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O que mais te marcou na Copa até aqui? | Papo das 9 #1052

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Aê, bom dia. Bom dia. Quanto tempo eu não entrava ao vivaço direto do meu cafofes aqui em Laranjeiras por motivo de trabalho, viagens. Essa última, eu já contei, mas vou repetir o número: 1.500 quilômetros de estrada, incluindo estrada de terra entre Goiás e Mato Grosso, mais precisamente Goiânia e Querência, é algo inacreditável. Tem gente que tira de letra por aí, tem muita gente que trabalha na estrada, caminhoneiro, fazendo frete, fazendo entrega. Então, cada um com seu cada um. Eu não tô propriamente muito acostumado com essas jornadas longas num dia inteiro assim, vamos e vamos nessa para chegar no local e já dar conta do recado trabalhando, né?

Mas foi muito produtivo, foi muito interessante. Gostei de ver o que eu vi. No momento certo falarei sobre isso. Tava com saudade de vocês. Eh, nesse interim tivemos uma desclassificação considerada por muitos humilhante do Brasil na Copa do Mundo. Humilhante é uma palavra forte, mas o fato é que muita gente considerou isso mesmo. É, hoje daqui a pouquinho no papo a gente vai, muita gente participou da enquete sobre os momentos que por alguma razão mais marcaram vocês na Copa até aqui. Deixa eu abrir a cortina aqui para ter uma luz natural. Não gosto de botar luz artificial, não. Deixa incidir uma luzinha de um sol meio tímido que tá querendo aparecer no Rio de Janeiro encoberto.

E tava com saudade de vocês e tava com saudade da nossa mentalização. Sintonia é tudo, né? Sintonia é tudo. E a gente vai buscar aqui a melhor sintonia com os recursos que a gente aprendeu a usar. por exemplo, mentalizar, fazer essa conexão com o plano superior, com os amigos invisíveis e pedir a ajuda deles para que indiquem uma página de sabedoria com uma mensagem edificante. E que a gente nessa página possa ancorar o pensamento com a devida serenidade, a devida tranquilidade, deixando o burburinho, a zona turbulenta do lado de fora e encontrar aqui alguma resposta que faça sentido do ponto de vista do espírito imortal. Então, que eu seja aqui uma boa antena, né? que eu tenho aqui a condição de ser um bom hospedeiro, um bom médium. [risos] Todos nós temos alguma sensibilidade mediúnica para acolher a sugestão de abertura da página indicada na manhã de hoje.

Para onde vamos e de que jeito vamos? Eita, abri aqui, ó. Ih, que legal. Eu adoro essa página. 248. As boas, assim que por alguma razão nos marcam, a gente não esquece. Mantém em sua vida uma unidade de plano para conseguir seus objetivos. Veja um colar de pérolas. Estão todas presas por um fio. Se esse fio arrebentar, as pérolas se espalham. O que é o fio para o colar de pérolas? É a unidade de plano em nossa vida. Não deixe que as pérolas de suas ações se percam por lhes faltar o fio que lhes mantém a unidade. Nossa, essa essa é uma mensagem que cada um, obviamente haverá de registrar de uma forma, mas no que me diz respeito, eu entendo que a vida é uma mistura de destino e livre arbítrio.

Então, sim, em alguma instância é importante ou ajuda bastante você ter uma noção da caminhada, não esquecer suas origens, de onde você partiu, perceber aonde a caminhada até aqui lhe trouxe e o que seria interessante definir como rota daqui paraa frente. não de uma maneira absoluta, como se você tivesse, porque não temos o controle total do futuro. Eh, os planos eles não necessariamente acontecem exatamente do jeito que a gente define, a bem dizer, em boa parte dos casos, não ocorre exatamente como a gente define, mas a o que ele tá chamando de unidade de plano é interessante que a gente não tá na vida como se fosse assim uma pluma solta no vento. pro lado que o vento soprar, você vai, soprou para cá, soprou para lá e você vai indo a ao sabor das circunstâncias.

Por alguma razão, essa mensagem, assim me parece, ela traz à tona a importância de você ter consciência do movimento. Unidade de plano é o que empresta sentido, é o que está de acordo com os teus princípios e valores e a tua noção do que importa fazer e de que jeito. jeito. Unidade de plano para mim significa isso. E isso, vamos combinar, é bom. É bom, porque por mais que a gente entenda que existe uma sabedoria do criador, para quem acredita em Deus, eu acredito que estabelece exatamente as circunstâncias em que estamos inseridos no universo. Eu não sei, por exemplo, nesse momento são 9:07 pelo horário de Brasília.

Eu não sei o que vai acontecer daqui a 1 minuto comigo onde eu tô, no mundo que eu tô. Eu não, a gente tá aqui imerso num conjunto de variáveis sobre as quais não temos o controle. Até aí nenhuma novidade. Então, o que que é a unidade de plano? A despeito da impossibilidade da gente ter o controle absoluto sobre tudo e sobre todos e mesmo sobre nossas vidas, não temos o controle absoluto sobre isso. É importante a gente tá de alguma forma de preferência serena e tranquilamente, com a noção do que importa fazer, como eu devo me postar diante das circunstâncias que a vida me traz.

E o que eu gostaria de colocar como meta, se possível, não é obrigatório, boas metas, ainda que um tanto subjetivas. Quero ser um bom profissional, quero ser um bom pai, quero ser um bom cidadão, quero realizar um projeto com esse perfil, com esse escopo. Quero dar suporte a um membro da minha família que nesse momento encontra-se fragilizado ou fragilizada de alguma forma. Sinto-me em condições de ajudar e isso me apraz. Sinto que esse é um chamamento, é o momento de estar junto, é o momento de estar próximo. Vocês entendem o que eu digo? A gente ter direção, unidade de plano. Mantém em sua vida, diz Pastorino na mensagem 248, uma unidade de plano para conseguir seus objetivos.

Ele tá colocando então duas questões que eu acho que nos instigam a reflexão nessa manhã. Unidade de plano e objetivo. Ainda que não seja possível por alguma razão a gente alcançar os objetivos traçados, a existência de objetivos vai emprestando sentido às nossas vidas. Eu tô fazendo aquilo que me parece o certo. Eu tô fazendo aquilo que vai ao encontro de algo que me encanta, me atrai, me faz sentir inteiro, entende? Especialmente eu poderia fazer uma longa digressão sobre isso que eu vou falar agora, mas não vou fazer essa longa digressão. Nós estamos vivendo um período de intensa dispersão, distração e alienação. É a minha opinião.

A gente tá muito disperso, a gente tá muito à margem de uma lucidez espiritual, que é uma expressão que pode ter várias interpretações. Para mim, lucidez espiritual é você ter a clareza, pelo menos conceitual, de quem você é, de onde você vê, para onde você vai, que você tá aqui de passagem e esse tempo que estamos aqui, a energia que ainda dispomos para transitar nessa dimensão não deveriam ser banalizados ou desperdiçados. é uma possibilidade de entender o que seria lucidez espiritual. É a minha forma de ver essa questão.

Não vou seguir em frente porque isso é muito inspirador para mim para eu ficar aqui remoendo meus caraminguais e ver de que maneira a gente tá vivendo, como é que a gente tá tocando a nossa vida. Para muita gente, esse é um exercício doloroso. Para mim, confesso, é um exercício absolutamente instigante e necessário. Isto posto, vamos virar aqui a página e indicar um livro. Eu na hora hoje de escolher uma obra que pudesse ser de alguma maneira boa, uma boa indicação, um bom conselho de leitura, quando me deparei com esse livro que vocês, quem acompanha o Papo das 9 há mais tempo conhece, eh eu fiquei muito feliz de poder novamente recomendá-lo. é o livro de uma amiga que eu conheci durante a pandemia através de inúmeros textos dispersos nas redes sociais, uma escritora de mão cheia, poetisa, uma capacidade única de elaborar eh no texto a conjugação de palavras que paraa maioria de nós, não combinam.

Mas ela tinha a magia de criar textos com combinações de palavras inusitadas. Eu tô falando da Ana Jácomo, que já fez a passagem, que foi uma, ela tava muito debilitada de saúde, a gente trocou muito nesse período, mas ela teve tempo de priorizar e eu fiquei muito em cima dela para ela conseguir realizar o projeto de lançar um livro. E e ela me convidou para fazer o prefácio. Eu fiquei tão feliz e emocionado. Cheiro de Flor Quando Ri. Ana Jácomo. Gente, ela é especialíssima e às vezes em pequenos textos ela consegue emprestar um encantamento, uma magia. Antes de eh ler um ou dois poemas pequenininhos dela, deixa eu reproduzir um trechinho aqui do meu prefácio.

Sério mesmo, você precisa conhecer Ana Jácomo, se você não conhece. Poucos escritores conseguem realizar esse movimento tão intenso, com poucas palavras, com muito coração e nenhum receio desse expor. O verdadeiro poeta se lança na corda bamba da existência, sabendo que o abismo que assusta é o mesmo que lhe permite criar asas e voar ainda mais alto. Prepare-se para os voos de Ana Jácomo. Desfrute das acrobacias. Divirta-se com a eventual sensação de vertigem. Perceba o mistério embutido na luz que permeia toda a dor, na esperança que resiste a qualquer infortúnio. Ana Jácomo com a felicidade vibra na frequência das coisas simples. Por isso mesmo é tão especial.

Isso aqui é um trechinho do meu eh prefácio e o livro é espetacular, gente. Cheiro de flor quando ri. Eu acho isso tão importante, o espaço da poesia, do realismo fantástico, da leitura que faz você transcender para coração ferido. Teu coração tá ferido. Então, olha só as poucas linhas, como é que Ana Jácomo consegue emprestar uma leveza, uma luz e uma graça a essa sensação. Força bem as lágrimas, uma a uma, até desencharcar o coração. Depois, estenda a tristeza para secar no varal da autogentileza. Lá costuma bater o sol. Lindo, lindo, lindo. Ô, Ana Jácomo, que alegria ter te conhecido.

Que alegria ter tido a chance de ler você e de me alimentar das suas palavras associadas a ideias e sentimentos. Eu tô tô procurando um texto menorzinho. Os grandes também são encantadores, mas os pequenininhos, olha esse vocação. Duas linhas. Olha que barato. Perguntaram a flor de onde ela vinha. De uma semente de amor que não se acovardou. Ai! Ai, ai, que coisa linda. Esse é dos meus favoritos. Por acaso eu abri autogenerosidade. Olha só, olha só. Ana Jácomo, senhoras e senhores, recomendando o livro Cheiro de Flor quando ri. Vamos lá.

Não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol, quantas vezes seja preciso recomeçar. Combinei comigo, não desistir de mim. Que coisa linda. Que coisa linda. Linda, linda, linda. Ana Jácomo, eu ficaria manhã toda aqui. [risos] Ai, ai, ai. Linda. Fica a dica. Cheiro de flor quando ri da nossa queridíssima, queridíssima Ana Jácomo, porque isso aqui é um deleite pra nossa alma. A gente não tem fome só de pão. A gente tem fome de quê? de sentido, de esperança, de sentimento.

E o trabalho, né, o legado da Ana Jácomo pra gente é ensinar a gente a perceber a beleza daquilo que é do dia a dia, daquilo que é banal. E você ressignifica as coisas à sua volta. Você vê beleza onde você não percebia antes. Eu acho isso espetacular. Sugestão que eu vou dar agora. Sugestão é o momento do papo que a gente dá dica, né? Dicas ou sugestão de doação. Hoje eu vou dar uma dica. Pode parecer meio tardia a dica, porque suponho nesse momento muitas famílias que têm crianças, pré-adolescentes, crianças adolescentes, estão tendo que administrar a dor da desclassificação do Brasil na Copa do Mundo.

Então tem aquela situação de pais ou responsáveis, os familiares mais velhos, vovô, vovó, enfim, se deparando com uma criança que acreditou que a seleção brasileira pudesse ir longe, eventualmente eh se envolveu com o álbum de figurinhas, né, o projeto do álbum de figurinhas. e queria camisa da seleção. Aí começa toda aquela onda de você se envolver com o torneio mais popular e poderoso do planeta, que é a Copa do Mundo. E aí se cria essa atmosfera assim, a gente vai ganhar, vai Brasil, é nós somos os melhores, o único penta campeão do mundo. Vamos, vamos, vamos. Muito bem. Eh, aí vem a desclassificação. Vem a desclassificação eh para as crianças. Essa é a dica.

É uma dor que muitas delas não conhece essa decepção. E os pais ou responsáveis tem a oportunidade, essa é a dica, de transformar limão e limonada. Em que sentido? que haja aí o ensejo para instigar essa garotada a perceber primeiro que, não obstante a dor ter o seu sentido e o seu lugar, ela deveria ser relativizada por vários motivos. Primeiro deles é que nenhuma seleção do mundo é invencívela, em nenhuma modalidade esportiva, especialmente coletiva, individual, você pode ter essa simetria, mas futebol daqui a pouco a gente vai conversar, não tem mais bobo, né? Então, ganhar ou perder faz parte. Ganhar ou perder faz parte. Então, ensinar a garotada as lições da derrota.

A derrota faz parte. O Brasil não é invencível e a gente não precisa passar a odiar [risos] quem nos causou a decepção, porque isso significa endossar, que toda vez que você é contrariado e sofre, você teria o direito de odiar e estigmatizar quem lhe causou essa dor. Não deveria ser assim. Não é justo que seja assim. Não penso que seja a melhor leitura da situação. Então vamos lá. A dor, evidentemente, isso é muito espiritismo que eu vou dizer agora. A dor ela é didática, a dor ela é pedagógica, a dor ensina alguma coisa importante pra gente. E quando a gente sente dor por ver o Brasil desclassificado numa copa e vê a garotada despedaçada porque acreditava piamente naquilo ali, né? que que você faz como alguém mais velho?

Porque eu sei que a minha faixa etária aqui é bate comigo um pouco, é nessa faixa entre 35 e 60, 40 e 65. A maior parte dos meus amigos virtuais aqui do papo tem idade para ser pai ou avô. Então eu tô falando com vocês, como é que a gente administra a dor dentro de casa por uma decepção causada pela desclassificação do Brasil na Copa. Eu acho que a gente tem um trabalho aí. Eu acho que a gente tem um trabalho e esse trabalho é de tentar sem impor, não é proibir o choro, [risos] não é proibir a a deprê, né? Estado depressivo que se instala, mas é na conversa procurando ver assim: "Meu filho, minha filha, meu neto, minha neta, será que é para tanto?

Será que a gente não tá tendo aí a oportunidade de colocar o futebol no lugar certo? Assim, não ser um fanatismo, não colocar ídolos numa prateleira muito acima. E tentar entender a dinâmica de um esporte. O esporte é a competição. A competição abre espaço para vitória e para derrota. Perder faz parte. O Brasil não é invencível. Não adianta ter cinco estrelas no peito se a gente não tem futebol para ganhar, se a gente não foi melhor, né? E aí surge até a oportunidade, vocês podem achar que isso eventualmente tenha lugar, da gente enaltecer os ídolos dos outros.

Por exemplo, o Haaland, que foi, em certa medida ridicularizado em muitos memes na semana anterior à partida, Brasil e Noruega, colocado numa situação ali de vítima do Vini Júnior, né? Ele mesmo achou graça nos memes, coisa e tal. A elegância desse jovem, esse Haaland, é uma coisa impressionante. Como ele é educado, como ele é respeitoso, como ele foi cuidadoso ao não se jactar, se orgulhar, não, eu diria, colocar aquilo, a disputa futebolística num nível de eh rivalidade tóxica.

Não, ele se posicionou de uma forma extremamente educada, elegante, respeitosa, um jovem, um fenômeno e que, do meu ponto de vista traz uma lição maravilhosa de humildade, porque não é quantos seguidores você tem na rede social, não é quantos patrocinadores você tem em vida, não é com quantas as mulheres que tem isso também no mundo do futebol, você já saiu, já pegou, né? Eh, não. Futebol se ganha dentro de campo fazendo o que se espera de um jogador que é gol. Então, esse rapaz, o Haaland — a pronúncia correta não é “Ralând”, tá? Isso virou motivo de piada por aí também — vai numa outra direção. Curioso, Haaland.

Eh, o que eu preciso dizer é que se você tem dentro de casa alguém com coraçãozinho despedaçado pela desclassificação, o tempo é o melhor remédio, mas você pode, em certa medida, aproveitar o ensejo para debater, conversar com muito jeitinho, com muito acolhimento com seu filho. Filho, vamos conversar aqui. Como é que você tá? Ah, não quero mais saber de futebol. Odeio o Brasil. Aí você, mas você sabe quantas copas a gente tem? Claro, né? Som penta campeão. E quantas copas o Brasil disputou de 1930 para cá, né? A gente mais perdeu do que ganhou na história das copas. Então, veja, o Brasil construiu a sua reputação dentro de uma rotina de muitas decepções, muitas derrotas.

E a derrota pode ser a oportunidade de forjar o trabalho que resulte em vitória se a gente aproveitar bem a oportunidade, não é isso? Enfim, eu não quero ficar aqui ensinando o padre a rezar, mas eu acho que a gente tem oportunidade nesse período de luto, de dor, de cotovelo, de cabeça quente, de tentar apaziguar o coraçãozinho dos brasileirinhos e das brasileirinhas que se entusiasmaram como deve ser, porque você já foi criança, você já pintou rua ou já comprou camisa ou já antigamente se picava papel para jogar pela janela na vitória. [risos] Colecionou álbum de figurinha lá atrás. Ih, você já foi criança.

Então, tenha a percepção dessa dor que ela tem lugar, ela não deve ser reprimida, mas ofereça as melhores condições para transformar limão em limonada. Há uma outra copa pela frente, depois haverá várias outras copas pela frente. Não faltarão oportunidades do Brasil, de preferência, com muita coisa diferente que eu não quero falar agora, não é o propósito. Eu tenho minhas opiniões, várias opiniões a respeito de algo que não vinha bem e não é de agora, mas isso a gente deixa para depois. [risos] Deixa eu chamar a atenção aqui para algo que eu não posso deixar de lembrar e que diz respeito a um compromisso que terei sexta-feira agora. Sexta-feira agora em Fortaleza, no Ceará.

Você sabia que eu vou estar na capital cearense na próxima sexta-feira? Eu fui convidado, tem muitos amigos no Ceará, eh, entre eles aqueles ligados ao movimento espírita. Então, fui convidado para fazer uma palestra beneficente. A Federação Espírita do Ceará tá precisando fazer uma ampla reforma em sua sede e para isso tem feito palestras beneficentes. Então, estarei no Ceará dia 10 de julho, sexta-feira, a partir das 7:30 da noite, no Rio Mar Kennedy, expansão piso L3. me pediram para dar essas coordenadas. Quem é de Fortaleza sabe onde fica o Rio Mark Kennedy, sabe a expansão piso L3.

Então vai ter lá um lugar muito aprasível pra gente fazer uma palestra beneficente, a arte de seguir em frente. Haverá uma abertura musical com o grupo Ame. Ingressos pelo Sympla, S-Y-M-P-L-A: R$ 15,00, mais um quilo de alimento não perecível. Tá bom, pessoal? Alô, Grande Fortaleza. Grande Fortaleza. Ceará enorme, Fortaleza gigante, muitos espíritas amigos por lá. Um momento bom da gente fazer uma uma reflexão juntos assim. sobre o rumo dos acontecimentos que precipitam por vezes um desalento, um desânimo, uma desesperança. E a gente ter, eu diria, o talento e a determinação de seguir em frente. Va bene, né? Sexta-feira agora, 10 de julho.

Quem quiser mais informações, entra na página, povo do Instagram, da Federação Espírita do Estado do Ceará, FEEC. ou gep.oficial, você vai ver lá informações sobre o evento, tá bom? E agora vamos continuar falando de Copa do Mundo, que eu acho legal. A Copa do Mundo não é só o Brasil, você sabe, Copa do Mundo tem várias coisas acontecendo. E eu pedi para vocês e vocês, cara, muita participação, tem muita gente sintonizada mesmo com Copa do Mundo. Caramba. Eu pedi para vocês destacarem livremente o que mais marcou você na Copa até aqui. Olha a quantidade de gente que mandou. Olha, não sei se dá para ver aqui, ó. Cada tijolinho.

E o tijolinho, eu reconheço, é um espaço pequenininho para você escrever tudo que você gostaria. Mó galera. Alô, galera. Isso aqui dá para encher uma arquibancada. Eu vou querer ler todos, todos. Ora, meu Deus, por que não? Meu amigo Gerváio, alô, Campos dos Goitacazes, abrindo os trabalhos. Eu adoraria ver o Marrocos, um país africano, ser campeão. Para quem torce agora, amigo? Eu torço para algum país africano. Eu torço pela zebra, né, cara? Eu e assim, torcer pelo mais fraco é uma inclinação natural de boa parte dos seres humanos. Mas os africanos podem surpreender, né? Podem surpreender.

Eh, Cristiane Souza, olha aí a Cristiane, Rio Grande do Sul, a força e a coragem de países africanos diante de seleções campeãs. Os africanos surpreenderam mesmo. Agora, como disse, não tem bobo no futebol. O futebol ele evoluiu em vários países. Os países africanos evoluíram muito, o Japão evoluiu muito, eh a própria Noruega que derrotou o Brasil não é um futebol engessado como já foi, gélido. Então a gente tem aqui surpresas, mas de fato a força e a coragem de países africanos diante de seleções campeãs, Cabo Verde, né, gente? Pelo amor de Deus, que que foi aquilo? A Glenia, a garra dos jogadores da África. Olha só, gente, diferentes mensagens. Eu não fiz uma seleção.

Eu tô vindo na sequência por ordem de chegada. Também exaltou. A Branca Rotelli falou que marcou o jogo sujo de Messi. Ela deve estar se referindo a uma entrada dura que não justificou uma punição do juiz logo nos primeiros jogos da Copa, né? Enfim, ela fala do jogo sujo de Messi. Sônia Fajar do Reis. André, será que veremos pessoas de diferentes nações e credos juntas e felizes como as torcidas? Olha, a Copa do Mundo traz uma atmosfera muito propícia pro congraçamento de torcedores. Não que isso seja uma regra absoluta, né?

Nós tivemos, por exemplo, ontem no estádio, no jogo espetacular entre Argentina e Egito, mais uma vez manifestações racistas de alguns torcedores da Argentina, estigmatizando torcedores do Egito. Também no jogo da Argentina com Cabo Verde, houve algumas manifestações desrespeitosas de poucos torcedores da Argentina. Não vou generalizar nunca. É, em relação a torcedores de Cabo Verde. Então, são exceções. O espírito da Copa do Mundo é de congraçamento. Nesse sentido, a gente lembra que o esporte pode e deve favorecer o ambiente de paz, de uma disputa saudável, respeitando-se as regras. E a gente vai torcer cada um pelo seu time, sem estigmatizar o adversário de uma forma tóxica.

Não há porquê. Cristina Machado 58, para ela está em destaque a garra das seleções africanas que mantiveram-se ativas até na derrota. Isso aí. O perfil é o rosto de uma mulher. a falta de comprometimento da seleção brasileira. Essa crítica foi feita por muita gente, porque de fato nós tivemos folgas longas durante a Copa do Mundo. Não era para ter tanta folga para manter o time focado e concentrado. Muita eh postagem associada a marcas nas redes sociais. Muita gente vinculada a Bet, muitos jogadores da seleção importante fazendo a a apologia das apostas online. Isso drena, do meu ponto de vista, engajamento do torcedor, entende? É uma coisa muito complicada. são pessoas que se tornaram bem-sucedidas nas suas profissões.

Os jogadores da seleção não jogam no Brasil, a maior parte dos jogadores. Eh, tem por vezes uma dificuldade, eu acho, de gerar empatia nos torcedores do Brasil, não só pela distância, mas pelas escolhas que fazem na direção de uma ostentação, né? É uma coisa assim, eu não quero, cada um tem o direito de fazer o que bem entende, mas do meu ponto de vista, quando você é famoso e joga por uma seleção brasileira num país que ainda é apaixonado por futebol como o Brasil, tudo que você faz, tudo que você fala, tudo que você posta nas redes sociais tem uma imensa reverberação.

Eu não sei por, do meu ponto de vista, falta tanta consciência de vários jogadores famosos da seleção sobre a influência que eles exercem em tanto jovens no Brasil e como isso poderia ser usado de uma forma mais cuidadosa, sábia, inteligente, cidadã, mas é uma opinião. Ah, Paul War 15 destaca a apatia da seleção brasileira. Asa de Araújo fala do racismo dos argentinos. Sinto desprezo e ódio de racistas. De fato, como eu apontei aqui, isso foi mostrado e é algo lamentável. Nessi S Gomes. Essa é a Copa dos Interesses. Olha, de fato, nós tivemos o hydration time, tempo de hidratação.

Para mim isso é uma cascata, porque tem estádio climatizado, tem jogos no Canadá que a temperatura tava boa, principalmente no Canadá que é mais ao norte. Aí você faz hidratação. Hidratação é para vender produto, é comercial, é tempo de comercial que não tinha antes. E a hidratação que não existia no futebol, eu sou a favor da hidratação, por exemplo, quando você joga num dia especialmente quente, que o árbitro consulta os capitães e diz: "Teremos hoje hidratação?" "Teremos, porque tá tá quente, tá hostil. A gente precisa dar uma paradinha. Isso é humano. A temperatura média do planeta cresce. Você não vai punir o jogador de futebol porque joga futebol no calor.

Agora você impor a hidratação em qualquer ambiente, temperatura, clima, aí tem coisa e é o tempo do comercial. E você muda a regra do futebol porque vira basquete quando o técnico pede tempo. Você muda a configuração tática durante a hidratação. Então veja, mais de um jogo que eu vi na Copa, a partir do break da interrupção do jogo na hora da hidratação, você salvou o time que tava sendo castigado, atacado pelo time adversário. E esse time que estava acuado ganhou a oportunidade de fazer alguma revisão tática e se proteger melhor depois que o tempo da hidratação terminou. Eu acho isso ruim, sinceramente. Hidratação é quando o tempo tá muito quente.

Se não tem tanto calor, não é para ter tempo de hidratação. Os jogadores foram treinados para jogar 45. Ué, sempre foi assim. Eh, Valneid destaca as diferentes posturas diante das derrotas. É, é como ela tá vendo o que ele marcou na Copa até aqui. Carmen da Câmara, a péssima seleção do Brasil, claro, com exceções, é o destaque dela. Sandra Basíil 1. A tristeza de ver os países pobres, latinos e africanos sendo eliminados. Olha, Sandra, muita muito país rico já foi pro Vala. Alemanha para Vala, Portugal foi ontem, tem muito país que já tá, ó, pegando o voo de volta, né? Adriana Argolo, minha amiga do Rio de Janeiro.

O gol de empate de Cabo Verde contra a Argentina, o atacante Sydney Lopes e a sua comemoração, né? Porque o Sidney Lopes foi paraa arquibancada cumprimentar lá, me parece, a namorada, né? Então é bonito assim o mundo inteiro vendo mundo do futebol, né? A audiência colossal de uma Copa vendo um jogador dá aquela demonstração de amor, de gratidão, né? O Vozinho, o goleiro do Cabo Verde também, né? com a mãe. É Cabo Verde.

Olha, essa Copa deixou Cabo Verde estreante em Copas do Mundo, numa situação tão bonita assim, um país desconhecido, a maioria dos das pessoas não sabem nem onde fica, de repente gera um tamanho encantamento, surpreende dentro de campo com talento, com garra, com tática, com golaço. Uma coisa espetacular, espetacular. Então, a Adriana tá lembrando o gol que o rapaz foi para arquibancada comemorar com a namorada. Rafinha Teixeira Raro. Qual Quais os benefícios que a Copa trouxe para os Estados Unidos e quais os prejuízos?

Os Estados Unidos ficaram expostos à execração pública com a interferência política de Donald Trump, revertendo um cartão vermelho com a complacência de seu capacho, presidente da FIFA, o Infantino, tentando salvar o pescoço de um jogador que pôde ontem enfrentar, ontem não, anteontem a Bélgica. E a Bélgica aplicou o chocolate belga de dar Gosto, né? Com direito, depois do 4 a 1, no vestiário, a imitar a dancinha do Trump lá do YMCA. Os caras tiraram onda. Muitos torcedores dos Estados Unidos lamentaram essa esse desrespeito de Trump as regras do futebol e a complacência. ex-presidente da FIFA deveria pedir para renunciar, porque ele colocou a FIFA numa posição assim de capacho do presidente Trump num nível num nível jamais visto, sabe?

Eh, eh, assim, abriu um precedente. Cartão vermelho, é punição automática, não se discute. Agora vai se discutir agora você tem o precedente. Esse é um legado ruim. Tem turismo, né? Você fomentou o turismo, os estádios cheios, apesar dos ingressos altos. A Copa do Mundo sempre gera algum dividendo para o país-sede, sempre gera algum dividendo. Lu.spespatacan destaca o queridíssimo Mohammed Salá ou Salah do Egito que tá se despedindo. Essa é a copa também da despedida de muitos ídolos, né? Cristiano Ronaldo de Portugal, o único a marcar gols em seis copas. Lionel Messi não deve encarar a próxima Copa. O Sala ele fez história no Liverpool.

E é interessante, eu acessei uma vez uma pesquisa mostrando o preconceito dos ingleses em relação aos árabes de uma forma geral, aos egípcios em particular e aqueles árabes que são islâmicos, como é o caso do Sala. O salá, o Salá, ele conseguiu declinar monumentalmente o índice de preconceito dos ingleses em relação a árabes, que é uma coisa, e muçulmanos, que não necessariamente é igual a árabe. Só para você não fazer essa confusão. O Salah é egípcio, é muçulmano, comemorava gols fazendo aquela reverência, né, prostrado no chão, e os ingleses passaram a ter outra leitura, outra relação com essa outra cultura. Isso é uma coisa mágica do futebol também. Aja ponto vida 927.

Ter como identidade não só vencer, mas perceber que perder faz parte. Não deveria ser o comportamento da torcida. Deveria, mas torcedor de futebol apaixonado, fala palavrão, xinga, ih ah, ninguém presta. Eu vi uma coisa horrorosa da garotada queimando o álbum de figurinha. Primeiro que aquilo é caro para Dedel. Segundo que não é para queimar, aquilo é uma relíquia. Aquilo faz como eu. Brasil perdeu a Copa de 74, eu tinha 6 anos de idade. Meu álbum de figurinha tá aqui em casa. Eu mostrei outro dia no Instagram. Se quiser confere lá. Eu fui abrindo as páginas, um álbum de figurinhas da Copa de 1974, tá aqui em casa, cara. É uma coisa assim espetacular, espetacular.

52 anos que tem esse álbum de figurinha, tá dentro de uma sacola plástica, tá como se fosse ontem. Tem que queimar porque tá chateadinho. Pelo amor de Deus, guarda. Você se envolveu com aquilo, aquilo te decepcionou? OK, deixa esquecido no armário. Daqui a 10 anos você vai lembrar e vai dizer: "Poxa, foi chata de classificação, mas eu vibrei tanto quando eu colecionei esse álbum, troquei figurinha". Aliás, o álbum de antigamente não tinha liner, que é o adesivo, que quando você eh tira a figurinha para colar, fica um resíduo, aquele resíduo é o liner. Isso aí tem que dar destinação correta, que é gera um impacto ambiental terrível.

Esse lixo na minha época era cola plástica que você lambusava a figurinha e colava no álbum, muito mais ecológica. Eh, Marie Cactus fala que o que mais marcou foi a injustiça. Olha, ninguém disse que o futebol é justo. Aliás, a o futebol é uma metáfora da vida, porque a vida às vezes não parece ser justa. Interessante as analogias entre futebol e a vida, né? Nem sempre o melhor vence. O futebol ele traz assim situações que são muito análogas à vida real. Então a injustiça também tem lugar no futebol. É isso. Ericson_line Brito destaca a evolução na qualidade do futebol no mundo e a vergonhosa manipulação política. Resumiu bem.

Renata Fe Xavier fala do racismo, que já comentamos aqui, ela destaca. Roubo na seleção do Egito e do Brasil, gols anulados e a simpatia do Haaland. Muito bem. Raquel Vilarinho destaca a falta de credibilidade. Marilê Caldeira destaca a imparcialidade. Teodoro Berrais. André, existem hoje no sentido futebolístico países grandes e pequenos. cada vez menos, né? a gente já comentou aqui, não não há mais essa esse abismo colossal entre eh seleções como havia antes. Então o futebol ele tá se tornando um esporte interessante do ponto de vista do aprimoramento técnico, tático, físico de seleções que eram zebras, periféricas, não ameaçavam as grandes seleções do mundo, penso eu.

Ana Carol Coelho destaca a garra de algumas seleções, exemplo Cabo Verde. Eh, Stefânia. A LMB não te entristece ver que essa linda festa está vendida? Olha, tentaram comprar a vitória dos Estados Unidos na marra com interferência política. Obviamente o econômico tá por trás desse lobby do Trump. Não deu certo com a Bélgica. Então, eh, a festa vendida, ela, o esporte ele surpreende até os corruptos, até quem queira manipulá-lo, porque para tudo tem limite. Então, a gente vai ter aqui o cuidado de não generalizar.

Eu pelo menos tenho, mas eu entendi o sentido da pergunta e acho, já disse aqui, que pelo menos no Brasil é questão de tempo, torço muito por isso, a proibição da publicidade das bets, como já aconteceu anos atrás com os cigarros. olha aqui, o Miguel_line PP12 destaca os intervalos de hidratação como obrigação para vender propaganda. Miguel, estou na mesma vibe que você. Esse tempo de hidratação é para hidratar anunciante. Eh, FR Biscoito Artesanal, a podridão da suspensão do cartão vermelho do americano. Foi feio mesmo. Por isso que a gente tem que lembrar, repetir, falar, não pode acontecer de novo.

Agora esse presidente da FIFA, repito, perdeu a condição moral de chefear a Federação Internacional de Futebol. Sicília SC Branco. Estádios lotados apesar do preço do ingresso. Isso é fato. É impressionante. Preço nas alturas e estádio lotado o tempo todo. Cristina Matias 21 me marcou o desrespeito com jogadores da Noruega, com os brasileiros em relação aos memes. É, o meme, ele tem a sua graça, ele tem o seu sentido, mas de fato, apesar de alguns como você entenderem que houve desrespeito, o Haaland, que foi a grande vítima dos memes, tirou de letra, achou graça, esbanjou talento, derrotou com categoria o Brasil, com dois gols dele e nem tirou onda.

Esse rapaz, eu vou te dizer, eu torço muito por ele, ele é jovem ainda, eu torço para ele que ele tem uma carreira promissora e continue sendo alguém que parece, a mim ser muito íntegro, uma pessoa de uma simplicidade constrangedora, que tem muita educação e respeito pelos adversários. Esse rapaz tá nos ajudando, nos ajudando. Leia-se, nós jogadores do Brasil, nós brasileiros, a termos essa percepção do que é ser ídolo. O que que se pede de um ídolo, né? Quando você fala, por exemplo, de Zico e Pelé, você vai ver ali, penso eu, tem vários ídolos aí da história do futebol brasileiro, mas esses dois, cada um com seu cada um, se notabilizaram. Exatamente.

Pela educação, pelo respeito, pela ética, por demonstrar em campo quem eles eram, não ficar só de blá blá blá, eu sou isso, eu sou aquilo, comigo é assim. Não, vai lá e mostra que você é é o camisa 10 top. Vai lá e mostra que você merece a fama e o reconhecimento que tem dentro de campo jogando bola. Foi o que fizeram dois dos maiores ídolos que o Brasil já teve, eh, Zico e Pelé, Pelé e Zico. Eh, Luca Antônio Carlos, FIFA regou pro Trump. M Lapas, falta de ética. Você vê como um evento da visibilidade da grandeza da Copa ficou manchado pela digital suja. pela intenção nefasta de Trump em favorecer o jogador da seleção dele e tomou de quatro.

Quer dizer, foi o que eu escrevi no Instagram, na postagem que fiz: os deuses do futebol anularam a maracutaia do cartão vermelho. Costa do Marfim, seja sendo lembrada pela Tamara Vilaca. Gaiatur destaca Vozinha, né? O goleiro da Cabo Verde destaca o goleiro do Egito, que ontem fez miséria lá. Nossa, cata muito. E a dancinha dos belgas no vestiário imitando Trump. E diz que FIFA, CBF, virou tudo máfia. Pois é. Eh, Magalinsk, faltou vergonha ou coragem da seleção brasileira? Foi tanta pose, né? Renata Évora. A Copa seria o ópio do brasileiro? Em tempos de Copa do Mundo, boa parte desse planeta fica absolutamente inebriada, hipnotizada da pela Copa. Isso é fato.

Não vai dizer que é só no Brasil. A copa tem esse poder, o futebol tem esse poder. E não é porque agora tem o poder econômico bombando. Não, não. A, o futebol não é de hoje. Tem esse poder. Tem esse poder. Coutinho, destacando aqui o discurso do técnico do Egito. O técnico do Egito foi um dos que lembraram o genocídio na Palestina. Aqui ali você vai ter declarações muito oportunas e importantes, relevantes, de celebridades, jogadores, comissão técnica, torcedores, analistas, jornalistas. Lembrando durante a Copa que há um povo sendo massacrado. O técnico do Egito falou: "Eu tô aqui nos melhores hotéis.

A gente tá aqui comendo e bebendo do melhor, centros de treinamento, passando pela experiência, mas tem um tem criança passando fome, Ele colocou ali, eu achei isso muito interessante, os pingos nos is, dizendo: “Não está tudo bem, não. Tem coisa acontecendo por aí que contrasta com a euforia, a alegria estasiante de uma Copa do Mundo. Zied, ela destaca pintar a rua com as crianças e renovar as esperanças". Teve isso, Chan. Ela também destaca a falta de fair play do Neymar. Eu nem vou comentar mais do Neymar. Neymar cumpriu o ciclo dele.

De fato, não foi legal o Brasil ainda tendo o tempo de pelo menos empatar o jogo com a Noruega, ele perdendo ali, sabe, um tempo precioso, discutindo com o goleiro. Aí, tá vendo? comigo não, não sou otário não. Han, obrigado por tudo, Hallan, por nos ensinar o que é o exercício de uma idolatria, vamos chamar assim, [risos] com muita dignidade e altivez, né? Muita dignidade e altivez. Eh, Rosana Monteiro 87. Gente, tem não vou conseguir, tem muita mensagem de vocês, muita gente repetindo aqui as mesmas impressões que eu já eh dei publicidade. Então, tá dado o recado. Obrigado pelo carinho de vocês.

A vida segue e a gente vai seguindo o fluxo da vida com os nossos talentos, ferramentas, estoques de imperfeição, nosso lado bom, nosso lado imperfeito. A gente vai seguindo em frente, que é o que nos cabe fazer, porque a vida pede passagem. Quem tá vivo tá em missão. Faça o melhor ao seu alcance. Fique com Deus. Ótima quarta-feira, ótima semana. Até a próxima.

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