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Você se considera um ser coletivo? Papo das 9 #1013

Minutos de sabedoria: pág. 205 Sugestão de livro: Lutos não reconhecidos na infância e na adolescência – Editora Sumus Sugestão especial: Assista ao Cidades e Soluções sobre o movimento Esgotei, da Paraíba. Neste sábado 21h30 na Globonews!
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vários dias atrás das nuvens. Eu particularmente adoro as temporadas de chuva, desde que não sejam catastróficas, porque eu me lembro das plantinhas, eu me lembro das árvores, eu me lembro dos reservatórios de água, eu me lembro das plantações, né? A água é fundamental, ela tem a sua função. Eu não concordo com essa história de que dia nublado é um dia triste, chuva é tristeza, sol é alegria. Esse estereótipo não não bate com o meu coração.

O dia de sol é um dia de luz, é um dia que a gente tá abençoado pela claridade, né, pelo calor benfaz da estrela central. do nosso sistema, que é o sol. E os dias de chuva tem a sua graça, a sua beleza, a sua importância. Inclusive, para vocês lembrarem, a chuva lava a atmosfera. E em cidades, principalmente médias ou grandes, aonde você tem muita poluição do ar, você consegue melhorar a qualidade do ar com a chuva.

A chuva lava a atmosfera. E isso também é motivo de regozijo. Olha que palavra bonita. Regozijo. Tem uma música linda do James Taylor, Only a Dreaming Real, que ele cantou, compôs depois do Rocken e de 1985, que ele tava assim no fundo do poço com problemas com drogas, com dor de cotovelo, abandonado pela mulher.

E ele acabou aceitando vir pro Roque Rio sem muita autoconfiança. E há inclusive relatos de que no dia da apresentação ele ficou intimidado assim, pô, mas essa multidão toda veio para me ver agora. eram vários shows, mas a a maior, a própria Cláudia, minha mulher, na época que eu não a conhecia, foi no dia do Rock Rio para ver o James Taylor. E o James Taylor ficou tão agradecido, grato ao povo do Brasil pelo acolhimento, pela receptividade, pela maneira com que interagiu amorosamente com ele, que compôs uma música chamada Only a Dreaming Real, que eu tava falando de regozijo. Ele tem uma estrofe da música que ele fez só em português, mas escolheu o verbo regozijar, que já é um verbo complicado, uma palavra meio enrolada pra gente usar aqui.

Ele como norte estadunidense para falar regozijo é bonitinho. Quando a nossa mãe acordar, todos os filhos saberão. cantará pelo sertão. Todos os filhos saberão e regozijarão. James Taylor cantando em português isso.

em retribuição ao amor dos brasileiros a ele. Essa música é muito bonita. more than shining eyes. More than the steaming green. Ele vai apresentando o rio.

vai apresentando o Rio. Andream. É mais do que um sonho no Rio. Linda música. I was there for very late back.

Linda, linda, linda, linda, linda. Eita! Todos os filhos saberão I tell you more lá quando não chega. Vamos lá. Bora pegar carona numa página inspiradora edificante numa sexta-feira.

É 13. Vocês sabem dizer se hoje Olha, sexta 13. Você dá bola para isso, com todo respeito. Se você der bola, tudo bem, não tem problema. Não dou a menor pelota para sexta 13.

Para mim não significa nada, nada. Mas tudo bem. cada um com seu cada um. Pedindo aqui a assistência dos amigos invisíveis que nos protegem, nos abençoam, nos iluminam, nos geram uma ambiência favorável para esse momento. São os padrinhos espirituais do Papo das 9.

A eles eu recorro para poder ser um instrumento fiel, um meio adequado, uma ferramenta útil para abrir a página indicada pra nossa reflexão dessa manhã. Aonde vamos? Onde vamos, cabrão? Aonde vamos? 205.

Nossa, eu eu eu quando abro já eu leio a primeira frase e já tô aqui um pouco emocionado porque essa página de abertura coincide com a pergunta que lançamos ontem para vocês participarem do papo de hoje, trazendo suas reflexões, que é se você se considera um ser coletivo. Não vou antecipar aqui o propósito da pergunta, nem a resposta de vocês. Página 205. Ajude a todos sem fazer exigências. Quem estabelece condições para ajudar, escreveu Marquês de Maricá, está reclamando o pagamento antes mesmo de emprestar o dinheiro.

Não exija condições. Ajude sempre com desprendimento e não exija agradecimento nem gratidão. Não se esqueça de que quem ajuda ao próximo está na realidade, ajudando a si mesmo. simples, objetivo, compacto e maciço, né? Inteiro.

Tem uma lição de sabedoria inteira aí. Quantos de nós, quando fazemos uma boa ação, quando realizamos um gesto nobre, guardamos numa gavetinha escondida dentro de nós? Esse tá me devendo. [risadas] Esse aí na hora certa haverei de cobrar. Esse aí não haverá de se esquecer do bem que eu fiz.

Se o que pastorino tá dizendo aqui remete ao ensinamento do Cristo da mão direita não saber o que fez à esquerda. Quer dizer, o propósito de fazer o bem não deve ser nunca exigir de quem foi agraciado com a sua intervenção qualquer tipo de retribuição. Simples assim, porque a beleza do gesto, a grandeza dessa atitude se dilui, se esfarela na hora em que no ato de ajudar, socorrer, assistir alguém, você já tá sintonizado com a ideia de que, ah, esse aí tá me devendo uma coisa, sinceramente. Evolução é uma escadinha, né? A gente vai aprendendo o desprendimento como algo fundamental para alcançarmos os mais nobres objetivos.

Porque quando a gente esquece de nós mesmos, nos doando tempo, energia, eventualmente dinheiro em favor de algo ou alguém, que naquele momento nos pareça justa essa ação, nós, na verdade, isso é muito profundo e isso o pastorino falou, não se esqueça de que quem ajuda o próximo está na realidade ajudando a si mesmo. Mas por que que eu tô me ajudando se eu tô, na verdade, dando uma mão pro outro? Porque você tá exercitando a energia do amor e a energia do amor te liberta, te eleva, te coloca num outro patamar de sentimento, de assistência espiritual, de saúde integral, de leveza, de consciência limpa. Então, quando a gente realiza esse movimento, a remuneração já chegou, você não percebeu, mas você já está sendo agraciado com essa, esse sentimento, essa energia, essa conexão com algo maior. Eu não sei o que dizer mais sobre isso.

É simples assim. É simples assim. Você se sente bem fazendo bem. E ao fazer o bem, não deixe que a ideia de que este que é agraciado com a sua ajuda lhe deve algo, tome conta, porque aí você tá, você está desencantando a beleza do gesto. Você tá se revelando uma pessoa interesseira.

Você tá se revelando uma pessoa que promove a mercantilização da solidariedade. Você tá mercantilizando. Isso é um produto. Eu te dei agora você tem que me, né, fazer a sua parte. Você tem que me retribuir.

Então não coloque isso como uma benemerência, como uma caridade. Isso virou um negócio. Eu dei, agora eu tô esperando ele dar de volta. Nossa, tem uma uma mariposa linda que eu não vou pegar ela agora. Não vou pegar ela porque quando a gente pega a gente esfarela.

Ah, será que dá para virar aqui? Eu não sei. Aí vai dar um trabalho virar a câmera. Uma mariposinha que passou a noite aqui em casa e agora tá na cortina saracoteando. Seja bem-vinda, minha amiguinha.

Vamos em frente. Sugestão de leitura. Não vamos esquecer a página aberta hoje que ela bate lá direitinho da mat com o papo que daqui a pouco a gente vai ter sobre se você se considera um ser coletivo, ok? O livro que eu quero indicar para você está saindo do forno, chama-se Lutos não reconhecidos na infância e na adolescência. As organizadoras são Ana Clara Bastos, Luziane Agnes e Patrícia Campos.

Somos editorial. O que acontece quando a dor de uma criança ou de um adolescente não é reconhecida pela sociedade? Esse livro nasce da necessidade urgente de validar as diferentes experiências de perda que ocorre nessa fase da vida. Combinando sensibilidade e rigor teórico, a obra percorre os caminhos do luto em contextos complexos e muitas vezes negligenciados. Por meio de um olhar cuidadoso, a obra analisa as diversas faces do luto, das perdas concretas, como a morte de um ente querido, as perdas simbólicas e invisibilidade invisibilizadas.

Como a separação dos pais é luto, a mudança de casa pode ser luto, o impacto do encarceramento materno. Além disso, aborda temas como o impacto da COVID-19, o luto por suicídio, por morte violenta, por questões de identidade de gênero. Eu acho que toda a obra sobre luto é extremamente importante, porque nenhum de nós está livre. da experiência da dor, da perda. E veja, não apenas, como foi dito, da perda de entes queridos, familiares, amigos, perda de animais de estimação, perda do endereço que você se afeiçou, criança e adolescente, tá muito apegado àele espaço, de repente os pais têm que mudar por uma razão qualquer.

Há uma perda, né? Todas as perdas de a perda de saúde, tá tudo junto e misturado. São vários capítulos abordando diferentes aspectos. Eh, perda dos avós é um capítulo aqui. Luto pela perda de animais de estimação.

Tá aqui luto da criança pela separação dos pais. Crianças e adolescentes afastados judicialmente da família. sugera uma dor que precisa ser objeto de atenção, é o luto. Eh, o luto não reconhecido das amputações decorrentes de doenças que ameaçam a vida. Nunca pensei nisso, nunca parei para pensar nisso.

A perda de um membro, uma parte do corpo por uma doença. E a criança na assim ou adolescente no início da jornada existencial já se deparando com uma situação que vai demandar uma adequação. É uma dor que gera muita tristeza, um abatimento profundo e você vai ter que lidar com essa dor. Isso é luto. Morte e luto por suicídio.

De repente as brincadeiras mudaram. Luto por morte violenta na infância. Gente, ai André, que baixo astral? Baixo astral é você não encarar os fatos, ficar com aquele recurso do lugar comum, né? Morre o avô ou a avó.

Aí você chega pra criança, virou estrelinha. Pode não ser o suficiente aquela dor persistir e você achar que, ah, eu já disse que o vovô, vovó virou estrelinha, tá lá no céu. Pode não surtir o efeito desejado. Dar atenção a isso é o que propõe o livro, dizendo como fazer. A gente precisa, gente, nós somos todos ignorantes, ninguém sabe tudo.

Então, no universo do luto, existem vários livros. Eu já recomendei alguns aqui, mais de um, falando da perda dos filhos. Um livro de uma psicóloga aqui do Rio que eu conheci, conversei com as pacientes dela, mães que perderam seus filhos, mães enlutadas. Mostramos aqui o livro. Hoje eu tô mostrando outra obra.

que tem o propósito de ajudar pessoas em diversas circunstâncias, aonde a dor da perda possa ser trabalhada de uma maneira inteligente, com resultados efetivos em favor da tua saúde física, mental, espiritual e emocional. #prontofalei. Lutos não reconhecidos na infância e na Sumos com 2 m editora. tá dado o recado, pode ser útil para muita gente. Sugestão hoje que eu vou fazer, me permitam, peço licença.

Eu vou pedir para quem tem acesso à Globo News, que não deixe de assistir. Amanhã, sábado, 9:30 da noite, a estreia da nova temporada do Cidades e Soluções sobre o movimento esgote, se lembra que eu falei que eu fui ao Nordeste? a trabalho, não podia dizer aonde, não podia ainda abrir. Que que você foi fazer no Nordeste? A gente deixou de fazer o papo das especial de domingo que eu tava no Nordeste.

Você lembra disso? Pois bem, eu fui a João Pessoa, Paraíba, conhecer o movimento Esgotei. Esse movimento não é uma ONG, não é uma associação, é um grupo de cidadãos e cidadãs voluntários que através de uma página no Instagram, que é o do movimento Esgotei, vai postando flagrantes do que não tá indo bem na cidade. São cidadãos ativos dizendo, olha o esgoto começou com extravazamento de esgoto nas praias belíssimas paradisíacas de João Pessoa. Depois eles começaram a mostrar esgoto em outras partes da cidade, inclusive esgoto que ia direto pro reservatório das maréis.

Eu fui lá que abastece pelo menos 30 bairros de João Pessoa e tinha esgoto indo para lá. E aí o esgotei começou a dizer: "Olha, olha, isso aqui tá acontecendo". E aí alguns setores da administração pública dizendo: "Quem garante que isso é esgoto? Isso aí inofensivo. Hoje o esgotei tem 15 professores, doutores, voluntários da Universidade Federal da Paraíba, de quatro departamentos diferentes, aliados de primeira hora, dois projetos de extensão mobilizando alunos que participam de atividades ligadas ao esgotei para fazer coleta, levar as amostras pro laboratório, fazer testagem com agentes e verificar.

É esgoto. É. Então, rio Jaguaribe, Rio do Cabelo, trechos da Praia, Cabo Branco, que a área nobre tem esgoto. Então, a gente mostrou no programa como esse movimento passou a ser um caroço na goela das autoridades e as autoridades tiveram que se mexer. E não porque elas quisessem fazer algo diferente.

Me permitam dizer. O Ministério Público, no meio do recesso, durante as férias de fim de ano, interrompeu as férias e exigiu a presença de representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa e da Cajepa, que é a Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba, para dizer: "Escuta, o esgotei tá falando isso daqui. Que que vocês estão fazendo, gente? É sensacional a força, a força que vem da cidadania ativa é o que a gente deseja pro Brasil. Por isso que a gente escolheu o movimento esgotei como primeiro programa da temporada.

Esse ano a gente quer mostrar muitos exemplos interessantes que vem de baixo para cima, que incomodam o adar de cima a partir da mobilização de baixo. E isso, do meu ponto de vista é um fenômeno. Eu não conheço outro movimento esgotei no Brasil. Não quero dar spoiler. Quem quiser assista amanhã, sábado, 9:30 da noite, na Globo News, o Cidades e Soluções, que esse ano tá completando duas décadas de existência, tendo este que vos fala como editor chefe, repórter e apresentador, sempre com trabalho valiosíssimo, sem o qual cidade não iria ao ar, dos nossos editores, produtores, cinegrafistas, operadores de áudio.

Então, o apoio logístico fundamental da TV Cabo Branco e João Pessoa, né? E os gloriosos voluntários do movimento esgotei que nos ciconearam. Agora vamos dizer uma coisa aqui. Eu fiquei também feliz porque é a cidade onde meu pai nasceu, paraibano, ele primeiro reitor da Universidade Federal da Paraíba. Quando eu fui na universidade, ouvi três professores do grupo de 15 que integram esgotei junto com vários outros profissionais liberais, enfim, que que tão junto.

Eu não falei para ninguém, eu falei: "Não, esse é assunto meu". Mas eu fiquei emocionado. Eu falei: "Cara, eu tô imaginando meu pai aqui a, olha, mais de 60 ou 70 anos atrás ou 80 anos atrás, porque a universidade antiga e o papai era jovem. Ele foi mais novo secretário estadual de educação da Paraíba no governo José Américo de Almeida. É, professor Durmval Trigueiro, tava lá.

E eu conheci a Paraíba com 11 anos. Tenho primos queridos por lá até hoje, tios, tias, primos de primeiro grau, prim. Passava férias nas praias maravilhosas. A Cristiane Souza tá dizendo: "Tá na hora do cidades ir pra TV aberta, não é, André? Não depende de mim.

Não depende de mim. Hei, não depende de mim. Ué! Então, eh, vamos em frente, Cidades e Soluções. Amanhã, sábado, 9:30 da noite, mostrando as belezas e as agruras da Paraíba.

E o movimento esgotei fazendo a diferença em favor da qualidade de vida dos paraibanos e dos seres vivos que vivem em Joessa. Tem macaquinho, tem pássaro, tem tartaruga marinha. Eles estão lá, eu esgotei dizendo: "Olha isso aqui, olha aquilo lá". Muito bem. Aí vocês vejam como é que as coisas se conectam.

Ontem eu sugeri que a pergunta fosse: você se considera um ser coletivo? Abrimos a página hoje do Minutos de Sabedoria, a mensagem 205, que fala: "Ajude a todos sem fazer exigências". E eu tô divulgando aqui o movimento esgotei através do programa de estreia da Globo News. Tá tudo junto e misturado. Atribui-se ao espírito Joana de Angeles pela psicografia de Divaldo Franco uma frase que eu não consegui confirmar que é dela.

Não me parece que seja. Se alguém provar que é, manda o a a confirmação. A frase é a seguinte, ela é dura. frase diz assim: "Quem não vive para servir, não serve para viver". Essa frase realmente não é muito cristã.

Se você parar para pensar, você tá descredenciando todo mundo que não acordou pro fato de que é importante servir ao próximo. Eu acho que não é uma frase muito cristã e não consegui confirmar a autenticidade dela, mas a gente tá aqui, penso eu, a gente deveria estar mais atento a necessidade de reconhecer que a gente não pode ser um parasita social. Eu me beneficio dos serviços prestados pela sociedade e eu não dou parte de mim, do meu tempo, da minha energia para algo que continua mal resolvido na sociedade. Percebe o que eu digo? Porque nenhum governo dá conta de tudo.

Ou porque não tem braço para dar conta de tudo, ou porque é incompetente, ou porque é corrupto. Nenhum governo, mesmo em países ricos, nenhum governo dá conta de tudo. Então, a sociedade, a sociedade evoluída, civilizada, esclarecida, obviamente se sente parte mais do que interessada. no processo e diz: "Aonde os governos falham, aonde ainda há problemas, leia-se, nós podemos fazer a diferença." Essa é uma visão que eu acho muito interessante. Você pode não concordar, mas eu entendo que é uma visão muito adequada da nossa função social.

Nós somos seres sociais. Nós, enquanto espécie somos seres Enquanto seres sociais, a gente só vai dar certo enquanto espécie quando houver essa rede de interesses comuns, articulada, ajeitada, fazendo as coisas acontecerem. É uma opinião. Então vamos ver aqui. Ariane fez a seleção das perguntas.

A Ariane nem soube que eu fui paraíba. Aliás, meus primos também não. Eu passei por lá para gravar o programa que vai ao ar amanhã falando: "Eu tô numa sin cuuca de bico porque eu tenho dois dias para fazer a gravação". e foi puxado. Eu embarquei num voo saindo do Galeão no Rio de Janeiro, sábado 11 da noite, cheguei lá 2: Blau da manhã no hotel, fui dormir 3:30, no outro dia às 8 da manhã a gente já tava picando a mula para as gravações o dia inteiro.

Não para nem para almoçar. O jantar é o almoço. Eu e meu parceiro Douglas Lima, repórter cinematográfico top, levou drone, tem imagens de drone excepcionais de João Pessoa e cuidando. Levou mais de uma câmera, luz, coisa. Então, tivemos o apoio logístico dos amigos da Paraíba, da TV Cabo Branco.

Então, eh, no dia seguinte mesma maratona, cara. Só acaba quando termina, como diz o ditado. E não dava para, oi, vamos, vamos se ver. Não dava, não dava. Espero que meus parentes entendam porque o Nordeste é tão acolhedor.

Nordeste não, assim, a gente falar Nordeste é pasteurizar uma região que tem tanta riqueza e cada estado do Nordeste tem a sua singularidade. É que nem falar de sudestino, quando você fala assim: "Esse pessoal, os sudestinos, mas cada estado do Sudeste também tem a sua singularidade." Então, Nordeste, eu sempre me policio para não colocar o Nordeste dentro de uma mesma gaveta, sabe? Mas eu devo dizer que os estados do Nordeste que eu conheço são hiper superhospitaleiros. Você vai lá. Ah, eu tô indo aí pra gente tomar um café.

Não tem café, tem uma mesa. Tapioca, queijo de coalho. Ih, bolo de milho. Uh, vai embora, vai [risadas] embora. Ai, meu Deus do céu, é uma delícia.

Quanta recordação boa a comilança. O Nordeste engorda, cara. E é quase uma heresia dizer isso, porque já foi, não é mais uma região aonde não o litoral, mas o interior padece muitos sofrimentos, né? A desigualdade é brutal no Brasil como um todo e no Nordeste e na região norte em particular. Mas eu preciso dizer, essa hospitalidade genuína se revela também me caça sucaça.

Uma vez eu fui de férias pro Nordeste, paraa Paraíba. O parentes meus, olha que situação, disponibilizaram o próprio quarto. O casal falou: "Você vai dormir aqui". Eu falei: "Que isso?" Só deixa eu dormir no quarto de hoy. Tá ótimo.

Não, já tomamos a decisão. Você vai dormir aqui na nossa cama. É, eu tô falando do que é hospitalidade com H maiúsculo. É uma coisa impressionante. É uma coisa impressionante.

Muito bonito. Espero que não se perca esse sentimento. A pergunta foi: você se considera um ser coletivo? Eu não sei o que vocês entenderam da pergunta e obviamente cada um é livre para entender do jeito que quiser. As respostas, as perguntas selecionadas.

Rafinha Teixeiraro, o que é ser um ser coletivo no quesito animais? Gregório é uma condição possível. Boiei. Não sei quem é Gregório. Desculpa a minha ignorância.

Não sei. Se alguém souber, me avisa aí. Eu vou dizer o que é um ser coletivo aqui dentro da minha perspectiva, sem querer engessar o debate. Cada um tem a sua interpretação. Ser coletivo é um ser que não é individualista, egoísta, tá prestando atenção no que ocorre na sua comunidade, procura ser voluntário em alguma causa, dedica parte do seu tempo a algo que não lhe ofere lucro, reconhecimento, fama.

Ele não tá fazendo isso por dinheiro ou prestígio. Ele tá fazendo isso porque entende ser o certo. Ser coletivo, um ser coletivo é um ser preocupado com todos. Eu não tô preocupado só comigo se não tiver bom para todo mundo. Não tá bom para ninguém.

Então, o ser coletivo é um ser que confronta o próprio egoísmo e se lança na direção de um projeto que gere frutos paraa coletividade. Paraa coletividade é a minha visão do que seja um ser coletivo. é uma pessoa que se doa para a sua comunidade no tempo que ela pode dispensar isso com a energia que ela consagra isso. A gente não mede ser coletivo pelo número de horas, pelo volume de atendimentos, não é a tua forma de se doar para o coletivo. Cláudia Barros 0302.

André, ser um ser coletivo significa ser capaz de se importar com a dor do outro. Sem dúvida alguma, sim. E se importar com a dor do outro tem nome, é compaixão. É você se colocar no lugar do outro. Eu não consigo imaginar um ser coletivo que não tenha compaixão.

Recoutinho_line, André, existe alguém que não seja formado pelas experiências e ideias dos outros? Porque somos seres sociais, nós somos forjados. A nossa personalidade é forjada a partir da retroalimentação, das influências de pais ou responsáveis, quem está mais próximo com a gente na idade infantil de 0 a 7 anos, nós somos esponjas ambulantes e vamos aprendendo o que há de bom e o que há de ruim a partir dos exemplos bons e ruins à nossa volta. Então, sim, eh, você vai aprender a ser benevolente ou egoísta, você vai aprender a ser uma pessoa amorosa ou rancorosa, você vai aprender a não ter preconceito racial ou ser racista, porque isso se aprende a partir dessa influência alheia. Agora, a partir de um determinado momento da sua vida, isso agora diz respeito à minha corrente de fé.

Faço esse parêntese. Você não precisa acreditar. Nós espíritas somos reencarnacionistas. Sem dúvida alguma. Eh, Emil Dheimin, um dos pais da sociologia, que diz que nós somos produto do meio, nós somos uma resultado da influência que recebemos de fora, mas nós espíritas entendemos que, não obstante a influência do meio seja muito determinante da nossa personalidade, valores e princípios, nós trazemos de vidas passadas uma identidade espiritual.

Em cada existência temos uma personalidade, mas a identidade persiste, prossegue. É a matriz espiritual e ela traz a sua singularidade. Então, não obstante as influências alheias, nós temos a nossa visão, o nosso jeito de ser. Eu vou dar um exemplo bem bem claro aqui. Você pode nascer numa família que segue uma determinada religião e desde cedo pais fazem aquela influência.

o garoto ou a menina é matriculado numa escola religiosa daquela linha e você a vida inteira tá recebendo aquela carga de informações e você se considera uma pessoa ligada àquela tradição. Mas pode acontecer que num determinado momento da vida você descobre que aquilo não traz todas as respostas que você deseja do ponto de vista transcendental, religioso, metafísico, místico. E você vai buscar em outras fontes informação. E você pode se identificar com algo que durante toda a sua vida, a partir da sua família, dos seus pais, da escola que você fez, dos amigos que você fez na escola, etc., iam numa determinada direção e agora vão em outra. Isso é você.

Tá bom, pessoal. Tava aqui a Emila Matos. Você já falou do Óscar? Não, não falei do Óscar ainda, mas eu vou falar. Eu e não é de agora no passado em relação ao ainda estou aqui.

Vale agora pro agente secreto. O que é para mim o Oscar? OK, vai dar prestígio, vai dar dinheiro. É bom pro mercado do cinema. um filme brasileiro dizendo indicado para o Oscar ou vencedor do Oscar Nor naquela categoria.

É bom, não é ruim, não, é ótimo. Mas eu não meço o talento, o brilho do cinema brasileiro pelo Oscar. Eu não meço a riqueza do cinema brasileiro pelo Óscar, pelos eleitores do Oscar. Simples assim. É minha opinião.

O pagador de promessas lá de 1962, Leonardo Vilar fazendo pagador de promessas, filme em preto e branco. A gente ganhou can. Foi ótimo pro cinema brasileiro ter ganhado o festival de can com o pagador de promessas. Mas se não ganhasse can não seria um filme excepcional, maravilhoso, espetacular. seria.

Então, me permitam dizer, eu não meço pelo Oscar. A, eu, eu enquanto brasileiro que gosta de cinema, não coloco um filme para cima ou para baixo a partir do reconhecimento dos eleitores do Óscar. Desculpa, André. Então você não vai vibrar se ganhar? Vou vibrar.

Mas Wagner Moura já é um ator excepcional, com ou sem Oscar? Ora, esse é o ponto. Ah, mas o Oscar não é bom. Já disse, é bom. Mas sem estatueta ou com estatueta, o cinema brasileiro já tem as suas credenciais.

Nós já somos capazes, penso eu, de reconhecer que não é de hoje. Produzimos cinema no nível top. OK. Renata Évora pergunta: "Como conviver em uma sociedade de individualistas?" Ora, numa sociedade de individualistas é onde mais se espera que existam seres coletivos, voluntários, altruistas. É exatamente numa sociedade de individualistas que se faz necessário o testemunho de voluntários, seres coletivos, pessoas que, pelo exemplo arrebatador se dedicam voluntariamente a uma causa nobre porque de interesse comum.

Simples assim. Rose Martins Castro, o que fazer com pessoas que gostam de se isolar? Eu diria que é direito delas. Você vai dar um toque, você vai convidar para fazer outra coisa. Se for menor de idade, se for criança, tá sob sua tutela, sua responsabilidade legal.

Você pode usar a autoridade paterna ou materna ou a autoridade perante aquele menino ou menina para dizer: "Tá muito tempo aí, vamos sair." Ah, não quero. Vai sair sim, [risadas] vai sair sim. Eh, você vai negociar, vai dizer: "Não dá para ficar o dia inteiro no quarto trancado aí, coisa e tal". OK. Eh, mas ser adulto fica difícil.

eh esse tipo de negociação mais assertiva. Então, cada um tem um jeito de ser. Você não vai dizer que uma pessoa, como você disse, que gosta de se isolar, né? Ela tá no direito dela. Eu vou fazer o quê?

A pessoa gosta de ficar lá enfurnada, quietinha, pouca interação social. E aí? E aí, o que que qual é a saída? Você vai fazer a tua parte como amigo, como parente, dizer: "Olha, eu tirei o dia para sair com você. Você não vai me dizer não.

Eu sei o prato que você mais gosta. Já sei o restaurante que a gente vai comer." Seja uma pessoa sedutora para sugerir algo que valha mais a pena do que a reclusão dessa pessoa. É o que eu tenho para dizer. Ana Cristina Toledo Queiroz. Como ser coletivo sem esperar reciprocidade?

Bom, mensagem 205 do minuto de sabedoria é a resposta. Ajude a todos sem fazer exigências. Quem estabelece condições para ajudar, escreveu Marquês de Maricá, está reclamando pagamento antes mesmo de emprestar dinheiro. Não exija condições. Ajude sempre com desprendimento e não exija agradecimento nem gratidão.

Não se esqueça de que quem ajuda ao próximo está na realidade ajudando a si mesmo. #pronto ele falou e eu repeti. Rafael Detitti. A coletividade está em ajudar o próximo. Ele é de Santa Vitória, Minas Gerais.

O ser coletivo, a ideia do ser coletivo se resume, como disse, a disponibilidade sua de pensar não apenas no próprio umbigo, mas no bem-estar da sua coletividade. Sim, coletividade explica o sentido desse termo. Sônia Fajardo Reis. André, a pessoa egoísta pode mudar com esforço consciente e se tornar um ser coletivo? Ué, em uma existência apenas, talvez não, porque a vida passa rápido.

Essa é uma das teses que eu acho mais convincentes para mim da reencarnação. Uma vida passa rápido demais pra gente aprender o que a gente precisa aprender. Então, as vidas sucessivas elevam experiência, quilometragem, rodagem. A gente vai aprendendo a partir das escolhas soberanas que através do livre arbítrio a gente faz. Deus queira que a gente tenha sempre o cuidado.

Vigiai e orai para realizar as escolhas condizentes com a natureza, com o software inteligente do universo, né? Porque quando você segue o fluxo da natureza, você vai bem. Quando a gente afronta o que não pertence ou não deveria pertencer à natureza. E a natureza é solidária. Se você prestar atenção, o estudo da ecologia das ciências ecológicas mostra como o universo é um conjunto de fenômenos interligados, interdependentes, que interagem o tempo todo.

Então, o universo nos ensina a ser amorosos e solidários. Tudo conspira em favor de um trabalho, entre aspas, de um serviço, do emprego de uma força que ajuda essa imensa e sofisticada engrenagem universal a funcionar. A funcionar, penso eu. É por aí. A, o Nélio Júnior um tá perguntando: "E a política como fica nesse contexto?" Eu vou pegar a carona na pergunta dele aqui e vou lembrar que hoje a segunda turma do Supremo Tribunal Federal seriam cinco juízes.

Tofol pediu para não votar porque se sente constrangido moralmente a participar da votação, que vai analisar o o a decisão do André Mendonça, que é o juiz do Supremo, pela prisão de Daniel Vorcário e outras três pessoas. prisão preventiva a partir das investigações da Polícia Federal. Teremos hoje quatro juízes do Supremo decidindo se a prisão de Daniel Vorcaro deverá ser revogada ou não. Eu particularmente consideraria um escândalo a revogação da prisão temporária preventiva, né? preventivo.

Preventivo deste senhor, ele não pode ser solto. São muitas as evidências de que ele solto. Ele já tentou fugir do Brasil, ele já ameaçou quebrar os dentes de um jornalista. Ele tinha um sicário, leia-se, o matador de aluguel que, preso, lamentavelmente tirou a própria vida na prisão. E a responsabilidade é dos policiais que deveriam cuidar dele enquanto estava detido na cela.

Obviamente isso aí não sou eu quem diz, é a lei. O cara está sob a tutela do estado na condição de detento, de preso. A cela tinha câmera, ele usou a própria camisa para asfixiar. asfixiar-se e morrer. Como assim?

Bom, e os políticos nessa história, eles estão tendo a chance de fazer diferente. Não honrar o compromisso de enquanto político, ser um ser coletivo significa, do ponto de vista espiritual, dentro da ótica espírita, uma péssima escolha. Lembre-se de Chico Xavier quando disse: "Orem pelos maus políticos, porque o destino deles é extremamente doloroso". Dor. Dor moral dói mais do que dor física.

É o que dizem os espíritas. E há um lugar nobral reservado aos maus políticos. Vamos em frente. Carla Soro. Numa sociedade tão individualista.

Como desenvolver uma consciência de que somos seres coletivos? Carla, a gente desenvolve consciência fazendo. O poeta, salvo engano, Carlos Drumon de Andrade, dizia: "Amar se aprende amando, não é desenvolvendo uma consciência, é praticando." Você aprende um instrumento musical praticando. Claro, vai ter aula teórica lá, dó, ré, mi, fa, sol, la, si, OK? Mas você vai, eu quando aprendi bateria, contar uma historinha para vocês, eu achava que era sentar na bateria e aprender rápido.

Não, me deram uma borrachinha e duas baquetas para eu ficar fazendo a dinâmica de direita, esquerda, direita, esquerda, depois direita, direita, esquerda, direita, direita, esquerda, direita, esquerda, esquerda. T. Solta a mheca, solta a mão na borrachinha. Eu fiquei um tempão para prender bateria soltando a mão. Depois na bateria a gente começa mão direita, que eu só destro no prato de condução ou no prato de ataque, no contratempo, mão esquerda na caixa e nos tambores também, pé direito no bumbo, pé esquerdo no contratempo.

Você começar a se soltar fazendo, praticando. Ser um ser coletivo se aprende fazendo. Não é tomar consciência, fazer. Experimenta, faça. Veja como você se sente se doando pra comunidade a qual você tá inserida.

Experimenta isso. Reserva 15 minutos por semana para fazer uma atividade voluntária de qualquer natureza. Promover coleta seletiva, ajudar a coletar o lixo no lugar errado, cuidar de animal abandonado, cuidar de pessoas em situação de rua, ajudar a escolinha, o posto de saúde, o asilo, o orfanato, a instituição religiosa, eventualmente a qual você esteja vinculada, experimenta 15 minutos por semana. 15. O dia tem 24 horas, hein?

O dia tem 24 horas. Eu tô falando de 1 qu4to de hora, uma hora. Veja como você se sente. É assim que você aprende a ser ser coletivo. Se foi bom, você vai querer repet.

Se foi bom, você vai alargar de 15 para meia hora ou 15 para 1 hora. Agora, eu tenho a graça de conhecer pessoas que se dedicam e se dedicam porque querem se dedicar. Não é uma obrigação. Elas fazem isso porque elas percebem o benefício para elas todo dia. Você pode fazer uma benemerência formal, data e hora marcada, já sei o que eu vou fazer.

ou estar no estado de vigília, na rua, uma pessoa que caiu no chão, alguém que foi assaltado e tá transtornado, alguém que foi eh atropelado, uma criança que se perdeu dos pais. Opa, hora de ser coletivo. Vou fazer alguma ação que não diz respeito ao interesse pessoal, mas eu vou fazer algo que vai resultar em algum benefício para uma ou mais pessoas. É isso também da Carla vem a pergunta. Guerras provocadas por líderes políticos mostram que ainda não somos um coletivo.

Não. Guerras provocadas por um político mostram que ele ou eles não são seres coletivos. Muitos eleitores do atual mandatário dos Estados Unidos estão extremamente incomodados com essa guerra, entre outras razões, porque Trump prometeu na eleição, prometeu em campanha não envolver os Estados Unidos em guerras com outros países. Ele não esperava encontrar no Irã a resistência que os iranianos que se preparam para essa guerra há muito tempo, porque Israel tá ali colado, eles têm suas diferenças com Israel e os Estados Unidos já atacaram o Iraque e o Irã era bola da vez. Há décadas eles estavam preparados.

E Trump se revelou um péssimo comandante em chefe porque expôs suas forças militares ao risco. Os iranianos conceberam a seguinte estratégia. Eu não vou bater de frente com Estados Unidos e com Israel, que eu não tenho força militar para isso, mas eu vou atacar os aliados do Golfo Pérsico. Tá atacando Oman, tá atacando Dubai, tá atacando os países ali aonde há bases americanas. E essas bases americanas foram abandonadas pelo comandante em chefe.

Os americanos que residem nesses países foram abandonados pelo comandante em chefe. A gasolina nos Estados Unidos já tá muito mais cara, porque ao contrário de países como o Brasil, a Petrobras, por exemplo, administra os preços e vai vendo o momento certo para não ficar aumentando e diminuindo a cada sobressalto dessa commodity no mercado internacional. De tempos em tempos a Petrobras faz algum ajuste de preço. Nos Estados Unidos não. O barril de petróleo já passou de $ por lá o preço já tá batendo no bolso dos eleitores de Trump.

Então ele se meteu numa enrascada. Ele achava que o Irã seria uma nova Venezuela. Não é ignorância, porque ignorante todos somos. É estupidez. Estupidez é ignorância recalcada.

As Forças Armadas dos Estados Unidos conhecem a capacidade da defesa de cada país do mundo. Trump atropelou o conhecimento militar dos Estados Unidos. Atropelou e se deu muito mal. Esse ano tem eleição pro Congresso. Se as eleições fossem hoje, ele perderia fácil a maioria nas duas casas.

E eu diria, dependendo do rumo dos acontecimentos, porque a pior coisa para um presidente dos Estados Unidos ligado a qualquer corrente partidária, é receber no seu país caixões de soldados americanos cobertos com a bandeira dos Estados Unidos para fazer a reverência protocolar, porque aquela morte tá na conta do mandatário. Quem matou aqueles soldados foi quem mandou paraa guerra. Isso é a cultura dos Estados Unidos. Eh, quando você vai ver por que que a guerra do Vietnã chegou ao fim, porque não dava mais para propaganda americana contar outra história, tinha jornalista lá. Os Estados Unidos levaram um nó tático dos Vet Kongs e saíram corridos daquele país e foram milhares de mortos por uma guerra que não fazia sentido.

Esse questionamento da guerra durou vários anos. John Lennon questionou a guerra. Ele é, eu tô citando um dos John Lennon inglês, né? mas morava em Nova York. Incomodou para burro establishment militar ligado à Casa Branca naquela época.

Por que que os Estados Unidos declararam guerra ao Irã se eles já tinham, segundo os próprios estadunidenses e o próprio Trump? Obliteramos a produção de bomba nuclear do Irã. Eles já tinham feito isso num outro ataque. Essa ação militar coincide com a impopularidade crescente de Trump por conta dos arquivos do Senr. Epstein.

E isso sangra Trump de uma forma avaçaladora. Ele achava que a guerra ia ser uma cortina de fumaça. A emenda saiu pior que o soniro. É muito, muito constrangedor em pleno século XX termos pessoas do nível desse senhor à frente de países tão importantes em vários aspectos como os Estados Unidos. O Irã já não vai participar da Copa do Mundo.

Se você perguntar minha opinião, não deveria ter Copa do Mundo nos Estados Unidos. A Rússia não participa de Olimpíada, a Rússia não participa de Copa do Mundo por muito menos. A mesma régua que mede os russos deveria medir os Estados Unidos de Trump. Trump não tem moral para sediar uma Copa do Mundo enquanto mandatário. Um país que persegue igrante, que promove guerras sangrentas sem uma causa claramente definida.

algo novo que justifique a intervenção militar. Me alonguei, né, falando disso. Desculpa, meus amigos. Ah, nem Ariane sabe disso, viu Ariane? Vou deixar gravado no YouTube a minha intenção.

O Papo das 9 especial de domingo ficará no YouTube às 9 da manhã, porque domingo estarei em Campo Grande celebrando o aniversário de uma casa espírita. Fui convidado há muito tempo atrás, achei espaço na agenda e estarei por lá. 8:30 da manhã em Campo Grande, eu vou acordar cedo. Valeu, André Luiz, meu anfitrião, né? E a renda do café da manhã, dos livros, de tudo que vai ter por lá, vai pra instituição Vicente Morete de Bangu, que acolhe pessoas com paralisia cerebral ou qualquer sequela.

de ordem motora ou mental, precisam muito de ajuda. A instituição Vicente Morete, estaremos lá com esse propósito. Fiquem com Deus, tudo de bom. Ótimo fim de semana, domingo, Papo das 9 gravado YouTube #prontofalei foi. E amanhã, sábado, ao vivaço na Globo.

Ao vivaço não, amanhã 9:30 da noite na Globo News. Programa de estreia, Cidades e Soluções na nova temporada. Imperdível, imperdível. Imperdível. Movimento esgotei brilhando nas telas Globo News.

Tudo de bom. Á.

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