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Ganância tem cura? | Papo das 9 #1006

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Olá, olá, olá a todos e todas. Muito bom dia. Tá começando mais um papo das 9 ao Vivaço, direto do meu Cafofes em Laranjeiras. Tô aqui de camiseta que o calor tá cruel. Tô com ventilador aqui do lado, não tá dando vazão. E quero aqui também homenagear com essa camiseta um novo amigo que fiz ontem na praia do Pontal. Fui lá a trabalho um protetor voluntário da vegetação de restinga da região, Gustavo Marinho, um artista, ele faz eh tartaruga marinha com restos de resíduos abandonados por uma população mal educada, que tem a experiência de curtir a natureza num lugar belíssimo e não respeita essa natureza emporcalhando, especialmente de lixo. que eh é leve, é normalmente plástico, deveria ter ir para o lugar certo e a gente se depara com essa lixarada e ele transforma problema em solução e ele me deu a camiseta voluntário ecológico, uma praia muito procurada por surfistas e que também tem muito lixo, como disse, ele tá lá fazendo educação ambiental na veia.

Então, queria dar esse crédito, viu, querido Gustavo Marinho, obrigado pela gentileza, cara, do teu trabalho, do teu presente, do fato de você existir e fazer a diferença onde você está. Segundo ponto, antes da gente começar para valer o papo com a nossa reflexão, eu fiz aqui uma live pós carnaval na quarta-feira de cinzas, denunciando o que me parecia ser um elemento novo no carnaval de rua no Brasil, que era a avalanche adicional de pessoas, por vezes de forma tão avaçaladoramente arriscada, até paraa segurança delas, que que alguns blocos foram obrigados. Isso não apenas aqui no Rio, mas eu soube que São Paulo teve isso, não sei em outros lugares do Brasil, se você souber, me diz.

Interromperam o carnaval para dizer: "Não tá dando, tem muita gente aqui". Hoje de manhã com o meu amigo Damião na Rádio Boa Nova ao vivo, uma rádio espírita de Guarulhos. Eu sou voluntário lá as sextas-feiras. atualidades e espiritismo. É o quadro que eu tenho. Eu falei que era um bom um bom mote para reflexão o que tem levado tanta gente paraa rua num calor de verão, eh, em condições desfavoráveis do ponto de vista físico. Desfavorável, gente. Não é tá bloco cheio, não é bloco com as pessoas compactadas. Qualquer coisa ali fora do padrão, fora do desejava, implica em riscos a resiliência das pessoas.

Então, eu queria apenas reportar que isso, pelo menos no Rio de Janeiro, tá tendo muita repercussão, porque não foi só uma constatação minha. Boa parte dos próprios fuliões se queixaram desse volume monumental de gente aqui no Rio hoje, portanto, nós temos, vou citar apenas dois exemplos. Um bloco aqui de Laranjeiras, o Laranjada na sua página no Instagram fez uma nota muito interessante dizendo que houve de fato um público excedente que surpreendeu os organizadores do bloco e e vai inspirar ajustes e mudanças no desfile que eles pretendem fazer no carnaval do ano que vem.

Eles botaram, se eu bem entendi a nota, a responsabilidade por essa e quantidade enorme, exorbitante de pessoas, a uma ampla divulgação nas mídias da passagem do bloco por Laranjeiros. Da mesma forma, o aterro do Flamengo, que é um parque, é um parque do Flamengo, é um parque tombado pelo patrimônio. O parque foi tomado por uma multidão avaçaladora e sem precedentes de fuliões. E aí quem zela pela proteção de uma área protegida, que é um patrimônio, manifestou preocupação dizendo: "Opa, aqui aqui deu ruim". Ao que parece, a prefeitura nega que isso seja um problema, dizendo que as pistas de asfalto quando são bloqueadas ajudam o público a ficar mais disperso e rarefeito. OK?

Nesse sentido você vai dizer, tem para onde correr, mas a concentração é evidente, tá registrada em fotos e imagens e há uma responsabilidade ou deveria haver o zelo pelo patrimônio público, penso eu. Cada um tem uma opinião. A minha é essa. Eh, isto posto, vamos em frente com Ah, eu já acordei de manhã na minha prece. Hoje eu abri ao acaso, eu tenho alguns livrinhos, um deles é o meu, né? A arte de seguir em frente eu também abro. Abri de manhã, cai numa página bacana. Pode parecer. Acho que eu nem deveria estar falando isso, que eu tô falando de um livro meu que eu abri, achei bacana. Mas eu eu tô sendo sincero, eh, porque a gente abre com coração qualquer livro e a resposta vem.

Já falei aqui que é um essa as artes divinatórias. dos chineses. 5000 anos atrás, você abre o procurando ali, com muita sinceridade de propósito, encontrar alguma informação que faça sentido, ainda que no primeiro momento você não faça uma correlação entre o que você tá vivenciando hoje. Espera, porque aquela página tem a ver com você. É possível que esteja preparando você para o que virá. Enfim, então eu acordei hoje na página que eu abri falava justamente da necessidade da gente manter a esperança, a serenidade, o equilíbrio, especialmente em circunstâncias difíceis do dia a dia. Achei muito bonito a intuição para abrir ali naquele momento a página.

Então hoje eu peço aqui com vocês ao vivaço, sem nenhuma mensagem marcada. Um beijo aqui pra filha do pastorino, a Cristiana, minha amiga. Já já trago novidade sobre Minutos de Sabedoria, tá? Tem uma fornada de novas edições com novas mensagens vindo por aí e eu vou ganhar de presente da filha do autor. Vou fazer o quê? Vou agradecer em público, [risadas] emocionado. Vamos lá. Vamos lá. Vamos abrir aonde? Eita, André. Aí o povo. André tá de camiseta. Vem para cá onde eu tô. Um ventilador aqui a 2 m de mim suando. Tá calor, cara. Tá vendo aqui a samambaia meio amarelada? Tadinha. Ela gosta de luz, mas acho que eu tô botando ela numa posição que não é favorável. Tem que mudar. posição dela tá amarelada. que a gente abra hoje a mensagem mais indicada paraa nossa reflexão nessa sexta-feira e que eu seja uma ferramenta útil, um meio adequado, um instrumento maleável para esse propósito dessa reflexão.

Vamos para onde? Deus está em toda parte ao mesmo tempo e, portanto, está também dentro de você, em redor de você, vendo o que você faz, sabendo até o que você pensa. Se você sofre, é porque a dor lhe trará benefícios futuros e não por vontade de Deus. Você deixa seu filho sofrer na cadeira do dentista porque este beneficia seu filho, mesmo fazendo que ele sofre. Deus age também assim conosco. Gente, primeiro pedindo desculpa aos dentistas que eles têm essa fama de fazer a gente sofrer, mas de fato os dentistas são fundamentais para a nossa a saúde bucal interfere na saúde do teu organismo inteiro.

Então, ningém, a gente não gosta da maquininha lá do da broca, não gosta de levar agulhada de anestesia. tratamento de canal. Passei por um barra pesada no passado. Sou muito grato a oportunidade de ter me tratado com um dentista que atendeu a todas as minhas expectativas, né? E mas é desconfortável e dói. Às vezes passa anestesia e tem que tomar lá um remedinho para aquilo não ficar, mas a gente precisa fazer isso. Então, pastorino genial. compara a dor que nos aflige como uma dor que ele não entra nos detalhes, aí cada um com seu cada um. Essa dor não é desprovida de algum sentido. Esse é o é o X da questão. A dor e não é só o espiritismo que entende assim.

Outras tradições também entendem, cada um com seu cada um, mas a dor teria algum propósito para nós espíritas. A dor pode significar um convite à evolução. A dor que ninguém gosta de sentir, a dor é desprazeirosa, a dor é temida. Nós somos avessos a experiência da dor. Mas quando ela vem, ela nos obriga a realizar algum movimento físico ou mental. Esse movimento é o agulhão que nos precipita para outra posição. A dor, portanto, traz pedagogicamente experiências que sem ela não teríamos acesso. Ou tem aquele ditado que diz: "Se não evolui pelo amor, evolui pela dor." Então, a gente está sendo aqui, através dessa mensagem instigado a refletir sobre o que ele tá dizendo aqui.

Se você sofre, é porque a dor lhe trará benefícios futuros e não por vontade de Deus. Então veja a dor do parto, que eu não sei o que é isso, sou homem, mas para muitas mulheres é uma dor que tem relevância. E olha que o homem não sabe sentir dor nenhuma, né? Frouxo que nós somos. Homem parindo seria um transtorno galático. A dor do parto dá lugar depois a uma experiência que só as mulheres têm de ver sair do ventre aquela criaturinha que ao longo de aproximadamente 9 meses pediu espaço até virar o mundo. E esse intercâmbio físico e psíquico e emocional ocorreu durante a gestação. Então, esse elo, esse vínculo da mãe com o filho depois da dor do parto, eu não sei o que é isso.

Eu não faço ideia. Eu não faço ideia, mas é algo excepcional. Já ouvi vários relatos. É algo assim, a dor do crescimento, porque os dentes de leite vão caindo, você vai tendo situações na adolescência dessa tempestade de hormônios que vão caprichosamente determinando mudanças físicas e emocionais. Isso nem sempre ocorre em patamares de conforto. Há uma, né, uma transição nem sempre harmônica, né? Eh, a dor de lidar com o imponderável, o imprevisível, o que é algo inerente ao universo que é impermanência. a gente aprender a lidar com que a gente não tem controle, né? Que é aquela passagem da música do Gil do tempo rei, mães zelosas, pais corujas. Vejam como de repente as águas ficam sujas. assim, eh, não tem controle sequer sobre, você pode desejar o melhor pro seu filho, oferecer o melhor de tudo para ele.

Não tem nenhum de nós o controle sobre a própria criação, os rebentos que ocorrem na tua vida, né? Você faz a tua parte e o resto não tá sob sua alçada o controle, você vai torcer para que dê certo. Ficam turvas. Obrigado, terra graciosa. Mães zelosas, pais corujas, vejam como de repente as águas ficam turvas. Tempo rei, tempo. E essa oscilação traz um aprendizado. O próprio Gil, quando a gente fala de dor, por que Gil perdeu Pedro e Preta? Dois filhos. Como é o, qual o tamanho da dor da perda de um filho? Como lidar com a perda de dois filhos e seguir em frente.

Não que isso não seja extremamente doloroso e certamente aquela saudade doída, que em datas especiais de aniversário ou outra qualquer é uma ferida que não cicatriza. Assim dizem vários pais que perderam seus filhos, que eu conheço. Mas a vida segue e aprender a seguir em frente é algo que me parece inerente à natureza humana. Haja o que houver, do jeito que for. Sigamos. Então, o convite de pastorino é é perceber que esse Deus que tá à volta, tá dentro, tá em todo lugar, sabe exatamente o que a gente sente, o que a gente pensa, quem nós somos verdadeiramente. E quando ocorre uma experiência de dor, não é punição, não é castigo.

A dor é inerente à condição espiritual em que estamos inseridos. E nós vamos seguir em frente, experimentando cada vez menos episódios de dores incompreensíveis e lidando de forma cada vez mais sábia com contratempos ou obstáculos que nos desafiam a sermos pessoas melhores. É uma forma de ver a questão. É a minha forma de ver. inspirada em Pastorino, não precisa ser a sua. Sigamos em frente. Eh, para muita gente, o ano começa agora depois do carnaval e o Brasil ainda precisa fazer as pazes com uma cultura sustentável.

E a cultura sustentável deveria começar, é uma boa forma de começar a ser alguém mais antenado com a tua, o impacto que você determina sobre o planeta, que é dar a destinação inteligente aos resíduos. Isso começa na hora de que você vai fazer compra no supermercado, no fru, no shopping, escolhendo produtos que você de antemão sabe que são após a vida útil menos impactantes ao meio ambiente quando você tiver que descartar eh o lixo, as guerras do lixo, os despojos de um negócio global bilionário do Alexander Clap, jornalista do New York Times, Economist, London Review of Books, Guardian.

Vamos comparar top empresas de comunicação top no hemisfério norte recebeu diversos prêmios, entre os quais o Pulitzer, que é o top na área do jornalismo daquela parte do mundo. Quarta capa explica o propósito do livro. Se você se interessa sobre esse assunto, fica ligado. Recomendo. Nas últimas quatro décadas, a quantidade gigantesca de detritos gerada a cada dia no mundo, milhões e milhões de toneladas, produziu também outra espécie de sujeira, um negócio clandestino e bilionário, cuja finalidade é despachar os restos do consumo dos países ricos, Europa, América do Norte, para continentes distantes, paisagens intocadas, economias necessitadas.

Esse comércio praticamente invisível cria todo tipo de disputa, desde conflitos por fronteira, disputa por mercados e território, a luta pela preservação ambiental. Num relato assustador, fruto de um incansável trabalho de jornalismo investigativo, Alexander Clap nos prova como o planeta está sendo enterrado em lixo e aponta saídas possíveis. Então ele tá aqui trazendo informações sobre os gangsters da reciclagem em Java, desmanteladores de Cruzeiro na Turquia, catadores de plástico na Tanzânia, ativistas ambientais da Guatemala, jovens que desmontam e queimam celulares e televisores por centavos a hora engana.

Então ele mostra o que que acontece com os resíduos depois que a gente descarta e revela que enquanto uma parcela desse lixo monumental é enterrada ou jogada na beira de estradas, outra parcela bem maior não tem mais onde ser depositada e precisa sumir da vista das populações ricas. E as grandes corporações vão descobrindo saídas nada legais ou honrosas para isso, transformando em lixeiro que não deveria ser. O lixo vira produto e alimenta o mercado bilionário e oculto, sendo vendido, revendido e contrabandeado de um país pro outro com consequências devastadoras. Ele denuncia o silêncio sobre o assunto.

Lembra que no início do século, no início dos anos 2000, por exemplo, o maior produto de exportação dos Estados Unidos pra China era o lixo dos Estados Unidos. E a maior parte dos plásticos que a Alemanha reciclava tinha um destino nebuloso do outro lado do mundo. Por isso que eu digo, resolva esse problema dentro de casa. Seja você responsável pela destinação inteligente do seu resíduo. Não deixe o seu lixo fazer parte desse negócio sombrio. Porque quando os países ricos, que são os que mais têm dinheiro e mais consomem, precisam descartar o lixo, os aterros não dão conta, os incineradores não dão conta e aí, ó, vaza para países periféricos.

O Brasil já recebeu contêineres de lixo da do setor têxtil, roupas que não tinham mais utilidade, sapato velho, plástico de toda ordem. Você se lembra dessas reportagens? Várias. Porto de Santos abria contêiner, lixo, lixo, lixo, lixo, lixo. Você paga o frete para botar o lixo no contêiner, faz um relatório dizendo dei destinação final adequada. Para onde? Brasil. Pneu velho. O Brasil já foi, não sei se se livrou totalmente do fato de ser destino de pneu velho dos países ricos. E tem gente ganhando dinheiro que se presta a ser o comprador do pneu velho ou o que recebe dinheiro para receber o pneu velho aqui. Você sabia disso ou não?

A as guerras do lixo, Alexander Clap, os despojos de um negócio global bilionário. Tem que desarmar a bomba relógio do consumo pelo consumo, sem responsabilidade, sem consciência, com muito plástico descartável. E ah, alguém cuida disso, alguém bota isso em algum lugar. Pois é, esse é o problema. delegar a terceiros a solução que passa por você. Precisamos fazer a nossa parte. Amém. Não deixe para amanhã o que você precisa fazer hoje. Amém. Cada brasileiro gera em média mais de 1 kg de resíduos por dia. Amém. Precisamos ser responsáveis. pelo destino dos recicláveis e compostáveis. já disse aqui para muita gente, o ano começa depois do carnaval.

Faça de 2026 um ano em que você tenha a sua presença nesse planeta cada vez mais consciente. Consciência remete a uma atitude mais cuidadosa e responsável. Esse é o meu pedido, minha sugestão para todos nós a começar por mim. Um bom lema para 2026. Procure ser uma pessoa mais consciente, porque pessoas conscientes tendem a realizar movimentos e ações mais cuidadosas e responsáveis. nosso grande pensador, intelectual, teólogo Leonardo Bof. Beijo pro Leonardo e a Márcia. Fala muitíssimo bem sobre a ética do cuidado. A ética do cuidado. A palavra cuidado, ela é tão bonita, né?

Ela é tão bonita que ela expressa exatamente um comportamento que a gente deveria ter o máximo de tempo possível em casa, no trabalho, no trânsito, na rua. A ética do cuidado. Pessoas conscientes tendem a ter mais cuidado. Cuidado consigo próprio, cuidado com o outro, cuidado com o mundo que você vive. Que tal uma boa dica? Que que você acha? Vamos lá. Nós fizemos uma proposição ontem que procura refletir sobre a ganância.

E eu perguntei no Instagram, no stories, aliás, deixa eu falar do invent inventor não, do atual gestor do Instagram, do Facebook e do WhatsApp, Mark Zuckemberg, todo enrolado num tribunal de Los Angeles ontem, processado por uma família em que a menina desde pequena teve acesso à rede social e a família declara que ela se tornou viciada em redes. social, se tornou depressiva, realizou tentativa de suicídio. E isso é uma questão que acontece no mundo inteiro.

Nos Estados Unidos, o queerg tá enrolado com relatórios internos que ex-funcionários da meta vazaram pro mundo mostrando como ele é absurdamente indiferente a qualquer inovação tecnológica que restrinja o acesso de menores de idade, especialmente crianças, às redes sociais. E tem com perdão do trocadilho, a meta nesses relatórios vazados tem meta de aumentar e tem lá o percentual de aumento de tempo de uso de rede social, especialmente dos jovens. mostraram na cara do Zuckerberg o relatório vazado da empresa dele. Ele não teve outra alternativa se não admitir. É, a gente poderia ter feito melhor, mas é uma cara de pau, cara. Sabe aquela história de fazer barba e depois usar óleo de peroba?

É impressionante. A pergunta que nós fizemos ontem no stories do Instagram é se ganância tem cura. Eu não tô só aqui inspirado no mau exemplo do senhor Zuckemberg quando procura dissimular, procura falsear a realidade, procura desmentir uma situação que tá evidenciada num conjunto probatório, robusto, que depõe contra as reais intenções desse rapaz. Rapaz, não, ele já é e é o senhor que tá se lixando paraa saúde mental. Em última instância, nós estamos falando aqui de saúde mental. Em última instância, estamos falando aqui de saúde mental. Mas eu não tô só falando a ganância de quem tá à frente das bigtes.

Eu tô falando da ganância de políticos que, como diz a música da Rita, quanto mais tem, mais tem. Quanto mais tem, mais quer. Quanto mais tem, mas quer. Quanto mais tem, mais quer. [aplausos] Ei, pé de chinelo, até parece que o sangue é azul. Ganância. Quanto mais tem, mais quer. Eu quero mais. Mais, mais. Que que é ganância? Vamos pegar no pai dos burros aqui com ajuda da inteligência artificial. Ganância é o desejo imoderado, excessivo e egoísta de acumular bens materiais, riquezas ou poder, muitas vezes ignorando normas éticas e morais. É diferente da ambição saudável, por ser uma busca insaciável que pode prejudicar terceiros.

A ganância é frequentemente associada à desonestidade, corrupção e desrespeito à dignidade humana. Então, quando você flexibiliza extremamente o licenciamento ambiental, desrespeitando o princípio da precaução que tá na Constituição do Brasil e tornando mais arriscadas as os empreendimentos e as atividades que podem resultar em riscos à saúde ou à natureza, tem ganância na história. Tem ganância quando você eh disputa território sendo você miliciano ou traficante. É ganância. Disputa. Eu quero mais, mais, mais. Eu quero controle absoluto.

Tem ganância no setor desportivo, eventualmente no Brasil, no mundo, presidentes de clubes que não estão muito preocupados assim em regras coletivas que beneficiem todos os clubes, mas apenas o meu, o meu, meu. A ganância, gente, olha, o que não falta é exemplo. Cada enchadado uma minhoca. E eu perguntei se a ganância tem cura. Então vamos ver aqui. A dona Ariane trouxe aqui uma seleção que a gente eu vou saber agora quais são as questões. Eu vi, eu vi lá no stories do Instagram todas as colocações, nem sempre perguntas, né? Mas vamos lá, Rafinha. TR Teixeiraro pergunta: "O que é a ganância?" Eu já expliquei. E a ganância não gera obsessão de outras pessoas? Obsessão de outras pessoas?

Não sei se eu entendi bem sua colocação. Certamente a ganância poderá ser um mau exemplo. Você pode ter, por exemplo, alguém que perceba num sujeito ganancioso um exemplo de como subir na vida, entre aspas, como ser bem-sucedido, entre aspas. Quer dizer, a pessoa que não viu limites na sua obsessão por ser mais rico, mais poderoso, ter mais poder, ela pode servir de exemplo, ela pode inspirar maus exemplos. Isso eu acredito sim. Aliás, me permita dizer, não se ofendam, porque é apenas uma opinião. Muitas dúvidas em relação a um contingente numeroso de brasileiros que critica a corrupção.

Eu acho que a maioria, infelizmente, dois brasileiros que critica a corrupção, se estivessem no poder, se fariam diferente. Desculpa a franqueza, posso estar enganado, mas eu às vezes fico um pouco assim inquieto, percebendo, é uma percepção que boa parte, nem vou falar a maioria para não polemizar, porque eu não tenho nenhum dado à mão. Boa parte dos brasileiros que critica a corrupção, critica aquele safado, aquele ladrão. Se estivesse ali, se estivesse ocupando aquele carro, a minha pergunta é: faria diferente? Mônica. Fontes.56. Como podemos reverter o processo de ganância através do espiritismo? É uma boa pergunta.

Querendo deixar claro aqui, preciso na largada dizer, tem espírita corrupto, como tem católico corrupto, como tem evangélico corrupto, como tem budista, candobista, umbandista, judeu, muçulmano, corrupto. Portanto, veja bem, a filosofia espiritualista ou a religião são importantes ferramentas de aprimoramento ético e moral. Agora, não tem magia, não tem milagre. É um trabalho de reforma íntima, razão pela qual, quando a Mônica pergunta se é possível reverter o processo de ganância através de espiritismo, é perfeitamente possível. Quando você intimamente, sem se preocupar com a opinião dos outros, sem fazer disso uma alegoria na avenida. Vejam como eu tô fazendo. Vejam o que eu tô fazendo.

Quando é o processo da sua intimidade, você com você, e você realiza esse autoburilamento, esse aprimoramento íntimo inspirado nos princípios éticos e morais, no caso da doutrina espírita, sim, você poderá ter uma reflexão crítica em relação à ganância de que você é portador. Você podá reverativas, você poderá se desafiar dizendo: "Eu consigo mudar esse meu comportamento. Eu preciso provar para mim mesmo que eu não sou tão ganancioso quando as pessoas dizem ou quanto eu mesmo me acho. Eu vou fazer diferente. Porque a fé raciocinada constrange ela. Quando você movimenta as engrenagens da fé de forma sincera, ela te transforma, ela te arrebata.

E a consciência ela fica ou tranquila porque você tá indo no caminho que você aprendeu o seu certo, ou ela pesa porque você tá dizendo: "Ah, meu Deus, de novo." Agora, veja, quando a gente fala, é uma opinião, tá, Mônica? É possível reverter o processo de ganância? É. E como espírita, eu acho que uma vida às vezes pode não ser suficiente, nem para ganância, nem para inveja, nem para vaidade, nem para orgulho, nem para egoísmo. Às vezes uma existência não é suficiente. Aliás, em boa parte dos casos não é mesmo, mas precisa começar. E o que a espiritualidade maior espera de nós não é a perfeição numa vida, é o esforço possível. É o esforço possível. Renata Évora pergunta exatamente isso.

A questão é se é possível um um ganancioso mudar sua mentalidade numa sua existência. Já respondi. Penso que não. Eventualmente sim. Ganância cada um tem a sua. Algum tem? Algum acha que não é. E pode ter momentos em que bate o vírus da ganância. Pessoas que já se livraram do vírus da ganância, então não tem ganância. Pessoas que negam a ganância, mas todo mundo diz: "Isso daí é ganância". E pessoas que não têm vergonha, escrúpulo, prurido, constrangimento de serem gananciosas e acham que isso é top. Aliás, é uma questão de personalidade complicada. A pessoa que exalta a ganância, né? Sem ganância você é um fraco. Sem ganância você é um derrotado. Nossa senhora.

Eu fico imaginando assim o que que é o despertar espiritual dessa criatura eventualmente já desencarnada, porque ela fala: "Nossa, eu mal baratei, desperdicei recursos materiais, espirituais, emocionais, dando valor àilo que a traça corrói, como diria o Cristo." Miranda da Silva. É Angela Miranda da Silva. Ela inverteu aqui, eu acho, o a ordem dos fatores. Como não iniciar essa ganância para não precisar chegar a um ponto de não retorno? Olha, é complicado porque iniciar a ganó somos todos, isso na visão espírita, todos somos espíritos que nascemos. imperfeitos. em sucessivas encarnações, vamos lapidando o nosso, as nossas inclinações éticas e morais, adquirindo saber, conhecimento e a gente vai evoluindo, vai se despindo dessas imperfeições.

Então, a ganância, cada caso é um caso, cada espírito tem a sua trajetória. Ela vai certamente ter ocorrido ou está ocorrendo ainda, mas eu não sei aqui, não me nunca parei para pensar onde começa a ganância. Agora, quando você diz ponto de não retorno, aí eu tenho uma divergência amorosa. Eu não não acho que espiritualmente tenhamos pontos de não retorno. Nós podemos alcançar pontos extremamente difíceis de endividamento perante a lei, de comprometimento do nosso espírito imortal diante da lei de causa efeito. E aí haverá que ter a reparação.

E essa reparação, ela haverá de ser tão mais dolorosa ou consumir tão mais tempo em função da invigilância e das escolhas soberanas que cada espírito realiza na direção dessa ganância ou na direção de uma reflexão profunda aonde essa ganqu dessa ambição desmedida, irrefriável, que de repente te consome. Porque aí tem uma questão da sintonia. Você escolhe seguir um caminho, você se afiniza com isso e você, por essa identificação, atrai as forças sinérgicas, condizentes com esse sentimento, com essa expectativa. Então, vira um rolo compressor. Percebe? Já não é só você a ganância, é você e as tuas companhias espirituais enquanto você tiver naquela sintonia. Ah, isso é o ponto de não retorno.

Não, todos nós a qualquer momento, poderemos ter a experiência do despertar espiritual. Não importa em que nível de comprometimento com a lei você esteja. Todos nós temos um momento de despertar espiritual que pode ser um divisor de águas na tua vida. Ou pode ser um momento que você não aproveitou, mas ainda nessa vida ou em outra haverá de chamar a sua atenção, causar uma saudável perturbação. Uma saudável perturbação, porque a perturbação que remete a mudança, é o chacoalhão que inspira a nova atitude. É disso que se trata, na minha opinião. Luía de Miranda Lemos pergunta se a ganância é apenas algo material. A gente já deu aqui a definição, não. Ela vai na direção também do poder.

Eu quero poder, eu quero mandar, eu quero ter o controle. Ganância também vai na direção do que não é só acumulação de bens e posses, patarame, dinheiro. Gaiaur, Deia, Campinas. É saudável ter ambição desde que não prejudique as pessoas. Aqui na definição de ganância se marca a diferença de ganância para ambição. A ambição ela pode ser saudável quando ela é dirigida a um propósito que te eleva, a um propósito que te coloca numa direção que é boa para você, boa paraa comunidade a qual você está inserida, boa pro planeta. Portanto, a ambição não necessariamente tem uma conotação negativa. Uma pessoa ambiciosa não necessariamente é uma pessoa má, irresponsável ou inconsciente.

Não necessariamente. A pessoa pode ser ambiciosa na busca por objetivos que são nobres. Semanticamente, quando você pega o significado da palavra ambição, você vai ver ali que existe essa possibilidade de empregarmos o termo sem uma conotação negativa, tá? Mas a a ganância não, a ganância não se salva. A ganância é aquela palavrinha que não tem salvação, não. Você pode ser um bom ganancioso. Nenhum de nós é totalmente bom ou ruim. Você pode ter uma pessoa gananciosa que tem o seu lado bom e isso não é um problema para mim. Eu não vou, eu detesto os rótulos assim definitivos. Fulano é ganancioso, fulano é invejoso, cicrano é hiper vaidoso.

Você rotula as pessoas com um label assim que vira uma a ditadura de uma definição absolutista, né? Eu não não gosto disso. Acho que essa é uma visão deturpada. Portanto, eu até admito que uma pessoa que tenha uma ganância desmedida, eventualmente pode ser um bom pai, tá dando um exemplo ruim pro filho, mas pode marcar gols em outros aspectos. Pode ser um bom vizinho, pode ser. Entende o que eu digo? vai preencher outras lacunas, mas a ganância jamais será uma virtude. Jamais. Cláudia Barros 0302. Andrea Ganância é a filha do egoísmo. Desenvolver empatia seria cura. Ela é da Tijuca.

Olha, Cláudia, nós no espiritismo nos acostumamos, provavelmente reproduzindo alguma, algum texto de algum autor encarnado ou desencarnado, que o egoísmo é o pai de todas as imperfeições. Eu já ouvi isso e entendo isso, porque o egoísmo remete aos seus interesses apenas e tão somente os seus interesses. Então, o orgulho remete ao egoísmo, a vaidade remete ao egoísmo, a inveja remete ao egoísmo, a ganância remete ao egoísmo. Então, nesse sentido, o egoímo, o excesso de atenção que você dá apenas e tentão somente aos seus próprios interesses, seria de fato abarcaria todas as imperfeições. Alguém aqui estranhou e não tem problema, pode divergir de mim.

Tem gente dizendo assim: "Ganancioso e bondoso, ha [risadas] ter opinião e manifestar em público é complicado." Eh, Terra Graciosa falou: "É o o generoso que ela tá falando. Ah, eu eu não sei se eu usei a palavra generoso. O ganancioso pode ter alguns aspectos da sua personalidade que são elogiáveis. Eu eu não vejo problema com isso. Todos nós somos luz e sombras. Todos nós temos aspectos positivos e negativos na nossa existência. Ou alguém aqui é só bom, alguém aqui é pura luz. Se tiver meus parabéns, isso não me diz respeito. Eu tenho meu lado luminoso e tenho meu lado sombrio.

Então, quando eu digo que uma pessoa gananciosa possa ter aspectos de sua personalidade que são interessantes, para mim isso não é nenhum mistério. Nenhum mistério. Mas eu eu aceito respeitosamente todas as disposições em contrário. Ninguém aqui é o dono da verdade. Eh, Carla Sorondo, o que motiva o desejo desmedido? A ganância, ela é de pelotas. Eu eu me lembro, eu já li estudos antropológicos, mostrando, por exemplo, que o desejo de ter, de possuir mais do que o necessário poderia ter um fundamento ancestral quando nós na pré-história, caçadores, coletores, Ainda seres humanos desprovidos de conforto, tecnologia, organização política e social.

Éramos trucidad por predadores, sentíamos fome, padecíamos de sede, adoecíamos com facilidade, morríamos cedo, tínhamos uma vida muito sofrida. Eh, de alguma forma, é o que diz essa corrente de pensamento, na linha do tempo, quando a pessoa passa a ter mais folga no orçamento, quando ela começa a ter mais recursos, segundo essa linha de pensamento, provavelmente você traz de reminiscências ancestrais o desejo de acumular, acumular, acumular, porque você padeceu de muita, muita falta, muita escassez, muita imprevisibilidade no seu passado ancestral.

Então, se não é legitimar a acumulação de bens e posses, mas tentar explicar dizendo assim: "Quem padeceu horrores no cenário da escassez, quando passa a ter alguma condição melhor, não vê problemas em ter muito mais do que necessita, porque vai que o vento muda de direção, vai que eu fico numa situação de penúria." Essa explicação pode até fazer algum sentido até a página dois, porque são muitos os exemplos de pessoas que vieram de origem muito humilde, que alcançaram uma condição de riqueza, mas não esqueceram de onde vieram, não esqueceram dos amigos, dos vizinhos, da rua onde nasceu na periferia eventualmente, e resgata essa memória fazendo dos recursos excedentes em favor daqueles que ficaram para trás.

Então, eh, continuo achando, penso eu, que cada existência, sou reencarnacionista, tá? Peço licença aqui para situar a resposta nesse momento no território da minha crença. Nós, ao longo de sucessivas encarnações, experimentamos diferentes condições de saúde, de escolaridade, de melhor ou pior eh condição de educação em família. Eh, numa encarnação você vem bonito e atraente. Nemutra encarnação você vem feio que nem Deus me livre. eh diferentes cores de pele, diferentes culturas e cada encarnação traz alguma experiência enriquecedora para o espírito imortal.

Numa encarnação vem o homem, outra encarnação vem mulher, numa outra encarnação, a minha sexualidade não é, isso tem nome novo que eu não sei ainda recitar, reproduzir. Eh, eu posso ser bissexual? Posso. Você gosta de homem ou de mulher? Eu já tive experiência com um e com outro. Isso faz de mim um pervertido, um promisco. Não necessariamente. Eh, esse é um tema interessante paraa gente abordar qualquer dia mais profundamente, porque aonde há amor e respeito, não há devastidão ou promiscuidade. Aonde a verdade, sem imposição, constrangimento, onde há consenso e onde há um sentimento amoroso, ali a gente não vai perceber. pelo menos eu não percebo nenhum tipo de eh risco espiritual, porque a tua sexualidade não te define espiritualmente.

O uso que você faz da tua sexualidade, sim, vou repetir. A tua sexualidade não te define espiritualmente. o uso que você faz da sua sexualidade, com que intenção, que motivação, que circunstâncias levam você a exercitar a sua sexualidade? Aí sim a gente pode ter situações que não sejam favoráveis. Isto posto, [risadas] cada encarnação vai trazer aqui um pacote de experiências que a gente pode aproveitar bem ou não. Não é isso, Regiane Andline Boliveira, André é querido, seria o ganancioso alguém que não tem confiança no divino e por isso teme a escassez? Pode ser também, mas eu eu tenho dificuldade, com toda a franqueza, Regane, em rotular. Nós somos mais de 8 bilhões de encarnados.

A população de desencarnados é ainda maior. Cada um de nós é único no universo. Cada um de nós tem a sua própria rodagem, quilometragem espiritual, conjunto de experiências, conjunto de vivências. de cada um de nós pensa de um jeito, sente de um jeito. Aí a gente querer enquadrar dizendo assim: "Não, é quando acontece isso é assim, quando acontece desse jeito é assado. Eu e e fico satisfeito de pensar assim, eu tô aprendendo isso é uma é uma conquista espiritual, a não rotular as pessoas com tanta pressa na suposta sapiência de que não, se falou desse jeito é assim, se espirrou dessa maneira é assado. Se passou a mão no cabelo assim é porque é desse jeito.

Se passou a mão no cabelo desse jeito é é outra coisa. Pelo amor de Deus, já reparou quanta gente por aí adora rotular? Quanta gente por aí adora eh expor uma suposta sabedoria dizendo: "Eu já sei que aquela pessoa é assim, nem conhece direito, nunca conversou profundamente, tem alguma impressão? Quantas pessoas já não se surpreenderam tendo uma primeira impressão de alguém, eventualmente uma primeira impressão ruim, que depois se desmancha a impressão ruim e você vira amigo, às vezes melhor amigo daquela pessoa. E o reverso também, uma primeira impressão excelente. Você fala: "Nossa, encontrei minha alma gêmea". [risadas] Aí depois essa primeira impressão virou vinagre.

Você fala: "Jesus, como é que eu não percebi antes?" Porque você vai ter tempo de conviver, de conhecer, de entrar, digamos, na intimidade da pessoa. É aí que você tem, digamos, o direito de dizer: "Eu conheço alguma coisa. né? Porque nós somos a soma de várias camadas. Você pode morar a vida inteira. Um casal que vive junto há 60, 70 anos, né? Bodas de titânio, nem existe isso. E você pode ter quando a criatura desencarna, né? surpresas em relação a nossa, você é assim. Nossa, eu não conhecia esse aspecto da tua personalidade. Nossa, que revelação. Positiva ou negativa, você vai dizer: "Nossa, eu não sabia".

Então, sabe, é muita pretensão você dizer: "Eu sei, eu conheço totalmente." Eu não, eu me policio muito em relação a isso, porque eu tenho essa inclinação também. Eu não tô imune aos rótulos. E a gente precisa ter esse cuidado em benefício da nossa ética espiritual e da nossa honestidade intelectual. Não é admissível que ninguém ouse dizer que sabe exatamente o que o outro é sem conhecer o outro. Conhecer é um é um ofício, cara. Leva tempo, exige a ruminância da convivência em diferentes situações e momentos. para você ter uma pálida ideia do que aquela pessoa vem a ser, né? Quanta coisa importante, penso eu, a gente tá falando hoje. O calor é imenso.

Mais uma vez homenageando aqui o nosso querido ai Gustavo Marinho, voluntário da praia do Pontal aqui no Rio de Janeiro, me deu ontem de presente a camiseta voluntário ecológico numa praia procurada por surfistas. E ele lá fica limpando voluntariamente a vegetação de restinga, pega material reciclável que vir que é foi abandonado na praia como lixo e transforma em obras de arte. Ó, força, coragem e fé. Fiquem com Deus. Protejam-se do calor. Ótima, ótimo fim de semana. Atenção, não haverá papo das 9 no domingo, porque eu viajarei sábado à noite. Chegarei no meu destino de madrugada, de domingo, para domingo e segunda-feira, gravação, ralação, produzindo cidades e soluções.

Voltarei na terça-feira à tarde, então não teremos Papo das 9 no domingo, tá? Fiquem com Deus. Tudo de bom. Vamos em frente.

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