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Os livros podem transformar pessoas? | Papo das 9 #932

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Muito bom dia a todas e todos, onde você tiver, com quem você tiver, atravessando o momento que você agora tá encarando de frente. Eu desejo a você uma ótima sexta-feira 13. E olha a provocação. E seja um dia luminoso, inspirador, que você consiga de alguma forma encontrar dentro e não fora dentro de você a força, a coragem, a resiliência, a serenidade, a temperança, a confiança, a cota de otimismo necessária, para seguir em frente, porque a vida ela é retroalimentação constante. A gente nunca tá num patamar que se resolve por si. é um eterno movimento de estabilização. A gente vai sempre buscar um ponto de equilíbrio.

A gente vai sempre, isso é o desejável, estar consciente de que cada dia traz uma nova circunstância, uma nova conjuntura, como diria o filósofo, né? O rio nunca é o mesmo, posto que as águas estão passando, esse fluxo é contínuo e isso muda panorama, isso muda paisagem, isso muda expectativas. Então, me parece que é uma lição de sabedoria a gente entender a vida como um processo contínuo de retroalimentação. A gente dá o melhor, a gente vai receber o melhor. Se a gente se descuida naquilo que a gente tá ofertando para os outros, a probabilidade da gente receber exatamente aquela frequência, aquela vibração dos outros é enorme e não é desejável, né? Vigiai e orai do Cristo.

Hoje mais do que nunca, eu tô perplexo com o noticiário mostrando que Israel se transformou numa potência belicista. que promove guerras à sua volta o tempo todo e agora resolveu atacar o Irã em dobradinha com Donald Trump, Netaniarro, Donald Trump. Eh, o Trump agora a pouco dando 60 dias de prazo pro Irã negociar um acordo nuclear, né? Eu fico pensando assim: "Ah, é o regime dos aatoláis, eu entendo essa prevenção, esse cuidado." Mas Israel, embora não admita também, muitos analistas dizem que já tem a tecnologia nuclear.

Eu tenho medo de artefato nuclear na mão desse genocida chamado Benjamin Etaniarro, como também tenho muito receio de um gigantesco arsenal nuclear nas mãos de um inconsequente responsável como Donald Trump, como também tenho muito receio desse descomunal arsenal. nuclear sob controle de um autocrata chamado Vladimir Putin. Então, veja aonde eu quero chegar. Me perdoem, eu quero dar o recado aqui na largada desse papo, compartilhando com vocês uma apreensão que tive de ontem para hoje.

Essa escalada da atenção na geopolítica internacional se deve, basicamente, quando você para e presta atenção, ao perfil imperialista totalitário de três personagens, na minha opinião, Donald Trump, Benjamim Netaniarro e Vladimir Putin. É impressionante como são três homens brancos que tem uma biografia muito controversa. Eu quando uso a palavra controversa, tô sendo bem gentil com cada um deles. Pessoas de caráter claramente duvidoso, envolvidas todas essas personalidades com questões gravíssimas do ponto de vista da ética, da probidade, da conduta, do interesse público. todas as três envolvidas em, eu diria, escândalos graves.

Então, do meu ponto de vista, e me permitam apenas uma opinião, Trump, Netaniarro e Putin representam o que há de mais ultrapassado arcaico, num mundo de provas e expiações. Eles representam esse personalismo masculino que tenta impor pela força a sua vontade perante os outros. E o mundo mudou. E esse momento que a gente tá vivendo de turbulência, me parece, são os extertores, são os últimos suspiros de um mundo velho. E todos eles já são idosos.

Todos eles, eles representam algo ultrapassado que de fato precisa ser alijado na direção de lideranças que compreendam que a gente não pode mais ter a ilusão de querer o domínio do mundo, a expansão territorialista, investimentos colossais em armas e munições, porque isso não vai resolver os grandes problemas da atualidade. não vai resolver os grandes problemas da atualidade, a ilusão.

Então, vamos orar para que essa transição planetária ocorra também a partir da passagem o mais rápido possível, porque todos eles estão de passagem pelo poder, a mais rápida possível desses senhores da guerra, porque o que eles estão promovendo de desconcertação, desarranjo, né, desarmonia Desequilíbrio é algo inacreditável. Estar vivo, encarnado, para testemunhar o que Trump, Netaniarro e Putin estão fazendo é algo assim bem didático e que reforça as minhas convicções em favor daquilo que Jesus no Evangelho disse: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra, né?

Assim, não há solução para um mundo dominado por pessoas com esse perfil, razão pela qual vejo com bons olhos todos os movimentos no sentido de boicotar produtos vindos de países que promovem a guerra e o genocídio na velocidade com os requintes de crueldade e maldade com que a gente tem visto, esses países em particular. Mas enfim, chega de editorial em favor de um mundo melhor e mais justo, que é o mundo de pais, aonde Trump, Netaniarro e Putin não tenham poder, que eles não tenham a caneta, eles estão de passagem, nunca esqueça disso. E que o legado deles seja o menos sombrio do que aquilo que eles já determinaram de gravíssimo na passagem pelo poder até aqui. Deus do céu.

Vamos lá mudar aqui, ó, o panorama. Opa, para onde vamos? Chamando, chamando câmbio, câmbio, câmbio, chamando os amigos espirituais, parceiros do Papo das 9, para esse momento tão especial, de abertura ao acaso, de uma mensagem que possa nos elevar, nos inspirar, nos erguer diante de cenários tão sombrios e preocupantes do ponto de vista global. Então, que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. E aonde vamos? Opa, 86. Não diga jamais que é pobre. A pobreza não é falta de dinheiro. A pobreza verdadeira é a falta de compreensão.

Todo aquele que compreende a vida, que sabe dizer uma palavra de conforto, que sabe estender a mão compassiva ao que sofre, que sabe distribuir alegria e otimismo, é rico, imensamente rico de bondade, que jamais falta, por mais que você a distribua por milhares de pessoas.

Pois é, eu na hora devo dizer aqui, quando li essa mensagem, a exaltação da riqueza que alguns governantes fazem, mundo afora, as alianças de pessoas que ocupam cargos públicos com os ricos bilionários do setor privado, a o desprezo pelo exercício de uma função pública, não se lembrando que quem está na política precisa, por ossos de ofício, por vício de origem, usar o poder temporal que possui em favor dos mais necessitados, né? Eu não consigo imaginar outra prioridade da política em qualquer lugar do mundo do que servir a quem mais precisa de governo, quem mais precisa de leis justas, quem mais precisa de justiça, que não pode pagar advogado.

Quem foi alvo de um golpe precisa de agilidade e ajuda para ver como reaver direitos. né? Quem não tem moradia digna, quem não tem alimento saudável com facilidade, que não tem acesso à saúde, que não consegue viver num lugar livre de ameaças, de bandidos, traficantes ou milicianos. Então, quem mais precisa é o pobre, o pobre do ponto de vista dos recursos. Mas o que a mensagem traz assim, que é muito bonito e muito emblemático, é que a gente vai ter por aí gente revestida de riqueza que é incapaz de prestar atenção no que vai à volta, se ilude com acúmulo de riqueza, achando que foi dotado de uma preferência de Deus, assim, Deus me escolheu para ser rico. os outros que se esforçam para correr atrás do prejuízo.

Tem gente que pensa assim, tem gente que parece eh ou se ilude com a ideia de que foi ungido por Deus para possuir posses, né? Quando na verdade a riqueza é uma prova duríssima e é passageira. Quem é reencarnacionista e eu sou compreende que nós na jornada evolutiva, sendo uma mesma essência, o mesmo espírito imortal, nós temos diversas oportunidades evolutivas na Terra, onde possuímos diferentes personalidades. Numa encarnação, mais ou menos, mais saúde, na outra menos. Na outra, mais escolaridade, na outra menos. Uma cor de pele numa encarnação, outra cor de pele na outra. imerso numa cultura, numa encarnação, em outra, em outra encarnação.

E mais ou menos dinheiro, é uma condição passageira e mais ou menos poder. Então, quem está revestido de poder e dinheiro no mundo material tem imensa responsabilidade de não achar, de não achar que isso lhe foi dado por Deus como se fosse mérito, recompensa. Na maioria absoluta dos casos, não é nem uma coisa nem outra, é uma prova. Tem uma passagem do Evangelho Segundo Espiritismo que fala da utilidade providencial da riqueza. Para que serve o dinheiro, né? Qual é a função nobre do dinheiro? É disso que se trata, porque não levaremos isso para o outro plano. O que se leva para outro plano é aquilo que pastorino diz aqui. otimismo, é rico, imensamente rico, de bondade, que jamais falta, por mais que você a distribua por milhares de pessoas. eh nas obras básicas, especialmente salvo engano em céu e o inferno.

E há uma passagem também que não é das obras básicas, mas é de nosso lar, bestseller de André Luiz pela psicografia de Chico. Como é doloroso para uma pessoa que era poderosa na terra, tinha dinheiro, tinha poder, não usou isso da forma eticamente correta. se iludiu com essa vida na bababesca, com a própria condição temporal de poder e de riqueza. E aí chega no plano espiritual numa condição terrível. Se sente ultrajado porque ninguém lhe parece dar valor, espiritualmente miserável em condição de mendicância moral. Isso é o que a gente leva para outro plano, viu, gente? Quem avisa amigo é, a gente vai se encontrar no plano espiritual e aí a gente vai bater esse papo. Eu tenho essa fé.

Para mim faz sentido. Jesus se preocupou muito com isso quando esteve entre nós. Não acumular os tesouros aonde as traças corróem, né? Quer dizer que a gente faça o bom investimento. Qual é o bom investimento? Em ser uma pessoa melhor, porque isso é o que você leva pro além. Tudo aquilo que aparece como seu no seu patrimônio, meus investimentos, minha casa, meu carro, minhas roupas, meu meu meu. Aí você desencarnou, fica o teu corpo aqui com tudo que diz respeito à matéria. Ah, o que que se leva pro lado de lá? o estoque de conhecimento e de evolução moral, intelecto moral que a gente acumule aqui. Esse é um bom investimento, é uma boa estratégia de vida, penso eu. Sigamos. Qual é o livro?

Ah, me na semana de lançamento do livrinho novo, eu vou sugerir aqui novamente. Qual é mesmo, gente? Para quem quiser obter eh para quem quiser obter o livro via, eu devia ter preparado isso antes, mas não tem problema, a gente chega lá, boanova.net, não é isso? Deixa eu fazer o teste. Test drive boa nova ponnet. Onde é que vai dar isso? Vai dar aqui, ó. Arelante cabron. Olha aqui. Já tá lá, ó. Não sei se dá para ver. Tem reflexo, né? Dá para ver aí a imagem. O livrinho novo sem mensagens para atravessar com lucidez os desafios da existência. Reflexões para quem busca compreender, resistir e seguir. Olha aí o livrinho. Olha aí o livrinho. Tá lá.

Então, estamos lançando o livro Domingo na Bienal do livro no Rio de Janeiro. Já falei, mas tô lembrando. Deixa eu lembrar que o povo às vezes tem memória curta. Esse fim de semana é no outro. É esse fim de semana. É esse domingo no Rio Centro. Bienal do Livro do Rio. Estarei lá no pavilhão azul, no stand da Boa Nova Editora, de 2 às 4 da tarde, para quem quiser aparecer por lá, bater um papo, bater uma foto, dedicatória, enfim. 100% dos direitos autorais, tá assinalado aqui, ó, 100% dos direitos autorais desta obra serão destinados à Escola Espírita Joana de Angeles em Japeri, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.

Olha só para você saber, gente, Japeri é uma das cidades com menor IDH, índice de desenvolvimento humano do estado do Rio. Essa escola foi fundada pela professora Teresinha Oliveira, já desencarnada, na década de 1980 e lá está marcando presença 240 alunos, cinco refeições por dia, professores com carteira assinada, uniforme de graça, uma escola com cara de século XX, com placa fotovoltaica para reduzir consumo de energia da distribuidora local com biodigestor para tratar o esgoto e gerar bioga. É, tá pensando o quê? E estamos lá com o livrinho. A razão desse livro é ajudar a escola e, claro, propiciar aqueles que queiram ter a o livrinho à mão, né, para dar uma uma sacada.

Olha só, abrir por acaso aqui. Agora eu vou fazer isso de vez em quando. 43. O ex espiritual, que é uma expressão que eu criei e uso por aqui. Todas as escolhas que fazemos na vida e são muitas todos os dias tem origem no livre arbítrios. Essas decisões determinam consequências boas ou más que definem o nosso destino e daqueles que nos cercam. São essas escolhas que nos abrem as portas do conhecimento e da sabedoria. Acertar e errar são contingências da vida. O importante é escolher de forma consciente, seguindo valores e princípios que nos sejam caros. Tá aí, ó. A arte de seguir em frente será lançado o livrinho Domingão na Bienal do livro do Rio de Janeiro.

Vocês sabem, o Rio Centro foi o território da Rio 92 30 e 3 anos atrás. Eu cobri a Rio 92. O maior encontro da história da ONA até então, Rio de Janeiro virou a capital da ecologia no planeta. Toda vez que eu vou pro Rio Centro, eu me lembro disso. Território sagrado desse sacolejo planetário na direção de uma nova consciência que precisa ser expandida, tem que fazer mais e melhor. Então tá aí para quem quiser. Ah, André, mas não vou conseguir tá lá. Não vou conseguir tá lá. Não vai dar para tá lá. Nem no Rio eu tô. Como é que eu faço? Já dei a dica aqui. Vai lá em boanova.net. boanova.net. Tá lá o livrinho. Só chegar botar na capa. Nem esperava isso. Tá lá na capa da editora.

Vamos que vamos. Tá bom. Sugestão hoje de encaminhamento aqui para fechar essa tampa da parte inicial do papo das 9. Que que eu gostaria de pedir de coração mesmo para vocês? Eu digo isso assim com o e é um sentimento. É um sentimento. Eu, como disse, abri o papo das 9 hoje, preocupado com o ataque do de Israel contra o Irã, o ultimato de Donald Trump para que o Irã em 60 dias eh aceite negociar um acordo nuclear, etc.

Eu confesso a vocês, eu tinha muito receio do regime dos aatolas terem a tecnologia nuclear, mas hoje eu tenho tanto ou mais receio de um arsenal nuclear estar nas mãos desse desqualificado, arrevista e responsável do Donald Trump nos Estados Unidos, de outro desqualificado, autoritário, criminoso de guerra do Benjamin Netaniarro e outro desf autoritário criminoso de guerra, que é Vladimir Putin. Esses três juntos no mesmo período exercendo poder. Tô rindo de nervoso, mas eles estão de passagem. Eles estão de passagem.

E veja, para eu falar mal de quem tá no poder em outro país, eu tenho que pensar 50 vezes, porque eu sou um democrata, eu admito por princípio, eu aprendi a respeitar demais outras opiniões. Portanto, quando eu falo que Trump, Netaniarro e Putin são pessoas irresponsáveis e desqualificadas, é porque eu construí essa convicção baseada em fatos. Eles são pessoas tóxicas, beligerantes, déspotas, imperialistas, desumanos. É preciso falar, o posicionamento é importante no mundo de hoje. Você não pode ficar passando pano paraa obviedade das coisas. Eu me lembro, me lembro.

A história ensina que quando Hitler ascendeu na Alemanha, com as ideias absurdas do terceiro rais, da raça ariana, do nazismo, muita gente na Alemanha não concordava com ele não, mas falava: "Ah, mas isso aí, deixa para lá, daqui a pouco passa". Ou então não é comigo, então tá tudo bem, não tá pegando no meu pé. Eu não quero seguir na toada da indiferença conveniente. Não, não tá mexendo com o Brasil, não. Eles estão, eles que se entendam lá do lado do hemisfério norte, né? São todos países do hemisfério norte. Estados Unidos, Israel e Rússia. Não, não, não, não, não. É o nosso planeta, é a nossa casa planetária. Eu tenho opinião sobre isso.

Eu sou jornalista, então também tenho poros de ofício, é a minha profissão, acessar informações e tentar conhecer os detalhes do que os três estão fazendo. E esses três estão bagunçando demais o coreto. No início do papo das ve para quem pegou o bonde andando, só para deixar claro aqui, do meu ponto de vista falando como espírita, mesmo que eles estejam de passagem, eles estão causando estragos que deixarão sequelas futuras. Razão pela qual penso, a gente tem que orar. Esse é o momento aqui.

Se eu não posso eu sozinho aqui fazer nada concretamente contra os absurdos cometidos em nome do poder que eles querem acumular, expansão de territorialista, discriminação de quem pensa diferente, opressão com as vozes discordantes e por aí vai, vamos orar. Eu sinceramente todas as manhãs já há algum tempo, eu tenho pedido ajuda divina para desarmar os senhores da guerra. Desarmar os senhores da guerra. E que a gente prepare esse planeta pro novo, porque a gente tá nos estertores do velho mundo, do mundo de provas e expiações. Transição planetária tem sacolejo, tem turbulência. E é o que a gente tá experimentando agora. É o presságilio do que virá. O que virá será melhor, leva tempo.

Mas a gente tá nos insertores, no frigir dos ovos e é um momento de posicionamento. Quem cala consente. Não, não consigo mesmo ter qualquer outra postura diante da gestão infeliz, eu diria arbitrária, militarista, resvalando, não, com o autoritarismo, absoluta intolerância com quem pensa diferente. Esse tipo de governo não nos interessa enquanto humanidade, penso eu, especialmente quando se trata das duas maiores superpotências nucleares do mundo, Estados Unidos e Rússia, e de um criminoso de guerra também outro que é o Benjamim Etanio. Muito bem, pergunta feita no Stories ontem, no embalo da feira, da feira não, da Bienal do Livre. Livros podem transformar pessoas.

Isso é uma questão que eu adoro. Você acha que os livros podem transformar pessoas? Eu acho importante a gente ter essa reflexão, porque falando aqui de mim e de várias pessoas que já declararam isso publicamente, inclusive, é evidente que os livros transformam as pessoas. Bons livros transformam as pessoas e as pessoas transformadas se habilitam a transformar o mundo. Os livros não mudam o mundo. Os livros mudam as pessoas e as pessoas mudam o mundo. O Brasil é um país que tá com indicadores preocupantes de não leitura de livro e indicadores preocupantes de muito tempo de tela. Então, a gente tem substituído leitura de livro por leitura de bobagem na internet.

Isso é uma, eu diria, uma situação preocupante, porque a gente deixa de se reservar o a se permitir a experiência de algo que alcança as fibras mais íntimas e profundas do nosso ser na direção dessa eclosão de um novo pensamento, uma nova sensibilidade, uma nova Visão de mundo é um eterno aprendizado que os livros dão. Perguntas aqui selecionadas por Mr. Anderson. A primeira é de Luís Elustáquio. Livros podem transformar pessoas para o mal ou para o bem? Como nortear as escolhas? Bom, quem norteia as escolhas é cada um. O livre arbítrio é soberano, quem quiser ler.

Livros que trazem mensagens que estimulam ódio, beligerância, preconceito, intolerância, fizeram uma escolha e terão as consequências dessa escolha, porque a lei de causa efeito é inexorável. Da mesma forma, pessoas que escolhem literatura, que edifica, que eleva, que inspira, que transforma a gente em pessoas melhores, mais sensíveis e que têm melhores oportunidades de alcançar a felicidade possível, a paz possível, a harmonia e o equilíbrio possíveis, vão colher o que semearam, escolheram um caminho e terão sofrerão os efeitos, no caso positivos, penso eu, dessas escolhas.

Então, a leitura é um processo de ruminância intelectual, de introjetar informações que alteram a bioquímica do cérebro, o metabolismo. É sério isso? A leitura ela é transformadora. Se você tá honestamente consagrando tempo e energia na deglutição de um texto, de um livro, aquilo penetra e há o resultado satisfatório, dependendo do freguês doustaque. Esse é o ponto. Cada um que faça suas escolhas e arque com as consequências. Renata Évora. O conhecimento, fruto da reflexão, pode mudar ou amenizar um traço da personalidade, uma tendência? Os dois pode ser algo bem profundo, bem forte, que muda mesmo, ou pode ser, digamos, uma influência que é importante, mas não é arrebatadora.

São nuances, né? Cada um de nós é complexo na nossa essência. E as informações que a gente obtém a partir de uma leitura podem ter diferentes tipos de impacto. Não dá para medir isso cartesianamente, né? Cada um é cada um. Cada um de nós é um universo à parte. E cada leitura tem a sua forma. Eu posso ler o mesmo livro que você, Renata, e a gente ter impressões completamente distintas. Em você pode bater fundo, em mim pode ser quase insignificante ou vice-versa. É muito interessante assim o ser humano, né? Cada um de nós tem uma, eu diria, forma de lidar com as circunstâncias à nossa volta. E isso é maravilhoso, eu acho. Mônica Cotrm, por que nós brasileiros estamos lendo cada vez menos?

E o que fazer para reverter essa queda? Essa é uma excelente pergunta. Eu não sei se eu tenho gabarito, competência para responder. Eu vou dizer que especialmente as novas gerações, mas não apenas as novas, os velhos como eu, os mais velhos, nós estamos sujeitos a uma hipnose coletiva dos algoritmos das redes sociais que oferecem, já nos conhecendo, eu já falei sobre isso. Os provedores de conteúdo, as bigtechs, sabem mais de você do que você mesmo, em função do que você posta, os textos, as imagens e o que você busca nas redes sociais. Então, você tá muito exposto. E o software, que é o algoritmo da rede social, devolve para você exatamente o que você gosta.

Ah, eu gosto de vídeo com animalzinho, filhotinho de cachorro. E você vai procurar isso. Pronto, você já deu a senha pro algoritmo selecionar as melhores imagens, os clips, e colocar em sequência. Aquilo é hipnótico. Então, veja, eu tô dando uma das razões, não vou dizer a única. Nós temos um problema em relação a escolhas. Estamos escolhendo passar mais tempo nas telas digitais do que lendo. E isso é um problema, né? É um problema. Esse é o motivo. O outro é que não temos mais livrarias físicas como tínhamos antes.

Portanto, a publicidade do livro ficou restrita a feiras literárias, bienais, porque você tá andando na rua, de repente passa por uma livraria, aí o pessoal, opa, vou dar uma olhada, tem cada vez menos livraria física e temos mais a entrega da encomenda pela internet, que por um lado é muito bom, é muito atraente esse serviço, mas por outro lado é legal você tá numa livraria manuseando, pegando diferentes livros, checando ali o que que te apetece, né? E a gente no Brasil tá tá muito privado dessa experiência. Tem, eu ouvi dizer, mas não tem como confirmar isso aqui. Há mais livrarias em Buenos Aires do que no Brasil inteiro. Buenos Aires é uma cidade grande, tá? É impressionante.

Aliás, a torre fel, isso é fato, atrai mais turistas do que o Brasil inteiro no intervalo de um ano. A gente às vezes se acha, mas quando você começa a fazer estudos comparativos sobre os mais diferentes assuntos, você se espanta. Mônica, não. Ana Paula, como a leitura de conhecimento contribui para o desenvolvimento crítico e a formação pessoal? Olha, o processo primeiro, quando a criança é miudinha, estimula-se o quê? A contação das histórias. Por que que isso é legal? Porque a criança vai ouvindo a história e ela vai reproduzindo mentalmente os cenários, os personagens, vai fantasiando o que tá sendo dito.

Os especialistas dizem que isso é fundamental pro processo de crescimento, pro processo de desenvolvimento mental, emocional. Então, já a leitura das histórias, você lê um livro para uma criança, você já tá contribuindo pro desenvolvimento dela. Quando ela aprende a ler, e aí cada faixa etária vai ter uma literatura recomendada, compatível com aquele momento, são outros mecanismos que são acionados. É a mesma fantasia a partir do exercício da leitura. E quando isso é estimulado na criança, você vai tendo uma capacidade de descortinar horizontes de saber e de conhecimento de uma forma não impositiva. Não é uma aula chata, não é uma disciplina que você não gosta, é a aventura do conhecimento.

Existem diferentes gêneros de literatura e todos os gêneros, em certa medida, estimulam o raciocínio, a memorização, a capacidade de você elaborar ideias. É como se fosse nutriente. Sabe quando você vai num nutricionista, ele pede um exame de sangue, aí fala assim: "Você tá precisando reforçar magnésio, selênio, tá com pouca vitamina D, não sei o quê. Pá, a leitura é um nutriente pro nosso intelecto e pro nosso espírito. Dinamiza o pensamento, a reflexão, a noção do mundo. Para jornalistas em particular ou quem trabalha com texto, ler significa, além de tudo isso que eu já falei, aumentar o repertório vocabular.

Você começa a ter melhores condições de escrever, porque jornalista produz texto, você escreve melhor quando lê. Quando você não lê, você não consegue sair de você um texto bom. É retroalimentação. Olha a palavrinha de novo. Retroalimentação. Eu preciso ler muito para escrever bem a construção frasal, a organização das ideias, um texto que seja interessante, a gente aprende lendo. São muitos os benefícios e todos eles remetem a uma melhor qualidade de vida. que você tá inserido num universo, que a leitura é o passaporte, ela abre caminho para esse outro universo.

Existem pessoas, eu eu vou dar um exemplo aqui de alguém que eu conheço bem, eu conheço Mariana Silva, atual ministra do do Meio Ambiente, há há quase 30 há quase 30 anos. Há quase 30 anos, tá? Não chega a 30, 26, 27 anos. Marina Silva era seringueira no interior do Acre, analfabeta até os 16 anos. Ela aprendeu o salvo engano a escrever no Mobralu, antigo Mobral, seringueira no seringal do bagaço, no Acre. A trajetória da Marina, ela foi calcada na leitura, no estudo. Ela foi buscar a formação a partir de 16 anos, tá? E você vê a Marina falando, eh, dando entrevista ou sendo convidada para fazer uma palestra, você vai ver como ela tem repertório de ideias, informações e de palavras.

Isso não foi dado, isso foi conquistado. E o meio através do qual isso aconteceu foi a leitura. A leitura capacita a gente a ler o mundo. Olha que coisa importante. Isso é poder. A leitura capacita você a perceber melhor o mundo, as pessoas, entender os mecanismos que vão determinando o rumo dos acontecimentos. Isso é muito poderoso, sabe? Muito poderoso. Rafinha Teixeira, existe a chance de a plataforma em papel acabar e qual o futuro dos livros? Já foi feito um senso dos livros no Brasil? Censo dos livros, eu não tenho conhecimento.

Plataforma em papel acabar, acho difícil, porque mesmo por vezes entre, vamos lá, eu vou falar com vocês aqui, é interessante, eu substituí jornal impresso por jornal na versão digital. Entendi que era mais interessante reduzir estoque de papel, queimar óleo diesel distribuindo todo dia jornal pro jornal chegar na minha casa como assinante. Tem uma logística aí que é ecologicamente ruim. Ah, André, mas você tá tá lendo o jornal no tablet. O tablet também tem impacto ambiental e ecológico. Claro que tem, mas eu fiz a conta. Acho que o impacto digital, no caso do jornal diário, é bem menor do que a entrega na minha casa do do jornal do dia. Então, fiz essa escolha.

Agora, livro, eu não consigo ler livro digital, não me apetece. Livro, eu tenho que comprar e ler, pegar. Preciso manusear, preciso sentir o cheirinho do livro, eventualmente sublinhar, fazer anotações. Livro para mim é uma opinião, cada um tem a sua. Ele precisa tá na sua resolução de papel. Aí você vai dizer assim: "Ó, André, mas você é velho. A juventude vai se acostumar rapidinho ao livro digital." Pode ser, mas eu não tenho essa convicção não. Eu acho que o livro em papel é um grande barato, porque tudo no mundo digital é muito volátil, é muito, sabe? Essa virtualidade, por vezes, eu acho um tanto incômoda. Tem gente que tira de letra. Eu não, eu realmente não conseguiria, não consigo.

Eu não tenho o hábito de baixar livro para ler, né? Não. E qual o futuro dos livros? Eu não sei. Eu temo que no Brasil a gente não se dê conta do risco que é ler cada vez menos, né? a gente vai ficar cada vez mais ignorante, mais suscetível a fake news, mais vulnerável aos espertalhões que têm empatia, que prometem o que querem de maneira, em boa parte dos casos, irresponsável. A gente não tem defesas imunológicas para se proteger dos espertalhões, porque a gente ficou assim muito superficial, muito, eu diria, ignorante dos processos, né? Acho. Eu só tô dando pitaco aqui, sem nenhuma autoridade. Isso aí é objeto de estudo de gente muito qualificada por aí.

Lília Silva pergunta: "André e todos, bom dia. É verdade que ao darmos e ou dividirmos o pouco que temos, o universo entende que não precisamos e nos deixa de dar?" Não faz sentido isso para mim, não. Já respondi. Isso para mim não faz sentido. Cada um com seu cada um, cada contexto. Eu me lembrei aqui do óbulo da viúva, né? que que Jesus reporta a viúva que já era privada de muitos bens materiais e o pouco que tem ela doa. E a beleza desse gesto significando simbolicamente como o amar ao próximo, o reconhecer a dor do outro. Por vezes na frente da nossa dor é um gesto de uma grandeza espiritual inominável.

Agora, essa história de arte, se você dá o pouco que você tem, o universo entende, o universo entende que não precisamos e nos deixa de dar. Faz sentido para mim não. Cada caso é um caso. Adriana Correira de Porto Alegre. Buenas, André. No teu sentir exercitar o paz e bem dos discípulos de São Francisco diz muito de ser manso e pacífico. Gratidão. Sim, assim, eh, praticar o que se diz é o grande desafio. Pais e bem é um bom slogan. Pais e bem dos franciscanos. Pat bene. Quando eu eu fui a Assis, eu trouxe a plaquinha, tá aqui atrás. no móvel ali uma cerâmica escrito pate e bene, que é o lema dos franciscanos.

E eu acho um lema muito feliz se você pratica isso, se se isso vira um comando mental, porque o o bom dos slogans é que você consegue memorizar com facilidade aquilo pode inspirar o dia a dia. Paz e bem. Paz e bem é o força, coragem e fé. você adotar um mantra que faz sentido na tua busca pessoal, espiritual, é sensacional. O pais e bem é um excelente slogan ou mantra, como quiser. Realidade roubada, minha amiga de São Paulo. André, bom dia. Podemos entender que esses seres que promovem guerra, conflitos, maldade, após o desencarne, o planeta não os terá mais por aqui, já que a regeneração está em andamento.

Olha, é a minha crença enquanto espírita, posto que estamos vivendo o período da transição, o planeta está elevando sua frequência e sua sintonia. Aqueles de nós que não aproveitarmos a oportunidade para realizarmos um esforço de melhoria das qualidades éticas e morais, e estes que eu citei hoje, do meu ponto de vista, estão se endividando muito e rapidamente. Eu creio que eles não terão permissão para regressar num mundo de regeneração. Não haverá lugar para pessoas com esse ímpeto belicista, imperialista, déspota, uma autoridade tóxica, sabe? Uma convicção de que se não for pela porrada não vale a pena. Desculpa a expressão, mas é para chocar mesmo. Esse é o povo do porrete.

Esse é o povo da beligerância extrema. É que eu tô poupando vocês dos detalhes sórdidos. Quando eu falo de Trump, Netaniarro e Putin, não é que a lista se encerre nesses três nomes, mas hoje eles estão em evidências justamente por isso que eu tô tentando resumir em palavras pouco elegantes. CWM André, como está esse seu coraçãozinho pro lançamento de mais uma obra linda que impacta tantas vidas? Olha, eu eu tô aqui com toda a franqueza. Vamos lá. Já disse aqui, o objetivo desse livro é ajudar a escola espírita Joana de Angeles. Ele traz mensagens curtas. é o primeiro livro com versão de livro de bolso que eu achei que era uma boa ideia e resolvi ir nessa direção.

Eu eh tô feliz por poder realizar esse movimento, mas a vida, olha, gente, a gente vai elencando objetivos na vida e vai tocando a existência, né? Eh, eu tô tentando fazer a minha parte com os recursos ao meu alcance. Portanto, é isso. Meu coraçãozinho tá tá feliz pelo fato da gente poder de alguma maneira ajudar uma instituição que eu conheço e ela merece toda ajuda e quem sabe ajudar as pessoas que acessem ali alguma mensagem que faça sentido para elas. É assim. Obrigado aí pela pelo carinho, tá? Taíse seguindo. Alô, Mr. Anderson. Estamos no bloco três de perguntas. Pedro Amaral. Caro André, por que tanta igreja que exalta o dinheiro não exalta a mudança íntima?

Olha, Pedro, eu vou dizer para você, eu não vou nem excluir o movimento espírita. Não é uma questão de igreja, é uma questão do ser humano também em denominações religiosas cristãs ou não cristãs. É muito sedutora a ideia de você à frente de uma denominação religiosa. Isso lhe afere poder, certo? Quer dizer, se você é um líder espiritual, vamos colocar assim, padre, pastor, médium, com projeção, que seja, né? Ou seja, isso lhe afere poder. E o exercício do poder, ele é desafiador. Por quê? Porque ele tá posto ali naquela condição e a reforma íntima ela gera desconforto. Não é fácil. É a porta estreita que Jesus falou. Porta estreita é a porta que ninguém quer passar.

A verdadeira religião, portanto, é aquela que modifica você. E para você se modificar, isso implica em ajustes, em mecanismos profundos do nosso ser. Isso não é simples. Não se muda por decreto. Se acorda de manhã, fala assim: "Não serei mais egoísta nunca mais". Não é assim que funciona. É burilamento, é auto lapidação, né? Você vai esculpindo o novo ser dentro de você. Então, o problema que tá colocado aqui a partir da sua pergunta, penso eu, exaltar o dinheiro, exaltar o poder temporal é uma corruptela, penso eu, do sentido mais profundo da religião, ao mesmo tempo em que você se exenta da reforma íntima, você tá ali transformando religião e negócio, né? É isso, business.

E isso não, isso não faz sentido para mim. Não faz sentido para mim. Mas é a minha opinião. Cada um que faz o que acha que deve. Não acho uma boa ideia misturar negócios com fé, negócios, business. Vamos. Olha só, o protestantismo, veja você, nasce do quê? Do questionamento da Igreja Católica que cobrava as indulgências. Olha que coisa. Você pega a história lá de Lutero e outros, eles questionavam uma igreja que cobrava dinheiro para ir pro céu. Cara, o protestantismo nasce do questionamento da cobrança de indulgência que transformou a Igreja Católica num mercado da fé. Compre que eu te absolvo dos seus pecados. Aí você vai pro século XX, faz esse transplante, né? do que era a Igreja Católica vendendo indulgências.

Você hoje vai ver algumas igrejas evangélicas fazendo isso. Vamos lá, né? Que que eu vou falar? Tô reportando fatos, não tô criticando, só tô observando que cada um tem o direito de acreditar no que bem queira. Gisele Gentil pergunta: "Quando vai ser o lançamento no Lar de Frei Luiz?" Ai, eu não tô com a data aqui, mas tá chegando. Vai rolar no lar de Frei Luiz. A arte de seguir em frente, tá, Gisele? Aguarde, aguarde. Pena que eu não tô, a agenda não tá aqui à mão. Bel Oliveira, André, você acredita que somente o exemplo pode incentivar a leitura? Não. Tem criança que vai lendo sem os pais lerem. cai o livro ali, ela já começa a devorar, ainda que seja um livro infantil.

E os pais percebem, nossa, ela pega e lê, ela pega e gosta de foliar, pede para ler para ela. Então, eu acho que cada um de nós tem uma singularidade. Se você perguntar isso para um reencarnacionista como eu, isso pode ver de vidas passadas o entendimento de que Lê é um barato, de que lê abre caminho, de que lê é um passatempo espetacular. E isso pode vir já no contexto da reencarnação para quem é reencarnacionista e eu sou. Agora, claro, se você tem pais ou responsáveis que leem, é a pedagogia do exemplo, né? Aí desperta a curiosidade da criança falar assim: "Por que que vocês estão lendo? Por que que vocês passam tempo lendo? Que que tem aí que tem que é legal?

Por que que vocês estão fazendo isso sempre? que a criança é uma é um bicho curioso e eu acho que isso pode dar ensejo ao hábito de ler. Não é líquido e certo. Cada criança tem a sua autonomia, né? Eu diria sua autonomia, não, sua índole, suas predisposições, suas ideias inatas. Mônica Bonat, como construir um mundo de paz nesse contexto? Ela tá falando o contexto que a gente já deu aqui, supõe, de um momento de turbulência na geopolítica internacional. Ontem Israel atacou o Irã, gente. O Israel tá atacando todo mundo. Atacou Gaza, atacou Jordânia, atacou o Líbano, atacou a Síria, agora tá Nossa Senhora! Eita Deus! Eita Deus! Aí você começa a mexer no vespiro, né?

Oriente Médio é um barril de pólvora. E o Trump que é outro acelerado que nem o Netaniarro, desculpa, eu não quero ser desrespeitoso, eu acho até que tô sendo, mas me faltam palavras adequadas para descrever essa categoria de líder que estimula a beligerância, a guerra fratricida, a opressão de de civis. É uma coisa horrorosa. Mas enfim, a Mônica pergunta: "Como construir um mundo de paz nesse contexto?" Olha, a gente faz o que pode. Primeiro a gente tem que se harmonizar, a gente tem que buscar em nós o equilíbrio, em nós a serenidade.

Eu tô sugerindo prece, eu acho que a gente precisa rezar muito para que as forças espirituais que regem o destino desse planeta, Jesus à frente, interceda na medida do possível a partir do clamor. O clamor. A humanidade quer paz. A humanidade quer que isto que tá acontecendo agora cesse. Porque também estamos falando de ação e reação. Se nos unimos em prece pedindo um mundo melhor e mais justo, aonde haja paz, pedindo que essas forças cósmicas desarmem os senhores da guerra, que a passagem deles por posições de poder seja breve. que uma nova conjuntura se estabeleça, que novas lideranças possam emergir inspirando a solidariedade internacional, o enfrentamento da fome e da miséria, dos problemas de saúde que são evitáveis, da crise climática e ambiental, o perdão da dívida externa dos países pobres ou a conversão da dívida em investimentos em biodiversidade, como existe o movimento nesse sentido.

Tem solução para tudo. Esse mundo tem solução para tudo, cara. Só que a gente tem que querer. Se você não quer, não vai rolar. Então, que a gente projete na forma da prece. Eu quero, eu reivindico, eu exijo, eu clamo por essa intervenção. É nosso direito. Para quem puder até domingo na Bienal, para quem não puder, ei, ei, estamos aí pro que deve vier. Vai ter papo das 9, domingão, tá? É 9 da manhã ao vivaço. Instagram e YouTube. #tamojunto. Fiquem com Deus. Ótima sexta. Valeu a companhia. Nos vemos. Tudo de bom.

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