Por que o racismo não é devidamente punido na Copa 2026? | Papo das 9 #1053

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[limpando a garganta] Aê, bom dia, bom dia, bom dia a todos e todas, onde você tiver, com quem você tiver. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu Cafóofes aqui em Laranjeiras, prestes daqui a pouco a embarcar para aonde teremos logo mais, 7:30 da noite, um compromisso importante a convite da Federação Espírita do na Rio Mar Kennedy. 7:30 da noite, um evento beneficente em prol do movimento espírita de lá, reforma da sede, ajuda a pessoas eh a arte de seguir em frente. Então, quem é de Fortaleza, Ceará, grande estarei por lá. Será um prazer encontrá-los novamente, porque vez por outra eu tô por ali, vez por outra a gente tá reencontrando os amigos espíritas ou não espíritas, tá?

Porque em bom português, os conteúdos que a gente vai compartilhar não são alusivos apenas e tão somente a uma visão espírita do [roncando] mundo, da vida, dos assuntos do universo. Então, como é aqui no Papo das 9 e a gente hoje, juntos novamente, há mais de 6 anos, temos esse encontro e ele sempre começa do mesmo jeito. A gente sempre gosta de investir na sincronicidade, se o acaso não existe, quando a gente mentaliza, quando a gente eleva o pensamento e pede ajuda e assistência aos amigos invisíveis para num livro com mensagens de sabedoria nos ajudar a acessar aquele conteúdo por alguma razão mais apropriado pro dia de hoje. Eu não sei vocês, eu particularmente entendo que isso vai acontecer. Então, a gente vai entregar aqui a esses em confiança o recurso da intervenção em favor de um conteúdo que faça sentido para nós aqui hoje, que a gente faça bom uso dessa informação, abrindo caminhos, discortinando horizontes na direção de uma consciência plena a respeito da nossa passagem por esse planeta.

Então, que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. E abrimos aqui Ajude a todos os que estão enfermos. Amanhã talvez deseje que alguém o visite em sua enfermidade. Procure os doentes solitários que aspiram por uma palavra de conforto e de carinho. Não apenas seus parentes e amigos, mas até os pobres, desconhecidos e abandonados, que não encontram um sorriso de incentivo e que estão famintos de solidariedade humana e de amor.

Vocês sabem que nós estamos vivendo E nós estamos vivendo apartados uns dos outros. Isso é estatística, né? A, o ser humano tem mais tempo de vida e sempre que possível em habitações, lugares distintos, né? a solidão ou a perspectiva de você envelhecer sem ter alguém do lado estatisticamente, isso tem aumentado. Isso não é necessariamente ruim, porque solidão não significa morar ou viver Significa.

Você pode estar vivendo cercado de gente e se sentir uma pessoa muito solitária, mas é a gente deixar de ter a experiência do convívio, da da socialização, da interação social. E isso traz de alguma forma consequências paraa nossa saúde mental. Quando você está enfermo ou enferma, que por mais que a gente considere o avanço da medicina, novas medicações, hábitos mais saudáveis, etc., e tudo isso tá acontecendo e tudo isso explica a longevidade crescente da espécie humana na Terra, o equipamento envelhece. Isso é uma lei inexorável da vida. Envelhecer é uma lei inexorável da natureza.

Então, mesmo a pessoa que se cuida muito, ela muito provavelmente haverá de ter aqui e ali alguma eh eh debilidade no funcionamento de certas peças, certos equipamentos, por melhor que seja a manutenção, há um Nem todos nós sabemos lidar muito bem com isso. É forçoso dizer. E quando a gente enfrenta debilidades mais severas, sem ter a ajuda, a assistência de pessoas que possam naquele momento dirigir a nós assim essa energia do acolhimento, da assistência, se prontificando a ajudar da forma possível, fazendo companhia. Você pode não tirar a condição da pessoa estar acamada, da pessoa estar hospitalizada ou dela estar lidando com uma complicação de saúde mais severa, sobre a qual não há talvez cura, mas há tratamento e por aí vai. O que me parece pastorano tá sugerindo é que a gente se dê conta do de como é importante com pouco fazer muito.

pouco, porque você estar junto de alguém, puxar conversa e procurar de alguma forma tá sensível a perceber se aquela pessoa tá com a demanda de desabafar ou tá com a demanda de ter alguém por perto. Vamos combinar, isso não é muito, né? E como é difícil a gente dar esse tempo e dar essa energia nessa direção. Como é Tá, acho que pastorino tá aqui nessa mensagem número 229. Lembrando, saúde é o maior patrimônio que a gente tem.

A gente só costuma valorizar quando não tem saúde. Aí você lembra como era bom ter saúde. [roncando] A gente só lembra da importância da saúde quando não a tem. É uma regra geral, assim, é muito interessante perceber isso. E a longevidade, viver mais, e isso tá acontecendo, é uma boa notícia, mas isso traz implicações do desgaste do corpo que implicará em limitações no campo da saúde.

Você não ter mais o fôlego, o recurso da visão ou da audição, muito apurados como era antes. a resistência, né? A resiliência para suportar certos, ah, certos reveses, um tombo, né? Uma [limpando a garganta] gripe. Você vê, a gente tá em plena temporada de gripe, as pessoas continuam desprezando a vacina.

Vou te contar, tem vacina de gripe de graça. Isso não é a regra geral no mundo, só para você saber. Isso é SUS. E a gripe pode trazer muitas complicações indesejadas e evitáveis. Se a gente presta atenção no recurso da vacina, do imunizante, tem gente que pega a gripe tendo tomado e não valoriza o fato de que um, talvez você, dado a gravidade de uma gripe que você pegou, mesmo tendo tomado vacina, se não fosse a vacina, aquela cepa daquele vírus poderia ser muito mais agressiva.

Você poderia ir parar no hospital, não foi? Por causa da vacina. A gente tem que se informar, viu, gente, para saber quais são as quais são as consequências da gente desprezar os fatores que remetem à saúde. Mas o que eu dizia é que mesmo quando a gente cuida muito bem da gente, as mazelas de ordem física ou mental são comuns à medida em que há a progressão da idade do tempo de vida. E aí é importante ter alguém por perto, é muito importante ter alguém conhecido ou não, que tenha a disposição de tá perto.

Tá perto faz toda a diferença. É um ato de amor, né, solidariedade, compaixão. E isso faz a diferença, inclusive para recuperar a saúde. posto, saindo. Então, a mensagem de hoje, linda, 229, foi aqui compartilhada e foi objeto de alguma digressão livre, lembrando que o que eu fiz aqui é uma sensibilidade que eu tive em relação à mensagem.

Pode não ser a sua. Pode ser a sua. Então, vou recomendar um livro, Esse livro é curioso já no título, Zem ciclismo. Você gosta de andar de bicicleta? Tem alguém na sua família ou no seu círculo de amizade que gosta de dar um passeio de bicicleta ou usa bicicleta regularmente?

Então, se liga na missão. Por quê? Porque esse livro traz aqui a experiência de alguém, é um autor que faz uma um livro inteiro, são vários capítulos falando da experiência espiritual do pedalar. espiritual não no sentido propriamente religioso. Espiritual no sentido de você estabelecer uma conexão mais profunda com você mesmo e a vida fluir.

Você tá completamente absorto e inteiro no ato banal de a bicicleta como o caminho do Juan Carlos Kimer. E aí ele vem aqui, ó, encontrar o ritmo da respiração, fazer sem fazer, apenas o essencial, permitir que aconteça, manter a presença mental, facilitar o fluxo de energia. simplesmente andar. E aí vem na quarta capa um resumo do livro. por trás da ascensão do ciclismo impulsionada pela necessidade de mobilidade sustentável e alternativa aos meios de transporte tradicionais, reside um ato mais fundamental e não menos urgente, vivenciar e desfrutar de uma experiência semelhante à meditação.

Nesse sentido, o Zen parece ter sido especialmente concebido para ajudar os ciclistas a compreender o que acontece em seus corpos, suas mentes e nesse reino interior que transcende as palavras. Assim, algo tão simples como pedalar se transforma em outra jornada, uma prática genuína de reconexão com uma natureza mais íntima. Zenciclismo é um livro essencial e sensível, ao mesmo tempo, um manual que inclui exercícios e instruções para pedalar, mas também para se entregar. Gente, o livro é literalmente uma Tá aqui na orelha do livro outro trechinho interessante. Independentemente das características de cada uma, a viagem suprema de andar de bicicleta é entrar em contato consigo mesmo.

O Zen considera isso uma aplicação básica. É aquilo que, de tempos em tempos, ao montarmos ou descermos de uma bicicleta, nos leva a afirmar, como o Buda disse, ao ver a estrela da manhã brilhando no céu. Que maravilha, que maravilha. Eu achei esse livro ousado. O prefácio é do meu amigo Fernando Gabeira, que já foi um pouco de tudo na vida, já viveu na clandestinidade na época da né?

Eh, passou um bom tempo no exílio, voltou e virou notícia usando uma sunguinha de crochê da prima dele, a Leda Nagle na praia, né? Tem gente que não gosta do Gabeira, gosta de chamar ele o tempo todo de [ __ ] e maconheiro. O gabeira é uma das mentes mais, eu diria, lúcidas, interessantes do Brasil, por várias razões, entre as quais ser um dos pioneiros do movimento ser uma pessoa de visão, percebendo que talvez a forma como a legislação trata a maconha e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concordava com essa tese publicamente. favoreça os traficantes. Talvez a abordagem devesse ser outra, denunciando as mazelas do consumo, mas não tipificando como crime, porque aí você vai faturar a clandestinidade das transações envolvendo drogas.

Você pode não concordar com isso, mas é uma ideia que tem muitos defensores no campo conservador, tá? Só para você ter essa e que foi deputado federal, né, o Gabeira, e ele ia trabalhar de bicicleta, todo mundo ia de carro oficial, usando dinheiro público para pagar gasolina, tinha motorista. O senhor tem direito a carro oficial? Aí ele dizia: "Não, não, eu tô indo de bicicleta". Você se lembra disso?

Virou Em boa parte do mundo você vai ter inclusive políticos do andar de cima. do executivo que usam metrô, usam trem ou vão de bicicleta pro trabalho. No Brasil, quando você vai de bicicleta, como o Gabeira ia trabalhar na Câmara dos Deputados, ele era estigmatizado totalmente. Era uma pessoa que, ah, ele é meio doidinho, ele pode ir de carro e tá indo de bicicleta. Então, chamaram gabeira para fazer o prefácio.

No final aqui do prefácio, não vou ler o prefácio todo, ele diz assim: "Creio que todos os ciclistas que desfrutam dessa simples e rica experiência vão gostar do livro de Juan Carlos e se reconhecer não apenas na história das bicicletas, mas também no estado de espírito que elas inspiram. De uma certa maneira, julgar pelo que fazíamos na década de 1980, Juan Carlos e eu temos uma mesma trajetória. Nessa época, a revista Luta e Prazer era uma proposta de alegria no cotidiano. Pircing Piercing falava numa relação com a moto que nos levaria a uma paz de espírito, um fenômeno mental. Cada um à sua maneira, Rich e Piercing nos anos de 1980.

E nós ciclistas de hoje almejamos esse estado pacífico e gratificante que não se encontra nem na fortuna material, nem na velocidade. Eu tô me lembrando muito ao falar do livro que eu tô recomendando hoje, Zen, ciclismo, a bicicleta como caminho. Tô lembrando de duas coisas. Uma é a do mestre Hermógenes, introdutor da Rata Yoga no Brasil, que defendia o exercício da caminhada como algo rico também do ponto de vista espiritual. Mas ele dizia: "É a caminhada sem ficar distraído com música ou ouvindo podcast".

É a caminhada em que você tá prestando atenção no caminho. Você tá com a sua mente aberta para perceber tudo que vai à volta. Isso determina uma um relaxamento. A mente ela passa a tá focada em vários outros estímulos e os seus problemas, aquilo que te angustia, aquilo que te apequena, aquilo que deixa você tenso, se dissipa, porque você tá literalmente ocupando a mente com outras coisas que são nutrientes para o seu pensamento. Não é uma distração qualquer.

dizia isso. E eu também tô lembrando de um livro que eu já recomendei aqui, um clássico da literatura, vou chamar de mística transcendental, mas da literatura que é a arte cavaleiresca do arqueiro né? que um ocidental executivo de uma empresa foi trabalhar no Japão e se deparou com aulas, tem um nome que se dá que eu não lembro qual é para você aprender arco e flash. Não sei o nome que se dá, arquearia, não sei o que o nome que se dá. E aí ele ele teve aulas com um cavaleiro zen.

Um cavaleiro zen não, um arqueiro E o livro que é fininho, mas é muito interessante, mostra o exercício que pro ocidental é muito duro de você na hora de atirar a flecha, você esvaziar sua mente e não pensar literalmente em nada, nada, a não ser no que você tá fazendo ali. E se você conseguir estar 100% ali naquele movimento, a probabilidade de você acertar o alvo é enorme. E esse ele aprendeu isso fazendo com as instruções do professor arqueiro, adepto da filosofia zen budista. E ele conseguiu ter uma performance esse ocidental. Tô falando ocidental que eu não me lembro se a nacionalidade dele era alemã ou estadunidense, acho que era alemão.

E ele começou a fluir. Nada me apoquenta, nada me preocupa. Eu tô aqui na minha aula de arco e flecha preocupado apenas em estar inteiro em sintonia com a energia do momento. Com a energia do momento. Então fica a dica.

Zen ciclismo, a bicicleta como caminho de Juan Carlos Kimer. Deixa eu dar aqui o meu recado que eu queria refletir sobre o aspecto da Copa do Mundo que eu acho importante. Vocês sabem que esse evento tem origem na década de 1930? Primeira Copa do Mundo foi no Uruguai, aqui pertinho do Brasil. Campeão foi Uruguai.

O Brasil é a única seleção que participou de todas as copas e elas vêm de longe. A gente vai estar celebrando daqui a pouco 100 anos de Copa do Mundo. Todo evento esportivo internacional, ele tem o mérito de promover um encontro de diferentes culturas, nacionalidades, cores de pele, tradições. E isso não tem preço. A Copa do Mundo, pelo gigantismo que passou a ter, essa é a maior Copa do Mundo em número de seleções, eleva exponencialmente a experiência da troca.

Eu já comentei aqui que, do meu ponto de vista, os Estados Unidos, antes do início da Copa deveriam ser pelo mesmo motivo que a Rússia foi descredenciada de eventos esportivos por motivo de doping, né? e por ter invadido a Ucrânia. Então, a Rússia ficou fora, porque na Rússia a paixão pelo futebol é enorme. Eles têm times, mas eles não participam mais de Copa do Mundo até segunda ordem. Com os Estados Unidos, a complacência foi muito maior e tudo o que vem acontecendo não justificou o veto ou uma repreensão da FIFA em relação aos Estados Unidos.

Já falamos aqui da do veto dado pelo governo americano a árbitros, atletas, seleções, com as quais o governo o governo dos Estados Unidos entend entenderam que não havia confiança, então não vai entrar no meu país e se entrar é para sair rápido, apesar do visto e da credencial dado pela FIFA para participar dos jogos, isso é lamentável, isso é sem precedente. A interferência do Trump para reverter o cartão vermelho aplicado a um jogador dos Estados Unidos que pôde com a Bélgica a fase seguinte das oitavas e levou o Chocolate Belga de 4 a 1. Também foi lamentável, fica o precedente terrível. O presidente da FIFA completamente cedeu aos pleitos do atual mandatário dos Estados Unidos. Então o evento traz, esse evento vai terminar semana que vem, Copa do Mundo, a final será sem ser esse domingo, o outro.

Então ele fica marcado por bons momentos de futebol, muita emoção, muita coisa bonita que aconteceu, muito gestos bonitos, mas também essa mácula que ficará na história como a subserviência da FIFA a um chefe de estado com os vícios, os o jeito de ser que é, no meu entender, o estilo Trump, né? Agora tem um outro detalhe que eu queria comentar. Fica a dica aqui paraa nossa reflexão. Nós tivemos um episódio dois episódios lamentáveis de racismo nos dois últimos jogos da Argentina. E a vítima foi, não apenas, mas a vítima que documentou isso muito bem, um influenciador digital dos Estados Unidos.

Eu não conheço ele, mas ele tem mais de 50 milhões de seguidores. Eu nunca ouvi falar nele. É o Iow Speed, um rapaz bonito, negro, que quando a Argentina enfrentou Cabo Verde, ele resolveu usar a camisa de Cabo Verde e ir pro estádio. Isso foi documentado em imagens, ele sendo alvo de agressões racistas. O último jogo da Argentina contra o Egito, aquela virada espetacular 3 a 2 sobre o Egito, muita controvérsia em relação à arbitragem.

I Speed voltou pro a assistir um jogo da Copa levando a camisa do Egito, perseguido com xingamentos e manifestações racistas documentadas. Tem os torcedores da Argentina novamente. Eu gosto de futebol, já fui a estádio, perdi a conta de quantas vezes eu já fui torcer pro meu Fluminense ou assisti outros jogos. Já fui ver jogos do Fluminense contra a já fui ver jogos da seleção brasileira contra a Argentina e já acompanhei várias transmissões pela TV de jogos envolvendo a Argentina que sabe jogar bola. Os argentinos são craques mesmo.

Mas temos uma questão e é essa. Demorei para chegar no ponto aonde eu quero A FIFA já há algum tempo protocolos antirracismo. Inclusive quando você faz esse gesto em campo ou fora dele e o juiz vê, ele é obrigado a paralisar a partida e verificar o que aconteceu. Muito bem. Essa Copa também tá marcando de uma forma muito ruim, a meu ver, a lentidão da FIFA em reprimir e punir racismo nos estádios.

Há muito custo foi aberto aberta uma eh para ver naquele primeiro jogo Argentina e Cabo Verde o que que quando já teve a reincidência do caso no Brasil. Quando há episódios de racismo em estádio, eu tenho muito orgulho de ser brasileiro em momentos como esse O racista ou quem se envolveu em manifestação racista vai do estádio direto pra delegacia. A polícia prende em flagrante, cara. Racismo é crime. Vai preso em flagrante, vai praegacia, vai pro chilindró, vai ter que se A FIFA no discurso encampou a intolerância contra qualquer ato racista, mas na prática nos Estados Unidos isso não tá acontecendo.

E o que me intriga é o seguinte: é impossível imaginar que esses episódios de racismo não tenham chegado ao vestiário. e outros grandes jogadores de futebol do SCR, olha que palavra antiga, argentino, da seleção argentina, é impossível que eles não estejam de mais uma polêmica envolvendo racismo de torcedores daquele país. A pergunta é, eu deixo essa pergunta no ar, por que Messi ou qualquer outro jogador ou mesmo o técnico da Argentina ou ainda o presidente da Federação de Futebol da Argentina que está completamente enrolado com corrupção, lavagem de dinheiro do nos Estados Unidos, é uma coisa horrorosa. dirigente de futebol. é fácil encontrar é fácil encontrar dirigente de federação de futebol mundo afora ou dentro de um país enroladíssimo com a lei.

Mas enfim, por que ninguém se Por que ninguém se manifesta de Por que que o Messi, por exemplo, não grava um vídeo dizendo: "Vim aqui para agradecer o imenso apoio, o carinho, o amor dos torcedores argentinos. Isso faz toda a diferença em campo. Muitos de vocês se sacrificaram para vir até aqui torcer por nós. Nós estamos aqui em gratidão, eh, manifestando a nossa alegria a torcida. Como vocês fazem a diferença?

Entretanto, preciso dizer que nós argentinos precisamos também dar ao mundo não só uma lição de como torcer, mas de como não manifestar antipatia por uma pessoa apenas pela cor de pele. Eu peço encarecidamente que nós não sejamos mais acusados de cometer crime de racismo ou de sermos confundidos com racistas. Peço que não façam qualquer manifestação que possa ser entendida como racismo nos estádios. Tá legal, pessoal? Tamos junto, Arelânia, Argentina, seremos campeões.

Vamos que vamos. A pergunta é: por até o momento não houve da parte da seleção ou de um famoso que possa virar público fazer essa manifestação, porque é algo esquisito, porque pega mal e tá pegando mal. A gente tá na era em que qualquer pessoa com celular vagabundo, ao filmar o que acontece em algum lugar, que lhe chame atenção, colocar isso numa rede social e isso começa a viralizar, você começa a ter uma situação muito muito arriscada pro prestígio, né, pra credibilidade e paraa empatia que se passa a ter por uma pessoa, por uma seleção, por um país. do que quer que seja. Então veja, com todo respeito, todo respeito é só uma opinião.

Messi e a seleção argentina, no meu quando não comentam de público o que gostariam que acontecesse no estádio, na direção contrária ao racismo, que reiteradas vezes torcedores argentinos, esquece Copa do Mundo. Vamos falar de Libertadores da América. Vamos falar de Copa Sul-Americana. É recorrente a forma como na Argentina alguns torcedores, não vou generalizar, alguns torcedores se sentem muito à vontade de chamar o jogador de macaco, mono, como eles chamam, mono. Gente, não dá mais.

A gente fala muito de evolução Não é possível que no ano da graça de 2026, em pleno século XX, nós tenhamos no evento esportivo, talvez mais importante do planeta, porque Olimpíada com graça a todos os esportes, é gigante a Olimpíada, mas o futebol, que é uma modalidade esportiva, determinar tanta atenção, audiência, interesse, futebol é catalisador mesmo, de muita atenção, não é legal. a gente ter nos estádios de futebol manifestações racistas. Quis o destino que o, como é que é o nome dele? Influenciador digital dos Estados Unidos com mais de 50 milhões de seguidores, Iow Speed dado, portanto, visibilidade. Tá ele aqui com a camisa vermelha do Egito.

E os torcedores argentinos ali, ó. Esse aí, por exemplo, ó, chamando de macaco, imitando um macaco, coisa e tal, isso não pode acontecer. Aí vocês vão dizer: "André, por que que você consome tanto tempo do papo das falando de disso? Não era pra gente falar de assuntos legais, autoastral. Eu tô num país de maioria negra.

E não é porque eu não sou negro do ponto de vista da cor da pele, mas o código genético lá, os genênes, eu adoraria ter não apenas sangue negro, mas sangue indígena. Essa mistura me interessa. O lado mais legal do Brasil é essa micelânia, esse mosaico, essa mestiçagem que nos faz diferenciados perante o mundo. Sinceramente, adoro isso. Mas enfim, o fato de eu ser da população dita branca não exime a minha responsabilidade de denunciar o que está por trás da viralização na Copa do Mundo de Imagens como essa.

Se a FIFA se omitir ou andar com passos de cágado na direção da correta investigação e da punição exemplar. Essa pessoa não pode mais assistir jogos de futebol e ela precisa eh servir de exemplo. É a minha opinião. Pode não ser a sua, é a minha. Meus amigos, deixa eu dizer uma coisa importante aqui.

Como disse, hoje tô indo para Fortaleza. Não fosse o voo que tá marcado para daqui a pouco, eu vou sair do Papo das 9 direto pro aeroporto. Logo depois do Papo das 9, eu estaria gravando uma live com o padre Júlio Lancelote, que me procurou ontem, muito preocupado com os efeitos do Super Elminho que virá. É certo. A probabilidade é gigantesca da gente experimentar no Brasil algo que não tem precedentes em tempos de AN.

Vídeo que tá acontecendo agora na Europa, não apenas a onda forte de mas os incêndios que ocorrem na Espanha, em Portugal, na Padre Júlio, que tem a pastoral do povo da rua, preocupadíssimo com razão, com a falta de políticas públicas que possam dar atenção a esse segmento da população em situação de rua. Nós gravaríamos hoje, por conta da minha viagem, não houve tempo. Vamos gravar isso segunda-feira e vamos exibir aqui no Papo das Novas. Vai ser um papo das especial sobre os efeitos do Super El Ninho em relação aos mais vulneráveis. Eu espero que essa live possa ser muito inspiradora para nós a luta do padre Júlio contra o esquecimento de quem está na condição de sem teto, né?

Homeless. É o povo em situação de rua. A gente precisa estar atento. Há muitas coisas no Brasil para prevenir os piores efeitos do super ninho entre as providências. Prestar atenção, muita na população em situação de rua.

É difícil para quem tem casa e é difícil para quem tem emprego. Vai ser complicado para quem tem renda. Agora imagina para quem não tem nada, nada disso. É a preocupação do padre Júlio que eu já encampei e vai rolar, tá bom? Então, deixa eu reproduzir aqui especialmente pros amigos que estão no Ceará.

Este que vos fala, estamos ao vivo aqui, gente. São 9:37, horário de Brasília. Hoje, dia 10 de julho, a partir das 7:30 da noite, estarei eu fazendo uma palestra beneficente em Fortaleza a convite da Federação Espírita do Ceará, no Rio Mar Kennedy. Pessoal do de Fortaleza sabe onde é Rioar Kennedy. Expansão piso L3.

Para mim isso não faz menor sentido, mas quem é de Fortaleza já Opa, Rio Marquen de expansão piso L3. a arte de seguir em frente, estaremos por lá. Eh, eu espero que seja uma noite maravilhosa, em que a gente consiga produzir pacotes de esperança, ânimo, coragem, alento, para seguir em frente com força, coragem e fé. Estamos terminando mais cedo porque eu não posso perder o voo. A gente então não vai se ver domingo agora, porque domingo estarei ainda em deslocamento para o Rio, que tem outros compromissos de trabalho na capital cearense.

E aí, segundo eu vou gravar com o padre Júlio, a gente vai exibir. Vou avisar por aqui aonde, de que jeito. Quarta-feira que vem, papo das 9, ao vivaço. Valeu, meu povo. Ó, fiquem com Deus, tudo de bom.

Ótimo fim de semana. Sigamos.