O Papo das 9 hoje foi especial! Este é o segundo episódio da trilogia em comemoração ao episódio 1000 do programa. São três …
Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Cidade Maravilha, Purgatório da Beleza e do caos. Se é sábado, que que a gente tá fazendo aqui? Ao vivaço direto do meu Cafo em Laranjeiras, Rio de Janeiro, no YouTube e no Instagram e mais tarde no Spotify. Que que eu tô fazendo aqui sábado durante minhas férias? Portanto, não é nem um sábado de folga, um sábado de férias. Que que eu tô fazendo aqui? Se não é dia de papo das 9, quem acompanha o papo sabe. Nós estamos nas celebrações do papo número 1000, na contabilidade do canal do YouTube, meu canal. E para encaixar que domingo, amanhã, que é dia de papo das 9, exibamos ao vivaço, hein? Já tô convocando amanhã, como sempre, 9 da manhã, só que é um dia de celebração que é o papo 1000.
Para amanhã ser 1000 tinha que encaixar o 999 do Papo das 9. Olha a numerologia aí. Papo 999 do Papo das 9 hoje. E eu preparei um estudaço aqui, um assunto delicioso pra gente se esbaldar. Você viu que eu tô com a camisa do gambá do saruê, que é uma espécie que tem sido trucidada porque o pessoal acha que é rato, ratazana. Ratos merecem respeito, mas eu não quero entrar aqui nesses pormenores, tá? tem empatia pelas ratazanas, mas eu não quero falar agora de rato, não. Tô falando do saruê, do gambá, que vai se encaixar perfeitamente no enredo inspirado no tema, o tema de hoje, portanto, é chacoalhão planetário, destruir para florescer. Olha que nome bacana, né, cara?
Chacoalhão planetário, destruir para florescer. Óbvio que eu vou falar da orelha aqui. Óbvio que eu vou falar desse massacre cometido em Santa Catarina por um grupo de adolescentes de famílias abastadas e influentes que tentou abafar a todo custo o caso. Inclusive, segundo denúncias apuradas aqui pela Polícia Civil de Santa Catarina, com a coerão de pessoas e a demissão do vigia do condomínio, aonde Orelha era um cão comunitário. É uma expressão. Ele não tinha um tutor, ele tinha coletividade cuidando dele. Vamos falar da orelha.
Vamos falar da orelha porque amanhã inclusive, veja que coincidência, no dia do Papo Milton tem manifestações em várias cidades do Brasil exigindo justiça por orelha. Mas não apenas orelha. A gente vai falar do que significa, no contexto do chacoalhão planetário destruir para florescer o segundo mandato de Trump nos Estados Unidos por conta de atrocidades cometidas pelos agentes de imigração ICE, que vem determinando uma reação forte inclusive entre eleitores e apoiadores de Trump. E também vamos falar de saúde mental no Brasil especialmente. Ai André, você misturou alhos com bugalhos. O que que tem a ver orelha com tramp, com saúde mental? Tudo a ver.
E a gente vai fazer essa arrumação aqui dos dados. Eu vou começar. Ah, ainda tem aqui também as perguntas que vocês enviaram pelo stories a respeito desse tema. Não podem ficar de fora. Eu vou começar, vocês sabem, né? Eh, eu sou espírita, mas eu respeito e tenho profunda admiração por várias outras tradições, porque do meu entendimento, que é o entendimento da doutrina espírita, nenhuma religião ou filosofia espiritualista encerra toda a verdade ou deveria ter a pretensão de explicar tudo. Nós não estamos aptos a entender tudo. Nós estamos numa prateleira bem modesta na nossa capacidade de compreensão das leis que regem a vida e o universo.
Então, cada tradição, cada religião faz a sua, dá a sua contribuição paraa melhor compreensão dessa realidade complexa, sistêmica, da vida, do universo, etc. Então eu bebo de uma fonte que tem a grandeza de não se considerar o único caminho da verdade. Acho isso maravilhoso na doutrina espírita. Fica a dica para você entender o momento que a gente tá atravessando.
Mesmo que você não seja espírita, saiba que a doutrina traz explicações ou a a hipótese, pra gente ser bem cuidadoso aqui no uso das palavras para quem não é espírita, da razão pela qual estamos nesse momento da história do planeta e da humanidade atravessando uma turbulência em várias frentes de diferentes matizes e ordens de grandeza. E aí os dois últimos capítulos de uma das cinco obras básicas do espiritismo chama-se a gênese. E a gênese aborda esse tema do que que tá acontecendo nos dias de hoje. E a gente fala muito de transição planetária. Então, os dois últimos capítulos da da gênese, sinais dos tempos e eh ou são chegados os tempos, é o nome do capítulo.
E a geração nova ali há, do ponto de vista do espiritismo, o entendimento de que o planeta evolui. Tudo no universo evolui, tudo está, não é, tudo se transmuta, se transforma o tempo todo dentro de uma perspectiva evolutiva. Isso alcança também os planetas, as estrelas, os sóis, enfim, tudo se transforma. A vibração do planeta muda, a frequência da Terra muda e nós que habitamos a Terra precisamos estar aptos para termos a nossa energia compatível com esse novo cenário. Então, a transição planetária seria a mudança de status do planeta e também de seus habitantes que t consciência.
Isto posto, nós vamos aqui dentro dessa hipótese, para quem não é espírita, a gente com muito respeito coloca isso, então, como uma hipótese. Nós estamos enfrentando, eu vou resumir aqui, o entrechoque, o entrechoque vigoroso de ideias opostas, porque é a tensão que precede a mudança. Todas as tradições planetárias repetem esse padrão. E aí temos capítulo Sinais dos Tempos uma, olha só, um trecho, item 7 do capítulo 18 diz o seguinte: "Uma mudança tão radical como aquela que se está elaborando não pode realizar-se sem comoções. Há inevitavelmente luta de ideias.
Desse conflito, forçosamente se originarão passageiras perturbações, até que o terreno se ache aplanado e restabelecido o equilíbrio. Então, no meu entendimento, o que a gente tá atravessando hoje da MET com essa visão. E aí você vai dizer assim: "André, o que que Orelha tem a ver com isso?" que é é interessante. Eu eu eu como espírita e se eu fosse adepto de qualquer outra tradição e fosse um pensador, um escritor, um palestrante envolvido com uma determinada tradição, até por ser jornalista, eu gostaria de fazer a acoplagem dos temas da atualidade com as nossas convicções doutrinárias, místicas, religiosas. Então, vou falar do orelha. O que aconteceu com esse cachorro? rigorosamente não é novidade no Brasil.
Me perdoem aqueles que falaram: "Meu Deus, como isso é possível? Isso vem sendo possível há 500, há mais de 500 anos, desde o Brasil colônia. Os animais sempre foram implacavelmente torturados, alvos de maus tratos. E na atualidade isso persiste. Então não é desculpa, a gente precisa acordar para um fato. Eu sou ambientalista. Toda a minha vida, eu vou fazer 60 anos em julho. Eu sou testemunha. E não é por rede social. A maior parte do meu tempo de vida não tive internet nem rede social. Eu sou testemunha dos maus tratos. Maus tratos terríveis sempre aconteceram. sempre aconteceram. Aí a gente tá falando de chacoalhão planetário, destruir para florescer. Onde é que eu tô encaixando orelha?
Temos um novo contexto e eu vou tentar mostrar para vocês como a irradiação eh dessa nova ética em relação aos animais vem acontecendo antes do episódio da Orelha, muito antes do ponto de vista legal e jurídico, a elevação do status dos animais em relação aos seus direitos. Eu vou lembrar o que houve aqui em 2013. Alô, povo de São Paulo. Lá em São Roque, 100 ativistas invadiram o Instituto Roial para tirar de lá 178 cães da raça Beagle. Fora coelhinho da Índia, porquinho da Índia, coelhos, camundongos, todos usados em testes de laboratório extremamente cruéis.
O Brasil em 2013 não tinha legislação protetiva para estabelecer aonde se pode usar tecnologia para testes em animais, você não use animais. E aí o que que aconteceu? Esses se ativistas invadiram uma propriedade. Isso é crime. Subtraíram bens, porque os animais é são coisas, tem don no animal e não eram os ativistas. Então, além de invasão da propriedade e depredação do patrimônio, porque eles destruíram gaiolas, jaulas, etc., subtraíram o laboratório royal dos animais usados em testes extremamente cruéis. Eh, que que aconteceu? Vou resumir. Essa história é fantástica, a gente precisa saber. Eh, todos foram paraa delegacia fichados.
Já havia advogados de organizações em defesa dos animais prontos para tentar agilizar processo e liberar esse pessoal. E a reverberação do que houve no Instituto Royal determinou que 12 estados do Brasil, pesquise isso porque eu acompanhei de perto, começando por São Paulo. São Paulo foi o primeiro estado do Brasil a aprovar uma lei dizendo: "Não é possível determinar tanta crueldade, dor e sofrimento com os animais em laboratórios que façam testes para este ou aquele fim, aonde há tecnologia capaz de substituir os animais". São Paulo foi o primeiro, vieram outros 11 estados.
E recentemente, salvo engano, no ano passado, o Brasil, numa lei federal proibiu uso de animais em laboratório para uma série de testes voltados principalmente pra indústria de cosméticos, mas não apenas. Eles ainda são usados em laboratório. Essa luta não acabou, mas ela vai se resolvendo por etapas. Então, veja, além disso, eh, além do que houve no Instituto Royal, a gente vai aqui lembrar do trabalho, já que eu falei, de espiritismo, do Mov, que é o movimento pela ética animal espírita. Um trabalho iniciado em 2017, 4 anos depois da invasão do Instituto Royal. que produziu, e isso tá disponível na internet para quem quiser, eh, as a livretos com mensagens, mais de 200 referências retiradas de mais de 100 obras espíritas que versam sobre os direitos dos animais, a necessidade da gente mudar a nossa relação com os animais, uma nova Ética.
Quem assina esses textos? via Chico Xavier, Emanuel, André Luiz, via Divaldo, Joana de Angeles, é uma profusão de espíritos que já haviam se manifestado dizendo animal merece respeito. E a gente precisa entender que inevitavelmente em algum momento da nossa história espiritual, em sucessivas reencarnações, é inevitável que nos tornemos todos vegetarianos ou veganos, porque a alimentação grosseira e tóxica de carne animal, ela a partir da evolução do espírito, nós vamos nos tornando mais sensíveis à percepção da energia à nossa volta e da nossa própria própria energia, nossos corpos vão ficando menos densos, mais leves.
E isso significa a necessidade da gente adequar a alimentação a nosso nível evolutivo. Nós estamos, portanto, condenados a não ingerir animais. Isso é visão espírita. Isso é visão espírita. Bom, aí vamos voltar por ele. Eu tô falando, o papo de hoje é chacoalhão planetário, destruir para florescer. Estamos na era das redes sociais e estamos vendo um combo. É isso que eu queria dizer, é o destino colocando toda uma conexão de situações que estão agora em debate por conta da repercussão monumental da destruição do orelha. Primeiro, o que leva adolescentes a fazerem isso?
E ao que parece não, pela primeira vez eles teriam tentado afogar um outro cachorro caramelo lá da comunidade e isso foi documentado. Então, e quem adotou o caramelo foi o delegado responsável pelo caso. É, é, é um brolho maravilhoso para você começar a entender as tramas do destino. São de famílias abastadas e influentes. O clamor nacional exigindo punição, levou o governador de Santa Catarina, o secretário de polícia civil de Santa Catarina, o Ministério Público de Santa Catarina, a dizer: "Não importa quem eles sejam, doa a quem doer, a investigação seguirá seu trâmite". Então isso tá tendo um sacolejo do ponto de vista.
Veja, bateu na orelha, mas chegou no enfrentamento de uma situação no Brasil que é impunidade para quem tem dinheiro, influência. A partir do Orelha, você também tá discutindo a impunidade que graça nas elites brasileiras quando tem grana ou boas relações com quem está no poder. Na mesma atacada, a gente vai aqui examinar a educação. Os pais desses adolescentes teriam sido lenientes, invigilantes. talvez até irresponsáveis a não detectar a propensão desses jovens a mais de uma vez, ao que parece, cometerem tamanhas atrocidades. O que que é o debate aí também colocado? educação dos pais, a responsabilidade que eles têm para não acobertar o filho envolvido em algum crime.
Isso vale para destruição física de um cachorro como vale para um episódio de bullying na escola. Não, meu filho, eu não posso expor ele publicamente por ter participado de bullying. Eu vou lá na escola, vou negociar um silêncio ou eu vou mudar de escola para ele ficar livre, leve, solto em outra instituição. Tolerância zero para bullying. E o menino ou a menina que participam de bullying dentro de uma ética cristã, eles precisam ser também instruídos, acolhidos com amor. O pai é o responsável dizer: "Filho, você tem consciência do que você fez? Você entende porque que papai não vai te tirar da escola? Por que você vai sofrer essa punição?
Por que que você vai ter que voltar pra escola onde todos os seus colegas vão olhar para você e vão dizer: "Ele fez aquilo". Porque você vai ter que ser responsável pela sua condução nesse mundo. Papai e mamãe nem sempre vão estar do teu lado. A gente daqui a pouco tá partindo para outra dimensão. Então você tem que aprender o que é certo e errado e você errou. Percebe? Eu tô falando de bem-estar animal, eu tô falando de combate à impunidade, eu tô falando de discutirmos educação. Tudo isso em certa medida, tá no mesmo combo. E para encerrar, eu fiz uma postagem essa semana, teve alguma repercussão onde eu lembrei depois de consultar várias fontes que eu queria confirmar alguns dados.
A legislação brasileira, no meu entender, é absolutamente frouxa na punição que deveria ser aplicada. Para quem comete maus tratos contra animais, qual é a regra hoje? Olha aqui, do meu ponto de vista, não tá legal isso não. Três a 5 anos de prisão apenas para quem comete maus tratos contra cães e gatos. Então você cria uma um privilégio. Cães e gatos apenas é três a 5 anos de puni de prisão. Animais silvestres que constituem a imensa maioria da nossa falda, inclusive o meu querido gambazinho, meu saruezinho. Adoro. Ele come aranha, escorpião, cobra, tudo que aparecia na frente. Ele cuida do seu entorno. Ele não é muito bonitinho, mas é mexeu com o gambá, mexeu comigo.
A imensa maioria da fauna, se é alvo de maus trato, sabe qual é a pena prevista pela legislação brasileira? 3 meses a um ano de prisão. Tanto três a 5 anos para quem comete maus tratos contra cães e gatos, quanto 3 meses a um ano para quem é animal silvestre. Dificílimo, improvável. Eu não conheço quem vai preso por causa disso, quem cumpra essa pena em regime fechado, porque ela já tem uma gradação modesta. Normalmente os juízes entendem que é um crime eh eu diria de baixa ofensividade, periculosidade. Então não deixa preso não. Vamos aplicar uma pena alternativa, uma ajuda comunitária, vai pintar meio fio, aplica uma multinha lá e toca o barco. Isso tá errado.
A luz do espiritismo, mas não apenas. O respeito aos animais se impõe como uma questão ética e espiritual. A legislação tem que acompanhar isso. Ah, André, mas a lei não vai corrigir a violência. Ela não tem o poder de promover a inflexão da curva de incidência dos maus tratos. É verdade. Se você pegar o caso da dos feminicídios, a gente já teve no Brasil a Lei Maria da Penha, a gente já teve no Brasil a lei do feminicídio. Os feminicídios estão aumentando nas estatísticas. É outra questão, chacoalhão planetário, destruir para florescer. É outra discussão que está acontecendo hoje. A legislação precisa ser compatível com a o entendimento de que o crime é bárbaro.
Então, quem foi flagrado matando mulher ou quem foi flagrado com maus tratos contra animais vai ter que pagar por isso em regime fechado, porque a sociedade entende nos seus valores e princípios de que isso não é mais tolerável. André, mas continua no caso do feminicídio acontecendo, tanto no caso do feminicídio quanto no caso dos maus tratos contra qualquer ser vivo. Você veja a aí é uma leitura que eu tô fazendo aqui. O império do macho do patriarcado, a primazia da força, eu é quem mando aqui porque eu nasci com aquilo roxo. A natureza me deu a distinção de estabelecer o que eu quero. Quem não está comigo tá contra mim. vale pra mulher ou um animal qualquer que você diga assim: "Cara, eu não dou a menor pelota para um cachorro chamado orelha e eu vou me divertir.
Tem um componente aí de perversidade que mereceria até uma abordagem psiquiátrica ou de psicopatia, de você ignorar regras em nome do seu." Não tinha uma menina cometendo atrocidade contra a orelha. Eu queria enfatizar isso. Não tinha uma adolescente do sexo feminino. Eu não acho que seja por acaso. Então, estou relacionando feminicídio e maus tratos contra mulheres como algo inerente à sociedade patriarcal, ao machismo horroroso, chacoalhando o planeta, destruindo para florescer. Nunca se discutiu tanto a importância da gente não replicar hábitos e comportamentos que reforcem o machismo, o patriarcado.
E isso, em certa medida, fragiliza o poder que os homens, de uma forma geral acham que merecem. como se fosse na época do da monarquia. Eu sou rei, eu tenho sangue azul porque eu sou filho de rei. Não, você é um ser humano, cara, como qualquer outro. E nós somos seres sociais. Precisamos aprender a viver em sociedade. Não pode haver distinção entre homem e mulher no sentido dos direitos e da igualdade. E os animais, esse é o ponto que o Orelha nos traz hoje de maneira veemente, merecem respeito porque eles têm sensibilidade, eles têm rudimentos importantes de inteligência e eles não podem ser tratados de uma forma que não convenha a sua saúde e resiliência, muito menos alvo de tortura.
Esse é um ponto que eu queria destacar. Muito bem. Chacoalhão planetário, destruir para florescer. O que que o Espiritismo diz em relação à destruição dos animais? Isso é do século XIX. O pensamento avança. Mas é interessante, já no século XIX, quando não havia movimento ambientalista, não havia legislação protetiva dos animais como temos hoje, a espiritualidade maior dizia: "Só se justifica eh a morte do animal. Se o animal representa risco para você, você tá numa floresta, aparece um bispo que quer acabar com a tua vida, você tem o direito de proteger a sua vida e isso eventualmente significa risco pra vida do animal que te ameaça.
Então isso é compreensível e do ponto de vista espírita é uma condição em favor dessa ação que resulte no óbito de um animal que ameaça a tua vida. A outra é a sua subsistência. Isso no século XIX provavelmente está associado não só ao ganho econômico de você trabalhar num abatedouro, quanto a necessidade de você ter proteína de origem animal para ter saúde. Eh, em quase 200 anos de pesquisas e avanços da ciência, se tornou bastante controvérsia a tese de que nós precisamos totalmente de proteína animal. Todo dia tem que comer carne. senão você perece. Isso não se sustenta mais.
A minha percepção, e eu não sou especialista, é de que cada caso é um caso do ponto de vista da necessidade de ter acesso à proteína de origem animal. Cada um haverá de perceber-se, porque o espiritismo não dita dieta para ninguém. Ele não determina o que você deve comer ou não comer, mas ele sugere que a gente tenha noção de que os animais merecem respeito e que a gente precisa estar atento àilo que já poderíamos realizar no mínimo como projeto evolutivo, redução do consumo do de carne. Se você não quer ser vegetariano vegano, a redução pode ser um caminho. ou defender penas mais vigorosas com quem comete crime contra os animais. Aqui eu vou abrir um parêntese.
A legislação brasileira é frouxa em relação essa história dos cães e gatos foi aprovado no governo passado, tá? por influência do segmento empresarial ligado ao agronegócio. Porque quando você sai de cão e gato, você alcança cavalo, boi, suino, frango. E tem muito lugar por aí, aonde se criam os animais que nós comemos, aonde os bastidores da indústria de proteína animal são tão ou mais violentos do que aquilo que acontece com o Orelha lá em Santa Catarina. Os processos de engorda, transporte e abate dos animais é algo terrível. Para encerrar essa coisa, essa história da orelha, olha outro tema que tem a ver com o chacoalhão planetário, destruir para florescer, relacionado à orelha.
A gente já falou aqui de discutir legislação que promove bem-estar animal, educação do dos filhos a partir do do exemplo dos pais e da vigilância. Já falamos aqui eh da necessidade de você eh entender eh o que que tá em jogo quando você banaliza a relação com os animais de uma forma geral. Todos são seres que sentem dor, tem sensibilidade aflorada, não é só para cão e gato. Então, a gente precisa agora identificar se é verdade a relação dos adolescentes que mataram orelha com eh uma rede social que promove espetáculos ao vivo às custas da matança de gente ou de animais. Isso também tá sendo investigado. Isso também tá sendo investigado.
É outra discussão que a gente precisa ter na no período de transição planetária. Não tem volta. A internet veio para ficar, não tem volta. A rede social tá aí. O uso que se faz da rede social define a maneira como a gente haverá de respaldar ou reprimir crimes que precisam estar tipificados no Código Penal, inclusive do Brasil. O Brasil precisa ter uma lei compatível com a violência promovida nas redes sociais. A gente ainda não tem essa lei como eu acho que deveria. É uma opinião, você tem a tua, eu respeito.
Saindo do universo dos animais, saindo da questão do orelha e voltando pro Chacoalhão Planetário, que é o tema de hoje do cidades, ó, cidades soluções tá na minha cabeça, do papo das 9, edição 999, véspera da edição 1000, que será neste domingo, uh, 9 da manhã, eu vou trazer a questão do Trump. Aí você vai falar: "Ah, André, não acredito. A gente tá falando desse cara todo dia, todo dia ele tá em evidência, mas eu preciso encaixar nesse tema". Por quê? Tiranos, déspotas e ditadores, sempre houve, sempre houve perseguição a imigrantes, perseguição a a jornalistas, perseguição a artistas, guerras que você inventa.
O Trump invadiu a Venezuela, sequestrou o Maduro, continua negociando com o regime chavista. Não, não tô interessado em quem tá governando por aí. Eu quero é petróleo. Ele cessou, ele disse que tava preocupado com drogas, disparou míssil, disparou míssil de drone com um monte de embarcação modesta que não se sabe até hoje efetivamente se estava ou não transportando drogas. Em alguns casos eram notoriamente pescadores humildes, não só da Venezuela, mas da Colômbia, que estavam pescando por ali. Bau, cai o míssel na cabeça. E o governo Trump é verdade de responder por assassinato. Porque quando há sobreviventes no ataque, supostamente contra um barco cheio de drogas, há sobreviventes.
A lei americana diz: "Você vai recolher o sobrevivente, vai interrogá-lo, vai prendê-lo". Não, eles matavam. Dispara outro aí para matar todo mundo. É uma coisa inacreditável. tirania. Aí você vai dizer: "Isso é novo?" Não é na história da humanidade não. André, por que que você tá falando então de Trump? Porque nos Estados Unidos é a primeira vez que se tem um tirano à frente de um regime que até pouco tempo atrás era entendido como a mais avançada e moderna democracia do mundo. Olha aí. Chacalhão planetário. Destruir para florescer. Acabou. Trump bagunçou as peças do tabuleiro todo. Ele não goza mais da confiança dos principais aliados. Ontem foi notícia no mundo inteiro.
Quem é o principal aliado dos Estados Unidos historicamente? É o Reino Unido, os ingleses. Ontem o primeiro ministro britânico estava na China fechando um inédito acordo amplo comercial, cultural, tecnológico com a China. E numa linguagem cifrada, ele disse, cifrada não, no discurso várias vezes ele usou a palavra trust, trust, confiança. Aonde eu quero chegar? Trump esgarçou de tal maneira a relação com os aliados de uma forma geral e os britânicos em particular, que os britânicos foram buscar na China um parceiro confiável. Trust. Confiança. Confiança. A perseguição imposta a imigrantes pela ação truculenta do ICE tem justificado. Pesquisem isso, não se fiem no que eu tô dizendo.
Manifestações duras de aliados de primeira hora, influencers republicanos trampistas, deputados e senadores republicanos que apoiaram Trump. Eles estão horrorizados e estão pressionando o atual mandatário dos Estados Unidos a rever posições. Aqui uma pessoa diz: "E a China é confiável?" É a pergunta que você deve fazer não apenas pro premier britânico, mas também pelo líder do Canadá, pelo bloco europeu. Pergunta pro Milei que é aliado do Trump se os chineses são confiáveis ou não. Ele adora falar mal do comunismo. Na campanha falou: "A China não é comunista. Eu já tive na China. A China é um capitalismo baseado no estado totalitário que se diz comunista.
Eh, a questão da confiança na China é nas relações comerciais. Não há dúvida de que hoje não há dúvida mesmo. É raro dizer isso aqui, porque a gente sempre vai ter ali uma margem, eh, uma brecha para dizer, talvez não seja bem assim. Eu tô afirmando porque são os fatos. Não há dúvida de que os Estados Unidos não são confiáveis nas relações comerciais, porque o seu mandatário, de forma revista, vai determinando o que que ele vai tarifar, o que que ele não vai tarifar. Estou tarifando, estou recolhendo a tarifa, estou fazendo isso. União. Ah, México e Canadá que fazem fronteira com Trump não confiam em Trump.
Reino Unido, aliado de primeira hora, histórico dos Estados Unidos, não confiam em Trump. trust, uma palavra recorrente no discurso do primeiro ministro britânico ontem na China. Então, só para ficar claro, André, por que que você tá falando isso? Eu tô falando de chacoalhão planetário destruir para florescer. Trump é um acelerador de partícula.
Provavelmente a ascensão ao poder dele naquele país faz as máscaras caírem e o mundo não ficar mais vinculado ao eixo gravitacional de um país que sempre foi muito sofisticado no discurso e truculento na ação, sabotando democracias, sabotando regimes, agindo de forma truculenta de acordo com seus interesses, mas sempre tinha um cara com uma aparência boazinha como chefe de estado dizendo, mas nós somos a democracia mais representativa, exemplar do mundo. Já havia controvérsia antes, agora não há mais. Há um redesenho da geopolítica. E aonde você quer chegar, André? Vai uma hipótese. Trump trouxe uma instabilidade na geopolítica internacional sem precedentes no pós-guerra.
E isso haverá de determinar quando ele passar, porque ele vai, ele já tem uma idade avançada, ele pode não fazer o sucessor. A popularidade dele nunca teve tão baixa e vai progredindo, porque a economia que ele prometeu turbinar não vai bem. Sem mão de obra de imigrantes legais, mas em processo de regularização que ele tá botando na cadeia. Gente, leiam sobre o que que o Trump tá fazendo com crianças recolhidas pelo Ice na rua, colocadas em penitenciárias comida, com insetos, lugares que não têm conforto, lugares aonde há a tortura do ponto de vista não do açoite numa cela, mas a tortura física e psicológica de um ambiente que não é para crianças. Há um tirano à frente dos Estados Unidos.
E isso, quando eu falo destruir para florescer, é uma coisa tão avaçal avaçaladoramente terrível, que certamente a partir dos Estados Unidos, e isso já acontece no mundo, nós passamos a ter a versão absoluta a regimes totalitários. É a minha convicção. Você começa a ver, cara, a lei da força que Trump restituiu, ela é tão abominável, ela gera tanto desequilíbrio, tanta desarmonia, tanto sofrimento, que é preciso que um cara com o perfil do Trump à frente da Casa Branca submeta o mundo a esse constrangimento de ver um hipopótamo destrambelhado numa loja de cristais. quebrando tudo. Quebrando tudo. E isso não melhora o ambiente econômico, social, muito menos ambiental.
Bom, saindo do Trump, saindo do Trump e chegando na saúde mental, eu tô falando de chacoalhão planetário destruir para florescer. Nós tivemos a pandemia. A pandemia na época foi entendida como algo igualmente avaçalador do ponto de vista econômico e social, ambiental não, porque o mundo ficou recolhido, o meio ambiente começou, o ar de São Paulo ficou respirável, os peixes se aproximavam da orla, porque ficou tudo limpinho, a gente deixou de impactar como a gente vinha impactando. As emissões de gases e estufa declinaram. Olha que loucura, né?
O ser humano deixa de atrapalhar o meio ambiente, o meio ambiente sorri, fala assim: "Opa, bom, não tô defendendo pandemia para melhorar meio ambiente. A gente é inteligente o suficiente para não precisar de pandemia para melhorar a qualidade do ar, da água, do solo. Não, mas vocês se lembram na pandemia, todo mundo, muita gente, todo mundo não, é a redenção da humanidade, sairemos dessa melhores. A algumas correntes até diziam: "É a punição de Deus para que a humanidade corrija seu rumo". Eu nunca fui muito adepto dessa tese, mas eu entendia que a pandemia abriria oportunidades interessantes da gente repensar destino. Do meu ponto de vista, vou elencar dois fracassos nossos.
Apesar do chacoalhão planetário da pandemia, a gente não evoluiu em pelo menos dois aspectos. O primeiro deles, assim me parece, é evitar outra pandemia. No livro Espiritismo e Ecologia, a gente tem um capítulo inteiro falando de espiritismo e pandemia. E eu uso dados da ciência para mostrar. Todas as pandemias tiveram origem em zonoses, doenças transmitidas por animais, principalmente aqueles animais que têm vírus, que se causam doenças endêmicas só naqueles animais. animais estão isolados em lugares ermos, em florestas ou matas distantes.
Aí a gente avança desmatamento, avança empreendimento, vai na direção desses animais, estabelece contato com eles através da caça, da manipulação das víceras para comer essa carne, etc. O vírus se aproxima da gente e a gente fica suscetível à ação de vírus que estavam adaptados aos animais de origem e vão buscando novos hospedeiros para aumentar a chance de sobrevivência. Já existem vírus. A gripe aviária é a bola da vez. A gente precisa estar muito antenado com as notícias sobre a mutação viral. que vai se adaptando a nós como hospedeiros e não há vacina para nos proteger desses vírus. Então, a gente não aprendeu a lição até agora sobre isso.
Fato, não estamos trabalhando na direção de evitar uma próxima pandemia. Eu quando leio esses artigos desses caras que são top, que estuda esse assunto, eu falo: "Caramba, eu ainda vou ver outra pandemia em vida". Não queria ver não. Do jeito que vai. Então é um aprendizado que a gente precisa ter. Será que vai precisar de outra pandemia para cair a ficha? Tem nem mais orelhão nas ruas, né? Estão recolhendo todos os orelhões. E esse sexy genário aqui [risadas] fica falando de caiu a ficha. O ditado é antigo, mas faz parte. Então esse aprendizado não veio. Qual é o segundo aprendizado que eu acho importante? Saúde mental.
Eu aqui, quem acompanha o papo das cansou de ver quantas vezes eu reiteradas vezes falei: "O Brasil fracassou até o momento, na minha opinião, no entendimento de que a saúde mental precisa ter investimentos. Pessoas que não têm renda ou plano de saúde precisam ter maior acessibilidade no SUS", que já tem a rede de centros de atenção psicossociais, os CAPS. Houve um avanço nesse sentido pré-pandemia, mas com a pandemia turbinou os casos de depressão, de transtorno de ansiedade, síndrome do pânico, alcoolismo. Então, a gente precisa encarar essa situação. Agora tem essa febre infame das apostas, das bets infame. As pessoas estão viciadas em apostas.
Isso é assunto na área da saúde mental, cara. O governo aí, desculpa, tem que dar nome aos bois, governo federal e congresso nacional junto, estados, governos estaduais e assembleias legislativas, prefeitos e câmara dos vereadores. Esse assunto precisa tá, a gente não aprendeu com a pandemia ainda, não. Bom, isto posto tá na hora de eu abrir aqui. Eu queria fazer o registro daqueles que encaminharam perguntas sobre o tema de hoje, senão fico falando sozinho aqui, maricotando. E vamos combinar, vocês trazem tanta informação interessante e boa que eu vou eu vou na onda de vocês. Olha só, a Deia de Campinas pergunta: "Como nos unir contra os corruptos que são minoria? Vote certo, Deia.
Vote certo. Haverá sempre um candidato bem mais confiável do que outro. Estamos no ano eleitoral. Se liga na missão. Começa por aí. Cláudia Barros. Como não se compadecer de tantos irmãos equivocados? Como ajudá-los na caminhada? Aí é o trabalho voluntário. Aí é a gente se dedicar mais, fazer mais e melhor na direção de quem precisa de ajuda. Eh, nós nos dizemos um país cristão, nós somos a maior nação. O espiritismo é cristão também, espírita do mundo. O espiritismo fala fora da caridade, não a salvação. A caridade não é só da pão, não é só da agasalho, não é só da remédio, cobertor no frio.
Tudo isso é muito importante em situação de emergência, mas a gente precisa mudar o status qu dessas pessoas. Elas precisam ter acolhimento, formação, elas precisam se qualificar pro mercado de trabalho, penso eu. Isso também ajuda a gente a avançar. Quando ela fala irmãos equivocados, ela tá falando de criminosos, suponho. Eu acho que a gente precisa ter a coragem de repensar o sistema carcerário, que virou uma fábrica de criminosos a partir da ação nas penitenciárias das facções de crimes organizados, tá? Então, a gente precisa ser mais inteligente do que o crime organizado. Eu já entrei várias vezes, várias vezes, para fazer matéria em penitenciária.
Eu fui mostrar, por exemplo, fabricação de tijolo ecológico ou de pão artesanal no complexo penitenciário de Bangu e vi pessoa e também tem eh a formação em jardinagem. São centenas de detentos que fazem remissão de pena plantando árvores em bacia de rio, bacia hidrográfica. Cara, não pode deixar os criminosos aglomerados nas celas, imaginando que eles vão sair dali melhores. Eles não vão sair dali melhores. E quem paga o pato sou eu e você. Se você estende a mão, se você oferece ajuda, me perdoem quem os que pensam diferente, mas eu construí essa convicção indo na penitenciária ver de perto o que acontece por lá.
É mais inteligente usar mão de obra carcerária em favor da produção do que o estado precisa. Mão de obra gratuita com remissão de pena. Na verdade paga-se uma merreca lá pra família dos detentos, com remissão de pena e uma oportunidade dele se qualificar em alguma coisa. Recoutinho, o que precisa ser chacoalhado em nós para que algo novo possa florescer? Olha, eu acho que cada um de nós tem o seu próprio contexto, a sua própria circunstância. Não dá pra gente dizer: "Ah, todos nós não. Você pega dois irmãos gêmeos que sempre tiveram juntos na escola, dentro de casa, etc. Eles são diferentes, essencialmente diferentes em vários aspectos. Cada caso é um caso. Taís Souza Barbosa.
Na transição planetária é natural que ocorra uma piora significativa na humanidade antes da melhora. Não diria piora, eu diria um entrechoque bastante intenso, frontal, de ideias opostas. É a minha crença, é o que eu acredito quando a gente fala de transição planetária. Eu recitei aqui no começo do Papo das 9 o trecho da Gênese que menciona essa questão. Tá bom? Sabe aquela história mal comparando, mas bem mal comparado, casais que não estão se entendendo cônjuges, mau humor, aí começa um a espezinhar o outro, coisa tal, o que que tá faltando aí? BR, vamos discutir a relação, vamos conversar.
Então, a gente precisa se entender, a gente precisa ter a abertura para perceber que ninguém é obrigado a pensar como a gente, ninguém é obrigado a sentir como a gente. Nós somos a comunidade dos diferentes, que é uma expressão que eu usei a granel no papo das ve nesses quase 6 anos. E na comunidade dos diferentes é preciso ter regras que sejam comuns. Você precisa ter um regramo, né? Eu não sou um anarquista, graças a Deus. [risadas] Parafraseando aqui uma obra importante da nossa literatura. Porque a anarquia para mim não faz sentido num mundo com mais de 8 bilhões de pessoas. O cada um por si dá ruim.
É preciso respeitar os interesses coletivos, que são interesses difusos, mas aí vem a ética, vem a discussão do bem comum, do que importa pra maioria da população, penso eu. Memy, de que forma devemos abraçar o caos da desconstrução como adubo para florescer? Você não tem que abraçar o caos, você tem que compreender o caos. O caos não é desejável. A gente não quer o caos. A gente precisa ser um bom observador dos fatos políticos, sociais, econômicos, ambientais e perceber, temos desarmonia, temos desequilíbrio, numa palavra forte, temos o caos. Qual é a saída? Esse é o ponto. Você precisa compreender o caos para buscar o florescer, não é exaltar o caos. Viviane_line puga sobre a orelha. queria entender melhor sobre o desencarne.
Ele sentiu todo o sofrimento, dor. Os amigos espirituais auxiliaram nesses casos brutais e amenizaram o sofrimento deles. Fizemos duas lives no Papo das 9. Quem se lembra? Com a Dra. Irvênia Prada, doutora em veterinária pela Universidade de São Paulo, papisa dos assuntos referentes ao reino animal no espiritismo no Brasil. Recomendo a questão espiritual dos animais. Dra. Irvênia Prada. Eu não conseguiria resumir isso aqui, mas eu sugiro a nossa querida Viviane Pulga que acesse nos arquivos do Papo das 9 no nosso canal do YouTube. Uma das duas lives que fizemos com a Dra. Irvênia, ela responde com muita categoria essa e outras questões.
Silv Fernandes Ferreira: Como conquistar a paz em meio ao Chacoalhão? Paz é conquista diária, paz é atitude. Paz é o a determinação de você a cada momento. Você não conquista e fica com a paz. A paz é uma conquista. Sabe aquela história? Você você tá com fome? Você tá com fome várias vezes ao dia. Uma pessoa saudável faz no mínimo três refeições por dia. Assim é a nossa cultura. Então, como é que você resolve o problema da fome? Comendo. [risadas] Como é que se resolve o o a questão da paz? pacificando quando você se sentir intranquilo, pacifica. Quando você tiver atormentado com alguma coisa, pacifica. Quando você tiver angustiado, atormentado, irritado, malmorado, pacifica.
É um processo contínuo. É um processo contínuo. Você vai encontrar paz na música, numa boa leitura, num exercício físico que te dá uma serotonina extra lá para ficar, opa, tomá. Tranquilão. O corpo tava na meditação, na prece, comparecendo a uma cerimônia religiosa numa tradição que você tem alguma afinidade ou é adepto. A paz invadiu o meu coração. Uh! Cláudia Aguiar 311. Destruir tem sido a regra. Quando vamos deixar a vida florescer? Olha, destruir tem sido a regra até a página dois, porque para todas as mazelas que eu falei, eu falei, comecei falando orelha, você vai falar: "Olha o que fizeram com a orelha. Isso acontece também no Brasil inteiro." Verdade. Eu falei isso.
Que que eu não falei para não quebrar a linha de raciocínio que eu tava trazendo? Nunca houve tantos trabalhando tanto em favor da causa animal. Nunca houve tantos voluntários. ajudando abrigos. Nunca houve tantos tutores de animais abandonados. Nunca houve tanta ebulição nas redes sociais em favor da causa animal. A gente não pode falar, penso eu, que destruir tem sido a regra. Eu diria que tem sido a regra uma versão crescente à destruição. Isso é florescer. Márcia Laaporta, olha a Márcia aí que também nos acompanha há muito tempo. Gostaria muito de entender todas essas barbáries acontecendo com a natureza, pessoas, animais.
Nós tentamos aqui hoje explicar isso, eh, da maneira que nos é possível, no tempo que temos, à luz daquilo que nos parece confiável ou, por questão de fé, que nos preenche, o aspecto mais místico e transcendental. Eu espero que o que a gente trouxe aqui, Márcia, de alguma forma tenha apaziguado o teu coração de alguma maneira, porque a gente tá sendo instigado, essa é a lógica da transição planetária, a gente tá sendo instigado a sair da zona de conforto, a sair daquele lugarzinho do seu quadradinho, onde as coisas estão sob o seu controle e você ali se sente bem, normalmente de forma alienada, dispersa, distraída.
Aí vai buscar no consumismo o dopping dos sentidos ou vai buscar nas substâncias viciantes outro dopping para não sofrer tanto. Olha, na boa, eu penso que nós estamos no lugar certo, na hora certa, lidando com circunstâncias difíceis para aprender algo que eu tô chamando aqui de florescer, da sensibilidade, do intelecto, da curiosidade legítima de tentar descobrir, mas que mundo é esse? Se Deus existe, por permite isso que aconteceu com Orelha? Por que permite isso que aconteceu na Palestina? Por que permite isso que tá acontecendo na Ucrânia?
Por que permite isso que acontece agora com imigrantes e cidadãos americanos sob o julgo de uma milícia armada turbinada por bilhões de dólares do tirano Trump? Buscai e achareis respostas que façam sentido. Bom, eh, eu quero aqui agradecer a Ariane, que fez aqui a recapitulação dos nomes de pessoas que mandaram mensagens muito bonitas celebrando a edição 1, esses quase se 6 anos de papo das ve que nós vamos celebrar amanhã, edição 1000, ao vivaço, aqui direto do nosso Cafofs, YouTube, Instagram. Eu vou ler os nomes porque é importante a gente ter a consideração por quem se deteve.
Eu li todas as mensagens, eu tô de férias, eu tive tempo às às vezes relendo as mensagens porque é tão bonito assim esses gestos de carinho, de apreço, de amizade.
Então eu quero aqui agradecer de coração ao Alisson Luiz e Silva, Silvia Pascoale, Gerváo Neto, F Sandre, Andreia Rezende, Zélia Cecília, Ana Maria Guima, Roseli Cruz, Silênia Boquerque, Lisknut, Rosângela Dias Morais, Natália Pagung, Marcelo Eduardo, Joyce Bonfim, Márcia Porto, Estela Barreto, Pedro do Amaral, Gerar, de Medeiros Brande Viana, Tatmelo, Daniele Nunes Ramos, Vinícius Sabrito, Lucimer Mazurrec, Marcini Vale, Silvana Fernanda, Solange Ferreira Carvalho, Mário Salário Júnior, Márcia Alessa, Renata Palhano, Mago da Bolsa, Celular Demétrio, Maria Inês Miller, Melina Leal Farias, Maria Patrícia, Aline Brito, Teodoro Uberraz, Dores Brasil, entre tantos outros que ontem eu também já fiz aqui menção alguns que mandaram mensagem, a gente falou deles, né?
O pessoal que organiza o Papo das 9, eh, o grupo do Papo das 9 em paralelo, é muito legal. Quero lembrar aos amigos novos do papo que eu tenho livros que o nosso querido Ricardo Pinfield da Candeia está até o dia 8 de fevereiro disponibilizando esses livres pelo site, os livros pelo site da Candeia com 30% de desconto. Devo lembrar que eh espiritismo, ecologia, a arte de seguir em frente, viver é melhor opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo, a força do um, sabedoria no dia a dia, o grito da terra, todos os livros tiveram, de minha parte, eu abri mão totalmente dos direitos autorais por contrato. em favor de obras filantrópicas, obras de caridade, obras assistenciais que fazem uso dos parcos recursos dos direitos autorais para tocarem esse trabalho tão bonito.
Beijo no Ricardo. Obrigado, meu irmão. Lembrando, amanhã dentro da nossa dinâmica de celebrações do papo das 9, 1000. André, quem chegou atrasado, por que que você tá fazendo papo das 9 hoje? É que hoje é o papo número 999. E teremos o tema a força do um. Eu vi aqui passando, vez quando a gente dá uma esticada e vê o que que vocês estão escrevendo, pessoal dizendo: "Ah, eu queria ser forte para lidar com isso". Teve uma pessoa que escreveu, foi aqui, ó, no YouTube. Ah, eu queria lidar melhor. Eu queria ser mais forte para enfrentar a situação. Bora conversar amanhã sobre isso, [risadas] ó. Hoje, excepcionalmente também deixarei o papo das no Instagram, no YouTube, ele sempre fica lá. arquivado para quem quiser depois enviar para alguém, coisa e tal.
Agradeço a atenção, o carinho, o afeto, a amizade, o respeito de todos. Amanhã é mil, sabe o que que vai acontecer amanhã aqui na minha rua, cara? Vai ter bloco de carnaval. Então, eu vou tentar fazer o papo das 9, apesar da algazarra da rua. Vamos ver se vai dar. Fareia o possível. Farei o melhor ao meu alcance. Beijo em todos que protegem os gambáis, os saruéis. Protejam os gambáis e os sarues. Oh, o bichinho é feio, mas é tão fofinho. E ele come. Escorpião lacraia cobra, ele é amigo. Valeu, até amanhã. Se Deus quiser, e vamos em frente.

