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Olá, muito bom dia a todas e todos onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, atravessando o momento que vocês estão atravessando. Sejam todos bem-vindos ao Papo das . Você que já conhece a nossa live há mais de 5 anos aqui com o objetivo de promover a resiliência psíquica e emocional. Ou você que tá acidentalmente acessando aqui pelo nosso canal no YouTube ou pela minha página no Instagram, seja bem-vindo, seja bem-vinda.
Nós estamos aqui abrindo um espaço no universo digital para refletir sobre assuntos que nos parecem essenciais, prioritários, considerando o sentido da existência, considerando o que de fato importa priorizar na vida sem prejuízo das questões menos urgentes ou importantes, mas nós precisamos de nutrição. espiritual. Nós precisamos ter esperança, nós precisamos promover a saúde integral, nós precisamos exercitar o desapego, principalmente aquele que diz respeito ao aspecto hipnótico, muito sedutor da matéria, da acumulação de bens e posses e da do entendimento de que isso seria a melhor tradução para felicidade país interior.
É impressionante como nós ainda nos sentimos vulneráveis a essas esses arrastões eh culturais, né, que vão determinando um padrão. Eu vim ao mundo para ser feliz, para ter muito prazer e para aproveitar a vida ao máximo. Essa toada ela embora legítima, porque cada um faz as escolhas que bem entender, não tô aqui para criticar, mas é importante advertir sobre os riscos disso não significar paz, bem-estar e felicidade, ou de você tá buscando no lugar errado ou de estar depositando muitas expectativas aonde elas não deverão se confirmar. Então, a gente tá aqui para tratar desses e outros assuntos.
Encorajando a busca espiritual, encorajando a jornada evolutiva, encorajando a aventura do autoconhecimento, promovendo a reforma íntima, tendo a coragem de ser quem é, pensar com a própria cabeça, realizar as próprias escolhas, porque isso, penso eu, é o que faz a diferença, é o que explica a nossa presença nesse planeta. sabedoria. Ah, então vamos pedir ajuda sempre aos nossos amigos invisíveis, os amigos espirituais, os responsáveis por esse trabalho, que eles se aproximem e se apoderem dessa psicosfera e que eu possa aqui, com a preciosa ajuda deles, abrir a mensagem indicada para a reflexão breve dessa manhã. que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito e que a gente consiga, através da mensagem refletir sobre algum aspecto da nossa vida nesse momento e que isso seja nutrição pra alma, nutrição espiritual, emocional, psíquica.
Opa, opa. E para onde vamos? 86. Não diga jamais que é pobre. A pobreza não é falta de dinheiro. A pobreza verdadeira é a falta de compreensão. Todo aquele que compreende a vida, que sabe dizer uma palavra de conforto, que sabe estender a mão compassiva ao que sofre, que sabe distribuir alegria e otimismo, é rico, imensamente rico, de bondade, que jamais falta, por mais que você a distribua por milhares de pessoas. Gente, que que eu tava falando antes? É impressionante. Eu tava fazendo aqui uma digressão espontânea, sem planejamento prévio. Isso não tá no roteiro. A gente abre aqui, liga o aparelhinho, começa a falar e a coisa vem.
Eu tava falando de como o eixo gravitacional das nossas expectativas tá muito fortemente voltado para a questão da matéria, da gente tá bem suprido, aliás, muito além do necessário. Isso virá uma busca frenética que justifica o emprego do nosso tempo, da nossa energia e das nossas expectativas. Eu falei, você tá ouvindo? Quem viu o papo das o início viu fazer uma breve reflexão sobre isso aí. Vamos lá. Batema onde? 86. Por intuição, provavelmente vem a página num livro com 288 mensagens que o destino. Que eu abrisse exatamente. Não diga jamais que é pobre. A pobreza não é falta de dinheiro. A pobreza verdadeira é a falta de compreensão.
Eu não sei se vocês conhecem alguém ou já conheceram alguma pessoa que numa experiência de vida difícil do ponto de vista material, a privação por vezes até do necessário, marcou a nossa memória pela serenidade com que lida com esse momento. e a lição de sabedoria de não colocar esse desconforto da matéria como algo que justificaria uma revolta contra a vida, contra Deus, contra quem quer que seja, uma mágoa em relação à vida, uma vida que não presta, uma vida que só me deu problema, sofrimento. É essa postura de amargura, dizendo: "Poxa, tanta gente por aí que não presta, que tem muito mais do que necessita, muito mais do que precisa, né?
E eu aqui nessa pindaíba, que que eu fiz para merecer isso?" São várias formas de lidar com a privação, por vezes do necessário na matéria. E a mensagem lembra que pobre verdadeiramente não é quem está desprovido de recursos materiais. Pobre verdadeiramente é aquele que se encontra numa situação de mendicância espiritual, é incapaz de prestar atenção nas demandas e necessidades que estão à volta, né? e não consegue se relacionar com os bens que possui da forma mais sensata, racional e, se possível, espiritualizada possível. Ou seja, enquanto estivermos aqui, a vida passa rápido no mundo da matéria, evidentemente nós é legítimo, é isso tem importância sim.
Eu vou me esforçar para ter uma vida digna. Eu quero ter um lugar para chamar de meu, a casa própria. Isso é digno. Isso é uma aspiração legítima. Eu quero oferecer conforto, não é luxo, é conforto paraa minha família. Eu quero oferecer as melhores oportunidades de crescimento dos meus filhos ou netos, as melhores escolas ao meu alcance, a melhor assistência numa situação de crise de saúde possível. Tudo isso, gente, é legítimo. Embora a maioria absoluta das pessoas no mundo, não apenas, tenha muita dificuldade de garantir o necessário. O necessário, pagar em dia boleto, não deixar acumular dívida.
É assim, no mundo de provas e espeções, todos nós em sucessivas reencarnações, ora você vem com a questão material bem resolvida, ora você volta ao planeta com a questão material muito sofrida, isso é um exercício espiritual fantástico de como você lida com as privações, como você lida com as impossibilidades do momento, né? Cada existência tem uma um significado e uma história. E aí vem pastorino lembrando, seja qual for a circunstância, seja qual for a situação, seja qual for a encarnação, seja qual for a sua crença, sua fé, não diga jamais que é pobre. A pobreza não é é a falta de compreensão.
E num país de maioria cristã, não custa lembrar que Jesus deixou muito clara a expectativa dele em relação a um despertar nosso, no sentido de não sobrevalorizar patrimônio material, não colocar isso num patamar ou numa prateleira onde isso não deveria estar. Ou seja, a pessoa desencarna abastada, ela teve uma vida com muito mais do que precisava e focou seu interesse apenas em garantir o provimento das coisas materiais. O foco dela foi todo nessa direção. A preocupação dela o tempo todo foi essa. essa pessoa corre o risco de no plano espiritual desencarnar num estado de mendicância, de flagelo, do ponto de vista daquilo que não foi burilado, não foi trabalhado, não foi alvo de atenção, que é o que fica para sempre conosco, o que me acompanha na viagem.
Quando eu deixar esse plano, o que que cabe na bagagem? O que que eu consigo levar na mala? Não é o teu corpo que fica, não é o teu patrimônio. Casa, utensílios, objetos que você tem muito a preço, que tem muito valor afetivo, eventuais veículos, casas, poupança, CDB, renda fixa, o que for, isso não vai com você. O que sugere, isso é muito forte, para mim é muito forte. Nós não levamos para outro lado nada que não nos pertença de fato. Tudo isso que eu tô falando inerente ao plano material nos foi dado por empréstimo nessa encarnação. Faça o melhor uso possível desse corpo, dos bens materiais que você vai adquirir, conquistar, herdar, o que seja.
E depois que cessar o prazo de validade nesse plano, você retornará à pátria espiritual, levando o quê? Nada disso. Vai levar o quê? O estoque de conhecimento daquilo que foi possível aprimorar ou desenvolver do ponto de vista intelectual. E que mais? O estoque de sentimento. O que que você leva no teu coração? Você tá levando amor, você tá levando esses predicados, essas virtudes do desejo sincero, de bemquerer, da empatia, da compaixão, da misericórdia. Não é só o cristianismo que fala disso, gente, mas o cristianismo, eu tô num país cristão, de maioria que se diz cristã, em diferentes denominações religiosas. Então, a gente tá indo na direção do cristianismo.
Pobreza não é escassez de matéria. A verdadeira pobreza é a dificuldade de compreender e de se perceber como parte de algo maior. Acho lindo, acho pertinente. Hoje foi outro dia que deu s, né? Deu mat. O que eu falei antes de improviso bateu com a página aberta ao acaso. Gratidão aos amigos espirituais. Deixo aqui sugerir um livro que é fininho, que é escrito por uma pessoa que eu tenho um profundo respeito e admiração, a honra de conhecer. já estive com essa pessoa várias vezes eh em palestras oferecidas por ela, em encontros fortuitos, casuais, em grupos de estudo.
Então, eu tô falando de alguém que tem um currículo vasto no meio acadêmico, intelectual, por muito tempo foi integrante da igreja até se desvincular. Eu tô falando do teólogo, professor, escritor Leonardo Bof. Habitar a Terra, qual o caminho para a fraternidade universal?
Em tempos de guerra e guerra em lugares muito sensíveis, como Oriente Médio, Rússia contra Ucrânia, a gente precisa refletir sobre por que em pleno século XX testemunhamos um fracasso tão retumbante do diálogo e da diplomacia, lançando mísseis, foguetes, drones, para destruir, não apenas, porque aí seria até, não vou dizer compreensível, mas você vai dizer assim, não, eles têm as diferenças deles e eles estão destruindo equipamentos, arsenais, eles estão focando a destruição daquilo que representa risco. A gente tá vendo população civil, inocentes perderem a vida, um clima de pânico, uma situação de medo.
Isso para mim guarda a relação direta com os líderes, líderes que estão à frente de algumas nações que tem uma afinidade, uma sinergia, uma identificação muito forte com o uso da força bruta para fazer valer o que eles acham que eles merecem. Se você quiser nomes, eu vou dar três. Não são apenas três, mas três dos nomes que me parecem figuram na comissão de frente das lideranças desqualificadas para a promoção da verdadeira paz, que não é aquela construída a partir do trinômio sangue, porrada e bomba.
A verdadeira cultura de paz requer inteligência, requer habilidades diplomáticas, requer até eventualmente o uso da força, mas com o devido cuidado, o devido critério, poupando vidas inocentes, poupando cidadãos e cidadãs que não tm nada a ver com esse balaco baco e não podem, não devem, não deveriam perder a vida por causa disso. Então, habitar a Terra, qual o caminho para a fraternidade universal? É um livro pequenininho, mas com tanto conteúdo, uma bibliografia aqui no final do livro, com tantas obras que foram, olha, Leonardo Lista, co, pera aí, 123 livros que ele usou para referenciar o pensamento expresso nessas páginas.
Então, na largada do livro, ele fala de Francisco de Assis e fala do Papa Francisco, já desencarnado, Papa Francisco, como inspiradores do que seria um caminho paraa fraternidade universal. Então, eu não vou dar spoiler, mas é interessante como Leonardo é muito pragmático, apontando, em primeiro lugar os obstáculos para se alcançar esse objetivo. E um desses obstáculos é justamente a vontade de poder, a imposição da sua vontade pelo uso da força bruta. e como Francisco de Assis e como o Papa Francisco, em certa medida, dão a orientação ética, moral, mas pisando no mundo real, assim, no chão de verdade, não ficando na teoria, mas procurando construir uma uma ideia que faça sentido na direção contrária a das guerras.
Eu confesso, fiquei muito triste quando vi que esse esse novo conflito entre Israel e Irã, ao que parece permite que Israel prossiga a sua jornada sangrenta, abatendo os civis inocentes em Gaza. Porque anteontem, em 24 horas, foram 140 palestinos assassinados por atiradores israelenses, exatamente naquele lugar que eles vão. Isso é deplorável, é repugnante, né? humilhante, uma pessoa, se coloque no lugar de alguém nessa situação. Você tá com a tua família numa zona de guerra e não tem o que comer.
E aí você ouve dizer: "Olha, quando aparece comida, é é ali, vai à multidão e você leva tiro." Eu eu sinceramente me faltam palavras para compreender uma lógica assassina perversa e cruel como essa. Isso tem que ser interrompido. E vejo cada vez maior o número de pessoas, físicas ou jurídicas se posicionando claramente, pedindo um basta no banho de sangue de Gaza. Só que a gente não consegue deter. Impressionante. É o fracasso do planeta. O planeta não consegue, a humanidade não consegue interromper a matança indiscriminada de civis em Gaza.
Eu não sei o que precisa acontecer para aonde haveria uma contenção, porque historicamente sempre foi assim, seria a partir do governo dos Estados Unidos, que tem uma forte ascendência e influência sobre Israel. Não esperem de Donald Trump qualquer gesto de compaixão. Digo isso com todas as letras. Esse homem, ele é o, digamos, o personagem emblemático de um tempo aonde o egoísmo, a egolatria e eu diria essa sociopatia, que é uma patologia de ordem mental, mas isso não livra moralmente Trump das escolhas soberanas que ele faz, completamente indiferente aos outros. Essa história do America's first, make America great again.
Ele coloca os Estados Unidos branco dele, show imigrante, supremacia branca que tá, eu diria, no portfólio desse homem. a afinidade que ele tem com essa tese do verdadeiro americano ser o branquinho, sendo que os Estados Unidos foram construídos, emergem como nação próspera a partir da mão de obra de diferentes etnias, diferentes culturas. Ele próprio não é americano raiz. A família dele não é americana raiz, que é a grande contradição. É a grande contradição. Portanto, o espírito de fraternidade como exigência para a continuidade da vida no planeta. A fraternidade universal é condições para fraternidade universal e para paz duradoura. O último capítulo é a nossa responsabilidade coletiva.
Ah, mas eu não sou governo, não tenho uma grande empresa, eu não sou influente no setor privado. Nós temos a nossa parcela de colaboração em favor de um mundo como está ou de um mundo diferente. Então, a gente pode e deve fazer mais. E para isso, informação inspiradora faz a diferença. Habitar a terra. Qual o caminho para a Fraternidade Universal? Leonardo Bof, Leonardo e Márcia, beijo no coração. Muito obrigado por vocês existirem e fazerem a diferença nesse sentido, tá bom? É sugestão para hoje. Eu vou manter o pique aqui, gente. E recebi muitos retornos de pessoas que acharam interessante eu falar isso, que eu vou falar de novo.
Eu já falei isso quarta-feira e vou continuar falando enquanto me der vontade. Que que está ao nosso alcance fazer? Eu aprendi no espiritismo que a prece não é uma abstração. Uma oração feita com coração, ela interfere no mundo real, tangível. Portanto, o pensamento ele quando bem canalizado e dirigido, ele tem força e direção. Então, que a gente possa reservar um pouquinho mais de tempo apenas e tão somente para orar, rezar pelo planeta, pela paz no mundo.
Eu até nas minhas preces tenho pedido já tem algum tempo, que Deus possa interceder, impedindo os senhores da guerra de continuarem tão à vontade para promover essa matância, essa barbária, essa chuva de mísseis e drones sobre cidades inteiras. A gente pode pelo menos evocar as forças espirituais do bem que zelam e velam por nós, mas não interferem no livre arbítrio. Eu tenho de fato, eu acalento a ideia de que por vezes é como se fosse assim, como a maior parte da humanidade se posiciona no momento de guerra, porque se a maior parte da humanidade estiver indiferente, dizer: "Não é comigo, não tô nem aí". você dificulta o processo de reequilíbrio do ORB, ao passo que se a maior parte da humanidade opera através exatamente das expectativas sinceras manifestadas por essa vibração, essa prece, esse pedido, esse clamor, é um clamor. interrompam a jornada sangrenta.
Porque esses que comandam os exércitos, que engrossam os orçamentos militares, eles não estão vulneráveis, eles não passam fome, eles estão nos bunkers, eles estão protegidos o tempo todo por centenas de seguranças, eles não correm risco. É uma covardia. Antigamente os generais nas guerras de infantaria, eles estavam no campo de batalha, por vezes na linha de frente, inspirando as tropas, dizendo: "Vamos lá".
Nos dias de hoje, Vladimir Putin na Rússia, Benjamin Netaniarro em Israel, Donald Trump nos Estados Unidos, para citar apenas esses três, que para mim encabeçam a lista dos grandes endividados, dos grandes endividados espirituais, pela forma como se comportam diante dos cenários geopolíticos. difíceis e tensos. Para eles não é um problema partir paraa pancada, não é? E isso lhes custará muito caro, penso eu. Esses três não estão na linha de frente, não estão no campo de batalha e não estão vulneráveis ao ataque de mísseis, de foguetes ou de drones. Eles estão lá, ó, protegidinhos. estão lá livres de qualquer risco. Eu, sinceramente, o que me dá vontade de pedir é isso. Orem. Orem pela paz.
Orem pela intervenção divina, operando um processo de desarme, de arrefecimento da violência, de predisposição para o diálogo, da busca por acordos de paz. Isso é tão necessário e urgente. Eu tô falando aqui, esqueci de pegar o tablet. Só um momentinho que eu vou pegar o tablet onde tá vindo as perguntas de vocês. Momentinho. Pronto, cheguei ao vivo. Papo das é assim, gente. Quem não tá acostumado fala: "Ih, o cara levantou, olha, no meio da live". Ih, o cara esquece. Esqueci mesmo. A vida é assim. Eh, vamos lá, Mr. Anderson, trazendo as perguntas. Já temos blocos de perguntas aqui.
A pergunta feita ontem no stories para fustigar a nossa mente, refletirmos sobre questões filosóficas importantes. Pergunta foi: É preciso ver para crer ou crer para ver? Vou perguntar de novo que essa essa essa questão é interessante. É preciso ver para crer ou é preciso crer para ver? Perguntas selecionadas aqui. Melina Binhote. A prática da caridade seria uma forma de crer sem ver? Eu penso que sim, no sentido de que a caridade, à luz do espiritismo, é o exercício do amor altruísta, do amor renúncia, do amor eventualmente sacrifício, que você no primeiro momento não percebe rigorosamente nada que signifique uma espécie de eh como se o céu se abrisse, né, e Deus falasse em alto bom Som.
Parabéns. Você está conquistando o lugar na eternidade. Maravilhoso. Não, não, não, não, não. Eh, entretanto, eu devo dizer, é interessante a pergunta, que a caridade nesses termos, ela oferece uma recompensa imediata. É a sensação de consciência tranquila, de utilidade, você se perceber útil. Eu tô fazendo a diferença para alguém. Eu tô, eu tô aqui na linha de frente de um, da miséria, da fome, do sofrimento, da dor, do desamparo. E eu com eventualmente até pouco, consigo interceder, interferir num momento de muita, muito sofrimento, muito desamparo, muita desassistência.
E eu estar aqui fazendo isso me dá a sensação de que sim, eu tô fazendo a diferença para essas pessoas ou para essa pessoa ou para esse ser vivo ou para essa causa. Eu tô me sentindo útil. Eu tô me sentindo uma pecinha muito bem encaixada no tabuleiro e isso não tem preço, isso faz a diferença. Pode-se dizer, portanto, penso eu, a tua pergunta é ótima. A prática da caridade seria uma forma de crer sem ver. Você não vê o resultado, mas você sente. Portanto, você tá acreditando que aquilo é o certo, que aquilo é o correto, que aquilo faz sentido. Mas devo dizer, o retorno é imediato. O retorno é imediato.
O prazer de fazer o bem, o prazer de interceder em favor de alguém que esteja em sofrimento, o prazer de ajudar uma pessoa a fazer uma travessia num momento muito difícil. E isso não deixa de ser uma visão. Você fala assim: "Eu tô entendendo porque que no espiritismo se diz que fora da caridade não há salvação. Eu tô entendendo porque que Jesus, segundo os evangelistas, de forma muito assertiva, disse: "Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Então, referenciar o próximo como alvo da sua atenção e eventualmente da sua intervenção, no mínimo do seu respeito e da sua educação, no mínimo, né? No mínimo. Então, é bem interessante a pergunta, penso eu. Obrigado, Melina.
Vamos lá, Karina Dias. A necessidade de ver para crer denotaria falta de fé? Olha, eu vou contar uma história para vocês. Certa vez entrevistando o padre Júlio Lancelote, eu já entrevistei ele umas três vezes e encontrei umas duas pessoalmente. As entrevistas foram à distância, inclusive na época da pandemia, no papo das a gente ouvia algumas pessoas que tinham muito conteúdo. Uma delas foi o padre Júlio Lancelote. E eu fiz outras entrevistas e tive com ele pessoalmente umas duas vezes. Inclusive, a gente gravou um vídeo junto falando de da importância dos copos que não sejam de plástico. Ele que quis gravar.
Falou: "Vamos gravar, André, que eu vou mandar para para uma pessoa chegada ao ministro da fazenda. Tava se discutindo reforma tributária. A gente se encontrou no evento, ele falou: "Tem que aumentar imposto de copinho plástico descartável e reduzir imposto de copo de papel. Eu falei, aí a gente começou a conversar sobre isso e aí ele vamos gravar um vídeo? Eu falei: "Então, tá comigo o vídeo aqui". Foi, foi muito bacana. A gente divulgou na época. Bom, padre Júlio numa entrevista certa vez disse assim: "Ele foi categórico, é preciso crer para ver e essa predisposição que a pessoa tenha, porque isso é a fé, né, gente?
A fé é a expectativa de que algo vai acontecer sem você ter rigorosamente nenhuma garantia. Nenhuma garantia de que de fato isso ocorra. A fé é um contrato de risco. Quem tem fé não acha que há risco, assina e toca o barco. Mas em bom português, se você pergunta para uma pessoa de fé, qual é a garantia que você tem que de que isso que você tá fazendo vai ter lugar, vai acontecer? A pessoa diz: "Eu sei que vai ser, é a minha fé. Meu coração diz isso. Fé, fé é isso. Então vamos lá, voltando aqui. A necessidade de ver para crer denotaria falta de fé.
Eu acho que todos nós, aí eu tô falando como espírita reencarnacionista, já passamos por alguma fase em que a gente condicionou a nossa fé a alguma constatação objetiva. Sabe aquela história de dizer: Deus, se você existe, me dê um sinal. Me dê um sinal. Tem gente que fala isso. Aí você vai dizer: "Isso é errado?" Não, naquele degrau evolutivo em que a criatura se encontra, isso faz todo sentido. Se Deus existe, se Deus me quer bem, eu quero um sinal dos céus para que eu confirme a minha fé nesse que seria onipresente, onipotente, etc. Eh, e há quem diga que ao formular esse tipo de desafio, tenha obtido alguma resposta. Aí é a história de cada um.
A minha convicção é de que são muitos os caminhos que levam a Deus, muitos. E que nós somos pertencentes a uma categoria de espíritos em evolução em que a fé ainda não é robusta. E, portanto, nessa, nesse gradiente evolutivo, a gente ainda se permite esse tipo de questionamento. Deus apareça, Deus manifeste-se. Quando na verdade faz parte da conquista da fé, que a gente perceba Deus de outras formas. Eu acho isso muito bonito, quase poético. Quer dizer, eu vou dizer para vocês, a natureza para mim, ela traz muito nitidamente Deus, ostensivamente Deus. Deus está ostensivamente presente em diferentes cenários ou situações. O parto, um bebezinho que vem ao mundo.
Muitos de nós vê ali uma força divina, a força da vida. A vida que pede passagem. Deus está presente. Sabe, há muitas situações em que a gente pode educar os nossos sentidos para perceber Deus está presente, Deus está aqui, Deus se manifesta. Não é da forma que eu no meu nível evolutivo, tão ainda sensorial a matéria, tão vinculado à matéria, não. Deus tem que fazer essa mesa virar de cabeça para baixo. Deus tem que transformar essa água em vinho. Esse tipo de desafio realmente revela, em certa medida, uma infantilidade da alma. É como se a gente tivesse no jardim de infância da jornada espiritual, né? É apenas uma opinião. Eu não sou o dono da verdade, é a minha minha impressão.
E todos nós já transitamos por essa fase de desenvolvimento espiritual do ver para crer. E acho nessa altura do campeonato que muitos de nós se qualifica. para adquirir a crença sem a necessidade do fenômeno. Isso é muito comum no espiritismo. A gente vê assim, quem procura o espiritismo atrás do fenômeno, eu quero ver para crer. E quem depois de muito tempo na vivência espírita, sem exigir o fenômeno para crer, que o espiritismo já traria ali um conjunto de informações que fazem sentido e vão alargando percepção de realidade, de mundo, vida, morte, Deus, tudo isso você não precisa ter a experiência. Agora, quando ela ocorre, ela confirma o que você já acreditava.
Isso, por exemplo, comigo, eu já perdi pai e mãe. Eu só fui receber mensagens psicografadas por parte de pai e de mãe mais de 10 anos depois do desencarne de um e mais de 25 anos depois do desencarne do outro. Eu não fui procurar isso. Tem alguma mensagem do papai aí? Tem alguma mensagem da mamãe? Por que que eu não procurei? que eu já tinha a crença espírita, crer para ver. Eu já tinha essa fé. Portanto, quando aconteceu foi muito bacana, que foi a confirmação. Eu não passei a acreditar mais por causa disso. Da mesma forma, a sessão de materialização que eu presenciei, ela ocorreu com quase mais de 30 anos. de vivência espírita.
Eu fui convidado para uma sessão e eu testemunhei a materialização. Aí você vai dizer: "Ah, você saiu da sessão mais crente do que você era?" Não, eu já era espírita. Evidentemente, quando você tem essa experiência, ela vai dar uma robustez, né? ela cristaliza aquilo que já tinha a sua, digamos, verdade, já tinha sua configuração bem definida, mas é como se você tivesse exatamente a confirmação daquilo que você crê. Eu já creio e agora eu tô vendo. Acho que é por aí. Vamos ver outra pergunta. Renata Évora, ela pergunta se há algum ponto positivo no ceticismo. Olha, eu vou dizer uma coisa para você. Eu acho o ceticismo muito importante.
Kardec, o professor Hipolite Leão Denizar Rivail, pedagogo francês que fez a obra da codificação, assim de vamos dizer, é isso, é o codificador, né? Kardec é no sético, cara. Como deve ser alguém afeiçoado à ciência? Kardec demorou um tempo até entender que o fenômeno das mesas girantes que ocor ocorriam em vários pontos da Europa, dos Estados Unidos, isso tá documentado pela imprensa à época nos saraus, nas reuniões sociais, de repente as mesas começavam a flutuar, a girar na sala, o pessoal achava graça, tomava lá um um vinhozinho, uma bebidinha e ficava batendo do Palma cantando pra mesa da gira. A humanidade eu vou te contar.
E Kardec, sendo alguém ligado a mais de uma sociedade científica da França, foi convidado para vê-lo. Vem cá, você não quer dar uma olhada nisso não? No primeiro momento ele não se interessou. Isso é besteira. Eu não tô tô ligado nisso não. Até que ele, amigos próximos, foram convincentes o suficiente para ele pelo menos ir. Tinha nada a perder. E ele ficou intrigado. Aquilo mexeu com o Kardec dizendo, bom, primeiro eu tenho que ver aqui. Isso é ceticismo, isso é bom. Primeiro eu tenho que ver aqui se não tem algum truque, né? Se essa mesa não tá flutuando e girando, porque alguém bancando esperto tá querendo me ludibriar, tá querendo impressionar os meus sentidos.
Então, deixa eu dar uma, deixa eu dar um confere. E no confere ele não viu nenhum artifício que pudesse ser empregado para aquilo acontecer. Eliminado essa etapa, ele ficou intrigado dizendo assim: "Mas se a mesa tá se mexendo sozinha, como isso é possível?" Já que a mesa não é inteligente? A mesa ela não pode dar uma resposta inteligente por si. Ela pode ser o efeito de uma causa inteligente que usa a mesa.
Ele começou, mais cética possível a investigar o fenômeno até encontrar ali a ação de desencarnados que tinham o propósito de alertar, chamar a atenção dos encarnados através das mesas girantes para algo maior que seria são chegados os tempos da terceira revelação do cristianismo Rede Vivo. Temos aqui um conteúdo que precisa ser passado à frente, como que atestando a existência do plano espiritual e a capacidade do plano espiritual se comunicar. Em resumo, é isso. Isso é história, fatos. E Kardec, portanto, respondendo a sua pergunta, fez o que se espera de uma pessoa séria, uma pessoa responsável. Ela não vai acreditar em qualquer coisa.
Ela não vai, desculpa aqui a franqueza, receber pelo WhatsApp um vídeo, uma mensagem, vai sair repassando sem ter o cuidado de checar a origem, sem ter o cuidado de aferir a credibilidade da informação. Kardec hoje estaria horrorizado, como nós nas redes sociais, especialmente WhatsApp, vamos espalhando mentiras, turbinando fake news, passando adiante, coisas que são nefastas do ponto de vista da credibilidade da informação. Então, veja, o centicismo não é contra, é a favor. Agora vamos lembrar aqui a figura do padre Quevedo, né? Vocês se lembram desse personagem? Padre Quevedo, salvo engano, era um religioso católico de origem espanhola, que fazia sucesso no Brasil, negando tudo.
Isso é fralde, isso é mentira, isso é uma mentira grosseira. E ele batia de frente direto com o espiritismo. Fal isso tudo é bobar. Isso é mentira. Isso é falso. Isso é falso. Tadinho. Onde ele tiver que ele esteja em paz. Não quero brincar com isso não. Mas era engraçado o sotaque dele e sempre assim muito assertivo gritando. E dirte. Muito bem. Qual é a questão aqui que eu acho que a Renata tá trazendo quando pergunta se há algum ponto positivo no ceticismo? O ceticismo é a base da boa ciência. A ciência não deveria partir de nenhum pressuposto. A ciência deveria analisar, aferir, medir, checar e mostrar o que é.
Agora, o excesso de ceticismo, como tudo em excesso, é ruim, porque a pessoa vai ficar obstinadamente sem prestar atenção no que ocorre à volta, na possibilidade daquilo ser verdade. Ela já crava. Isso é falso. Esse é o ceticismo ruim, porque você vestiu a camisa do cético e não larga aquilo, nem que a vaca tuça. Kardec usou a camisa do cético, sem estar fechado ou blindado a evidências. E quando as evidências se confirmaram verdadeiras, deixou de ser um indício, passou a ser uma prova, ele tirou a camisa do ceticismo e falou: "Posto que isto é verdade, eu vou tentar compreender como isso funciona." Essa é a boa ciência. Essa é a boa ciência.
Ana Teresa tá dizendo que ele, o padre Quevedo fala: "Exatamente, exatamente. Muito bem. Tá bom, Renata. Então, o centicismo não é um problema, porque ele ajuda a identificar fraudes, mistificações, superstição. A gente tem que estar atento. Você não vai comer, você não vai levar gato por lebre, vamos dizer assim. Agora, quando você se torna uma pessoa irritantemente cética, que não tá aberta paraa possibilidade daquilo que aparentemente causa estranheza, trazer uma informação verdadeira, quem perde é o cético, o cético exagerado, o cético que turbina, turbina a aversão assim a ao que lhe parece falso, né? Enfim. Sônia Fajardo. André diz o ditado. O que os olhos não vem, o coração não sente.
Mas não seria o contrário? Olha, vamos lá. A pergunta é: é preciso ver para crer ou crer para ver? Isso tem uma conotação claramente mística, transcendental e religiosa, onde a fé tem lugar e a fé é um poder, certo? Quanto menos sujeita à superstição, a fraude, a mistificação, mais contundente é a manifestação de fé. Agora, quando você fala do outro ditado, o que os olhos não vêm, o coração não sente, eu acho que tá num outro, o espírito dessa frase vai numa outra direção. Por exemplo, na área ambiental, que eu gosto muito. Qual é a questão que tá colocada nas escolas?
Você vai ensinar, você vai promover educação ambiental dentro de uma sala de aula fechada, quadro negro, carteiras, uma janelinha. Você vai ficar falando da exuberância da questão ambiental o tempo todo entre quatro paredes. Essa é a realidade de muitas escolas do Brasil por falta de condições. Qual é o ideal? O ideal é que a garotada interaja com o meio ambiente. Você vai dar uma aula sobre biodiversidade, você vai levar essa garotada em algum lugar que haja floresta, um parque. Você vai levar num lugar onde você explique. Olha, a biodiversidade compreende o que é visível e o que é invisível, microscópico. é uma combinação muito sofisticada e complexa de fenômenos no reino vegetal, no reino animal, no universo microscópico e macroscópico.
E aqui a gente tem a vida na sua resolução mais exuberante. A biodiversidade é uma potência. Tem muita coisa acontecendo aqui que a gente não tá vendo. A fertilidade do solo, a produção de oxigênio, tá tudo acontecendo ali, mas a gente não tá vendo, mas tá aqui. Então eu tenho que ver, eu tenho que ter experiência sensorial. Você vai falar: "Eu eu já levei meus alunos da PUC, por exemplo, em aterro de lixo. Eles nunca tinham ido. O lixo para ele sumia quando você dava o nó no saquinho e o lixeiro levava embora. Eu falava: "Vamos ver onde é que isso vai parar". A gente foi mais uma vez no aterro sanitário de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, uma montanha de 50 a 60 m de altura.
E aquilo gera impacto, por mais que seja um aterro sanitário que, digamos, reduz drasticamente os impactos. É uma obra de engenharia, um ateu sanitário, mas é algo impressionante. A gente joga fora o que não deveria estar ali. Os reciclados deveriam ter outro destino e a matéria orgânica, resto de fruta, legume, verdura, alimentos, espoda de jardim, deveria ser compostado. A gente tá gastando dinheiro para botar essa montanha aqui, não é barato. Eles nunca mais esqueceram a visão da montanha de lixo, o cheiro do lixo, a exuberância do gás metano que sai dali e aquece o planeta. Então isso não tem preço. Isso é o o que os olhos não vem, o coração não sente.
Uma coisa é você falar pro seu filho: "Filho, vamos fazer a separação dos materiais, vamos tentar fazer a compostagem também pra gente reduzir o volume da montanha que a gente gera". filho vai dizer: "Que montanha? Nunca vi, não sei o que é isso." Uma coisa é então o coração da gente fica tocado quando você vê, sabe? Eh, um motociclista que é muito apressado e fica fazendo manobras entre o trânsito ali fazendo entrega, ele tem que entregar rápido para ganhar o pão dele de forma justa, honesta. é um sistema que precipita a velocidade e a velocidade precipita acidente. O acidente precipita morte ou graves sequelas físicas.
Aí esse motoqueiro tá lá, ah, eu tenho que entregar, eu tenho que entregar, eu tenho que entregar. Até o dia que ele ouve falar que o melhor amigo dele foi parar no hospital porque sofreu um acidente, ele também era motociclista. Ele vai no hospital, ele vê o amigo dele com a perna pendurada, cheio de pino, já com diagnóstico que o sof o os ferimentos foram tão invasivos que ele não vai conseguir andar de novo como andava antes. Ele vai precisar de muleta ou de cadeira de roda. E ele viu o amigo naquela situação e o amigo se acidentou na moto, fazendo o trabalho que ele faz, correndo para ganhar a vida, sem a devida cobertura de saúde. Isso é do explorado.
É preciso, portanto, que os olhos não vemm, o coração não sente. Uma coisa seria ele saber que o amigo se acidentou e dizer: "Ah, ele deu azar, eu vou tocar minha vida". Outra coisa, ele ir no hospital e o amigo dizer: "Rapaz, como eu tô arrependido, como eu precipitei essa ocorrência. Se eu tivesse mais cuidado, mais prudência, se eu usasse, se eu respeitasse o limite da velocidade, se eu respeitasse as leis do trânsito, eu reduziria drasticamente o risco desse acidente acontecer. Agora eu tô aqui. Vocês entendem o que eu digo? Nós estamos falando, portanto, de como a experiência sensorial ela é revolucionária para compreensão de uma questão.
Agora, não colocaria esse ditado, o que os olhos não vem, o coração não sente, no campo da fé, porque a fé dispensa o ver para crer. Como eu falei aqui, a fé é um exercício transcendental, místico. A fé opera ferramentas que não são da matéria, elas são da alma. A fé mobiliza recursos da nossa intimidade psíquica, emocional, que não são suscetíveis ao que os olhos estão vendo, é o que a alma sente. É outra coisa. É outra coisa, penso eu, meus amigos. Tá chegando ao fim mais um papo das nuves. lembrar que quem não conseguiu estar presente no lançamento do livro, quem não conseguiu aqui no Rio acompanhar, vai ter mais um semana que vem no Lar de Frei Luiz, hein?
9 da manhã no Lar de Frei Luiz, em Jacaré Paguá, no aniversário do Lar de Frei Luiz, sem ser esse sábado, o outro, não é isso? É sábado. 28 é sábado. Ih, agora bateu. Bom, eu vou esclarecer isso semana que vem, tudo bonitinho. Estarei lá também falando sobre o livro e lançando o livrinho por lá. Fiquem com Deus. Tudo de bom. Força, coragem e fé, serenidade, tranquilidade, temperança. Vamos orar pela paz. Vamos pedir a Deus forças para inibir os senhores das armas. conter a ganância cobiça, esvaziar o ímpeto tóxico do ódio visceral e que a gente construa uma nova era aonde lideranças tóxicas não tenham acesso mais ao poder.
Não precisamos de vozes beligerantes, precisamos de vozes apaziguadoras. com pessoas qualificadas para construir a cultura de paz. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Até domingo, se Deus quiser.
