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A destruição é uma lei da natureza? Papo das 9 #1008

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Muito bom dia. Muito bom dia para todos vocês. Onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, sejam todos bem-vindos. Está começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofes aqui em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, na largada do papo especial de domingo, onde a gente escolhe cirurgicamente um tema que esteja em evidência, um tema que desperte interesse e justifique uma abordagem, uma reflexão menos acoplada às questões do noticiário em si, transcendendo a leitura dessa situação. A partir de uma abordagem espiritualizada, vamos colocar nesses termos, nós hoje vamos falar da lei de destruição, que é uma forma do espiritismo explicar para quem acredita, fiquem à vontade.

Isso não é aqui uma catequese, um proselitismo religioso doutrinário, mas é interessante a partir de eventos ocorridos essa semana, que a gente resgate a maneira como o Espiritismo, a doutrina dos espíritos, aborda a lei da destruição, que seria uma lei da natureza. A gente vai explicar essa lei daqui a pouco, mas antes, o que aconteceu essa semana que desperta a minha vontade de fazer essa reflexão com vocês? Nós tivemos chuvas sem precedentes na zona da Mata Mineira, especialmente nos municípios de Juiz de Forubá, com um elevado e doloroso número de óbitos, milhares de desabrigados, perdas patrimoniais importantes e isso nos machuca. São imagens que a gente tem visto de forma recorrente. Para vocês terem uma ideia, o volume de chuva que caiu sobre Juiz de Fora foi semelhante àquele que dois anos atrás por aí foi registrado no Rio Grande do Sul, onde estive para acompanhar e cobrir a maior tragédia ambiental daquele estado, causado justamente por chuvas.

No caso específico de Juiz de Fora, que é a quarta cidade em população de Minas Gerais, mas é a primeira em vulnerabilidade à chuva e deslizamento de terra e pedra. É a cidade mais vulnerável do estado de Minas Gerais e a nona cidade mais vulnerável do Brasil. Então, eh, já se sabia já há algum tempo, né, que Juiz de Fora é uma cidade extremamente vulnerável a episódios de chuva mais forte. A destruição na zona da Mata Mineira esteve em evidência, justificando a reflexão que vamos fazer aqui hoje. Mas não apenas isso.

Nós tivemos o ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, determinando, como sempre em episódios de guerra que temos visto, aconteceu isso na invasão da Rússia Ucrânia e a resposta dos ucranianos aos russos. aconteceu isso e continua acontecendo em Gaza. Eh, e todas as guerras, portanto, trazem episódios lamentáveis de destruição de vidas, muitos civis mortos ou feridos, perdas patrimoniais importantes e a sensação de fracasso da humanidade. Podemos colocar assim que em pleno século XX, apesar de todo sofrimento, todo flagelo, tudo que já houve num passado não muito distante, a partir das guerras, nós percebemos, nós testemunhamos como iniciar uma guerra continua sendo algo muito conveniente para alguns dirigentes. gente que sabem como começar uma guerra, mas não sabem como terminar, né?

O que é lamentável. destruição. Um outra, uma outra faceta da destruição diz respeito a à destruição dos animais, destruição dos animais a partir da indústria que nós ignoramos os bastidores da produção de proteína animal. Eu fiz duas postagens essa semana, uma falando do flagelo da produção de ovos no Brasil, porque uma granja que produza ovos, a lei brasileira não acorre só por aqui, eu vou falar só do Brasil, permite que o produtor segregue os machos, os pintinhos e os mate. da forma mais chocante possível.

As fêmeas, as galinhas fazem parte do negócio, porque galinha põe ovo. Galo não põe ovo, não me interessa. Eu posso pela lei brasileira, os métodos legalmente permitidos para matá-los são triturá-los vivos, sufocá-los com gás ou eletrocutá-los. Também fiz uma postagem essa semana mostrando que o Brasil, enquanto país, porque existem estados e municípios que já aprovaram leis banindo a crueldade absurda da produção de patê de foagrá. Foagrá em francês significa fígado gordo.

O método ainda empregado em várias unidades de produção é simplesmente enfiar um tubo na goela do pato e determinar o inchaço do fígado. Obviamente se coloque nesse nessa situação. Qualquer animal que seja entubado, ele não tá dormindo, ele não tá sedado, ele tá recebendo aquela carga de alimento até que o fígado de tanto inchar exploda. Então, se você come patê de foagrá, você tá comendo um patê de fígado que explodiu. É algo assim, é uma, desculpa tá trazendo essas informações, mas assim, a gente que vive no Brasil, onde isso ocorre e essa esse projeto de banimento dessa produção de Patê de Foagrá, está aguardando a análise numa comissão do Congresso liderada por alguém ligado ao agronegócio, que não tem a sensibilidade de perceber que o Brasil poderia Queria ter um agronegócio pujante sem validar a crueldade nesse nível, porque em diferentes níveis produção de proteína animal traz dor, crueldade e sofrimento.

Mas pater de voagrar é or concur. Vários países e lugares do mundo já baniram o Brasil, não. Então vamos lá. O que que eu tô querendo aqui? Aonde eu quero chegar pra gente ter objetividade?

Nós nesta semana testemunhamos a destruição causada pela chuva sem precedente na zona da Mata Mineira. Nós estamos testemunhando o início de um conflito envolvendo Estados Unidos, Israel do de um lado, Irã do outro, sem qualquer perspectiva de encerramento até o momento. Acabou de começar, mas muitos analistas dizem: "Não é simples, não é trivial". E nós também eh temos uma realidade que nos constrange, pelo menos a mim no Brasil, que é ter produção de patê de foagrá ou de ovos que traz embutida eh a eliminação, né, a eliminação dos pintinhos. 84 milhões de pintinhos trucidados por ano no Brasil da forma mais v, cruel, covarde.

E do outro lado, patos entalados para engordar rápido e o fígado inchado explodir. Isso vira o patê de foagradar. Vamos lá. Aonde eu quero chegar? Eu quero chegar no espiritismo.

Quero chegar no espiritismo. Nós falamos que no livro dos espíritos, a parte três das leis morais aborda as leis que regem a vida e o universo. É uma forma alegórica. Quando você fala lei, é como se fosse um código divino que estabelece o software inteligente do universo. Como é que o universo funciona?

Então lá nós temos entre as leis morais a lei de destruição. O meu desafio aqui hoje é tentar relacionar a lei de destruição com os episódios que eu mencionei, que ocorreram essa semana, pra gente ter uma base de análise e comparação. Então, questão 728 do livro dos espíritos, Kardec indaga a espiritualidade maior nos seguintes termos: "É lei da natureza a destruição?" A resposta: preciso é que tudo se destrua para renascer e regenerar. Porque o que chamais destruição não passa de uma transformação que tem, por fim, a renovação e a melhoria dos seres vivos. Essa é a primeira e mais importante resposta e que alude a uma outra lei do universo, que é a lei de evolução.

Nada é, tudo está. O planeta Terra tem quase 5 bilhões de anos, ele está em constante transformação geológica, por exemplo, dos das espécies catalogadas pela ciência, elas vão se modificando. Os dinossauros já estiveram entre nós há 65 milhões de anos atrás, deixaram de existir. Nós humanoides, homo sapiens sapiens, nós não tivemos sempre esta resolução. Nós somos herdeiros genéticos, biológicos, de um gênero de humanoide que não é o que somos hoje.

Há um processo evolutivo. Isso vale para todos os seres. Estamos em constante transformação. Os seres animados, os seres inanimados, os seres orgânicos, os seres inorgânicos. O universo, portanto, é uma usina de trabalho constante.

De um lado temos o bersário de estrelas, do outro lado, temos os buracos negros, né? Nós somos luz e sombras, nós somos som e silêncio. Nós somos algo mutante. Nós estamos constantemente evoluindo. Vamos colocar nesses termos.

Então, o que é a lei de destruição? estrito senso. A lei de destruição, ela se impõe aonde a evolução é outra lei que determina que as formas progridam, se sofistiquem, se tornem mais, eu diria, eu ia falar evoluídas, mas se tornem algo diferente, mais complexo e mais sofisticado. Então, a evolução está em curso e para ela estar em curso, ela determina que haja rupturas nas formas, elas mudam. É um processo da natureza.

Importante frisar isso. A lei de destruição faz parte da natureza. E aí, gente, precisamos ter aqui, eu diria, eu já vou colocar esse tema que eu acho importante sobre a lei de Eh, antes da lei de destruição, na sequência da parte três do livro dos espíritos, há a lei de conservação, de proteção da vida, de proteção de todas as formas de vida, a lei de conservação. E aí também há a pergunta feita, a espiritualidade maior por Kardec, que é: se a regeneração dos seres faz necessária destruição, por que os cerca a natureza de meios de preservação e conservação? Porque parece um paradoxo, uma contradição.

Tem a lei de destruição e tem a lei de conservação. Olha a resposta. Por que os cerca a natureza de meios de preservação e conservação? resposta: A fim de que a destruição não se dê antes do tempo. Toda destruição antecipada obstavimento do princípio inteligente.

Por isso que Deus fez que cada ser experimentasse a necessidade de viver e de se reproduzir. Em resumo, a destruição, ela tem o tempo certo de vir e o propósito é fomentar a vida. A destruição que ocorre antes do tempo certo não é da natureza e não favorece a É o que a gente deriva a partir da compreensão dessa outra pergunta do livro dos espíritos. Então vamos lá. Eu vou pegar os exemplos dados por mim antes.

Vamos começar pela chuva. Aqui cabe dizer, é redundante porque eu sempre falo isso, quem vos fala não é portador de verdades absolutas. Eu tenho apenas a pretensão de compartilhar interpretações livres que ficam a cargo de cada um concordar ou discordar, fiquem à vontade. Quando a gente fala, portanto, de lei de destruição, que é obedece a uma lei da natureza, a gente vai aqui reconhecer o quê? Se eu falo de chuvas sem precedentes na zona da Mata Mineira, Juiz de Fora e Ubá, que ninguém, na minha opinião, ouse dizer que é a lei de é a lei de destruição que está em curso.

Eu não concordo com essa tese. Eu vou explicar porquê. Um, por segundo a ciência temos registrado a maior intensidade e a maior frequência dos chamados eventos climáticos extremos, que foi exatamente o que aconteceu na zona da Mata Mineira, porque nós somos a causa do aquecimento global na velocidade com que ele ocorre a partir da queima progressiva de petróleo, carvão e gás. que resultam em gases de efeito estufa que aquecem o planeta. E uma das consequências do aquecimento global são os chamados eventos climáticos extremos.

Pode ser ondas severas de calor e podem ser as nevascas igualmente recordes, as temperaturas abaixo, muito abaixo de zero, em nível recorde que se registrou nos Estados Unidos dias atrás. Ah, cadê o aquecimento global? Porque tá lá tudo lá gelado, congelado. E eles não se lembram da última vez que isso aconteceu. Quando a gente tem a paciência de estudar o que diz a ciência do clima, você vai ver que o incremento da temperatura média do planeta desorganiza o sistema climático, estabelecendo essas amplitudes térmicas.

a desorganização de vários ciclos da natureza, inclusive as temperaturas mais elevadas ou as temperaturas mais baixas. Mas na média, guardem isso, ao final do período, um ano, mesmo com as nevascas recordes, na média, o planeta está aquecendo. Isso não é da natureza. Existem os ciclos de temperatura na história do planeta, uma oscilação que leva milênios para você ter mais calor, milênios para você ter ondas de frio, as eras glaciais, por exemplo. Então são eras nesse fluxo e refluxo, nessas oscilações em escalas temporais enormes.

O que houve do século XVI, X para cá, isso é fácil de medir, de mensurar, isso tá registrado, é uma elevação abrupta e constante de temperatura média do planeta, que coincide com as emissões de gases e estufa que a Revolução Industrial determinou primeiro com a queima de carvão mineral das fábricas, das locomotivas, etc. Depois a queima de petróleo e mais recentemente gás. A gente tá dando nutriente paraa tempestade. A gente tá turbinando tragédia com gases de efeito estufo. Então vamos lá.

Estamos falando de algo que não é da natureza. São ações humanas. Aquecimento global não determina exemplos da lei de destruição. Aquecimento global é resultante, é consequência de ações do homem. Aí eu vou fazer a transposição pro temporal que causou tantas mortes e destruição na zona da Mata Mineira.

O que caiu de chuva lá tá fora do normal, tá fora da série histórica. É evento climático extremo, tem a ver com aquecimento global. Bingo, não é lei de destruição. Outra. Não faltou informação sobre risco.

O Brasil inteiro sabe. A gente tem dito isso há muito tempo. Nenhum prefeito, nenhum governador, nenhum presidente tem o direito de dizer: "Eu não sabia que ia acontecer. Eu me surpreend. É algo completamente inusitado, imprevisível.

Desculpa, a gente pode dar várias outras desculpas que fazem sentido. Eu não tenho dinheiro para fazer o que eu preciso fazer. Eu nunca tive apoio aos projetos que eu apresentei para reduzir riscos, danos, exposição à vulnerabilidade. Faz sentido para mim agora, não faz sentido para mim atribuir ao acaso, ao azar. É, quis o destino que chovesse isso agora aqui.

Eu não tava, eu não tinha como me preparar. Eu sei que não é fácil, eu sei que é complexo em períodos de calmaria você batalhar tanto por recursos que são raros, escassos, para investir em prevenção ou na agenda da adaptação. Eu sei que é difícil, mas precisa ser feito, porque a crise tá aí e tá se agravando. Então vamos lá, apenas a minha opinião sobre a lei de destruição. Ela não deve, nos termos que o Espiritismo coloca como uma lei da natureza, ser aplicada às chuvas colossais desta semana que causaram tantas mortes e destruição na zona da Mata Mineira.

O que houve ali, pelas razões que eu expus, resumidamente, assim me parece, não sou dono da verdade, não se coaduna, não tem sustentação na doutrina dos espíritos do ponto de vista de algo inerente à natureza. Não a natureza, a ocupação desordenada, o crescimento desordenado das cidades, a falta de planejamento urbano, a covardia de muitos países, e isso eu vi na COP 30 em Belém no mês de novembro passado. Sequer aceitar discutir um cronograma, uma agenda para progressivamente reduzir a dependência de petróleo, carvão e gás? Isso não tem nada a ver com Deus. Isso não tem nada a ver com natureza.

São escolhas autônomas do livre arbítrio, do poder discricionário que todos nós temos. Vamos virar a chave saindo da tragédia em Minas Gerais, entrando na questão dos animais. Se eu vou deixar a nova guerra do mundo, Estados Unidos, Israel atacando o Irã, e agora aquilo virou algo imprevisível. A gente não sabe no que vai dar, mas enfim. Eu vou deixar isso por último.

Vou falar dos animais. A gente falou aqui da produção cruel de patê de foagrá, entalando pato, explodindo o fígado do pato. E esse é o patê de foagrá. E isso já foi banido de boa parte do mundo. No Brasil ainda não.

O projeto tá tramitando no Congresso e agora numa determinada comissão que tem à frente um deputado de um determinado partido ligado ao agronegócio, o que sugere que isso não vai ser apreciado tão cedo. É a minha intuição. Bom, eh, e temos a questão dos 84 milhões de pintinhos que são trucidados. Trucidade significa esmagados vivos são submetidos a choque ou são submetidos a inalação por gás nas granjas que produzem ovos porque pintinhos machos não tem utilidade em serventia para quem produz ovos porque eles quando crescerem não vou botar ovos não me interessa. É muito pintinho, mata.

Aí você vai dizer: "É a lei de É a lei de destruição. Os espíritas falam em lei de destruição. É a lei de destruição. Não, não tem a ver com [risadas] Isso não tem a ver com uma lei da evolução. Isso não tem a ver com a destruição.

Isso tem a ver com que no espiritismo se diz a destruição antecipada. é antecipada, é a destruição que se dá antes do tempo. Toda destruição antecipada opta ao desenvolvimento do princípio inteligente. É a leitura que eu tô fazendo. Então, veja, nós temos uma questão aqui envolvendo as escolhas soberanas que a espécie líder, topo da cadeia evolutiva no planeta.

A única com noção de Deus, né, a capacidade intelectual. de entendimento, de especulação filosófica. não podemos dizer que a lei de destruição determina o flagelo contra pintinhos, contra patos, contra cavalos, contra cachorros, aô orelha, contra animais domésticos ou silvestres. É um flagelo que nós impomos ao reino animal. Aí alguém vai dizer: "É lei de destruição".

Não, não tem a ver com lei de destruição. São escolhas feitas por nós. Arcaremos com as consequências. Por exemplo, eu vou dar um exemplo. André, mas aí como é que faz?

É para todo mundo virar vegano, vegetariano. Há uma possibilidade, isso tá na lei inclusive, de você progressivamente realizar isso evolução. a definição de regras que reduzam a dor, a crueldade e o sofrimento progressivamente com o uso de tecnologia para não permitir a tortura dos animais em laboratórios para testes fundamentais paraa indústria de cosméticos. Brasil aprovou recentemente uma lei, recentemente, isso foi ano passado, eu fiz essa reportagem pro Jornal Nacional. Então a gente vai progressivamente eliminando etapas, dizendo: "Não, não, não, não pode mais usar animal, coelho, porquinho da Índia, camundongo, macaco, cachorro, em laboratório sendo torturado para ver se isso causa alergia no olho, se isso causa irritação na pele.

Não precisa. temos tecnologia que substitui, nós mostramos essas tecnologias, aí você vai evoluindo, dizendo assim: "Não, não, não, eu não vou continuar produzindo dor e sofrimento em animais, porque eu tenho alternativas." Na lei brasileira existe a ferramenta do chamado abate humanitário. Abate humanitário significa, vamos pegar aqui, manejo de gado. Então é uma loucura o que ocorre no sistema de engorda, transporte no nos abatedouros do Brasil. O abate humanitário significa empregar o máximo de tecnologia para reduzir o máximo de dor, crueldade e sofrimento.

Eu sei que os defensores dos direitos dos animais, eu sei que os vegetarianos e veganos não gostam dessa expressão abate humanitário, porque em última instância vai ser abatido. Mas é uma gradação. Você vai desenvolvendo sensibilidades, desenvolvendo tecnologias para reduzir abusos contra quem sente dor, são os bichos. Então, vamos lá. Lei de destruição não justifica a carnificina contra animais domésticos e silvestres no Brasil.

Aliás, o livro dos espíritos, quando Kardec pergunta exatamente no capítulo se existe algum limite ético, eu vou reproduzir aqui literalmente qual foi a pergunta e qual é a resposta. Vamos ver. Será que eu acho? Acho que eu vou achar porque Kardec pergunta em relação aos animais, existem limites? Ó, 734 a questão.

Em seu estado atual tem o homem direito ilimitado de destruição sobre os animais. Esse livro é do século XIX, foi lançado em 1857. A gente já avançou muito, mas vamos pegar lá. O que a espiritualidade maior falou? Espiritualidade maior falou em resposta a esse questionamento de Kardec.

Em seu estado atual tem o homem direito ilimitado de destruição sobre os animais? Resposta: Tal direito se acha regulado pela necessidade que ele tem de prover ao seu sustento e a sua segurança. O abuso jamais constitui direito. Então veja, quando se fala de sustento e fala de segurança, se você tem ainda por alguma razão a demanda, vamos pegar o exemplo aqui dos indígenas brasileiros, precisam de proteína, pescam e estão pescando, pescam mercúrio nas áreas dominadas por garimpo. É terrível isso.

Aí você pesca, você tá subtraindo da natureza um peixe ou vários peixes para prover eh para aquela comunidade o alimento que lhes dá saúde e força. OK? Muito bem. Eh, ali é uma necessidade. E quando você fala de segurança, você tá falando: "Eu tô num lugar onde aparece um bicho e esse bicho ameaça minha vida.

Ele vai me atacar. Ele se sentiu acuado e vai partir pro ataque." Isso pode representar a minha morte física. Se representa risco a minha segurança, eu, à luz do espiritismo, tenho o direito de abater esse animal. Aliás, abrindo parênteses, eu já disse aqui até em tom jocoso de piada, porque eu sou um ambientalista, portanto eu defendo a vida, óbvio, mas eu sou implacável com mosquitos no perímetro urbano e principalmente em viagens pro interior, assim, onde tem mata, onde tem floresta. Por quê?

Porque no Brasil o mosquitinho ele representa risco a minha saúde e às vezes a minha vida. Por quê? No Brasil, mosquitos transmitem dengue, chicungunha, malária, febre amarela. Tem uma listinha de doenças muito perigosas que eu não quero que o mosquito que venha ousar em mim represente risco para mim e eu rapidamente promovo um desencarne rápido em dolor. Eu tô dando um exemplo bobo, mas é um exemplo real.

Mosquito por perto não é bem-vindo. Paciência. Se tiver algum estudioso de mosquito que queira aqui dizer que eu tô cometendo algum abuso, fica à vontade. Eu faço a leitura do direito que tenho de abater o mosquito a partir exatamente do desconforto que e o risco que ele vai me causar. Ele não não é apenas o desconforto de uma picada, é o risco, a minha saúde.

Aí eu vou chamar atenção, isso tá no livro Espiritismo e Ecologia, a última edição, que fala de pandemia e Quando a gente fala de lei de destruição, eu me lembro esse papo das nasceu durante a pandemia há 6 anos atrás, foi inspirado na pandemia. Nós estávamos no momento que demandava contato, isolamento social, morte elevada, sem vacina. Nossa, foi um período barra pesada. Papo das nasce para determinar aí um fluxo de comunicação que pudesse nos dar alento, esperança, né? Distrair a mente.

Pandemia, espiritismo, página 120. Gente, lei de destruição. Aí você vai falar, pandemia tem a ver com lei de destruição? Tem. Por quê?

Aí a gente vai ver. Todas as pandemias da história da humanidade tiveram origem em zonoses, doenças transmitidas por animais. Então, quais são os exemplos? Influenza, pandemias ou epidemias? Epidemia é algo colossal, mas é algo que ocorre em parte do mundo.

Pandemia global. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem mais de 200 tipos de zonoses que respondem por 75% das doenças infecciosas que nos atingem. Influenza, gripe espanhola, gripe suína, gripe aviária, aides, ebola, vale paraa Covid-19. E aí eu peguei artigos de periódicos internacionais muito respeitados na área da ciência, uma delas, a revista científica Science Advances, que trouxe aqui um plano de ação para que fizéssemos o desarme da bomba relógio que pode explodir a qualquer momento se algumas dessas 200 zonoses progrida na direção de um vírus, de uma bactéria, o que seja, que nos transforma em hospedeiro, nos debilita a ponto de causar a morte sem que a gente tenha um imunizante. Então, vamos lá.

As três medidas recomendadas. Melhoria na vigilância da transmissão de patógenos, microrganismos que causam doenças de animais para humanos. Aumentar a vigilância sanitária, manejo da vida selvagem e combate ao tráfico de animais. Olha só, tráfico de animais. E o terceiro, redução do desmatamento.

Olha só, quando a gente destrói animais e quando a gente destrói floresta, a gente abre a caixa de Pandora para o risco de novas pandemias. É disso que se trata. Se você pegar assim, eh, seja Covid-19, pegar dois exemplos, COVID-19 e Aides. Aides, uma hipótese que é considerada a mais provável do início do entendimento de que o vírus HIV se transformou num baita problema. macacos símeos na África em lugares distantes dos grandes centros, em florestas fechadas, tinham o HIV e o HIV circulava entre eles.

No dado momento, produzimos incursões na mata pra caça, domesticamos esses macacos ou nos alimentamos da carne do macaco. Enfim, são várias as possibilidades, dependendo da região e da cultura. Houve a aproximação extremamente arriscada dos símios que tinha o vírus HIV. O vírus HIV chegou a nós e descobriu em nós um hospedeiro. E nós ficamos expostos à síndrome de imunodeficiência adquirida, que é a AIDS.

A COVID, a hipótese mais provável é que morcegos que tinham o vírus da Covid foram igualmente manipulados, caçados, tiveram suas víceras expostas. Nós tivemos contato com tudo isso e a COVID encontrou campo de manifestação em nós. Então, resumindo a história, epidemias e pandemias têm origem sim na lei de destruição a partir do entendimento de que nós precipitamos a ocorrência desses fenômenos na área da saúde pela maneira como lidamos com o reino animal e com o reino vegetal. destruir, manipular, manejar da forma como estamos fazendo animais, destruir florestas precipita riscos. E aqui entre nós, muitos falaram: "A pandemia haverá de nos redimir, a pandemia haverá de ah nos salvar, vamos nos depurar durante a pandemia".

Bom, eu já naquela época manifestava muita, eu diria, eh dificuldade de embasar essa tese, porque não foi a primeira, nem será a última, ao que tudo indica a pandemia. Ela é um alerta para que a humanidade tome decisões em benefício do coletivo rápido para reduzir riscos. Como eu expliquei aqui, a pandemia não ocorre por obra e graça de Deus. A pandemia é um processo biológico. Em consequência, ela ocorre em decorrência de ações humanas.

E quando há uma pandemia, evidentemente, haverá aqueles que vão se apropriar da experiência dolorosa do isolamento social, do risco de óbito, etc., para buscar respostas no território da espiritualidade, vão se sentir mais à vontade para fazer uma incursão na direção do transcendente. Mas isso não foi nunca foi uma regra geral. Não sei se vocês concordam. Eu não tenho a percepção de que a humanidade ficou melhor depois da pandemia. Assim, é uma é subjetivo, mas cada um de nós haverá de ter essa percepção livre.

do que houve. Muito bem, vamos chegar nas guerras. Episódio novo dessa semana, mais uma guerra. Donald Trump junto com Benjamin Netaniarro decidem atacar o Irã. Bom, eh, isso é lei de destruição, não, não é lei de destruição.

Isso é algo deliberadamente provocado por nós. Isso não tem a ver com Deus. Isso não tem a ver com providência divina. Alguém haverá de dizer: "Ah, André, mas o regime dos aatolas era bárbaro ainda, é opressor, teocracia, tortura, prisões, não tem nenhuma liberdade de imprensa, liberdade de expressão, uma coisa horrorosa. Pera aí, quem disse que o Irão é o único país do mundo que tem isso?

aliados dos Estados Unidos. Eu vou citar aqui Arábia Saudita. Arábia Saudita também é um estado aonde esse essa monarquia absolutista promove especialmente contra as mulheres abusos terríveis. Não há liberdade de imprensa. O rei da Arábia Saudita, a 5, Donald Trump, foi responsabilizado por trucidar um jornalista que estava em Londres e entrou na embaixada da Arábia Saudita para tirar um passaporte, saiu de lá literalmente fatiado, torturado e fatiado.

Aí você vai dizer: "Não, mas o a intenção dos Estados Unidos é promover a liberdade do povo iraniano é um direito seu acreditar nisso." Quando Donald Trump sequestrou Maduro da Venezuela, outro regime tirânico, uma ditadura, tecnicamente uma ditadura, embora existam eleições que foram fraudadas na Venezuela, muitos presos políticos, muita tortura. Ocorre que a intenção de Trump jamais foi promover bem-estar social, libertar o povo venezuelano. O regime de Maduro continua lá. As pessoas de confiança, os generais de Maduro continuam na Venezuela. Os presos políticos continuam por lá.

Houve libertação de alguns. Houve. Quem controla o petróleo não é mais a Venezuela acorda. Os interesses são outros. Nos Estados Unidos nós temos a história.

1953 houve um presidente do Irã, soberano, querido pelo povo, nada a ver com a Tolá, que promoveu a estatização da produção de petróleo. Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha não aceitavam isso. Depuseram a força, assassinaram o então presidente do Irã no ano seguinte, 1954. >> [risadas] >> A gente tem que conhecer a história assim, quando você diz, "Mas André, não é legal que ele faça isso depondo regimes que são nefastos, autoritários, coisa e tal, você tem o direito de pensar assim. Agora se liga, quando você fala que quando você fala isso, você tá legitimando a lei do mais forte e o feitiço pode se voltar contra o feiticeiro.

O casionalmente, Trump ou quem quer que seja, por ter mais armas que o Brasil, por ter mais poder bélico que o Brasil, pode entender que o Brasil é um país interessante pro fornecimento gratuito de petróleo. Nós temos o pressal de proteína animal, mineração, terras raras, água. Essa história da lei do mais forte ou do recurso da guerra como solução foi abordada pela doutrina espírita no século XIX. Vale a pena estudar o que diz o Espiritismo sobre guerra. Questão 742.

O que leva o homem à guerra? Resposta: predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e saciedade das paixões. No estado de barbárie, os povos só conhecem o direito do mais forte. É por isso que a guerra constitui para eles um estado normal. À medida que o homem progride, ela a guerra se torna menos frequente, porque ele l lhe evita as causas e quando ela é necessária, ele sabe fazê-la com humanidade.

Olha, gente, voltando pra questão do Trump, só pra gente não perder de vista, ele que ficou tão frustrado de não ter conquistado o Nobel da Paz. A guerra no Irã é a oitava guerra dele em um ano. Oitavo ataque militar de Trump em um ano. Para você guardar na tua cabeça também pelas regras dos Estados Unidos, pela Constituição deles, um presidente só pode atacar outro país mediante a autorização do Congresso. Isso não aconteceu.

Acompanha o noticiário, veja a repercussão lá. Trump se elegeu nesse segundo mandato com seus aliados, determinando que ele não se aventurasse em guerras fora do país. Isso tá colocado inclusive por escrito, foi um compromisso dele. Ele verbalizou isso em campanha, "Não vou submeter os Estados Unidos a guerras internacionais" e criticou seus antecessores que determinaram igualmente ataques, intervenções. Ué, isso é história, isso é são fatos.

Aí você vai dizer: "Mas então, André, por que que ele resolveu atacar?" Se você perguntar minha opinião, eu não sou dono da verdade, pesquise a impopularidade crescente de Donald Trump nos Estados Unidos, principalmente pelos arquivos Epstein. Jeffreystein expôs diferentes autoridades do setor público e privado em festinhas numa ilha que ele possuía, aonde orgias, festinhas eram promovidas com menores de idade. Esses arquivos expuseram, por exemplo, o príncipe Andrew da realeza britânica. que foi muito menos citado que Trump nesses arquivos e foi preso dias atrás pela polícia a partir de mandado judicial na Grã-Bretanha. A coisa é séria, as acusações são muito graves, o conjunto probatório é robusto.

Qual é a minha opinião baseada também na leitura de alguns analistas que eu respeito? Quando você tá vendo o teu prestígio naufragar, porque você não tem respostas ao fato de que o seu nome é o mais citado nos arquivos, mais de 33.000 citações, fora as mensagens diretas ao Senr. Epstein, amigo de Donald Trump. Ele nunca negou isso por muitos anos amigos. E aí temos uma situação delicada que é, provavelmente foi o que justificou esse ataque, cortina de fumaça.

Eu vou tentar desviar a atenção da opinião pública americana, que é a que me interessa, mas também do mundo. Mas ele tá de olho dentro do país dele para não ter progressivamente o sangramento da sua popularidade em função da enorme dificuldade de dar as devidas respostas sobre de que maneira Trump se envolveu com as festinhas, com as crianças e adolescentes providenciadas pelo seu amigo. amigo Epstein. É muito complicado o cenário. É muito complicado.

O parceiro de Trump nessa empreitada contra o Irã chama-se Benjamin Netaniarro. Pesquise, verifique. Ele também está com a popularidade sangrando politicamente por rolos de corrupção, acusação de não ter defendido o país no ataque do Ramas, que justificou o contra-ataque desproporcional, do meu ponto de vista, contra civis em Gaza. Benjamin Netaniarro também entendeu que era um bom momento para enfrentar um inimigo histórico que não aceita que Israel tenha poder nuclear e o Irã não tenha. Esse buraco é mais embaixo.

Tem muita coisa passando aí despercebida. A gente precisa ter a noção do contexto. E para mim é muito suspeita a decisão de Netaniarro de semanas atrás de proibir toda e qualquer presença, não apenas de jornalistas, mas de organizações humanitárias, como Médicos Sem Fronteiras, como a Cruz Vermelha Internacional dentro do território de Gaza. A gente não sabe o que continua acontecendo por lá. E tudo isso gera pressão política, que agora o eixo gravitacional das atenções mundiais volta-se para a guerra contra o Irã.

Mais uma vez, a lei do mais forte, quando você entende que quem tem mais armas tem o poder, você tá retroagindo séculos. do ponto de vista de conquistas civilizatórias que normatizaram as relações internacionais e definiram regras de convivência na comunidade dos diferentes. Você pode não concordar comigo, mas essa é a minha convicção. Nós estamos testemunhando um retrocesso brutal e mais uma vez não vou atribuir a mais nova guerra que ocorre no mundo, que é de um lado, Estados Unidos, Israel contra o Irã, a uma lei de destruição. Isso é a escolha soberana dos senhores das armas.

Eles estão definindo o rumo dos acontecimentos e arcarão com as consequências neste e no outro plano da Porque disso nós espíritas em particular não temos dúvida nenhuma. Nenhuma. Questão 745 do livro dos espíritos. Que se deve pensar daquele que provoca a guerra em seu proveito? Esse é o verdadeiro culpado e muitas existências.

Este é o verdadeiro culpado e muitas existências lhe serão necessárias para espiar todos os assassinatos de que tenha sido a causa. Pois responderá por todo homem cuja morte tiver causado para satisfazer sua ambição. É uma forma de fazer o entendimento dessas questões. No livro Espiritismo Ecologia, vou sair do capítulo da guerra, vou voltar a falar do que que a gente deve considerar lei da natureza, lei de destruição. A lei da destruição é uma lei da natureza.

Mas eu assinalei no livro pra gente didatizar esse assunto, o rompimento das barragens da mineradora Vale em Mariana e Brumadinho, que causaram tantas perdas de vidas e uma brutal das bacias hidrográficas, de quem depende da água, dos rios atingidos. pelos rejeitos minerais, etc. Isso não é lei de destruição, isso é crime cometido por quem tomou a decisão de fragilizar a tecnologia da contenção de rejeitos minerais. Crime da Vale. Crime.

Quem mora em Alagoas, mais particularmente Maceió, todos os sete bairros que afundaram em Maceó pela exploração de Salgema, no subsolo da capital alagoana, por várias empresas que foram passando bastão uma paraa outra, agora é a Brasquen. Aí você vai dizer: "Ah, é a lei de destruição. Deus quer que seja assim. O o chão cedeu e nós temos que sair daqui. Isso não é lei de destruição, isso é crime, é a ganância que ultrapassa os limites da razoabilidade impostos, os limites pela boa engenharia, que fica em segundo plano quando se faz uma barragem como a Vale fez, ou a exploração de Salgema como a Brasquen fez.

Dá problema. Vai dar problema. E deu. E deu. Então temos aqui, eu não vou ficar aqui discorrendo sobre isso, mas é importante a gente ter o cuidado.

Esse é essa é a intenção minha hoje. Eu peguei os eventos principais das da semana, as chuvas na zona da mata mineira, os exemplos de crueldade contra animais, eh, e peguei a nova guerra do mundo contra Estados Unidos e Israel, contra o Irã. Isso é lei de destruição. Onde não é lei de destruição? Por que que é lei de destruição?

A destruição que faz parte do universo. É uma coisa, a destruição que nós determinamos a partir de escolhas que nós realizamos com o comprometimento espiritual, material, emocional, psíquico e psicológico, social. Nós precisamos ter esse discernimento, é a minha convicção. E hoje aqui eu simplesmente procurei compartilhar ideias como jornalista, como espírita, como ambientalista, como professor, como escritor. Eu procuro usar o espaço do Papo das Novas sempre com muito respeito, sem determinar o entendimento único das questões, mas sugerindo, a partir de uma análise reflexões, que vocês tirem as próprias conclusões, investiguem por meios próprios os assuntos que estão sendo tratados por mim aqui e cheguem às suas próprias conclusões.

O que a gente não pode ser é vaca de presépio. A gente não pode ser vítima do movimento de manada. Tá todo mundo dizendo o quê? Ouvi falar quê? Recebi um zap dizendo o quê?

Pense com a própria cabeça. Chegue às próprias conclusões de forma serena e tranquila, sem querer impor a ninguém aquilo que faz sentido para você. Isso é muito importante, que todos tenhamos, na medida do possível, um domingo de paz. Como a gente precisa valorizar a paz, como a gente precisa lutar pela paz, como a gente precisa ter o compromisso em favor da paz. É o que se espera de quem se diz crente em Deus, especialmente aqueles que se dizem cristãos.

E mesmo que você não tenha nenhuma crença religiosa, nenhuma filosofia espiritualista para chamar de sua, nós estamos falando de humanidade, nós estamos falando de respeito, isso não é pouca coisa, não. Ótimo domingo, fiquem com Deus. Vamos orar pelos flagelados da zona da Mata Mineira e outros lugares do Brasil que ficaram debaixo d'água essa semana. Vamos orar por todos aqueles que são alvo da opressão e da violência, dos dirigentes políticos que dão ensejo à resolução dos problemas pelo uso da força, sem esgotar todas as possibilidades de diálogo e outros recursos que a diplomacia oferece para dirimir conflitos. Tudo de bom.

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