Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)
Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Olá, olá. Muito, muito bom dia a todos vocês, onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, do jeito que vocês estiverem. a nossa vibração aqui, ó, um aché, uma irradiação positiva que possa chegar e alcançar a todos e todas. Sejam todos bem-vindos mais uma edição ao Vivaço do Papo das 9, direto do meu cafo Ardendo sol e calor abafamento aqui no Rio de Janeiro. Ondas de frio recorde nos Estados Unidos, em parte do hemisfério norte.
chuvas colossais e sem precedentes na zona da mata mineira. Antes de começar para valer o papo das Novas, eu queria fazer uma breve consideração em relação aos episódios envolvendo essa tragédia com o número elevado de mortos e desaparecidos. Jus de Fora e o bar. Jora é uma cidade que a gente tem muita proximidade geográfica e emocional. Estou sempre, pelo menos uma vez por ano em Ju de Fora.
Tenho amigos por lá. A gente fica muito sensibilizado, muito penalizado. Mas eu preciso falar algumas coisas. Em primeiro lugar, como o Brasil, que é um dos países mais vulneráveis à crise climática do planeta, do meu ponto de vista, apesar dos avanços na capacidade de emitir alertas e definir protocolos de resposta ágeis, já foram bem mais morosos, no socorro às áreas atingidas por inundações, deslizamento de terra ou de pedra, nós precisamos avançar mais porque o tempo urge. É, portanto, necessário, especialmente se tratando de um ano eleitoral, que a gente se dê conta de que nós temos, segundo o Semad, que é o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, eu tive cuidado de rechecar esse dado ontem, conversando com a direção do Semadém.
aproximadamente 12 milhões de brasileiros vivendo em áreas de risco. 12 milhões de pessoas. Não é que elas morem mal, não é que elas têm uma casa que não é a casa ideal. A categoria é risco. 12 milhões de brasileiros vivendo em áreas de risco.
Normalmente encosta de morro não edificável. Não era para ter gente morando ali. Margem de lago, lagoa, Rio, vársia, Manguezais, áreas também não edificáveis. A culpa invariavelmente não é dessas pessoas, é a minha opinião. Ah, vai morar lá sabendo que pode acontecer uma tragédia.
Nós temos historicamente um déficit de moradias. No Brasil, déficit de moradias populares. Salvo engano, tivemos apenas dois grandes programas públicos que procurou reduzir o déficit de moradia popular. na época da ditadura, o BNH, né, o Banco Nacional de Habitação, conjuntos habitacionais construídos por aí, não vou fazer juízo de valor se é bom ou ruim o programa do BNH e o segundo programa que fecha a lista é o Minha Casa, Minha Vida. Não vou entrar no mérito se são programas bem feitos ou mal feitos.
Eu tô dizendo na história do Brasil, salvo engano, só houve dois grandes programas de financiamento de moradia popular que mereçam ser chamados assim em escala. Então, existe um déficit habitacional, isso é outro dado, mas existe além do déficit habitacional um o dado que me preocupa que é moradia de risco. Moradia em área de risco. Estamos no ano eleitoral. Qual é o compromisso dos candidatos à presidência da República para resolver esse problema?
Estamos no ano eleitoral, disputa pelo governo dos estados. Qual é o compromisso dos candidatos para que esse número reduza drasticamente, posto que a crise climática vem alavancando desastres causados principalmente por tempestades, chuva ou vento forte, deslizamento de terra de pedra, enchente. Eh, um outro dado, nós temos no Brasil uma singularidade. Esse é o país que mais destina dinheiro nosso do orçamento federal para emendas de parlamentares em Brasília. Eu pergunto, qual o percentual de recursos de emendas que segue em favor desses 12 milhões de brasileiros que vivem em áreas de risco?
Sistemas de alerta e monitoramento eficazes? mais segurança para quem vive e boa parte da população em situação de flagelo. Você pode não morar numa área de risco, mas você tá em trânsito, a sua cidade alaga fácil. Existem questões muito sérias que, no meu ponto de vista e na minha opinião, não estão sendo enfrentadas como deveriam. É esse o recado que eu queria dar.
Nesse exato momento que eu tô conversando com vocês, a temperatura do Oceano Atlântico está 3º acima da média. Também citando aqui as fontes que eu consultei ontem, uma delas, o meteorologista chefe do SEMADEN, Marcelo Seluc. Quando você eleva a temperatura do oceano nesse nível, água quente aumenta, evaporação e umidade. Isso é nutriente para tempestade. Isso turbina desastre.
E esse é um fenômeno global. Mas o Brasil é vulnerável. pelo su pelo seu tamanho e pela quantidade de gente que tá mais exposta à tragédia. Então eu quis aqui, me perdoem, na abertura do papo das 9 compartilhar com vocês um assunto que é do meu interesse há muito, há muito tempo, há muitos anos e que diz respeito ao meu país no ano eleitoral, eu acho que a gente precisa fazer mais e melhor, porque não dá mais pra gente ficar no círculo vicioso de corre a tragédias. Autoridades botam o colete da Defesa Civil, vão pro lugar da tragédia, falam: "Estamos providenciando assistência a todos, ninguém vai ficar na mão".
Claro que isso é importante, mas isso não é ou não resume a solução. Não é mais possível a gente ficar eh toda hora ciclicamente percebendo como agora se percebe a partir de Minas Gerais. E não é só o governo de Minas que pisa na bola nesse sentido, mas é muito triste quando depois da tragédia, e para isso serve o jornalismo sério baseado em dados, se apura que o governo estadual de Minas Gerais reduziu de 135 milhões para apenas 6 milhões a verba de prevenção contra impacto das chuvas de 23 para cá em 3 anos. Esse recurso precioso, importante, necessário, que era de 135 milhões, que eu nem sei honestamente eu não sei se é muito ou pouco, era 135 milhões, passou para 6 milhões. Aí não dá, não dá, não dá, não dá pra gente flertar com o risco em tempos de crise climática num país tão vulnerável quanto o Brasil.
Isto posto, vou seguir em frente. Papo das chegando para Hoje tem muita informação aqui. Primeiro, se vocês estão percebendo que eu tô bronzeado, eu não, eu não fiquei na farra não, tá? Não fiquei relaxando na praia não. Nenhum problema de relaxar na praia ou tá na farra se você tá no seu horário livre.
Mas eu fui pro Nordeste, não vou dizer em que estado esse fim de semana, dois dias intensos de gravação com meu companheiro, repórter cinematográfico Douglas Lima Fera e outro companheiro que eu não vou dar nome sobrenome, senão o pessoal vai matar a charada onde eu estive, mas vou falar o nome que ele merece, o Vital, outro cinegrafista usando drone para fazer o programa de estreia do Cidades e Soluções sem ser esse sábado, o seguinte s de março bombando, cara. Programa maravilhoso. Mas eu não posso falar, eu vou falar semana que vem, me cobrem, mas eu não posso antecipar. O programa tá começando a ser editado hoje. Vamos, vamos devagar com Andor.
Ficou bem legal. E esta besta que vos fala, e eu sou carioca, eu uso filtro solar. Filtro solar é importante todo dia. Eu tô com filtro solar dentro de casa. Nordeste com o sol.
Esta besta que vos fala deu mole com o quê? O filtro solar. E assim, tomara que quem cuida da minha saúde, meu médico não esteja vendo isso. Ainda bem que eu não tenho dermatologista. É, tenho também.
De vez em quando eu vou. Tomara que ela não esteja vendo. Ih, senão vai dar ruim. Sabe aquela bronca que você leva, macaco velho, cara, vou fazer 60 anos em julho. Aí levar bronca porque não botou filtro solar, eu não mereço, né?
Eu não mereço. Vamos lá. Vamos perguntar aqui pro oráculo. Aliás, a Cristiana Pastoreno, filha do nosso grande mestre de minutos de sabedoria, tá pelo Rio de Janeiro. Vamos ver se a gente se encontra, né, Cristiana?
Não te dei resposta ontem. Ontem foi um dia para lá de Marraque, mas vamos ver se a gente se encontra. Vamos lá. O que diz o minutos de sabedoria para nós hoje. Eu peço então a licença para acessar aqui os amigos invisíveis, os amigos espirituais, que eles nos deem aqui a honra da presença.
Quando há o firme propósito de realizar alguma ação voluntária em benefício do coletivo, onde for, do jeito que for, nós atraímos boas energias e vibrações e boas companhias espirituais. Eu espero que as minhas hoje sejam simplesmente as melhores. É o pessoal que já tá com a gente há quase 6 anos. que eu possa ser um instrumento maleável, uma ferramenta útil, meio adequado para acessar aqui ao acaso, entre aspas, a página indicada para nossa reflexão dessa manhã. Onde vamos?
Onde vamos? Onde vamos? Eita, 203. Se liga na missão, hein? Mantenha seu bom humor em todas as circunstâncias e procure manter vivo o bom humor de todos os que o cercam na vida.
A alegria é um medicamento divino. A tristeza, ao contrário, nos mergulha num oceano de lama, que salpica e suja aos que de nós se aproximam, mesmo entre sofrimentos e dores. Busque ser alegre, porque a alegria é o melhor remédio para nos dar felicidade. Eu tô muito feliz de durante a leitura, a minha tela mental registrou aqui a sintonia com uma memória. Eu tô falando da dor de ver o flagelo que hoje acomete Juiz de Fora e o bar, mas Juiz de Fora a gente tem mais proximidade por conta da da chuva colossal sem precedente.
Há um número grande de mortos, de desaparecidos e desabrigados. Eles certamente estão acolhidos em lugares onde a prefeitura determina em caráter emergencial que eles aguardem até que o serviço de assistência social faça o cadastramento para verificar para onde essas pessoas devem ir, se elas têm direito e elas têm a a um ressarcimento, alguma ajuda para morar com dignidade em algum lugar. Enfim, eu tô me lembrando quando eu cobri dois anos atrás o maior desastre natural da história do Brasil, na minha opinião, pelo gigantismo e pela proporção, não em número de mortos, mas em destruição de estrada, de patrimônio. Aeroporto internacional ficou fechado meses, algo que nunca se viu no Rio Grande do Sul, particularmente em Porto Alegre, circulamos por ali, fizemos esse registro, estivemos lá no auge dessa crise climática e estive em abrigos, na verdade, áreas aonde os desabrigados ficaram Eh, abrigados, acolhidos em colchonetes. Aí tem lá um um serviço de bandejão para dar de comer, tem os banheiros.
Eu fui numa universidade que abriu generosamente as portas. O campus da universidade virou uma cidade, porque eram milhares de pessoas. O que que eu tô lembrando? passeando ali dentro para ouvir as pessoas e fazer o registro do que tava acontecendo. Obviamente eu me deparei com muitas famílias que estavam ali entendendo a dimensão do problema.
Perdi casa, perdi móveis, perdi eletrodoméstico. Flagrei quando a gente tava navegando, eu e Luiz Paulo Mesquita, nosso cinegrafista, um um senhor que tava com água pela cintura, voltando pra água que tava debaixo d'água, mas a água tava descendo. Ele voltou lá para quê? Eu perguntei: "Que que o senhor veio fazer aqui?" Ele disse: E a gente ficou com lágrima nos olhos assim, porque ele tirou do bolso a foto da nossa família. Eu eu eu não podia deixar a água levar.
Eu prometi paraa minha mulher, pros meus filhos, que eu ia trazer. Era uma foto que tava na sala, uma foto bonita, não tinha substituição para aquilo. Aquela foto em papel da época de máquina, rolo. A mensagem do pastorino fala de de bom humor. Que que eu vi nesses abrigos improvisados com milhares de pessoas no Rio Grande do Sul?
Eu vi aqui e ali, principalmente as crianças. que criança é criança em qualquer lugar do mundo. É criança na Ucrânia, debaixo de bomba. É criança na faixa de gasa, debaixo de massacre, é criança. Aonde você tiver, nas piores condições que você estiver, pela razão que for, você vai descobrir a brincadeira.
você vai brincar com o coleguinha ali do lado, vamos jogar bola, vamos brincar de boneca, vamos brincar de pique esconde, vamos brincar de alguma. E aquilo do ponto de vista assim da psicosfera do lugar era um refrigério, né? Era como uma energia que conseguia diluir a carga brutal de preocupação, tristeza e desalento. Então eu li essa mensagem do pastorino falando de bom humor. Mantenha seu bom humor em todas as circunstâncias, porque a vida já traz as suas tribulações.
Quando a gente tá numa situação de penúria, de desgraça, aquilo já tem o seu peso inerente. tentar de alguma forma, sem que isso seja um movimento artificial, sem que isso seja um simulacro de você, não é você inteiro, você tá fingindo que tá tentando eh mudar a vibração, não. algo genuíno que brote do coração e leve você a diluir, ainda que rapidamente e numa escala pequena, a imensa dor daquele momento. Também no Rio Grande do Sul, eu me lembro de puxar a solta, havia lá um camarada com a camisa do Grêmio no colxonete com a família. Aí eu perguntava: "E aí, meu amigo, como é que tá a situação?
De onde você vem? Aí da p comecei a perguntar, você é gremista? Sou. Aí o papo mudou pro futebol, o brilho no olho dele mudou. Ele já engatava uma sintonia na direção do futebol que ele gosta e por acaso eu também.
E o papo foi durante alguns breves minutos na direção do futebol. E vida que segue, porque a vida segue de uma forma ou de outra segue. E o que hoje é ruína, desgraça, desesperança, amanhã essa energia vai se diluindo em favor de outras expectativas, outras oportunidades, outras formas de ajuda, algo inesperado, algo inusitado. Imponderável acontece. O imponderável acontece.
É aquilo que alguns religiosos chamam de providência divina. É aquilo que não escapa aos olhos de Deus. É aquilo que tá presente na dinâmica da vida e da natureza. Depois da tempestade vem abonância, desuditado. A gente vai abrindo espaço no coração da gente para essa ciclotimia da vida e da natureza.
O bom humor é um ato de resistência. Rir é um ato de resistência e ele pode ser bem-vindo, especialmente em momentos de tragédia, quando surgir o ensejo. A gente não vai ter insensibilidade de tentar contar piada, fazer gracinha num lugar aonde aquilo, aquele momento tá pedindo um luto, aquele momento tá pedindo uma reclusão, um silêncio. É preciso ter o cuidado, a sensibilidade de perceber de que maneira a gente pode fazer a nossa parte no sentido de diluir a carga pesada de uma psicosfera que não surgiu do acaso, ela vem do momento. É o que me ocorre dizer.
Quem quiser ler depois e fazer a sua própria reflexão, fica à vontade. Mensagem 203 do pastorino. Sugestão de leitura para hoje. Eu já recomendei esse livro. Eu já dei esse livro de presente, é de uma pessoa que se tornou um amigo.
Eu tô falando do Alexandre Caldini de São Paulo. Ele que é um administrador de mão cheia e que participa eh ativamente do movimento espírita como autor, como palestrante e como autor. Um dos livros dele que eu tô recomendando hoje é A vida na visão do Espiritismo. Ele também tem o livro A morte na visão do Espiritismo. Os dois livros são muito bons e tticar de forma clara, objetiva, inteligível.
É uma conversa. Sabe aquele livro que conversa com você? É uma linguagem direta. E isso facilita muito a compreensão de aspectos, eu diria, complexos que a doutrina dos espíritos traz. Então, para quem é espírita é um prato cheio.
Para quem não é espírita, mas é curioso em relação ao que a doutrina fala, recomendo a vida na visão do espiritismo de Alexandre Caldini, da editora. E tô recomendando esse livro. Preciso ser sincero, honesto com vocês, porque abre caminho para eu fazer um convite hoje. Hoje, quarta-feira, se você não tiver ao vivo, mas assistir depois o papo das 9. Hoje, quarta-feira, que dia é hoje?
25 de fevereiro, eu tive a honra de ser convidado pelo Alexandre Caldini para ser o primeiro entrevistado do programa dele, que estreia nesta quarta-feira num canal do YouTube, um programa de bate-papo, de entrevista, mas é uma conversa. 8:30 da noite é live de estreia do programa do Alexandre Caldini na TV ULP, OK? Vai lá no YouTube TV U LP. Aí você vai 8:30 da noite ver este que vos fala, ter a honra de ser entrevistado pelo Alexandre Caldini. É só chegar.
Cristina Sard, fala o nome de novo, por favor. O nome do quê? Do livro ou o nome do Alexandre? Vamos lá. A vida na visão do espiritismo.
É o livro que eu tô recomendando do Alexandre Caldini. Se você quiser, já leva o outro junto. A morte na visão do Espiritismo. E é com ele que conversarei hoje no programa de estreia dele no canal do YouTube TV ULP com Alexandre Caldini. Vida longa pro seu programa, viu Alexandre?
vai dar tudo certo, deixa fluir e é uma honra ter sido convidado por você para participar desse seu projeto, tá tudo de bom. sugestão hoje é o momento que a gente ou pede ajuda para alguma instituição ou sugere uma reflexão de um tema do momento. Eh, obviamente a gente precisa ter toda a atenção para ajuda a quem ficou sem casa ou sem dinheiro ou sem trabalho ou ficou numa situação desesperadora, tanto em Juiz de Fora quanto Ubá. Isso vale para todas as cidades. No litoral de São Paulo também teve muita destruição.
Aonde haja, desabrigados, desassistidos. Mas eu vou focar hoje, a gente vai falar muito de Jus de Fora e Ubá nos próximos dias. Essa história ainda tá acontecendo, a previsão ainda tem mais chuva. Infelizmente é um momento tenso naquela parte do Brasil. Mas eu queria sugerir a vocês atenção para um projeto que eh eu eu particularmente fiquei muito muito entretido com esse essa associação.
Eh, eu coloquei até no stories da casa recomeçar. Eu vou falar para vocês, eu acho que merece a atenção de vocês. Eu vou dizer direitinho qual é o endereço deles aqui no Instagram para você chegar à sua conclusão sobre a associação Recomeçar. Eles têm um site também, se você preferir. Ah, não tô no Instagram, não gosto de Instagram.
Então vai lá. Associação Deixa eu botar aqui direitinho que eu eu me programei para falar pelo Instagram. 75 pessoas retiradas das ruas através de reinserção familiar, 284 famílias retiradas da insegurança alimentar grave, 200 mulheres capacitadas com cursos profissionalizantes, 536 crianças e adolescentes beneficiadas diariamente. Tá lá explicadinho qual é a história da associação Recomeçar. É associaçreçar.org, org, o site associacão sem assento e sem o rabinho do ccidilha associacão recomeçartudojo.org.
Lá tem a história deles, lá eles prestam contas para onde vão os recursos arrecadados, que eu acho fundamental. oferece a oportunidade quem queira ser voluntário, quem queira ser um doador, ainda que com pouco, mas regularmente. Então, eh, no a presença deles no Instagram, no Instagram é Recomecar_2. A página da associação casa recomeçar é Recomecar e tem uma campanha, gente, tá lá o Pix deles. Eu vou dar até o Pix agora, tá?
Depois eu dou de novo. Não vou dar no final primeiro. Deixa eu contar o enredo. Eles estão, uma das campanhas que eles estão fazendo é urgente, mãe e filho despejados hoje. Qual é a história?
Pâmela e Pedro foram despejados. Pâmela é professora de educação infantil, tá desempregada desde novembro, é mãe solo de uma criança autista nível dois de suporte, que faz acompanhamento e aguarda a decisão judicial do LOAS. A dona da casa onde a Pâela tava de aluguel não aceitou negociar o pagamento dos atrasados, enchotou, tirou ela dali e aí a associação resolveu providenciar, apoiar essa família, achando um lugar emergencial para Pâmela. Eh, é uma situação delicada porque na casa que era alugada ainda ficaram móveis, ainda ficaram alguns eletrodomésticos, ela não tem nem dinheiro para fazer mudança. As necessidades emergenciais é pagar os devidos valores eh do atraso do aluguel, eh a alimentação e a medicação do Pedro.
A medicação do Pedro, que é o filho autista, eles já conseguiram emergencialmente R$ 300, dá pro gasto nesse momento. Então, quem quiser ajudar, eu vou dar aqui, portanto, o Pix da Associação Casa Recomeçar. você doando, faça chegar a mensagem via site ou via Instagram lá em mensagem lá em eh como é que se chama? Quando você conversa reservadamente, né? Você diz: "É para Pâela esse recurso, tá?
O Pix é 41 9057. Aí tem a barrinha 00149. Eu vou repetir. É o Pix da Associação Casa Recomeçar que tá apoiando a mãe e o filho que foram despejados de casa e precisam de ajuda. 41 907 1000 ao contrário que é 001 49.
Eles têm campanhas aqui para ajudar a comprar mochila pra garotada que tá indo pra escola e não tem uma mochilinha. E não precisa ser mochila cara de marca, não. Mochilinha que resista a um ano letivo que seja. Tem muitas campanhas legais. Eu eu eu sinceramente e me surpreendi quando entrei no site, eu vi que tem gente que eu eu confio, né?
Gente que eu conheço, que já segue essa página. Então é mais uma redundância na credibilidade da instituição. Tá bom, gente? Associação Casa recomeçar. Então vamos lá.
Vamos para onde André? Vamos pra pergunta que eu fiz. Foi uma pergunta. Eu fiz, na verdade, pra gente ter um assunto para tratar com a colaboração de vocês. Lição de cidadania dos indígenas.
É o tema das mensagens que vocês mandaram para mim, tá? E aí eu recebi um catatal de pergunta aqui, não pergunta, perguntas e colocações várias. Eu vou aqui fazer reproduzir algumas. Obviamente quando eu falo lição de cidadania, eu tô falando da disposição de centenas de indígenas de diferentes etnias, 14 etnias diferentes de várias partes da Amazônia, que passaram mais de um mês acampados no acesso ao porto da Cargil em Santarém, reivindicando a revogação de um decreto de agosto do ano passado do presidente da República que autorizava estudos para viabilizar a concessão para iniciativa privada de hidrovias em três rios importantes da Amazônia, Rio Madeira, Rio Tapajós e Rio Tocantins, três rios importantíssimos. Chegou a fazer pregão eletrônico para escolher uma empresa para começar a dragagem do rio Tapajó sem estudo de impacto socioambiental.
Tudo as pressas em interesse de grandes empresários que querem usar os rios para fazer o transporte de milhões de toneladas de grãos, principalmente soja, no porto da Cargil em Santarém. Quem quiser pesquisa a história do porto da Cargil em Santarém, porque esse porto é todo polêmico, a maneira como ele foi construído também sem os devidos estudos. muito eh complicada a conjunção dos interesses dos povos originais com os empresários do agronegócio em certos lugares do Brasil. Esse lugar não é diferente. E os indígenas conquistaram uma vitória que foi o anúncio da revogação do decreto.
Bom, eh, do meu ponto de vista, quando eu falo que é uma lição de cidadania, é que eles estão lutando por uma causa que não é só deles, proteger os rios ou ter a disposição de sacrificar-se para ir para um lugar ermo, sem banheiro, sem as devidas condições de asseio, higiene, conforto, ficar lá um mês em defesa desses rios. É algo que a gente não tá acostumado a ver por aí e é algo que tem seu valor e é algo que, do meu ponto de vista chama atenção para questões que quem tá lá operando negócios como empresário, falando de logística, vamos ter aqui uma rota de escoamento do grão, bá. E você normalmente, não vou generalizar, não tá muito preocupado com os impactos dessa logística sobre recursos naturais. e sobre as populações que estão situadas ali. É a minha opinião e eu já a manifestei publicamente.
Eu realmente não sou contra o desenvolvimento, mas eu sou contra o desenvolvimento assodado que é atropela direitos e que não é feito com a justeza, com a precisão de avaliar detalhadamente, pormenorizadamente os eventuais impactos. As novas regras do licenciamento ambiental aprovadas no Fórceps, no Congresso, dispensam o estudo de impacto ambiental para dragagem. É uma coisa inacreditável, porque no caso do rio Tapajós, houve alertas do IBAMA e do ICMB e também da Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará. Quando você começa a fazer drag, você tá removendo o lodo, sedimento, terra do fundo do rio para aumentar o calado, a profundidade do rio e as balças, transportando grãos, principalmente, possam navegar por ali mesmo nos períodos de seca. obviamente aumenta a profundidade do rio.
E daí cavucá leito de rio eleva turbidez da água, impedindo a passagem da do raio solar até, se não o fundo do rio, até as camadas abaixo da superfície. Isso tem impacto direto sobre a fauna, sobre a vida das espécies dali. E certos pescados são particularmente sensíveis a isso. Pescado é a fonte de proteína dessas populações. Ali tem a área de reprodução dos quelônios no baixo Tapajós, que é aquela tartaruga famosíssima na Amazônia, que é um ícone da fauna local e que precisa também ser protegida ou preservada, porque não é só fazer dragem, tem portos, tem áreas novas, porque aí torna-se interessante uma hidrovia mais ágil, você começa a tornar a terra em torno do rio mais interessante, que eu vou derrubar a floresta, vou plantar aqui e vou desaguar ali.
Isso é logística. Palmas pra logística, vaias pra resiliência desses ecossistemas. É disso que se trata. Esses indígenas, eles estão realmente comprometidos com algo que extrapola os interesses deles em particular, no meu ponto de vista. Por isso que falei do que me pareceu ser uma lição de cidadania, né?
Então vamos lá. Onde eu quero chegar aqui? Vou pegar as perguntas, as perguntas ou as questões trazidas por vocês com as perguntas enviadas nas mensagens de vocês. Cristina Matias 21. Alguém lá de cima realmente se importa com os indígenas?
É ruim, hein? Os penduricalos é mais. Ela tá falando das prioridades do andar de cima, né? onde tem há indígenas predominantemente no andar de cima não há. Soninha Guajajar é a primeira ministra de estado que ocupa uma pasta inspirada nos direitos indígenas nunca antes.
E ainda assim não tem muito espaço na explanada dos ministérios, não. Não tem prestígio, não tem verba, não tem eh, eu diria, é um ministério que precisa de ajuda de de outros para existir e realizar seus atos. E os penduricários, você sabe o que que são, né? Essa infâmia de você ter por aí procurador do Ministério Público, desembargador, ganhando muito acima do teto salarial estabelecido pela Constituição Brasileira, que é o salário de um ministro do Supremo. Tem ministro por aí batendo R, R$ 360.000 por mês.
Que que você acha disso? Eu acho isso uma escrescência. E isso é a soma dos penduricários que vão sendo acoplados ao salário. Assim, você quer que eu explique isso? Eu não sei explicar.
O Brasil tem uma elite do funcionalismo que é autoimune, né? Ela ela se blinda e ela define as próprias regras e a gente paga a conta. Aliás, falando sobre isso, vocês viram, Qual é a pior punição que pode ter um magistrado, um juiz ou desembargador? É ser aposentado com vencimento integral. Eu eu sou contra isso.
Eu sou contra isso, né? Esse ano mal começou, a gente já tem aí ministro do STJ que pediu licença médica depois de ser denunciado por abuso e que depois outra pessoa também entrou na fila dizendo: "Eu também fui abusada existe, ele teve que se afastado do cargo." Pior que pode acontecer em se confirmando as denúncias, ele vai ser aposentado com vencimentos integrais. Aquele absurdo caso do de dois juízes que determinaram a inocência de um adulto que se casou com uma criança de 12 anos, quando a lei diz que eh menores de 14 não podem, são protegidos por lei. Ai consensual, consensual com criança não existe. Criança, eu eu fico até construindo, tem que falar o óbvio.
abaixo de 14 anos. Não tem essa de um adulto dizer: "Não, mas ela quis" ou como tentaram falar: "Não, mas ela não era virgem". Olha que que cafagestice, E aí eh esse caso veio à tona um dos dois juízes que votaram a favor da soltura de um camarada que foi preso por casar com uma menina de 12 anos. Ele já tem aí um parente, salvo engano, sobrinho dele, que veio a público dizer: "Eu quase fui abusado porque eu consegui escapar das garras desse homem. e uma mulher que tá sendo mantida em sigilo, que também diante da repercussão do caso dessa menina de 12 anos que teve que se casar com esse cara e a família foi aliciada, ganhou cesta básica, aquela coisa, essas histórias, dois, duas denúncias graves de abuso.
O pior que pode acontecer com esse juiz é ser afastado das funções, aposentado precocemente, com vencimento integral. Eu não acho que isso seja uma punição, com todo o respeito. Brasil precisa avançar nisso, tá? Cláudia Barros 0302, quando seremos capazes de entender, respeitar e assimilar a sabedoria dos povos originários? Olha, a gente tá a muito custo avançando nesse sentido quando temos pensadores inspirados como David Copenaua, Aíton Crenc, o próprio Rauni, um ancião, um sábio da aldeia, né?
Quando a gente ouve essas pessoas, quando a gente tem a chance de deixar o nosso preconceito de lado e tentar pensar dentro da perspectiva de um indígena, a cosmovisão de um indígena, sem o etnocentrismo, que é essa visão de cima para baixo. Você conhece essa expressão? Etnocentrismo? A minha cultura se sobrepõe a todas as outras. Quem não é igual a mim tá abaixo de mim.
Isso é etnocentrismo. Então, Cláudio, eu acho que é um processo e esse processo está em curso. Aon Crenque, primeiro indígena, a chegar na Academia Brasileira de Letras. E eu tava lá no Dia da Posse, é um amigo querido. Rafinha TR Teixeiraro.
Os indígenas com essa conquista serão mais respeitados. Eu não sei dizer, é um, é, veja, existe um embate. Eles tiveram que fazer uma manifestação que até extrapolou a ocupação da entrada do terminal da Cargil, quando eles invadiram o escritório, eles invadiram um navio cargueiro. E aí você começa a ter, é a minha opinião, o risco, porque tudo isso é tipificado como crime. Você começa a expor esse movimento a criminalização, o que é preciso ter um certo cuidado.
Na minha opinião, é justa a reivindicação deles, mas é importante na minha opinião. Ninguém perguntou minha opinião, mas eu tô dando. E eu não sou ninguém, eu não sou autoridade. é preciso ter cuidado para você não dar eh para justificar o não cometimento de um crime, cometer um crime é preciso ter muito cuidado, né? a avaliar com cuidado que tipo de pressão deve ser feita, porque democracia é panela de pressão.
Quando você pressiona, você tá exercendo um direito democrático. Agora, esse direito, quando é contestado por uma invasão a um escritório, a uma embarcação, que foi o que aconteceu também em Santarém, esse movimento fica exposto à criminalização e parte da opinião pública simpática, a causa dos indígenas, a gente pode dizer: "É, mas aí fica complicado quando você começa a ter uma reação nessa direção." Eu tô aqui apenas compartilhando uma opinião, tá? Rafinha, pera aí, pô. Rafinha mandou mais uma pergunta. Deixa eu abrir para outro aqui.
Recoutinho pergunta: "Como essa luta construiu a vitória?" Regina de São Paulo, Recoutinho. Olha, eu vi uma pressão desde a COP 30. Eu tava lá quando a Alessandra Mundurucu interrompeu com vários outros indígenas do Tapajós reivindicando exatamente isso. Foi em novembro, gente. Isso vem de longe.
O decreto era de agosto. Em novembro eles impediram por 4 horas o acesso ao Green Zone, aliás, ao Blue Zone, que era o lugar dos chefes de estado e representantes diplomáticos. Tanto que o André Correia do Lago, presidente da COP e ministros foram pro lado de fora. Tem aquela foto do André Correia do Lago com um bebê indígena bonitinho nos braços, tentando negociar assim: "Abre a conferência, por favor, pra gente tocar o barco." E eles querendo falar com o presidente. Eles não conseguiram falar com o presidente, falaram com ministro de estado.
E aí de lá para cá, pressão, pressão, pressão. Há 35 ou 36 dias atrás, eles ocuparam o acesso ao porto da Cargin em Santarém, interromperam por um dia o funcionamento do aeroporto de Santarém. Isso assim, sem nenhuma infraestrutura, sem nenhuma condição. Isso é que, do meu ponto de vista traz muita legitimidade porque eles trouxeram à luz o sofrimento que eles já têm com garimpo ilegal no baixo Tapajóis. Já tá acontecendo destruição da mata ciliar naquele rio.
Já tá acontecendo exploração irregular de madeira. Já tá aconte o rio não é virginal, ele já tem impactos e eles estão por aqui de promessa. Eles querem ação na direção da conservação desse dessa bacia hidrográfica. Eh, vamos lá. Tati Melinho diz assim: "Radiante, sabendo de tantas notícias terríveis diariamente, como manter a esperança?
A esperança é um exercício constante. Ninguém tem esperança. A gente cultiva a esperança. É como o alimento material. você não tem garantia do alimento material.
Você tem que correr atrás do alimento material. Ele precisa ser ah objeto de algum trabalho, algum movimento, algum esforço de quem produz, de quem colhe, de quem transporta, de quem disponibiliza no varejo, de quem compra, de quem processa, de quem cozinha. Você tem um um movimento diário, não tem nada garantido. A vida é o tempo todo a gente tá realizando vida. A vida o tempo todo ela pede movimento, ela pede ação, ela pede a consciência de que a gente precisa estar fazendo por onde?
Cultivar a paz, cultivar a serenidade, cultivar a esperança. É, é, é, é um exercício contínuo. Então, eu acho que a gente precisa ter esse cuidado, porque isso é gatilho para depressão. Quando a pessoa diz assim: "Olha o que tá acontecendo no mundo, foto." Aí você, ih, tá tudo errado, não tem jeito. Você vai, você pode construir uma depressão retroalimentando uma visão cinzenta da realidade.
Agora, realidade, filosoficamente é uma palavra complicada. Existem várias realidades, vários pontos de vista, várias sensibilidades para perceber o que importa. O processo histórico é dinâmico, avanços e retrocessos. O que importa, do meu ponto de vista é a gente manter o prumo, como diz Guimarães Rosa em Grande Sertão Veredas, o que a vida pede da gente é coragem. Que a vida quer da gente é coragem.
Coragem para seguir, né? A arte de seguir em frente é o nome do meu último livro. O os nomes dos meus livros, é interessante isso, já são autoexlicativos, né? Viver é a melhor opção, a força do um, sabedoria no dia a dia, a arte de seguir em frente. Sim, quando você faz essa pergunta, sabendo de tantas notícias terríveis diariamente, como manter a esperança, eu tô dando o nome de livros aqui apenas e tão somente para te sinalizar que este é um objeto constante de reflexão da minha parte.
Por que perseverar? Alô, Paulo Pi, perseverança, beijo grande. Saudade de vocês. Adoro São Paulo, comunidade numerosa e muito acolhedora. Muito bonito o trabalho deles.
Olha o nome da instituição, Perseverança, porque o nome é autoexlicativo. A gente tá aqui, não é para ficar, como é que é? Tem um uma uma um ditado popular das antigas, chorando meus caram. Como é que é? A gente não tá aqui para ficar reclamando, se queixando, A gente tá aqui para tentar transformar limão em limonada.
É a minha percepção. E isso é o exercício diário que a gente precisa tá com a vontade de fazer assim. Não é uma coisa que vem: "Ah, Senhor, me ajuda." Você pode pedir ajuda o tempo todo. Eu peço. Me ajuda.
Me ilumina, abre meus caminhos, me encoraja a fazer a coisa certa sempre. que eu não não faça não descubra talhos que podem parecer convenientes por alguma razão, mas são traiçoeiros, né? A gente precisa o vigiar e orar do Cristo é isso tempo todo. Tempo todo. O lema aqui, o pessoal tá lembrando, Ana Teresa Gomes, Grazoiro, força, coragem e fé, [ __ ] Força, coragem e fé.
Pô, um monte de caneca do Papo das Novas. Essa não tá aqui do meu lado, tá? Tá ali. É o nosso lema há 6 anos aqui. Força, coragem e fé, cara.
Bota, bota pra frente, anda, Movimente-se. Tá aqui também a Tati Melinho. É ela mesmo. Ela fez duas perguntas, ó, meus amigos. Eu vou encerrar com a a pergunta do do Rafael Teixeira dizendo assim: "A esperança ambiental ainda está muito longe de acontecer?" Olha, dentro de uma perspectiva histórica, avançamos muito.
Não faz tanto tempo assim, nós tínhamos Cubatão, década de 1970, que ficou conhecido como Vale da Morte, aonde você não tinha nada zero traço, cuidado com qualidade do ar, qualidade das águas, qualidade de vida das pessoas que viviam em torno de fábricas altamente poluidoras. Deu muito ruim. muitos quadros de eh distúrbios congênitos, crianças que nasciam sem cérebro. Eh, o ar tão saturado de poluente prejudicava a qualidade da vegetação na serra do mar, a água encardida de tanto poluente, ali se deu uma trava. para você mudar a percepção de que quem gera emprego e renda não tem o direito de poluir como se não houvesse amanhã, que aliás é exatamente nesses termos, só que ao contrário que o presidente da Argentina Milei dias atrás é um vídeo que viralizou ele dizendo: "Pode poluir a água que tem muita." Olha o que que o cara fala, o cara é presidente da Argentina.
Ele diz que não é o problema uma fábrica poluir o rio porque tem muita água [risadas] que resolve o problema. É uma estupidez, porque a ignorância ela faz parte. Todos somos ignorantes. Ninguém sabe tudo. A estupidez é a ignorância recalcada.
é o cara que escolhe ser ignorante por conveniência, por convicção, sei lá. Eu Então é isso. O mundo hoje tá de um jeito que pessoas importantes que asem ao poder não tem vergonha de se manifestarem publicamente como estúpidas. Desculpa, não é uma ofensa, é uma constatação. Vai procurar no dicionário o significado da palavra estupidez.
Então a gente precisa ter assim todo dia, todo dia era dia de índio. Todo dia [aplausos] era dia de índio. A gente não fala mais índio, tá? É indígena. Tem uma questão, mas a música da Baby Consuelo com Pepeu, mas agora ele só tem o dia 19 de abril, mas agora ele só tem o dia 19 de abril.
Amantes da natureza, eles são incapazes, com certeza. Como é que é de destruir dentro? Destruir o rio e o mar. Ah, gente, essa música é um barato. Dá licença.
Não, não, não. Já que eu lembrei ou fui instigado a lembrar já pedindo desculpas porque a gente não deve chamar os indígenas de índios, OK? Eh, essa música já tem um tempo. Você vê a minha idade é do meu tempo. Curumin chamar comat que eu vou contar.
Curumim chamar comatã que eu vou contar. Todo dia era dia de índio. Antes que o homem aqui chegasse às terras brasileiras. Ah, não vou saber cantar que a letra toda. Amantes da natureza, eles são incapazes, com certeza de maltratar uma fêmea ou de poluir o rio e o mar, preservando o equilíbrio ecológico da terra fauna e flora.
Pois em sua glória o índio era o exemplo puro e perfeito, próximo da harmonia, da fraternidade, da alegria, da alegria de viver, da alegria de viver. Alegria de viver, da alegria de viver. E no entanto, hoje o seu canto triste, né, né? É o lamento de uma raça que já foi muito feliz. Não sei cantar dentro da letra aqui.
Valeu, baby Pepeu. Viva os povos originários do Brasil. Eita. Nada é mais brasileiro do que os indígenas. Nada é mais raiz.
Prestemos atenção nisso. Eles têm direito. Esses direitos precisam ser protegidos e lembrados sempre. Eh, vamos lá. Pessoal tá pedindo para eu dar aqui alguns recados.
Vamos lá. Então, lembrando, hoje 8:0, ó, meu roteiro do papo das 9 de 1 hora. Isso aqui, ó, rabiscos para dizer. Tem que falar isso. 8:30 da noite.
8:30 da noite hoje, quarta-feira, ao vivo no Instagram, mas não é no meu, na minha página, é na página do meu amigo Alexandre Caldini estreando na TV ULP, seu programa de entrevistas e este que vos fala teve a honra de ser convidado pro primeirão. Vamos lá. 8:30 da noite, live de estreia do programa dele, Alexandre Caldini, no canal TV. Nem sei o que ele vai perguntar. Ao vivaço.
Vamos ver no que vai dar. Deu até rima. Cuidem-se bem. até a próxima, sexta-feira, depois de amanhã, orando muito pelas famílias que perderam entes queridos nas chuvas, principalmente na zona da mata mineira, Jus de Fora e Ubá. que a população de Juiz de Fora, de Ubá, de Minas e do Brasil se solidarize, veja as rotas de doação de alimento, de roupa, se é possível dar a devida assistência, inclusive de ordem médica, psicológica, muita coisa por fazer.
Tudo de bom, gente.


