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Oba! Ah, bom dia. Bom dia para todas vocês, para todos vocês, onde vocês estiverem no Brasil, espalhados por esse mundão de Deus, da forma como vocês estiverem, num dia bom, num dia não tão bom, num dia difícil. A gente tá aqui ao vivaço direto do meu cafo em Laranjeiras para promover através do Papo das Novas. Me permitam, é o nosso objetivo aqui, a promoção da saúde psíquica e emocional, compartilhando informações que ajudem a fazer concatenar ideias, relativizar dores e sofrimentos, colocando em outra perspectiva os impasses e os obstáculos da nossa existência. de alguma forma a gente reunir aqui força para seguir em frente com muita coragem, com muita fé e com muita lucidez, serenidade, temperança.
Então, bom dia. Já agradeceu a vida hoje? Você já fez aquele momento de recolhimento? com gratidão por poder existir e poder seguir em frente, lembrando de todas as pessoas que foram fundamentais para você chegar onde você chegou. Todas as pessoas que gostam de você, todas as pessoas que ajudam você, te respeitam e que de alguma forma te protegem, te amparam, são pessoas referenciais na tua vida. A gente não pode, não deve deixar de reconhecer todo dia como nós somos dependentes de amor, de afeto, de carinho, de tanta gente à nossa volta. E isso não é agora, isso é sempre.
Nós somos seres sociais dependentes dessa nutrição emocional, nessa dose de confiança que nos dão, desse suporte, desse amparo emocional que nos oferecem. E a gente tem que agradecer porque do meu ponto de vista aí vai uma questão de fé. A energia da gratidão, ela é uma energia muito bonita, porque ela, de fato, permite que a gente enxergue as coisas como elas são. Nós somos dependentes uns dos outros e nós precisamos reconhecer o quanto o outro é importante na nossa vida. Então vamos lá, vamos começar o papo com o nosso querido, nosso querido minutos de sabedoria com Carlos Torres, pastorino. Vamos ver o que ele tem para dizer aqui pra gente.
Antes do pastorino, deixa eu dizer, eu já tava programado, eu ia falar isso no final, vou falar no final também, mas vou falar no começo. toda a nossa vibração, prece, o endereçamento das nossas melhores vibrações. para Divaldo Pereira Franco, médium, grande divulgador do espiritismo no Brasil e no mundo, ao que parece está nessa fase derradeira da atual existência, idade avançada com assistência médica presente, mas já sem se alimentar adequadamente, não está metabolicamente em condições orgânicas, né? As condições orgânicas de, ao que parece recuperar a plenitude e o vigor da sua saúde.
Estamos acompanhando os boletins médicos que vem de Salvador, da mansão do caminho, para que a gente possa endereçar. Eu não queria falar sobre isso agora que vai parecer uma despedida. Edivaldo está entre nós, mas eu tenho uma amizade, uma relação de confiança e no momento oportuno falarei sobre algumas questões que nos últimos 30 anos pelo menos foram muito marcantes e presentes na minha relação com o Divaldo. Tenho para com ele uma gratidão enorme e peço que todos aqueles que acompanham o papo das enderecem a ele essa vibração, tá? que ele tenha esse conforto, que a gente retribua a bênção daquilo que nós, por caminhos, através das palestras feitas e através dos livros psicografados, né, permitiram que o nível de conhecimento nosso sobre a realidade espiritual simplificasse.
Bom, mas Divaldo está entre nós. Divaldo está entre nós. Vamos lá. O que será o minuto de sabedoria de hoje? Sigamos abrindo aonde? Aliás, há um livro psicografado por Divaldo, de autoria do Carlos Torres, pastorino, chamado Imortalidade Impermanência. Olha que coincidência. Estamos aqui. Vamos lá. Eita! Eu peço então aos amigos espirituais, aos amigos invisíveis, que permitam que a gente aqui possa contar com a ajuda deles para abrir ao acaso a página mais indicada para a reflexão dessa manhã, que eu seja, portanto, um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. Obrigado, obrigado, obrigado, gratidão. Aonde vamos? Ah, nós vamos aqui, ó. 286.
Espalhe por todos a alegria que vem dentro de você. Seja sua alegria contagiante e viva, a fim de expulsar a tristeza de todos os que o cercam. A alegria é uma tocha de luz que deve permanecer sempre acesa, iluminando todos os nossos atos e servindo de guia aos que se chegam a nós. Se em você houver luz e você deixar abertas as janelas de sua alma por meio da alegria, todos os que passarem pela estrada em trevas serão iluminados por sua luz. É interessante assim. A alegria é uma energia vigorosa, revitalizadora. Ela eleva a vibração, ela empresta leveza ao ambiente.
A, eu fico pensando assim na história da humanidade, a importância dos humoristas, dos palhaços, dos autores de comédia e depois de quem pegou carona no texto da comédia para fazer eh teatro, para fazer cinema, né? Porque a vida é ou deve ser movida por um sentimento de alegria. E a alegria brota tal qual a flor de lótos no pântano, nos lugares mais sombrios, mais difíceis, nas situações mais hostis. Haverá alguém que fará uso alegria para quebrar um pouco aquela vibe que nos põe para baixo, né? Inclusive, existem obras espíritas inspiradas em desencarnados que ditaram a médiuns, poesias, contos ou histórias alegres em forma de um o humor. O humor, né? Tem uma frase do J.
Soares que eu não vou me lembrar. Eu vou tentar recuperar aqui. Eu tô com tablet que eu acho muito interessante. Eu acessei essa frase quando eu fiz pesquisa pro livro Viver é a melhor opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo. E eu encontrei uma frase do Jô que eu achei muito inspiradora. eh que ele disse o seguinte: "Eu acho que o suicídio é ausência total de humor". Eu achei essa frase genial. O suicídio como uma ausência total de humor. A pessoa não consegue rir de si mesma. Ela não consegue achar graça nos problemas.
Veja, eu acho que isso é tão sábio, embora difícil, quando você ri das impossibilidades, quando você tá atrasado, é importante chegar pontualmente no trabalho, atrasou por causa de chuva. E você se permite, por vezes, é, lascou-se. É o que temos para hoje. Fazer o quê? Eh, eu acho que isso é um gesto de sabedoria, não é de alienação. Eu acho que o humor é uma é uma ferramenta fundamental de elevação espiritual, ao contrário do que alguns místicos do presente e do passado que se dizem cristãos e que gostam de ressaltar figura sempre, eu diria, séria, assertiva, né? por vezes seisuda do mestre Jesus. Não, Jesus ele, isso está nos evangelhos, frequentava festas.
Jesus, ele não poderia ser o agente de um lado cinza da experiência espiritualizada que todos deveríamos ter, a percepção da vida espiritual. Isso não faz sentido. Vida em plenitude, né? A vida em abundância, parafraseando Cristo, ela pressupõe os momentos muitos de preferência, de alegria, de humor, de reverência, leveza, porque senão a gente vai praticar uma espiritualidade que eu particularmente me apartei dessa visão religiosa que promove a tristeza e a culpa. Como a aproximação de Deus só é possível quando você fica se martirizando e se culpando e se colocando num lugar que não é o da alegria. Alegria, alegria. Graças, graças te damos por mais um dia. que seja um dia leve, que seja um dia onde eu me permita perceber as sutilezas da vida, onde a luz está presente de forma, por vezes, subliminar, quando a gente se permite essa graça, o estado de graça, o estado de iluminação.
Ah, mas eu tô devendo. Ah, mas eu tô desempregado. Ah, mas a minha saúde tá péssima. o estado de graça em qualquer circunstância, principalmente nas adversidades, aonde a gente coloque o nosso ponto de observação acima da neblina, aonde não dá para enxergar direito, aonde tá tudo obnubilado, coloque-se acima da neblina e veja se o que você vai vislumbrar não é algo inspirador.
Portanto, o que pastorino tá falando aqui da alegria não é o bobo alegre, não é a felicidade tóxica, mas é a predisposição de você não ficar o tempo todo resmungando, não ficar o tempo todo amoado, replicando mágoa, turbinando o ressentimento, porque aí você vai estar o tempo todo transitando numa faixa vibratória extrema desconfortável. Você não vai estar trabalhando em favor da sua autoestima, da sua altivez. É, é uma questão de escolha. Você escolher, ah, mas tá difícil. Então, vamos nos aproximar de pessoas que nos ajudem a transitar por esse gradiente vibracional mais elevado. Eventualmente vamos até buscar ajuda profissional através da terapia.
O que não pode é normatizar o lado da mágoa, do ressentimento, o lado ranzinha. Sabe aquele lado? É, sabe aquela pessoa que você que você chega no trabalho ou chega em qualquer lugar, diz assim: "Bom dia aí a pessoa já responde assim: "Bom dia, por quê? Já pronto para desfiar o rosário de todas as todos os problemas. os obstáculos, a situação do mundo, a situação do Brasil, a fome, a miséria, a pobreza, a exclusão. Esses problemas merecem atenção e precisam ser enfrentados. Entretanto, isso não é motivo para excluir a alegria do seu coração, do seu estilo de vida e da forma como você responde às situações da existência, penso eu. Tá aí, pastor pedindo alegria.
Não tem aquela círculo de soleio. [Música] Alegria tarã tararã. T t alegria. Tem um espetáculo do circo de soleio chamado alegria. É, é uma uma palavra bonita, né? Também em português, alegria. Qual é o livro que eu vou recomendar hoje? Saindo do forno? Eu já li esse livro, mas eu li esse livro na resolução texto. Agora saiu numa resolução para garotada. para garotada. Uh! A vida secreta das árvores do engenheiro florestal alemão Peter Van. Eu já entrevistei Peter Vban, foi por Skype. Ele tava na Alemanha ou no Brasil. Fizemos um programa sobre o que ele diz no livro, que agora tá na versão ilustrada para crianças e adolescentes. É um livraço.
Eh, ele revela um universo surpreendente, pouco conhecido, de como esses seres do reino vegetal, as árvores, se articulam de maneira inteligente. Há uma resposta às agressões. Há um consórcio, uma aliança entre as árvores para impedir a ação de predadores ou dificultar a ação dos predadores. Há uma articulação entre as árvores para socorrer uma determinada árvore que esteja em situação de debilidade orgânica. E tudo isso se dá principalmente pelas raízes, pelas conexões neurais. O Peter, ele compara a forma sofisticada com que uma floresta se comunica por debaixo da Terra com a rede neural do nosso sistema nervoso, as sinapses cerebrais, é inacreditável.
Esse livro, portanto, foi traduzido, tô lendo a quarta capa, para mais de 40 idiomas. desvendando os mistérios da vida vegetal e mostrando que as florestas são muito mais do que um conjunto de árvores. Elas são sistemas vivos, complexos e interligados. Essa edição em quadrinhos ganha vida nos desenhos de Benjamin Fla. Tem um roteirinho do Fred Bernard tornando essa descoberta ainda mais envolvente. Deixa eu ver se tem alguma ilustração que mostra essa rede neural debaixo do solo, que é incrível. É incrível. Você sabe que o sistema radicular da árvore, as raízes, costuma ser muito maior do que a copa das árvores. A raiz vai longe.
E o que esse livro mostra, essas pesquisas sugerem, é que as raízes, elas têm outras funções, além de capturar nutriente, água do solo. As raízes, portanto, t outras funções extremamente importantes para a sobrevivência, a resiliência e a longevidade das florestas. Quando a gente fala, portanto, das raízes, a gente tá falando de um sistema sofisticado, complexo, que permite a comunicação, a troca de informações entre as árvores. Fica, portanto, a dica para quem quiser se debruçar sobre esse conhecimento. forma ilustrada. Eu já li o livro e sem essa configuração. Tá aqui, ó. A vida secreta das árvores. Árvores. Eu tenho mania de falar árvore. Árvore.
Eu tenho que me policiar, senão eu falo vida secreta das Árvores. Árvores, né? Vamos que vamos. Sugestão hoje não é de doação, não é sugestão de reflexão, tá? Esse momento do papo, normalmente a gente pede ajuda ou a gente pede que vocês reflitam sobre alguma ocorrência, alguma situação. Eu fiquei muito sensibilizado com o desencarne de uma menina de 8 anos em Brasília essa semana. Ela foi encontrada dentro de casa com um tubo de aerosol na mão, desacordada. Ó o rostinho dela aqui. Eu tô falando da Sara Raíça. Essa menininha aqui, ó. Ela tá aqui com uma pintura bonitinha no rosto, provavelmente ligada a carnaval ou alguma festa na escola.
Ela foi encontrada desmaiada, como disse, com frasco de aerosol na mão. E a principal rota de investigação da Polícia Civil de Brasília é que ela tenha participado no TikTok do desafio do desodorante que desde o ano passado, segundo o Instituto Dimmi Cuida, DIMI Cuida, que ajuda pais ou responsáveis a protegerem seus filhos dos desafios na internet que estão determinando óbitos e sequelas por vezes irreversíveis. A Sara Raíça engrossou uma estatística pelo que a polícia suspeita, que é a explicação mais plausível por conta do desafio do desodorante, ela seria a vítima fatal número 57.
57 crianças e adolescentes perderam a vida do ano passado para cá com idades entre 7 e 18 anos por causa dessas práticas. Aonde eu gostaria aqui de refletir com vocês? É urgente que o Congresso Nacional priorize votações que mudam para valer a vida das pessoas, que promova a qualidade de vida das pessoas ou a segurança da garotada, como a nossa querida Raíça. Regulamentando as redes sociais tem que ter moderação. Moderação não é censura. Moderação são regras de convivência. A lei que estabelece o que é crime no mundo real tem que ser a mesma lei que estabelece o que é crime no mundo virtual.
Se na sua, na escola onde está matriculado o seu filho, sua filha, sua neta, seu neto, alguém resolve criar o desafio do desodorante, alguém presencial ali pega um aerossol e diz assim: "Agora vamos ver quem consegue inalar isso aqui mais forte e por mais tempo". Esta pessoa tá encrencada com a lei. Quem faz isso? em redes sociais não pode ficar impune. Agora é a responsabilidade da rede social estabelecer. Isso demanda algum investimento, isso é possível, mas isso vai requerer investimento. As pessoas mais ricas do mundo estão à frente das bigtechs. Dinheiro não é problema para elas. Elas não vão perder o sono fazendo esse investimento. Se não fazem, é por motivo ideológico.
Elas estão alinhadas com uma visão, do meu ponto de vista, extremamente equivocada, de entender que moderação é censura e que liberdade de agressão é liberdade de expressão. Tá errado. Se você pode processar alguém que ele agrediu na rua, você pode processar por calúnia ou difamação, por crime de racismo, que seja. Se isso é crime quando alguém agride você na rua, no mundo virtual é a mesma lei. A lei não muda. Agora no Brasil nós temos um iato, um iato legal. Nós não temos a regulação das redes sociais. Aí sobra pro Supremo. Mas o Supremo não tem que legislar. A função do Supremo é se declarar diante de um processo, a justiça tem que ser provocada.
Se alguém apresenta pro Supremo, isso que aconteceu com a minha filha foi assassinada a partir de um desafio. Ela não tinha como se proteger. Nós fizemos o que foi possível, mas na escola ela pegava o celular do coleguinha, sei lá. Você não tem regulação. A União Europeia tem, o Canadá tem, a Austrália tem, o Brasil não tem. 56 óbitos de crianças e adolescentes do ano passado para cá em desafios como esse. Então fica ligado. O meu toque aqui é o seguinte. Acione, faça contato, que democracia exige cidadania ativa, ações fiscalizatórias do cidadão. Acione o seu parlamentar. Você se lembra em quem você votou?
Você pode, mesmo sendo aqueles que em quem você não votou, acionar por e-mail, por telefone, por rede social, pressiono, a não fingir que não temos um baito problema sem a regulamentação das redes. A prioridade número um do Congresso hoje, você sabe qual é? É anistia para quem esteve por trás do 8 de janeiro. Esse projeto não vai beneficiar aquela multidão que tava depredando as os três poderes. Você sabe disso. Isso tá já foi amplamente noticiado. Esse projeto da anistia vai beneficiar os generais e os políticos envolvidos na trama arquitetada à sombra da lei e que determinou, resultou, né, nesse movimento. Eh, como é que você vai anistar quem ainda não foi condenado? primeira deturpação.
Segunda, todos as todas as tentativas de golpe de estado no Brasil resultaram em anistia até hoje. Ninguém foi preso. Nenhum militar de alta patente foi preso até hoje por estar envolvido em tentativa de golpe. Agora, todo o Congresso, enquanto nós nós temos os episódios escandalosos, como esse que suprimiu a vida da pequena Sara Raíça de 8 anos, isso tá fora do radar do Congresso Brasileiro, mas não é de agora não, há anos. Não é liberdade de expressão, não. Não vamos fazer regulação não, que isso é censura. Até o dia que alguém próximo perca a vida. Por isso, porque infelizmente quando acontece com a gente não tem para onde fugir.
É algo que é sensorial, tá doendo no meu coração, apertou tudo aqui. É disso que estamos falando. bem-estar social, criminalização de quem usa rede social para fomentar suicídio, fomentar uso eh a a os desafios como esse do aerosol, do desodorante, fomentar pedofilia, fomentar uso de droga, fomentar pornografia infantil. Os caras estão aí, os caras estão aí. Com todo o respeito, pelo amor de Deus, não é agenda da direita ou da esquerda, é agenda do bom senso de uma sociedade que precisa se proteger, de quem usa a rede social, de má fé. Esse é o ponto. Esse é o ponto para mim. Esse é o ponto. Vamos lá, Mr. Anderson, bom dia para você, Mr. Anderson.
Aliás, deixa eu falar aqui da minha admiração. Vocês devem estar acompanhando que o trêslocado do presidente Trump, entre outras bizarres, está dando madura nas universidades particulares americanas, dizendo que vai cortar verba federal paraas universidades particulares americanas se elas não se enquadrarem na cartilha Trump do que deve ser o ensino, do que deve ser a rotina numa no meio acadêmico. Eu não vou entrar em detalhes informes, porque é uma coisa remete à inquisição da Idade Média, uma coisa horrorosa.
Mas graças a Deus, a mais antiga e prestigiada universidade talvez do mundo, Harvard, deu uma banana pro Trump e disse: "Nós não vamos nos submeter." Quer ver o que disse o reitor de Harvard? A Senr. Allan Garber, a universidade não abrirá a mão de sua independência e de seus direitos constitucionais. nem Harvard, nem qualquer outra universidade privada pode permitir ser tomada pelo governo federal. Deu uma banana pro Trump, vai deixar de receber o equivalente a 12 bilhões de dólares em recursos do governo federal de Trump. Só que Harvard tem uma fábula de dinheiro, porque nos Estados Unidos, você sabe, eu tô procurando quanto Harvard tem nos cofres, que é uma fábula.
Eh, isso não vai tirar, não vai deixar a universidade na mão, porque eles têm recursos de doação, recursos de eh filantropos, de mecenas, de quem se formou nessa universidade e quando enriqueceu resolveu doar eh no testamento ou em vida recursos milionários paraa universidade se manter. mais de 2 bilhões de dólares é o corte da Casa Branca. O colchão de recursos próprios de Harvard vai muito acima desses 2 bilhões. Por isso ela também disse não, que o governo governe como queira e nós aqui que somos uma instituição mais antiga do que o próprio país. Os Estados Unidos foram fundados depois da existência dessa universidade.
Ela não rasgou o contrato que ela tem com o próprio prestígio, né, cara? O Trump tá de passagem com as traquinagens dele lá. Três loucadas. Eleitores de Trump já estão arrependidos. A popularidade dele tá despencando. Tá doendo no bolso do americano. Tá doendo no bolso dos apoiadores do Trump. Aqueles bilionários. Eles já estão assim. Meu Deus, onde é que eu fui amarrar o meu bod? A coisa tá esquisita pro lado dele. Viva autonomia universitária, sempre com bom senso, com juízo, com o cuidado de não deformar alunos. Você, pelo contrário, você vai formar alunos sem o cabresto do ditadorzinho de ocasião que diz: "Isso não pode falar em sala de aula. Esse debate está interditado.
Esse assunto não tem razão de ser. Isso é inquisição. Isso, isso é censura. Isso é censura. Isso é lamentável. E a mais prestigiada universidade do planeta olhou pro Trump, falou: "Fique com seu dinheirinho, a gente não vai precisar disso para tocar nossa rotina aqui. Nós temos uma tradição, nós formamos os melhores." São oito ou nove ex-presidentes que se formaram em Harvard, republicanos e democratas, Prêmios Nobel. Ih, a coisa vai longe. Muito bem. Isto posto adelante. Qual foi a pergunta? Qual foi a pergunta que nós fizemos? Mr. Anderson, recordando aqui a pergunta lançada ontem no stories no Instagram para motivar sinapses cerebrais, reflexões sobre temas que eu julgo importantíssimos.
Eu aprendo com as observações de vocês. A pergunta foi: "O sofrimento pode ser bom?" Perguntinha da nada, né? A pergunta foi: "O sofrimento pode ser bom?" A lista de Mr. Anderson trouxe Suelide Fátima. Querido André, existe outra forma de aprendizado sem ser pela dor? Claro que existe, Sueli. Ora, meu Deus. Quando Jesus esteve entre nós e praticou o amor que ele pregava, ele falava do reino dos céus. Ele falava da paz, da verdadeira paz, da verdadeira saúde, da verdadeira felicidade, através da compaixão, da misericórdia, do desdobramento da nosso tempo e da nossa energia na direção do outro.
A dor, ela é um recurso que algumas tradições, inclusive a tradição espírita, considera didático e pedagógico. A dor ensina, mas a dor não é a única professora que nos ensina a fazer as escolhas certas ou a valorizar o que precisa ser objeto de nossa atenção. Imagina se o aprendizado só pudesse vir pela dor. Então, há um ditado que eu acho bem interessante, que diz: "O que não se aprende pelo amor, se aprende pela dor. O aprendizado é inevitável." O aprendizado é inevitável. Então nós nós entendemos aqui que é possível sim e eu diria até é necessário que a gente aprenda pelo amor. Houve época em que a fé era resultado do medo. teólogos, sacerdotes, impunham a fé pelo medo.
O espiritismo, para mim, eu vou narrar aqui uma experiência pessoal, eu não me tornei espírita pelo medo. Eu acho isso um privilégio. É uma adesão espontânea, alegre, feliz, empolgada, como vejo pessoas aderirem a outras tradições, outras correntes, sem ser pelo medo. Agora, aquele que adere a uma tradição religiosa eh pelo medo, eu não vou aqui negar que eventualmente haja no contexto daquela pessoa eventualmente algum resultado positivo. Vou dar um exemplo para não ficar só na retórica. Uma pessoa que faz uso, uma pessoa, um um criminoso, tá? O cara que faz assalto na rua, tem revólver, né, e vai paraa rua assaltar as pessoas.
Aí a mulher frequenta uma determinada igreja e o sacerdote dessa igreja pede pro marido dessa mulher ir para lá frequentar o culto. E aí depois do culto o marido vai, o pastor chama o camarada e diz assim: "Faz o sermão e faz um monte de advertência. O diabo quer é uma forma de você entender como por aí a fé traz embutida a ideia da ameaça de figuras malignas, né? Então você diz assim: "O diabo tá te perseguindo, meu irmão. Você não vai ter vida longa assim. E do outro lado da vida, você vai também ter problemas em relação à escolha que você tá fazendo. Você não precisa dessa arma para ganhar vida. Você tá prejudicando seus irmãos.
Você pode e deve fazer diferente, mas coloca a figura do diabo como aquele elemento perturbador que gera medo. E de repente cola essa ideia. A pessoa repensa sua vida, repensa a forma de ganhar a vida como bandido, como criminoso, larga a arma, deixa de assaltar as pessoas. Aí você vai dizer: "É a fé pelo medo." É a fé pelo medo. Então, cada caso é um caso e cada um tem o seu contexto, a sua trajetória, a sua jornada evolutiva. Então, veja, eu preciso ter aqui a honestidade intelectual de compartilhar com vocês a minha opinião, que não é a única e não é a que deve prevalecer. Cada um tem a sua. Eu acho um desastre a imposição da medo.
Eh, para mim e para as pessoas próximas de mim, eu não desejo isso. Agora, eventualmente até para pessoas conhecidas, pessoas que eu prezo e que eu acho que não deveriam ter esse tipo de subserviência a uma teologia que impõe a fé pelo medo, se para elas aquilo faz sentido e se elas corrigiram o caminho delas através dessa desse recurso, quem sou eu para criticar cada um no seu caminho. Mas eu entendo, respondendo objetivamente, que existe sim outra forma de aprendizado sem ser pela dor. A minha opinião, Andreia Pádoa, o sofrimento por si só é sinônimo de aprendizado? Tem pessoas que mesmo sofrendo não mudam. São duas observações muito interessantes.
André, eu vou tentar aqui compartilhar impressões. O sofrimento nem sempre é sinônimo de aprendizado. Eu vou dar um exemplo. É um é um viés espírita. Quando a pessoa se culpa o tempo todo, ela tá gerando para si sofrimento. Mas esse sofrimento não gera nenhuma recompensa, aprendizado, novo conhecimento, caminho de sabedoria. Não, é só coisa ruim. A culpa não traz 1 mm de reparação ou de eh compensação pelo erro cometido. A culpa é um sofrimento que não dá retorno nenhum do ponto de vista do aprendizado. A culpa é só encrenca. Arrependimento é diferente de culpa. Arrependimento é: me dói constatar que eu errei. Eu estou em sofrimento. E o que faço com essa dor e esse sofrimento?
Por perceber-me em dívida com a minha consciência porque eu errei e causei dano a alguém ou alguma coisa. Eu vou tentar reparar, eu vou tentar compensar, eu não vou ficar aqui me culpando o tempo todo, porque isso não agrega, não soma, não muda a minha situação. Então vamos lá. O sofrimento nem sempre é sinônimo de aprendizado. E tem pessoas que mesmo sofrendo não mudam. Aí é interessante porque veja, mais uma vez dentro de um olhar espírita que pode não ser o seu, mas eu sou reencarnacionista. Eu acho que uma vida é pouco pra gente aprender tudo que a gente precisa aprender. E a gente, a vida é muito breve, né? Muito rápida, ela passa rápido. É uma fagulha no tempo do reloginho espiritual.
Então, por vezes, são várias encarnações que a gente vai precisar para aprender lição, para aprender a amar, para aprender a perdoar, para aprender a seguir em frente diante das situações hostis, várias existências para ter coragem de viver, mesmo quando a vida não vem com manual de instrução. E a gente vai aprendendo, lidando com as circunstâncias da melhor maneira possível. Então, o aprendizado leva tempo mesmo. A pessoa, aparentemente em sofrimento não tá entendendo que aquilo que lhe causa dor merece uma reflexão para ela se reposicionar ou fazer alguma coisa diferente. Mas aquilo tá entrando, aquilo tá somando, aquilo é rodagem. aquilo se dilui.
Aquilo fica registrado até o momento em que fizer sentido pra pessoa. E cada um tem um tempo de maturação, né? Cada um tem o seu tempo. Roberto Porto, o sofrimento nos convida ao aperfeiçoamento, ao resgate de nossas faltas. Essa é uma visão que muitas tradições espiritualistas têm. Por isso que a pergunta foi: "O sofrimento pode ser bom?" Sofrimento nunca é bom. Ninguém gosta de sofrer. Eu não gosto e não conheço ninguém que goste. Portanto, a gente não vai dizer que sofrimento é bom. A questão é, o sofrimento tem o seu componente útil na capacidade que a dor nos traz de refletir sobre o que nos convém. Porque o sofrimento ele pode encorajar-nos diante de circunstâncias inevitáveis da vida.
Eu sofri muito quando perdi meu pai subitamente no acidente de trânsito e a perda do meu pai me ajudou a enfrentar melhor a perda da minha mãe. Você vai dizer que o sofrimento pela perda do meu pai foi bom? Não, não foi bom. foi péssimo, mas me ajudou a lidar com a ideia da finitude, da perda do ente querido diante do óbito da minha mãe. Eu tô aqui falando de algo muito pessoal. Portanto, o sofrimento nunca é bom, mas o sofrimento agrega algo na capacidade da gente lidar com experiências que nos são hostis, são difíceis de lidar e que a experiência pode ser um bônus decorrente do sofrimento. E veja, há um alerta aqui.
Quem acha que o sofrimento é bom, tem que ficar ligado, porque existem patologias como masoquismo, que é o prazer de sofrer. Aí precisa de ajuda, precisa de ajuda profissional, é outra coisa. É a pessoa que tem uma relação que é patológica do ponto de vista da sua saúde e resiliência física e mental. Ela está em sofrimento, mas ela tá colocando o sofrimento como prazer. E aí temos uma distorção. Temos uma distorção, tá? Andreia BFA. Como atravessar o sofrimento de forma leve e lúcida? Olha, eh, isso é de cada um, porque, eh, vamos lá, deixa eu pegar a fadinha, que é uma menina que cresceu e virou a maior sketista do Brasil hoje.
Skatista é o exemplo que eu mais gosto de dar, porque skitista cai o tempo todo, cai e se machuca, cai e se rala, cai e fratura, cai e fica um tempo no estaleiro. Só que cair faz parte da prática do skate. OK? Não tem como. O esquentista aprende a cair e quando cai ele não se abate, ele não fica deprimido, ele não se sente um derrotado. Ele levanta a sacode, a poeira dá volta por cima. Então, eh, como atravessar o sofrimento de forma leve e lúcida, eu acho que a gente tem que aprender também com as circunstâncias adversas, o que elas nos trazem de aprendizado. Ah, eu não gosto, vai acontecer de novo. Se acontecer, eu não sei como não.
Vou aprender a lidar, eu vou criar casca, eu vou aprender a suportar ou a lidar de uma forma mais inteligente e sábia com essa circunstância que me é difícil, que me é hostil, que me desafia. ou eu vou aprender a não seguir esse caminho que pode não ser uma rota de fuga, pode ser um movimento de autodefesa. Tudo isso envolve muito cuidado nas análises. As coisas não são simples. Existem escolhas que a gente faz que por orgulho você vai persistindo naquele caminho quando a vida tá te dando pancada o tempo todo, meio que sinalizando, não é por aí, não é por aí, não é por aí.
Ou veja como é complexo, você tá seguindo o caminho que você tá levando pancada, as coisas são difíceis, coisas e tal, mas você diz: "A persistência vai me trazer o prêmio, porque eu sei que eu vou alcançar esse objetivo". e alcance. Cada caso, é um caso, cada circunstância envolve o seu protocolo de cuidados, de atenção. Portanto, o sofrimento pode ser levado de forma leve e lúcida a partir da experiência, do conhecimento adquirido, da metabolização da dor. Você já entendeu essa dor? Ela já já foi experimentada antes e ela te capacita para lidar com dores semelhantes de outra maneira. Não é que deixe de doer, é que dói diferente. Esse é o ponto. Você não fica insensível.
A dor é que dói diferente. E esse diferente pode ser de uma forma mais leve e lúcida. Mônica Fonte. Como ativar a consciência das pessoas em sofrimento sobre propósito maior do sofrimento? Ninguém conscientiza ninguém. A consciência é algo pessoal e intransferível. Você pode ser uma facilitadora. Agora veja como cada um de nós tem o seu tempo de maturação. Isso pode constituir uma chateação inominável. Você ficar blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá. A pessoa não aguenta, vai dar efeito contrário. Você vai falar: "Não aguento essa pessoa que fica me falando isso". Porque ela não tá no momento, quem tá ouvindo, não tá no momento de entender do que se trata.
Aliás, essa questão de ajustar o conhecimento ao público alvo foi o que Jesus fez há mais de 2000 anos. Ele procurou modular o conhecimento dele sobre as verdades espirituais no nível de compreensão de quem acompanhava o que ele falava. Começando pelos apóstolos. Ele não estava ali em condições de compartilhar tudo que ele sabia. Daí, por, segundo muitos teólogos e pesquisadores do Evangelho, fez uso das parábolas, das histórias que trazem um fundo moral. Eu vou tentar aqui explicar de forma alegórica o que constitui uma verdade espiritual e a vida segue. Portanto, tá aqui a pera aí. Opa.
Então, eh, eu penso que a gente precisa ter muito respeito pelo outro, na capacidade do outro lidar ou não com seu sofrimento e na forma como esse outro haverá de receber de nós algum tipo de informação, algum tipo de abordagem que seja sempre respeitosa, que você não invada deliberadamente o espaço aéreo do outro. querendo impor a tua visão de mundo ou a tua visão religiosa. Isso é muito arrogante. Isso funciona. Habilidade e respeito. Tudo começa pelo respeito, pelo máximo respeito de cada um acreditar no que queira acreditar ou não acreditar em nada. E a gente tá ali não para impor uma consciência, isso não é possível.
Você pode ser um facilitador e cada pessoa haverá de inspirar uma abordagem distinta. Pode ser uma abordagem apenas sinalizada por um abraço, um olhar. Pode ser uma fala curta e respeitosa. Se você quiser conversar sobre isso, conta comigo. Eu acho que seria um bom momento para você se aproximar de alguma tradição espiritualista ou religião. Cada caso, cada situação, cada contexto tem a sua singularidade. A gente não pode atropelar o direito dos outros e o tempo dos outros em relação a esse aprendizado. Pergunta chegando de várias partes. Eh, Carla Melo pergunta: "Se temos o livre arbítrio, por que todo suicida sofre mais?" Às vezes a pessoa só precisa tentar de novo.
Olha, Carla, esse é um assunto muito, muito delicado e complexo, mas eu diria o seguinte, quando a gente tá em sofrimento, o tempo passa mais devagar. Já reparou? Quando você tá numa situação de dor, o tempo passa devagar, né? Não tem a música que diz: "Tristeza não tem fim". felicidade. Sim, portanto, não apenas para o suicida, mas para quem desencarna em situação de sofrimento, porque a consciência reage ao erro cometido e que precipitou decisões que se revelam equivocadas. Esse tempo demora a passar. O espiritismo é muito consolador quando lembra, para nós não existem penas eternas. O suicído haverá de ter uma segunda chance, uma terceira chance, uma quarta chance.
Agora, até que essa oportunidade apareça, há uma situação de desconforto e o reloginho passa devagar, filha. O reloginho vai passar devagar. São os relatos que chegam do plano espiritual, razão pela qual a gente tem que ficar ligado, não desistir, não se precipitar, não agir por impulsividade. A vida é preciosa, a vida é sagrada. Preserve a sua existência para você tá aqui. Muitos trabalharam em favor desse projeto no plano espiritual e entre encarnados em respeito também a eles. Fica, permanece, persista. Tatiana Bicalho de Oliveira, Minas Gerais. Oi, André. disse Paulo, em tudo dai graças. É um convite a sermos gratos por tudo.
Sim, é um convite para exercer a exercitar a gratidão mesmo em circunstâncias hostis. Eu me lembro uma vez, final de expediente, a gente cansado, foi um dia de trabalho duro, era plantão, me mandaram como repórter porque a redação já tava vazia. Cois Tringueiro, tu vai lá para era uma cidade da Baixada Fluminense numa sexta-feira, trânsito pesado na Dutra e E eu tinha sistematizado. Olha o humor aí que a gente começou falando do pastorino, falando da alegria e dentro do carro de reportagem, naquele trânsito infernal, já final de expediente, já avançando no horário, obrigado, senhor por me testar estão bem.
Aí o povo dentro do carro ria e o ambiente fica leve que você fala assim: "Eu não vou ficar aqui dizendo: "Ô, que droga aqui, pô, que chato tá aqui". Não, obrigado, senhor por me testares tão bem. Foi uma forma, né, de buscar essa essa harmonia. Então, dar graças é uma forma da gente sinalizar o entendimento mais profundo, mais amplo das circunstâncias eventualmente não favoráveis e daquelas que são muito boas. Gerváo Neto, meu amigo de Campos dos Goitacazes, poderia nos falar um pouco sobre a ideia da resignação positiva presente no livro A força do um?
Então, Gásio, resignação positiva me parece a capacidade que a gente tem de não se contrapor com a atitude da revolta, da indignação contra algo que nos acomete sobre o qual não há como resolver de imediato. Então, uma traição amorosa, o desemprego que te surpreende, um problema grave de saúde, essas situações elas acontecem a revelia da tua vontade. Você não desejou isso, mas isso aconteceu. Diante dessa circunstância, o que fazer? Resignação positiva. Posto que eu não tenho como mudar isso agora, isso está posto, isso está me machucando. A forma mais inteligente e sábia de lidar com isso é aceitar isso.
Eu não vou me rebelar, não vou me revoltar, não vou praguejar contra Deus, não vou xingar o meu anjo da guarda. Cadê você que deixou que isso acontecesse? Se ele pudesse responder, você ia ver o que é bom para tosse. Não raro, o que nos acontece de ruim é algo bem diluído em relação à aquilo que pela lei de causa efeito deveria ter acontecido. E não chegou a acontecer por mérito teu, que se esforçou no sentido de buscar um caminho do amor, do bem, da compaixão, da misericórdia, da caridade. E você vai, porque a providência divina atenua os efeitos magnéticos da lei de causa efeito. Pessoa às vezes se julga injustiçado.
Eu sou uma pessoa tão boa, eu faço tanto bem, eu me dedico tanto aos outros, eu tô passando tantas dificuldades e ainda me acontece isso. Acontece porque se Deus existe, o acaso não existe, porque Deus não joga dados. como escreveu certa vez Einstein. Então, a gente precisa entender. Se eu não consigo explicar o infortúnio que agora teve lugar, não significa que não haja explicação. E essa explicação não é contra mim, é em favor de mim. Eu estou nesse momento sendo testado na minha resiliência, na minha obstinação, na minha persistência, na minha capacidade superação. Resignação positivo. Acho que por aí vamos bem. Mr. Anderson, última pergunta aqui, Vinícius.
Última que vai dar tempo de responder. Vinícius, as outras perguntas, Anderson, você coloca para sexta-feira, por favor. Sexta-feira é feriadão, mas eu tô aqui, estarei aqui. Vinícius Reis, a indiferência é uma forma de violência. É, a indiferença é uma forma de violência. Do meu ponto de vista, a indiferença ela constitui uma maneira de você destilar o ódio, ainda que de forma diluída. Existem circunstâncias várias onde a indiferença tem lugar, mas se você precisa de uma resposta objetiva, eu diria: "É melhor a gente não cultivar a indiferença, que a indiferença significa deliberadamente não prestar atenção à aquilo que tá estampado na tua direção. Melhor encarar eu e aprender com isso.
Como é que eu encaro, como é que eu lido, né? Eu quero encerrar o papo das 9, pedindo a quem queira participar aqui comigo de uma oração. Eu gostaria de sugerir a todos vocês que se unam a mim nesse momento, aqueles que puderem, se possível até fechar os olhos e entrar numa faixa vibratória mais favorável a essa conexão com o plano superior. Eu gostaria de pedir licença a todos vocês para endereçarmos uma prece ao nosso querido amigo Divaldo Pereira Franco, que com idade avançada e com a saúde muito, muito debilitada, inspira cuidados e que a gente possa endereçar a ele em Salvador, na mansão do caminho. fluídos de paz, de amor, de cura, de equilíbrio. a energia preciosa e luminosa da gratidão por todas as palavras inspiradas no Evangelho de Jesus, no Espiritismo de Kardec, na divulgação das obras ligadas ao Espiritismo cristão, as psicografias que foram inspiradoras para a tomada de decisão de muitas pessoas na direção daquilo que importa quando a gente leva sério o caminho espiritual.
Então, que Divaldo receba a nossa melhor vibração em favor de sua tranquilidade, serenidade, paz interior e que esteja cercado das melhores companhias nos dois planos da vida. Tudo de bom. Para quem tiver feriadão, bom feriadão, eu estarei de plantão no meu trabalho. E aqui vai ter papo das 96, vai ter papo das 9, domingão de Páscoa e a gente vai se vendo. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Povo do Instagram, o papo das fica arquivado apenas, então, somente no YouTube. Então, valeu, povo do YouTube. Gratidão por tudo. Até a próxima, se Deus quiser.
