúde, desprovidos de esperança, desprovido de tudo. A missão dele não foi ele quem falou: "É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que o rico entrar no reino dos céus." Então, o endereço, a palavra amiga e acolhedora de Jesus não discriminava pessoas.

Ele foi convidado, não foi pelo coletor de impostos a jantar na casa dele e os discípulos. Vai, não vai não, que esse aí tá com filme queimadaço na comunidade. Ele foi, ele não discriminava, mas eles, ele tinha a noção aonde a mensagem, a boa nova precisava chegar primeiro, aonde havia mais necessidade. Pobres, excluídos, miseráveis. Provavelmente Jesus na noite de Natal, que vai ser semana que vem, se fosse convidado para uma ceia, vem aqui pra ceia, aqui da janela do apartamento da gente, dá de cara para uma árvore grande, piscante e vai ter show. Astros da música vão tocar aqui no meu gargarejo porque eu moro bem. Vem para cá, Jesus.

Eu acho que Jesus provavelmente ia para algum lugar parecido com a pastoral do povo da rua na noite de Natal, dando comida para quem tem fome, cara. Ele ia onde há necessidade, não apenas de pão, mas de acolhimento, um olhar acolhedor, um abraço, eventualmente uma escuta amorosa. Sério, Recoutinho de São Paulo talvez seria chamado de ingênuo, radical e perigoso. Será que o reconheceríamos nas pessoas que evitamos, julgamos ou ignoramos? Essa é uma boa pergunta. Eu sinceramente acho que a probabilidade disso aconteceria enorme. Razão pela qual a gente tem que estar muito afiado assim para não discriminar por princípio ninguém, mesmo por questão de renda. Ah, esse aí é rico, esse não presta.

Não é assim. Esse é pobre, esse é do bem. Não é isso que eu tô falando. Eu tô dizendo que no mundo ainda tão fortemente arraigado a matéria e aonde há tanta riqueza e opulência, aonde a justiça social poderia estar bem aplicada, exercitada, né? Não faz sentido a gente ter no Brasil milhares e milhares de pessoas em situação de rua. Eh, a gente precisa de fato.

E eu digo com maior respeito aqui, ontem eu tava voltando para casa ouvindo rádio à noite no carro e salvo engano no estado do Paraná juízes e procuradores e desembargadores obtiveram eh no Conselho Nacional de Justiça sinal verde para o pagamento de penduricalos retroativo, há 3 anos que isso não foi pago, que na soma dos recursos dava 1 bilhão de reais. Aí eu falo assim, são pessoas que merecem ganhar bem. Não é fácil ser juiz, procurador ou desembargador. A pergunta é dentro do funcionalismo público, onde a maioria dos servidores ganha mal, você tem a casta elite dos servidores que ganha muito, muito, muito, muito acima do teto com os penduricalos.

Isso no Brasil eu realmente tenho dificuldade em entender essa esse sistema, né? Então, que a gente tenha esse cuidado de, eu diria, perceber qual é o espaço de Jesus no coração da gente. Quem fala em nome de Jesus tá realmente realizando um trabalho que merece credibilidade por coerência com o evangelho, tá praticando o que Jesus ensinou, né? Eh, a gente vai cobrar das pessoas para elas serem contempladas com a bênção de Deus. A gente vai cobrar das pessoas para que elas tenham a preferência de Deus nas suas bênçãos. São questões do presente, são questões de hoje, de um segmento numeroso de cristãos no Brasil e a gente precisa estar atento.

Eu eh volto domingo, a gente vai fazer um estudo, compartilhar aqui informações e reflexões no papo das 9 de domingo a partir do que houve com o padre Júlio Lancelote, que é do movimento católico, da igreja católica, a gente vai fazer uma ponte com que a doutrina espírita no século XIX, nos capítulos finais da Gênese, que é Uma das obras referenciais para os estudiosos do espiritismo, preconizou que haveria de acontecer na transição planetária, saindo de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração, que é o entrechoque de ideias num nível exacerbado.

E a necessidade da gente ter posicionamento, nem tô falando posicionamento público, é você se posicionar em se ter o teu momento de recolhimento e chegar às suas conclusões. Não deixar as coisas irem à revelia da sua apreciação e do seu juízo de valor, porque isso faz parte desse mundo, mas faz parte do contexto evolutivo. Evolução significa refletir e avançar, né? a gente ter consciência do movimento. E eu acho isso muito importante, meus amigos. Fiquem com Deus. Boa sexta-feira. Até domingo no papo especial. E mais uma vez Mr. Anderson, ele mandou aqui a resposta. Ele está conosco desde o início do papo das 9, março de 2020, quase 6 anos, cara. Isso aí, Mr. Anderson, ó, beijinho de novo.

Você é muito querido. Onde a gente vai por aí? O pessoal fala pro Mr. Ederson. Diz aí, ó. Mr. Ederson ficou de separar minha pergunta. Faz tempo que ele não bota minha pergunta lá. Então, leve, viu, Anderson? leve aqui da nossa comunidade os fluidos de paz, de amor, gratidão, o desejo de que você alcance seus objetivos, que os seus caminhos estejam abertos, que dê tudo certo na medida do possível, naquilo que você for merecedor, né? Porque a gente quer muita coisa, mas nem tudo que a gente, eu tô falando de mim, por exemplo, a gente às vezes faz prospecção de cenário, eu quero que aconteça isso, isso e aquilo. Às vezes não acontece, a gente tudo bem, não era para ser.

Graças a Deus eu construí essa esse protocolo de resposta. Mas eu desejo de coração que você, pelo teu profissionalismo, pelo seu talento, pela sua ética, né? Você é um cara diferenciado. Eu desejo a você simplesmente melhor. Fica com Deus, querido. Você e sua família. Tudo de bom. Valeu, pessoal.

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