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Bom dia. Bom dia. Bom dia. fluidos de paz, de amor, de cura, de esperança, saúde, vitalidade, otimismo, alegria, paz no coração, capacidade de resiliência para lidar com as situações extremamente hostis que acometem a vida de todos nós. É o que eu desejo do fundo do coração para todas e todos nesse dia que antecede uma data importante para mim e para vocês que acompanham a gente aqui no Papo das 9 já há algum tempo, que é o Dia Mundial do Meio Ambiente. É amanhã. Essa data foi criada em 1972 na primeira conferência internacional da ONU sobre meio ambiente em Estocolmo, na Suécia. Poucos países presentes. O Brasil tava lá. eh e com uma posição esquisita de defender a ocupação da Amazônia da forma mais desastrada do ponto de vista de abençar população na floresta com doando terra, doando recursos públicos do ponto de vista dos dirigentes políticos da época, que eram dirigentes da ditadura, né?
Era uma visão militarista de que a soberania nacional dependeria da ocupação física da Amazônia. E aí a forma como se deu essa ocupação, isso tá maravilhosamente explicado num livro que eu já recomendei aqui do João Moreira Sales, jornalista documentarista, que resumiu a saga desastrosa ocupação desse imenso continente verde, né? Então, amanhã é o dia do meio ambiente, 5 de junho, data, em que a gente lembra que o meio ambiente começa no meio da gente. O meio ambiente somos nós, o meio que nos cerca e as interações que a gente estabelece com esse meio. E isso faz toda a diferença para mim, com certeza, considerando principalmente o fato de sermos contemporâneos.
É essa encarnação atual que assinala uma circunstância inédita na história da humanidade. Nós experimentamos a maior crise ambiental e climática desde que o primeiro humanoide esteve por aqui, né? Então é muito importante a gente ter essa clareza. E já que eu falei desde que o primeiro humanoide foi registrado por aqui, vai a minha homenagem a Nied Guidon. A notícia de hoje é que ela desencarnou eh aos 92 anos uma arqueóloga conhecida internacionalmente, brasileira, que tem um protagonismo gigantesco na área da pesquisa, que procurou rastrear a presença humana, especialmente na Serra da Capivara. em São Raimundo, Nonato, no Piauí, aonde, graças ao trabalho da Dra.
Nied se criou o Parque Nacional da Serra da Capivara. Ela que mesmo com poucos recursos materiais, com dificuldades logísticas que não é fácil chegar em São Raimundo Nonato e um uma área de imensa riqueza arqueológica, depredada por visitantes maleducados que pichavam, depredavam os sítios arqueológicos. Ela vinha, portanto, bravamente reivindicando apoio, proteção desse parque. E ela deixa um legado, gente, difícil da gente medir por palavras.
Ela foi a criadora do Museu do Homem Americano e ela levanta uma tese que devidamente estudada e comprovada inverte todo o eixo de compreensão de como se deu a ocupação do continente sul-americano por humanoides, pelas primeiras espécies humanas assim denominadas. Porque há vestígios da presença de humanoides desse lado do mundo que na prática demolem as teorias vigentes até então sobre como se deu o espraiamento da espécie humana a partir da África pelo mundo, né? E como essas esses nossos antepassados chegaram aqui. Mied foi pioneiro em revelar ao mundo que o território piauiense guarda vestígios dos mais antigos registros da presença humana nas Américas.
Suas pesquisas revolucionaram o entendimento sobre o povoamento do continente, enfrentando resistência da comunidade científica internacional. mas sendo reconhecida e reverenciada pelo seu trabalho incansável. É uma grande brasileira, alguém que elevou a arqueologia feita aqui, a pesquisa arqueológica feita aqui no patamar mais alto. Então aqui o nosso respeito a uma ativista. A gente fez um papo das ve muito interessante no último domingo sobre o uma visão espiritual do ativismo, né, ou o sentido espiritual do ativismo. Ela abraçou uma causa, contribuiu pro conhecimento, contribuiu pra ciência e graças ao seu trabalho, ela fez toda a diferença na preservação desses vestígios.
Eh, eu não tive ainda o prazer, já vários amigos falaram: "Você tem que conhecer o Parque Nacional da Serra da Capivara". Várias pessoas próximas a mim tiveram a honra e o prazer de conhecer Dra. Nied. Eu não aproveitei essa chance até não não tive o privilégio, portanto não aproveitei a chance de conhecê-la, mas ainda tá em tempo e vou vou conhecer, quero conhecer. Então aqui a nossa homenagem a Dra. Nied Guidon. Muito bem. Dando sequência ao nosso papo das, eu vou pegar aqui. Ah, gente, eu esqueci de agradecer. Deixa eu pegar aqui rapidinho. Olha que legal.
De tanto eu mostrar e sem nenhum pudor ou constrangimento, pelo contrário, o estado depalperado do minutos de sabedoria que há anos eu manuseio, abro, leio, estudo, reflito, medito e digo: "É com ele que eu vou, porque esse daqui traz as marcas arqueológicas de uma proximidade sensorial. Muito bem, eu ganhei de presente da e com direito a cartinha aqui da Tatiane Melo. Obrigado, Tatiane. uma edição novinha do minuto de sabedoria.
Ela diz assim, eh, que acompanha a gente aqui no Papo das 9, faz alguns comentários muito bonitos aí, fala: "Profundo apreço pelo seu livrinho capenga, que não é esse, é esse." E aí tomei a liberdade de te presentear com exemplar novinho para que possas eventualmente levá-lo em suas diversas atividades, não deixando o outro livrinho gasto e estimado para trás. Então, queria dar publicidade aqui a gentileza da nossa querida eh membro aqui do grupo de amigos do Papa das Novas, a Tatiane Melo tá dando o recado. Tati, obrigado, querida. Tá aqui, ó. tá na mão.
Vamos pegar agora o velho de guerra para fazer a abertura ao acaso do nosso querido Minutos de Sabedoria, pedindo desde já a presença dos amigos invisíveis que nos ajudam, nos assistem sempre, estão sempre por perto e em momentos como esse, percebendo sinceridade de propósito, eles estão de fato muito pertinhos. E o desejo é que eu possa abrir essa página na mensagem indicada paraa nossa reflexão dessa manhã. Que eu possa ser um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para alcançar esse objetivo. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Onde vamos abrir hoje? Opa, 268 diz o seguinte: "Tenha dinamismo em sua vida. Não fique aí parado de braços cruzados.
Não são as ideias bonitas que valem, são as ações práticas. Os pés que não caminham criam raízes. A vida é luta. Não espere que os necessitados o venham procurar. Vá visitá-los em seus tugúrios. Leve uma palavra de conforto, um sorriso de compreensão, um pensamento de ternura. Esse é o primeiro papo das 9 depois do papo de domingo especial em que falávamos, como disse já aqui hoje, exatamente sobre o tema o ativismo, o sentido espiritual do ativismo. Na hora eu me lembrei das ideias compartilhadas no papo de domingo. É claro que o pensamento ele é a matriz, ele é a origem, ele é o berço das ideias. que plasmam projetos, planos, objetivos, né? Então o pensamento ele é muito importante.
É evidente que o sentimento que embala as iniciativas, né, em moldura aquilo que a gente deseja fazer, empresta, digamos, um colorido todo especial. Quando você envolve o coração nos seus projetos, isso ganha relevância. Agora, nem o pensamento, nem o sentimento tem o poder da atitude. A atitude quando se manifesta é a intervenção explícita na matéria, no mundo, de dentro para fora. pratique interferir na normose, que é a doença da normalidade, né? Quando as coisas estão acomodadas e você vai se deixando levar por essa vibe um tanto mórbida que seria a calma do Mar morto. Sabe aquela coisa que não fede nem cheira? A coisa como vem, vai e você segue o fluxo.
Não é definitivamente o que essa mensagem preconiza. Não é definitivamente o que falamos no papo de domingo passado. Tenha dinamismo em sua vida. Aja, faça, seja, realize, promova o tempo e energia que você ainda tem nesse plano para alguma coisa que faça sentido para você. Não adie, não postergue, não deixe para depois. Vamos tentar fazer, é muito importante isso, esse movimento de sair da zona de conforto da nossa bolha. confortável, onde a gente aqui parece protegido e diz assim: "Ah, o mundo tá tão difícil, eu vou ficar na minha toca, eu vou ficar no meu refúgio, não quero me envolver, não quero ter estresse, né? Eu respeito muito os momentos de cada um. Eu tenho os meus.
Não somos super homens ou super mulheres, mas a gente a encarna, quem vem ao mundo não vem a passeio, vem a serviço. Esse é o propósito da vida. Não são as ideias bonitas que valem, são as práticas. Não se restrinja a posicionamentos em redes sociais. Ah, lá crei. Coloquei lá minha posição. Agora já tô com a consciência tranquila que eu já mostrei minha indignação. Já mostrei ali a minha repulsa, a minha aversão a esta ou aquela questão. OK. Isso não muda o mundo. Agora, a ideia não é mudar o mundo.
A ideia é contribuir efetivamente com a sua energia e com o seu tempo, para que você consiga realizar o melhor movimento no emprego do tempo e da energia, satisfazendo princípios, valores, ideias que são muito caras a você. E isso quando consumado na prática é atitude, é a intervenção efetiva na matéria. E isso contribui, ainda que de forma infinitesimal paraa mudança do mundo. Do ponto de vista, por exemplo, da física. Eu tive um professor de física uma vez que foi mostrar a importância de cada micropartícula, dizendo: "Olha, o universo é composto exatamente dessas micropartículas". Não é possível na física explicar um oceano sem a preciosa contribuição de cada molécula de água.
Por mais microscópica, pequenininha que seja, quando você tem a pretensão de explicar fisicamente o que é oceano, é a soma de cada uma dessas moléculas. E elas têm um poder, elas constituem a imensidão do oceano. Da mesma forma na área das patologias, especialmente o câncer, o câncer é uma célula rebelde que se propaga, né? Eu tô aqui me curando de uma gripe forte que impediu meu trabalho segunda-feira. Fiquei de molho em casa a partir da ação de um vírus, provavelmente reduzido, minúsculo, microscópico, e ele teve o poder de me desestabilizar.
Então veja, não menpreze a importância que cada movimento seu tem sobre o seu microcosmo, sobre o seu environment, seu ambiente, o entorno do ponto de vista do plano material e do plano espiritual. Tem muita gente nos dois planos da vida acompanhando seus passos de forma direta ou indireta. Faça a sua parte da melhor maneira possível. Estamos aqui para promover em nós um trabalho de reforma íntima. É um excelente objetivo a gente se tornar uma pessoa melhor. Para isso é preciso realizar movimentos. Esses movimentos precisam ser exteriorizados. Esse é o ponto. Tenha dinamismo em sua vida. Não fique aí parado de braços cruzados.
Não são as ideias bonitas que valem, são as ações [Música] práticas. Eita, pastorino já chega chegando, chega chegando. Olha, indicação de livro. Eu vou me permitir aqui compartilhar, na verdade uma agenda literária. Vocês vão entender o porquê. Neste fim de semana estarei em Campos dos Goitacazes, no norte fluminense. Então, povo do norte fluminense, povo do Espírito Santo, mais ao sul do estado Capixaba, eh, que queira dar o ar da graça. Dois eventos, sábado e domingo em Campos dos Goitacázios. Tô estendendo aqui o convite a vocês. No sábado, Bienal do Livro de Campos, vai ter muita gente boa lá, cara. Esqueci de botar aqui, mas eu queria dar eh repercussão. Eh, feira, é feira não, Bienal.
Bienal do livro de Campos dos Goitacais. Olha a galera que vai tá por lá. Que honra eu vou ter de estar no mesmo evento que pessoas como, cadê? Cadê? André, você abriu numa página que foi muito econômica no espaço aberto para Bienal programação. Vamos ver. Vai homenagear Ziraldo, que eu tive o prazer de conhecer. estarão por lá. Rosiana Murai, minha amiga com quem eu sem visconde de Mauá no restaurante do filho dela há do tr meses atrás.
Querida escritora maravilhosa de livros infantis, Conceição Evaristo, Sumidade, no meio literário, Rui Castro, Viviane Mosé, Fabrício Carpinejar, eh, Juca Kfu, Gregório do Vivier, Mary Del Priori, historiadora que escreveu, sem ser espírita, sobre a história do Espiritismo, Elisa Lucinda, Marcelo Janô, Talita Rebolsas. Ih, esse povo todo vai estar na meiaal do livro de Campos dos Goitacazes. E este que vos fala estará na semana do meio ambiente, porque estamos na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente, neste sábado entre 6:30 e 7:30 da noite, num debate com um grande pesquisador da área ambiental do Norte Fluminense, Artur Sofiate. Vai ser um barato.
É, estaremos com os livros lá, inclusive com um livro novo que tá saindo do forno, mas já já eu falo sobre ele muito rapidamente, que eu não quero hoje me deter, eu quero falar mais dele com ele na mão. Então, Bienal do Livro, Campos, 6:30 às 7:30 da noite. Quem puder apareça, estarei por lá, sábado à noite, dia 7 de junho. No domingo, estendendo minha permanência em Campos, às 10 da manhã estarei na escola Jesus Cristo, que fica na rua dos Goitacazes, 177, bairro da Lapa, domingo, numa instituição espírita chamada Escola Jesus Cristo, oferecendo uma palestra com o Tema alerta vermelho no planeta azul.
A gente vai falar sobre o momento que estamos vivendo e a necessidade da gente entender enquanto espírita, que eu tô numa instituição espírita, o papel que nos cabe para virar o jogo, bebendo das obras que são consideradas referenciais para os espíritas. estaremos lá. Aliás, no livro Espiritismo e Ecologia, a última edição, que você pode obter pela internet no site da FEB, eh, ou se quiser, vai estar disponível em campos também. Há um capítulo de uma mensagem psicografada por Chico Xavier nessa escola Jesus Cristo que eu estarei fazendo palestra.
Décadas atrás, houve uma mensagem de Emanuel inédita, que não era conhecida de ninguém, e me foi oferecida de presente por um dos maiores pesquisadores no rastreamento arqueológico de mensagens psicografadas, mensagens ditadas, psicofônicas. E isso foi particularmente especial para mim receber esse presente e publicar na obra. Então eu estarei em casa, tá bom? Aí você vai dizer: "Ah, André, mas Campos é longe para mim, é difícil para mim." Então vamos lá. Estarei também na semana seguinte na Bienal do livro do Rio de Janeiro no domingo. Anota aí para não perder na agenda.
15 de junho, no Rio Centro, das 2 às 4 da tarde, recebendo os amigos no lançamento do novo livro A arte de Seguir em frente. Domingo, 15 de junho, na Bienal do Rio, estande boa Nova, pavilhão azul, rua J72. Vou lembrar mais à frente. Então, se liga porque tem muitos eventos nas próximas duas semanas. E eu preciso lembrar também que estarei no sábado anterior a essa presença na Bienal do livro eh do Rio de Janeiro, tanta Bienal, né? Bienal de Campos nesse fim de semana, na semana seguinte, Bienal do Livro do Rio. Eh, antes disso, no sábado, tem a Bienal do livro do Céu de O Centro Espírita Leondi.
Sábado, dia 14 de junho, na véspera da minha ida, Bienaldo Livras, na parte da manhã, 10 da manhã, estarei no Celd também lançando o livro A arte de seguir em frente. Olha o livro, eu vou falar do livro com ele em mãos, não vou falar do livro agora, não. É só para criar expectativa. Tá saindo do forno da gráfica hoje. Não quero falar sobre ele não. Mas repetindo e resumindo aqui o embrolho. Atenção amigos, neste final de semana, sábado e domingo, estarei em Campos dos Goitacazes. Sábado, na Bienal do Livro de Campos, 6:30 à 7:30 da noite. Domingo pela manhã, 10 da manhã.
Este domingo agora, Alerta Vermelho no Planeta Azul, palestra que farei às 10 da manhã na renomada, longeva, prestigiada instituição espírita de Campos dos Goitacazes, escola Jesus Cristo. Sábado, sem ser esse o outro, 14 de junho, Centro Espírita Leão Deni, 10 da manhã, com o livro novo na mão, a arte de seguir em frente no domingo 15. de junho, estaremos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro entre 2 e 4 da tarde, autografando, batendo foto, conversando com vocês no pavilhão azul do Rio Centro, onde fica o estande da boa nova. hoje foi, ó, o tempo que a gente consumiu aqui, só dando o recado. Ah, André, fala do livro, fala do livro, fala do livro. Falo não, só falo do livro com ele na mão.
Olha só, deu até rima. Falo não, falo não. Falo do livro somente com ele na minha mão. Falo, não, falo, não falo, não falo, não. Falo somente com o livro na minha mão. OK, vamos lá. Ah, sim. O livro, isso eu vou falar. Todos os recursos oferidos destinados ao autor, é o que a gente chama de direitos autorais, 100% dos recursos desse livro cedidos para a instituição espírita. Joana de Angeles, de Copacabana, que mantém a escola espírita de mesmo nome em Japeri na Baixada Fluminense. E aí eu vou aproveitar, tem mais agenda.
Neste sábado, quem quiser apoiar com recursos a Escola Espírita Joana de Ângeles, que mantém a duras penas aproximadamente 400 alunos que não pagam nada para ter ensino em tempo integral, com refeições, quatro, cinco refeições por dia, contando os lanches, uniforme, ensino eh gratuito e de qualidade em Japeri na Baixada Fluminense. Haverá um evento neste sábado, 7 de junho, às 5 da tarde, no hotel Mercure de Nova Iguaçu. Quem estará por lá? Larissa Chaves, Rafael Siqueira e Natasha Requena. É música e informação de primeira qualidade. Sábado, 5 da tarde, a partir das 5, portanto, o ingresso é R$ 30 e ele vai ser destinado totalmente o recurso paraa Escola Espírita Jona deângeles.
Telefone para quem quiser se informar. Ah, eu quero comprar o ingresso. Ah, eu quero contribuir. É 21 prefixo Rio de Janeiro. 9913 9994. Vou repetir. 99 113 9994. Tá dado o recado. Olha, o que não falta é programação aí para quem tá antenado com as coisa, com as coisas, enfim. Com as coisa. Vamos simbora. Olha o tema cascudo. Eu não sei por que eu fui sugerir esse tema. Agora é tarde. Brincadeira, hein, gente. Mas o tema é cascudo. O tema do papo das 9 de hoje, o tema que eu digo é o que que nós propusemos no stories do Instagram no dia de ontem como elemento provocador da nossa reflexão. Você discrimina quem pensa diferente? Foi a pergunta chave que nós fizemos.
Você aí discrimina quem pensa diferente. Mr. Anderson fez a seleção aqui de cinco perguntas. Nós vamos aqui responder sempre com o cuidado de dizer: "Não sou dono da verdade, estou expressando opiniões. Essas opiniões não necessariamente combinam com as suas. Nem por isso seremos adversários ou inimigos." A beleza do jardim de Deus está na diversidade das flores? A questão é: quem pensa diferente de você justifica da tua parte discriminação? Então vamos lá. Luís Eustáquio, será que achamos que quem pensa diferente é inferior a nós?
Ô Luís, eu diria que a tendência é que quase 100% dos seres humanos, incluindo eu e você, quando nos deparamos com alguém que pensa diferente, num primeiro momento, nós colocamos essa pessoa num patamar que não é superior. Invariavelmente, ato reflexo. Você nem pensa nisso. Isso já tá introjetado como um software. Quem pensa diferente, a gente já tem num primeiro momento uma enorme dificuldade de ouvir e, principalmente de levar a sério, ou seja, sem a necessidade de concordar, procurar verificar a motivação do outro para sustentar uma ideia. diferente da sua.
Então, a resposta que me parece a mais honesta que eu preciso te dar é normalmente quem pensa diferente da gente, assim, é um frame de segundo. Imediatamente você coloca esse alguém e esse daí não tá entendendo o que eu entendo. E esse daí não compreendeu o que eu compreendo. Portanto, esse daí não tá no meu nível. É óbvio que isso é nefasto. É óbvio que isso não nos convém. Penso que a gente precisa desarmar esse sistema que nos blinda de outras possibilidades de compreensão, ainda que você não concorde, mas eu acho importante a gente saber quais são os argumentos, por que que essa pessoa chegou a essa conclusão. Eu preciso ouvi-la e não quero entrar numa disputa de narrativas.
Vamos tentar conversar filosoficamente, dialeticamente, vamos colocar pontos em discussão para que eu compreenda como essa pessoa chegou a uma conclusão a qual eu não concordo mesmo. o risco. E esse risco, se ele se consuma, ele não deixa de ser maravilhoso. De uma pessoa que pensa diferente de você conseguir mostrar que o pensamento que sustenta a tua convicção não é o melhor, não tem força suficiente para se contrapor ao pensamento que num primeiro momento lhe parecia mal colocado. Portanto, não temer a mudança de ideia, estar aberto para mudar de ideia. Se você me perguntar que que eu acho disso, eu acho isso sinal de evolução. Feliz daquele que se permite mudar de ideia.
Eu não tô falando de ser volúvel, eu tô falando de você se permitir pensar nos argumentos que uma outra pessoa no primeiro momento apresenta para você. e que você num primeiro momento reage mal, mas você dá tempo da pessoa de discorrer e você se apropria de alguns elementos racionalmente que foram compartilhados para admitir que a ideia não é tão estapafúrdia, não é tão fora da caixinha no mau sentido do termo e ela pode engrandecer você. Veja como a gente às vezes tem medo, né? Ah, mas eu não posso mudar de Por que que não pode? Você pode mudar de tudo. Você pode mudar de endereço. Você pode mudar o shape do seu corpo.
Você pode mudar a comida que você come, você pode mudar de time de futebol, se você quiser. Eu não mudo o meu. Tem gente que muda de time de futebol. Você pode fazer isso. Você pode mudar de país ou de estado ou de cidade, se você constrói esse objetivo. Você pode mudar de profissão, você pode mudar muita coisa na tua vida, inclusive as ideias que até hoje emprestam sentido à sua vida. Se essas ideias não são firmes, sólidas, bem estruturadas o suficiente para resistir a um outro argumento, elas merecem ser mudadas. Agora, se essas ideias têm um bom embasamento, uma boa fundamentação e o que vem no sentido contrário não abala essa convicção, ótimo também.
Isso não é uma disputa, isso a gente não tá concorrendo, não é uma competição. A gente cresce quando a gente muda a partir de uma percepção que nos pareça mais acurada. Respondi muito tempo, desculpa. Falei demais. Luiz Tata PS 22. Como ser tolerante com pessoas intolerantes, egoístas e que prejudicam pessoas e a natureza? Olha, tolerante não é uma palavra que eu acho apropriada aqui. Eh, eu vou falar o que no meu nível evolutivo hoje, que degrau eu tô ocupando. Eu tenho 59 anos. Eu não perco meu tempo com negacionistas. Eu não quero convencer negacionistas. Eu não quero convencer quem acredita em rede social.
Eu não quero convencer quem construiu dogmas a partir do líder religioso ou político que disse uma coisa e você não se deu o trabalho nem de refletir e filtrar. Você simplesmente obedece cegamente a quem na voz de comando, meu oráculo, meu avatar, eu tô indo junto com você. Se a pessoa escolheu isso, ela que seja feliz assim e arque com as consequências de não pensar com a própria cabeça. Quem sou eu para tentar furar uma bolha? Cada um com seu cada um. Então veja, eh, alguém poderá dizer: "Ah, André, mas melhor não seria fazer desse jeito ou daquele?" Eventualmente sim. Eu posso mudar de ideia. é que eu acho que a gente tá com problemas tão urgentes e necessários de atitudes que a gente precisa de alguma forma embasar os seus argumentos, tentar colocar os riscos de outras ideias eventualmente movidas por arrastões hipnóticos, dogmáticos, que podem não parecer, num primeiro momento, bem fundamentados.
E não havendo um debate saudável de ideias, por que que você vai ficar insistindo? O que que se ganha quando se consome tempo, energia tentando retroalimentar um debate entre quem não escuta. Você tá falando, o outro não escuta. O outro tá falando, você não escuta. Que que você ganha aí? Nada. só perde. Então, em bom português, eh, você diz como ser tolerante com pessoas intolerantes. Aí tem várias camadas aí de análise da tua questão. Você pode ter pessoas muito jovens, intolerantes, sobre as quais vale a pena a gente tentar, na condição de mais velhos, supostamente mais rodados, com mais experiência, mostrar o erro, que significa você não ouvir ou não prestar atenção em outras ideias.
Aí é uma questão muito, é um recorte que eu tô fazendo. A importância de tentar sim eh eleger pessoas que você acha que são importantes no seu círculo familiar ou de amizade, que você invista algum tempo, alguma energia para tentar conversar numa boa. Não é catequisar, não é doutrinar, não é convencer, é trocar ideias. Por que que você pensa assim? Conta para mim, eu eu tô te escutando. Por que que você chegou a essa conclusão? Conta para mim, eu tô te escutando. Você me dá um minuto para eu tentar falar outra coisa? Eu posso tentar passar para você o que eu penso disso que eu ouvi você dizer? Você pode realizar uma tentativa conversa, né?
É aquilo que esse Papa Leão X falou já no discurso de saudação, quando foi eleito o papa, salvo engano meu, ele já falou: "Precisamos construir pontes". Agora veja, aonde o debate não tem rendimento, lembrando a passagem do Evangelho quando Jesus fala da parábola do semeador que lança sementes em todos os lugares e na maior parte desses lugares a semente não germina porque não há ali solo fértil, não há condições dessa semente crescer. Eu, no nível evolutivo em que estou, eu não não acho que seja para mim uma boa estratégia perder tempo e energia numa direção que eu não vejo que vá ter qualquer resultado minimamente interessante. É uma opinião. Eu não não tô dizendo que eu tô certo.
Tô dizendo que é a minha opinião. Posso mudar? Roseline Murli. Qual o limear para aceitação e compreensão de uma opinião diferente e opiniões fascistas? O limear é definido por cada um de nós. Eu não vou aqui estabelecer um limiar de cada um. Cada um haverá de ter as circunstâncias, os motivos e as especificidades de cada história. Em casa, no trabalho, com vizinhos, com estranhos. Isso aí não dá pra gente normizar. Agora, eu acho importante que a gente a gente acha ser o certo.
Se a gente for tão intolerante quanto o intolerante que a gente tá criticando, se a gente for tão áspero, bruto, deselegante, mal educado, quanto as pessoas que a gente critica são, minha opinião, perdemos a razão na largada. Estamos usando a mesma estratégia que a gente condena nos outros. E aí não há solução. Eu já disse mais uma vez aqui, eu não tenho qualquer simpatia com qualquer movimento extremista, sectário, de direita ou de esquerda. Eu não tenho realmente interesse em dispensar tempo e energia para conversar com uma pessoa que parece blindada a qualquer coisa que não lhe pareça adequada numa visão sectária e extremista. Então a gente precisa ter esse cuidado de não generalizar.
Você me pede assim, qual o limear? O limear é aquele que você haverá de determinar, se possível, com um bom estoque de paciência e de determinação de exemplificar o que você deseja que o outro faça. Eu vou escutar e depois eu gostaria de conversar. Vamos conversar civilizadamente, vamos trocar ideias sem a pretensão de ao defender a minha ideia atacar quem pensa diferente. Agora, quando você usa aqui a palavra opiniões fascistas, só pra gente deixar claro o que que é o fascismo, né? O fascismo, uma das definições do fascismo seria um conceito que inspira regimes sectários, extremistas, que massacram a opinião alheia, né?
É o regime totalitário, é o regime que não permite opiniões que não sejam a do estado dominado por alguém com esse perfil. Então, a gente tem que ter, penso eu, o cuidado de não relativizar o problema causado por alguém que na democracia consegue expressar qualquer opinião e defende o fim da democracia, se beneficiando das ferramentas que a democracia oferece. Essa é uma contradição do meu ponto de vista, mas eu sou apenas essa, esse é apenas um ponto de vista ou uma opinião. Tá bom? Fernanda Anderline Escodino, como não discriminar quando não há diálogo saudável? Olha, eu concordo com você que onde não há um diálogo saudável, há perda de tempo.
Salvo, eu dei o exemplo aqui de um filho, de uma filha, de um parente, de um amigo que você de alguma forma tente construir. Num primeiro momento, há um ambiente pesado e tóxico, há uma reação explosiva e você, com muita sabedoria, muita paciência, tenta diluir esse ímpeto e tenta, de alguma forma avançar na direção de um diálogo saudável. Esgotadas as possibilidades de um diálogo saudável, minha sugestão, não perca o contato com essa pessoa. Evite conversar sobre os assuntos conflitantes. Acho que é uma estratégia que pode salvar amizades de infância, pode salvar contatos familiares que são muito importantes.
Aí uma uma discussão pontual sobre um aspecto da visão política ou que seja, põe a perder tudo que já houve. É muito doloroso. Eu tenho isso no meu círculo familiar ou no meu círculo de amizades, relações que se deterioraram fortemente em função da paixão política, né, vamos dizer assim. É péssimo isso. Isso é ruim, mas eu procuro acalentar no meu coração a disposição sempre de estar com essa disposição para o diálogo saudável. Acho que isso é esse é o ponto de partida sempre. Onde não há tudo começa pelo respeito. Aonde falta o respeito, você depreda as condições pro diálogo saudável. Não concordo com você, mas respeito a sua opinião.
Divirjo totalmente do que você pensa, mas respeito a sua opinião. Agora, quando essa opinião ela afronta direitos básicos e fundamentais do outro, a gente precisa se posicionar. Olha, isso que você tá falando realmente não faz nenhum sentido para mim. Eu não posso levar a sério, eu não posso considerar isso algo minimamente defensável, mas coloque isso sem agredir, coloque isso sem ofender. Jaciara Rodrigues, qual a sua estratégia para ficar calmo quando a opinião é humanamente inaceitável? Humanamente inaceitável é muito forte, Uma das demandas da minha atual encarnação é o exercício da paciência. Eu não sou definitivamente uma pessoa paciente.
O tempo todo eu tenho que negociar com a minha impaciência. O envelhecimento me ajuda nesse processo. As pancadas que eu levo na vida por conta da minha impaciência me ajudam nesse processo. A maneira assodada, impulsiva, com que por vezes eu, nas minhas imperfeições, respondo a certos estímulos, invariavelmente dão ruim, vão me causar arrependimento, remorço, vão me deixar numa situação muito vulnerável à minha consciência. Então veja, quando a gente fala no espiritismo de reforma íntima, a gente tá falando da coragem de ser imperfeito. Você não se iludir, você não achar que porque você é católico, evangélico, espírita, budista, islâmico, o que seja, isso te blinda de imperfeição, não?
Eh, e admitindo-se imperfeito, não negligenciar as oportunidades de avançar na cenda evolutiva, aprender a contar até 10, aprender a se calar, aprender a engolir sapo, aprender a pedir desculpa. Será que sou eu aqui nessa rede que tô nessa situação? Alguém mais aí vivencia algo parecido comigo? Ou eu só tô falando para uma plateia de pessoas que são nota 10, encarnaram por engano nesse planeta. Deus, eu não pertenço a esse mundo, me tira daqui. Olha, na literatura espírita tem histórias, causos muito saborosos de gente que se rebela. contra o que parece injusto. Meu Deus, por que que isso aconteceu comigo? Eu que sou uma pessoa tão boa, tão generosa, tão caridosa, tão dadivos?
Porque que esse revés me acometeu? A pessoa fica revoltada contra Deus, contra a vida. E por vezes ela tem o merecimento de em desdobramento no sono. Essas histórias são muito saborosas no meio espírito. O guia espiritual ou algum parente muito próximo dessa pessoa que já desencarnou, tem uma conversa no plano astral, lembrando, olha, você tá rebelde, né? Você tá assim com o coração impedernido por conta da incompreensão do que ele acometeu, achando que foi injusto. E aí há todo um cuidado de explicar.
Olha, graças ao fato de você nessa vida tá fazendo algo tão bacana para você e pros outros, tá sendo tão prestativo, tão útil, tão caridoso, justamente por tudo isso que você sabe que você faz, a dor que agora ele acomete é muito menor do que deveria ser, considerando a lei de causa efeito, o que você realizou em outras vidas e que pela lei da física, pela lei de causa e efeito, Há ter e você enquanto agente da dor e do sofrimento alheio, experimentar você a dor e o sofrimento causado, porque isso é a evolução em curso. Isso é a compreensão do que se pode e o que não se pode fazer no sentido mais profundo.
Não lhe foi permitido que experimentasse a exata dor que você causou, porque o esforço evolutivo que você realiza agora compensa, reduz a demanda desse revés. Eu acho isso muito interessante. Então, antes de dizer por Senhor comigo, pareia com esse pensamento reencarnacionista e reconhece também a lei de causa efeito, acautele-se antes de culpar Deus ou qualquer outra força superior, né? Cada um tem uma visão assim do que seja. Os espíritas falam, repetindo o livro dos espíritos, quem é Deus? Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.
Portanto, estamos falando de uma força cósmica, universal e todas as religiões tentam compreender, cada uma a seu modo essa força cósmica universal. Cláudia da ESI ou da ES, como despertar os que ignoram a crise climática e humana que estamos vivendo. Olha, na área de educação, eu já ouvi grandes educadores dizerem: "Ninguém conscientiza ninguém. A conscientização, ela brota da própria pessoa. O educador, o professor ou alguém que didatize uma lição de uma lição moral, ética, de sabedoria para outro, haverá de ser um estimulador. Você vai ser um facilitador melhor. Não é estimulador, é um facilitador.
Você vai tentar fomentar uma ideia que possa germinar, mas a consciência é processo individual. Você não conscientiza ninguém, você pode ser um facilitador. O broto para crescer na direção de uma nova consciência precisa ser alvo dos cuidados de quem é o guardião dessa semente. Bays. O que fazer com a revolta quando alguém diz um absurdo? A revolta não acrescenta nada. Transforma em revolta em indignação. Indignação é o combustível de uma luta consciente. Luta que foi a palavra que o pastorino hoje quando incita a gente a fazer na prática alguma coisa, fala da luta. A luta não é uma briga, não é uma luta corporal.
A luta é o entendimento de que numa comunidade dos diferentes, cada um pensa de um jeito. Você quando se posiciona em favor de algo que lhe pareça justo, bem fundamentado, necessário, urgente, você vai se expor e você vai levar pancada. Vamos dizer aqui um exemplo máximo. Jesus, se estivesse entre nós hoje, você acha que ele seria aceito na maioria dos templos religiosos? Você acha que Jesus seria compreendido hoje dizendo as mesmas coisas que ele disse e fez há mais de 2000 anos? Você acha que Jesus seria recebido, digamos, como Messias na maioria absoluta dos templos religiosos hoje?
Eu acho que Jesus seria hoje considerado um fanático, um radical, alguém que enlouqueceu esse cara não tá ali, ele não tá entendendo o que ele tá dizendo. Eu acho que correríamos esse risco, principalmente das lideranças sacerdotais. Jesus poderia até ser compreendido de novo pelos mais pobres e humildes, mas eu penso que ele seria de novo alvo de preconceito e discriminação por parte das grandes das mais importantes lideranças religiosas do Brasil e do mundo, né? Eu fui criticado por uma pessoa, não me lembro o nome dela, no YouTube, falou: "Andrezinho, vou lhe dar um puxão de orelha. Quando você citou os ativistas, esqueceu do padre Júlio Lancelote.
Gente, eu deixei de fora muitas pessoas que eu admiro. Padre Júlio eu conheço pessoalmente. Padre Júlio é um ativista de mão cheia e ele, do meu ponto de vista, tá na linha de frente. E realmente eu poderia tê-lo citado e faria isso com muito prazer. Não coloquei todos os nomes naquela lista que é ela não tinha espaço para tanta gente importante. Para mim, dentro desse ativismo, eu diria frontal na direção do resgate do evangelho ou de valores e princípios que dialogam com o cristianismo. Raiz, padre Júlio, certamente ocupa esse lugar de destaque. Sim, tem razão. Ó, a orelha tá doendo, a orelha tá vermelha. Silvio Saque pergunta: "Quais dias estarei na Bienal do Livro do Rio.
Eu tô grafando o livro novo tá aqui. Se liga na missão. Estarei na Bienal do Rio, dia 15, domingo, sem ser o próximo seguinte, das 2 da tarde às 4 da tarde, 14 às 16 horas, no estande da Boa Nova, no pavilhão azul. Será um prazer, viu, Silvio? Tê-lo por lá. Lana Araújo pergunta: "Familiares se afastaram como devo proceder?" Que pergunta difícil. Eu não lhe conheço, não conheço seus familiares, não sei o motivo do afastamento.
Eu me sinto realmente impossibilitado de fazer qualquer manifestação, a não ser que você procure identificar os motivos do afastamento e os melhores caminhos, a melhor estratégia para reatar laços de fraternidade, de respeito, de ternura, de afeto e de amor para esses que são seus familiares. Agora eu dizer o que você deve fazer, olha, o maior cuidado que eu tenho no Papo das 9 desde o início é reconhecer a insignificância na hora de avançar o sinal sem o devido conhecimento do que tá sendo colocado aqui. Como faltam apenas 3 minutinhos, eu vou pedir para Mr. guardar para sexta-feira as respostas que eu não tô dando hoje para Gis Gisele Almeida, Moisés Lê Rosa, José Ferreira, tem um povo aqui, eu não vou dizer todos os nomes, das pessoas que mandaram generosamente questões e a gente não poôde responder.
Lembrando então encerrando o papo das 9, tem livro novo chegando. O nome dele é Arte de Seguir em frente. 100% dos direitos autorais pra escola espírita Joana de Angeles em Japeri na Baixada Fluminense. Teremos algumas oportunidades de estar com esse livro. Começa nesse final de semana da BENAL do livro de Campos dos Goitacaes. Eu já havia sido convidado, o livro surgiu no meio do caminho, vai dar para levar alguns exemplares. Estarei em Campos dos Goitacases, sábado, entre 6:30 e 7:30 da noite na Bienal. No dia seguinte em Campos, 10 horas da manhã na Escola Jesus Cristo, a palestra sobre o tema alerta vermelho no planeta azul. Lembrando que a gente tá na semana do meio ambiente.
Amanhã é o dia do meio ambiente. Aí na semana seguinte, sábado 14Cs, fim de semana, outro 14 de junho, 10 da manhã, centro espírita Leon Deni, Bento Ribeiro, formigueiro humano, o Celde. Eles tm a Bienal deles lá, estaremos lá com livro novo. E no domingão, 15 de junho, aí ó, abertaço para todo mundo que quiser dar o ar da graça de 2 da tarde às 4 da tarde na Bienal do Rio de Janeiro. Só vou falar do livro novo quando tiver com ele em mãos. Enquanto não chegar na minha lá, mano, lá mano, falo dele, não.
Só digo que ele tá chegando e que seja útil, que seja bem-vindo, que faça de alguma forma, cumpra o papel, né, de permitir que as coisas que a gente fala aqui ou que a gente escreve, as coisas que a gente pensa, as coisas que a gente sente e que reconhecemos como de algum valor, façam ou possam fazer alguma diferença para quem tá em busca de força, coragem e fé. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Amanhã é dia do meio ambiente. Que que você vai fazer amanhã? Quinta-feira, 5 de junho, dia do meio ambiente. Que que você vai fazer amanhã? em favor da vida, da natureza, das águas, do ar, das matas, dos bichinhos, combatendo o lixo no lugar errado, banindo o plástico descartável de uso único, preocupado e fazendo a sua parte contra a crise climática, se preocupando com a sua alimentação, porque isso faz parte da química, do meio ambiente saudável e resiliente.
E o meio ambiente começa no meio da gente. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Até a próxima.
