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Olá, olá, olá. Muito, muito, muito bom dia a todas e todos. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafof aqui em Laranjeiras. Hoje a angulação e a luz tá um pouco diferente porque eu tô mais avermelhado aqui, mais escuro. Eu tô sem cortina na sala que teve que consertar. Os trilhos arrebentaram, pecinha de plástico frágil. Quando instalaram, eu falei: "Ih, isso não vai dar certo, não deu. Já tô trocando a cortina". Mas não para não ficar exposto a um sol inclemente que tá fazendo no Rio de Janeiro hoje. Um céu azul, sol gigante, um calor hoje vai bater 33, 34º. Espalhamos mantas e lençóis aqui na sala para não deixar esse calor, a cachapante castigar a gente.
Eu até tirei o quadro mediúnico lá da pintura de Jesus do jardim, porque ele tava direto exposto no sol, né? Então eu colei aqui na manta e tem uma um lençol vermelho que tá me dando essa coloração, eu diria, mais avermelhada, tá? E porque o sol vai subir durante o papo das 9. Eu não quero ficar na linha dessa luz bemja, mas espíritos imperfeitos não estão preparados para tanta luz. Aliás, isso é fato, tá? a luz do Espiritismo. Quando as pessoas dizem assim: "Por que que eu não posso ter a pretensão de repente de encontrar um espírito de muita luz? Eu quero falar com Jesus. Chama Jesus aí que eu quero bater um papo.
Bom, eh, espíritos de altíssima envergadura ética, moral, livres de imperfeição, que estão, portanto, eh desobrigados de qualquer, eh, encarnação, eles não reencarnam mais, são espíritos puros e perfeitos. A luminosidade dessa criatura é insuportável para nós. Esse que é o fato. Você não enxerga. É um clarão. É como iluminar um quartinho minúsculo com refletor de estádio de futebol. Vai doer a vista. Mas olha, o papo das não é não não é nada sobre isso. Me perdoem aqui. A gente vai conversando e vai ganhando tempo pro povo chegar. Eu sempre falo do da transmissão ao vivo no YouTube e no Instagram, mas eu quero dizer que no Spotify a gente tá tendo um retorno maravilhoso.
Então beijo pro povo também do Spotify. Vamos lá, vamos falar de família. Acho importante falar de família porque é um conceito muito caro para quem entende o sentido da família na construção de um mundo melhor e mais justo, de uma sociedade mais sensível, mais igualitária e mais capaz de resolver problemas ou desafios colossais do nosso tempo. Então, eu não vou fazer aqui uma digressão, não tenho nem competência para fazer esse tipo de eh explanação aqui hoje, nem me preparei para falar sobre a história da família na sociedade humana, nas culturas ancestrais. Quer dizer, eu vou fazer um breve resumo daquilo que importa para situar o debate em algum parâmetro.
A gente tá falando, portanto, de algo que vem de muito longe a registros de estruturas familiares entre nós que datam de 10.000 anos atrás. Na linha do tempo, em diferentes partes do mundo, teremos diferentes leituras ou interpretações do que seja uma família, das regras da sociedade aonde as famílias estão inseridas. E invariavelmente isso é doloroso de pesquisar. Você vai ver que numa eh sociedade patriarcal, predominantemente patriarcal, aonde os valores e princípios que interessam aos homens são impostos para a sociedade, essa imposição começa dentro de casa em família. Ou seja, o macho alfa é que vai definindo o que é e o que não é. É muito doloroso isso.
Eu não vou me entrar mais profundamente nesse aspecto, mas é importante a gente ver como a história da família, ela tá nos trilhos da sociedade patriarcal e machista. É a visão do homem. E isso até hoje, tá? Quer dizer, você vai ver em muitos lugares do mundo e eu diria também do Brasil a imposição do homem sobre o que ele homem acha que a família deve ser e de que jeito. Deixa eu pegar então o primeiro conceito de família, que é um conceito da inteligência artificial que tem 1000 problemas e 1000 soluções. A a inteligência artificial, ela quando você faz certas consultas, ela faz um grande e eu diria, resumo de conceitos ou de palavras que você tá pesquisando.
Eu tô fazendo isso eh porque não é o escopo do meu trabalho. Eu não vou, como disse hoje, trabalho voluntário, eh, entrar em pormenores sociológicos, antropológicos, culturais e históricos da família. Então eu vou no briefingzinho aqui, no resuminho, eh, pra gente emprestar um sentido ao rumo da prosa. Família é um agrupamento humano formado por duas ou mais pessoas, com ligações biológicas, ancestrais, legais ou afetivas, que geralmente viveram ou vivem na mesma casa. Você vê como eu é muito difícil a gente ter um conceito fechado, uniforme, padrão, que alcance todas as famílias do mundo. E eu não vejo isso como um problema.
E me apraz ver, por exemplo, que num país que tem ainda resquícios muito retrógrados, conservadores no mau sentido do termo em relação à visão do que é família, por exemplo, família nasce do casamento de um homem com uma mulher. Não é uma crítica, é uma observação, cada um que tem o seu conceito, mas esse conceito que eu acabei de dar, ele ainda é muito vivo e resiliente aqui no Brasil. Então, a gente vai perceber aí uma rigidez enorme que não é compatível com o tempo, com a cultura, né, que nós estamos inseridos. Primeiro, por você achar que só faz sentido chamar de família a união por amor entre um homem e uma mulher. Se você discorda de mim, não tem problema.
Eu tô aqui explanando uma opinião e graças a Deus, numerosas pessoas que eu reputo como seríssimas, referenciais para mim do ponto de vista do pensamento, dizem a mesma coisa. Você pode perfeitamente constituir uma família, não apenas unindo um homem e uma mulher, mas duas mulheres que se amam ou dois homens que se amam. O Brasil, graças a Deus, até do ponto de vista do marco jurídico, o arcabolso jurídico e legal, permite, aliás, se permite ou não, não faz diferença, porque sempre foi, sempre será assim. Duas pessoas que se amam não necessariamente precisam ser heterossexuais.
Dois homens ou duas mulheres podem sim constituir família e podem, se forem dois homens ou duas mulheres, ter filhos adotados ou você faz aquele investimento nos métodos que vão permitir através de genes, a combinação dos cônjuges ali e uma gestação que permita esse encontro dos genes. O fato é que o conceito de família ele muda ao longo do tempo, do meu ponto de vista muda para melhor, com menos rigidez e menos imposição dentro de um moralismo no mau sentido do termo, do que lhe parece ser o certo, você impõe aos outros o que lhe parece ser a diretriz única. Isso para mim não faz o menor sentido.
Aliás, abrindo um parêntese, existe e não sou eu quem diz que se você fizer uma consulta, faça você depois do papo das 9 uma pesquisa eh sobre adoções no Brasil, pesquisas feitas junto ao juizado de menores, para verificar, por exemplo, famílias constituídas por casais homossexuais tem uma performance, porque a doação implica numa vigilância, numa ferição para ver se essa criança tá bem assistida, está sendo bem educada, está sendo alvo de cuidados no campo amoroso do afeto, do carinho, da atenção. É impressionante a performance dos casais homossexuais. Não sou eu quem diz. Aí você vai dizer: "Não, mas isso afronta as leis de Deus. Não, porque isso é imoral.
Desculpa aqui no Papo das que nós temos muito respeito por todas as opiniões, esta em particular não encontra respaldo nos dados. Crianças que são eh levadas dos orfanatos e consensualmente elas são eh adotadas e é preciso que elas se sintam à vontade nesse novo lar. Elas têm uma performance incrível de crescimento no ambiente de amor, de respeito, de tolerância, enfim. E é um assunto que eu já como repórter, como jornalista, já fiz reportagens sobre isso. Eh, eu eu não tô falando de orelhada. Então, é importante a gente quebrar um pouco esse estigma de que família só é homem, mulher, casado no papel. Aí tem outra questão, se graças a Deus no Brasil também, porque o mundo não é assim.
Boa parte do mundo não é desse jeito. Em boa parte do mundo o pai escolhe com quem a filha vai casar, cara. Em alguns países da África você vai ter criança, não só da África, da Ásia também, crianças casando com adultos por imposição do pai, dos pais da menina. É uma coisa horrorosa. A gente não avançou em vários aspectos aí culturais no mundo, porque isso hoje, penso eu, constitui uma violência contra os direitos da criança, que não é, isso não é visto em alguns lugares. Então, vamos lá. Constitui a família uma das unidades básicas da sociedade. Isso é consensual, penso eu, né? célula matter da sociedade. É mesmo?
É mesmo assim, no tecido social, a família é a célula e a gente aprende a ser gente em família. Bom, aonde eu quero chegar? Primeiras questões aventadas dentro de uma filosofia espiritualista chamada espiritismo. Porque esse debate foi colocado no século XIX até hoje há quem diga que a família é uma construção cultural, que a natureza humana não pressupõe a vida em família, como os animais ditos irracionais, que nós somos animais mamíferos de sangue quente, dotados de intelecto superior, noção de Deus. Nós somos animais, nós não estamos fora do reino animal. Segundo os biólogos, no espiritismo, nós estamos no reino ominal, mas vamos lá, ainda temos extinto.
E aí o que diz o Espiritismo sobre isso é bem interessante, porque na verdade isso a época da codificação, século XIX, o que o Espiritismo traz como o ser humano é um ser social, ou seja, não é uma construção cultural. A família é uma demanda existencial. Nós precisamos desde cedo termos um ambiente aonde haja atenção, afeto, carinho, amor, instrução, educação, eventualmente a repreensão pelos maus feitos. Tudo isso tá no pacote da educação. Nós temos a necessidade da vida em sociedade. E é curioso porque eu já falei isso aqui. O espiritismo nasce no mesmo período histórico que a sociologia. Antes do século XIX não existia espiritismo, não existia sociologia.
No século XIX surgem essas palavrinhas novas no dicionário espiritisma do francês Kardecunha essa expressão o neologismo e a sociologia Emil Durheim que é um dos pais da sociologia que também afirma que nós somos seres sociais somos seres sociais e a família ela se torna ainda mais importante e valorosa. Nessa condição existencial que temos no livro dos espíritos, nós vamos ter na parte das leis morais, que que são as leis morais? São os mecanismos que fazem o universo funcionar, eh, e os seres vivos na natureza terem um determinado eh comportamento ou uma determinada injunção da sua natureza, natureza humana. Então tem a lei de sociedade. Aí a pergunta é: a vida social está na natureza?
A resposta da espiritualidade é a questão 76. Certamente Deus fez o homem e a mulher para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. Portanto, nós somos naturalmente inclinados, predispostos e demandantes da vida em sociedade. Procurando a sociedade, não fará o homem mais do que obedecer a um sentimento pessoal? Ou há nesse sentimento algum providencial objetivo de ordem mais geral? Resposta. A humanidade tem que progredir isolado, insulado. Não lhe é isso possível por não dispor de todas as faculdades. Falta-lhe o contato com os outros homens e mulheres. No insulamento, ou seja, no isolamento, ele se embrutece e estiola.
Gente, isso é muito importante e interessante. Na área da pedagogia se sabe que já falei muito sobre isso aqui, porque é muito importante a gente saber quem tem criança em casa, quem tá numa fase de curtir as criaturinhas que estão ali demandando atenção, aleitamento materno, aí tem o choro, acorda de madrugada, leva no pediatra, aquela coisa toda. 0 a 7 anos é o período em que nós, seres humanos, somos esponjas ambulantes e vamos absorvendo absurdamente todas as informações e todos os estímulos à nossa volta. Eh, e isso significa forjar caráter, princípios, valores, personalidades.
0 a 7 anos é um período estratégico da nossa existência, razão pela qual as crianças precisam ser reconhecidas como criaturinhas que vão inspirar ou deveriam inspirar de nossa parte muitos cuidados e atenções. É um ser em literalmente em formação, em construção. Sabe aquela aquela obra que você tá fazendo em casa aí? tá batendo o cimento, né? O cimento ele tem que ser usado enquanto ele tá fluido, né? Enquanto ele tá pronto para ser aplicado na obra. Se você deixa o cimento de lado, ele vai endurecer e vai ficar aquela pilha, aquela aquele monturo de cimento que não vai ter mais função, porque ele tá ali endurecido no lugar errado.
Ele não vai ter utilidade, ele fica na numa resolução que não lhe convém. Não sei se é o bom exemplo, foi o exemplo que me ocorreu. Então, a infância não volta mais. Esse período não volta mais. Razão pela qual nesse período ter uma família atenta, amorosa, que dê assistência, dê cobertura, gere estímulos, né? A criança precisa, ela tá pronta para crescer, então ela tem que ver muita coisa, ela tem que se ela tem que ser provocada. Existem jogos didáticos eh que tem essa função. Não apresente celular tela digital para criança miúda. Não faça isso com seu filho ou com seu neto. Eu sei que muita gente cai na tentação. Isso é uma babá eletrônica. Fica calminho quando tá vendo ali.
Não, mas não tem que ficar calminho com isso, porque você tá dando um anestésico, um doping, um entorpescente numa mente que tá ávida de estímulos sensoriais, aonde a criatividade, a fantasia possa ter lugar. Você quer acalmar teu filho, tua filha, teu neto, tua neta, conte. A gente teve há duas semanas atrás a Bienal do Rio, né, do livro. Mais uma vez é um barato as Bienais abrirem espaço para contação de histórias. Por quê? contar história para uma criança, abre-se na cabecinha dela uma uma um portal que você tá contando a história e ela tá, ó, plasmando, exercitando a fantasia dela, a criatividade dela.
E isso é nutriente pro crescimento intelectual, pra maturidade emocional, porque a história vai ter momentos tristes, momentos alegres, vai ter oscilações que determinam que o coraçãozinho de quem tá escutando bata mais rápido ou mais devagar, que a respiração fique presa ou fique solta. Isso é crescimento. É um processo de crescimento. Tá aprendendo com as historinhas. Não tem coisa melhor. Criança que tá lá o tempo todo em apartamento, tá o tempo todo dentro de casa.
Eu sei que tem o problema da violência, eu sei que tem o problema do custo às vezes para levar num lugar legal, mas pelo amor de Deus, tem que ter um lugar onde essa criança veja o céu, veja o pássaro, veja o cachorro viral lata, veja outras crianças. Brinque nos brinquedinhos da praça, se suje de terra, se lambuse com sorvete. É muito legal assim. Eh, eu acho quando os pais permitem que os filhos eh realizem experiências ou movimentos, que o pai ou a mãe já vai dar errado isso aí. Isso aí não vai ser legal. tá lá lambendo a bola de sorvete de um jeito que a bola vai cair. É claro que ninguém quer que a bola caia. Vai acabar lá o o prazer do sorvete.
Se a bola cair, o menino ou a menina vão ser repreendido, você vai bater? Não, não vai bater. Não vai ser repreendido. Ele precisa só entender por que a bola caiu. Caiu, ó. Não é para fazer assim, faz de outro jeito. Ensina pedagogia da atitude, demonstra, mas não demonstra com raiva, não demonstra como se fosse uma vingança, se seu desastrado. Não, isso, pelo amor de Deus, isso é na contramão da boa educação. Mas eu não quero ficar falando sobre tô hoje indo em direções que eu não queria num primeiro momento ir. Aonde eu quero chegar? Nós temos a necessidade da vida em sociedade.
Nós não somos como a maioria absoluta dos animais irracionais que por instinto a mãe cuida quando o filhote cresce. Bye bye. Vai a luta que eu vou continuar cuidando da minha vida instintivamente. A reprodução humana implica em responsabilidades. Paternidade e maternidade é missão. Um casamento que não deu certo, pelas razões que forem, não pode significar um estorvo para aquela família. Não há demérito se o casal perceber que não vale a pena continuar junto. E aí há todo um trabalho que precisa ser feito para essa criança não se não se entender como culpada pela separação ou entender. Ela não deveria entender que a separação do pai e da mãe significa o fim da família.
Existem novas famílias. Essas famílias até têm um nome que agora eu não me lembro, que é assim: o pai casou com outra mulher, a mãe casou com outro homem. Eventualmente esse relacionamento já vem com os filhos dos outros. E aí você tem uma família aqui ou duas famílias que papai tá lá, mamãe tá tá lá, tem meus irmãozinhos por parte de outros ah casamentos dos outros cônjuges. Então é uma nova configuração familiar. Aí você vai dizer: "Mas isso não é uma família de verdade? Como não é de verdade? Se ali há respeito, afeto, carinho e principalmente, isso é um dado importante que eu não falei ainda, sensação de pertencimento.
Tem um lugar no mundo em que eu tenho uma família e essa família ela faz parte da minha vida. Essa família me eh inclui, essa família só pode ser explicada pela soma dos seus membros, dos quais um deles sou eu. Então, é muita arrogância a gente dizer, mas família só funciona se for desse jeito como eu disse, tem que ser um homem e uma mulher casados. eh, no civil e no religioso, né? E vão viver para sempre. Isso já passou. Ah, mas faz sentido para mim. Então, vamos admitir, faz sentido para quem queira abraçar esse conceito. Não queira impor aos outros um conceito que faz sentido para você. Seguindo em frente, a gente vai lá pro Evangelho Segundo Espiritismo.
Tem uma explicação bem isso é Kardec na veia, cara, na veia. Mas deixa eu primeiro pegar o a parte do evangelho mesmo, que não é só espírita, é a passagem. Tem Marcos e tem Mateus falando sobre uma passagem, uma situação, uma história que segundo eles, eu eu sempre tenho esse cuidado, porque os evangelhos foram escritos muito tempo depois da ressurreição de Jesus. Jornalista tem sempre essa prudência de não tomar o pé da letra as coisas e de alguma forma relativizar. Então, segundo o evangelho que nos chega nos dias de hoje, traduzidos, etc., São Marcos e São Mateus, é aquela famosa passagem que Jesus manifesta um estranhamento em relação a Maria e os irmãos.
Maria, mãe de Jesus, quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? E tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão grande multidão de gente que eles nem sequer podiam fazer sua refeição. Sabendo disso, vieram seus parentes para se apoderarem dele, pois dizia que perderam o juízo. Entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos e conservando-se do lado de fora, mandaram chamá-lo Jesus. Ora, o povo se assentaram em torno dele e lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te chamam".
Ele lhes respondeu: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" E passando olhar pelos que estavam assentados à sua volta, disse: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe". Bom, na explicação dada por Kardec, obviamente não faz nenhum sentido tomar ao pé da letra essa mensagem, entendendo que Jesus renegou Maria e os irmãos, ou que Jesus não tinha realmente a noção de que aquela era a família dele, consanguínea, laços de parentesco. Não faz sentido alguém que praticou e defendeu com tanta ênfase a lei do amor. Eu não vou ler a explicação toda aqui que faz sentido para os espíritas, faz sentido para mim.
Então, em relação a seus irmãos, sabe-se que Jesus jamais tivera Em relação a seus irmãos, sabe-se que eles jamais tiveram simpatia por Jesus. Espíritos pouco adiantados não lhe compreendiam a missão. Aos olhos deles, a conduta de Jesus era estranha e seus ensinamentos não os tocavam, já que nenhum seguiu como discípulo. Parece mesmo que partilhavam até certo ponto das prevenções de seus inimigos. O que é certo, afinal é que o acolhiam mais como um estranho do que como um irmão quando aparecia a família. São João diz positivamente, isso aparece no Evangelho, que eles, os irmãos de Jesus, não acreditavam nele, Jesus. Quanto a sua mãe, ninguém ousaria contestar a ternura que lhe dedicava.
Mas é preciso eh convir igualmente em que também ela não fazia ideia muito exata da missão do filho, pois jamais haveram seguido os seus ensinos, nem dado o testemunho dele, como fez João Batista. O que nela predominava era a solicitude maternal. Quanto a Jesus, supor que ele haja renegado sua mãe, seria desconhecer-lhe o caráter. Tal pensamento não podia animar aquele que disse: "Honrai a vosso pai e vossa mãe". Deve-se, portanto, buscar um outro sentido para suas palavras, porque Jesus não desprezava nenhuma ocasião de dar um ensinamento. Aproveitou, portanto, a que lhe oferecia a chegada de sua família para estabelecer a diferença que existe entre.
E esse é um capítulo muito importante do espiritismo no que tange a explicação da família, parentela corpórea e parentela espiritual. Então vamos aqui porque é bem didático. O Kardec foi um pedagogo, discípulo de pestalose, gente. Então eu queria saber ler francês para poder, digamos, beber da fonte com mais deleite, porque na tradução pro português, a estrutura da ideia tá claríssima. em francês deve ser algo maravilhoso. Os laços de sangue não estabelecem necessariamente os vínculos entre os espíritos. Você já sabe disso, né? Qual família não descobriu isso ainda? O corpo procede do corpo, mas o espírito não procede do espírito, porque o espírito já existia antes da formação do corpo.
Não é o pai que cria o espírito de seu filho. apenas lhe fornece um invólu corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho para fazê-lo progredir. Aqui eu tô me lembrando de um livro espetacular de Hermínio Miranda, já desencarnado, que eu tive o prazer de conhecer a ele e a família muito rapidamente, mas tive esse prazer. Nossos filhos são espíritos. É um livro que eu já comentei no papo das ve que mostra exatamente a dificuldade de muitos pais se livrarem de uma sensação de propriedade. Meu filho, quando você fala assim, é meu meu filho, o pronome já tá instigando uma sensação de posse em muitas famílias. Filho meu.
Aí você já dá uma ordem, não faz isso, não fala aquilo, não. Eu entendo o sentido da frase, mas a gente tem que ter cuidado, principalmente quando somos espiritualistas, que alcança todas as correntes de crença na vida, a paz à morte. Mas os espíritas em particular, eu creio que a gente precisa ter muito essa noção, quem são os nossos filhos. E isso tá muito Kardec fala assim: "O corpo procede do corpo, ou seja, a parte genética biológica da fecundação, espermatozóide, óvulos, gestação, pronto, vem ao mundo criaturinha. O corpo claramente é resultado de um encontro que se resolve o o o pelas leis da reprodução humana, matéria. O corpo procede do corpo, o espírito não procede do espírito.
Então vamos lá. Em resumo, seu filho, em primeiro lugar, pode ser alguém muito mais antigo que você. Tem aquele aspecto assim de fragilidade no berço, amamentando lá, ele se nutrindo do leite materno. Aí você fala: "Que criaturinha frágil, que serzinho inocente". A gente tá falando da matéria. Quando você vai, se você quiser, se debruçar sobre o estudo, o que anima o corpúsculo de uma criança, de um bebê, pode ser um espírito, eu diria, bem mais velho, rodado, com mais quilometragem, eventualmente muito mais sabedoria e conhecimento que você. Só que ele está ali recomeçando uma jornada e muita gente confunde ou não aceita reencarnação. Exatamente por isso.
Diz assim: "Mas como é que pode começar de novo do zero? Não começa do zero. Há o momento da vida da gente em mais uma encarnação que aspectos da nossa personalidade espiritual afloram, da nossa identidade, melhor dizendo, espiritual, afloram. são as ideias inatas, as inclinações que os pais por vezes ficam perplexos dizendo: "Nossa, como é que ele tem aqui um uma facilidade, um talento, uma forma de lidar com as coisas que nós não ensinamos nem estimulso." Uma possível explicação para nós faz sentido, espíritas, são as reminiscências de vidas passadas. que trazem essa verve, esse jeito muito peculiar, muito singular de se expressar, de pensar, de sentir, de se manifestar no mundo.
Portanto, aos pais cabem orientar, esclarecer, educar para que esta criatura que tá regressando ao plano da matéria dê mais um passo importante na sua jornada evolutiva com apoio explícito de pai e de mãe ou dos responsáveis. Ah, mas não é pai e mãe consanguíneo, é filho adotivo, como diria Kardec em francês, lamem chose, a mesma coisa. Por quê? Porque é uma criaturinha que receberá do pai e da mãe adotivo, que tem uma beleza enorme esse gesto porque é um filho escolhido, cara. Não foi a natureza que trouxe assim, não. É um filho que foi escolhido. Eu escolhi você. Você é meu filho. Você está nesta casa. Sou seu pai, ela é sua mãe. Porque a gente escolheu você para cuidar de você.
A gente escolheu te amar. Você é filho biológico de outra pessoa, mas aqui nós vamos fazer aquilo que os seus pais biológicos, por uma razão qualquer, não puderam, não quiseram fazer. Nós vamos fazer. Portanto, paternidade é missão, maternidade é missão, no sentido de ajudar essa criaturinha desde cedo a ter a noção do que é certo e errado, os valores e princípios mais nobres em favor da tolerância, do respeito, do acolhimento dos outros a partir da noção de que ninguém é o dono da verdade absoluta, de que ninguém merece, ninguém deveria impor uma visão, uma opinião e que cada um tem o direito de ser quem é. Isso é educação, é lapidação.
Os espíritos que encarnam numa mesma família, eu tô aqui no capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, na parte que fala da parentela corpórea, da parentela espiritual. família, sobretudo como parentes próximos, são, na maioria das vezes, espíritos simpáticos, na maioria das vezes, espíritos simpáticos ligados por relações anteriores que se traduzem por uma afeição recíproca na vida terrena. Mas também pode acontecer que sejam completamente estranhos. uns aos outros, divididos por antipatias igualmente anteriores, que se expressam na Terra por um mútuo antagonismo, a fim de lhe servir de provação.
Então, veja, gente, isso também é tão comum, você vai ter na sua família, óbvio, porque é assim que é. A gente tá aqui, não precisa ser espírita nem espiritualista para constatar o que eu vou dizer. Você vai ter pessoas na sua família com as quais você tem maior facilidade de se relacionar por uma razão qualquer. Talvez até mais simpatia, uma simpatia genuína, não é que você escolhe aquilo simplesmente é muito feio para um pai ou uma mãe dizer de todos os meus filhos, aquele ali me toca mais perto do coração. Isso não é politicamente correto. Nem o pai, nemhum mãe vai admitir que nutre por esta ou aquela filha ou filho, uma afeição ou uma um uma forma de se relacionar que é mais intensa.
Mas isso acontece, não é feio. Tem uma explicação para isso. Isso primeiro é perceptível, você não precisa falar, fica meio evidente assim, né? fica meio evidente. Eh, o que importa aqui a gente dizer é que a partir dessa explicação que para os espíritas faz sentido, numa mesma família você haverá de ter pessoas com as quais você já construiu em vidas passadas laços de afinidade, simpatia, reciprocidade, eh intimidade positiva e outras pessoas. E aí é interessante a gente pensar por que que Deus colocou como pai ou mãe ou irmão ou filho ou filha, alguém que com quem eu tive os as piores experiências em uma ou mais existências pregressas? que eu fiz para merecer no seio da minha família, da família que eu, em que eu estou inserido?
Uma pessoa que eu não não simplesmente a gente não bate. É um conflito constante. O santo da gente não bate. É o que diz a expressão popular. Se você pergunta para um espírita por que que isso acontece numa mesma família? E veja, eu nem tô chegando nos casos extremos do filho matar o pai, do pai matar o filho, do pai estuprar a filha. Ó, a maior parte dos estuprios no Brasil ocorre dentro de casa por pessoas de uma mesma família ou pessoas que têm a intimidade do lar. Pesquisa, isso é estatística policial.
Então você vai dizer, que Deus é esse que reúne no seio de uma mesma família espíritos que são antipáticos uns aos outros, não se dão e por vezes isso chega às raias do cometimento de crimes. Então é, eu sei que isso pode chocar muita gente que não compartilha dessa ideia, não tem problema. Agora, o sentido e o propósito de você reunir nos laços consanguíneos pessoas que vão viver na mesma casa, elas têm o mesmo o código genético muito parecido pelos laços consanguíneos, tem o mesmo sobrenome e dividem o mesmo espaço, mas eventualmente são inimigos de outras vidas. Aí você vai dizer por que que isso acontece? Bom, eu espero que não cause estranhamento.
O que eu vou dizer é pela lei do amor, porque nós precisamos na nossa jornada evolutiva nos livrarmos de todas as nossas imperfeições. Portanto, todo dano, todo prejuízo, todo ferimento, toda dor, todo sofrimento que nós causamos nos outros, nós precisaremos encontrar tempo, motivação e energia para reparar, para buscar a reconciliação, tentar harmonizar laços que estão esgarçados. Ah, mas por que que tem que ser assim? Bom, se você perguntar isso para um espírita, ele vai dizer: "Faz parte do aprendizado do amor a gente não ter nenhuma mágoa, nenhum ressentimento e que a gente aprenda a lidar com pessoas com as quais a gente não concorda.
É direito teu não concordar, mas não concordar não justifica o emprego do uso da força ou da violência para dobrar o outro. para impor ao outro o que quer que seja. A lei de causa efeito remete exatamente a necessidade da reparação. Não é a lei de Talião como muita gente acha. Esse é um assunto que demandaria mais tempo para explicar em detalhes. Todo o esforço que cada criatura realize no autoaperfeiçoamento e na reforma íntima, em certa medida, vamos colocar assim, dilui a necessidade de uma reparação nos mesmos termos da dor causada.
Vou deixar assim, naquilo que me foi possível entender da doutrina espírita, o que seria a compatibilização da lei de causa e efeito com a providência divina, né? Então, a família oferece as melhores oportunidades da harmonização dos conflitos, a construção do diálogo respeitoso, o exercício da paciência e da tolerância. uma forma criativa de você lidar com alguém com quem você de fato não tem naturalmente simpatia, mas que é seu filho, é a sua mãe, é o seu irmão, é alguém que tá próximo, ama o próximo como a ti mesmo. É, quem se diz cristão e ignora essa máxima do evangelho, tá fazendo um cristianismo de conveniência.
Você pega a carona no lado Nutella do cristianismo, da autoajuda do do o do consolador da minha alma. Agora, na hora de você mostrar serviço dizendo: "Nossa, ser cristão é ralação, cara. Ser cristão é ralação, porque é superação, é a sublimação, é algo que extrapola o que você já faz ali de olhos fechados. É o é a porta larga, a porta estreita, famosa parábola de Jesus, né? A porta estreita é aquele caminho que ninguém naturalmente gostaria de seguir. A parábola da porta estreita fala disso. O movimento de manada tá indo todo na porta larga. Vamos por ali que ali é fácil. Vamos por ali que eu tô no mundo da matéria. Eu quero aqui usufruir de todas as delícias, todos os prazeres, né?
Tudo que me convém nesse mundo Eu quero casa, comida, roupa lavada. Eu quero prazer no nível máximo e todos os dias, o tempo todo que não tiver nessa lista não me serve. Eu vim pro mundo a passeio. Isso aqui é um grande parque de diversões. Eu quero curtir ao máximo. Tem gente que pensa assim. Aí a vida termina na resolução física e material e a alma desprendido, o espírito desencarnado se depara com o estado, provavelmente nesses termos, vamos colocar assim no nível extremo, no estado de mendicância espiritual, miserabilidade moral, aliás, No espiritismo o que se diz é que a maioria dos desencarnados quando se percebe na condição de desencarnado, reporta o quê? reporta uma sensação melancólica, triste, derivada da exata noção do tamanho do tempo desperdiçado na Terra com aquilo que não lhe ajuda agora, não lhe permite ter maior paz de espírito, consciência tranquila. a noção de que fez o que poderia fazer, entendendo que aquilo era o certo do ponto de vista dessa jornada que transcende os portais da morte física.
É aquilo que também na parábola, na parábola não, quando Jesus reporta sobre o tesouro que as traças não corróem, é os são os tesouros imperecíveis, é a porta estreita, gente. Desculpa. Não é que a gente não mereça felicidade, prazer, eh comida gostosa, férias, viagens sensacionais, eh sexo com prazer. Não, não tô falando disso. Eu tô falando qual o espaço que tudo isso deve ocupar na nossa vida. Porque quando a gente acha que isso e apenas isso explica a razão da gente tá aqui, essa história não vai terminar bem. Quem já fez a passagem foi autorizado a reportar para nós essa experiência do desperdício. Do desperdício. Vamos lá, seguindo em frente.
Os verdadeiros laços de família não são, portanto, os da consanguinidade, e sim os da simpatia e da comunhão de pensamentos que prendem os espíritos antes, durante e depois das suas encarnações. Consequentemente, dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo espírito do que se o fossem pelo sangue. Podem atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando estão juntos, ao passo que dois irmãos de sangue podem repelir-se conforme se vê todos os dias. Eis um problema moral que só o espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências. Então, quando a gente fala da parentela corporal e da parentela espiritual, é disso exatamente que estamos falando.
É disso que estamos falando. Eh, há, pois, duas espécies de família, como eu falei, aquelas formadas pelos laços espirituais e os laços corpóreos. Essas dos laços espirituais são duráveis e se fortalecem pela purificação, perpetuando-se no mundo dos espíritos através de várias migrações da alma. Então o seguinte, quando a gente desencarna, a gente vai se deparar, eu tenho essa curiosidade, eu não sei como é que vai ser quando eu desencarnar, eu imagino que eu vai encontrar pessoas que foram familiares meus nessa existência, mas provavelmente eu vou encontrar pessoas desencarnadas que não estiveram aqui enquanto eu estive aqui como André.
E são pessoas que são importantes para mim, são referenciais para mim. A luz do Espiritismo é disso que se trata. Existem pessoas que se sentem muito solitárias, uma família que não deu liga, uma família que não foi legal, né, por várias razões. Não vou aqui enumerar. Vocês conhecem certamente esses casos, estão por aí. eh uma encarnação em que a criatura ela se sente muito desamparada, desassistida no seio da própria família. Isso pode ter várias várias explicações. Uma delas é o desprezo que essa criatura em vidas anteriores teve pelos seus.
Outra explicação é que por caminhos tortos, esse desamparo familiar pode precipitar esse espírito a realizar escolhas que nessa encarnação são prevalentes, são importantes e foi preciso fazer esse arranjo familiar, eu diria desinteressado, sem nenhum afeto genuíno, profundo. É dor isso. É, é muita dor, mas é possível que o desamparo familiar precipite esse espírito reencarnado a realizar escolhas que convergem na direção de um mapeamento de oportunidades na atual encarnação que só é possível por conta dessa dor. Eu sei que parece estranho. Quem não quem não se debruça na literatura espírita vai achar muita coisa estranha, né? Como assim? Que loucura?
A criatura vem ao mundo e se vê tão sofrida, tão desamparada, mas isso dentro do contexto reencarnatório tem uma finalidade? A resposta é sim. Se você perguntar para um espírita. Mas enfim, vamos em frente. já as o a parentela corporal é frágil como a matéria, se extingue com o tempo e muitas vezes se dissolve moralmente. Já na existência atual, você não precisa esar esperar o desencarne. Percebe? os laços consanguíneos, o mesmo sobrenome. Nós nascemos e vivemos debaixo do mesmo teto, mas aquilo não tem, eu diria, profundidade, não tem verdade. E aquilo, segundo foi dito aqui, já se dissolve moralmente na atual existência.
Foi segundo Kardec o que Jesus quis tornar compreensível, dizendo para seus discípulos: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos apontando para eles, os discípulos. A hostilidade com que seus irmãos o tratavam se acha claramente expressa no relato de São Marcos. Aqui a gente já falou sobre isso. Deixa eu pegar uma mensagem que eu adoro e que é erroneamente atribuída a Francisco Cândido Xavier. Na verdade, a autoria da mensagem é Francisco do Espírito Santo Neto. Eh, o médium. A mensagem ditada por Ramed foi recebida pelo médium Francisco do Espírito Santo em reunião pública da Sociedade Espírita Boa Nova em 6 de março de 1996. Você vê por aí essa mensagem atribuída a Chico Xavier, não é de Chico.
É uma mensagem que é linda, gente. Olha, é das mensagens. E veja, não é uma mensagem que só os espíritas vão perceber ali uma felicidade na abordagem do tema. Olha que lindo. Nasceste no lar precisavas. Vestiste o corpo físico que merecias. Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar de acordo com o teu adiantamento. Possuís os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atraís, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivencial. Não reclames, nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto. A mensagem do Ramed me disperso desejando a você a reflexão. Domingo é um dia da família, né? É interessante a gente tá debatendo isso hoje. É um dia familiar.
É um dia para você, para quem não tá trabalhando, para quem tem família, a confraternização, os encontros, os passeios, algum momento de compartilhamento e de intimidade. Eu espero sinceramente que o nosso estudo hoje possa ser de alguma forma interessante ou instrutivo ou inspirador, quem sabe, não por mim, mas pelos pelas referências que fizemos aqui para que você em família possa realizar as melhores escolhas no campo do amor, do afeto, do carinho, da paciência, da resiliência, da tolerância, da sabedoria e da compreensão mais ampla do que é isso. Fiquem com Deus, tudo de bom. Ó o som pegando aqui. I, vamos que vamos até quarta-feira, se Deus quiser. No.
