Previna-se da “normose”
Esta foi uma pergunta respondida durante o Papo das 9, que acontece nas quartas, sextas e domingos, às 09h no meu canal no YouTube.
Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)
Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Devemos normalizar a falta de humanidade dos últimos tempos. Vejo como retrocesso. Não, não devemos normalizar. Seria uma concessão, uma subjulação. Seria aplicar em nós aceitar uma doença que é a doença da normose, a doença da normalidade.
Não me incomodar mais com com a injustiça, com a barbárie, com a violência, com a guerra. Não, permita-se a justa indignação. Não devemos normalizar. Normalizar é anestesiar a alma. A gente não veio pro mundo para anestesiar a alma.
A gente veio pro mundo para se modificar. Seria o desejável. Eu quero evoluir. Eu quero ser uma pessoa melhor. Eu quero crescer espiritualmente, emocionalmente, intelectualmente.
Eu quero ser uma pessoa mais. Eu quero aproveitar as oportunidades benfazas que Deus e a vida me dão para avançar. Isso é que é, eu acho uma boa proposta de vida. Agora, não sei se é um retrocesso o que a gente tá testemunhando. Se você considerar as últimas décadas, você pode ter a leitura do retrocesso, mas a história vem de longe.
A humanidade nunca teve propriamente paz absoluta. Sempre houve guerra e conflito, sempre houve violência. Os dados oscilam, os períodos se se sucedem. Então, dentro da perspectiva histórica, não houve, eu penso assim, você não precisa concordar, não houve retrocesso. A história é feita de ciclos.
Imagina o que que a primeira geração do século passado passou. Tenta se colocar na situação de um jovem europeu que no início do século passado enfrentou Primeira e Segunda Guerras Mundiais e gripe espanhola. que matou mais muito mais gente do que a Covid-19 sem vacina. Que que você acha que essa pessoa deve ter dito aquela época? Em relação à primeira parte do século XX para hoje, você acha que houve retrocesso?
Eu acho que não. Mas aí cada um com seu.
