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Seres luminosos brilham mais aonde é preciso de luz. A cada nova era, aqui na Terra a coisa se reconduz. São adoráveis criaturas surgindo do inesperado, [Música] deixando esse louco planeta inteiramente mudado. Quem conhece essa música do 14 B? Começa devagarinho assim. diz assim: "Vivendo num planeta sem juízo que de repente pode se acabar, é melhor criar o paraíso". Já cada minuto é tão importante. O tal futuro fica logo ali. O homem tende a amar seu semelhante aqui. Quem lembra? É 14 bis abrilhantando o papo das ao vivaço, direto do meu cafo em Laranjeiras. Estamos aqui, vocês estão vendo, tem um sol aqui que é incomum, né? Eh, entrando pela minha sala porque a gente tá sem cortina.
Improvisamos aqui eh mantas, toalhas para tapar a janela do sol da manhã, enquanto a cortina não é consertada. Os trilhos da cortina botaram o quê? Um plástico daqueles bem frágeis. Quando instalaram a cortina, eu falei: "Essa rodando aí vai dar certo não". Coitado, o funcionário instalador falou: "Não fui eu que fabricou". Eu falei, dancei porque na loja eu compro a cortina, mas não vejo o material que vai ser usado pro trilho, né? Não deu outra. Alguns meses depois, abrindo a curtida, quando eu cheguei de casa, caiu no chão. Aí eu falei, lascou-se todo o trilho da janela da sala com essa peça de plástico horroroso, frágil, cara. assim, na boa, né? Chama-se isso de obsolescência programada.
Você fabrica para durar pouco. Isso tem um lado sórdido. Ah, mas é baratinho. Mas é o barato que sai caro, porque depois que que acontece? Tu vai ter que fazer conserto. Ó, fiz o meu desabafo com vocês. Tá tudo bem? Tô aqui com sol. Olha o sol. Lá vem o sol. Lá vem o sol e eu já sei. Tá legal. Versão do Here comes the Vamosora. O que tem a dizer nosso queridíssimo pastorino nesta sexta-feira, 27, né? 27 eu acho, de junho. Tá chegando meu aniversário. Daqui a um mês eu tô fazendo 59. É, daqui a mais ou menos um mês tô fazendo 59. Vamos que vamos. Sim. embora, meu povo.
Pedindo ajuda aqui aos amigos invisíveis, aos amigos espirituais para esse momento que sempre inaugura o papo das ve com uma reflexão inspirada a partir dos nossos nossas companhias que eu espero que sejam as melhores possíveis, que a gente tá fazendo um trabalho aqui voluntário de promoção da nossa resiliência psíquica, emocional. Pastorino ajuda nisso e vamos abrir aqui ao acaso numa página que faça sentido pra gente refletir hoje. Quem escolhe a página são os nossos visitantes. Então, que eu seja um bom medianeiro, que eu seja uma ferramenta útil, um instrumento adequado, um meio que não se oponha em nenhuma hipótese a essa intuição que venha, que venha, que veio.
Mantenha sua mente limpa de qualquer pensamento menos digno. Só assim conservará a serenidade e a paz como base da felicidade que chegará a você. O corpo é reflexo da mente e a mente é o reflexo da nossa alma, que é o nosso verdadeiro eu. Pense coisas nobres e elevadas e seu corpo manterá inalterável a saúde, trazendo-lhe a felicidade que tanto almeja. A medicina da terra já comprovou, existe uma vasta literatura mostrando como o condicionamento mental, tenha você fé ou não, seja você uma pessoa crente em Deus ou não, mas o condicionamento mental é determinante da qualidade de vida da gente no geral e da saúde do corpo físico em particular.
Se a gente na hora que eu tô falando aqui com vocês, de repente vem uma sirene muito alta aqui, sabe aquela sirene de bombeiro na minha rua e eu tivesse aqui sensores medindo batimento cardíaco, pressão arterial, eh sudorese. Como é que eu respondo metabolicamente a um alerta que vem de uma sirene de bombeiro no nível estridente? Obviamente haveria uma resposta. Isso implicaria numa maior tensão da minha parte. Eu ficaria mais, eu diria, aflito por reflexo, é um condicionamento. A pergunta é: estímulo externo ele é poderoso a ponto de eu não conseguir, por mérito meu, inflexionar a curva que acelerou meu metabolismo?
Porque uma resposta do instinto, talvez até tenha despejo de adrenalina na minha corrente sanguínea, porque a resposta da natureza perigo, perigo, perigo. Prepara para correr. Eh, eu tenho como responder a isso. Tenho. Os animais ditos irracionais, mesmo aqueles que têm rudimentos de inteligência muito sofisticado, eles não têm esse dispositivo que nós temos, que é a consciência. Então, a gente começar a elaborar o protocolo de resposta. Veio um estímulo externo que não me favorece, me deixa tenso, ansioso, angustiado, extremamente debilitado ou triste? Eu tenho como responder a isso? É uma pergunta. Eu tenho como mobilizar algum recurso meu para responder a isso?
Então veja, a resposta é sim. Nós temos esse recurso e o que tá sendo dito aqui, e veja, é um livro, eu sempre gosto de frisar, escrito há seis décadas atrás, de lá para cá, a ciência, a medicina da Terra amplificou muito o conhecimento dessa resposta que cada um de nós pode dar a partir da retomada do pensamento. Eu controlo minha mente, eu estou no comando. Eu tenho como respirar fundo, fazer uma prece, uma meditação, mentalizar algo que vai na direção oposta ao fator estressante que me acomete. Esse é o ponto. Então, nós temos esse poder. A pergunta é: você tá usando isso em seu favor? Você se lembra disso nos momentos aflitivos? você consegue tentar pelo menos expandir o domínio sobre o seu corpo, o teu metabolismo.
Eu acho isso sensacional quando a gente se lembra do poder que a gente tem, quando a gente se lembra que a gente pode frear impulsos que remetem a um descontrole emocional. Amigos meus que foram acometidos de síndrome do pânico, que dizem: "É uma sensação muito ruim". A pessoa acha que vai morrer. Ela tá completamente descimento cardíaco aceleradíssimo. Ela perde um pouco a a noção do equilíbrio, né? O que eu já ouvi demais de uma pessoa amiga minha que procurou ajuda e tem que procurar para lidar com síndrome do pânico é que você pode e deve acionar dispositivos próprios em favor da tua do teu equilíbrio, da tua serenidade.
Então, os especialistas já recomendam quando você sentir que tá vendo esse descontrole, essa palpitação, né, essa efervescência do metabolismo, revelia, é de repente, opa, isso é assustador, né? É uma coisa que nos desequilibra. Já existem, portanto, orientações claras sobre como a pessoa acometida de síndrome do pânico num primeiro momento, deve proceder. Então, estão perguntando aqui qual é a página, vou lembrar. É a página 245 do pastorino menutor e sabedoria. Vivendo num planeta sem juízo, que de repente pode acabar. É melhor criar o paraíso já. Cada minuto é tão importante, o tal futuro fica logo ali. O homem tem que amar seu semelhante Beijo aqui no Venturini, parceiro.
Venturini fez live com a gente durante a pandemia. Golaço. Caiu meu roteirinho, mas eu vou me lembrar aqui de tudo. Vou me lembrar. Vou me lembrar. Se eu não me lembrar, deixa eu pegar meu roteirinho. Tem uns números ali que eu não posso esquecer. Tá aqui meu roteirinho, ó. Opa. E que é esse? Vai aonde meu roteirinho aqui. Então, vamos lá. Pessoal tá falando que tá tá com frio em Petrópolis. tá com frio na região sul, friaca, né? Por aí. Aqui o frio já deu, ó. Foi embora. Eu sem cortina, tô com sol na telha, como vocês estão vendo. Sugestão de leitura para hoje. Lembrem-se das crianças.
Quem chegou e precisa ser de alguma forma instruída, educada e perceber a beleza da natureza e a necessidade de protegê-la, vai aqui a indicação OIP Amarelo e Emília Caritiana. É o nome do livro. O IP amarelo e Emília Caritiana. Cristiane Tavares. Ilustrações de Camila Carrossine. Adoro o livro infantil. com texto inspirado, com ilustrações que são igualmente instigantes. E aqui eu vou trazer na quarta capa para não ter spoiler, o resumo do livrinho que eu tô recomendando. Era amarelo de todos os tons que iam do forte bem forte até o mais clarinho do mundo. Sua cor iluminava e aquecia o interior da floresta amazônica, onde florescia o afeto entre ele e Emília Caritiana.
Certo dia, barulhos interromperam a mata, devastando tudo. Diante da terra esburacada e triste, a menina se perguntava sobre o que teria acontecido com o IP amarelo. Uma história surpreendente em que o afeto, a coragem e a resiliência reinventam destinos. O IP amarelo e Emília Caritiana. Estou recomendando. E tô recomendando por especialmente hoje deixa eu fugir do sol aqui. Sol, tu vai para onde para eu fugir de você hoje? Eh, é muito importante no mundo que experimenta uma crise ambiental e climática sem precedente na história da humanidade, que a gente prepare a garotada para descobrir luz nas trevas, para se envolver e abraçar a causa da proteção e da conservação do meio ambiente.
Elas, essas crianças, é que vão herdar, se a gente não fizer desde já o dever de casa, os cenários mais sombrios e hostis. E elas não são bobas, não. Elas vão percebendo intuitivamente que a situação não é favorável, que a situação não tá ajudando. Então, a gente precisa, é a minha opinião, a literatura é fantástica. histórias contadas para as crianças miúdas que não leem ainda. Conte histórias, histórias que tenham um conteúdo moral edificante, que remetam a esperança, que comovam o coraçãozinho delas, fundamental. E dois, a prática.
Leve essa garotada para próximo de lugares onde a natureza é pujante, é bonita, é deslumbrante, aonde ela te alcança, ela te arrebata, ela traz, eu diria, ideias, sentimentos, fantasias. A gente precisa sair de casa ou sair da sala de aula, se é professor, e promover essa imersão no meio natural, numa floresta, na beira de um lago, de um rio, da praia, num jardim botânico. Bota essa garotada para plantar uma árvore. Bota essa garotada para pensar para onde vai o lixo que eu gero? Eu tô jogando fora o quê? O que é lixo ou que pode ter ainda utilidade serventia? Uma pergunta. Eh, a água que chega na minha casa, qual é a origem da água? É a torneira? Não, não é a torneira.
De onde tá vindo essa água? Ela passa por que? Processos para chegar nessa resolução insípida, inodora, transparente e sem patogênicos ou patógenos, sem microrganismos que representam dano à minha saúde. Não é mais a natureza que traz água limpa. A gente tem que tratar água porque nos mananciais eles estão esses poluentes determinando impactos importantes. Então, educação ambiental sempre foi importante, mas a minha opinião é que hoje ela se tornou compulsória.
Não é uma opção dos pais ou responsáveis promover educação ambiental pros filhos ou tutelados que estão sob sua custódia, avó que cuida de neto, tio que cuida do sobrinho porque a mãe desencarnou, enfim, as crianças que estão perto de você, elas merecem, elas precisam de alento, inspiração e coragem para mudar muita coisa. Prepare desde já essa garotada. Não deixa ela crescer, não. Ela tá tá novinha demais para entender o que tá acontecendo. Ela não precisa entender o que tá acontecendo. Ela precisa se sensibilizar para a urgência do cuidado, a ética do cuidado. É disso que a gente tá falando. Não deixe para amanhã, não deixe para depois. Fica aqui mais uma dica. o IP amarelo e Emília Caritiana.
Cristiane Tavares, ilustrações de Camila Carscine. Muito livro infantil bom, inclusive grandes autores assim, Ziraldo fez isso magistralmente, Maurício de Souza faz isso magistralmente. Tem de tudo para todos os gostos, gente, com personagens novos ou personagens que já são conhecidos no público. Tá bom? Deixa eu fazer a minha reflexão hoje aqui rapidinho. Vou dar o recado, tá? Eh, o que houve essa semana em Brasília precisa da nossa atenção. Eu já falei aqui, falei isso sem nenhum espírito. Eu não falei com fígado, eu falei com a mente serena e tranquila. Na minha opinião, nós estamos com o pior Congresso Nacional da história do Parlamento. Tô falando da Câmara e tô falando do Senado.
E tivemos demonstrações espetaculares disso essa semana, na minha opinião, quando no intervalo de pouco mais de talvez 7 dias, talvez em uma semana, o mesmo Congresso que vocifera contra o governo dizendo que o governo é gastador e é mesmo. O governo é gastador. Do meu ponto de vista, nós temos um estado brasileiro, todos os poderes da República. Deixa eu abrir esse parêntese porque é opinião. Eu tô numa democracia, gente. Tá muito quente aqui. Eu vou me esconder. Dona Nádia, por favor, dona Nádia, o povo adora quando eu te chamo aqui no meio da live. Vou pedir uma ajuda a você para conseguir fazer o negócio. O sol na ausência da cortina que quebrou tá me castigando aqui.
Eu não quero pegar uma praia dentro de casa hoje não. Você me ajuda a botar abrir caminho aqui, ó. Eu vou eu vou me refugiar na aba da da manta. Dá licença aqui que eu vou puxar tudo. Vou colar aqui. Eita, Deus. Vamos deslizando. Conseguiu? Tá bom. Por enquanto tá bom. Se o som não me alcançar aqui, acho que tá bom. quer dar tchauzinho aqui ou não? Não, não quer. Obrigado, Nadia. Valeu. Vamos simbora então. Vamos lá. O estado brasileiro é gastador. O executivo, governo brasileiro, gasta mais do que arrecada. O legislativo, que eu vou comentar daqui a pouco porque é escandaloso, moralmente eh fica fragilizado quando defende disciplina fiscal e gasta pelo ladrão. Não tem trocadilho, não.
Gasta muito. E o judiciário gasta demais. O Ministério Público gasta demais. Então veja, é uma conjuntura hostil, porque eles não têm nenhum dinheiro, o dinheiro é nosso. Eles em casa não podem gastar mais do que arrecadam, senão eles quebram como pessoa física. Eles não podem gastar o dinheiro dos outros assim. Então vamos lá. Estou emitindo opiniões. O Congresso, no intervalo de uma semana derrubou os vetos do presidente da República aos jabutis, ou seja, emendas que foram encaixadas no projeto de lei que visava regulamentar eólicas offshore, energia do vento em alto mar. Colocaram ali jabutis, ou seja, emendas que não tm nada a ver com o espírito da lei. Para quê? para favorecer lobes que vão pegar, ganhar dinheiro nosso, carimbado, para financiar projetos na área de energia que não tem nada a ver com o espírito do projeto, honerando a nossa conta de luz. péssimo.
Depois o Congresso, esse daí resolveu derrubar o IOF, que pode ser até uma medida interessante. Eu não vou aqui entrar no mérito, eu quero que vocês entendam o o o pano de fundo. Sem oferecer uma alternativa. O estado brasileiro tá lá, o Congresso gastando 50 bilhões de reais em emendas. Nenhum parlamento no mundo tem tanto dinheiro carimbado para emendas parlamentares. O Brasil tem 50 bilhões. E aí você tem um problema que é o que ficou consagrado às despesas obrigatórias não tá dando para pagar as contas do governo. Aí o governo resolve aumentar IOF. O Congresso tem todo o direito de dizer: "Não, aceitamos isso". mas não ofereceu nenhuma contrapartida, não debateu e numa votação, eu diria, na calada da noite, caça um decreto presidencial que é algo raro na república.
A última vez que aconteceu foi em 1992 do governo Color, salvo engano, há 33 anos atrás. Uma questão aí ideológica, política no ano préeleitoral, penso eu. E temos outra questão que é aumentam o número de deputados, cara. Aumentaram o número de deputados na marra. Ah, mas foi o STF que pediu para reorganizar a representação de cada bancada, porque no último senso houve uma mudança no contingente populacional de alguns estados. Eles precisam ter uma representação proporcional. OK? Então, quem tem mais você tira, você reorganiza para baixo, não para cima. aumentaram a gastança. Isso é horroroso.
Só tô dando aqui, eu preciso falar porque é o seguinte, isso não tem a ver só com partido A, partido B. Nós temos a cultura da gastança. Você já viu algum, qual foi a última vez que você viu um presidente da República de qualquer partido, qualquer partido falar em austeridade fiscal? austeridade, falar a palavra austeridade. Qual foi a última vez que você viu um congresso brasileiro comprometido por palavras e atos com austeridade? Quando é que você viu importantes figuras do judiciário do Ministério Público defenderem de público Porque a gente tá vendo a gastança exacerbada. O estado tá quebrado, o Estado brasileiro tá falido. Não é falta de dinheiro o nosso problema.
O nosso problema é usar o que a gente tem de dinheiro, saber usar o que se tem. E existe uma casta do serviço público que a maior parte dos servidores públicos não ganha bem. A maior parte das instituições públicas não tem dinheiro sobrando, mas existe a elite do funcionalismo. E essa elite gasta muito dinheiro nosso. Fiz meu desabafo. Vivendo num planeta sem juízo que de repente pode se acabar. Cada minuto é tão importante. Mr. Anderson. foi curtir São João. Tem feriado lá em Campina Grande, de São João, gente. É, vamos lá. Pergunta que fizemos ontem no stories do Instagram. Se pudesse, o que você perguntaria ao seu anjo da guarda?
Pessoal, você sabe que eu gosto de ler as perguntas, né, cara? Cada pergunta deliciosa, muito bem humorada. O pessoal mandava pergunta assim: "Por que que você deixou tudo isso acontecer, tudo isso de ruim acontecer comigo, cara? Cadê você que eu não tô percebendo tua presença? A vida tá toda de cabeça para baixo." Mas as perguntas eram feitas com humor, percebe? Não era queixa, eram perguntas assim bem humoradas. O que remete a uma ideia que eu tenho sobre, é uma ideia que eu tenho sobre eh figuras que a gente imagina terem sido muito sérias, muito cisudas, certamente tinham bom humor. Queria ser uma mosquinha que voltasse no tempo para ver os momentos de Jesus com seus apóstolos.
Jesus é a luz que se fez carne, se fez humano. Jesus tinha os sentidos humanos. Ele sentiu calor, ele sentiu frio, ele sentiu, por vezes, a aflição das circunstâncias. Hostis, né? Jesus teve momentos de humor? Claro que teve. Ah, por que que a gente nunca ouviu falar sobre isso? Aí tem toda uma questão cultural, especialmente na cultura judaico-cristã, que as figuras icônicas, emblemáticas, elas têm que ter assim o tempo todo aquela retidão, não é? É é o exemplo, né? é o exemplo. Como se um ser humano, sendo exemplar, não pudesse ter momentos de confraternização, humor, leveza.
Então, eu tenho para comigo que Jesus teve momentos de humor, sim, assim como Kardec, que aparece sempre naquela imagem, é uma só imagem que aparece dele, meio cisuda assim, capa de livro. Kardec teve momentos de humor. O humor é humano, o humor nos faz bem. O humor alimenta a alma. O humor é saída espiritual paraa crise, cara. Bom, então vamos lá. Se pudesse, o que você perguntaria ao seu anjo da guarda? Aí a primeira pergunta selecionada pro Mr. Anderson aqui. Diz assim: Júlia Rocha de Belo Horizonte. Tudo bem, Júlia? André, anjo da guarda e mentores espirituais são a mesma coisa?
Não, o anjo da guarda é um espírito mais evoluído, ético e moralmente, que está habilitado a ser quem lhe acompanhará ao longo de uma existência, sabendo quando ele pode agir, quando ele deve deixar rolar, que tipo de intervenção ele tá autorizado a fazer, que tipo de intervenção ele não tá autorizado a fazer. Cada caso é um caso e a gente precisa se virar em boa parte das circunstâncias da vida por nossa conta e risco. E o anjo da guarda pode ser um bom ah aliado através da intuição, aparecendo em sonhos, né? Nos nos ajudando sempre dentro das regras. tem regra para isso.
O mentor ou a mentora normalmente é uma pessoa desencarnada que igualmente tem alguma ascensão ética e moral e proximidade conosco, uma relação de intimidade construída ao longo de vidas passadas ou que não é alguém que tem uma amizade, uma relação tão longeva, mas que tem o seu consentimento para fazer mentoria, que é uma palavra da moda, né? O mentor é alguém que está apto a dar orientações. Não necessariamente precisa ser o anjo da guarda. O anjo da guarda tem uma missão específica.
O mentor pode ser alguém que ocasionalmente apareça em sonho, em tua ou atendendo uma mensagem mediúnica numa instituição não apenas espírita que estuda Kardec, mas outras tradições onde a mediunidade está presente, você pode ter um espírito de luz que lhe dê um conselho direto. Aí você vai falar: "É o meu anjo da guarda". Pode não ser, mas pode ser uma pessoa que tem autorização para reportar a você uma questão, entende? Muito bem. Eh, Naddia Araújo, mesmo sentindo que estamos no caminho errado, podemos ainda evoluir? Olha, eu vou dar uma resposta que não convencional, Naddia. O caminho errado não deixa de ser evolução.
Porque ainda que você esteja errando, portanto, consumindo tempo e energia num caminho, numa direção que não é a mais adequada para você, eu penso que isso inegavelmente é uma lição. Aquilo haverá de se tornar uma referência para você nas escolhas futuras. Mais cedo ou mais tarde você vai descobrir que errou. Só que o erro aí não é perda de tempo e de energia. O erro aí é o entendimento de que aquele caminho não é o mais adequado. Você não acha que isso é evolução? É uma reflexão filosófica. Alguém que se descobre no caminho errado por muito tempo poderá quando descobrir aquilo, poxa, perdi meu tempo, que erro horroroso, desperdicei uma vida. Bom, mas qual é o resultado disso?
Eu penso que o resultado disso pode ser um entendimento de que aquele caminho não convém e esse entendimento jamais lhe abandonará. Ele vai fortalecer as escolhas futuras numa direção oposta. Aí eu te pergunto, nesse contexto, o erro não seria algo proveitoso? Ah, mas eu preferia não ter perdido o tempo e ter acertado de prima. É, todo mundo prefere isso. Qual de nós poderá dizer que sempre acertou? Eu não sou. Erro para caramba. Erro todo dia. Eu erro. Todo dia eu erro. E eu procuro sempre, em vez de fingir que não aconteceu, em algum momento eu reservo o meu direito de refletir sobre o erro cometido e tentar deender dele algo.
Em que medida esse erro me acrescenta, me soma, me faz ser uma pessoa melhor? Esse é um aprendizado que vem do erro. Portanto, o erro tem um caráter pedagógico, o erro tem um caráter didático. É a minha opinião sobre o assunto. Aí você vai perguntar: "Que que o anjo da guarda me deixou nessa vala? Cadê o meu anjo da guarda que não me deu a orientação certa e eu me estrepei seguindo um caminho que não me favoreceu?" Tem gente que fala isso abertamente como espírita, vou manifestar outra opinião aqui. Como já dei pista na resposta anterior, o anjo da guarda não tá autorizado a interferir sempre em nosso favor.
Por vezes, a gente precisa experimentar as consequências de uma decisão equivocada para aprendermos no que deu uma escolha infeliz que eu fiz. Aí você vai reclamar com o Guia. Eu já contei aqui a história do Chico Xavier. É, é conhecida a história quando ele aceitou abrir a porta e dar entrevista para dois jornalistas que se disseram correspondentes estrangeiros e eram dois brasileiros da revista O Cruzeiro, que era top na época. Só que eles não se identificaram como brasileiros, muito menos como da revista Cruzeiro. Bajularam o Chico e enganaram o Chico porque eles estavam com propósito de fazer uma matéria depreciativa, sensacionalista, apelativa. Só que eles não revelaram isso pro Chico.
E foi assim que aconteceu. O Chico foi surpreendido vendo inclusive na reportagem uma foto dele na banheira, numa banheira que os os camaradas jornalistas falam: "Entra aí na banheira pra gente mostrar um pouco da tua intimidade, você é um grande médium. As pessoas querem saber como você é na sua vida privada." O Chico engoliu essa, entrou na banheira, aquela foto apareceu e foi muito, eu diria, surpreendente do ponto de vista negativo. Quando a revista foi publicada, o Chico imediatamente cobrou do Emanuel, né? Falou: "Eu pô, por que que você não me advertiu, cara?
Por que que você não me sinalizou que eu tava entrando num numa encrenca?" O Emel assim muito, eu diria, tranquilamente falou: "Você pareceu tão entusiasmado com a ideia de dar entrevista para jornalistas estrangeiros. Indiramente, o que que o Emmanuel falou? você tem que aprender a se defender das artimanhas do destino. E aí talvez tenha entrado algum componente não positivo de alguma vaidade, alguma susceptibilidade, alguma dificuldade de dizer não. Às vezes não é nem isso. A pessoa não consegue dizer não. Tem gente que não consegue dizer não. Agora emu deu troco pros jornalistas porque no final da visita desses dois, um deles era o Jamzon. fotógrafo e por sinal morava aqui perto.
Já velhinho, era pequeno, estudava numa escola em frente à casa dele que já foi demolida, porque meus pais falavam aí que mora o João Manzum, que ele era muito famoso aqui no Cosmo Velho, pro fotógrafo e pro repórter, o Chico fez uma dedicatória e na saída da casa deles, depois dessa reportagem feliz, o Chico presenteou. Qual não foi a surpresa dos jornalistas? Um deles percebeu primeiro e ligou pro outro, falou: "Você viu o que que tá escrito na dedicatória?" Aí o outro: "Não, pega aí o livro e vê os nomes verdadeiros deles." Porque Chico ali não era o Chico, era o Emanuel.
Na hora da dedicatória foi Emanuel que assumiu ali os trabalhos e botou o nome que ele quis, que era o nome verdadeiro. Tipo assim, vocês podem ter dado uma volta no meu protegido, mas em mim vocês não vão dar volta, não. O nome certo de vocês tá aí na dedicatória, cara. Vou te contar as histórias do Chico. E e Renata Évora, nossos protetores podem falhar. Protetores é uma palavra assim elástica, né? semanticamente a gente tem muito protetor. Tem muito protetor. Se você tá se referindo ao anjo da guarda, eu não tenho conhecimento de falha de anjo da guarda. Como disse, para ser anjo da guarda, você tem que ter um nível evolutivo, ético, moral. Você é uma pessoa credenciada paraa função.
Se o anjo da guarda eventualmente estiver em dúvida sobre algum tipo de procedimento ou estratégia, ele pode recorrer aos mentores dele, porque tem uma hierarquia aí. Agora, falha de anjo da guarda, eu nunca ouvi falar. Agora protetor, como você perguntou e você colocou no plural, nossos protetores. Aí pode ter, porque quem não tem essa altivez do anjo da guarda, mas se diz protetor, pode ser um protetor que se entende como protetor, mas não tem aquele degrau evolutivo que um anjo da guarda tem. Porque no espiritismo quem é desencarnado é alguém sem corpo. Não é porque você desencarnou que você virou santo ou você virou capeta. Você é o que você é. sem corpo.
Então, por exemplo, amigos nossos que fizeram a passagem, gostam muito da gente, eles podem interceder em nosso favor. Agora, em algumas circunstâncias, talvez, é uma hipótese, eles podem não ter o melhor discernimento do que caberia fazer, como o anjo da guarda tem. É isso que eu tô querendo dizer, tá bom? Cíntia Cristina, nosso anjo só nos acompanha conforme nossa conduta? Isso é uma boa pergunta. A luz do Espiritismo, o o anjo da guarda ele não é volúvel assim? Se tiver fazendo o que eu tô dizendo para você fazer, eu tô contigo. Se você me abandonar, eu tô fora. Não é assim.
Agora, a determinação de um protegido em num sentido completamente contrário àquele que o anjo da guarda sugere, certamente não auxilia a proximidade, pelo contrário, afasta. É sintonia. Tudo é sintonia. Você tá sintonizado com algo, com um projeto, com propósito, com um plano, com uma diretriz que conflita totalmente com a orientação do seu guia, não é que ele te abandone, não é que ele vire as costas e deixe você para trás, é que ele não tem o poder de chegar em você como teria se você tivesse uma sintonia melhor. Isso via de regra, não dá para generalizar.
Cada caso é um caso, porque haverá situações extremas que, mesmo apartado da melhor sintonia, o protegido haverá de ser eventualmente por mérito, alvo de algum tipo de apoio, de intervenção ou de intercessão. Mas não conte, porque o livre arbítrio é soberano. O livre arbítrio é soberano. E quando a gente vai realizando escolhas, como disse, completamente diferentes na direção oposta ao que o anjo da guarda sugere, nos intui, nos recomenda, nós temos aí uma escolha. Você escolheu e o anjo da guarda respeita. Eu já disse aqui, o livre arbítrio é soberano. Ah, evolução é mérito. Nosso, imagina hoje da guarda sempre dizendo: "André vai para lá agora. André, vai para lá agora.
Vem para cá agora para agora. Vai, agora volta. Qual é o mérito que eu tenho enquanto ser em evolução? Se tem uma vozinha, sabe aquela coisa da voz da consciência? Se for o guia, perdão, o anjo da guarda, como a gente tá falando aqui, faz isso, faz aquilo, faz aquilo, outro, faz aquilo outro. Você vira o quê? Um teleguiado. Você vira um robozinho. Não há mérito. A evolução não acontece. Paraa evolução acontecer, a gente precisa exercitar o livre arbítrio. As escolhas equivocadas vão trazer aborrecimento, dor, sofrimento. Ai, cadê o meu guia? O teu guia respeitou você. você escolheu aquele caminho.
Haverá situações em que sim, por mérito, e cada caso é um caso, você escolher uma coisa que não te favorece, o anjo da guarda poderá colocar sinais, pistas para você, dizendo: "Se liga na missão, se liga na missão, eh, porque o caminho que você escolheu não vai te favorecer." Você já incorreu nesse erro em vidas passadas, você já foi instruído antes dessa encarnação para não acessar esse caminho de novo. Isso pode acontecer ou não acontecer. Cada caso é um caso. Cada um de nós tem um estoque de merecimento em função de um conjunto de fatores que vem de vidas pregressas e de escolhas do presente. É um combo, não é uma ciência exata.
É isso que tem que ficar muito claro, assim, a relação de cada um de nós com o nosso anjo da guarda. Por exemplo, eu não sei quem é o meu anjo da guarda, eu não sei quem é o meu guia espiritual, não sei, mas eu gosto de me lembrar que ele existe. Eu gosto de agradecer a ele pelas coisas que ele faz sem eu saber. E eu peço a proteção dele, eu peço a ajuda dele, eu peço que ele me ajude, que é a missão dele. Agora, eu sei que ele não pode fazer tudo por mim. Eu sei que ele não pode interceder o tempo todo por mim. Eu sei que existem, por exemplo, provações. Nossa, o sol tá tá brabo hoje aqui, cara. Vou dar mais uma recuadinha. Vamos fugir da linha do sol, porque a cortina foi embora.
Estamos com um monte de manta aqui até que a cortina volte. Eh, eu vou fazer o que tá ao meu alcance. Uma coisa bonita que é importante assim, quando a gente se esforça, quando a gente se esmera em fazer o melhor ao nosso alcance, não é só o nosso anjo da guarda que fica coladinho na gente. A gente começa a ter uma coleção de pessoas desencarnadas que se compadecem, que vibram na nossa frequência e que nos ajudam, nos suportam positivamente. Isso é muito bonito. uma rede de apoiadores, uma rede de espíritos que se harmonizam com a gente, diz assim: "O que essa pessoa tá fazendo é do meu interesse também, né?
Tem uma história na biografia do Divaldo Franco que é muito bonita, que ele foi pai adotivo de centenas de crianças na mansão do Caminho em Salvador. E quando a mansão do Caminho não tinha mais condição de acolher crianças, bebês abandonados, chegou mais um, deixaram na porta. Essa coisa de abandonar a criança na porta de alguém que você acha que vai cuidar. E o povo da mansão do Caminho disse: "Divaldo, não dá mais pra gente, a gente a gente tá no limite, cara. Não dá pra gente pegar mais uma criança não". E Divaldo falou: "Não, se veio para cá é para eu cuidar e eu vou cuidar com o maior carinho do mundo". E era um bebezinho feio para burro, tá? Isso tá na biografia. um bebezinho muito feinho que vinha a ser a mãe numa encarnação anterior de um algós de Divaldo que o perseguia implacavelmente, um espírito obsessor que perseguia Divaldo.
Esse espírito obsessor apareceu quando o Divaldo acolheu aquela criança e o espírito obsessor falou para ele: "Tem certeza que você vai pegar isso daí? Você já tá cheio de problema, vai arrumar mais um. Tua vida que já não é fácil vai piorar". Começou a medrontar, começou a aterrorizar. O Dival Divaldo falou: "Isso é um assunto meu, você não tem nada a ver com isso. Não sei porque que você tá preocupado com essa criança. Ela me foi confiada e eu vou cuidar dela como se fosse minha. Deu-se a partir desse momento uma guinada absurda nas intenções do obsessor de Edivaldo. Por quê? Porque aquele bebê era em outra encarnação, a mãe daquele obsessor. Essa história é muito bonita, emblemática.
Às vezes a gente não sabe com quem a gente tá lidando e dependendo da maneira como a gente trata essa pessoa, você sem saber ganha aliados ou ganha opositores. É muito interessante isso. Cristiane de Souza, por que temos que passar por tanta tristeza nessa vida? Olha, vamos lá. Se você pergunta isso para um espírita, vamos nós. Ó a tristeza que eu tô com esse. Eu adoro o sol, gente, mas o sol tá incl aqui na minha varanda que eu perdi a cortina. Eu tô fugindo do sol. O sol muda de posição, tem que mudar também. Por que que a gente tem que passar por tanta tristeza? Essa pergunta remete ao entendimento do sentido da vida.
E se você pergunta isso para um espírito, o espírito haverá de dizer: "Bom, primeiro lugar, que planeta é esse?" No condomínio de um universo infinito, aonde há diferentes planetas habitados. "No mundo de meu pai há muitas moradas", disse Jesus. "Que que morada é essa?" "É morada de espíritos imperfeitos, aonde a dor e o sofrimento ainda ocorrem com uma frequência maior do que aquela que a gente gostaria." Ponto um. Ponto dois, quem sou eu? Eu sou um espírito imortal que vem avançando na senda evolutiva a partir dos esforços que realizo, utilizando o meu livre arbítrio. Quanto melhor forem as minhas escolhas, melhores serão os efeitos. E somos reencarnacionistas.
Então, parte das nossas tristezas não tem a ver apenas com questões de hoje, tem a ver com questões de um passado que nós não acessamos, esquecemos. Ele está encoberto pelo véu da reencarnação. Então, algumas tristezas elas são, na verdade, a lei de causa efeito e a lei do retorno. Então, não é simples responder a tudo isso rápido, mas é importante que a gente tenha, eu diria, a consciência de que não fomos abandonados por Deus, nem por nosso anjo da guarda, quando somos acometidos de uma tristeza profunda. Nós devemos procurar ajuda. Nós não devemos ser passivos. Nós devemos nos movimentar. Nós devemos sair do atoleiro. uma pessoa que está na condição de um banhista que se afasta praia, quando vê não consegue voltar pra areia e ela tá numa situação aflitiva porque ela tá perdendo as forças, tentando nadar na direção da areia de novo, mas tem a correnteza no sentido contrário.
Ela vai entregar os pontos ali, não? Ela vai descobrir qual é a melhor maneira de se safar de uma situação hostil. E qual seria a melhor maneira? Primeiro, não gastar energia. Você vai boiar, você não vai nadar contra a correteza, você vai tentar esperar o melhor momento para ou tentar nadar de volta praia ou quando um barco passar, gritar e sinalizar o tô aqui você vai se proteger, você vai se resguardar. Então a tristeza, ela é passageira sempre. A tristeza passa apesar da música. Tristeza não tem fim. Felicidade. Sim. Você é um poeta cantando, né? Dizendo assim: "Pô, a tristeza demora a passar. demora, porque tudo que dói, o tempo parece correr numa direção mais lenta.
Quando a gente tá de boa, quando a gente tá feliz, o tempo corre, passa rápido, mas tudo passa. Então, a tristeza tem o seu lugar. Se lembra, Cristiane, do filme Divertidamente? Esse filme é maravilhoso. Cristiane, reveja se você não viu, da Pixel. divertidamente vai mostrando assim o comando mental que tem alegria, tem o medo, tem a raiva, tem a gula e tem a tristeza. O o desenho começa uma animação, a tristeza é execrada, ela é antipática. Todo mundo quando aparece o o a tristeza, a gente fala assim: "Nossa, que chata essa tristeza". Eu não quero dar spoiler, mas no final do filme a tristeza cresce assim no sentido da importância dela na vida da gente.
A tristeza tem o seu lugar, a tristeza tem a sua importância, a tristeza tem o seu mérito. Não é pra gente ter aversão à tristeza, é pra gente saber lidar com a tristeza. É isso que eu quero dizer, tá bom? Lembrando sempre que não dá para confundir tristeza com depressão. A depressão que é o transtorno de humor, tecnicamente é entendida. como uma tristeza persistente que dura mais de uma semana, 10 dias, oprimendo teu peito, mudando teu apetite, a qualidade do sono, a forma como você se relaciona dentro de casa ou no trabalho. Procura ajuda, não deixa de procurar ajuda. Pode ser depressão, depressão não é tristeza, tá?
Deixa eu falar aqui rapidinho que eu não quero esquecer, senão vou esquecer. Amanhã tem lançamento e palestra da arte de seguir em frente no lar de Frei Luiz, lá na Boiuna, em Jacaré Paguá. Aniversário do Lar de Frei Luiz, cara, há 25 anos, pelo menos uma vez por ano, eu vou no lar de Frei Luiz fazer palestra. Impressionante, né? Quando você para e fala: "Mas faz quanto tempo que eu tô indo no Lar de Frei Luiz?" como convidado, assim, faço amigos, tem pessoas que eu aprendi a respeitar, que fazem parte desse círculo de amizade, né? 25 anos, cara, que loucura. No mínimo, talvez mais. Então, arte seguindo em frente. 9 da manhã, Lar de Frei Luiz, estarei lá.
Eu moro em Laranjeiras para chegar no Lar de Frei Luiz às 9 da manhã. Lá vou eu sair de casa o quê? Umas 7, né? 7 76 no máximo, cara. Torcendo para não ter problema no meio do caminho. bom, terminaram as perguntas. Eu vou, deixa eu ver aqui. Mr. Anderson acho que preparou outro bloquinho. Temos 7 minutos. Será que dá tempo? Mr. Anderson, guarda as perguntas se eu não conseguir responder, porque tem pergunta abessa aqui, ó. Lili paz, Luiz Eustáquio, Rosana de Goiânia. Tem pergunta da Solange Soares, do Té de Ilhabela, Amanda Macedo. Ih, tem pergunta para Buu, mas deixa eu ir aqui, ó. Rosana de Goiânia. André, estou com coração apertado, em dúvida.
Minha família está no Recife, moro em Goiânia, pois amo esse lugar. Lá me sinto útil, aqui me sinto vivo. O que fazer? Não sei, Rosana. Cara, como é que eu vou te responder? Não sei. Reflita, conversa com seus amigos, com seus familiares para descobrir a resposta. Não sei, eu não sei como é que eu vou falar aqui alguma coisa. Seria irresponsável da minha parte. Me desculpa. O que eu me sinto à vontade para responder, eu respondo. O que eu não sinto à vontade, por respeito a você, eu devo dizer com toda franqueza, não sei como responder a uma questão sua entre duas cidades. Me desculpa. Conheço o Recife, conheço Goiânia. Tenho amigos nas duas cidades. Caberá você fazer essa decisão.
Luís está de Lavras, Minas Gerais. Podem os pensamentos beligerantes que estamos vendo na população em geral contaminarem a psicosfera de tal modo que a união deles favoreça os conflitos que estamos presenciando no mundo? Luiz, eu acredito piamente nisso. Por isso que o último papo das 9, que teve uma repercussão muito legal domingo passado, quem quiser vai lá no YouTube, sobre de que maneira a prece pode interferir positivamente no rumo dos acontecimentos no mundo. Porque a prece não é só a questão da vibração, dos fluidos, a prece que encoraja a gente a fazer a coisa que precisa ser feita.
Portanto, a prece é uma ferramenta que o espiritismo em detalhes, e a gente compartilhou essas informações em detalhes, a prece é um instrumento fantástico de mudança da realidade. Agora, o que você colocou para mim é um cenário que faz sentido, porque a a o campo eletromagnético da Terra, ele é impregnado das formas pensamento, dos miasmas, das projeções mentais, astrais que cada encarnado e cada desencarnado produz. E obviamente nesse momento da humanidade eu estou inclinado a a perceber que temos uma conjuntura muito tóxica, muito desfavorável pela energia que nós no dia a dia estamos invigilantemente produzindo. Então, a prece é consciente. A prece ela tem força e direção.
A prece é como se fosse um amoníaco que você usa no ambiente saturado de impurezas, né? A prece é um removedor de impurezas. Fantástico. É um depurador. A luz do Espiritismo prece tem esses atributos, cara. Então a gente precisa buscar esse caminho. Você não acha? Eu acho que a gente tem que fazer por onde? Lili paz. Como eu posso viver e ser melhor e ter proteção nesse mundo de hoje? Não, os espíritas têm resposta para isso. Fora da caridade não há salvação. Ou seja, a caridade significa mobilizar recursos seus na direção de quem precisa, respeitando o tamanho da perna, respeitando a tua capacidade de suporte, mas é você se sentir útil em favor de outrem. você se sentir disponível para minimizar a dor e o sofrimento alheios.
Isso muda você, isso atrai protetores, energia positiva. Você entra num círculo de proteção. Os espíritos evoluídos precisam de gente que se habilita pro trabalho voluntário na direção do bem. Isso não é papo da carochinha, não. Então a gente precisa fazer a nossa parte desinteressadamente, descobrir o prazer de ser do bem, de fazer o bem, de ser útil, de ajudar, de ser prestativo, né? Isso é caridade. E a caridade beneficia, em primeiro lugar quem ajuda, não é quem tá sendo ajudado. Quem se disponibiliza para ajudar é o primeiro beneficiado. Esse é o ponto, penso eu. Papo das 9, resta apenas 2 minutos.
Arte de seguir em frente quem não tem o livrinho e quiser ter o livrinho com 100% dos direitos autorais cedidos para a Escola Espírita Joana de Ângeles. Estarei amanhã no Lar de Frei Luiz às 9 da manhã, aniversário da instituição lá na Boiuna e teremos sempre o livro, enquanto eu não tô fazendo o lançamento por aí, as agendas estão sendo acertadas, tá? Tá complicado assim atender. Gostaria de ser mais disponível assim, mas tem trabalho, cara. Dia útil não dá. Fim de semana não pode ter plantão, é complicado, mas a gente sempre dá um jeito. Eh, boanova.net, não é isso? Vou até checar aqui, ó.
Eu às vezes vou dando site, vou dando nome assim, aí depois o povo diz: "André, não é nada daquilo, cara". Aí você fala: "Ixi, como é que eu fui dar o nome que não corresponde ao endereço que eu disse que seria?" Então, vamos lá. Boanova.net. É isso mesmo, Trigueiro. É, boanova.net. Olha lá, me botaram na capa. Fiquei bonitão aqui na capa. Nada como uma foto produzida. Aliás, essa foto é da minha filhota Raquel. Beijo, Raquelzinha. Tá lá no boanova.net, gente. 28 pila. Vou comprar. Ainda tem desconto. Não vou comprar não. Tá aqui. Fiquem com Deus. Ótimo fim de semana. Domingão tem papo das 9, gente. Alvivaço, direto desse cafo ensolarado.
Eu vou ter que me refugiar num búnker debaixo de cobertas, porque eu adoro sol. Eu sou solar, mas sol na telha assim durante uma live de uma hora, cara, eu tô aqui, ó. E esse eu tô na praia, tudo bem. Aqui em casa, né? Esse horário pegando sol na telha, não dá não. Alô, povo da cortina, traz de volta logo, gente, por caridade. Não me deixa refém aqui das minhas mantas. Dona Nádia fez a instalação daquela manta ali, tá vendo? Para proteger as plantas. E aqui tem outras mantas coloridas. Eu pensei em botar uma bandeirona do Fluminense, mas eu não quis fazer isso. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Força, coragem e fé. Vamos em frente. Obrigado, viu, gente? Até domingão.
