Priorizando o coletivo
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O planeta evolui, a sociedade evolui. Como converter, como ajustar isto para que nós possamos mudar um pouco o trilho moral que estamos escolhendo? >> Nós precisamos descobrir o que nos une e não valorizar o que nos separa uns dos outros. Deus caprichosamente nos colocou numa condição, a condição humana é essa da gente precisar sublimar o egoísmo, orgulho, a vaidade e entender o que os outros têm para dizer e buscar os caminhos de consenso. Não há salvação para a humanidade sem fraternidade universal, cooperação internacional, multilateralismo, união de forças entre diferentes nações, com diferentes culturas, idiomas, etc., tentando reconhecer o que é o interesse privado que atropela os direitos coletivos.
Ou seja, essa para terminar que o que a tua pergunta em seja um seminário, mas desculpa, eu já me alonguei muito, mas só para situar esse aspecto da resposta que eu acho importante, nós temos conhecimento, tecnologia e recursos financeiros para resolver todos os grandes problemas que afligem a humanidade hoje. Fome, fome, miséria, pobreza, doença, crise ambiental, crise climática, para tudo isso tem solução. A solução é conhecida, o diagnóstico tá pronto. Aí você me pergunta: "Por que ainda não?" Eu vou dar uma resposta para vocês em casa eventualmente elaborarem e sem nenhum problema chegarem a outras conclusões. A mim, eu tô me debruçando sobre esse assunto há muito tempo, é quando o interesse de poucos se sobrepõe aos interesses de muitos, vai dar problema.
Quando você visando a maximização do lucro no menor intervalo de tempo possível com danos às futuras gerações, danos à comunidade onde você tá inserido. E se você tem poder político econômico e leva as últimas consequências, o suposto direito de se locompletar usando ferramentas que vão prejudicar no curto, médio longo prazo os interesses coletivos, se você conspira contra a esperança, você ainda consegue prorrogar um estado deletério, mórbido, de sobrevivência num planeta com muita agonia, muita dor, muito sofrimento, desnecessariamente. Não ponham na conta de Deus. Não ponha na conta de Deus. Deus não quer a fome, a miséria, a pobreza.
Lei de igualdade. A lei da igualdade é de Deus, tá lá. Tem a ver com a cultura humana, tem a ver com as escolhas que vocês fazem. Então veja, Deus delega, Deus terceiriza. A gente fica rezando, Deus resolve a fome, a miséria, a pobreza, encerra as guerras.
A gente pode fazer isso no sentido de reforçar, digamos, o estoque vibracional, as boas interferências que possam intuir os senhores das armas a buscarem o diálogo, enaltecerem a diplomacia. Mas a prece, que é uma luzinha não muda sozinho o mundo. A gente precisa fazer a nossa parte. M.
