Qual a lógica do seu voto? | Papo das 9 #1074

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Qual a lógica do seu voto? A pergunta que André Trigueiro lançou nos stories atravessa a hora inteira deste Papo das 9. O recado do dia é direto: previna-se da paixão política e da paixão religiosa. Paixão não é aliada, divide em vez de somar, e em ano eleitoral pode arruinar uma nação. Quem vence não governa sozinho e precisa conquistar a confiança de quem pensa diferente.

A referência é a crônica de Martha Medeiros no Globo, “Meus interesses? Deixe-os para lá”: uma mulher com 65 anos de privilégios explica por que seria uma indecência votar pensando em si, e por que vota por quem tem 3 anos, por quem mora em encosta, por quem mal sabe escrever. Depois entram as respostas de vocês, lidas sem nome de candidato, porque o Papo das 9 nunca fez e não fará campanha: valores coletivos, democracia, meio ambiente, coerência, biografia. Para quem pensa em anular o voto, a comparação com a reunião de condomínio e a lição da mãe do André no conselho fiscal do prédio: não participar é pior do que a chatice.

O encontro abre com a crise no Supremo lida pelo ideograma chinês de crise, que junta risco e momento de mudança. Minutos de Sabedoria traz a mensagem 319, sobre onde buscar a felicidade, resumida em três verbos: deseje, observe, modifique. A indicação de leitura é “Todo Vapor”, de Dan Wang, sobre tecnologia e poder na disputa entre China e Estados Unidos. E a agenda: sexta, dia 11, às 14h, na Bienal do Livro de São Paulo, no estande da Boa Nova; sábado, às 16h, em Niterói, no Fonseca, o seminário Viver é a Melhor Opção.

⏱️ CAPÍTULOS
0:00 Abertura: o povo chegando
1:08 A crise no STF e o ideograma chinês de crise
4:42 Ninguém acima da lei: o que se espera da Suprema Corte
6:08 Prece e o livro aberto ao acaso
7:49 Minutos de Sabedoria 319: onde buscar a felicidade
11:09 A nova playlist com os recortes do Minutos de Sabedoria
12:31 Felicidade em lampejos: deseje, observe, modifique
18:26 Livro: Todo Vapor, de Dan Wang, sobre China e Estados Unidos
23:01 Fonte e credibilidade: o achismo do WhatsApp
26:13 O recado: previna-se da paixão política e da paixão religiosa
30:09 Qual a lógica do seu voto? A enquete
30:51 Martha Medeiros: “Meus interesses? Deixe-os para lá”
36:45 As respostas de vocês, sem nome de candidato
40:20 Anular o voto? A reunião de condomínio
44:03 China, democracia e o valor de participar
46:33 Mais respostas: coletivo, meio ambiente, coerência
50:42 Agenda: Bienal de São Paulo e seminário em Niterói
54:39 Encerramento: fiquem com Deus

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O Papo das 9 é um encontro de André Trigueiro para refletir sobre espiritualidade, cidadania, escolhas cotidianas e cuidado com a vida e o planeta.

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Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)

Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Vamos dar tempo do povo chegando. Povo chegando devagarinho, como deve ser no seu ritmo, cada um com a sua, o seu tamanho de perna, com a sua passada. Chegando em mais uma edição Alivaço, direto do meu CAFOFS em Laranjeiras, papo das 9, que na virada do ano estaremos celebrando sete anos de existência com a o objetivo de promover através da informação saúde psíquica emocional. Vocês devem estar acompanhando a escalada da crise que atinge o Supremo Tribunal Federal. Essa crise já foi abordada por mim numa conversa passada e eu fui buscar no mandarim chinês, porque eu tinha a recordação de já ter ouvido falar sobre isso.

Fui pesquisar a letrinha bonita desenhada do ideiagrama chinês. A palavra crise tem dois. Soam W. Crise em mandarim. W.

Aí tem dois deseninhos na nossa ignorância, vamos chamar assim. O primeiro caracter, o primeiro desenhinho significa perigo ou risco. O segundo caracter significa momento de mudança ou engrenagem. Então, vejam a sabedoria milenar chinesa quando expressa a palavra crise com dois diagramas. Repetindo, o primeiro significa risco ou perigo da crise e o segundo significa ponto crucial, momento de mudança.

Tudo isso para dizer o que você já sabe aí. Toda crise representa a oportunidade de se mudar algo em qualquer nível, em qualquer circunstância. na PUC, aonde eu leciono a disciplina jornalismo ambiental, eu, antes de chegar no jornalismo ambiental, são algumas aulas várias, recapitulando a história dessa crise ambiental que culmina na necessidade da mudança. A crise ambiental é e climática, do meu ponto de vista, exatamente, ela oferece e do meu ponto de vista nós não temos opção, a oportunidade de corrigir o rumo, de fazer diferente, muita coisa. Então eu falo sobre isso.

A crise é uma palavra cheia, não existe meia crise. Quando você usa a palavra crise, você tá reportando algo que alcançou um ponto de culminância, assim, um ponto muito delicado, que é o que o diagrama chinês o primeiro, fala de risco, perigo, crise, risco e perigo. E o segundo diagrama é mudança, de fazer algo diferente. É bonito isso, né? Tem isso, não tem nada de religioso, tá gente?

Quando a gente se apropria da cultura de outro país, de outra outro lugar do mundo, que certas culturas extrapolam as divisas de um país, as fronteiras, você em mandarim falar de crise com 2 gramas com esses significados é algo muito muito inspirador, penso eu, para nós aqui. Então eu tô sugerindo que a leitura que a gente faça da crise sem precedentes em 135 anos de história do Supremo Tribunal Federal, que a gente reporte, porque eu acho isso muito inspirador, pelo menos para mim, é como em Mandarim a cultura chinesa escreve crise. O primeiro ideiagrama, para encerrar significa risco ou perigo. E o segundo diagrama, o caracter significa ponto crucial. momento de mudança, que a gente saiba aproveitar as oportunidades, que a gente não repita os erros, que ninguém no Brasil esteja acima da lei, que ninguém seja intocável e que a gente tenha uma Suprema Corte que seja respeitada, não porque temos alguém de toga, mas que tenhamos alguém de toga, cuja biografia fala por si.

E que não haja qualquer suspeição, que não haja qualquer desconfiança, que não haja qualquer eh denúncia grave, eventualmente comprovada, que justifique a descredibilização da nossa Suprema Corte. E suposto, como sempre fazemos, e em momentos de crise, essa reflexão, do meu ponto de vista, se faz ainda mais pertinente, oportuna. Vamos fazer juntos aqui, como já há quase 7 anos fazemos, essa abertura ao acaso, entre aspas, porque na minha fé eu acredito que quando a gente pede de coração aberto aos amigos invisíveis que nos desejam o melhor, alguma intuição e alguma intervenção para que num livrinho contendo mensagens de sabedoria possamos buscar aqui na largada do dia. Meu dia já começou há muitas horas, mas aqui 9 horas tem muita gente que ainda tá acordando. [risadas] vida boa.

Aí a gente abre ao acaso aqui na página indicada para a nossa reflexão nesse momento para quem tá acompanhando ao vivo e quem vai abrir depois no YouTube que faça contato com essa mensagem e que esses amigos que se compadecem de nós, pois que somos imperfeitos, limitados, temos várias questões a serem resolvidas em muitas encarnações ainda, penso eu, tô falando de mim, mas que a gente aqui busque um caminho, uma rota que faça sentido e essa reflexão nos dê suporte nessa escolha. Então vamos lá. Que eu seja uma ferramenta útil, um meio adequado, um medianeiro aberto a essa vibração e que eu possa abrir a página na mensagem escolhida. para essa manhã. Pera aí de forma aqui.

A mensagem escolhida para esta manhã é a 319. Vamos a ela. Se você deseja a felicidade, não viva mergulhado nas coisas frívolas e passageiras. Estas só nos trazem decepções e desilusões que nos vem ensinar a fugir daquilo que nos faz sofrer. Observe a vida e aprenda com ela.

Só as coisas sérias e espirituais trazem consolo permanente e profundo. Modifique então o rumo da sua vida para conquistar a felicidade integral. Que que me vem à cabeça quando eu leio essa mensagem? Em primeiro lugar, a diferença que separa expectativa e realidade, né? Então, muitos de nós existem circunstâncias culturais fortes, eu diria hegemônicas no mundo, que inoculam em nós a utopia de que seja possível a felicidade integral nesse mundo e nessa existência.

Respeito todo mundo que acha que isso é possível. Eu não acho. Eu acho que a nossa condição humana nesse plano, nesse planeta, nesse momento da nossa evolução, permitem sim eh vários momentos prazerosos, vários momentos de deleite, de embecimento, de encantamento e lampejos mesmo assim de felicidade, sabe? aquela aquele momento de êxtase, mas são momentos, assim como existem os outros momentos que todos nós indistintamente também enfrentamos. Desalento, desânimo, decepção, eh por vezes até algo mais sério de desesperança, né?

Uma coisa assim meio mórbida. São sentimentos conflitantes, mas que nós todos, repito, sem exceção, tá sem som no Instagram, eu vou reiniciar o Instagram, OK? Vou reiniciar o Instagram. Eh, então vamos lá, encerrando concluir. Vamos novamente Instagram, tem problema ao vivo.

É isso aí. A vida segue. Tá recomeçando a conexão lá. Me digam, por favor, meus amigos, se agora temos áudio. Alô, povo do Insta, reconectando.

Me digam, por favor, se vocês agora me escutam. Estão me escutando, cabrones? Tão escutando agora? Sim, obrigado. Sim, sim, sim.

Agora vem sim até. Então, deixa eu recomeçar aqui. Sabe por que que eu tenho que recomeçar? Porque a gente tá, olha só que legal, por vias tortas a interrupção da minha reflexão por conta da perda de áudio do Instagram. Ariane da Rente lá de Campina Grande, que nos dá suporte digital aqui com ideias ótimas, etc., tá fazendo os recortes do minuto de sabedoria das reflexões matinais aqui no Papo das 9 e colocando num playlist do canal meu no YouTube que tem o meu nome, André Tringueiro, só com os recortes de minutos de sabedoria.

Estamos ao vivo. Esse recorte já virou algo complicado para ela. Então eu vou recomeçar. A página que nós abrimos hoje de minutos de sabedoria é a 319, que fala exatamente o quê. Se você deseja a felicidade, não viva mergulhado nas coisas frívolas e passageiras.

Estas só nos trazem decepções e desilusões que nos vem ensinar a fugir daquilo que nos faz sofrer. Observe a vida e aprenda com ela. Só as coisas sérias e espirituais trazem consolo permanente e profundo. Modifique então o rumo da sua vida para conquistar a felicidade integral. Bom, várias questões que me ocorrem aqui e eu vou compartilhar as minhas percepções da sabedoria contida na página.

Na primeira delas é a dica pra gente não buscar a felicidade onde ela não existe. A gente tá imerso numa cultura imediatista, aonde todos temos muitos receios e medos de sofrer. Estigmatizamos a dor no nível absoluto. Não por acaso o Brasil talvez seja um país recordista de farmácia por met quadrado, porque quando a coisa tá difícil, as pessoas vão buscarem drogas lícitas ou ilícitas, o entorpecimento do sentido. Eu tô dando esse exemplo apenas para dizer que nenhum de nós quer dor e sofrimento, mas elas fazem parte da vida.

e fazem parte da vida num nível que, do meu ponto de vista, não é possível a felicidade absoluta. E aí eu vou contextualizar o que disse pastorino sobre felicidade integral aqui. Então, a gente precisa entender a felicidade, ela ocorre em lampejos, em momentos de deleite, de embecimento, de encantamento, pela razão que for, e a gente flui, a gente se sente leve. O tempo passa mais rápido. Graças a Deus, temos esse momento de trégua.

Que alegria tá sentindo isso nesse momento. Opa, graças a Deus. Só que eles duram um certo tempo. Em algum momento todos nós, indistintamente temos circunstâncias que jogam numa outra direção. E aí vem eventualmente um cansaço físico, emocional, psíquico, um desalento, um desânimo, uma melancolia, uma tristeza, uma frustração, uma decepção, o que for.

O que eu tô querendo dizer, e você sabe disso, é a reflexão que eu tô fazendo livremente, não precisa ser a sua, da mensagem 319. Nós oscilamos momentos bons e ruins desde sempre. E nesse plano aí vai uma crença que não é só dos espíritas. É inevitável que assim seja, dado que no nosso nível de evolução espiritual ainda somos suscetíveis a certas questões negativas e somos imperfeitos. E as nossas imperfeições, em certa medida, nos precipitam na direção de um lado mais sombrio.

posto, resumidamente, o que pastorino tá dizendo é que a gente observe a vida e aprenda com ela, que a gente busque esses essa sensação de felicidade no lugar certo, naquilo que realmente faz a diferença, daquilo que é perene, daquilo que uma vez sistematizando o exercício dessa felicidade através das coisas que ele chama sérias e espirituais, você vibre mais tempo numa frequência mais elevado, que você não seja tão suscetível a esses momentos sombrios. É o que eu entendo. Agora, quando ele diz, modifique então o rumo de sua vida para conquistar a felicidade integral, mais uma vez, não vou dizer que entre mais de 8 bilhões de encarnados não exista alguém que tenha a condição de experimentar a felicidade integral. Mas eu não conheço. O que seria algo compatível com alguém que não precisa mais reencarnar nesse planeta?

Alguém que dadivosamente resolveu vir para cá, teve a prerrogativa de dizer: "Eu tenho envergadura espiritual para escolher essa missão. Não vai ser fácil para mim. Estarei imerso no corpo físico, no momento delicado, em circunstâncias desafiadoras, mas eu tô pronto pro desafio. Vamos que vamos!" Essa pessoa pode descobrir meios de ressignificar a dor e o sofrimento num nível que elas não fazem cosquinha no espírito imortal. ocorre e você.

Ocorre e você processa, ocorre e você rapidamente se desvencilha dos efeitos mais perversos de um estado mórbido emocional, alguma ideia debilitante que você consegue construir habilidades e valências para aquilo te apoquentar. Então, o que me parece razoável nessa mensagem é lembrar que nós podemos escolher momentos felizes, nós podemos escolher momentos de paz e de trégua numa realidade eventualmente hostil. Nós temos essa condição. Então, ele não usou a palavra livre arbítrio. Ele usa palavras, os verbos aqui.

Se você deseja a felicidade, observe a vida. Então, deseja, observe e a última, modifique. Então, são três palavras, três verbos que Pastorino faz a pontuação ao longo dessa mensagem, dando uma diretiva. Deseje, observe, modifique. Essa é a minha reflexão da mensagem 319, que foi aquela que hoje nós refletimos aqui juntos.

Isto posto, vamos em frente. Vou lembrar, os recortes do minuto de sabedoria estão inaugurando essa semana. Viva dona Ariane, que teve essa brilhante ideia, um novo playlist no canal do YouTube, tá? Vou recomendar um livro, um livro que eu particularmente acho fundamental para se compreender o jogo geopolítico da atualidade entre Estados Unidos e China. Eu não sei se você tem alguma informação a respeito, se você tem acompanhado, e não é de agora o noticiário de algumas décadas [risadas] para cá, a ascensão da China.

não apenas do ponto de vista econômico, mas da influência geopolítica, da real politique, da maneira como os chineses estão expandindo suas influências econômicas, culturais, políticas, diplomáticas e a maneira como os Estados Unidos reagem a essa ascensão chinesa. Então temos aí essa, eu diria, disputa de visões geopolíticas. E aí vem um camarada chamado Dan Wang, eh, que é alguém reconhecidamente importante nos Estados Unidos, aonde ele é pesquisador da Universidade de Stanford, na Califórnia, no Hoover History Lab. integrous China Center da Faculdade de Direito de Eale e foi analista de tecnologia na Gavecal Dragonomics. Ele é autor de um relatório anual sobre a China e já publicou ensaios em veículos como The New York Times, Foreign Affairs, Financial Times, New York Magazine e The Atlantic.

Esse camaradinha aqui, ó, manja muito de China e tá nos Estados Unidos. Então isso lhe confere muita credibilidade que ele não tá nessa história para puxar o saco de ninguém ou ter inclinação por este ou aquele. Ah, todo vapor é o nome do livro. Tecnologia e poder na China e a disputa com os Estados Unidos de Dan Wang, editora intrínseca. uma fascinante, tá aqui na orelha, uma fascinante investigação em primeira mão do crescimento vertiginoso da China, dos custos humanos envolvidos e de como tudo isso impacta os Estados Unidos.

É algo que eu acho uma leitura. Eu tive na China em 2013, naquela época já se tinha a a noção exata do espaço crescente da China no mapa mundi, do ponto de vista da importância do prestígio do gigante chinês, né? Então eu vou colocar aqui, eu sempre gosto de dar o nome dos capítulos pra gente ter uma noção do encaminhamento das ideias do autor. Capítulo um, engenheiros versus advogados. Construir em grande escala, potência tecnológica, filho único.

Política dos chineses do filho único que foi revista recentemente, salvo engano, Covid Zero, a fortaleza china. como aprender a amar os engenheiros. E ele vem no final do livro com sugestões de leitura. Eu acho isso tão legal. E o índice bibliográfico, as notas de rodapé.

Eu acho que isso dá muita credibilidade a qualquer livro para você ter as referências. Ele tá dizendo isso por quê? De onde ele tirou esse dado? Quais são essas estatísticas? Então, a gente tem essa noção, eu acho sensacional.

Na quarta capa, tem aqui os elogios rasgados de críticos do Financial Times, da publicação The New Yorker e ele é um especialista em tecnologia, que é o assunto que encanta principalmente os jovens. Então, se você tem, se você é jovem ou se você tem filhos e netos interessados entender melhor esse panorama do mundo atual e o que está sendo previsto como [suspirando] o mundo daqui algumas décadas, esse é o tipo de leitura que me parece pertinente. É, é, é o mundo que a gente tá vivendo. Deixa eu dizer aqui qual é o recado de hoje depois de minutos de sabedoria, depois de indicar uma uma leitura para você expandir seu nível de informação, seu conhecimento, sair do território ardiloso e lodacento do achismo, né? não ter como fonte rede de WhatsApp.

[risadas] Por que que você tá dizendo? Quem falou isso para você? Não, eu vi no WhatsApp. Pelo amor, você não vai pagar esse mico por aí também. Você não vai numa conversa, alguém se espanta com uma ideia que você tá manifestando.

Aí aí pergunta para você: "Onde é que você viu isso?" Aí você dá uma resposta com risão amarelo assim, não é? Que disseram quê, falaram que ouvi falar que sabe isso e nada do ponto de vista assim da credibilidade da informação. Isso e nada, do meu ponto de vista é a mesma coisa. Entende? A gente tá vivendo um momento em que as pessoas que pensam diferente têm justificado reações encolherizadas, estigmatizantes e preconceituosas de quem tem outra ideia, outro ponto de vista.

Qual é a chance da gente harmonizar se eles não precisam pensar igual? Mas de você ter uma conversa civilizada com um escutando o outro, porque sabe dois cães quando brigam na rua assim, os dois cães sealfinham, né? Eu tenho visto tanta gente repetir o comportamento instintivo de animais que se degladiam por disputa de território, disputa de narrativa, se você quiser converter isso pro lado humano. E isso é absolutamente desnecessário, porque é desperdício de tempo, energia, autoestima, porque depois as pessoas realmente se arrependem. fala, pô, não devia ter feito isso.

Por quê? Porque foi leviano. Eu ia dizer que foi infantil, mas em respeito às crianças eu não vou usar esse termo. Então veja, você ter fonte, você dizer: "Olha, eu ouvi dessa pessoa aqui que eu reputo como séria, porque ela tem fontes, ela tem credibilidade, ela tá trazendo uma informação que foi checada. Eu tenho aqui mais segurança.

Mais segurança. Então, eh, no jornalismo, principalmente, nós somos muito cobrados e questionados. E numa democracia isso precisa existir, sobre como certas informações foram apuradas, se foram checadas e de que maneira eh isso eh virou um uma notícia. E é justo que seja assim, né? É necessário, eu diria.

Tá. Sugestão para hoje, previna-se da paixão política e da paixão religiosa. Eu poderia falar de outras paixões, paixão futebolística, eu podia falar de várias paixões. A paixão, ela não é uma aliada. A paixão precipita você na direção do abismo.

A paixão pela política é potencialmente explosiva e ela divide, ela não soma. A paixão pela política no ano eleitoral, ela pode arruinar uma nação, porque haja o que houver, quem vence uma eleição não vai governar sozinho, vai precisar do apoio, não apenas dos seus, porque não vai, não vai longe, vai virar o governador ou vai virar o presidente do país inteiro. Então você precisa conquistar a confiança do Brasil. Não significa que todo mundo deva pensar como você, mas você vai ser respeitoso com quem pensa diferente. Quem tem paixão política não consegue respeitar quem pensa diferente.

Da mesma forma paixão religiosa. Eu acho que isso tá claro aqui pro meu público, mas eventualmente há pessoas que estão chegando hoje e não sabem direito como é que a gente elabora as ideias nesse nesse campo. É, a paixão religiosa, ela não tem nada a ver com religião, ela é humana. né? O sentimento humano acoplado à ideia de religar com a força superior.

Essa força superior, ela não possui paixão e bem compreendida, ela não deveria evocar nos seus adeptos paixões. Pelo contrário, o sentimento religioso, ele gera uma mudança na maneira como você lida com as suas paixões. Ou deveria ser assim, a religião deveria nos colocar num patamar de não eh adesão a discursos tóxicos, sectários, que estimulam a intolerância, a perseguição, o fanatismo, que não buscam a retaliação, a vingança, que não manifestam mágo água e ressentimento. O sentimento religioso, ele não deveria acobertar paixões. Paixões.

É a minha opinião. Mesmo quando alguém se sinta vítima de uma injustiça, eh, em se inserindo no território religioso, deve-se buscar justiça, não vingança. É apenas uma opinião. Paixão é mau negócio. De qualquer lado, em qualquer circunstância, a paixão gera desequilíbrio, fanatismo, idolatria.

E vamos combinar, o sentimento religioso, ele tá mais aderente, ele dá mete com outros sentimentos que seriam sensatez, equilíbrio, temperança, paciência, fé. Quando a gente vai numa outra direção e usa o sentimento religioso como motivar paixões ou sentimentos humanos, cria-se aí, penso eu, uma distorção. São apenas opiniões. Ah, eu coloquei no stories a pergunta: "Qual a lógica do seu voto?" Porque eu tô estimulando nessa rede que a gente entenda o que é viver numa democracia e as responsabilidades inerentes a um país que tem o privilégio, porque a maioria dos países não têm essa norma, de termos democracia. democracia de verdade.

Precisa lutar pela democracia de verdade. Aonde essa democracia não tá acontecendo, a gente precisa ter mais democracia para, eu diria, depurar esse sistema. Então, vamos lá. Eh, eu vou pegar aqui, vou reproduzir o texto da excelente Marta Medeiros, que é colunista do Globo, e ela eh aqui tá dando sem conexão, lá vou eu de novo. No Globo de domingo, nós tivemos que é os são os dias que a Marta compartilha suas ideias e no domingo passado eu achei tão genial o que ela publicou que eu vou compartilhar com vocês não o texto todo, mas um trechinho do texto que me parece é a crônica da Marta Medeiro.

Está aqui, ó. Meus interesses, ponto de interrogação, deixe-os para lá. Eu vou, me permitam, peço Via para ler aqui o texto dela, que eu achei muito instigante pra gente nesse ano eleitoral. Aviso aos candidatos à presidência e demais cargos públicos. Sou uma mulher branca e heterossexual.

Minha família pagou o meu colégio e faculdade. Na juventude pude me exercitar, estudar idiomas, viajar. Fui criada em meio a livros, filmes e teatro. Nenhum homem jamais levantou a mão para mim. Tenho plano de saúde e previdência privada.

Trabalho há 45 anos. Minhas duas filhas estão criadas. Vivo no meu próprio país. Nunca tive que abandoná-lo para fugir da fome ou de uma guerra. Se eu me apertar, aciono minha rede de contatos.

Deveria votar em quem defende os meus interesses? Os meus. Segue a Marta Medeiros. Meus interesses foram atendidos desde o dia que eu nasci. Aliás, antes mesmo de eu nascer, pois minha mãe teve condições de realizar os exames pré-natal.

Preciso do governo infinitamente menos do que aqueles que ainda lutam por seus direitos básicos. Tenho 65 anos de privilégios. [roncando] Voto por quem tem 3 anos e é cuidado por um irmãozinho de nove. Enquanto a mãe realiza serviços domésticos na casa dos outros aos sábados, inclusive. Voto por quem tem 12 anos e teve que sair da escola para ajudar na renda familiar.

Voto por quem tem 24 anos e ainda não conseguiu o primeiro emprego. Voto por quem mora em encostas, por quem sofre violência. por quem mal sabe escrever. Seria uma indecência se eu votasse pensando em mim. Aí ela segue o texto dela que é maravilhoso.

O último parágrafo diz assim: "Minhas angústias emocionais conhecidas como white people problems, problemas das pessoas brancas. Eu atenuo com amigos, leitura, terapia, sob um teto sólido e com a certeza de que vou almoçar amanhã. Desejo, claro, ver meus impostos bem investidos, a valorização da cultura, o meu ambiente preservado, a corrupção combatida, mas sem esquecer o principal. Nunca iremos decolar, enquanto o Brasil for um dos países mais desiguais do mundo. É o nosso problema maior que origina tantos outros.

Portanto, nobres candidatos, obrigada pela consideração, mas deixem para lá os meus interesses. Vocês têm mais com que se preocupar. Silêncio reverencial. Faço minhas as palavras da Marta Medeiros, porque no Brasil a gente tem aqua, quem te representa, né? Quem atende aos seus interesses?

Ela tá lá dizendo: "Meus interesses já foram saciados antes de eu nascer. Eu vivo num país que eu sei qual é o principal problema e ele não me atinge esse problema. E se eu quero um país mais justo, um país melhor, eu preciso votar de acordo, não com os meus interesses pessoais. É espetacular. Quem quiser acessar o texto, eu sugiro que vá a edição do último domingo.

Tem edição digital do jornal O Globo, quando ela escreve suas crônicas. É espetacular. Espetacular. Caderno Ela, que é um suplemento do Jornal Globo aos domingos. Tá lá nossa querida, inspiradíssima Marta Medeiros.

Agora sigamos para o papo de hoje que eu sugeri qual a lógica do seu voto. Eu já mostrei a lógica do voto da Marta Medeiros. Você viu? Agora eu tô interessado em saber qual é a lógica do voto de vocês. Com todo o respeito e obviamente ao compartilhar as questões que vocês conseguiram enviar lá no quadradinho, eu não posso aqui fazer uso desse espaço que nunca foi o propósito.

E vocês que me acompanham desde o início sabem disso, são testemunhas. Fazer pros elitismo político partidário. A gente tá discutindo política no andar de cima. Andar de cima é aquele que a gente vai respeitar todas as inclinações, eh, porque cada um tem o direito de pensar o que acha que é o certo. Ninguém é detentor da verdade absoluta, mas obviamente há questões que a gente precisa aprender a conviver com as nossas eventuais diferenças de posicionamento.

Vamos lá. Eu tenho que dar uma olhada antes porque eu não posso ir aqui fazer propaganda. [risadas] Tem gente que coloca nome de candidato. Eu voto em fulano. Falei: "Não, aqui eu não vou fazer isso, não vou mesmo." Virgínia_line Ina, voto para que haja representantes que defendam princípios e valores coletivos.

Rosane 06 Morete. Escolher um candidato que governe para todos. Você vê que a Virgínia e a Rosane, uma usa a palavra valores coletivos, a outra gover governe para todos. Elas estão se inserindo, me parece, no universo que a Marta Medeiro está colocando. Tem que ser bom para todos.

Sandra Basíli, a minha eh qual a lógica do seu voto? A minha lógica é ideológica, mas acho que a maioria é manipulada em não e não refletir o por em não refletir o porquê dos seus votos. Dado o recado. Inês Busnelo 1, defesa da democracia. Eh, Neca Heckler, meu voto deverá estar alinhado com candidatos que me representem e que eu possa cobrá-los.

Adriana Argolo, minha amiga aqui do Rio. Votar é escolher com consciência, sem idolatria política. É preciso avaliar e olhar para consequências. Eh, Fabi Garcia Mota, voto em quem tem programas sociais, Próciência, Educação, escala 5x2, lei do feminicídio. Eh, Paloma Paixão, trabalho histórico e projetos do candidato.

Ela tá dando pistas. A lógica é o rastreamento da biografia do candidato. Lua_line Metal 14. Tentar fazer a diferença e escolher o melhor representante. Rose Ventura oficial.

Rose, outra amiga nossa aqui. Na atual fase, um ato desesperado para não ver o Brasil nas mãos do que há de pior na política brasileira. Ângela Campelo. Votarei em candidatos que defendem o meio ambiente e a causa animal. Sandra Almeida 4855.

Já votei muito, só vi o Brasil piorar. Políticos corruptos e sem compromisso. Só anulo com gosto. Respeito a decisão de anular o voto. Mas de fato eu não tenho essa opinião.

Por quê? Já comparei aqui é uma reunião de condomínio. Você falta a reunião de condomínio. Decidem sem você pelo voto se vai ter ou não taxa extra de condomínio, se vão demitir ou não o porteiro que foi flagrado dormindo de madrugada e é um bom porteiro. Ele só cometeu ali a imprudência de dormir em serviço.

E alguém que não vai com a cara dele sugerir a demissão e você gosta dele, mas você não tava na reunião e aí ele rodou. Eh, vão suprimir a área do jardim do condomínio para abrir novas vagas para automóveis. Você adora o jardim, cuida do jardim. Você não foi na reunião de condomínio, decidiram pelo voto suprimir o teu jardim, né? O teu jardim.

É assim que você tinha empatia por aquele projeto verde do teu prédio, mas você não foi votar. Eu entendo essa indignação. Em certa medida, todos temos muita indignação com a péssima qualidade da representatividade da sociedade brasileira, principalmente no parlamento. Agora, tudo que o político corrupto mais quer é ser esquecido. você não se preocupa em votar em alguém, no mínimo, menos pior, porque ele adora o ou o voto não consciente ou o voto anulado, né?

Mas a democracia é tão interessante que ela até permite isso, que você anule o voto. É direito seu anular o voto. Eu não concordo, mas respeito. Cláudia Aguiar 311. Era o melhor plano de governo.

Virou não ao retrocesso evoluir. Clarice Guedes, qual é a lógica do seu voto? É a pergunta de hoje. Ela fala: "Políticas públicas". Bom, política pública pode ter algo que você considere positivo e pode ter algo que você considere desastroso, tá?

Políticação positiva ou negativa, tá? Na minha opinião, Rafinha Teixeira Raro, o voto tem lógica? Por que votamos? Qual o propósito do voto? Essa é uma questão, três questões filosóficas, né?

>> [risadas] >> Dá para escrever um livro ou fazer uma um seminário. O voto tem lógica. Por que votamos? Qual o propósito do voto? Eu diria que o propósito da minha enquete vai ao encontro das tuas três perguntas.

Que ele tenha consciência, cara, desse momento. Se o voto não tem lógica, que seja uma reflexão sua. Você diz assim: "Não, não tem nenhuma lógica". Eh, por votamos que cada um de nós tenha consciência do porque eu sei porque eu voto, tenho plena consciência do porque eu voto. E qual o propósito do voto?

Vamos refletir sobre isso. Igualmente, eu faço eh as honras da casa em função dos 60 anos bem vividos até aqui. Eu julgo já ter aprendido qual o propósito do voto. Quer dizer, eh, são muitos os propósitos do voto, muitos. Todos eles, do meu ponto de vista, nobres, essenciais.

Eu falei agora a pouco que eu já tive na China, né, só para pegar a carona nessa viagem que eu fiz. É um país que não é democrático, é um país que não tem eh imprensa livre, Ministério Público atuante, a justiça na China é a justiça do Estado chinês, os opositores são limados, né? Então assim, ah, a China tá crescendo, tem muita corrupção na China, tem muito desvio de dinheiro. Você acha que aquela dinheirama que eles fazem os prodígios tecnológicos e tudo não tem? Alguém Você acha que o chinês não é ser humano como eu e você?

Você acha que eles são tão diferentes assim de outros países aonde existem problemas que não são propriamente atribuídos a este ou aquele sistema? É, é a essência do sistema que somos nós. Nós somos imperfeitos. Então, como é que a gente corrige ou reduz riscos? Como é que a gente reduz danos?

Como é que a gente reduz problemas? com mais gente participando, com mais gente atenta. Sabe aquela coisa, voltando pro exemplo do condomínio, você vai ter o tesoureiro do condomínio, mas tem o conselho fiscal, com todo respeito ao tesoureiro do eu brigava com a minha mãe, cara. Minha mãe trabalhava para caramba, ainda arrumava tempo. Ela não queria ser síndica, mas ela dizia: "Não, eles estão precisando de ajuda.

Ninguém se habilitou, se ofereceu para participar do conselho fiscal. Eu fui, eu falei: "Mãe, você não tem tempo, cara, você não para. Vai em casa, dois pais professores pagando hipoteca, pagando Caixa Econômica Federal para honrar compromisso eh do apartamento. Um Fuscão 1500, placa QP9692. Eu não esqueço, o Fuscão ficou lá em casa há quase duas décadas, cara.

mais de duas décadas, rodou muito aquele Fusca. E ela dizendo assim: "Não, ninguém se ofereceu e precisa ter mais gente ajudando a fazer a revisão das contas do prédio". Isso foi um legado que ela me deixou. Participação, cara. Ah, mas condomínio é uma chatice.

É. Reunião de condomínio é um porre. É. Não participar é pior do que a chatice, é pior do que o porre. Ai ai.

Qual a lógica do seu voto aí? O Nando Maurá Morrô. O que trouxer maior benefício a todos, principalmente os menos favorecidos. Vai na direção do que a Marta Medeiros escreveu, eu acho. Verônica Coelho Galvão.

Escolho quem acredito ser melhor para o país e pro meu estado. Quem vai cuidar mais dos necessitados. Cyntiam Lopes. Escolher com sensatez, no meu caso, alguém direcionado para o meio ambiente. Urgência do momento.

Helen Jimenees. Manter a democracia já será um passo. Jonara Anderline Cristine, foco no estudo gratuito na faculdade pública e a busca do analfabetismo zero. também é outra manifestação que converge com o que a Marta falou aqui. A Marta já saciada dizendo assim: "Não são os meus interesses que eu vou eh acessar na hora de votar, porque eu já tô favorecido.

Eu pertenço à Casta Privilegiados". Ela já falou isso. Meu voto vai em outra direção, né? Luem Spatacama. Qual a lógica do seu voto?

Pensar em quem políticos facilita a vida dos mais necessitados e excluídos. Recoutinho, examinar as alternativas, reconhecer as contradições e fazer a escolha mais responsável. Ó aí o voto prudente, o voto cuidadoso. Cris Talhofer, André, a lógica do meu voto é coerência. Coerência.

Jo Mara, alinhamento, afinidade de ideias e representatividade ambiental nas questões sociais e femininas. Paz, estrela, sol. Respeito a valorização da vida. Sou coerente com o que sou, penso, sinto e faço em missão. Deb_line Miranda, qual a lógica do seu voto?

Entre a civilização e a barbárie? Nossa. Opa, gente, barbárie. Eu entendo o sentido aqui, mas eu acho que foi um tanto figurado. Quando a gente tem algum conhecimento de história, a gente vai ver o que que é a barbárie.

Eh, o que que foi o mundo na maior parte do tempo em que a nossa espécie aqui está? Era a barbárie, era o assim, era a eterna disputa de território, banho de sangue, eh temporadas infinitas de batalhas, sabe? Isso é barbário, né? É a barbárie. Letícia Ticiana.

Apoiar principalmente quem demonstra compromisso com o meio ambiente. A situação é urgente. C.D. Cerâmica. Manter a democracia.

Cíntia Matias 21. Meu voto merece pesquisa. Saber quais os candidatos merecem meu voto. Isso é saber votar. Tat Melinho, meio ambiente.

Projetos voltados para mulheres, animais, crianças e idosos. Cláudia Barro 0302. André, a lógica do meu voto é defender a democracia, o meio ambiente, a educação, saúde. Regina Santana Psi sempre foi pelas minorias, mas nas últimas eleições também por fortalecer a democracia. Gente, quem eu não reproduzir a pergunta é porque tava explicitando inclinação por este ou aquele candidato.

Nós não vamos usar o espaço do papo das, nunca fizemos isso para fazer campanha ou proselitismo político partidário, né? Aqui é o é o conceito, as ideias. Quero terminar aqui dando dois lembretes. Sexta-feira agora, dia 11 de setembro. Que que te lembra?

11 de setembro? os atentados das Torres Gêmeas. Eu tava lá, não durante o atentado, eu tava lá no eh na celebração do 10º aniversário, governo Obama. Eu tava do lado do Guga Chakra assistindo essa essa celebração. Ele era correspondente do estado de São Paulo, jornal.

Passamos por várias revistas, aí vimos um show, cara, pertinho da gente, do James Taylor, tava lá o Obama, tava lá, chamou o George Wost, tava todo mundo junto, mas assim, uns 30 m de distância, foi foi algo interessante. É 11 de setembro estarei na Bienal de São Paulo, lançando o livro. Nossa, agora começou a chover. Dona Nad, pode fechar a janela. >> Olha ela lá, vocês viram?

Olha ela lá. Alô, dona Nadia ao vivaço. Ela não gosta não, eu respeito. Mas ela que veio. Antes de eu falar, ela já tava vindo.

Eu falei: "Vem, fecha a janela que o bicho tá pegando." A gente fica do lado da janela, quando chove a gente se molha. >> Ai, ai. Se fosse a Cláudia, eu ia tomar banho aqui que ela, mas não ia nem por um decreto aparecer aqui para fechar a janela. Não contem, não contem com a Cláudia para isso. Não vai rolar.

Então, deixa eu pegar aqui, ó. Editor Intervidas. Na página da Intervidas tem os dados. Olha só, 11 de setembro, sexta-feira, agora, na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, este, que vos fala estará lá às 2 da tarde no stand B de Bola 70 da Boa Nova Livros Espíritas. Estarei por lá.

Quem quiser aparecer um prazerzaço. E sábado, eh, sábado agora, deixa eu ver se eles botaram. Se eles não botaram, eu não vou poder dar publicidade a esse compromisso. Lá no Leôcio de Albuquerque, Leôcio de Albuquerque em Niterói, a gente vai fazer, ó. Será que é esse?

Ah, é. Olha aí, Leôcio de Albuquerque, lá em Niterói, no Fonseca. Sábado em Niterói, às 4 da tarde, seminário Viver é a melhor opção, tá? Estaremos por lá. E estará por lá também o livro Viver é a melhor opção para quem não conhece.

a gente vai fazer uma abordagem sobre esse assunto no setembro amarelo, né? Beijo aqui para Magali e todo o povo do Leço de Albuquerque, que generosamente sempre convida pra gente fazer uma vez por ano, assim como Centro Espírita Leondia, assim como o Lar de Frei Luiz, tem instituições tão queridas aqui do Rio de Janeiro que a gente eh é sempre convidado com muito carinho e aí não tem como dizer não, não vou, tô indo #pronto já estarei por lá, tá bom? Ó, fiquem com Deus. Ótimo dia. Serenidade, equilíbrio, sensatez, temperança, coragem para seguir em frente sempre fazendo melhor ao nosso alcance.

Valeu, tudo [roncando] de bom, tá?