Importa saber quem se foi em outra vida? | Papo das 9 #975
Minutos de sabedoria
202
Indicação de leitura
J. H. Pestalozzi e suas cartas sobre educação. Autora: Litza Amorim. Editora Comenius
Sugestão de reflexão
Esteja atento aos impactos da possível exploração de petróleo no Norte do Brasil!
Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
[música] [sem fala inteligível na unidade] [música] Isso é lindo demais. Isso é Jesus, a alegria dos homens de Bá. E eu acordei com essa música na cabeça e eu resolvi, em vez de eu punir vocês cantar olando, seria uma sabotagem a essa essa composição tão inspirada, bonita, para cima, né? toca as fibras mais íntimas da gente, o poder da música. Música em qualquer gênero musical, você haverá de reconhecer aqui ou ali algo que é espiritual mesmo, no sentido de tocar você no campo sutil. Essa é uma música que me toca profundamente. Eu começarei como sempre o papo das Avivaço, direto do meu cafo e laranjeiras.
Se você tá vindo mais uma vez, muito obrigado pela sua amizade virtual e presença neste encontro que já tem mais de 5 anos, iniciado durante a pandemia. Se você está chegando pela primeira vez, não sabe o que vai encontrar pela frente, já lhe préveillondo que temos aqui absoluta liberdade e autonomia para conduzir os trabalhos. é um trabalho, não é um papo fútil, a gente não tá aqui com outro propósito senão compartilhar informações que possam ajudar a mim e a vocês a descobrir aí o valor da nutrição espiritual e da saúde, da resiliência psíquica e emocional. É para isso que a gente tá aqui. É para isso que a gente bolou o papo das 9, começando sempre por uma sugestão de reflexão.
Alimento essencial. Vamos lá. Para onde vamos então? que eu possa ser aqui uma ferramenta útil, um instrumento adequado, um meio que interligue aqui o pedido que eu faço pros amiguinhos espirituais que aproveitam esse espaço consolidado para nos ajudar a escolher a dedo. Eu não quero atrapalhar. Vou tentar deixar minha mente bem aberta aqui e eles definem para onde vamos e de que jeito. Ai ai ai ai ai. 202. Vamos lá. A riqueza não depende do dinheiro que você haja acumulado. Quem tem riquezas e não sabe ajudar o próximo é pobre. Quem guarda com avareza os dons que recebeu de Deus é pobre. Quem não sabe dar de si mesmo uma palavra de conforto, um sorriso de encorajamento, é pobre.
Mas aquele que, mesmo pouco ou nada tendo, sabe doar-se em ajudar o próximo, esse é rico. Imensamente rico. E aí, gente, mais uma vez, isso aqui é um banho de espiritualidade, porque a vida passa rápido no tempo espiritual. é uma fagulha no tempo. A pessoa que nesse trânsito, muito breve pelo planeta Terra, prioriza e se dedica totalmente a acumular riqueza, bens, posses, dinheiro, todas as atenções voltadas para isso, todas as prioridades vertendo-se, todas elas vertem na mesma direção. Eu vou fazer dessa existência um projeto de enriquecimento pessoal sem limite, né? Isso é de uma pobreza espiritual absurda do ponto de vista não apenas da doutrina espírita, mas da ética da riqueza, né?
No Evangelho Segundo Espiritismo, tá lá utilidade providencial da riqueza. O problema não é possuir mais do que se necessita. A grande questão que se coloca como desafio é: o que fazer com o recurso que você tem acima das necessidades de subsistência, se for o seu caso. E aí temos um dilema ético, porque em última instância estamos pensando qual é a função da riqueza, né? ela tem uma função, é assunto de quem possui ou é um assunto que extrapola a dimensão pessoal? Então essa é uma questão espiritual, estrito senso. Quando a gente desencarna, não vão perguntar quanto dinheiro a gente tinha na conta.
Não vou perguntar nem será relevante eh qual a posição social ou qual o volume de dinheiro que a gente conseguiu guardar nos investimentos e nas contas. O que haverá de ser importante é de que maneira você aproveitou esse tempo com ou sem dinheiro, para doar a sua maior riqueza que vem de dentro em favor de quem precisa, que é o melhor investimento do universo, porque você ao dar de si mesmo, você vai ter a receita desse investimento acima com juros exponenciais e divinos. É, é o investimento mais surpreendente que tem. Quanto você mais dá, mais você possui. Pensa nisso. Em última instância, eu acho que a mensagem do Pastorino resume esse princípio.
Quando a gente fala dos tesouros do céu, a gente tá falando da capacidade de você exercitar aquilo que é abundante em você, mas você não presta atenção porque você não abriu a chave do próprio cofre. Você não abriu o seu coração. É a nossa dificuldade nesse nível. evolutivo. E quando a gente se permite ir na contramão da lógica consumista, da lógica acumulativa, ostentação da riqueza, de se medir pela régua do outro e o outro tá preocupado em ver se você tem carro do ano de boa marca, se você tem o último modelo do celular, se você tem uma roupa, um sapato, uma camisa que mereça a sua atenção.
Quando você se procura valorar os outros, não pelo que os outros são, mas pelo que os outros têm, você tá num caminho muito esquisito, isso não vai terminar bem, porque você tá educando o seu olhar e a sua sensibilidade para o que é descartável, perecível, que não se perpetua na linha do tempo. O que se perpetua na linha do tempo são as aquisições emocionais, éticas, morais e aquilo que você vai sedimentando. É o tesouro que as traças não corróem. E aí a gente é muito distraído, né? que a gente realmente por invigilância perde a noção da utilidade dos recursos materiais e da necessidade da gente prestar atenção no que tá fora da lógica da sociedade de consumo.
Então, é muito bonita a definição de riqueza da mensagem 202. Riqueza não depende do dinheiro que você haja acumulado. É rico, imensamente rico, aquele que sabe doar-se em ajuda ao próximo. é aquele que tem o desprendimento, é aquele que consegue não ser uma pessoa avarenta, não ser uma pessoa que tem a cobiça, que tem a ganância, fazendo a regência dos seus pensamentos, dos seus projetos, das coisas que você almeja alcançar. É lícito que no mundo da matéria a gente se preocupe com a matéria também. É lícito que você tenha eh como objetivo amelhar recursos suficientes para pagar seus boletos, suas contas e ter conforto. Isso não é feio.
A questão é quando isso excede, digamos, os parâmetros de conforto e alcança, e por vezes isso é quase patológico, a cobiça, a ganância por possuir mais e mais, sem que isso tenha uma repercussão efetiva no seu aprimoramento como ser humano, na melhoria da qualidade de vida das pessoas à sua volta que eventualmente estão em situação Extremamente difícil do ponto de vista material, mas você não presta atenção. É isso aí. A pessoa diz assim: "Ah, isso não é para mim porque eu não tenho nada. Eu eu já tô numa dureza desgraçada. Então essa mensagem não é para mim". Olha só, ainda que as condições materiais não sejam nesse momento favoráveis, aonde tá a tua mente?
Porque se você tá espelhando esses valores e princípios que norteiam a sociedade de consumo, ainda que você não possua, você está sintonizado com isso. Do ponto de vista espiritual, sintonia é tudo. Percebe o que eu digo? Por exemplo, a pessoa é casada com outra, então, ah, eu tô casado com outro. Só que você só pensa em outras pessoas, traição, flirte, azaração. Você tá casado por fachada, mas você tá prestes a pular a cerca e eventualmente pula a cerca várias vezes.
E ainda que você não consuma a traição, se o pensamento tá focado o tempo todo fora da relação, do ponto de vista da verdade dessa história A2, essa relação já foi sabotada e desconstruída, porque não é a fachada que importa, não é o documento do matrimônio, é uma clicidade, né? uma forma de você sentir que existe ali uma conjunção que não é só carnal, mas é uma conjunção de objetivos, de companheirismo, de parceria, de cumlicidade. Ah, eu não tô traindo essa pessoa que mora comigo, que eu tô casado ou casada, mas aonde tá o teu pensamento? Se o teu pensamento tá por aí bisbilhotando oportunidades de consumar outras relações, por que que você tá casado?
Então, que qual é a história ali, né, que tá rolando? Então, a mesma coisa em relação à riqueza. Você pode não ser uma pessoa rica, mas você pode ter no seu coração e isso estimular pensamentos, a frustração de não ser uma pessoa rica ou o desejo sempre retroalimentado de, ah, um dia eu quero ter tudo isso, um dia eu quero ter tudo aquilo. Percebe o que eu digo? O recado não é só para quem é abastado, o recado é aonde você dirige pensamentos que norteiam suas escolhas, suas expectativas, seus projetos, seus sonhos. Eu acho que é por aí. Vá bem, né? Vamos lá. Sugestão de livro. Presente. Eu ganho presente para burro aqui, gente, de livro. Impressionante. Livros. Livros.
E recebi um da editora Comênios, da Litsa Amorim, primeira autora, até onde eu entendi, a apresentação da obra, a publicar no Brasil cartas de pestalose que inaugurou no mundo uma metodologia de ensino, um projeto projeto pedagógico que virou referência, inspirou vários grupos, instituições, né, a determinarem a replicação desse método até hoje. Para os espíritas, Pestalose também tem lugar importante quando a gente investiga a biografia de Allan Kardec, né, que foi um educador, um pedagogo importante na França e que foi discípulo de Pestalose, estudou em Iverdan, no Instituto liderado e criado por Pestalose.
Então é interessante primeiro pedigri da autora que é doutora em educação e pesquisadora na área de história da educação, defendeu sua tese de doutorado na Universidade de São Paulo, membra da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita, bacharela, em gestão de políticas públicas, enfim, uma pesquisadora de mão cheia, a Litsa Amorim. E aqui na apresentação do livro, a gente vai ver como essa obra, de fato, ela é interessante pra gente conhecer melhor através das cartas que foram publicadas pela primeira vez na forma de livro, pouco tempo depois de Pestalose desencarnar. E ele traz assim e eh a defesa dos que se envolveram nesse projeto editorial.
Ele ele ele não estaria essa metodologia tanto tempo depois datada ou ultrapassada. Eh, as cartas trazem, portanto, revelações que Pestalose nos seus livros e na sua obra não explicitou, não se debruçou e as cartas são mais íntimas, né, e revelam exatamente a ordem de grandeza desse ah pensador. Um conjunto de cartas redigidas entre 1818 e 1819 dirigidas a um amigo James Pierp Reeves, publicadas pela primeira vez em 1827 em Londres após a morte de Pestalose sob o título Letters on Ely. E aí é muito interessante a coletânea dessas cartas. São 19 publicadas nessa edição em português, entre as 34 constantes na edição original, pela primeira vez publicadas no nosso idioma.
Eu acho muito interessante a gente investigar quem foi o que fez e qual a relevância e o valor do trabalho de pestalose. Uma tradução inédita. Um educador pouco explorado no Brasil. Sempre um desafio termos acesso direto às suas palavras, o que é uma condição indispensável para podermos dizer que começamos a conhecer um autor historicamente importante. Tá aqui dado o recado. Litsa Amorim JH Pestalose e suas cartas sobre educação. Tá dado o recado. Amém. Eh, deixa eu falar uma coisa para vocês aqui. Eh, me dá vontade de sugerir a seguinte reflexão nesse momento que por vezes a gente abre para apoiar campanhas, projetos, enfim, pessoas, eventos, né?
Eu, pela primeira vez vou falar aqui do que eu penso que a gente deveria focar quando o assunto é COP 30. Muito rapidamente, vocês sabem que o Brasil vai fechar para o mundo vai fechar para balanço no Brasil, em Belém, né? eh a partir do maior encontro diplomático do mundo, porque essas conferências do clima são tem essa configuração, é o maior encontro diplomático do mundo. E a gente tá num atoleiro, a gente tá num momento muito difícil para avançar a agenda da descarbonização da atmosfera, da eliminação gradual de combustível fóssil.
O Brasil, que é o país anfitrião com apetite vorais de explorar petróleo na margem equatorial, da minha parte, eu acho que o Brasil tem todo o direito de explorar, mas deveria fazer diferente. A gente deveria apresentar na COP. Olha a minha sugestão. O presidente da República anunciar na COP. Ó, nós estamos no Brasil prestes a explorar o que parece ser uma imensa jazida de petróleo e gás. Essa exploração haverá de dar outro padrão de vida para populações situadas na região norte do Brasil, especialmente no estado do Amapá, com geração de emprego, renda, produção de riqueza, montagem de indústria. Eu já tive em Macapá, a economia do Amapá é muito frágil, muito depreciada.
De fato, a exploração de petróleo ali geraria no curto prazo uma movimentação importante para aquele estado. Qual é a minha proposta que eu eu acho que essa seria é minha opinião, o presidente da República anunciar na COP: "Estamos prestes a explorar petropol, mas não queremos fazer isso diante da emergência climática". Agora, pra gente abrir mão de explorar essa riqueza, que ainda é uma riqueza em que pese toda toda a consequência nefasta da queima desse petróleo, abdicaremos no Brasil de explorar essa riqueza se formos indenizados pelos demais países, ricos e desenvolvidos, que desde a revolução industrial vem queimando o combustível fóssil e, por isso, se enriqueceram rápido.
Eu vou repetir a minha visão. Para mim, o melhor desenho pra gente tentar atender a interesses difusos seria: "O Brasil tem o direito de explorar essa jazda". Mas nós somos signatários do acordo de Paris, não queremos agravar a crise climática. A nossa proposta é a seguinte: se o mundo remunerar o Brasil em relação à expectativa de retorno da exploração desse petróleo que jaz nas profundezas submarinas da costa do Amapá, a gente abre mão de explorar, vocês passam dinheiro, a gente se compromete a jamais explorar isso e a vida segue. Eu vou retomar aqui a o Instagram que o pessoal tá dizendo que tá sem som, ok? Pera aí, pausado. Opa, vamos de novo. Vamos de novo. Lá vou eu. Lá vou eu.
Lá vou eu. Pela imensidão do mar. Essa onda que varre avenida de espuma. E bora. Vai. Então, veja, é uma ideia. É uma ideia. Eu tô sugerindo uma ideia. Todas as novas azidas de petróleo a serem descobertas, petróleo e gás, onde tem petróleo tem gás. Você dizia assim: "Eu abdico de explorar desde que o mundo me indenize." É uma ideia. É uma ideia de um mundo, se esse mundo tivesse mais consciência dos riscos, que é explorar combustível fóssil nessa altura do campeonato.
Vocês se lembram ou vocês devem se lembrar que eh esta semana, dois dias atrás, o secretário geral da ONU, Antônio Gutérrez, sepultou a meta principal do acordo de Paris, que é não permitir a elevação da temperatura média do planeta nesse século acima de 1,5 em relação ao período pré-revolução industrial. Não dá mais para cumprir a meta mais importante de Paris. Agora, o objetivo é não permitir que se eleve acima de 2º. Então, a crise tá escalando. É preciso ter estadistas com estofo, com autonomia moral, para dizer assim: "Precisamos pensar fora da caixinha, precisamos fazer diferente, fazer como sempre se fez, o chamado business as usual não é a solução para os nossos problemas.
Não faz sentido a gente investir nessa altura do campeonato em novas frentes de exploração de petróleo, gás e carvão. OK, voltou o som aí, pessoal, no Instagram, tamo junto. Então, vamos em frente. Agora vem o filé, que é a pergunta feita no stories do Instagram ontem para que vocês participassem. livremente com reflexões ou perguntas sobre que nós provocamos. Aspas. Importa saber quem você foi em outra vida? Olha que pergunta danada. Importa saber quem você foi em outra vida? Com todo respeito a quem não acredita em reencarnação, não tem problema. Você pode emitir sua opinião dentro da perspectiva de quem acredita.
A pergunta, portanto, é: é importante eu saber quem eu fui numa vida passada? E aí Mr. Anderson selecionou seis seis questões aqui trazidas por vocês. Vou começar pela Tati Melinho com dois L. André, essa é uma questão tão estranha para mim. Eu não entendo essa questão de termos de esquecer quem fomos. Não seria mais fácil para podermos sanar nossas dívidas passadas? Olha, qual é a visão espírita? Se nós tivéssemos a plena memória de tudo que nós fizemos no passado, isso poderia ser extremamente doloroso, porque teríamos a revelação daquilo que nós fizemos e que não foi legal.
Pior do que isso, as pessoas que hoje estão próximas de nós pelos laços familiares consanguíneos e outras que aparecem como mulher, filho, eh filho é laço consanguíneo também, amigos mais próximos, etc. Rememorar tudo que foi a vida, as foram as vidas passadas pode trazer lembranças, reminiscências que sejam difíceis de você superar ou lidar e podem trazer quisilas, disputas, discensos que lá atrás justificaram embates e que hoje estariam diluídos no apagão, no apagão da memória. O que se convencionou chamar, portanto, de véu que encobre as vidas passadas, que é aí a tese espírita. Há sim sabedoria nesse apagão. Por quê?
Porque o renascimento implica numa nova chance, uma nova oportunidade da gente evoluir espiritualmente sem o fardo e o peso dos erros das vidas passadas. pela lei de ação e reação. Esses erros eles terão a oportunidade de ser compensados a partir de experiências que ocorrem no presente, mas que a gente lúcidamente não faz a conexão com o passado. Melhor assim é a visão espírita. Saber quem fomos no passado pode ser um golpe muito duro na autoestima, na resiliência psíquica, emocional, na capacidade de superação e de sublimação dos problemas. Veja, vamos pensar junto aqui.
Tati, você já deve ter, como eu, como todos, porque somos imperfeitos, infalíveis, cometido um erro nessa vida aqui, que foi muito duro para você admitir que errou e encarar os fatos de que ocorrências muito ruins só tiveram lugar por causa do seu erro. Vamos imaginar isso. E aí você tem que lidar com culpa. Não quero culpa. Não quero culpa. Eu vou me arrepender. Tô percebendo que eu errei e a partir do arrependimento, eu vou tocar minha vida, vou seguir em frente. Nesta vida já é difícil. Se você abrir a porteira do passado, que nesse momento está apagado, o dispositivo do esquecimento foi acionado.
E você começa a rememorar vidas, vidas passadas, isso haverá de complicar demais a sua autogestão, a tua navegabilidade com a devida fluência e leveza para administrar problemas. Isso é muito sério. Você não precisa concordar, táati? Mas essa é a visão espírita. que eu concordo. Eu não, particularmente não tenho a disposição de investigar meu passado espiritual. O presente já me traz tantos desafios e demandas. Por que que eu vou ficar fuçando fazer um trabalho arqueológico aqui de descobrir quem eu fui e com que propósito, né? Eu já disse aqui que a chamada TVP, terapia de vidas passadas, os terapeutas que têm essa formação e são sérios, eles não aceitam qualquer cliente, eles querem saber.
É curiosidade, não atendo. Você não tem o que fazer e veio aqui para fazer uma viagem no tempo? Não atendo. Você precisa ter e aí sim um motivo muito claro para fazer aquela imersão em si mesmo, rememorando ou relembrando vidas passadas. E aí pela técnica da indução, sou contra construir a convicção de que por hipnose não é legal, é uma invasão a tua caixa preta. Por indução, você vai tendo o terapeuta trabalhando, estimulando o relaxamento e a predisposição de você deixar a mente influir em algum lugar que ela haverá de detectar e levantar no fichário aquela situação.
É como se fosse um mecanismo de autodefesa da mente, de só relembrar o que convém saber agora para fazer um avanço, para promover um avanço na tua história. Tá na hora de lavar essa roupa suja aqui. Mas para isso precisa ter uma motivação muito clara. normalmente alguma perturbação, transtorno, problema de saúde que tá associado a uma experiência do passado e pela medicina convencional não se conseguiu resolver e aí você pela TVP poderá eventualmente eventualmente reduzir danos. Não é simples, não é fácil. Lúci do Recife, não consigo saber quem sou nesta vida. Saber quem fui na outra vai ajudar? Bom, Lúcia, eu acho que eu já comentei isso e eu concordo com você.
A vida atual já traz tantas demandas, tantas questões que a gente precisa resolver. Encaixar vida passada nesse furdunço, nesse combo pode ser contraproducente. No meu ponto de vista, não é por acaso que esse apagão é natureza, gente, para quem é reencarnacionista, a natureza opera esse apagão da memória. Por quê? Faz sentido. Faz sentido. Renata Évora. Se não nos lembramos dos erros de outras vidas, como evitá-los nas futuras encarnações? Na verdade, a pergunta é muito boa, penso eu, nesse sentido de eu só posso reparar os erros do passado se eu souber quais foram?
Na verdade, eu penso que os erros do passado vão precipitar situações no presente que você deverá encarar essas situações de uma forma diferente do que encarou no passado. Mas você não precisa necessariamente saber que no passado aconteceu esse episódio e porque eu sei o que houve no passado, eu estou com a plena eh destreza, convicção do que eu devo fazer no presente. Não, não, eu já disse, pelo contrário, isso pode te perturbar. Na verdade, vamos pegar aqui o suicídio. O suicídio, em nenhuma hipótese, significa alível solução para os problemas.
Agora, se você sabe que se matou numa vida passada e nessa vida você já aprendeu, você diz assim: "Não vou repetir o erro porque eu comi o pão que o diabo amassou durante um tempo, não foi legal. Eu tive desconforto, eu tive a percepção de que eu me precipitei, eu tive a clareza de que eu não deveria ter feito aquilo. Eu compreendi que eu puxei o freio de mão no meu processo evolutivo, agora vou ter que recomeçar numa outra existência. Veja, evolução é mérito. Quarta-feira a gente estava falando aqui do papel do guia espiritual. Alguém espiritual não entrega a receita do bolo.
Você tem que estudar culinária ou prestar atenção no que sua avó, sua mãe ou seu pai, que tem muito homem que cozinha também. Você tem que prestar atenção ali como é que faz. Eu tenho que aprender a fazer. Eu tenho que fazer o certo me envolvendo na solução. A solução não pode vir pronta, pô. Você tem que participar do trabalho da solução. Então, o que aconteceu no passado, vou pegar o exemplo do suicida, ele veio para outra encarnação, ele foi na espiritualidade orientado. É como se fosse um cursinho prévestibular, pré-Enem, preparatório de Enem. Você se prepara, aí você vai pro exame. É a terra como escola. nós nessa vida. E agora como é que vai ser?
Agora eu vou me deparar com certas situações que podem me causar um brutal desconforto, mas eu não vou precipitar o meu retorno à pátria espiritual. Não vou fazer isso. Por quê? Porque não vai me ajudar. Eu eu sinto que esse não é o melhor caminho. Não adianta você saber, ah, eu já sei o que aconteceu comigo numa outra vida quando eu me precipitei. Sei o que aconteceu comigo durante um tempo que não foi legal, não foi uma solução o autoestermínio. Então, já sei, já aprendi. É cola, é colinha. Evolução é mérito pessoal intransferível. É aprendizado sistematizado nas tuas entranhas.
Você experimentou, você burilou reforma íntima, você conseguiu determinar intimamente um outro protocolo de resposta diante das dificuldades. Você não precisa ficar vendo lá atrás o tempo todo. Isso é cola no Enem. É cola no Enem. Não é uma boa comparação, mas é a que me ocorre. Alice de Curitiba, ficar remexendo no passado pode atrasar nossa evolução? Eventualmente sim, porque você em vez de viver o aqui e o agora, encarar o projeto evolutivo que tá delineado nessa encarnação, prestar atenção nos desafios da atual existência, você fica olhando o retrovisor da história. Como pegar um carro que você tem a pretensão de andar pra frente, mas mirando o retrovisor. Não vai dar certo.
O retrovisor não é para ficar olhando o retrovisor quando o carro tá andando pra frente o tempo. Você fica mirando só o retrovisor. Retrovisor você olha rápido. Opa. Porque se você ficar focado, entretido, com as vidas passadas, você vai bater o carro, pô. Então, o o que eu tô querendo dizer é que a gente precisa ter esse cuidado de reconhecer que o apagão da memória das vidas passadas não é obra do acaso, a natureza tá agindo, que a gente tem muitas demandas para resolver no presente e este deveria ser o nosso foco. E que no momento oportuno, em surgindo um ensejo, haverá com certeza. A literatura espírita mostra diversas situações.
A partir do momento que você tem mais maturidade espiritual, o seu guia autorizará a lembrança de uma ou mais existências para você entender melhor o contexto que explica quem você é. Esse é o ponto. Eu vou contar aqui uma obra que eu li, um livro que eu li de um autor espiritual chamado Luiz Sérgio, que era um jovem de Brasília que perdeu a vida num acidente de carro voltando do carnaval do Rio em direção à Brasília. Quatro pessoas no carro, houve um acidente grave. Das quatro pessoas, só uma tava sem o cinto de segurança. Era o Luiz Sérgio, ele desencarnou. ele teve autorização para se comunicar via mediúnica.
E o livro, na época, eu li isso há mais de 30 anos, fez muito sucesso porque ele reproduzia a linguagem dos jovens com gíria. E isso é muito interessante pra garotada vê que quando a gente desencarna você não muda. Você continua sendo quem você é sem o corpo. E ele continuou falando nos primeiros livros. Exatamente como ele falava na Terra. Depois você começa a ter, porque lá é outra realidade, outro nível de informação. Então há uma mudança também na maneira de você se expressar. Sutil, mas há. Eu tô falando do Luiz Sérgio porque no terceiro ou quarto livro dele, ele reporta a autorização que teve dada por um pelo seu guia para ver como se fosse numa num telão.
É como se fosse uma projeção de imagem de som dos arquivos mentais, aonde ele se vê como pertencente a uma ordem religiosa em algum país da Europa e foi designado para fazer compras num mercado na cidade, saindo do convento, que ficava mais afastado com o coleguinha dele lá do do convento. Só que ele e o coleguinha estavam cotados para substituir alguém que era hierarquicamente acima nessa ordem religiosa e o nome ia ser divulgado em alguns momentos. Aí o Luiz Sérgio nessa encarnação como religioso, ambicionando herdar esse cargo mais importante dentro da ordem religiosa.
E vendo que o coleguinha dele que tava indo paraa cidade fazer compra no mercado era o adversário dele nessa disputa, mas eles estavam aguardando uma uma indicação. Era só isso. Luiz Sérgio empurra esse amiguinho, coleguinha da ordem religiosa numa ribanceira alta e esse coleguinha morre. E Luiz Sérgio volta pro convento dizendo: "Agora sou eu? A a indicação vai ser para mim. Inventa uma história lá de um acidente que ele, o coleguinha tropeçou, caiu e desencarnou". E aí o Luiz Sérgio tem a revelação na última existência como Luiz Sérgio em Brasília sobre quem seria o coleguinha que ele matou nesta existência enquanto Luiz Sérgio. E ele fica chocado porque seria alguém extremamente próximo.
Eu fiquei desconfiado no livro que era alguém da família que ele amava e queria muito bem. E desse livro pro outro, houve um tempo maior do que do nos anteriores, o intervalo de tempo. Por quê? Porque ele precisou, e ele diz isso na obra seguinte, de um tempo para se refazer do bac dessa revelação. Então, eh temos muitos motivos para não banalizar a possibilidade de acessar vidas passadas. Chico dizia: "O telefone toca de lá para cá. Se for para você saber, ótimo. Se não houver essa premência, essa urgência por um motivo muito bem explicado, deixa para lá. Enedina Silveira, pelos estudos da doutrina espírita, não nos convém preocupar com isso.
Estou certa, está certíssima, como eu disse nas respostas anteriores, Enedina, não devemos banalizar o recurso da natureza de determinar um apagão na memória das vidas passadas. E veja, as vidas passadas estão presentes a partir dos talentos, no sentido evangélico do termo, das aptidões, das habilidades, das valências que cada um de nós possui. Um exímio músico, ele não aprendeu na vida atual a tocar aquele instrumento divinamente como ele acha que aprendeu. Esse é um talento que provavelmente vem sendo construído. Vem sendo construído. Deus nos criou a todos simples e ignorantes. E ao longo das encarnações a gente vai acumulando experiências que vão determinando a lapidação.
O livre arbítrio. Eu vou eu sou um um músico exío. Eu sou alguém muito à vontade para realizar cálculos matemáticos extremamente sofisticados com a minha cabeça. Isso não é essa vida. Eu não acredito nisso. Isso é uma construção. Isso é um treinamento contínuo. Tudo na vida é treino, né? Tudo na vida é treino. O treinamento vai burilando habilidades, né? Tem uma frase da Joana de Angeles pela psicografia do Divaldo Franco, muito interessante, que diz: "A disciplina antecede a espontaneidade". Que que ela quis dizer? A disciplina de aprender, de focar, de burilar, de exercitar, define depois o que parece fácil, a espontaneidade. Nossa, como essa pessoa faz isso desse jeito. É um gênio.
É um gênio porque, provavelmente, dentro dessa perspectiva, ele foi construindo essa habilidade, ele foi sofisticando esse talento. É uma forma de explicar para quem acredita. Sil Fernandes Ferreira, a ignorância desse fato, quem foi em vidas anteriores, nos protege ou nos emancipa? Os dois nos protege do BAC de você descobrir quem você foi. Porque no mundo de provas e expiações, nós hoje já nos percebemos com muitos defeitos e hoje nós somos o ápice dessa jornada. Nós somos a melhor resolução de nós mesmos. Se hoje nós somos o que somos, eu gosto de brincar com aquele ditado do Nordeste que diz: "Não somos flox, eu não sou floiche xere".
Se hoje você já sabe ser portador ou portadora de inúmeras imperfeições, quem você foi numa vida passada, numa vida pregressa melhor? Não, porque a evolução ela não dá marcharé, ela pode estacionar. Você evolui aprimorando o seu lado intelecto, moral. você vai aprimorando. Se você não presta atenção nisso, se você abdica de ter qualquer compromisso com esse esse essa melhoria, você estaciona, mas você não regrede. Você não regrede. Então, veja, você aí e eu aqui, nós somos a melhor versão de nós mesmos. Nós somos a melhor versão de nós mesmos. Aí a gente tem que parar e pensar. Por que que eu vou fuçar o André lá de trás se o André do presente eu já sei que não é fluxy cheir?
Eu já sei quais são minhas imperfeições, minhas fragilidades, meus cacoetes, meus condicionamentos que eu preciso prestar atenção para evoluir. Eu vou fuçar a vida passada em busca de quê? Tem aquela coisa das pessoas também, olha que loucura, se querer saber se você foi um rei, um príncipe. Ah, eu acho que eu fui Cleópatra. Ah, eu acho que eu fui o rei Davi. Ah, eu acho que eu fui não sei o quê. Um delírio, né? Você fala assim, eu atribuo isso a uma certa frustração de você ser quem você é hoje. Aí você vai tentar buscar [risadas] em uma vida passada um personagem que você diga: "Ah, agora sim. Tá vendo de onde eu venho? Olha que eu fui, gente. ão se liga na missão, mas se liga mesmo, que isso aí não faz sentido, penso eu.
É quase uma, não vou dizer que é uma patologia ou transtorno, mas tem algo que não tá legal, né? Você você tem um nível de frustração com a vida presente que você vai buscar autoestima numa vida anterior. Eu não quero nem saber das minhas raízes, porque dá para fazer essa pesquisa em cartório para saber. Meu nome é André Trigueiro Mendes, onde é que quem eu fui? Quem são os meus ancestrais? Sabe aquela coisa da árvore? Cara, eu não tô nem aí para isso. Desculpa quem leva a sério, porque isso custa caro também. Se você quiser fazer uma pesquisa, saber há 500 anos atrás, quem foram os meus ancestrais na minha ramificação familiar? Tô nem aí, tô nem aí. Tô nem aí, tô nem aí, tô nem aí.
Pelo amor de Deus, com todo o respeito. Eu posso até um dia mudar de opinião, mas eu nunca tive essa curiosidade. Não quero saber, tenho mais o que fazer. Deu rema. Não quero saber, tenho mais o que fazer. Mas tem gente que também investe. Ah, eu descobri que eu sou de uma família nobre do sul da França, dos ídos do século X. Dane, tá se sentindo melhor? Tá, tá de boa. Agora sim. Eu vou dizer para você, se um dia eu fizer essa pesquisa, se alguém resolver a trigueira, você não pediu, mas eu pesquisei, tô te dando de presente. Eu só vou gostar se o resultado apontar para um lado que não seja a Europa branca. Eu adoraria ver e torceria muito por algum braço indígena ou africano.
Sério, tô falando sério. Indígena brasileiro, olha. Você teve uma tataravó que teu avô pegou lá, que é, vamos combinar, né? Os colonizadores passavam o rodo, passavam o rodo, uma violência descomunal. Mas aí eu tenho um sangue indígena ali, eu falei: "Poxa, legal, sou descendente de Tupinambá, sou descendente de Patachó, sou descendente de Suruí, sou descendente dos Crenac, Aí sim. Aí eu Olha, gostei. Obrigado. Presentão que você me deu. Agora as pessoas não fazem. Eu não conheço ninguém que tenha feito esse investimento para se vangloriar que tem descendência indígena. Não, as pessoas querem, ah, eu quero saber de que família nobre da Europa eu venho. Dane-se, pelo amor de Deus, acorda.
O melhor lugar do mundo é aqui e agora. Se liga na missão. O que foi, foi, é passado. Deixa para lá. E não vai fazer nenhum sentido. E se a tua autoestima depende de você identificar as suas ramificações ancestrais, se você tá dependendo disso para se sentir melhor hoje, eu respeito, tá? Desculpa aqui o tom, é o meu lado carioca meio debochado e e bem humorado. Eu quero dizer com respeito, porque deve ter gente aí com muitos argumentos para dizer: "Não, André, mas veja, tô buscando uma cidadania italiana, tô louco para achar um italiano na minha ave genealógica aqui para poder pedir, que eu também não tenho nenhum interesse em morar fora do Brasil, ter outra cidadania.
Eu não tenho, isso é uma coisa minha, não quero saber. O meu lugar é aqui, o meu país é esse, eu sou brasileiro, reencarnei no Brasil e acho que não foi por acaso. É aqui que eu tenho que resolver as coisas comigo e com o coletivo e com a natureza daqui. É aqui que eu tô. Então é aqui que eu vou focar. Eu vou ficar vasculhando minha pré-história, cara. Pelo amor de Deus. Então, Sil Fernandes Ferreira, a ignorância desses desse fato relativo a vidas passadas, penso que nos protege e penso que nos emancipa. Emancipar, uma emancipação é uma palavra boa.
Você fica mais desonerado das culpas, dos erros, dos crimes do seu lado sombrio no passado e que explica boa parte de situações não legais, não positivas, que remetem a dor e sofrimento do presente. Quando você lê a série psicológica da Joana de Angeles e ela se debruça sobre o tema da depressão, por exemplo, isso eu coloquei no livro, viver é a melhor opção, no capítulo que fala de depressão à luz do Espiritismo. Tô olhando aqui porque eu tô procurando. Deixa eu ver aqui se o livro tá aqui. Não, não está aqui. Tudo bem. Tem um monte de livro aqui, mas esse em particular não. Quando a gente fala na parte final do livro para os espíritas, o que seria a depressão?
Aí a gente pega alguns autores fazendo diferentes abordagens, um psiquiatra espírita lá de de Minas Gerais, Jaider Rodrigues de Paulo, a gente pega citações. E Joana de Angeles diz o quê? A depressão tem origem, não, não é assim que ela fala, eu não vou conseguir emprestar aspas na culpa do passado. A depressão de hoje, em boa parte dos casos, não vamos generalizar, nem ela generalizou, tem origem na culpa. A pessoa fica culpada e ela se blinda, se fecha, se encapsula. A depressão, em boa parte dos casos, do ponto de vista espírita, a luz dos ensinamentos de Joana de Angeles, tem origem na culpa.
Aí você quer voltar pro passado, dizer assim: "Vou dar uma voltinha por aí, vou me divertir vendo quem eu fui". Cara, cuidado, porque você pode se deparar com situações que não são legais para você agora se debruçar e falar: "E agora que eu sei que eu fiz isso? E agora que eu sei que eu fiz aquilo? Como é que vai ser de mim?" Você entende o que eu digo? As coisas têm uma razão para ser como são. A gente vai encarar mudança aonde a mudança precisa ter lugar. Existem legítimos movimentos na direção da mudança, mas existem importantes considerações a serem feitas sobre aquilo que não se deveria mudar por agora.
Processo evolutivo significa em algum momento teremos a autorização, a oportunidade, o ensejo de saber quem fomos em vidas passadas. E essa informação, ela não tá colocada ou disponibilizada a título de entretenimento. Ela chega no momento certo para dar engate, dar tração a mais um esforço evolutivo na direção da compreensão de si mesmo, mirando o futuro. Eu vou dar um exemplo aqui. A diferença entre remédio e veneno tá na dosagem. Alguns médicos, por vezes t o cuidado, aliás todos, né? Quando você estuda farmacologia, você vai estudar substâncias, a recomendação, a prescrição de substâncias que podem ajudar você em diferentes no enfrentamento de diferentes patologias, males, morbidades.
Qual é a obrigação do médico? A dosagem. Você vai tomar esse antibiótico é 20 mg, 50 mg, 100 mg. A dosagem tem que ser calibrada para não agravar um problema a título de resolver o problema. Então você vai ter que ter a dosagem certa. A exposição à informação de quem você foi em vidas passadas pode vir numa dosagem cavalar em nível de impacto sobre seu psiquismo que você vai fechar para balanço. Já tá difícil, como disse, tocar tua vida hoje com as informações que você possui hoje. Aí vem uma revelação de quem você foi no passado, porque você acha que tem que saber aquilo. Menos, né, gente? Menos.
Compartilhei opiniões, não sou dono da verdade, mas construí convicções que podem eventualmente ser úteis e eventualmente podem ser absolutamente inúteis. Mas a ideia do Papa das Novas é fomentar debates, reflexões sobre as questões essenciais, visando a nossa espiritualidade, a nossa transcendência. Domingo estaremos aqui às 9 da manhã. Agradeço a todos. O papo das fica estocado na íntegra no YouTube. Agradeço mais uma vez todos os que estão acompanhando o papo, se inscrevendo no canal para saber quando tem vídeo novo. Agradeço mais uma vez todos que estão investigando o que que tá aparecendo de pequenos vídeos no shorts. Você tem o papo das 9 que é 1 hora.
Aí você tem um, 2 minutos de um recorte que a equipe de Mr. Anderson junto com o glorioso povo da Rente lá em Campina Grande ajuda a fazer esse recorte, disponibiliza e é impressionante. Alguns recortes alcançam uma visibilidade, uma um retorno surpreendente. Às vezes eu até pego dos recortes e coloco lá no feed do Instagram, porque é um laboratório. fala isso, esse assunto explorado dessa forma, nesse tempo tem uma resolução legal. Fiquem com Deus, tudo de bom, bom fim de semana. Até domingo, se Deus quiser.
