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Aê, aê, aê. Bom dia, bom dia a todas e todos vocês. Onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, do jeito que vocês estiverem. Caiu aqui no meu cafo e laranjeiras, mais uma edição do Papo das 9 ao vivaço, aqui direto do meu cantinho nesse planeta. Seja bem-vindo, seja bem-vinda. Antes de começar o Papa das Novas, eu estava imaginando aqui os fatores e as circunstâncias que justificaram a criação dessa live no momento muito duro da pandemia, quando estávamos acuados por um vírus sem vacina, isolamento social, com a psicosfera muito saturada, assim de desesperança e pessimismo.
É, obviamente a gente não vai comparar o momento de hoje com a pandemia, mas é evidente que esse cenário de guerra ou guerras múltiplas, mexendo com peças importantes do tabuleiro geopolítico internacional e envolvendo um barril de pólvora chamado Oriente Médio.
Para quem tá acompanhando o noticiário, eu imagino que existam muitos elementos aí que tenham eventualmente o poder de causar algum abalo, alguma perplexidade misturada com desesperança, a perda de fé, talvez na capacidade da humanidade não repetir os mesmos erros milenares, de partir para ignorar com as armas à sua disposição e o desenvolvimento tecnológico trouxe outro nível de virulência dos combates, de capacidade de causar destruição por conta dos artefatos. Então, tudo isso para dizer, eu acho que hoje a gente continua tendo motivos aqui para fazer uma live que tenha, como eu sempre disse, o propósito de fomentar saúde psíquica e emocional, né?
Qual é a nossa parte nesse conjunto de situações envolvendo o nosso tempo, o nosso planeta? enquanto estivermos aqui encarnados, né? Qual é a parte que nos cabe no sentido de nos harmonizarmos e tentarmos de alguma forma contribuir nos posicionando em favor de um mundo melhor, que certamente não é um mundo aonde o orçamento militar vem escalando com recursos preciosos destinados cada vez mais à compra de armas, munições, artefatos. E aí quando você vai juntando as pecinhas para ver quem está no poder com a caneta na mão e com discurso nada convergente com essa expectativa de uma cultura de paz.
Eu tô falando de Donald Trump nos Estados Unidos, Benjamin Netaniarro em Jael, tô falando de Vladimir Putin na Rússia. A gente vai, não são apenas eles, mas eu tô citando que me parecem os principais. Nós temos muitos motivos para acreditar que enquanto eles estiverem no poder, teremos desasso, teremos precipitações, conflitos que poderiam ter sido evitados, menos óbitos de civis, menos perdas patrimoniais, menos riscos radioativos e por aí vai. Então, Papo das 9 tá aqui pra gente construir junto uma linha de raciocínio que afira, contribua, fortaleça a nossa resiliência psíquica e emocional na medida do possível. E claro, vamos contando com a ajuda do livrinho. Olha ele aí.
Minutos de sabedoria. Sempre, sempre. Antes de abrir, deixa eu dar aqui um beijo bem bem bem forte, gostoso a todas as pessoas, foram muitas que estiveram presentes no último sábado no céu de Bento Ribeiro, o Centro Espírita Leondi. A editora levou 200 livrinhos para lá, virou fumaça, ficou faltando. Não sou eu, não toco nos livros que são vendidos. Eu não fico com renda a destinação desse desse em particular, mas todos os livros têm destinação dos direitos autorais para organizações filantrópicas, né? Agora é pra escola espírita Jana de Angeles em Japiri. essa parte comercial não é comigo. Eh, se alguém ficou sem livro lá, me disseram que não foi muita gente que ficou sem livro, não.
Fiquei desconfiado. De qualquer maneira, o livro vai chegar na livraria do Celd para dar uma um reforço. Então, agradeço todo mundo que passou por lá. Na Bienal foram levados 500 livros e chegamos perto. Eu fiquei 3 horas sentado no estande lá da Boa nova editora. 3 horas sentado. Eh, muito agradecido, muito feliz de tá conhecendo melhor algumas pessoas e conhecendo pela primeira vez outras que falaram coisas muito bonitas, que compartilharam impressões sobre o que já leram, já o que já ouviram. Então, eh, isso não tem preço, sabe?
É uma oportunidade nessa encarnação que Deus me deu de estreitar laços com pessoas que a partir do uso dessa ferramenta virtual se aproximaram do meu trabalho e a gente interage e isso é maravilhoso. E eu fico feliz de ter tido a honra e o privilégio de ter estado com vocês para essa experiência, né? Próximo passo é Larde Frei Luiz, que será eh num sábado, salvo engano, 28. Eu vou ver direitinho. Eu vou falar com vocês. Sexta-feira eu dou as coordenadas certinhas, mas estamos por aí, na medida do possível, promovendo esses encontros, falando de coisas que prestam, sabe? A quando a gente fala que a vida presta, né?
A Fernandinha, filha da Fernandona, quando ganhou o Gramy e o diretor do filme Ainda Estou aqui ganhou o Oscar, né? Nós viralizamos a frase: "A vida presta". E a vida presta. Esse seria um bom subtítulo do Papo das Noves. Olha aqui quem acha que a vida presta. Nosso querido mestre pastorino. Vamos abrir aonde hoje? Então peço aos amigos invisíveis, aos amigos espirituais que nunca deixam de estar por perto. Quando a gente lembra deles, quando a gente eleva o pensamento, há sempre uma resposta. Então hoje aqui a gente mais uma vez vai exercitar esse contato com o plano espiritual, pedindo ajuda para abrir na página indicada paraa reflexão dessa manhã.
Então que eu seja um instrumento aberto, maleável, uma ferramenta útil, meio adequado para esse propósito. Vamos ver onde vai dar, onde vai dar, onde vai dar. Opa, pera aí. Onde vai dar? 274. Alguns são mais lentos, outros mais rápidos na caminhada. Não queira exigir dos outros aquilo que nem sempre você mesmo consegue fazer. Tenha compreensão pelos erros do próximo e aguarde que possam escalar aos poucos a montanha íngreme da virtude. Ninguém pode se tornar santo da noite para o dia. Tenha paciência com os companheiros de sua jornada na terra. Eu não me lembro de ter aberto essa página antes. Acho ela muito pertinente. Devo confessar a vocês que me lembrei agora do trânsito, né?
O trânsito é o umbral da Terra. Trânsito no Brasil, em particular, no Rio de Janeiro, onde eu moro, é uma coisa medonha. a impaciência generalizada. E eu já confessei aqui que sempre que saio ao volante, preciso me condicionar mentalmente, emocionalmente, espiritualmente para não aderir a esse arrastão vibratório. Eu fico pensando nos obsessores à espreita no trânsito, porque é um campo fértil para o desequilíbrio, a impaciência, a intolerância. E quem não tá no teu ritmo, quem não tá fazendo o que você acha que deve fazer, manobrando o veículo, ah, tá na pista errada, tá lento demais, não botou seta agora com a febre das motocicletas, né?
Muita gente andando de motocicleta e nem sempre de uma forma cuidadosa para si próprio. Então, você potencializou essa irritação generalizada. Eu me lembrei direto do trânsito, mas não é apenas o trânsito. Na vida de fato, nós vamos ter sempre alguém que nos pareça realizando movimentos que não nos inspirem simpatia. Você vai numa repartição pública, pede pro camarada lá agilizar. Vamos pegar a fila do INSS. É um escândalo, uma fila com quase 2 milhões de pessoas esperando para receber seus direitos. Não tenho palavras para definir isso. Quem tá na fila, obviamente, não tá movido por uma emoção ah positiva e vai tá cobrando eventualmente do servidor que faça parte dele com mais celeridades.
E aí começa o estresse, percebe? Você devia tá fazendo isso mais rápido. Por que que tá demorando tanto? Sem por vezes considerar, é uma hipótese, que aquele servidor talvez não seja o responsável pela letargia na liberação do benefício da aposentadoria. Às vezes não é ele o culpado, às vezes pode ser. Então veja, nós, acho que a síntese moral dessa mensagem é a seguinte: a gente cobra, mas de forma muito incisiva, que os outros deem o melhor de si sempre, quando nós, em relação a nós mesmos, costumamos ser muito complacentes, muito generosos, com as nossas limitações ou com as nossas faltas. Então, acho que pastorino foi muito feliz como sempre.
Lembrando, alguns de nós somos mais lentos do que outros em diversas circunstâncias da vida. E quando a gente é mais lento, não é porque a gente é mal, porque a gente se loucupeta, se satisfaz, se compraz em causar com a nossa lentidão prejuízo alheio. É porque temos, por vezes, questões motoras, mentais ou não temos o traquejo para realizar certas certas questões, certos movimentos, certos exercícios. E aí quem tá impaciente vai estigmatizar você porque você não tá fazendo no ritmo que a outra pessoa acha que você deve fazer. Percebe o tamanho da encrenca?
Quer dizer, nós estamos vivendo num mundo onde esse tipo de cobrança, de tão recorrente, de tão frequente, polui o nosso campo eletromagnético e determina sobre nós, porque é a lei de ação e reação, uma situação de desconforto, porque com a medida com que cobrares dos outros, cobrarão de você. A energia que a gente dispensa aos outros volta por caminhos imprevisíveis, por vezes para nós. Então, não é justo, não é inteligente, não é sábio que a gente exija dos outros aquilo que nem sempre, como diz pastorino, nós estamos aptos a fazer. Não é nem cristão. Para quem é que se diz cristão, não é a melhor forma da gente lidar com situações do gênero.
Eu já disse aqui nessa encarnação, uma das demandas da minha rota evolutiva é o exercício da paciência. é me lembrar quando não há o que fazer, quando a gente tá numa situação que eu não tenho como mudar aquilo ali e fico angustiado, ansioso, irritado, eu preciso buscar refúgio no meu coração dizendo: "OK, o que não tem solução, solucionado está e vamos nessa." Vamos no ritmo que dá para ir, dando passo do tamanho da perna, sem a gente fazer da impossibilidade de realizar algo no tempo que a gente acha que seria o mais adequado. Se aquilo não depende só de você, paciência. Paciência. Tá aqui, ó.
Linda mensagem, muito importante pra gente na largada do dia já se condicionar mentalmente, emocionalmente, espiritualmente. faça o melhor ao seu alcance, lembrando que os outros também tem o direito de fazer o melhor ao alcance dos outros e cada um determinando para si a velocidade e o empenho que aquele assunto haverá de merecer cada um com seu cada um. E que se a gente for colocar para alguém uma queixa, uma observação, poxa, dá para fazer mais rápido, poxa, você consegue dar uma olhada para mim e a gente faça isso com respeito, com educação, né? Tem uma frase que eu não sei se é exatamente assim.
Eu vi isso viralizar há meses atrás nas redes, que era assim: "Trate bem as pessoas que cruzam seu caminho. Quase todos nós não estamos bem. É qualquer coisa assim. Cuide bem dos outros, respeite os outros, porque a regra geral é que todo mundo tá com alguma questão mal resolvida. Todo mundo tem algum trelelê que tá determinando algum tipo de incômodo, de desconforto ou de sofrimento. Então, não adianta a gente descarregar nos outros, não vai dar certo, não funciona. Hoje vou recomendar um livro que eu recebi aqui com dedicatória da Confrade Espírita Larissa Chaves. Ela que é psicóloga, psicoterapeuta, palestrante, mãe de três meninas, autora de livros. E esse aqui é o fé.
Eh, o fé tem o prefácio assinado pelo pelos queridos amigos, o lindo casal César Saí e Silvia Said. o que que eu achei interessante no livro? Vamos ver na quarta capa. Este livro é destinado a todos que anseiam por uma faísca de fé, sejam religiosos ou não, aos que sentem dificuldade em perceber a presença divina diante da iniquidade do mundo, aos que temem perder a fé na humanidade, aos que depositaram esperanças em ídolos humanos e frágeis, incapazes de estabelecer uma conexão direta com Deus. Ou seja, as recomendações do livro estão muito bem feitas. Quase todo mundo que eu conheço se enquadra em alguma dessas categorias ou em mais de uma.
E aí a Larissa, ela vai abrindo os capítulos com trechos do Velho ou do Novo Testamento como ponto de partida para alguma reflexão muito bem-vinda. Nós estamos precisando, penso eu, e essa é a razão pela qual eu estou recomendando esse livro Fé da Larissa Chaves, porque a gente tá precisando de nutriente espiritual. Para mim tá muito claro, todos nós, indistintamente, seja você uma pessoa que tem fé ou religião ou acredita num Deus sem nenhuma vinculação religiosa ou filosófica, não importa. A gente tá precisando, o papa precisa. Leão 14 precisa de nutrição espiritual. o padeiro da tua rua precisa de nutrição espiritual.
O guarda da esquina precisa de nutrição O criminoso que está cumprindo pena na penitenciária ou está por aí se equivocando no cometimento de delitos e crimes, ele precisa de nutrição espiritual. Eu preciso de nutrição espiritual. Vocês precisam de nutrição espiritual. Nem só de pão vive o homem, disse Jesus. E a gente precisa entender a profundidade dessas palavras. Nós não somos só seres materiais. A gente não veio ao mundo apenas para cuidar da resiliência do próprio corpo. Claro que isso tá no pacote das demandas de uma vida na Terra, mas tá longe de esgotar as demandas da nossa existência aqui e agora. Eu creio que você me compreende.
Muitos jovens especialmente, mas não apenas, reportam o que eles chamam de sensação de vazio. Você já teve sensação de vazio? Alguém já procurou você dizendo: "Eu não sei, até estranho. Eu tô com uma sensação de vazio. Você já ouviu alguém falar sobre isso perto de você? Normalmente em sofrimento? Pois bem, o que seria uma sensação de vazio? Uma hipótese, a vida do jeito que tá vindo para mim não tá legal, não tá fazendo sentido. Eu não tô sentindo prazer em viver, eu não tô conseguindo ver uma saída para desembrulhar este impasse existencial. É uma sensação de vazio. Há quem se aflija demais com a sensação de vazio.
Eu agradeço o momento da minha existência em que eu passei a considerar a sensação de vazio não um problema, mas os momentos que antecedem uma solução. Porque a sensação de vazio, penso eu, é só uma opinião, tá gente? Ela é prenúncio, portanto, no melhor sentido oriental do termo crise. O ideograma da crise em chinês é o mesmo de oportunidades, aquelas letrinhas lindas desenhadas, né? Então, crise é oportunidade. Sensação de vazio é claramente para mim uma oportunidade de você, opa, repaginar. tá na hora de eu ressignificar muita coisa. O caminho que vinha fazendo sentido para mim não faz mais sentido.
Então, eu tô num momento bom de redesenhar estratégias, prioridades, eventualmente meu trabalho, eventualmente minha vida amorosa, eventualmente o lugar onde eu estou, onde eu moro, alguma rotina que a gente tinha e que deixou de fazer sentido. Aí vem a sensação de vazio. Por quê? Porque a rotina é muito abençoadamente consoladora. Você pode não estar feliz, mas você tá fazendo aquilo, achando que aquilo te leva para um lugar que faça sentido. Então você segue o fluxo. Mas segui o fluxo, eu eu tô seguindo a boiada, vamos junto. Aí de repente que é a sensação de vazio, você fala: "Que que eu tô fazendo aqui seguindo essa boiada? Onde isso vai me levar? fé, acreditar que é possível e um dos caminhos pra gente construir e como foi dito aqui, não é necessariamente uma fé religiosa, é acreditar numa saída, é acreditar em você, acreditar na natureza, acreditar no seu Deus, numa força superior que você pode não chamar de Deus.
Então tudo isso, gente, toda a literatura que seja nutriente espiritual, penso eu, é bem-vinda. É bem-vinda, principalmente nos momentos que estamos experimentando. Então fica aqui. Obrigado, Larissa pelo presente. Larissa Chaves, Fé, tá, da editora Intervidas. Sucesso. Bom, esse momento eu queria apenas sugerir para quem ainda não percebeu que essa escalada de guerra e o envolvimento dos Estados Unidos, muita gente entendendo e decodificando as palavras do atual mandatário daquele país, que ele já está se envolvendo no conflito no Oriente Médio. E é incrível como muitos políticos do partido dele não acham isso uma boa ideia. Eu também não acho.
E já é o Irã em guerra já é algo complicado do ponto de vista do equilíbrio geopolítico do mundo, não é nem daquela região. Você coloca os Estados Unidos juntos para atacar o Irã. Eh, por várias razões, eu não vou me deter aqui, mas quem quiser que acompanhe as análises muito bem feitas por pelos especialistas, né? A gente tá vendo um um rolo, um precedente perigoso, especialmente quando se fala de alguém com um perfil imperialista como Trump. Ele gosta da ideia de pleno domínio. Ele se identifica muito com um perfil autoritário, um autocrata atropela a justiça, atropela o legislativo, atropela as leis para fazer valer os seus direitos.
Isso num país que gostava de se dizer exemplo de democracia pro mundo. Só pra gente mostrar o entrechoque de ideias que tem lugar hoje nos Estados Unidos. Estados Unidos é tudo menos exemplo de uma democracia saudável. Hoje, isso eu tô afirmando categoricamente, implantou-se o regime do medo, da perseguição, um país onde as leis já não têm o peso que tinham antes, elas podem ser atropeladas. Isso é um pesadelo. Enfim, eu tô dizendo isso apenas para você, onde você estiver, sendo você quem seja, não importa se você tem religião ou não. Sempre que possível, eleve o seu pensamento vibrando positivamente. vi enderece vibrações e fluidos de paz, de amor, de cura e de equilíbrio.
Paz, amor, cura e equilíbrio. Produz essa irradiação luminosa e tem a convicção de que ela será extremamente útil na busca por soluções, porque isso interfere na psicosfera do planeta. E os amigos invisíveis que estão atentos ao que está acontecendo, estão tentando interceder em favor de um ambiente menos bélico, menos hostil. Eles precisam dessa irradiação. Eles precisam, eu acho que o planeta, em certa medida, a nossa morada no universo, qual é o desejo da maioria dos habitantes desse planeta? Isso é levado em conta, é levado em conta na economia espiritual.
Quer dizer, o poder que nós temos e desprezamos de determinar os rumos dos acontecimentos a partir da nossa fé ou do nosso desejo sincero de que as coisas melhorem. Isso tem impacto, isso tem interferência sobre o rumo das coisas. Eu acredito nisso. Eu acho que a gente precisa reforçar esse estoque de vibrações. Eu sinceramente acho que eu vou dizer aqui uma heresia, mas eu vou dizer assim mesmo. Eu acho que todas as lideranças religiosas, o Papa, o da Lailama, eh aqui no Brasil você tem um movimento articulado dos espíritas, as lideranças evangélicas, umbandistas, candombrecistas. Sabe aquela história de você escolher um momento do dia todas as religiões, todas as correntes de fé?
6 da tarde, 7 da noite, 8 da manhã, não importa. Todas as pessoas que possam elevar o ao alto, reivindicando a interferência divina, para que a gente consiga mudar para melhor os cenários que são sombrios quando uma guerra aberta, como a gente tá vendo mais de uma guerra aberta no mundo, envolvendo nações que têm artefatos bélicos, poderosos. Esse é o momento que se eu não consigo interferir eu diretamente lá, eu vou pedir quem possa interferir. A gente pedir é do jogo. E eu acho importante a gente fazer esse tipo de movimento. Fica a dica. Seria lindo se o Papa Leão 14 falasse assim: "Vamos nos unir em prece todos os dias a partir das x horas.
Não quero nem chutar a hora aqui porque é do que se trata. Se a prece, se a oração não é uma abstração, se a prece tem poder, se a gente quando canaliza o nosso pensamento e o nosso sentimento com firmeza, né, pensamento firme, isso tem força e direção. Então, acho que a gente precisa fazer alguma coisa com toda a franqueza, irradiação positiva. radiação positiva, sem deixar de prestar atenção no varejo das atitudes que nós há muito tempo vemos, vimos, estamos defendendo aqui, né? que nós sejamos muito vigilantes em relação aos conteúdos que compartilhamos nas redes, que a gente não seja consumidor de conteúdos apelativos ou sensacionalistas, que a gente leve a sério os movimentos que levantam a tese, a possibilidade de boicote a produtos e serviços de países que investem exageradamente na guerra e no ataque a civis inocentes, poder do consumidor, né? não votar aqui no Brasil em candidatos que se identificam com essa esse perfil de dirigente político que é muito afeito a soluções militares enérgicas e que envolvem disputas com outros países.
Tudo que o mundo não precisa é de guerra. Tudo que o mundo precisa é de cooperação internacional. É disso que estamos falando, penso eu. Vamos lá. Qual foi a pergunta deixada ontem no stories para participação dos amigos aqui no Papo das Nuev? É, dá para fazer um mundo diferente com pessoas indiferentes. A gente fala tanto aqui no nosso sincero e legítimo desejo de um mundo melhor e mais justo, que a gente precisa querer isso e a gente precisa fazer algo em favor disso. Aí alguém que eu não me lembro o nome, um pensador que não é brasileiro, certa vez escreveu ou disse uma frase que é reproduzida nesses termos: "Não é possível construir um mundo diferente com pessoas indiferentes".
E eu me apropriei dessa frase que não é minha, para fazer a pergunta inspiradora aqui da participação de vocês. Agradeço a todos os que participaram. São sempre questões muito inspiradoras. É um mote pra gente refletir. Mr. Anderson selecionou seis perguntas, começando pelo Rafinha Teixeira. Como lidar com pessoas indiferentes e com essas pessoas fazer um mundo melhor? Olha, a grande questão é por que que a pessoa que você tá chamando de indiferente tem essa postura?
Porque a gente pode chegar à conclusão que a indiferença dessa pessoa não é uma questão moral, é uma questão eh, por exemplo, pode ser um autista, pode ser uma pessoa que tem suas questões psicológicas, aí já saí do autismo, eh que impedem ser protagonista, proativa, disponível para participar de movimentos. ela tá vivenciando alguma questão íntima, dolorosa, uma crise ou uma dificuldade de perceber o quanto participar de um movimento lhe faria bem. Cada caso é um caso. É isso que eu quero dizer. De uma forma geral, as indiferenças, vamos colocar no plural, elas têm diferentes conotações ou contextos.
A indiferença que eu coloquei aqui na pergunta é aquela diferença como opção, a indiferença que foi escolhida. Eu escolho ser indiferente. Em sendo esse perfil de indiferença, Rafinha, a gente vai ter aqui que ter o cuidado primeiro de respeitar o livre arbítrio do outro, segundo de tentar mostrar pro outro quanto a gente ganha quando a gente não é indiferente. Como é que a gente se sente melhor quando a gente não é indiferente? Como é que a gente se sente com a consciência tranquila quando a gente não ignora, não despreza situações à nossa volta que eventualmente demandam atitude. Porque a pessoa que escolhe ser indiferente mais cedo ou mais tarde, ela se sente moralmente constrangida.
Ela vê que não é uma virtude a indiferença, muito pelo contrário. Portanto, cada um no seu ritmo, cada um com seu nível de consciência, mas obviamente nós podemos estimular a participação sem faltar com respeito e entendendo as singularidades de cada um. Ana Maria não disse o sobrenome. Como tocar o coração das pessoas indiferentes, não sendo indiferente, sendo protagonista, realizando escolhas que vão na direção da participação, do engajamento, mobilização. Tô dentro, arregacei as mangas, estou junto com vocês nessa campanha, tô participando desse trabalho voluntário. Vamos lá junto para resolver esse problema.
Então, quando você pergunta, Ana Maria, como tocar o coração das pessoas indiferentes, a minha opinião é a pedagogia da atitude. você vai mostrar como se faz literalmente e obviamente os dividendos que isso traz quando você não se refugia no seu esconderijo, achando que a indiferença seria a melhor resposta às crises que a gente vê no mundo, as situações de dor e aflição que a gente vê à nossa volta, as possibilidades de intervenção que a gente vai segando, vai desprezando, porque somos indiferentes.
Quando você, quando você consegue mostrar pelo exemplo que não ser indiferente é uma excelente escolha, uma excelente opção, você vai tocar o coração das pessoas que estão aparentemente em outra vibe. Isso é muito legal. Essas histórias existem e são verdadeiras. Tocar o coração das pessoas indiferentes a partir do testemunho que quem tá perto das pessoas indiferentes dá na direção do outro. Janinha Azevedo. Eu, como professora acredito que educação é o caminho. E você, André, em qual caminho acredita? Eu, um deles eu falei aqui que é a pedagogia da atitude, a pedagogia do exemplo.
Então, você que é professora, sabe que quando a gente fica só na teoria, quando a gente fica só dizendo o que é para fazer e em nenhum momento a gente sinaliza que o que a gente tá defendendo a gente tá praticando. Portanto, a educação, eu acho, ela precisa ser inspiradora a partir do exemplo, principalmente, não apenas, mas a partir do exemplo. Isso é muito importante. Eh, é o que eu acredito, né? Acho que é, porque eu já falei, continuo falando assim, Jesus foi quem foi, importante, referencial para tanta gente nesse planeta, porque ele não ficou só na retórica, no blá blá blá, no sermão. Ele praticou o que falou e a prática, o exemplo foram arrebatadores.
Quando ele fala que é ama ao próximo como a ti mesmo, mas os gestos que Jesus popularizou nas suas andanças pelo mesmo Oriente Médio que está em guerra agora, eh exemplificando o amor que ele defendia, isso emprestou robustez, musculatura e perenidade aos ensinamentos do evangelho. É a minha opinião. Ricardo de Camargo. A indiferença da consciência ecológica só está nas autoridades ou na população em geral? Olha, vamos lá. Tá nas autoridades, não todas, algumas, e tá na população, não em todo mundo, mas numa quantidade expressiva de pessoas. Eu não vou generalizar. Tá no atacado e no varejo entre ricos e entre pobres. a dificuldade da gente exercitar uma cidadania ecológica planetária.
Ou seja, eu tenho consciência de que qualquer ato banal da minha vida, consumir água, consumir energia, destinar os resíduos ou entulho de forma inteligente, o que eu consumo na proporção que eu consumo e o que eu faço com o que eu não preciso mais. Tudo isso tem impacto no planeta. Então, a consciência que a partir do pequeno alcança o grande ou, né, que é o mantra do movimento ecológico pioneiro das décadas de 60 e 70, pensar globalmente, agir localmente. É exatamente isso. Então, a gente precisa entender. Não dá para ficar, ah, as autoridades, ah, população, faz o teu, mostra a importância de fazer a diferença naquilo que te compete.
Tente unir forças com quem já despertou para essa necessidade. Participe ou apoie organizações que estão comprometidas nessa luta. E onde você tiver, como cidadão, como morador do condomínio, como vizinho, dentro da sua família, como consumidor, como eleitor, aonde você tiver, com quem você tiver, sinalizar que você tem essa consciência. Creia, isso não é pouca coisa. E acredite, isso tem uma irradiação positiva. Isso influencia quem tá prestando atenção no que você faz Diogo Lobo, como ser justo ao lidar com pessoas indiferentes? Acho que eu já dei pistas aqui de que a gente, na verdade, não pode invadir o espaço aéreo do outro, exigindo que o outro faça o que a gente é entende ser o certo.
Isso é uma violência. O livre arbítrio é soberano. Então você pergunta: "Como ser justo ao lidar com a diferença? É você fazer o teu. faz o teu e não seja, eu diria, uma pessoa, eu diria, desrespeitosa no direito do outro achar que a indiferença é conveniente. Porque senão, veja bem, você é vegano ou vegetariano, aí você começa a patrulhar, xingar, hostilizar quem come carne. Sou contra. Você vai fazer suas observações, você vai mostrar o que que é a dor, crueldade, o sofrimento imposta aos animais. Se você é do Brasil, você vai mostrar a pecuária extensiva do boi solto no pasto, do boi verde, como chamam, responde pela maior parte da floresta amazônica destruída e devastada.
A pecuária extensiva é o principal vetor de desmatamento da Amazônia. Compartilhe informações, faça chegar aonde você acha que deve. Agora você não vai impor e você não vai ostilizar quem pensa diferente. Isso vale ou começa principalmente pela política. O Brasil se tornou um país intragável do ponto de vista do debate político a partir exatamente da hostilização extrema de um nível de beligerância tóxica entre correntes políticas distintas. Isso não é inteligente, isso não é civilizado, isso não deveria fazer parte da política. A política é a arte do diálogo entre quem pensa diferente. É uma possível definição de política.
Então essa como ser justo com quem é indiferente, faz o teu, faça bem feito. se tiver uma chance de conversar ou tentar mostrar porque que é importante se mobilizar, mas sem ser, eu diria, violento na proposta de forçar o outro a fazer diferente ou hostilizar o outro por não tá nem aí. Eu não acho que isso seja realmente um bom caminho, tá? E vou dar uma dica aqui. Pais ou responsáveis ensinando os filhos a mão de obra voluntária. Leva o filho, leva a filha para algum lugar onde esteja sendo feito o sopão paraa população em situação de rua, a limpeza da instituição que você apoia. Vamos, vamos fazer uma faxina lá.
Eh, uma visita a um abrigo de idosos, a um orfanato, passar uma tarde brincando com as crianças ou conversando com os idosos e tentando ali, a partir da sua presença, fazer a diferença na vida daquelas pessoas naquele momento. Leva seu filho, mostre para ele. Olha, isso daqui faz a diferença pros outros, pra gente é o pouco que a gente tá dando, que é o possível, eventualmente é o que dá para fazer para essas pessoas elas se sentirem alvo de cuidados, serem privilegiadas no nosso tempo e na nossa energia, consagrados a elas. Isso não tem preço, isso é fundamental, isso faz a diferença. Pedagogia da atitude. Lê Rosa de Campinas. André, a indiferença é filha do egoísmo?
É, a indiferença é filha do egoísmo. O egoísmo, na verdade, poderia ser entendido como a matriz de todas as imperfeições. O orgulho é filho do egoísmo. A vaidade é filha do egoísmo. A cobiça e a ganância são filhos do egoísmo. A inveja é filha do egoísmo. A usura A luxúria, né? A hipersexualização, assim, eu quero prazer sexual no limite. É algo que tem o seu viés egoísta, né? Tem o seu viés egoísta. O consumismo descontrolado, ele tem uma pegada, o materialismo, esse apego desmedido à acumulação de bens e posses. Para mim, para mim, para mim tem o egoísmo aí vinculado a essa postura, penso eu.
Portanto, o egoísmo é esse eixo gravitacional que puxa tudo que tá do lado de fora pra tua direção. É o mundo que gira em torno de você. O seu é o epicentro do universo e tudo que existe existe apenas e tão somente para lhe servir, lhe satisfazer. Essa seria uma possível definição do que o egoísmo significa. As guerras, em certa medida, tem uma relação direta com essa esse pensamento. É o meu interesse, é a minha expectativa de de ter o melhor ao meu alcance. Custe o que custar, doa a quem doer.
É, seguindo, portanto, as perguntas, saindo agora do tema principal, Renata Évora pergunta: "Dá tempo de conscientizar a geração atual ou teremos que esperar pela próxima?" Eu eu sinceramente, Renato, eu acho que essa pergunta assim, não é que primeiro na área da educação a gente não conscientiza ninguém, a gente faz a nossa parte tentando eh despertar, despertar interesses, despertar emoções, despertar vontades. A conscientização é um ato individual, intransferível. Cada um de nós se conscientiza, tem que ser para ontem, não dá para ficar esperando, não. Sou completamente contra a ideia de que não adianta fazer nada agora, vamos esperar pra próxima.
A gente não tem uma geração para esperar, não há tempo perder. Quando a gente fala de senso de urgência em relação às múltiplas crises que ocorrem hoje, a gente não tá exagerando. É para ontem. Sônia Fajado pergunta: "Por que pessoas do bem e capacitadas não estão na liderança dos países?" Essa é uma ótima pergunta. Eu não quero generalizar, nunca gosto de fazer isso, mas eu acho que as pessoas de bem e capacitadas, em boa parte dos países, não tem estômago pro sistema político partidário, para fazer conchavo, para fazer acordo, para lidar com situações que a política eh determina, dependendo do país.
Esse jogo político partidário é muito pesado, tóxico, e isso desanima quem tem o ideal de transformar, o ideal de ao ser eleito fazer alguma diferença. É uma ideia despretenciosa. Eu não sou sociólogo, eu não faço sociologia política, mas eu acho que a política desanima quem quer produzir resultados concretos com o espírito público. Agora, a política também anima quem tem esse perfil. A questão é saber se nos partidos políticos esse essa personalidade é bem-vinda na sua inocência e na sua integridade moral. É uma questão que eu acho que tá colocada. Ó, Gablau, até quando os senhores da guerra governarão sem interferência dos justos? Até quando nós deixarmos? Esse é o ponto. nós deixarmos enquanto eleitores, nós deixarmos enquanto cidadãos, nós deixarmos enquanto consumidores.
Ah, a gente tem poder e despreza esse poder. O poder das massas, o poder dos setores organizados da sociedade. Eu acho que a gente ainda tem o poder. de juntar todo mundo que tá contra isso ou aquilo, vai faltar rua. Questão é, por que que esse povo não tá indo pra rua? Aí que tá a grande questão. Por que que a gente não tá manifestando toda a nossa indignação do jeito certo ou no lugar certo? Essa é uma boa questão. Marisa Nunes de Belo Horizonte, dá para viver no mundo de regeneração para quem tem mais de 50 anos? Não sei, Marisa. Não se angustia com isso, Marisa. Mundo de regeneração é um projeto pessoal. Faz o teu mundo de regeneração. Prepare-se você pro mundo de regeneração.
Não fique na expectativa de você viver nessa encarnação a realidade do mundo de regeneração. Agora, se você quiser saber a minha opinião, é apenas uma opinião. Eu também tenho mais de 50. Eu não tô, eu não tô esperançoso de nesta encarnação testemunhar o advento do mundo de regeneração. Eu acho que ainda vou ver muita transição planetária. Mas isso é pitaco, isso é opinião desimportante. A minha opinião importante para mim que eu tô dando para você é: preocupe-se menos com o calendário da terra enquanto mundo de regeneração. preocupe-se mais com você se habilitando a ter a sua vibração, a sua frequência ajustadas ao mundo de regeneração. Tá bom?
Acho que você entendeu o que eu tô falando aqui. Capit. Vamos para outro bloco de pergunta. Adriana Correia de Porto Alegre, sempre por aqui. Buenas, André, no teu sentir, a obsessão por algo ou alguém atrapalha as duas partes. Como lidar com esse sentimento nada saudável? Gratidão. Olha, a obsessão não é uma palavra simpática e ela revela algum tipo de O pensamento obsessivo é um problema, inclusive de ordem psiquiátrica. essa esse pensamento que monopoliza a tua energia obsessivamente. Isso não é saudável. Então, primeira resposta é essa. Não há como uma pessoa ter um comportamento obsessivo e ser declarada saudável. Ponto um, quem é alvo da obsessão?
Aí a gente vai colocar nos seguintes termos. Você colocou isso sem falar se é obsessão espiritual ou não. Eu tô falando da obsessão nesse plano, porque existe obsessão nesse plano. A gente precisa se proteger, eventualmente tentar ajudar a pessoa que tá com esse perfil. Se ela não tá recebendo bem a sua orientação de como desviar o foco, buscar ajuda, equilíbrio, você se acautelar e se precaver. de alguém que eventualmente gere uma né, obsessiva. Isso inclusive tá tipificado como crime no Código Penal. Você pode pedir medida protetiva para alguém que tá obstinadamente perseguindo você. Em relação à obsessão espiritual, eu já falei aqui, já fal, fizemos estudo sobre isso à luz do Espiritismo.
Quem está na figura de obsessor e escolheu você para obsidiar, eu teria como protocolo de resposta dois movimentos. O primeiro deles, orar da forma mais intensa, profunda e sincera, pedindo desculpas a essa pessoa. Ela certamente não está no está perseguindo a nós por acaso. algum motivo, eventualmente ela está querendo devolver algum tipo de agressão ou prejuízo que nós causamos numa outra existência, fazendo justiça pelas próprias mãos. É uma situação que tá colocada na doutrina espírita. Orar pelo por quem nos obsidia é algo muito muito importante.
Segundo movimento, procurar ajuda numa instituição séria, espírita, aonde haja o trabalho de desobsessão, que é a cúpula espiritual da casa, fazer uma intervenção procurando esclarecer essa entidade, esse espírito dos malefícios que ela causa para si própria, perseguindo você. Isso pode funcionar ou não, mas isso efetivamente funciona como anteparo e a gente precisa fazer por merecer essa reconsideração do obsessor. Obsessor olhar pra gente dizer: "É, tá diferente, é, tá ajudando muita gente, é, tá fazendo bem, é, eu não não tô à vontade para fazer o que eu queria fazer com essa pessoa. Eu tô constrangido moralmente. Às vezes acontece isso também. Tá bom.
Patrícia, Patrícia Hildebran pergunta se o livro, acho que é esse aqui, já tava até pertinho, ó. Vai ficar por aqui. Será lançado em Brasília com a minha presença. Ué, se me convidarem e der mat no calendário, nos compromissos, eu vou. Não tá ainda na programação. Geváio Neto, meu amigo de Campos dos Goitacazes. Bom dia, amigo. Falamos muito sobre o perdão ao próximo, mas poderia nos dizer algumas palavras sobre a importância do auto perdão. Abraço fraterno. Tenho 2 minutos antes das 10 da manhã. Gerváio, vamos lá. A gente não pode ser juiz implacável de nós mesmos. A gente não deveria promover uma autoobsessão.
A gente não deveria se julgar de uma maneira rígida, porque isso não é um exercício cristão. Lembra-se do evangelho, a principal ensinamento de Jesus, ame ao próximo como a ti mesmo. Você precisa se amar. Ame-se, respeite-se, tenha consideração por si próprio. Não fique mal pelas imperfeições que você já reconheceu em você. Converse com você. Faça uma DR consigo próprio. Poxa, hoje tá difícil, hein, André? Caramba, cara. Presta atenção, foca no que interessa. Você tá com pensamento disperso por uma chateação que já deu o que tinha que dar. Esquece isso. Eu falo comigo, Gervas. Eu falo comigo, cara. Na época da pandemia era até melhor porque eu tinha máscara.
Ninguém vi eu falando comigo, mas eu falo comigo. Eu aprendi a ser um bom ouvinte de mim mesmo, porque o lado que fala comigo é um lado que eu tenho que prestar atenção. [Música] Então, quando a gente fala com a gente, quando a gente estabelece um canal aberto com a nossa consciência, a gente precisa prestar atenção. Então, não seja, veja, Deus nos ama indistintamente a todos nós. sejamos nós quem nós formos, temos feito o que fizemos. Então, se Deus nos ama incondicionalmente, por que que nós não vamos nos amar? nos respeitando, respeitando as nossas limitações, encorajando-nos a sermos a cada dia pessoas melhores no limite das nossas possibilidades, sem a pretensão da perfeição absoluta nessa encarnação.
É mais ou menos por aí, meu amigo. Papo das noves, chegando ao fim, ó, centralidade, temperança, alinha suas emoções, seus pensamentos. não embarca no catastrofismo, no pensamento apocalíptico, na desesperança que não enxerga nenhuma luzinha no fim do túnel. São muitas as luzes no fim do túnel, tudo a seu tempo, do jeito certo, na hora certa. Até sexta, se Deus quiser. Feriadão, mas eu tô aqui.
