Minutos de Sabedoria
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Indicação de leitura
Sociedade do cansaço. Autor: Byung-Chul Han
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que de repente pode se acabar. É melhor criar o paraíso já. Cada minuto é tão importante. O tal futuro fica logo ali. O homem tem que amar seu semelhante aqui. Seres luminosos brilham mais aonde é preciso de luz. A cada nova era aqui na Terra a coisa se reconduz. São adoráveis criaturas, surgindo do inesperado, deixando esse louco planeta inteiramente mudado. Hoje venho com o boné que ganhei de presente na COP 30 do amigo Eduardo do movimento Laudatosi. Make science great again. Faça a ciência grande novamente. Uma tradução livre, parafraseando o boné de campanha do atual presidente dos Estados Unidos, o ególatra Donald Trump make America Great again. No, make science great again.
E por que que eu tô vestindo, usando o boné, exaltando a importância da ciência? é que ela sofreu em uma semana dois duríssimos golpes e eu tive a oportunidade de acompanhá-los com a devida atenção. Portanto, vai aqui mais uma vez a minha homenagem a ciência que não tá posicionada político ou ideologicamente, mas que coloca-se como parâmetro a ser considerado. Vamos considerar assim, vamos colocar assim. Na hora da tomada de decisão, a ciência é uma conquista civilizatória que não deveria ser desprezada da forma como vimos na COP 30 em Belém e ontem no Congresso Nacional. COP 30 em Belém.
Não houve consenso para se discutir o mapa do caminho para reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Apesar de vultosos colossais muitíssimo bem fundamentados alertas da comunidade científica sobre a inevitabilidade da crise climática se agravar enquanto a gente continuar aumentando o queima de petróleo, carvão e gás. COP 30. Não tivemos, portanto, longe disso, consenso para iniciar debates nessa direção.
Ontem, no Congresso Nacional vimos o maior ataque contra a legislação ambiental brasileira desde 1988, ano em que foi promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil, demolindo o Congresso ontem, toda um arcabolso, toda uma estrutura que faz da legislação ambiental brasileira ou fazia das mais avançadas do mundo, no que diz respeito a um conjunto de medidas que visa reduzir riscos de empreendimentos considerados de risco à saúde ou ao meio ambiente acontecerem sem que antes haja um processo de licenciamento, qualificando os projetos minerários, petrolíferos, construção de represa, construção de barragem, construção de estrada, projetos ligados à agropecuária, projetos ligados a saneamento básico.
São inúmeros os projetos que pela legislação deveriam passar por licenciamento. Em resumo, a o Congresso entendeu que a maior parte desses projetos poderia ser eh objeto do autolicenciamento, o próprio empreendedor autolicenciar-se, o ideia interessante para projetos de risco zero ou risco baixíssimo. Risco médio, como que foi aprovado ontem, é temerário. Deixar cada estado absolutamente soberano no licenciamento é temerário. Cria disputa entre os entes federativos na busca por investimentos, reduzindo, afrouxando, flexibilizando normas. Tirar do IBAMA a prerrogativa de decidir sobre empreendimentos que sejam alocados nas áreas mais protegidas e preservadas da Mata Atlântica. É temerário.
Isso caiu ontem. Alijes indígenas e quilombolas e povos tradicionais. quando empreendimentos ocorrem em seus domínios, em seus territórios, portanto, não permitindo aquilo que diz respeito a tratados internacionais assumidos pelo Brasil, da garantia dos direitos dessas comunidades, é temerário, não ajuda.
Eh, são tantos os problemas decorrentes dessa demolição dos princípios básicos do licenciamento ambiental assinalados pela Constituição, que a judicialização é dada como certa, infelizmente, e a constatação de que temos um Congresso muito inclinado a aprovar medidas, leis que favorecem grupos econômicos que não t o compromisso com o desenvolvimento sustentável de longo prazo, não tem compromisso com a segurança desses projetos, flertam com o risco desnecessário à saúde, ao meio ambiente. Desprezam a ciência. Make science great again. Faça a ciência grande novamente. Bonezinho que eu ganhei lá na COP 30 do amigo do Laudato Eduardo. Faça a ciência grande novamente.
Não desprezem a ciência porque quando se despreza a ciência vem coisa ruim pela frente. Quando a Prefeitura de Porto Alegre desprezou o risco de uma nova enchente que elevasse o nível do Guaíba acima do razoável e os investimentos na proteção de Porto Alegre não foram feitos, deu ruim quando a Vale desprezou não apenas a ciência, mas a legislação, eh, do ponto de vista de não desprezar os riscos como se deu tanto em Mariana quanto Brumadinho. desprezou a legislação quando comprou o parecer técnico de uma consultoria alemã e desprezou a ciência quando investiu numa tecnologia do alteamento a montante, que era colocar rejeito para ser a matéria-prima da contenção de mais rejeito.
Eh, deu ruim duas vezes. Duas vezes reincidente no erro e ninguém foi preso. Então veja, nós temos aqui muitos motivos para acreditar que no intervalo de uma semana a ciência foi duramente desprezada em Belém e em Brasília. De Belém a Brasília. De Brasília a Belém, uma conexão, eu diria, ruim, de desprezo pela ciência, pela razão, pelo bom senso, pelo princípio da precaução. Se você quiser pesquisar esse termo que é muito inspirador ou foi para os constituintes do Brasil em 1988, né?
Então, meus amigos, vida que segue e a gente na ênfase de um trabalho, cada um com seu cada um, me posicionando aqui no flanco da resistência, naquilo que me parece bem fundamentado, bem explicado e que remete a uma ética civilizatória. A gente não pode, no auge de uma crise climática ambiental descuidar dos fatores de proteção, especialmente num país que é de uma riqueza descomunal, exatamente na disponibilidade de solo, de água, de biodiversidade, de biomas com espécies endêmicas que só ocorrem aqui. A gente tá abrindo, infortunadamente a porteira para que se a situação já não é muito boa, o pior aconteça. Depois não reclame que faltou aviso.
Depois senhores parlamentares quando seus negócios, porque muitos deles são empresários e muitos deles, deputados e senadores, votam em causa própria e muitos deles na senha de lucro aprovam medidas que lá na frente se revelam equivocadas e aí choram o leite derramado e vão querer mamar nas tetas do estado pedindo ajuda federal. E quem paga somos nós. Então tudo isso para dizer, se liga na missão, ano que vem tem eleição. Deu até rima. Se liga na missão. Ano que vem tem eleição. E em quem você votar estará confiado o seu destino. Presta atenção em quem você vai votar. Para deputado federal, para senador e para outros cargos. Mas esses no legislativo definem rumos, como definiram ontem.
Então se liga porque é o momento que a gente não deveria ser tão displice. Na hora de votar. Eu acho que nunca deveria, mas a situação tem se tornado progressivamente preocupante. Aí você reclama congresso inimigo do povo. Tem uma hashtag aí, né? Congresso inimigo do povo. Desculpa. Quem elegeu os congressistas? Quem colocou os inimigos, entre aspas, do povo lá? Quem é o inimigo do povo? É o congressista que foi eleito ou foi o eleitor distraído, relapso, que votou sem se preocupar muito com quem tava votando? Me diz, quem é o inimigo do povo? Lei de ação e reação, cara. A que se faz, a que se paga. Lei de causa e efeito, efeito bumerangue. Então, vote com consciência.
Não permita que mais parlamentares cometam esse tipo de erro, equívoco, engano que custa muito caro, muito caro pro coletivo, para certos grupos econômicos no curto prazo, maravilha. Depois, quando a porca torce o rabo, o ganho dele está garantido. Você privatiza o lucro e democratiza o prejuízo. É algo por aí. Fiz aqui o meu libelo em favor da ciência. Amém. Viva a ciência. Viva. É com ela que nós vamos agora e sempre. Que assim seja. Pedindo aqui ajuda aos amigos invisíveis pra gente nessa sexta-feira. Falam por aí que é sexta do Black Friday. Eu vou falar sobre Black Friday já. Aguenta aí.
Mas agora eu quero a minha sintonia voltada pros amigos espirituais que nos ajudam sempre, estão sempre por perto, torcendo para momento em que a nossa sintonia se eleve para eles poderem dispor de melhores ferramentas e condições para nos apoiar, nos suportar, dar suporte, nos encaminhar na medida do possível, sem interferir o livre arbítrio, a boa intuição, as boas ideias. Então, que eles estejam por perto e que eu seja uma ferramenta útil, um meio adequado, que eu possa ajudar na medida do possível a fazer a leitura da página indicada para essa manhã. Aonde vai dar? Eita, abriu aqui, ó. 249. Não seja cruel. Aprenda a ter compaixão daqueles que estão em pior situação que você.
Lembre-se daquela máxima do maior dos filósofos. Felizes os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Seja compassivo com os que erram, porque você não sabe quando poderá cometer erros semelhantes e gostará que o compreendam e lhe relevem. Releve também e seja misericordioso com quem erra. Bom, eu não posso deixar de fazer a conexão com o meu comentário a respeito de Belém e de Brasília. Eu procuro ser cuidadoso nas minhas críticas, primeiro porque eu não sou o dono da razão, embora procure estar bem fundamentado nas críticas que eventualmente faço.
Segundo, porque eu não posso botar na conta de quem ontem no Congresso aprovou o desmonte do licenciamento ambiental, que todos tenham agido, eu diria, de forma, eu não vou dizer que houve dolo, vamos colocar nesses termos. Eu posso sim dizer que, do meu ponto de vista foi irresponsável, desprezando os riscos apontados por entidades respeitáveis. Eu eu não canso de nominá-las toda vez que eu falo assim, mas quais entidades?
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e Academia Brasileira de Ciências, duas das maiores entidades da comunidade científica brasileira e Observatório do Clima, Instituto Socioambiental, Instituto ETOS, Fundação Osvaldo Cruz, falando dos impactos do desmonte do licenciamento sobre saúde pública. A equipe de técnicos do próprio Ministério do Meio Ambiente, alguns deles atravessam o governo, são funcionários concursados, gente seríssima, precisa ter pedigri acadêmico para chegar lá, Eh, a gente não pode deixar de considerar, portanto, na crítica que do outro lado tem alguém que eventualmente errou, mas não é alguém que cometeu dolo. Eh, portanto, até na crítica é preciso ter ética.
Eu vi, eu vi críticas muitos, muito pesadas nas redes sociais. Eu procurei ser justo, correto, né? naquilo que tange ao respeito. Quando você perde o respeito, você perde tudo. Então, eu acho que a gente precisa ter esse cuidado de, ao formular críticas, não cair no lugar comum daquela daquele far oeste cabôlo. Sabe como é que é? Quando você parte paraa ignorância, quem parte paraa ignorância perde a razão. É a minha opinião, né? Ponto um, ponto dois, saindo da questão Belém Brasília, COP 30 e congresso ontem, eu sinceramente acho que essa mensagem nos traz a seguinte recomendação.
Você tá num dia que você não tá legal, tá de mau humor, tá com dor física, tá com dor no coração, enfim, eh, as outras pessoas não deveriam pagar por isso. A gente não deveria descarregar nos outros as coisas mal resolvidas que nós transportamos dentro de nós. a gente realmente não deveria permitir que sejamos condutores do mau humor, condutores da irritabilidade, condutores da cisânia, da picuinha, mocho expressões que vão causar irritações em terceiros, né? Porque nós não estamos bem. Isso é muito interessante quando a gente fala de psicosfera, que é uma palavra muito empregada no espiritismo, que é o campo eletromagnético à nossa volta.
E ele é saturado dos nossos pensamentos, das nossas emoções mais frequentes. Então, quando você não tá legal e você distrata alguém embalado no teu estado de espírito deplorável, você tá expandindo o raio de ação de uma psicosfera tóxica. É como se fosse uma doença contagiosa, como sarampo, que é das mais contagiosas de todas. É impressionante a a rapidez do contágio do sarampo, né? E tem gente que não não entendeu que não vacinar significa risco para muitos, não é só para quem pega sarampa, mas enfim. Eh, a gente não deveria ser o agente da toxicidade. Nós não deveríamos espalhar a pandemia do mau humor, da desesperança, da tristeza e do desalento.
A gente deve sempre, de alguma forma, elevar o pensamento na direção daquilo que haverá de, no mínimo, nos resguardar. Eu ainda tô mal, hoje eu não tô legal, mas eu não vou atrapalhar os outros. É o mínimo que se espera de alguém. generoso, alguém minimamente consciente é o mínimo. E quando a gente é displicente, distrata, maltrata os outros, porque a gente não tá bem, pastorino já abre a mensagem 249 dizendo assim: "Não seja cruel, porque é crueldade. Quase ninguém tá bem. E se você tivesse a oportunidade e o tempo de fazer uma pesquisa, quantas pessoas à sua volta tem problemas, não raro, mais graves e urgentes do que os seus.
Quantas pessoas têm graves problemas financeiros, de saúde, emocionais? Quantas pessoas estão vivendo uma situação de angústia, ansiedade, desespero, desesperança. E você vai lá e porque você não tá bem hoje? Ah, hoje eu não acordei legal. Aí começa, sabe, a distratar, a ser invigilante na forma como você trata os outros. Isso é muito sério, muito sério. Tá dado o recado. O recado foi esse, que a gente esteja mais antenado com o risco de agravar estados mórbidos dos outros por invigilância, que cada um lide com os próprios problemas da forma mais elegante e mais positiva possível. É o que eu gostaria de falar. Chegou aqui em casa, vou recomendar o livro. Já falei dele uma vez sem tê-lo lido.
Ainda não li. Chegou ontem. Ou eu só abri o pacote ontem porque tem pacote que chega, eu falo: "Espere sua vez porque tem muita demanda. Fiquei quase 20 dias longe de casa. Vocês não queram ver aqui a a bagunça. Recomendo o livro Sociedade do cansaço do filósofo sulcoreano Bunch. Gente, ó, é um livro fininho, pessoal. Gente, fica preocupado. Ah, que eu não tenho muito hábito de ler. É um livro que não deve ser medido pelo seu tamanho e espessura. é um livro conhecido, não é novo o livro. E ele basicamente é um livro que fala dos efeitos danosos, os efeitos colaterais do que o senhor Bung chama de sociedade do desempenho.
Quando você envereda na busca pela hiperatividade, um estilo de vida hiperativo, sem se permitir o que o autor defende, que é a capacidade de você se desligar da correria e dos movimentos autôm dos condicionamentos que precipitam a gente na direção do esgotamento físico e mental, nos deixando em apuros no que diz respeito até à resiliência física e mental. Ele também fala dos novos desafios do nosso tempo na área digital e tecnológica, profundamente drenantes de energia e de tempo e que nos ameaça também, isso é, tá claramente provado, demonstrado, a associação entre saúde mental, trabalho excessivo e deslumbramento com as redes digitais.
E ele fala também da importância do óscio, do não fazer nada, de você se fluir. O interessante é que ele, eu já li reportagem sobre esse filósofo coreano, eh, ele pratica isso, tá? Ele ele tem uma postura de vida muito vigilante no sentido de não ir na aba dos movimentos, dos arrastões culturais, dos modismos, né? Ele procura se situar numa, eu diria, faixa de autonomia intelectual e emocional, interagindo com as pessoas, interagindo com o mundo, mas vigilante para não mergulhar no risco desse desfalecimento por invigilância. Sociedade do cansaço. O nome é muito bom, viu? É exatamente como eu tô me sentindo. Se você quer saber, não é por acaso que eu tô indicando esse livro para vocês hoje.
Tudo bem que ele chegou essa semana, eu pedi antes de viajar para Belém. Agora, depois de COP 30 em Belém e depois do que aconteceu ontem no Congresso, no desmonte do licenciamento ambiental, se você perguntar para mim como é que você está, eu vou dizer para você: "Tô cansado hoje." Eu não sou cansado, eu estou cansado. que veja, se eu presto atenção na ciência, make science great again. [risadas] Eu tenho motivo para est cansado diante do desprezo pelos alertas, né? Você fica ali, meu Deus, eu vou fazer ano que vem, 2026, 60 anos.
A maior parte da minha vida, a maior parte da minha vida, eu estou absolutamente sintonizado com os assuntos ambientais e climáticos e as questões que dizem respeito à água, fauna, flora, lixo, energia, bem-estar social, racismo ambiental, isso tudo tá no meu radar. Aí você tem momentos em que você pode dar um salto à frente. COP 30 Belém ou COP 30 salto. Não, tenho que ser honesto com vocês. Eu já fui para lá sabendo, eu já tinha participado de cobertura de cópia antes. Eh, sistema ONU, aprovação por consenso. Não, não vai dar salto nenhum. Vai dar uma, no máximo, uma caminhadinha rápida pra frente ali. Pim. Acabou agora ontem no Congresso.
Ih, aí você fala: "Gente, cansa, cansa a euforia de alguns grupos econômicos libertos das amarras de um licenciamento ambiental que pode ser debatido no sentido de ser mais ágil. Pode pode ser debatido no sentido de ser mais célere, avançar mais rapidamente nos processos, pode, mas não pode deixar de cumprir sua função. O que a gente tá falando é da disfuncionalidade do licenciamento a partir da aprovação, da derrubada dos 63 vetos da presidência da República. Um projeto muito ruim. Sociedade do cansaço, força, coragem e fé. Adelante num mundo de provas e expiações.
Estou eu encarnado no orbe, me juntando a todos aqueles que procuram da melhor forma possível promover a vida em abundância nas múltiplas formas de vida, entendendo que sem proteger a vida nós não conseguimos nos proteger. Cídio é algo que precisa ser prevenido. Para isso, precisamos fazer mais e melhor. Ano que vem ter eleição, aguarda para ver como é que vai ser. Eu torço para que os eleitores indignados com as votações recentes, não apenas a de ontem, lembrem-se desses momentos amargos na hora de votar, porque democracia é isso. Se o camarada acertou, vota nele de novo. Se ele errou, tem que ver como é que você votou.
Vai lá ver como é que votou o seu candidato ou o seu deputado ou o seu senador. Faz tempo que eu não me decepciono, viu? Os meus não me decepcionam. Por quê? Porque eu tenho cuidado na hora de escolher. Pô, eu vou brincar com o voto eu, hein? Que mais? Sugestão de doação para hoje. Agradeço aqui a Xanda Torres, minha amiga do Movimento Espírita de Pernambuco. Xanda, mandou pelo WhatsApp uma sugestão. Eu não conhecia esse trabalho, fiquei maravilhado. Povo de Pernambuco deve conhecer especialmente eh da grande ou do grande Recife. Tá aqui. Eu anotei aqui a colinha para não errar nas indicações, ó. Lar do neném. Alô, povo do Recife que me acompanha aí, conhece o Lar do Neném?
Me diz aí o que que você acha do Lar do Neném, porque as referências que eu tenho são as melhores possíveis. O que faz o Lar do Neném há quase 50 anos desde 1978. Acolhe no bairro da Madalena, no Recife. Crianças órfãs, de 0 a 4 anos. ou crianças encaminhadas para adoção pelo Conselho Tutelar. Você sabe o que isso significa pelo Conselho Tutelar? Normalmente são crianças vítimas de maus tratos, crianças abandonadas pelos pais. Elas moram com os pais, mas os pais não dão a menor bola para elas e elas vão crescendo. Sabe lá Deus como, com ajuda de vizinho, avó aparece de vez em quando. Aí vem o Conselho Tutelar e diz assim: "Não dá para essa criança crescer. num ambiente onde não há afeto, amor, carinho e cuidados básicos com a higiene, alimentação, vacinação.
A capacidade máxima é de 20 criancinhas. Você sabe, são crianças de zero a quatro, é atenção constante. Aí precisa ter funcionário. Eles estão com 17 crianças, com muita dificuldade para fechar as contas no mês. Por quê? Tem 13º chegando desses funcionários zelosos que ficam ali acompanhando tudo o que acontece no lar do neném 24 horas por dia. Fora remedinho, alimentação. Então o que que eu quero sugerir? Eu queria ter um Pix à mão, mas a forma de ajuda para o lar do neném, a melhor forma de ajudar é você procurar na no Instagram. Povo do Instagram, vai lá, vai lá agora, não perde tempo não. Ou então depois do papo, você que sabe. É lá_line do underline neném. Neném com N. N E N E N.
E aí você vai encontrar, [música] ó, musiquinha bonitinha aqui, ó. Lar do neném. Epa, pera aí. Lar do neném. O Lar do neném tem logo na parte de cima as indicações sobre como ajudar. Lar do neném. Ó, esse é o visual do site ou da página na internet. 25.000 seguidores, eles estão na campanha do Natal com muita dificuldade de reunir os recursos necessários para pagar o 13º dos funcionários que fazem com que o lar do Neném seja referência no Recife. Cuida de crianças órfã ou de menininhos e menininhas de 0 a 4 anos encaminhadas para adoção pelo Conselho Tutelar. Boa parte delas vítimas de maus tratos. São histórias histórias muito duras, difíceis.
Que bom que existe um lugar chamado Lar do Neném. Xanda, obrigado pela indicação. Fico feliz de poder daqui replicar esse pedido de ajuda, tá? Tem lá. Contribua com a nossa campanha de Natal, logo em cima do expediente do Lar do Neném. Aí tem lá o link do doa.rre, que é esses links que organizam campanhas. Ali você vai ver porque que eles estão pedindo e como você pode ajudar, tá bom? Toda ajuda é bem-vinda. Toda criança que vem a esse mundo deveria ter desde cedo carinho, afeto, amor, alimentação digna, asseio, higiene, um lugar onde ela se sinta acolhida e protegida. O lar do neném oferece isso para as crianças que não têm isso. Portanto, quem quiser ajude, por favor.
Esto posto, passaremos agora para a parte do papo das 9, em que nós pedimos que vocês participem, né, que vocês possam encaminhar as questões que vocês queiram a partir da provocação que nós fazemos no stories do Instagram, na véspera. Então, a pergunta foi: "O que faz a sua luz brilhar mais forte? O que faz a sua luz brilhar mais forte?" Foi a pergunta que endereçamos. Foram lindas as respostas ou outras questões colocadas por vocês. Mr. Anderson, nosso anjo da guarda do papo das ve fez a seleção de seis. participações. A primeira delas vem de Pernambuco também, ó. Pernambuco, hoje em alta aqui no Papo das 9, mas não do Recife, da cidade de Palmares.
O Marcos pergunta: "Como encaramos os desafios? Influencia na força da nossa luz?" Penso que sim. Se você considerar que luz é vibração, a intensidade da luz, ela é proporcional a maneira como a gente sintoniza, estabelece a melhor frequência, define o campo vibracional à nossa volta, atraindo ou repelindo espíritos de luz, nosso próprio guia espiritual ou anjo da guarda. Então, a forma como a gente encara os desafios. E eu achei bonita a pergunta do Marcos, que ele não fala encara os problemas, porque o Marcos na pergunta já tá trabalhando nele. Olha o que eu tô dizendo, Marcos. Depois você me diz se não tá, se não é por aí.
Quando você evita a palavra problema e coloca a palavra desafio, você já tá burilando em você uma forma de lidar com os problemas. Você não vai chamar de problema, você vai chamar de desafio. Por quê? Porque aquilo de fato instiga você a buscar uma solução. Então Marcos na pergunta dele já fez brilhar a luz dele. Na forma de perguntar, ele já intensificou um lado do ser dele, que é um lado luminoso, que diz assim: "Não, eu não tenho problemas, eu tenho desafios. E o desafio tá colocado porque me permite lidar com esse problema de uma forma positiva, dizendo assim: "Bom, tá posto, a questão tá aí, o que eu vou fazer disso agora é comigo".
E na largada do desafio, a minha perspectiva é de tentar fazer o melhor. Posso até não resolver a questão, mas eu vou me sentir melhor tentando uma saída. Eu vou me sentir mais luminoso, eu vibrarei numa frequência mais altiva no posicionamento da solução e não no posicionamento do fracasso antecipado. Percebe? É isso aí, Marcos. Mandou bem. Pergunta já. Tua pergunta já trouxe luz. Rogério Magon não diz de onde é. Ele diz que atuar no mundo em benefício do próximo é o que faz a luz da gente brilhar mais forte. Eu de fato como espírita, não posso pensar diferente, considerando que para nós, aspas fora da caridade não há salvação. Em que sentido?
A caridade nos desafia a exercitar o amor nas suas múltiplas formas e resoluções. E toda vez que você realiza uma boa ação, ajuda alguém que passa fome, ajuda alguém que tá com frio, ajuda alguém que tá sem esperança, ajuda alguém que tá solitário ou solitária. Toda vez que você faz algo em benefício de alguém ou de uma causa, você tá esquecendo de si próprio. Você tá transferindo o seu foco pro lado de fora. Primeiro resultado disso, eu não tô focado no meu umbigo, eu não tô retroalimentando o meu egoísmo. Eu tô tentando enxergar o mundo a partir do olhar de outro. Isso é compaixão.
Eu tô tentando me colocar no lugar do outro para perceber qual é a situação desse outro, em que medida eu posso atuar em favor de um maior conforto, um maior alento. Isso é a caridade. Então, Rogério, atuar no mundo em benefício do próximo significa ensejaram uma luz, fortalecer esse brilho. Quem é é curioso isso, as pessoas que têm essa abnegação, elas vibram numa outra frequência. E isso é é sensorial, você percebe, você olha para essa pessoa, fala assim: "Nossa, essa pessoa tá me chamando atenção por alguma razão". É interessante isso. Alguns de nós sentimos no outro que tem uma vida abnegada a irradiação dessa luz.
E os espíritos de luz, por vezes, por exemplo, numa reunião mediúnica, e não precisa ser num centro espírita, todas as tradições aonde a mediunidade é respeitada, é estudada, então pode ser estudiosos de Kardec, espiritismo, povo da Umbanda, povo do candomblé, quem tem mediunidade e pode não ter religião, mas tem mediunidade, aonde houver essa sensibil idade mediúnica, você percebe e não raro, esses médiuns reportam, nossa, quanta luz que emana dessa criatura. como ela tá respaldada naquilo que ela faz e como isso tá presente no campo eletromagnético dela.
Ela irradia isso, ela irradia essa soma das benfeitorias, das caridades, das boas ações, desse exercício de compaixão e misericórdia que te aproxima do outro sem julgamento. O senhor tá precisando de ajuda, bora ajudar, bora socorrer. É muito bonito isso. Então sim, né? E não é só o espiritismo que afirma isso, não. A a a benevolência, O desafio de procurar fazer o bem. Sempre, sempre que surgiram ense uma pessoa aonde a luz pede passagem, ela se expande, ela se projeta, ela se radia. E Cristina ou Cristina Naquim, ela diz que o que faz a luz dela brilhar mais forte é quando ela escuta uma boa música. Olha só, música é vibração.
As ondas sonoras se propagam no Você não vê isso, mas a música, o som, ele se propaga pelo ar, por ondas. Essas ondas também são medidas no seu coeficiente vibracional. Dependendo do tipo de música, há uma determinada frequência. Há músicas que acalmam, há músicas que geram ansiedade, há músicas que causam em nós assim puro deleite, assim, uma coisa descontraída, é uma coisa gostosa de ouvir. Há músicas que nos fazem ficar mais introspectivos, mais, eu diria, focados numa determinada emoção que a gente tá digerindo e ruminando. Tem música para tudo e cada música emite uma vibração. Há quem pesquise isso junto às plantas.
As plantas quando expostas à música, elas também respondem metabolicamente de maneira distinta, dependendo do tipo de música. Há animais, por exemplo, vaca leiteira, fazenda de leite, é conhecido o caso. Teve muita repercussão de um fazendeiro que coloca música clássica, porque ele percebeu a maior produtividade das vaquinhas. Elas se sentem melhores, elas se sentem mais confortáveis num ambiente onde o som promove esse efeito. Estamos falando também da músicoterapia. Existem terapeutas que usam música para alcançar resultados na área da saúde. O Mileco, saudoso Mileco, um dos fundadores da sociedade prolivro espírita em Braile Spleb, Luís Antônio Mileco.
Conheci amigo Mileco era um músicoterapeuta, trabalhava terapia. a partir da música. Então, quando você escuta uma boa música, Cristina, claramente você tá se beneficiando. Tá se beneficiando, sim. Próxima pergunta é da Cláudia Barros. André, não seria quando estamos conseguindo praticar o maior bem possível? Ela é da Tijuca do Rio. A resposta foi dada. A resposta foi dada anteriormente. Quando nós estamos ajudando alguém, nós estamos qualificando a nossa sintonia, nós estamos com uma vibração num num gradiente de energia que é luminoso. É luminoso.
Isso é muito legal assim de imaginar quando você se permite um sentimento eh bondoso, fraterno, solidário, eh compassivo, misericordioso, você tá elevando o seu coeficiente de luz. Não é metáfora, é isso mesmo. Da mesma forma, na contramão, quando você se permite ser vingativo, destilar raiva, ódio, rancor, há um apagão dessa luz. você vai vibrar numa frequência sombria. Essa história das trevas, né, as trevas associadas aos sentimentos malévolos não é uma metáfora de conto de fada. Isso guarda relação com, eu diria, a física espiritual. Primeiro, primeiro não, um dos primeiros livros. Penso não, não é um dos primeiros. Agora vou ter que fazer essa pesquisa. Vou falar disso agora.
Não, pesquisar primeiro. Vamos seguir em frente. Tânia de Oliveira, de São Francisco de Paula, Rio Grande do Sul. Deitar a cabeça no travesseiro com aquela sensação de dever cumprido é o que faz a luz brilhar mais forte. Na verdade, eu penso o seguinte, a tua luz já tá brilhando quando você, entre aspas, percebe que tem conseguido cumprir o seu dever. À noite, quando a gente bota a cabeça no travesseiro, é quando cessam as atividades do dia e a sua sensibilidade tá aflorada pro teu coração, pros teus pensamentos, que não são mais distraídos a partir das demandas do correcre do dia a dia. Quando a gente fala encostar a cabeça no travesseiro, a gente tá falando do momento de trégua do dia.
É o momento que você vai encontrar novamente você. Para algumas pessoas, isso é terrível. Muitos casos de insônia derivam da dificuldade de você lidar com o próprio silêncio, a dificuldade de você lidar com as suas próprias questões. Você passa o dia inteiro tentando esquecer das questões fundamentais que deveriam ser acolhidas, deveriam ser percebidas, deveriam ser devidamente tratadas, encaminhadas. Muitos de nós temos imensa dificuldade de lidar com os nossos fantasmas, os nossos medos, as nossas incoerências e as nossas dificuldades não solúveis de imediato. Aí você vai empurrando com a barriga. Então veja, encostar a cabeça no travesseiro, que é uma expressão popular, banal, né?
Ela encerra aí o momento do dia bem interessante, que é o momento em que a gente se recolhe dentro de nós mesmos. É um momento que antecede o sono e é um momento em que não há mais distrações. O dia terminou, as demandas do dia cessaram. A tendência, portanto, é você não ficar mais distraído ou ou não ter a atenção roubada por outras coisas. Esse é o momento de encontro consigo próprio. E esse é o momento que para muitos é prazeroso. Por quê? Porque você se percebe encaixado dentro de uma proposta ética, uma proposta de exercício espiritual, compreendendo o exercício amoroso, da tolerância do perdão, da do acolhimento, da assistência, da disponibilidade.
E se essa energia que te acompanhou durante o dia, a noite ela flora. Opa, tô aqui. Agora, se ao longo do dia você foi, digamos, não teve tempo ou interesse de lidar com aquilo que não diz respeito ao alimento material, que é importante. Nós estamos na matéria, nós precisamos também cuidar bem da matéria. O alimento espiritual, a nutrição espiritual tá vindo, tá chegando. A gente tá de alguma forma realizando um trabalho de reforma íntima, visando algo além das necessidades imediatistas. Acho que é por aí. Eu não queria perder a chance, ainda temos alguns minutinhos, de fazer uma breve digressão sobre o Black Friday, porque hoje, salvo engano, é o tal do Black Friday.
O que que eu teria para dizer aqui no papo das sobre o Black Friday? Apenas uma opinião que não tem valor, mas é a minha. Toda vez que a gente é por conta de um arrastão publicitário, campanhas muito ostensivas de marketing que sugerem que você hoje deva se programar, aliás, deva se priorizar para comprar. Hoje é o dia de comprar. Hoje é o dia de adquirir. Presta muita atenção. Fica a dica para você não perder o foco naquilo que interessa para quem tá lidando com seu lado espiritual. Porque veja, o consumo ele faz parte da vida. Como disse, estamos na matéria. A gente vai precisar consumir para viver. Agora, o consumismo ele traz armadilhas, eh, porque consumismo não é sinônimo de consumo.
Consumismo remete a excesso. E aonde há excesso é desperdício. E o desperdício por natureza é imoral. Nenhuma cultura valida o desperdício. Qualquer desperdício, desperdício de água, desperdício de comida, desperdício de energia elétrica, desperdício de tempo, desperdício de vida. Então veja, consuma o que é importante e essencial. Despreze o que não é importante nem essencial. O Black Friday para mim é uma data absolutamente irrelevante. É um dia até que eu me reservo o direito de não comprar nada. Eu não quero, salvo o que eu tô precisando. Acabou o pão. Eu cheguei aqui em casa. A Nadia tava nos últimos dias de férias merecidas dela e tem que comprar pão.
Tem que comprar alguma coisa aqui para me virar. Vamos que vamos. Eh, o que você necessita? Roupa, eletrodoméstico, eletroeletrônico, sabe? Alguma coisa que você precisa. Você diz assim: "Eu preciso comprar isso porque isso agrega a minha rotina qualidade, qualidade de trabalho, qualidade de movimentação, pela razão que for, eh, vá nessa direção e vá vá com gosto." Agora, quando a gente compra o que não é necessário, a gente se precipita em duas direções complexas. A primeira delas é de fomentar aquilo que é descartável e perecível. Descartável e perecível. Tá tocando interfone já. Espera um minutinho. Nadia interfone, querida, por favor. que eu tô esperando dois o os dois blazers que eu levei para Belém e que já estava em petição de miséria do ponto de vista de demanda de lavar, secar, eu finalmente consegui levar na lavanderia.
Suponho que seja a lavanderia só entregaria às 2 da tarde. Talvez seja agora. Deixa para lá. Necessito, não vou comprar mais blazer, vou pegar os velhos, botar na lavanderia para lavar e secar. Precisei fazer isso. É o meu trabalho. É o meu trabalho. Agora tá tocando lá. Eh, o que eu não preciso, o que eu não necessito, não faz sentido. Há uma passagem linda, questão 70, do livro dos espíritos, parte 3, da leis morais. A pergunta feita é: por que a Terra não oferece ao homem, à humanidade, sempre o necessário? Por que que a Terra não consegue oferecer ao necessário ao homem? A pergunta é nesses termos. Porque a terra nem sempre ao homem oferece o necessário?
A resposta é linda e o trecho que eu mais gosto diz assim: "A terra ofereceria ao homem sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se. A terra ofereceria ao homem sempre o se com o necessário soubesse o homem contentar-se." Fica a minha dica pro Black Friday, que a gente medite. Se quiser comprar, compra. É assunto tem. Tenho nada a ver com isso. Tô aqui para vigiar nada de ninguém. Apenas pergunte para si próprio, você precisa disso, n? Por favor, não precisa aparecer não, cara. Eu sou médium. A entrega era brigada, né? A entrega era às 2 da tarde. Apagar a Nadia tá assim, ó. Aqui os dois terninhos cheirosinho.
Fazia tempo que isso aqui não, não é bom dizer isso em público. Quebrando o galho. Tem que pagar, né? Eu ten que pagar a lavanderia. Então, gente, fiquem com Deus. Até domingo. Domingo tem papo das 9 ao vivaço, direto deste cafo em Laranjeiras. Fiquem com Deus. Tudo de bom. Papo das 9 de domingo. Já tem um mês que não tem, né? Qual será o assunto de domingo? Você tem alguma sugestão? Manda para mim. Sério, tô precisando de boas sugestões depois de uma semana tão turbulenta, com uma baixa frequência de luz. Fiquem com Deus. Tudo de bom. Valeu,


