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Opa, olha aí o povo chegando, povo chegando. Sejam todos muito bem-vindos em mais uma edição ao vivaço do papo das direto do meu cafofes em Laranjeiras. Sim, eu estou com a voz fanha, com o nariz meio entupido, com a expressão meio abatida, porque eu Sim. Estou, ao que parece gripado, mas tá tudo bem. Estou operacional.
Se eu por alguma razão me senti meio desconfortável de tocar uma hora ao vivo do papo das 9, fiquem tranquilos, eu serei o primeiro aqui a baixar a guarda. saúde em primeiro lugar, mas a gente tá vivendo um momento tão especial no bom e no mau sentido que eu não podia deixar de ocupar o espaço que há 6 anos estamos marcando presença no papo das num mundo perplexo diante da roleta russa do presidente americano, envolvendo milhões de pessoas. Essa descrição de que o presidente dos Estados Unidos brinca de roleta russa com milhões de pessoas foi feita pelo primeiro ministro da Espanha, Pedro Sanchez, que talvez seja o mais jovem do bloco europeu, mas um vou chamá-lo de rapaz, ele tão sensato, ele foi o único dirigente europeu a dizer não para Trump em relação ao uso das bases militares espanholas da ofensiva militar contra o Irã. Ele falou: "Não, não ficou claro para nós o planejamento dessa ofensiva, o que exatamente se quer com isso?" Vocês se lembram, Trump no primeiro momento queria desarticular o arsenal nuclear do Irã, mas isso já tinha acontecido no ataque anterior. Ele se contradiz.
Aí depois vem o o o militar de alta patente do governo de Israel junto com os Estados Unidos promovendo essa ofensiva, dizendo que o problema não são as ogivas nucleares, são os mísseis balísticos capazes de transportar ogivas nucleares e que fariam de um alvo impotencial. Mas isso já vem de tanto tempo, porque agora desse jeito e a precisão cirúrgica falhou feio logo no primeiro movimento da ofensiva, com quase 200 crianças mortas num educandário em Teerã. Uma escola para meninas, né? É uma coisa assim, a guerra, gente, a guerra é abominável sobre qualquer aspecto e ela se torna ainda mais repulsiva quando não estão claros os objetivos. O premier Pedro Sanchez, espanhol, foi o único do Bloco Europeu a levantar a voz, dizendo: "Não emprestaremos as nossas bases militares para os Estados Unidos, porque não entendemos exatamente qual é o plano, porque essa ofensiva está acontecendo desse jeito agora." E realmente não ficou claro nem pros americanos estadunidenses que apoiam o Trump.
Pesquisem, vejam o rebuliço. Eh, bom, muitas questões aí que eu não vou me antecipar, mas o tema de hoje do papo das 9, vou dar um spoiler, quando a gente postou no stories ontem. Em tempos de guerra, o que nos cabe fazer? Qual a nossa parte? Foi a reflexão proposta.
A gente vai chegar já lá, tá bom? Antes disso, vamos lá. Vamos buscar aqui. Sempre bom, né? buscar uma conexão, uma conexão, fazer aquele breve recesso diante das múltiplas demandas do dia a dia, das questões desse plano.
Aí você fecha para balanço um minutinho para fazer uma reflexão que sirva de nutriente espiritual, ajudando a gente a alinhar pensamentos e sentimentos e ter a clareza do movimento que a gente faz na vida. Isso não é pouca coisa, isso não tem preço. Isso não se compra em farmácia, isso não tá vendo em site ou aplicativo de venda, isso não é produto, isso é conquista de cada um. Então vamos lá. Peço aqui a gentileza do apoio, da inspiração, da assistência dos amigos invisíveis, que eu possa aqui ser amparado na abertura de uma página e na reflexão que possa ser feita dela, que eu seja um meio adequado, uma ferramenta útil, um instrumento fiel e maleável nesse propósito.
Então, vamos aonde? Vamos aonde? Opa, 53. Tenha equilíbrio e alegria. Saiba ser reconhecido.
Não lance pedras a quem o beneficiou. Não se julgue diminuído quando o ajudarem. Saiba agradecer. Quebre seu orgulho e receba com gratidão o auxílio que lhe derem. E jamais esqueço o benefício, nem o benfeitor.
O pior dos defeitos é a ingratidão que despreza e apedreja hoje quem nos beneficiou ontem. Olha que profundo. É muito triste, né, os casos assim, principalmente de filhos ingratos com os pais. profissionais de qualquer área, quando são reconhecidos, quando recebem prêmios, que não lembram de agradecer publicamente, que só chegaram a essa condição de maior visibilidade e reconhecimento, graças à colaboração fundamental de muitos. Quando a gente manifesta preconceito, quando ignoramos, já falei muito disso aqui, o valor do trabalho daqueles normalmente funcionários de empresas terceirizadas que limpam sanitários, limpam banheiros, tem gente que nem cumprimenta, não dá bom dia, boa tarde, boa noite, também não faz isso com os porteiros, com os lixeiros ou garis não olha nos olhos da caixa do supermercado.
Olá, como vai? Bom dia. Assim, nós somos seres interdependentes. Dependemos uns dos outros o tempo todo, né? Ontem, por exemplo, eu comecei o papo das dizendo que eu tô meio gripado.
Ontem à noite com dificuldade para respirar. recebida da doutora Larissa, médica, minha filha, [risadas] a indicação precisa, certeira de fazer uso de uma certa, um certo remédio, que eu não sou de tomar remédio sem necessidade. Até ontem eu tava invicto, sem tomar nada. Gripe é gripe, cara. Tem uma hora que você só vai tomar se tiver febre, se tiver algum problema mais sério.
Tem que deixar se hidratar, descansar e deixar a vida, né, a natureza tomar conta. Mas eu ontem tava meio brabo à noite, Aí eu pedi numa farmácia já à noite a entrega, né? Dá para vocês entregam? Entrega. Pô, quando veio o rapaz, eu faço isso com todos os entregadores, eu aprendi é a gratidão, o que seria de nós sem eles.
Muito obrigado, meu irmão. Bom trabalho. Isso em qualquer circunstância de entrega são outros profissionais que não recebem de nós a devida gratidão e reconhecimento. A Maria Lúcia Moura tá tirando onda comigo. Ela tem razão.
Homens com gripe é coisa grave. K k k. [risadas] Homem é frouxo. Isso que você quis dizer, né? [risadas] É, homem se tivesse que engravidar e parir seria um assim um uma coisa complicadíssima, né?
Complicadíssima. Mas vamos lá. Então, estamos falando aqui de gratidão. Então, embora não seja flamenguista, um dos temas no mundo do futebol mais, eu diria, polêmicos desde ontem, com muita reverberação, foi a demissão do técnico Felipe Luiz, que no intervalo de tempo muito curto conquistou cinco títulos muito importantes, mas teve início de temporada desastroso pro Flamengo. E ele foi demitido de uma forma que horrorizou os próprios, muitos, não todos aí, mas muito flamenguista, muitos flamenguistas ficaram horrorizados com a forma como a direção do clube dispensou os trabalhos e os serviços de Felipe Luiz.
Eu vi no Sportv ontem uma estatística mostrando que a Leila, que é presidente do Palmeiras, salvo engano, mantém o técnico Abel há 6 anos no Palmeiras. E nesses 6 anos passaram pelo Flamengo oito técnicos diferentes. O que sugere o quê? É uma possível leitura que a presidente do Palmeiras tem eh a iniciativa de blindar o técnico nos momentos ruins, na expectativa de que os momentos ruins fazem parte. então veja, o atual presidente do Flamengo vem do mercado financeiro, o anterior também.
Isso pode ser vantajoso em vários aspectos, no na gestão do clube, na administração. Por outro lado, também pode haver o risco de você fazer como se faz no mercado financeiro, né? As ações estão em baixa, vende, vende, descarta. Aliás, tem um áudio do presidente do Flamengo atual dizendo isso numa rede social, no WhatsApp, para alguns diretores do clube, ao que parece, falando, eh, quando a gente pega um trem errado, a gente tem que parar na primeira estação e voltar. Mas o cara acabou de renovar o contrato com o Felipe Luiz.
Esquisito, né? Mas enfim, eu não tô aqui para falar do Flamengo, que eu sou Fluminense. Domingo tem flaflu, se eu tiver melhor, vou no Maraca. Nem sei, mas eu estamos falando aqui de gratidão e de cuidado de não menusprezar, não ignorar o valor que as pessoas têm na vida da gente. No caso do Felipe Luiz, para botar um ponto final nessa história, o cara ganhou cinco títulos, cara, dos mais importantes.
Acabou de renovar contrato. Aí tem um início de temporada ruim. depois de uma goleada de 8 a 0 que carimbou o passaporte do Flamengo para a final contra o meu Fluminense. OK, vida que segue. Vamos que vamos.
Então, tem equilíbrio, alegria. Fala muito do orgulho essa mensagem 53. Não se eh não se julgue diminuído quando ajudarem. Tem gente que não aceita ajuda. Você já se deparou com pessoas assim?
Preciso de ajuda. Não pode deixar que eu dou conta. pode deixar que eu faço. E isso às vezes pode ter um orgulho embutido. Aí deixa eu mostrar para você que eu sei fazer isso sozinho, sem ajuda.
Cara, todo mundo precisa de ajuda. Todo mundo tem alguma ou muitas questões, várias, na verdade, que a gente não poderia tocar sozinho. A gente precisa de ajuda, ajuda, ajuda. Bom, tá aqui a mensagem 53 pra gente refletir. O pior dos defeitos éem gratidão.
Que despreze pedreja hoje quem nos beneficiou ontem, Não é isso? Vamos pro livrinho que eu vou recomendar hoje. Olha só. Vocês viram semana passada a gente postou alguns filminhos, eu vou continuar fazendo isso, denunciando os maus tratos terríveis cometidos na indústria da proteína animal no Brasil. Vale pro mundo.
84 milhões de pintinhos machos sacrificados da forma mais horrorosa nas granjas que produzem ovos. Nasce o pintinho. É fêmea, fica, é macho, morre. E a fabricação do patê de foagrá, que é o fígado gordo, foagrá, pelo método de intubar alimento no pato, né? O pato abre o bico, sem fia uma cânula e despeja alimento direto no aparelho digestivo.
Cara, assim, é uma brutalidade monumental. Então, hoje, animais belos e famintos, um convite alegre, inspirador ao veganismo. Eu não sou vegano, mas eu entendo o veganismo, bem como o vegetarianismo, que são distintos, como uma manifestação muito bonita, ética, de praticar no dia a dia aquilo que você entende ser o certo no que diz respeito aos aos animais. Então, pegando aqui, antes de falar desse livro, o que significa veganismo? Filosofia, estilo de vida, que busca excluir tanto quanto possível e praticável todas as formas de exploração e crueldade contra os animais.
De que maneira? Então o vegano costuma na alimentação abidicar carnes, laticínios, ovos, mel, tudo que envolva animais. Vestuário, abdicar do couro, abdicar da lã. Não, não quero. E produtos testados ou derivados de animais.
É uma escolha ética, ambiental e de saúde. Repito, eu não sou vegano, mas eu acho muito inspirador, muito encorajador. Você pode não ser vegano, mas você pode reduzir drasticamente o consumo de proteína animal, ser cuidadoso como consumidor, não levando para casa aquilo que você rastreando e se informando percebe que para aquele produto existir na indústria do cosmético, vestuário, até na alimentação, zero cuidado com os animais, zero nenhum protocolo de redução de dor, crueldade. sofrimento. Então, na quarta capa do livro do senhor Matthew Haltman, esqueci de falar o nome do autor da editora Vestígio.
E se virar vegano não fosse uma renúncia, mas um desdobramento natural daquilo em que você já acredita e do que deseja para si e para o mundo? Em animais belos e famintos, o filósofo Matthew Haltman desmonta a ideia de que o veganismo é sinônimo de sacrifício e revela uma jornada de abundância, leveza e coerência com humor, histórias pessoais e filosofia prática, ele mostra como pequenas escolhas podem alinhar nossas emoções, valores e ações sem culpa, sem perfeição, sem rótulos. Mais do que um convite a ser vegano, Haltman propõe aprender a ir se tornando vegano no próprio ritmo, de modo gentil, possível e profundamente humano. Um livro luminoso sobre mudança, cuidado e a alegria que nasce quando começamos a viver de acordo com quem sempre imaginamos ser. Animais belos e famintos.
Um convite alegre e inspirador ao veganismo do Sr. Matthew Haltman, editora Vestígio. Sugestão de ajuda ou doação para hoje. Eh, deixa eu pegar a cola. Trouxe a minha colinha, gente.
Cadê minha colinha? Pera aí. É, eu trouxe a colinha e não tô achando. Não tem problema. Vou fazer a pesquisa de novo aqui.
Enquanto eu procuro, eu vou dizer para vocês. a prefeitura de Juiz de Fora que registrou dias atrás o maior dilúvio da sua história com muitas perdas de vidas. de infraestrutura, de patrimônio, denunciou campanhas fraudulentas de ajuda a quem esteja em situação difícil em Juiz de Fora. Então, tem gente dando Pix por aí, dizendo: "Ajude J de Fora, ajude Ju de Fora". E a prefeitura disse: "Cuidado, tem gente, isso aconteceu no Rio Grande do Sul.
do anos atrás, gente que aplica golpe em situação de tragédia. Eu não tenho palavra para definir essa escrescência. Então, anotem tempo e placar no Maraca. Jorge Curi, grande locutor esportivo. Anotem o Pix, oficial de ajuda da prefeitura de Se liga na missão.
Quem quiser ajudar, meu dever aqui absolutamente solidário e endereçando as melhores vibrações para Juiz de Fora, Ubá e todas as cidades atingidas da zona da Mata Mineira e outras no Brasil aqui mesmo do estado do Rio de Janeiro. Nova Iguaçu também passou aperto, Caxias, né? Vamos lá. Quem quiser ajudar, Juiz de Fora através de um Pix, que é o Pix oficial de ajuda da prefeitura, eu vou dar aqui contribua @ PJF, Prefeitura de Juiz de Fora. PJF.Mg.gov.br é mole.
Contribua @pjf.mgdeminaserais.gov.br. Beleza, gente? Mais uma vez, OK? Última citação, depois vai ficar no stories ou no expediente do papo das 9 de hoje, tudo do Pix. [email protected].
br. Beleza, vamos nessa. Vamos nessa. eu queria falar de uma escrescência que aconteceu ontem, mas escrescência com e maiúsculo. Hoje o Daniel Vorcaro foi preso porque a degravação e a quebra do sigilo das mensagens do celular dele, vários celulares dele e de outras pessoas, revelou diferentes crimes, entre os quais ele ordenando que um determinado jornalista fosse, tivesse todos os dentes quebrados.
que se simulasse um assalto, que ele fosse espancado e tivesse todos os dentes quebrados, porque estava dando notícias consideradas hostiis ao banco master e a ele. Quer dizer, não apenas este senhor está envolvido com uma aquela que é considerada ou aquele que é considerado maior escândalo de corrupção, falcatrua, desvio de dinheiro, roubalheira. da história da República, como ele também é um covarde que, ao que parece as investigações apontam nessa direção. A justiça acolheu o pedido de prisão desse cara que já tava com tornozeleira eletrônica, ele comanda uma milícia, né? Uma milícia.
Sabe aquela história de você ter jagunço, né? Jagunço. Então se liga na missão. Eh, eu tô falando de Banco Master. Agora você vai entender o que que houve ontem em Brasília.
Postei na minha página no Instagram horrorizado, fiz a checagem dessas informações, porque jornalismo profissional é isso. Olha que loucura. Quem que foi votado ontem na Câmara dos Deputados de Brasília, que é a Câmara Distrital, porque Brasília é Distrito Federal, então não é Assembleia Legislativa, é Câmara Distrital, blá blá blá. Tem os deputados lá, eles votaram a pedido do governador Ibanês Rocha, que está completamente enrolado com a história do Banco Master, porque o BRB de Brasília e o Banco Master, ó, um projeto de Ibanês foi aprovado ontem à noite em dois turnos, 14 votos a 10. transferindo bens de Brasília, imóveis, glebas de terra da Terra CAP, pro BRB.
Pro BRB. O que que o BRB vai fazer com isso? Vai vender tudo isso para fazer dinheiro, para evitar a liquidação, porque o BRB ficou mal das pernas com a quebradeira do má. tamanho vínculo entre os bancos. Sabe o que que é esse projeto aprovado pelo pela Câmara Distrital por 14 votos a 10?
Entre os bens de Brasília foram repassados ao repassado ao BRB a joia da coroa da biodiversidade ainda protegida no Distrito Federal que é a Serrinha do Paranoá. 716 haares, cara. 716 campos de futebol com 106 nascentes de água e nove córregos. Então ali tem um bioma que é o mais destruído do Brasil, que é o serrado, ainda preservado, 106 nascentes de água, nove córregos. Eu lembro que na crise hídrica de Brasília, lá pelos ídos de 2017, quem é de Brasília me corrija, resolveram pegar água lá para não faltar o essencial que é água na capital federal e hoje já há captação de água lá para abastecer parte de Sobradinho.
Então o que que o BRB vai fazer? vai vender para quem queira fazer loteamento, monetizando a terra que deveria ser protegida porque além de ter, repito, mais de 700 ha de cerrado, tem nascentes e córregos estratégicos para segurança hídrica de Brasília. Qual a palavra que define isso? Me digam como explicar isso. É inacreditável.
Quer dizer, você se envolve em falcatrua no mercado financeiro, né? você eh arrisca o pescoço com papéis que parecem interessantes, que tem uma valorização muito acima do mercado e sempre isso acontece é falcatua. E aí você envolve bancos importantes como o BRB, o master completamente picareta a gestão do VCAR completamente picareta. uma pessoa que já age de máfé, dizendo assim, qualquer coisa tem um fundo garantidor aí que nos protege até X.000. Então eu posso prometer o que eu não vou cumprir, que se eu não honrar o compromisso, o fundo cobre.
Eu tô resumindo criminosamente a história, uma das histórias terríveis do Banco Master. E aí botou muito a perder para muita gente, inclusive políticos de todos os partidos de Brasília estão enrolados com essa falcatrua. Sobrou pro meio ambiente, sobrou pro cerrado, sobrou pras águas estratégicas de Brasília. 14 votos a 10. os deputados distritais, eu botei os nomes de quem votou a favor e contra, reproduzindo a imagem do placar.
Quem quiser vai lá no meu Instagram e também dei voz aqui no meu Instagram. Há um vídeo da professora que eu conheço há muito tempo, Mercedes Bustamante da UnB, Universidade de Brasília, especialista em ecologia, conhece muito o cerrado, horrorizada com isso. Ela muito serena falando assim, ela é uma cientista, ela dizendo assim, olha, é uma irresponsabilidade o que estão querendo fazer. É uma responsabilidade. Então você vê, vai ter o crime do colarinho branco lá, um monte de corrupção, falcatrua, desvio de dinheiro, aproveitamento do dinheiro dos outros, que aí o banco quebra, muita gente fica na mão, mas esses caras continuam por aí com o tesouro deles em paraísos fiscais.
Aí você alienta imóveis de Brasília e passa pro BRB que ficou com pires na mão, uma área de mais de 700 haares com mais de 100 nascentes, nove córregos. Qual a palavra que define isso? Não tenho palavras. Não tenho palavras. Me quer comprar, me gosta ganhar dinheiro.
Money, money. Dinheiro, money, Esse povo não vai ter água para beber, não vai ter comida para comer. Eles vão tentar comer dinheiro e não vão conseguir. Se comer, vai ter piriri. É a coisa mais suja que existe é dinheiro.
Não há nada mais sujo. Um veículo de vários microrganismos patogênicos do que dinheiro. E esses caras amam dinheiro no nível que talvez na próxima encarnação tenham que aprender a dar valor a coisa certa aonde hage escassez do essencial como água, terra fértil, alimento. Eh, Senhor, eita nós, pelo amor de Deus. Vale, São Francisco.
São Francisco, vale-me, livre esse planeta de tanta ganância. Onde é que isso está nos levando? Pelo amor de Deus, socorrei. Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei. Transformai as velhas formas, né?
as velhas formas de viver. Mãe, senhora do perpétuo Vale, Gil, ajuda, Gil. Eita. Vamos lá. Ih.
Vamos chamar aqui, cara. A luz nunca nos desampara, mas nós, por vezes, nos apartamos da luz. A gente precisa vocalizar a nossa indignação e buscar os meios possíveis de reverter processos decisórios que são extremamente tóxicos, nocivos ao interesse coletivo. Pelo amor de Deus. E aqui vou fazer uma ressalva para fazer o o que eu acho que é o jornalismo profissional.
As galerias da Câmara Distrital durante a votação estavam lotadas de bancários, parte deles convocada pelo Sindicato dos Bancários, porque o GDF, governo do Distrito Federal, jogou pesado dizendo assim: "Se não tiver ajuda pro BRB, vai ter demissão e Brasília quebra". Os caras são tão, eu diria, ardilosos que conseguem jogar uma categoria honrada que merece respeito contra o interesse coletivo. Não é só o interesse de uma categoria, o interesse coletivo. Enfim, vamos embora. Então, fizemos a pergunta, certo?
Em tempos de guerra, o que nos cabe fazer? Mudando de pato para ganso aqui. Sair de Brasília, sair de BRB, sair de Banco Master. Eita, deixa eu tomar um fazer um autopasse aqui, ó. Você conhece o Autopasse?
Pesquise sobre isso. Ah, eu queria tanto tomar um passe. Você pode se dar um passe, você vai ter que tomar, né, precaução. Você vai ter que fazer lá um um preparo para você irradiar sobre você fluídos de paz, amor, cura e equilíbrio. Então, vamos lá.
Muitas perguntas. Eu vou tentar aqui refletir junto com vocês, porque aqui não tem ninguém pronto para dar todas as respostas. Eu sou tão aprendiz da vida quanto vocês. A ideia é filosófica. Toda pergunta inseja uma reflexão.
Então eu vou, na verdade, não é responder as perguntas, eu vou refletir junto, tá bom? Rafinha TR Teixeiraô, quem é que ganha com a guerra? E por que demora tanto para consolidar a paz? Obviamente há quem ganha com a guerra. Hipóteses.
Donald Trump ganha quando declara guerra ao Irã e promove uma ação militar no momento em que aumenta a pressão interna contra ele dentro dos Estados Unidos pelo indiciamento ou abertura de processo de impeachment, se não for muito bem explicada a relação dele com aquele empresário Jeffrey Epstein, cujos arquivos estão aí. E Donald Trump tá completamente enrolado com uma figura nefasta que foi esse empresário que promovia orgias com crianças e adolescentes, levando VIPs para ter essa experiência e também mulheres maiores de idade, entre outras coisitas. Tá ruim pro Trump dentro dos Estados Unidos e no isso é histórico e não é só nos Estados Unidos. Declarar guerra a alguém, promover uma ação militar, diz a fórmula mais velha do que não sei o quê, que você consegue imediatamente unir o país, ter uma um viés patriótico, diz assim: "Estamos em guerra, então estamos todos juntos contra o inimigo". Só que não deu certo.
Já mortos e feridos grav. A última vez que eu vi essa estatística, seis soldados, seis oficiais americanos mortos e aparentemente 18 feridos gravemente. Cada morte de um americano, você vai dizer assim: "André, mas só a escola do Irã foram quase 200 meninas. uma coisa horrorosa, mas pro americano médio, principalmente o apoiador do Trump, ele não dá bola para essa estatística do outro lado. Agora, entre os deles, um soldado americano que seja morto dentro do caixão, coberto com a bandeira dos Estados Unidos, enterrado com honras militares, é devastador pro presidente de ocasião dos Estados Unidos, porque a morte fica na conta dele.
Quem ganha com a guerra, portanto, é quem quer promover cortina de fumaça. É indústria bélica que vende drones, vende mísseis, vende munição, vende caças, vende equipamento para porta-aviões. Quem ganha com a guerra são acionistas das empresas de petróleo. Você viu que o petróleo subiu porque o Irã tem o controle do estreito de Ormus por onde passa 1/5 de todo o petróleo do mundo. Esse fluxo de navio petroleiro está parado e aí você vai ter a valorização do petróleo.
Ontem eu vi uma entrevista com o presidente do Bradesco aqui no Brasil dizendo: "ATA petróleo gera mais benefícios do que malefícios para o Brasil". É interessante como o banqueiro ganha na paz e ganha na guerra, né? Mas enfim. Vamos lá, Jaquebaques. O que podemos fazer além de orar pela paz?
Orar pela paz ajuda. Ajuda, sim. Mas além de orar, o que que a gente pode fazer? A gente pode prestar atenção em quais são os nossos representantes na política que validam a guerra, que aparentemente não tem qualquer objetivo claro, qualquer propósito bem desenhado. Começar uma guerra é fácil, como terminar não.
Muitos indicadores de que Trump se surpreendeu com a capacidade de resistência dos iranianos. Não basta eliminar o AAT. Tem ali um contingente numeroso de pessoas que não aderem ao entreguismo aos Estados Unidos e a Israel. Tem questões delicadas e complexas que Trump ignora. Por isso que o primeiro ministro da Espanha, Pedro Sanchez, disse: "Trump faz roleta russa com milhões de pessoas".
Ele é um arvista, ele é impulsivo. Estando onde ele está, isso é uma ameaça pro planeta. Esse é o ponto. Então, a gente pode prestar atenção. Estamos no ano eleitoral no Brasil, tá em evidência assim o cuidado que a gente deve ter no mundo que se tornou tão perigoso e hostil, né?
As relações estão tão conturbadas. Eh, qual é o critério que a gente precisa ter para aqui dentro se resguardar desse rebuliço lá fora? Eu acho isso importante. Haverá aqueles que estão boicotando produtos dos Estados Unidos, Existe um determinado aplicativo de inteligência artificial que tá sofrendo uma uma brutal eh como é que se chama? cancelamento, né?
Muita gente que tinha o aplicativo deixou de ter é o chat EBT, porque ele deu suporte total aos Estados Unidos na ação militar. Já um outro aplicativo, Antropic, ficou na linha de frente com Trump dizendo: "Os recursos da inteligência artificial a gente disponibilizou pro governo americano, mas não para guerras. Não queremos que se utilize isso em guerras." E isso despertou a fúria do Trump. Só para você ver, eu falei que o Pedro Sanchez da Espanha, a Espanha é o único país que não emprestou bases militares pros Estados Unidos nessa mas o Reino Unido, vejam vocês, que é um ecne com os Estados Unidos sempre. Primeiro ministro britânico negou o uso da base para bombardeios, bombardeiros, aviões que fazem bombardeio.
Pode usar minha base, mas não para bombardeiros. Trump também ficou enfurecido. Ele ele fica tão enfurecido com tanta coisa, né? Deve ser triste uma pessoa tão suscetível à ira, que se impõe por ameaças, tareifáco. Vou ocupar esse país, vou dominar esse território.
Jamais se viu coisa tão vorais quanto a nossa nosso exército. Nossa. Eita. Socorro! A NAT CHR diz assim: "Podemos dizer que as guerras são necessárias para a transição planetária?" Cara, eu não diria que são necessárias.
Se fosse necessário a Jesus para falar apenas dos cristãos, mas Buda pros budistas, Maomé pros islâmicos, diria assim: "Vamos promover guerras para evoluir espiritualmente?" Não, o discurso não é esse. O discurso não é esse. Eu não considero as guerras necessárias paraa transição planetária. Agora, no mundo que ainda é de provas e inspiações, com tantas pessoas suscetíveis e vulneráveis ao ideal do uso da força em qualquer circunstância, desprezando o diálogo, desprezando a diplomacia, a guerra é contingência. Quer dizer, a probabilidade de ter belicistas extremamente agressivas na retórica, tentando impor pelo medo, pela ameaça, o que acham ser o certo.
Isso é algo compatível com o nosso plano e com o nosso nível evolutivo ainda. Agora, dizer que as guerras são necessárias, eu sinceramente não entendo assim. Luís Eustáquio Silva, como ser pacificador quando a maioria quer a guerra? Olha, a tua pergunta, eu entendi o sentido dela, Luiz, mas vamos lá. Sugere que só vale a pena ser pacificador quando todo mundo, ou a maioria concorda com você?
Esse é o espírito. Ou eu sendo minoria, eu não faço a menor diferença. Ninguém haverá de acreditar que, mesmo sendo minoria, a minha ação, que começa pequenininha não tenha a possibilidade de fermentar a massa toda. É o que me sugere a tua pergunta. Tantos exemplos de pessoas que começaram sozinhas aqui no Brasil.
Herbert de Souza, o Betinho, irmão do Enfio, na luta dele em favor de uma renda mínima pra população mais miserável, que depois virou bolsa escola no governo Fernando Henrique, depois Bolsa Família no primeiro governo Lula, eh ele começou sozinho. que começam sozinhos e vão inspirando movimentos, inspirando consciências, inspirando novas atitudes. Então assim, para mim não faz sentido o você como ser guerra. É justamente quando a maioria quer guerra que precisamos de pacificadores. Esse é o ponto, na minha opinião.
Nelson Gon, a divulgação sobre feminicídios não deveria ser proibida, como no caso do suicídio, incentiva mais. Bom, a divulgação de suicídio, isso foi muito aprofundado no livro que eu lancei chamado Viver é a melhor opção, a prevenção no suicídio no Brasil e no mundo. Tem um capítulo inteiro sobre isso. Pesquisei isso profundamente. A própria Organização Mundial da Saúde entende que deve divulgar temas alusivos ao suicídio da forma correta, inspirando a prevenção.
tem o jeito certo de divulgar. Casos recorrentes de suicídio no dia a dia. Não divulgamos, salvo quando há um sentido jornalístico e de interesse público para você fazer isso. Por exemplo, um um chefe de estado como Getúlio Vargas se matou. Você vai fingir que isso não aconteceu?
Isso é uma notícia de interesse público. Não, ele foi encontrado morto dentro de casa. No assim, a gente precisa ter, cada caso vai inspirar uma abordagem. No geral, não reportamos casos de suicídio pela razão que você já sabe. Tem um efeito mimético.
Pessoas fragilizadas psíquicoemocionalmente, lendo a notícia de um suicídio, podem ter ali acesa a ideia de que talvez, todavia, como é que eu possa recorrer a esse expediente feminicídio. Eu já eu vou pensar melhor sobre isso. questão é boa, mas eu entendo que quanto mais a gente aborda esse tema da maneira responsável, não apelativa, não sensacionalista, nós despertamos consciência e responsabilidade na área de educação para desarmar meninos do ímpeto de quererem controlar mulheres no sistema penal avaliando qual é a penalidade que precisa ser aplicada e de que jeito para quem comete feminicídio, mostrando a importância de mais investimento nos sistemas que dão ajuda às mulheres que pedem proteção. Tem que funcionar melhor. Você tem que ter uma proteção efetiva.
Se eu não tenho os casos de feminicídio lembrados, isso perde força política. Sem sensacionalismo e sem apelação. É a minha opinião. Rafael Detiti. Detite.
Podemos afirmar que as guerras são uma forma de crescimento espiritual? Vamos lá. É a segunda pergunta que alude a função das guerras. A outra falava da da seria necessário ter guerra paraa transição planetária. Agora a pergunta é se isso promove crescimento espiritual.
Cara, tudo promove crescimento espiritual. Tudo de bom, tudo de ruim. Tudo é quilometragem, tudo é vivência, tudo é experiência. Tudo de bom e de ruim que acontece com você agrega no sentido de que você vai tendo a oportunidade de realizar escolhas com maior discernimento. Agora, dizer que guerra promove crescimento espiritual, a forma como a gente diz isso sugere que sem guerra não há.
Ah, guerra é uma boa porque promove crescimento espiritual. A que preço, cara, que custo. Guerra é terrível. Não se defende guerra em nenhuma hipótese. A guerra deve ser evitada, ela deve ser execrada, ela deve ser completamente desestimulada.
Jamais podemos ter uma visão, eu diria um tanto complacente. Ah, é, mas pelo menos houve crescimento espiritual. Não, guerra, a guerra tá inserida num processo histórico aonde haverá dor, sofrimento, crueldade, tortura, sequelas que levam por vezes mais de uma encarnação para serem totalmente resolvidas. Isso se along, a guerra é uma chaga. A guerra é uma coisa abominável.
Agora, quando você diz, vai ter crescimento espiritual, eu tô caindo no lugar comum. Toda a adversidade, todo sofrimento, toda situação difícil, ela oferece o ensejo de você aprender algo. Mas pelo amor de Deus, a gente não vai dizer que a guerra é fundamental, que a guerra abre caminho pro crescimento espiritual, uma forma de crescimento. A guerra é um atraso. guerra, ela promove a beligerância.
Olha só, o que aconteceu em Gaza fará com que várias gerações de palestinos se lembrem daqui há séculos do que houve em Gaza. Essa invasão de Trump completamente trêlocada, sem nenhum planejamento claro sobre como será depois que eliminar o Aatolá, achando que bastava isso, como fez com o Maduro. Ele tirou o Maduro, mas o regime tá lá, o povo tá lá oprimido. Aí você mata o lá diz: "Resolvi, resolveu nada. Você botou a mão no vespeiro, as vespas saíram e agora tá essa guerra que ninguém sabe onde vai parar.
É uma irresponsabilidade monumental, é uma irresponsabilidade histórica. Trump ficará marcado como um chefe de estado absolutamente irresponsável na decisão que tomou de apoiar Israel, porque Israel fomentou esse ataque da forma como ele está acontecendo, com uma propensão enorme disso irradiar, contagiar, contaminar outros países. Bom, não sei se eu me fiz entender. Mariene_line Nascimento. Meus pensamentos de revolta pioram o clima da guer o clima de guerra.
Vamos lá. Eu já fiz essa reflexão aqui. A tua pergunta em seja o que eu vou dizer. A gente deveria substituir a revolta pela indignação. A indignação ela não é negativa do ponto de vista de uma manifestação do teu espírito que é legítima, porque nós não deveríamos ficar ali absolutamente impassíveis diante de tantos horrores, tantas injustiças.
Então, a gente precisa, penso eu, transformar ira, raiva, revolta, indignação. Procurar fazer um exercício de transmutação de um sentimento potencialmente dilacerante e devastador paraa nossa saúde e paraa nossa resiliência. Você tá preocupada com o clima de guerra gerado, Mariene, pelos pensamentos de revolta, mas a primeira vítima dos pensamentos de revolta é de quem produz esse pensamento. Aí, aí é que mora o perigo. Evidentemente você com a revolta vai estabelecer pela vibração compatível, pela frequência da do sentimento de revolta, inteligências afins.
Isso aí já é um papo espírita, você não precisa acreditar, mas a gente vai atrair forças compatíveis que também estão revoltadas e isso vira um dinamo, né? vem não crescendo. Então, a gente precisa ter esse, eu tô falando aqui de autogestão. Tem um gênero de literatura aí que fala de autogestão, principalmente na área de administração, né? Autogestão.
A gente precisa saber se governar, se controlar, se educar. se ajustar dentro de parâmetros que lhe pareçam os mais sábios, seguros, norteadores de um bom rumo. A revolta ela não ajuda. Ela não ajuda. A indignação, ao contrário, é uma energia que te deixa em alerta para ser, por exemplo, um pacificador ou uma pacificadora, para com argumentos procurar se contrapor a quem em êxtase defenda o uso da força contra quem lhe pareça hostil.
A gente precisa aprender a viver entre os diferentes e a gente precisa aprender a corrigir o rumo quando ele toma um caminho que depois dá ruim. É isso. Não é simples. Marcinha LCS, como fazer para não deixarmos a guerra entrar no nosso coração e não sofrer tanto? Olha, Marcinha, noticiário tá pesado e você se sente vulnerável emocionalmente a essa carga de notícia, deixa de assistir, preserve-se.
Agora, quando você acha ser importante ter informação, você quer saber o que tá acontecendo e aquilo não te faz bem, cara, o mundo é esse que a gente tá aí. A gente não caiu de paraquedas aqui por acaso. Vou repetir aqui o que a gente sempre, aliás, é primeiro capítulo do livrinho A arte de seguir em frente, que hoje caprichosamente não tá aqui. Quando eu mais preciso, não tá do lado. Mas é um um mantra aqui da gente que a vida não é um acidente de percurso, não é obra do acaso, a vida é um projeto.
A gente tá aqui porque há uma razão. O mundo é esse. E a gente de alguma forma pode no limite das nossas possibilidades, das nossas competências, transformar um mundo ainda tão suscetível a guerras fratricidas como essa num lugar melhor e mais justo. Cada um precisa se sentir no seu raio de ação como eleitor, participante de rede social, não replicando conteúdos violentos belicistas, procurando disseminar a paz nas redes sociais, procurando praticar a paz com os outros, da tua casa, do teu, da tua vizinhança, do teu trabalho, da tua cidade. Eu vou dar um exemplo aqui, gente, só para vocês terem assim.
Eu vou encerrar o papo contando uma historinha chata de ontem. Eu tava indo pro trabalho, eu tava na rua de carro, pistas livres, eu tava na faixa da esquerda até que o carro da frente meio que tava muito devagarinho, quase parando. Eu ia fazer a ultrapassagem pela direita, olhando no retrovisor, não tinha ninguém. Falei: "Vou vou entrar". Coloquei a seta e fui.
Lá de trás veio um motoqueiro muito veloz. sem capacete, sandália de dedo. Aí eu voltei pro meu cantinho e deu tempo. Ele passou, poderia passar tranquilamente. Ele se achou no direito de quebrar o retrovisor do meu carro com a perna, quase se desequilibrou e caiu.
O retrovisor quebrou. Eu segui em frente assim perplexo. Falei: "Gente, por que que ele fez isso assim? uma agressão realmente gratuita, quebrou o retrovisor. Aí um motociclista que tava atrás, que eu não percebi, eu tava meio atônito, ele tava com uma mulher na garupa, ele consertou porque o retrovisor fica assim caído, ele recoloca, mas a carenagem, a proteção do retrovisor caiu no chão.
A mulher que tava atrás, ela se deu o trabalho de pegar o a o protetor do retrovisor e dar para mim. Eu baixei o vidro, agradeci, poxa, obrigado. Aí o cara falou esquisito, né? Eu falei: "É". Aí eu fiquei trabalhando isso independentemente do prejuízo material relevante, se o retrovisor tá funcionando, que me interessa.
Eu fiquei pensando o que que levou esse cara a fazer isso desse jeito? Ele deve estar com a cabeça transtornada, porque não é algo que eu consiga ver ali qualquer motivação. E fui trabalhando em mim um sentimento que num primeiro momento foi de revolta, o sangue esquentou e depois eu procurei acalmar e dizer: "Esse camarada tá em sofrimento e com esse comportamento ele vai ter problemas. Então vamos vibrar para que ele se recomponha, especialmente sendo motociclista, porque é complicado tanta, eu diria, agressividade, né, sobre uma moto. Em qualquer lugar, isso representa risco numa moto.
Enfim, eu só resolvi compartilhar para dizer, a cada instante a vida nos traz convites à reflexão e propostas de autogestão. Como é que a gente lida com situações surpreendentes, eventualmente desagradáveis, que desafiam a nossa paz? Tudo de bom. Fiquem com Deus. Até sexta-feira, se Deus quiser.
Vamos em frente. Valeu,


