Ódio é o amor que adoeceu!

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Esta foi uma pergunta respondida durante o Papo das 9, que acontece nas quartas, sextas e domingos, às 09h no meu canal no YouTube.

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O ódio é o amor que adoeceu. Será isso? Essa é uma expressão muito comum no meio espírito. É o amor que adoeceu é poético, né? É uma possibilidade, é uma energia, um sentimento eh muito poderoso, como é o amor, só que traz consequências muito nefastas a quem exala ódio.

Primeiro contra o próprio corpo físico, né? tem sequelas orgânicas do sentimento de ódio, porque ele drena muita energia. Ele num primeiro momento pode até te dar força, ele te empodera. Desejo de vingança, rancor, a flor da pele, é como se fosse um aditivo ao combustível. Assim, você fica meio hipnotizado pela ideia de fazer justiça com as próprias mãos, qualquer coisa assim.

Mas isso tem uma um custo metabólico e principalmente um custo espiritual. Porque na verdade quando a gente fala de ódio, a gente tá falando de um sentimento destruidor. Ele é avaçalador, ele é dilacer. O ódio é um sentimento ameaçador para qualquer projeto de saúde, de paz, de longevidade, de harmonia, de equilíbrio. O ódio é um sentimento que que solapa um projeto, eu diria, de felicidade plena.

Quem deseja paz ou felicidade não pode abrigar o ódio, não pode acolher o ódio. A Carminha traz o aspecto poético que é muito bonito. O ódio é o amor que adoeceu e que obviamente dentro de uma perspectiva espírita de evolução, nenhum de nós está condenado por todo sempre a sentir ódio. em algum momento isso vai se esgaçar, porque nós perceberemos que isso não soma, isso não ajuda a nós, isso não fomenta um conforto íntimo, isso vai gerar uma inquietação que quanto mais ódio você tiver, maior será essa agitação íntima que dilacera as estruturas do equilíbrio, da serenidade, da sabedoria. sabe da capacidade de você fazer a melhor leitura das situações.

Então, é uma doença, né? É o amor que adoeceu é bonito.