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Ó doutor, tem que me ajudar. Eu tô com dor, não tem doutor do que vai dar. Ó doutor, tem que me ajudar. Eu tô com dor. Não sei doutor, no que vai dar. Desci para asfalto, subi na vida e depois vi quê qu que que a intenção de autoridade não resume nada. que desci pro asfalto, subi na vida e depois vi que que a intenção de autoridade não resume nada aqui. Eu vou vou voltar pro meu sertão. Eu aqui não fico, não quero mais que água para viver. Descobri um caminho de ilusão. Coração. Saudando a todos e todas com uma musiquinha que eu adoro. A musiquinha veio a mim. Aí você fica cantar olando mentalmente.
Eu falei: "Eu vou cantar aqui mesmo sem os predicados vocais do grande Tony Garredo, cidade negra, cara. uma banda que eu acompanhei de perto, fzaço. Uma vez eu encontrei o Tony Garrido no aeroporto, fora do Rio, fazendo uma conexão. A gente conversou e foi legal assim, ele ele com ideias interessantes na área ambiental. Eu dei de presente para ele um livro que eu tava indo pro lançamento. Bem bacana, bem bacana. Então, quarta-feira já, né? Quarta-feira, julho já tá embicado para agosto. Estamos aqui, estamos aqui em mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofo. São todos bem-vindos. A gente sempre começa turbinando a nossa energia.
Turbinando a nossa energia, chamando aqui uma inspiração a partir de uma leitura edificante. E há mais de 5 anos eu escolhi o livrinho Minutos de Sabedoria do Pastorino. Dá nem para ver, ó. Tudo gasto. Até a capa tá gasto. O livrinho é um livrinho para abrir ao acaso. Eu não acredito na caso. Eu peço sempre ajuda dos amigos invisíveis. A gente segue aqui um princípio milenar das artes divinatórias. Ixing. Quem aí conhece o? Oing fazia isso daqui que eu tô fazendo aqui. Você abre. Agora onde você abrir não dá para ah, não quero ler essa página. Essa página aqui não me interessa.
Oing 5000 anos atrás, cara, você já tinha ali o princípio que eu sigo aqui com minutos de sabedoria, que os espíritas no culto do evangelho no lar, quando abre o evangelho segundo espiritismo, tanta gente por aí intuitivamente ou conhecendo os rudimentos dessa, eu diria, das ciências que já foram chamadas de ocultas, né? Você quando tá com o sincero propósito de através de uma leitura buscar inspiração, você tá acessando energias poderosas do universo. Então eu também tô aqui recorrendo a esse expediente, pedindo licença para que esses amigos invisíveis possam de alguma forma interceder e permitir que eu seja uma ferramenta útil, um instrumento maleável. um meio adequado através da leitura e de um breve comentário de uma página que eu não sei onde vai dar, mas que seja boa para nossas reflexões, para nossas divagações.
É um momento de espiritualização minha e espero daqueles que estão conectados conosco aqui ou que vão nos acessar depois no conteúdo que fica gravado no YouTube. Então vamos lá. Para onde vamos? Opa, 111. Seja forte e corajoso. Não se deixe vencer pela adversidade, pela doença, pela dor. Saiba que a força divina jamais o abandona. Porque você está porque está a força divina dentro de você mesmo. Reaja com firmeza, porque o auxílio lhe chegará na hora oportuna. A mesma força que está dentro de você dirige os universos infinitos. Tenha confiança e seja corajoso. Seja forte. Tenha bom ânimo. Engraçado, eu fiz uma conexão aqui. Seja forte e corajoso.
Não se deixe vencer pela adversidade, doença e dor. Eu me lembrei da musiquinha do Cidade Negra que veio à cabeça falando: "Ó, doutor, tem que me ajudar. Eu tô com dor. Não sei, doutor, no que vai dar. que é uma angústia que todos nós em algum momento da existência, raríssimos são aqueles que não passaram por isso, alguma diversidade no campo da saúde, né, que nos debilita, que nos angustia. Eu já tive, eu tenho uma coleção, eu tive uma vez um episódio que talvez tenha sido o mais desgastante da série, quando eu fiquei eh durante dois ou três meses com febre todo santo dia e não havia exame que detectasse a origem da febre. E eu tive que fazer retirada dos ganglios que estavam inchados. através da biópsia do ganglo ver o que que tinha.
O meu pai havia falecido meses antes e minha mãe já, enfim, muito desgastada pela perda do marido, foi informada pelo médico, eu só soube disso depois, que poderia ser câncer nos vasos linfáticos. já deixaram ela meio prevenida, mas eu não fui informado. E quando removeram o gangle e fizeram o teste da autópsia, viram que era toxicoplasmose, que é uma doença transmitida por gato ou pombo, né? Como eu não tenho gato, eu botei a culpa no pombo, porque a gente por aí, você sabe que o pombo foi importado pro Brasil por um prefeito do Rio de Janeiro chamado Pereira Passos. fez uma reforma urbanística, as o Rio de Janeiro realmente ficou lindo.
E aí a gente teve a visão do prefeito de que faltava alguma coisa. Ele sentiu falta do pombo, porque nas praças europeias os pombos eram eh faziam parte da paisagem, só que o pombo aqui é espécie exótica, não é daqui ele trouxe. E pombo é um animal que eh transmite doenças, né? transmite doenças, zonoses que são transmitidas para nós.
Então, voltando a esse episódio, algum tempo depois, por via mediúnica, eu fui informado que, olha que interessante, né, a indefinição do diagnóstico, ou seja, aquele período que não foi pouco para mim, que tava com febre todo dia, perdi peso, coisa e tal, eu era muito jovem, então ia levando, vida que serve, mas todo dia tinha febre E eu fui informado, por via mediúnica numa instituição espírita, que aquela experiência ela não se dava como nada por obra do acaso. Ou seja, a indefinição do diagnóstico e a demora para obter a informação sobre o que estava me acometendo, tinha um propósito do ponto de vista espiritual, tá? quer dizer, lidar com a incerteza, lidar com essas expectativas que podem eventualmente ser sombrias e não era um aprendizado só meu, toda a família ficou envolvida.
Enfim, seja forte, corajoso, não se deixe vencer pela adversidade, pela doença e pela dor. O que tá me dando muita vontade aqui de comentar, como já disse, já que a questão da coragem, que é uma palavra que foi repetida várias vezes na mensagem curtinha do pastorino, ó, corajoso, reaja com firmeza, tenha confiança e seja corajoso, seja forte. Então essa mensagem 111, ela ratifica um desejo de que a gente em momentos hostis também no campo da saúde, que é o que tá destacado aqui, doença, dor, a gente não entregue os pontos e a gente confie. Olha, eu tô aqui. A carcaça não me define. A carcaça é uma parte de mim.
E obviamente em sofrimento eu me sinto debilitado, não apenas do ponto de vista físico, mas do meu ânimo, das minhas iniciativas, do meu pensamento, né? A gente a gente é um organismo complexo, mas a carcaça não resume quem nós somos apenas. E a gente tem a oportunidade num período de turbulência no campo da saúde de testar em nós a persistência, a resiliência, a resignação, à paciência e buscar ajuda, não apenas do ponto de vista da rota terapêutica, da medicina da Terra, mas dentro das tuas sensibilidades, convicções ou simpatias para esta ou aquela corrente de fé, a gente se fortalecer. sistemicamente. Sistemicamente. Eu acho isso interessante. É um pensamento que me fortalece.
O acaso não existe eu não me rebelar, não me revoltar contra uma patologia que me visita. A gente tem um exemplo agora, gente, da Preta Gil. A preta Gilk foi muito corajosa, muito valente quando saudável assumir lidando com racismo. O pai dela, Gilberto Gil, com muita dificuldade para registrar o nome preta. Tem alguns cartões, pessoal, tem certeza? Ele falou: "Olha, tem gente, é engraçado que esse tipo de dificuldade não ocorre se eu chamasse minha filha de branca". E é verdade. Então, preta, então ela enfrentou racismo, mulher bissexual, ela representou e foi valente. Esteve em Brasília, inclusive quando se debateu a união civil de homossexuais, que o Brasil tem a legislação que permite.
Quando isso foi debatido, ela foi à Brasília enquanto bissexual. Eh, ela a gordofobia, ser estigmatizada por ser gorda. E ela bateu de frente também com esses estereótipos dizendo: "Pois bem, uma gorda não pode ser sexy. Uma gorda não tem o direito de usar biquíni ou ou bater foto com maior, o que seja. Ela foi valente em vários campos. Eu admiro muito essa cidadania ativa e batalhadora da preta. Ela deixou realmente essa marca muito fortemente imprimida. E veja, preta, sem precisar usar o sobrenome Gil, preta, ela teve luz própria. Muito importante reforçar isso. Empresária bem-sucedida, artista bem-sucedida.
E também eu gostaria aqui de enfatizar que quando ela foi acometida, foi informada do câncer já bastante agressivo, ela iniciou uma nova luta e que dignificou a luta de outras pessoas que enfrentam câncer ou outras doenças muito agressivas, porque ela não entregou os pontos. Assim, ela teve uma postura que é essa que converge com a mensagem 111. Seja forte e corajoso. Não se deixe vencer pela adversidade, pela doença, pela dor. A mesma força que está dentro de você dirige os universos infinitos. Tenha confiança e seja corajoso, seja forte, tenha bom ânimo. Alguém haverá dizer de dizer: "Ah, mas que de que adiantou tudo isso? Ela morreu". Tem gente que diz isso.
Pois bem, se você diz isso para mim que sou espírita, eu vou dizer para você o seguinte: isso na minha fé você não precisa acreditar. Vou falar do câncer. Isso. Literatura espírita, o câncer ele tem uma função, do ponto de vista estritamente espiritual, profilática, porque ela remove detritos, impurezas que se acumulam no perespírito de experiências passadas, que vão decantar como se o corpo físico fosse um fio terra e determinar, portanto, essa luminosidade. Aonde o câncer castigou o corpo físico, no corpo astral haverá luz. Você vai dizer: "Ah, André, para não é isso que de onde você tirou isso?" Eu não tô falando isso. Do nada eu sou espírita, então é a minha fé.
Você não precisa acreditar. As doenças têm uma função depuradora, tá? Elas têm uma função depuradora do ponto de vista astralino, espiritual. E a gente feliz daquele que tem a compreensão, qualquer compreensão que empreste algum sentido, por mais absurdo que seja, a gente entender que doenças tão nefastas, tão temidas por razões óbvias como câncer, tem um outro, uma outra leitura possível. Eu acho isso muito interessante. Tô compartilhando sem nenhuma pretensão de você acreditar no que eu tô falando, tá? Mas é o que eu penso, é o que eu acho.
Por isso falei, aliás, sobre espiritismo, eu preciso falar desse livro que chegou aqui, um livro de uma pessoa que eu tenho como eh, como é que eu vou chamar com confrade espírita. Adoro essa expressão das antigas. É um confrade, uma pessoa com quem eu troco muito. Ele é mora em São Paulo e eu no Rio. A gente não tem muito contato físico, mas a gente troca muito. E ele foi autor de dois livros que eu já recomendei aqui, já dei de presente, né? A vida segundo o Espiritismo, a morte segundo o espiritismo. Agora ele tá lançando, e eu tive a honra de fazer o prefácio, a essência do espiritismo.
140 respostas sobre mediunidade, reencarnação, obsessão, aborto, homossexualidade, colônias espirituais, suicídio, evolução do espírito, alma gêmea, karma, felicidade e muito mais. um olhar moderno sobre as grandes questões da filosofia espírita.
Eu gosto muito, obviamente eu li o livro antes de fazer o prefácio, uma leitura dinâmica, e eu guardei fortemente a impressão de que Alexandre honra uma tradição que vem de Kardec, da coragem da gente não ficar aprisionado na letra ou promover uma estática no domínio de um conhecimento que tem origem no século XIX, sem atender e corresponder às expectativas do próprio Kardec da oxigenação, da contextualização, do respeito à ciência, quando ela avança, onde o espiritismo não traz respostas, acompanhamos a ciência. E esse olhar nem sempre é bem visto, nem sempre é tolerado. Por vezes ele é objeto de aversão em certos agrupamentos espíritas.
Então, no prefácio falei: "Essa obra compartilha uma visão original ousadamente revisitada de quase dois séculos de história do Espiritismo, confrontando seus postulados com temas da atualidade de forma interessante e inovadora. É notável vislumbrar abordagens corajosas que oxigenam o debate com novos insightes e perspectivas. Então, para quem tem, eu digo isso com muito respeito, para quem tem, eu diria essa visão de que o espiritismo, como em outras religiões, já se faz esse exercício de, digamos, ajustes ou contextualizações das escrituras, dos textos sagrados à luz de novos momentos e novas ocorrências, novos os tempos.
É, é uma questão importante, sem macular os princípios básicos, aquilo que nos define como crentes ou seguidores de uma determinada doutrina ou religião ou corrente filosófica. Para isso fazer sentido, isso precisa tá respondendo as perguntas do seu tempo. E aí há que ter alguém ou alguéms, né, grupos de pessoas que se debruçam sobre essa contextualização. Alexandre Caldini, Alexandre Caldini Neto, em a essência do espiritismo, encarou esse desafio. Do meu ponto de vista, se saiu muito bem, razão pela qual recomendo a obra. Tá bom? A essência de espiritismo cabron.
Direitos autorais cedidos para a Universidade Livre Pampédia, que atua na pesquisa, educação e divulgação do Espiritismo Filosófico. Parabéns, Alexandre. Eh, eu fico feliz de estar aqui prefaciando o teu livro, porque eu te conheço, eu sei a seriedade com que você abraçou como estudioso. Há aproximadamente 40 anos da doutrina espírita, você já leu, já escreveu, já meditou, já se envolveu em inúmeras tarefas como palestrante, escritor, no movimento espírita, trazendo insightes. O espiritismo é uma filosofia espiritualista. A principal ferramenta da filosofia é promover o livre pensar. O livre pensar.
Razão pela qual a gente precisa sempre tá, eu diria, atento às nuances da evolução dos acontecimentos. O Papa Francisco, quando lançou a encíclica Laudatosi há 10 anos e 2 meses atrás, primeira encíclica ambientalista, digamos assim, da igreja, ele contrariou interesses. Um papa nunca é unanimidade e nenhuma tradição, religião, corrente filosófica e espiritualista é monolítica do ponto de vista do pensamento. Então, haverá sempre dissensos. Ah, não era para um Papa fazer isso. Ah, eu acho que o Papa não não deveria abordar esse tema dessa forma. Isso é do jogo. Foi encíclica ou uma das, vamos colocar assim, mais impactantes e populares da história da igreja.
Isso segundo os próprios vaticanistas. Por que colocou a igreja no século XX? na minha opinião, sem prejuízo lá das questões dogmáticas, das questões tradicionais. Quem lê a encicla, não sei se vocês leram, tá disponível em português na internet para quem não quiser comprar a edição impressa, o Papa recorre a as escrituras, recorre ao que outros papas antes deles já mencionaram. Opa, temos aqui uma abelhinha, uma vespinha, alguma coisa. Se é mosquito, eu gosto de brincar, já que eu tô falando da laudat, eh, o mosquitinho quando vem, eu gosto de promover um rápido desencarne dele, porque ele pode ser agente no Brasil de doenças eventualmente letais.
Vocês sabem como dengue, malária, febre amarela, chicungúnia, zica. Ih, tem um monte de doença aí que a gente precisa se prevenir, né? Então eu dizia que o papa foi alguém que também teve a coragem de se posicionar sem prejuízo da tradição e da fé que ele tinha. Eh, é interessante. Aqui no Rio sou muito chegado e amigo do rabino Newton Bonder na tradição judaica. O rabino traz questões ou comenta assuntos que também são representantes de uma corrente que não quer ficar marcada pela eh não quer ficar associado a uma visão que ficou datada, uma visão datada da fé.
E datada aqui tem uma conotação negativa, porque a fé é viva, a fé é pujante, a fé dialoga com as questões do presente, a fé aponta caminhos para o futuro. Por isso ela não pode ficar guardada no fundo do baú dizendo: "Mas isso aqui no século XIX falava-se que aí você diz: "Mas esa aí, de lá para cá, o que houve? Houve avanço, houve mudança de percepção, houve a comprovação de outras nuances?" Então, gente, na boa, você pode não concordar sempre comigo. Você não é obrigado a concordar em nada comigo. Quero sempre enfatizar isso.
Mas eu eu fico feliz de est na corrente de fé a qual eu estou vinculado, mantendo a minha cabeça aberta, arejada, trabalhando em mim sempre uma visão que não seja intolerante em relação a novas percepções. Acho isso muito importante mesmo. Mesmo cabrão. Deixa eu dizer aqui no meu roteirinho agora, eu gostaria de falar uma coisa. Sendo o Papo das, eu gosto de definir o Papo das assim como uma ferramenta através desses encontros virtuais de promoção da saúde psíquica e emocional. Vivemos tempos difíceis, você sabe. Então, tem as questões todas trazidas por aquele hipopótamo numa loja de porcelana que é o Trump. O cara resolveu meter o bedelho até na receita da Coca-Cola.
Eu não sei qual é a Ele tem alguma questão, cara, que eu não não consegui decifrar qual é. Ele ele acorda de manhã. Eu fico pensando assim, o Trump de manhã quando acorda e desperta, ele fala: "Quem que eu vou apurrinhar hoje?" Mas de uma forma ostensiva, né? Até a re vocês estão sabendo disso, né? A Coca-Cola resolveu se dobrar porque eles colocam nos Estados Unidos o açúcar é de milho, né? Sucarose de milho. Aí a qualquer coisa assim, a gente vai aqui nas entrelinhas dizendo assim: "Eu não quero bater de frente com esse cara". Então vamos criar uma linha aqui de açúcar de cana, que foi o que o Trump falou. Eu quero que eu Olha, um presidente da República resolveu se incomodar.
Tantas questões que o presidente à frente da nação mais rica e poderosa ainda dos do mundo ainda. Presta atenção. Eh, o cara resolve se preocupar com a receita da Coca-Cola. O que que vocês usam aí como adoçante? Pelo amor de Deus, né, gente? Então, o mundo tá sendo sacolejado com as questões das guerras, as imagens das guerras, as imagens que eu não aguento mais ver, mas eu me permito ver que eu falo: "Eu não vou". E aí que eu quero chegar, normatizar a banalização da vida em Gaza. Eu não aceito que a gente diga: "Ah, mas o Ramaz invadiu e promoveu um ataque". Sim, é verdade.
Infame, violentíssimo, fratricida contra civis inocente de Israel, mor ataque contra civis israelenses em território israelense da história, né? E você dizer que agora nessa altura do campeonato, com aquela área toda devastada, crianças, mulheres, civis desarmados na fila da comida, naquela multidão pedindo comida, você ter atirador matando dali de cima. Eu não aceito isso. Eu como ser humano, isso afronta a minha percepção do que é ser humano. Aliás, ontem 25 países do mundo ratificaram, com palavras cada vez mais duras a aversão absoluta ao que tá acontecendo por parte do exércitoel contra a população civil de Gaza, que você não pode ficar justificando.
Não, eu tô atacando o terrorista, cara. Tem criança morrendo de fome. Isso não tem a ver com ataque ao Ramais. Então, a guerra da Rússia contra Ucrânia, o o que vem por aí de tarifaço do Trump, completamente injusto, insano, todas essas questões, a violência urbana, as questões que a gente tem visto no nosso bairro, na nossa cidade, enfim, tudo que tá acontecendo por aí que você fica indignado. Qual é a minha sugestão? Eu digo isso com muito cuidado. Cada um é cada um. Não se permita a normose, que é a doença da normalidade.
Quando a gente começa a construir por proteção às vezes uma blindagem dizendo assim: "Isso já não me comoove, isso já não mexe comigo, eu já me acostumei a ver isso." A minha, eu vou falar isso para comigo, não vou falar de vocês. Quando eu percebo que eu tô inclinado a normatizar e dizer: "Ah, isso daí eu já vi". "Ah, isso daí eu já cansei de ver. Eu acho que eu tô perdendo algo importante da minha humanidade, da minha humanidade, porque eu não posso deixar de me indignar, eu não posso deixar de ficar chocado. O que eu posso aí eu vou abrir o parêntese. Porque muitas pessoas que eu amo próximas de mim, não é normose, elas não conseguem mais ver porque elas ficam profundamente abaladas.
Isso mexe de uma forma muito, eu diria, tóxica com a autoestima e com a resiliência mental e emocional delas. Então elas dizem assim: "Eu não consigo mais ver isso. Isso eu entendo, é o fator de proteção, não é o que eu tô sugerindo aqui. Não normizar a violência, não normizar as barbaridades, não normizar as injustiças, não normizar aquilo que já te chocou e de repente não te choca mais e você fica aliviado. É melhor viver anestesiado. Tem gente até que recorre a drogas lícitas ou ilícitas para dar essa dormência. Gente, é só um toque. Cada um com seu cada um.
Não recorra a anestésicos a partir de substâncias químicas ou a partir do auto dopping, que é quando você diz assim: "Ah, isso daí eu já vi. Ah, isso daí não tem jeito. Isso é assim mesmo. E aí nem uma imagem de uma criança com prato vazio de comida, com o corpo esquelético sendo alvejada por uma bala de um covarde, um assassino, um criminoso de guerra, te choca mais. Sinceramente, eu acho que a gente precisa, cada um com seu cada um, construir um ponto de equilíbrio em que você não sabote a tua o teu equilíbrio eh emocional, porque pode acontecer também da gente ficar muito mexido por dentro de uma forma perigosa até, né?
Então você diz: "Não, eu não tô conseguindo mais lidar com esse tipo de informação, com essas imagens, com essas notícias. Eu não consigo mais lidar com isso. Isso eu entendo. Agora, consumir e normatizar é uma questão que eu acho que a gente deve sempre parar e pensar. Isso me convém. É realmente algo que faça sentido para mim ter essa postura, esse protocolo de resposta? Acho que não. Agora sim, vamos às respostas que vocês deram. Olha, eu fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que respondeu ao stories no Instagram. Eu acho que excepcionalmente hoje, porque às vezes a gente diz: "Não, mas isso vai consumir muito tempo, André".
Eh, não, mas eu acho que é importante eu dizer aqui, ó, eu quero agradecer a minha querida amiga Marcuso do Rio Grande do Sul, a Carol de Campos dos Goitacazes, aí vem as pessoas que eu não conhe Jailsa Martins, Luía Souza, Camila Chafer, Eline, Fernando, Sônia Fajardo, Caio Magalhães, Silv Fernandes Ferreira, Mocotrim, Neusa Cis 70 cantá Viviane Pulga Lucas Loraza Jacira Salete Vidal Boano, Adri C Miranda, Sheila Arque Zé Cabelo Penco Carlos, Carlos do Uruguai, Bodoc DC, Isabel Sangali, Ros Santos, Lucília Castro, Regina Kri Vinícius Reis MS Matos Alarjo_line MS Matos de novo, Ktia Guzma, Mônica Adriana Sales, Fabiana Santos, Valquíria, Ana Lanza Rini Rinisque, Gáccia Berreca, Ana Cristina Toledo, Amora Atelieres, Marcinha, Viviane Marques, Alfredo Mendonça, Ana Lúcia Fontes, Zeca Salgueiro, Nia 29, Rosana Magre Fotógrafe, Renata Beck, Ana Aparecida Jardim, Letícia Kraus, Sheila Labalu, Jéssica Godói, Ana Paula Sarques, Opa, Karine Batista, Basto Aquino, Eloía Meirelles, Elise Malê, Marina Serpa, Maric Cácia.
Gente, eu vejo tudo que vocês escrevem e eu acho legal vez por outra. Desculpa, pode ser meio cansativo eu ler todos os nomes, mas eu quero dizer gratidão, porque a gente fez uma pergunta e vocês se posicionaram. Acho legal essa interação que a gente tem. Alguns mandaram perguntas, outros fizeram comentários, outros mandaram apenas uma resposta assim, eh, sim, não, sempre. A qual questão? Vale a pena lutar por um mundo melhor e mais justo? Foi a pergunta que a gente fez. Eh, alguém, algumas pessoas dizem assim: "Ah, André, claro, aliás, é uma pergunta que do ponto de vista do politicamente correto, muita gente vai dizer: "Quem é que vai dizer não?" Tem gente que diz não.
Não, não costuma ser a regra na rede que a gente tem aqui, mas o não é bem-vindo também quando você discorre sobre isso. O que nós queremos é pensar, filosofar. Então, vamos lá. Perguntas selecionadas para meu pelo meu amigo Confrade de Papo das 9. Mr. Anderson, direto do Planalto da Borborema em Campina Grande. Anderson Parceirão. Ele selecionou. Rege Peixoto 42 pergunta: "Por que algumas pessoas lutam contra mudanças que trariam mais justiça?" Olha, tantas possíveis respostas. A primeira que me ocorre é a seguinte: porque na visão delas o que elas fazem representa o senso de justiça delas.
Você pega o presidente de El Salvador montando um mega presídio para hospedar quem estaria ligado a quadrilhas e gangues e que agora tá recebendo, mediante réagamento, imigrantes ditos ilegais pela justiça americana em tempos de Trump, sem o devido processo legal ter sido respeitado, segundo vários juristas. E o El Salvador o devido processo legal também não é respeitado. Houve uma um declínio absurdo e isso cacifa o presidente dos indicadores de segurança pública. Mas há um custo enorme do ponto de vista da justiça, porque não tem direito advogado, não tem inquérito, não tem processo. É pap, cara.
Então, na visão dele, eu tô eu tô pegando um caso real para responder aqui nos meus termos, né, do meu jeito de de entender a questão a Regi Peixoto. Esse camarada do Kelly, né, tá fazendo o que ele acha justo. Você vai ter matador de aluguel que faz disso uma profissão e aí vai dizer pros filhos assim quando os filhos descobrem: "Pai, eu tô sabendo que você ganha dinheiro matando gente". Aí o pai para confortar a própria consciência do filho, diz assim: "Mas eu só tô matando gente ruim". Sendo que o matador de aluguel não questiona ou não costuma questionar o mandante, né? Eh, missão dada é missão cumprida, mas você vai ter subterfúgios assim, escaninhos da mente que a consciência reage.
Assim, muito antes da lei mosaica, algumas culturas já determinavam não matar. A vida é sagrada. Você pode prender, julgar, encarcerar. pode-se discutir se a prisão perpétua é ou não algo eh cabível ou legítimo. Agora, pena de morte afronta questões que não são só do ponto de vista da espiritualidade ou da religião, mas afronta princípios jurídicos, assim, quer dizer, aliás, do ponto de vista da tortura de uma pessoa encarcerada, perder a liberdade, você quer que a pessoa sofra, olha o que eu vou dizer, mas é uma visão. Mas o a o crime que essa pessoa cometeu não tem perdão, tem que morrer. Às vezes, olha o que eu vou dizer, que soa meio absurdo, mas é o que eu penso.
O cárcere é o pior castigo. Às vezes a morte imposta a um detento representa para ele uma libertação, porque ele diz assim: "Eu não consigo imaginar eu ficar preso a minha vida toda aqui ou 30 anos, que é pena máxima aqui no Brasil. Eu não consigo pensar nisso. Aliás, no Brasil o cárcere, as condições precaríssimas das prisões trazem uma sensação de tortura, de castigo superior à boa parte dos países do mundo. Mas enfim, então penso eu aqui, eh, Rég Peixoto, o senso de justiça de cada um é o senso de justiça de cada um. E as maiores atrocidades, por vezes, são cometidas dentro de uma visão completamente tóxica, deturpada, do que seria a justiça, que compreende direitos difusos.
Não é só quem pensa igual a mim, que tem direitos. Todos têm direitos, inclusive o criminoso, inclusive criminoso de guerra. É interessante isso. Vamos lá, Bruna Bortoleto. Se cada pessoa fizer a sua parte, será que teremos um futuro melhor? Eu gosto de ser otimista. Bruna, você sabe que eu concordo totalmente com você, porque veja o que seria fazer a sua parte. Não é você ser santo, não é você acertar sempre, é você fazer aquilo que está ao seu alcance, aquilo que a sua consciência já esclareceu para você. Ah, tem uma coisa certa e tem uma coisa errada. Cada um com o seu certo e errado.
Mas se cada um se esforçar um pouquinho para tentar fazer o certo, acertar mais do que errar, mas fazer não consagrar a existência apenas a satisfação dos próprios interesses e prazeres. Vamos colocar nesses termos. A minha vida não se resume a me satisfazer. A minha vida não se resume apenas a priorizar a mim mesmo. Fazer a sua parte pressupõe para mim lembrar que fora de você existem questões que precisam ser resolvidas alusivas à tua contribuição para um mundo melhor e mais justo. Então, concordo totalmente, Bruna, se cada um fizer a sua parte, ou seja, se cada um fizer o que sabe ser o certo, dando passo do tamanho da perna, não. O que eu vou fazer nem é uma extravagância.
Ninguém vai me chamar de santo se eu fizer isso. Mas isso é o certo. Se a gente fizer o certo, cara, já terá sido um feito monumental em escala. E nem digo a humanidade inteira se 30% Isso aqui é é André com suas imperfeições de todas as ordens. Se 30% da humanidade, 30% se comprometer em fazer o certo, persistir obstinadamente, mesmo errando, porque somos imperfeitos, mas tem isso como meta, lema, a gente dá um choque de ordem vibracional no planeta monumental. Monumental.
Se os cristãos, olha a provocação sadia que eu vou fazer, se todas as pessoas que se dizem cristãs procurassem, e nem vou dizer façam, procurassem fazer o que está no evangelho, teríamos uma revolução em escala planetária. Silveira. Não lutar não seria como desistir de nós mesmos. Olha, é uma bela questão. Mr. Anderson hoje caprichou aqui. Todas as questões são interessantes, mas algumas são profundas, né? A Enedina traz isso aqui, ó. Não lutar não seria como desistir de nós mesmos. Em certa medida? Sim. Porque quando a gente fala desistir de nós, a gente tá desistindo de que aspecto? De nós Exatamente. Da nossa dignidade, da nossa integridade, do nosso senso ético e moral.
Num provas e expiações, me permita dar essa escorregadela espírita. num mundo imperfeito, no mundo onde há tanta injustiça, vamos colocar assim, se omitir, não se contrapor às injustiças, favorece o cometimento das injustiças. Sabe aquele ditado que diz: "Quem cala consente". Então, eu sinceramente estou convicto de que posicionamento é algo fundamental paraa nossa higiene mental, paraa nossa saúde mental. Você não se anular, você não se asfixiar, você não se calar quando a tua voz pede ressonância. E quando você sabe disso, quando você tem a consciência, eu não posso me calar, mas se cala, eu não posso me omitir, mas se omite.
Em sendo assim, nessas circunstâncias, nós estaríamos, pode-se dizer, desistindo de nós mesmos. Eu tô desistindo de mim. Eu não tô me ouvindo. Eu não tô atendendo ao que eu já defini como sendo o caminho, como sendo o procedimento correto. Eu tô desistindo de mim. Eu tô seguindo outra orientação que não é a minha. Nesse sentido, Enedina, bela questão, viu? Eu concordo com você nos termos que eu procurei resumir aqui nesse momento. Karine Batista, qual é o caminho para ter esperança? Ela bota esperança em caixa alta quando a mentira ganha o palco. Ô Karine, eu acho que o caminho para ter esperança é a gente olhar no retrovisor da história dizendo que a mentira sempre esteve no palco, tá?
Quer dizer, a gente não vai eleger a nossa geração com uma geração que mais sofre com a mentira. Eu entendo nas redes sociais, uso não ético de ferramentas digitais e agora inteligência artificial para burlar a verdade, construir a a sua narrativa sem qualquer vinculação com a realidade que nos cerca. A gente tem novos desafios. Mas o problema da mentira, ele atravessa os tempos. A mentira é tão antiga quanto a humanidade. Então eu penso que a gente precisa ter esse cuidado de não vincular a esperança. Ah, eu não queria. Como é que eu vou ter esperança com tanta mentira por aí? Ué, é o momento que a gente mais precisa se alimentar da esperança.
Por exemplo, no caso que eu falei aqui das mentiras turbinadas pelas redes sociais, aonde está a luta? A luta está em regular as redes sociais, obrigá-las a desenvolver tecnologias e remunerar recursos humanos delas para não permitir a propagação das ameaças, dos assédios, da pornografia infantil, da pedofilia, dos jogos da morte que tem lugar nas redes sociais, transmissão ao vivo de Isso aconteceu. Um adolescente foi preso em Pernambuco dois meses atrás, não mais do que isso, porque ele comandava de Pernambuco uma rede que tinha plateia para assistir alguém que era intimidado a aterrar fogo numa pessoa em situação de rua. Isso era transmitido ao vivo para aquela galerinha.
E aí isso foi objeto de denúncia. Essa denúncia chegou à polícia, a polícia deu madura no cara. Isso aí é crime, porque o que é crime no mundo real é crime no mundo digital. Mas no Brasil o Congresso não regulamentou isso, porque o Congresso, em certa medida, diz regulamentar é censurar. Isso é algo que merece ser questionado com muita profundidade e argumentação robusta, porque tem que ter ordem no universo digital, porque há cometimento de crimes no universo digital. Simples assim. Ué, eu, hein? precisamos ter esperança de fazer com que certas coisas que nos pareçam cruéis, abusivas, injustas, violentíssimas, não tenho mais lugar. A luta continua. A luta continua sempre, não é de agora.
Tá bom, Karine? Força aí, adelante, Zeca Salgueiro. Se caminhamos inexoravelmente para a perfeição, por que tanta luta? Porque a luta é a condição para alcançarmos a perfeição, Zeca. A perfeição ela não vem assim, estende a mão aí que eu vou te dar a perfeição. O inexoravelmente que tá colocado como todos nós estamos, entre aspas condenados a sermos perfeitos, vai na direção, penso eu, daquilo que seria o desconforto de não lutar primeiro contra si próprio, contra suas próprias imperfeições, depois mobilizar tempo e energia. para tentar engajar-se na luta urgente em favor da justiça, em favor da igualdade, em favor das boas causas, são inúmeras, Então, a gente precisa entender que a perfeição não tá garantida.
Quando se diz assim: "Se caminhamos inexoravelmente para a perfeição, por que tanta luta?" Eu não sei se foi essa a que isso aqui pode ter uma outra leitura. Não é a luta da gente, é a luta, mas eu acho que é da gente que foi no contexto da pergunta. A gente precisa realizar essa luta em favor da nossa perfeição. Uma luta. Luta não é no sentido da violência, de bater, machucar. Luta é um movimento que exige coragem para ser insetado. É algo que remete, é aquilo que Jesus falava na parábola da porta estreita. Não é simples, não é fácil, não é rápido a gente realizar os movimentos mais importantes da existência, que a existência é passageira. A gente tá aqui de passagem.
Por que que eu tô aqui? É a pergunta que toda tradição espiritualista, filosofia espiritualista ou religião faz. Qual é o sentido da vida? Então, para aqueles que entendem que a vida tem um propósito, e um desses propósitos é justamente a gente realizar um trabalho de autolapidação que remete a nossa evolução para alcançar a perfeição. A luta é essa. E ela não tá eh garantida. O resultado da luta não tá garantido sem esforço, Na natureza tudo tem esforço. A bolota da semente para vencer a resistência da terra, desabrochar as raízes serem fincadas no solo e você destemidamente apontar para o céu e crescer. Isso é luta. Isso é luta.
A lagarta que vira borboleta todo o esforço para realizar o movimento. Aonde eu vou me instalar para entrar num estado de dormência para depois ganhar asas e sair daqui? Todo esse processo instintivo, ele é uma luta dessa transformação. A a águia americana que tem que arrancar com os dentes ou com bico, né, as próprias garras, porque tem o momento de mudar a garra, a garra que precisa ter mais firmeza. Como é que eu abro espaço pra outra garra aparecer? É assim, ó. Então, a luta ela tá manifestada de diferentes formas. Uma gravidez, a transformação do próprio corpo, o sacrifício da gestante para ter aquele aqueles ve meses protocolares de uma gestação. É um movimento de muito amor.
Não é luta contra o feto, pelo amor de Deus. Mas é de luta no sentido de minha vida mudou, eu tenho sono mais desconfortável, meu padrão de alimentação é outro, eu tô lidando aqui com um serzinho dentro de mim que vai exigir essa resiliência física, mental, emocional e psíquica. Cara, é um processo de luta para comigo. Eu estou em em processo e é um processo rápido e eu preciso lidar com isso da melhor maneira possível, inclusive do ponto de vista do humor, inclusive do ponto de vista, nem toda mulher reage bem a esse processo, porque é uma questão principalmente de ordem física. Sil Fernandes Ferreira, como ter esperança se tudo em volta é ganância e caos.
Parece a Karine Batista quando diz: "Qual é o caminho para ter esperança quando a mentira ganha palco?" Gente, as adversidades fazem parte da vida. Eh, no shorts, né, do YouTube, o povo que trabalha com Anderson em Campina Grande faz os as edições legendadas com pequenos enxertos retirados do Papo das Noves. A gente publicou ontem, né, Anderson, uma nova eh temporada de shorts com pensamentos rápidos de 2, 3 minutos. Um deles é, e quem acompanha o papo das 9 desde o início se lembra quando eu falava as gargalhadas durante a a pandemia de uma expressão que vem do Nordeste, porque eu sou por parte de mãe é tudo Alagoas, por parte de pai é tudo Paraíba.
Eu me lembro dos meus avós, tios, até meu pai paraibano, porque minha mãe foi a única que nasceu no Paraná. Todos os irmãos, sete irmãos nasceram em Alagoas. Aí, eh, eu não sou floxichere ou então você não é floxiche. Eu adorava essa expressão. Então, veja, a gente não é fluxe, a gente não tá, não devia se vitimizar de estar num mundo onde acontece tanta coisa que nos deixa chocado, horrorizado. Esse é o teu mundo. Não, não dá para vir com esse papo dizendo assim: "Ah, não, Deus errou comigo. Eu tô no mundo errado. Eu não sou assim. Eu não penso assim. Eu não faço assim. Deus errou comigo. Eu tô sendo punido. Eu tô sendo castigado. Tem gente que acredita nisso.
Eu respeito, mas de virgem totalmente. A natureza não erra. A gente tá no lugar certo. E o que que significa tá num lugar que te te magoa, te traz tanta dor, que te castiga em relação às questões do do cotidiano? A minha percepção dessa questão filosófica é a seguinte, aliás, eu vou aqui recuperar uma mensagem que eu adoro. Adogo, adoro. Eh, Francisco Espírito Santo é o médium. É uma mensagem equivocadamente atribuída. o espírito é o Ramed. Nasci no lugar. Olha que mensagem que me parece resumir bem o que eu, André, pobremente aqui não tô conseguindo explicar da melhor maneira. Nasceste no lar precisavas, vestiste o corpo físico que merecias.
Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar de acordo com o teu adiantamento. Possuís os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades. Nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes e amigos são as almas que atraístes com tuas próprias afinidades. Portanto, teu destino está constantemente sob o teu controle. Tu escolhes, recolhes, eleges, atraíres, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial.
Não reclames, nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograma a tua meta. Busca o bem. e viveris melhor. Mensagem do livro Um modo de entender, uma nova forma de viver, psicografado pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto, Ramed. Eu acho essa mensagem espetacular. Por quê? Primeiro porque ela elimina a possibilidade para quem eh se identifica com esse essa informação da gente se vitimizar e dizer: "Ah, poxa, mas isso agora, desse jeito?" Não, esse é o nosso tempo, essa é a nossa vida, esse é o nosso planeta, essa é a nossa encarnação aqui. Então, penso que é uma mensagem muito motivadora da luta.
Posto que estamos aqui, eu não vou me rebelar, não vou me revoltar, não vou reclamar, eu vou fazer o melhor ao meu alcance. Eu vou fazer o melhor ao meu alcance. E o melhor ao meu alcance é aquilo que tá em sinergia com a minha capacidade. Eu não posso fazer o que eu não não consigo. Eu posso fazer o que tá ao meu alcance. E isso não é pouca coisa, como já dissemos. Importante, gente, a gente ter essa clareza. Eu acho, acho isso até terapêutico, sabe? do ponto de vista de você não deixar surgir o germe de uma depressão que você tá construindo, porque a depressão pode ser construída a partir de uma recorrência, de um pensamento que não te favorece na direção da vida que te convida o tempo todo.
A vida convida a gente o tempo todo pra gente confirmar, negar, seguir em frente, parar, reprogramar a rota. fazer de outro jeito, fazer do mesmo jeito. Não, mas agora eu vou mudar, agora eu vou seguir. A vida é feita de escolhas o tempo todo, o tempo todo. E a gente qualificar as escolhas do dia a dia faz parte dessa receita, vamos chamar assim, de uma vida melhor para você. que a gente tá chegando no final do papo. Eu quero agradecer também as perguntas, Mr. Anderson, se você quiser guardar essas perguntas para sexta-feira, tá valendo. Da Regina Itaambuca, da Ana Cristina, da Carla Hidalgo, da Denise Arbex e de quem mais tiverem enviado perguntas para mim.
Sabe por que eu tô com som na telha aqui? Vocês acreditam? sendo o problema da cortina. Então, eh, instalaram a cortina, só que aí na instalação rasgou, rasgou na instalação. A culpa não foi nossa, voltou pra loja, vamos mudar o pano. Aí eu tô aqui, não vou nem mostrar para você, mas tem lençóis, arquitetura aqui com design dona Nádia, né? Tapando aqui o sol da manhã, que é saudável até certo ponto, né? que tem uma hora que você fica aqui. Aliás, deixa eu encerrar com pensamento que eu acho interessante. Eu recebi uma mensagem muito bonitinha de uma pessoa no último papo das 9 de domingo.
Eu leio todas as mensagens, como eu falei, disse assim: "Adré, você não pode apresentar o papo das com camisa. Camiseta você tem que usar camisa social, tem que ser camiseta". Eu hoje tô usando camisa social porque antes de falar com vocês aqui, eu entrei ao vivo na Globo News, tá? no em ponto. Mas eu queria com muita delicadeza dizer o seguinte em público, eu não acho que a credibilidade das pessoas deva ser medida pela roupa, embora eu entenda essa cultura.
E quando eu fui apresentador do jornal das 10 da Globo News, onde eu fiquei 16 anos, eu consegui introduzir pela primeira vez nas organizações onde eu trabalho, que sábado eu queria para todo dia, só consegui sábado eu aposentasse a gravata, apresentar telejornal à noite na bancada com gravata não faz sentido. E meu amigo Flávio Fachel que apresenta aqui no Rio Bom Dia Rio, quando ele começou a apresentar o Bom Dia Rio era de gravata. que eu falava: "Amigo, 6 horas da manhã o povo acorda de vez de gravata no Rio de Janeiro." Eu brincava: "Você é gaúcho, você tem que pegar o o carioquês, aposenta essa gravata". Ele aposentou. Não sei se foi por mim, mas eu botei maior pilha.
Eu falei: "Essa gravata tá desconectada dos trópicos do Brasil, do calor, cabrão, do calor dessa terra maravilhosa. Então, tô aqui, ó, ó, a camisa social já tá aquecendo, já tô com uma pizza debaixo do braço. Beijos, abraços, saudações. Fiquem todos em paz. Força, coragem e fé. Sexta-feira, 9 horas, estarei aqui. Papo das 9 fica aguardado. Alô, papo da Alô, galera. Vamos dar uma moral lá pros shorts, os resuminhos de 3 minutinhos lá do YouTube. Vai lá ver se você gostou, dá uma clicada, dá um confere. Esse retorno de vocês é que justifica esse trabalho. Dá trabalho. Eu queria saber se vocês estão gostando, se vocês endossam, se tá legal ou se não tá legal.
Essa daqui não foi a melhor parte não, André, né, Anderson? Vamos pedir pro povo ir lá no shorts do YouTube, belê. Tudo de bom. Até sexta, se Deus quiser.

