Viva!! Chegamos a milésima edição do Papo das 9!! 1️⃣0️⃣0️⃣0️⃣ Que alegria! Gratidão a todos e até a próxima!!
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Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Tá começando o papo das número 1000, ao vivaço, direto do meu cafofes em Laranjeiras, como sempre, sem produção sofisticada, sem purpurina, sem fogos de improviso, com muita verdade aqui no meu coração, com muita alegria pela forma como a gente tá chegando a 1000 edições apenas no YouTube, completando, se for somar, todos os 1000 papos registrados no YouTube, porque no Instagram começamos em março de 2020, tem mais do que 1000, mas a gente não tem o registro oficial. Somando 1000 edições do Papo das 9 com cada uma com aproximadamente 60 minutos. A conta é 41 dias e 6 horas ininterruptos [risadas] de papo das 9. E hoje a razão pela qual estamos aqui, a energia que me move é a da gratidão.
Eu penso, é apenas uma percepção minha que eu, graças a vocês, nesse exercício de comunicação voluntário, que é o mais prazeroso dentre todas as tarefas que eu tenho como jornalista ou comunicador, é o mais prazeroso, é o que me traz mais responsabilidades por estar falando aqui, sem eh eu diria outras variáveis de comportamento. ou protocolo ou linhas editoriais, o que seja, aqui sou eu e eu com todas as minhas limitações, imperfeições, mas muito feliz de estar fazendo o que eu acho que devo fazer. A gente fez aqui hoje, estamos encerrando a trilogia do Papo das 9. Sexta-feira, Papo das 9, 998, falamos da pandemia até aqui, o que aconteceu?
A gente contou a história do papo, como ele surgiu, qual o propósito desse encontro. Durante quase do anos, ele foi todo santo dia, sempre às 9 da manhã. Ele surgiu inspirado na maneira que encontramos, muito inspirada na obra Viver Melhor opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo, lançada em 2015, de minha autoria, com a ajuda da Cláudia, o universo do autoextermínio, do suicídio, das patologias de ordem mental, da depressão, da ansiedade, do pânico. Quando vem a pandemia, clique, isso não vai ser legal. vai o isolamento, né, social, a mortalidade em alta, os hospitais lotados, sem perspectiva de vacina, com negacionismo sendo promovido por pessoas influentes.
Nós achamos que deveríamos fazer aqui um contraponto. Eu investindo na minha saúde mental, rompendo a barreira do isolamento social, fazendo contato com vocês e vocês responderam. Já são 1000 edições. Salvos pela vacina, sobreviventes do vírus. Vivo o SUS, viva saúde. E os desafios agora são outros. O papo das 9 deixou de ser diário, passou a ser quarta, sexta e domingo. Domingo um dia temático. E aqui hoje para celebrar o papo das quis o destino que nesse domingo já vou advertindo vocês aqui, vocês vão ver ao fundo, daqui a pouco o bicho vai pegar que tem um bloco de carnaval, pré-carnaval no Rio de Janeiro, a concentração em frente ao meu prédio.
Eu pedi pra Cláudia ficar num outro cômodo cômodo com o celular eh percebendo o áudio. Houver muito ruído, não há o que fazer. Eu não vou rivalizar com bloco de carnaval na porta da minha [risadas] do meu prédio, mas a ideia é celebrar aqui, celebrar a vida, a saúde, a prosperidade da nossa alma. Porque as pessoas podem ter prosperidade material e achar que só isso funciona, isso é importante, mas isso não resolve a parada. Hoje o papo é a força do um. Ontem foi chacalhão planetário destruir para florescer. O papo 999 de ontem. Hoje o papo 1000 é a força do um.
Eu vou recorrer à quarta página da obra A Força do um, que diz o seguinte: "Em homenagem a vocês, a todos os que participam do papo, a gente vai aqui retomar um assunto que me parece tão inspirador para hoje. Não importa o tamanho da crise, não importa a loucura do mundo, não importa a sensação de impotência. Existe a força do a força de uma ideia impactante, de um sentimento superior, de uma ação transformadora. Comece com uma ideia, aja com seu sentimento, transforme com a sua ação. Seja a força do um. Nós entendemos a partir dessa reflexão que no livro a gente expressa com detalhes que não somos perfeitos, mas estamos aqui para nos superar. Nós estamos aqui para aprender.
O ponto de partida da força do um é a consciência de quem somos. A vida não é obra do acaso, não é um acidente de percurso, há um propósito. Os espíritas e outras correntes espiritualistas falam de missão, mas eu acho que missão é uma palavra muito pomposa. Sinceramente, eu acredito, vocês não precisam acreditar, a gente sempre tem esse cuidado, que nós estamos de passagem pelo planeta com um propósito. Importa entender que força é essa do um, qual é a força que te move. E aí eu vou recorrer a uma página de um livro que eu adoro, que tem uma mensagem que para mim é a mais bonita do livro. O livro é Fonte Viva.
Psicografado o livro por Francisco Cândido Xavier, de autoria de seu guia, mentor Emanuel. E na mensagem 161, no esforço comum, Emanuel destaca, e aqui é o ponto de partida pra nossa vibe hoje da edição 1000 do papo das 9, segunda carta de Paulo aos Coríntios, que não é a torcida do Corinthians, são os cristãos que Paulo, eu diria, nas suas preleções, nas suas reuniões, converteu pessoas ao cristianismo, se comunicava por carta. E nessa segunda carta tem o trecho que eu adoro. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Quem é versado, não é o meu caso, nas artes da culinária, sabe que de fato um pouco de fermento faz o pão, faz o bolo crescer.
E há outras passagens, não de Paulo, mas do evangelho, que reportam a maneira com que Jesus na boa nova falava do grão de mostarda, falava do sal, ou seja, nós, olha a força do um, tudo isso é a reflexão da força do um. Todos nós menosprezamos ou desprezamos o poder que cada um de nós, no seu raio de ação, no lugar onde vive, nas circunstâncias que experimenta, todos nós temos algo que está ao nosso alcance em fazer. E ao fazer esse algo que a nossa consciência aponta como sendo isso é importante, não deixa de fazer isso. Eh, a consciência não mente, ela é absolutamente cristalina, transparente. Essa consciência aponta os caminhos.
Valorizar a nossa consciência é um dos propósitos do papo das acredite em você. Acredite no que você já descobriu dentro de você, que aponta um caminho, uma sensibilidade, um projeto, um sonho, uma vontade de realizar algo que para você é importante. Cada um é cada um. Cada um tem a sua estrada, a sua forma de fazer, de resolver, de pensar. Ah, André, mas e se der errado? Porque muita gente se omite e eu respeito isso. E eu não tô fora desse desse clube, porque eu acho que todos nós em algum momento da vida, por medo, receio, a gente diz assim: "Poxa, eu tô afim de fazer isso, mas depois se der errado, como é que fica?
E se não der certo, como é que eu fico?" Só que a vida não é algo que venha com uma receita, um manual de instrução. Errar faz parte. Um dos papos das nove que fizemos aqui chamou-se a coragem de serem perfeito. A coragem de serem perfeito significa: "Eu tô aqui para aprender." E para aprender a gente tem que se submeter a situações que a gente não tem o controle, não depende só de mim. Pode dar errado, pode. E aí, o que sobrou? Experiência, aprendizado, quilometragem espiritual, bagagem, não é pouca coisa. Então vamos lá. Paulo disse e aí inspirou Emmanuel. Não sabeis que um pouco de fermento lev massa toda? Aí vem a mensagem do Emmanuel que inspirou o livro A força do um.
Essa mensagem inspirou o livro a força do um, que é o tema do papo humil de hoje. >> Não nos esqueçamos de que nossos pensamentos, palavras, atitudes e ações, pensamentos, palavras, atitudes e ações constituem moldes mentais para para os que nos acompanham. Então, cada um de nós exerce inevitavelmente alguma influência sobre o redor, o que está ao redor e o que está ao redor na linguagem dos espiritualistas de uma forma geral, não são apenas aqueles visíveis, tangíveis, os encarnados, são também os desencarnados. Cada dia, por nossa vez, sofremos a influência aleia na construção do próprio destino.
Ou seja, nós temos o tempo todo, estamos sob a influência daqueles que nos rodeiam dentro de casa, no trabalho, na vizinhança, na rua, no clube, num evento que você vá. Nós somos dinamos de energia intercambiando o tempo todo essas informações e como recebemos conforme atraímos e colhemos segundo plantamos. É imprescindível saibamos fornecer o melhor de nós, a fim de que os outros nos proporcionem o melhor de si mesmos. Aí começa o filé. Aí começa a parte mais gostosa, mais interessante, mais bonita da mensagem que Emanuel, pela psicografia do Chico, vai detalhando.
Como é que é isso da gente tá o tempo todo intercambiando energias, informações e influências com os outros, encarnados ou desencarnados? Começa pelo seguinte: nós pensamento não é uma abstração, tem força e direção. E Emanuel diz aqui, todos os teus pensamentos atuam nas mentes que te rodeiam. Pausa para Emanuel. Vamos aqui à nossa digressão. Quando a gente fala de pensamento, como disse, você pensou alguma coisa, não é porque ninguém viu, ninguém te deu retorno que o pensamento não é uma irradiação que traz consequências. Pensamento tem força e direção. A qualidade dos nossos pensamentos mais frequentes determina um campo eletromagnético ao nosso redor.
É o que se convencionou chamar de psicosfera. Então, quanto mais pensamentos eh inspirados, eh, luminosos, esperançosos, quanto mais você consegue vibrar numa frequência mais elevada, e isso é interessante você saber, eu sou ambientalista, você tá interferindo no ambiente em que você está inserido, você está influindo na psicosfera, no campo eletromagnético ao seu redor. Da mesma forma, na polaridade negativa, a pessoa que está refém de pensamentos sombrios, pessimistas, desesperançosos, ela irradia e determina à sua volta uma psicosfera invariavelmente pesada e tóxica.
Então, quando a gente fala de depressão, Joana de Angeles pela psicografia de Divaldo Franco fala que nós podemos fabricar depressão. A depressão é uma alteração importante na bioquímica do cérebro com as sinapses cerebrais ocorrendo de forma muito lenta. Tem um delay. A pessoa depressiva, ela fica down, ela fica para baixo, pesada, ela não tem os protocolos de resposta que a vida normalmente demanda de nós. Então quando você, como é que se fabrica uma depressão? Isso pode acontecer quando você por invigilância vai surfando numa onda que vai virar o que a gente chama do Rio de Janeiro aqui, o povo do mar de caixote. A onda vai te engolir porque você não percebeu que você pode sair.
Você pode sair daquela daquele traçado que uma onda tá descrevendo para você. Não, pera aí. Não é a onda que me leva. Sou eu que vou me conduzir, como diz aqui o nosso no embalo do carnaval, vou eu dizer do Zeca Pagodinho, camarão que dorme a onda leva. Então, parte dos casos de depressão, jamais vamos generalizar. Quantas vezes vocês viram falar isso aqui?
Parte dos casos de depressão tem origem exatamente numa incapacidade, numa invigilância que nós temos de determinar que não nos convém ficar vibrando numa mesma frequência um pensamento de baixo teor vibratório que intoxica o meu campo eletromagnético, a minha psicosfera e de repente de tanto achar que o mundo é cinza, o mundo fica cinza para mim. Bom, >> eh, da mesma forma, algumas tradições, o espiritismo também fala em obsessão. Obsessão é o assédio de um espírito, de um desencarnado sobre nós que não nos favorece. Só que a gente precisa ter a humildade de reconhecer que esse assédio só ocorre porque estamos desguarnecidos e vulneráveis.
Nós abrimos a porteira desse assédio ou por culpa em relação a algo que já fizemos com este desencarnado ou por invigilância. Você não, a gente tá na época do carnaval, eu não vou estigmatizar o carnaval que é uma festa popular que eh tem a sua dinâmica, tem a sua, o seu componente de alegria. A folia tem o seu componente. Agora tem o outro lado do carnaval, quando a gente vê quando ah pessoas ficam absolutamente desguarnecidas, principalmente quando estão embriagadas, isso vale para qualquer droga que altera os sentidos, a droga traz um risco que não é só físico, é espiritual do ponto de vista de você não ter mais a tua porteira sob teu controle, você fica vulnerável.
Essa é uma forma de explicar o a maneira como várias tradições promovem retiros no carnaval. Dizem: "Não, pera aí, a gente quer outra coisa. A gente tá priorizando o feriado para investir tempo e energia na direção da consciência, não da perda da consciência, que é o que está por trás historicamente há muitos séculos, da folia, né, que é a a transgressão de valores e regras. E isso precipita você no universo das expectativas que não são aquelas regulares. Eu não vou falar de carnaval hoje. Eh, então, como é que a gente, seguindo o que no Fonte Viva Emanuel diz: "Todos os teus pensamentos atuam nas mentes que te rodeiam". Sintonia é uma palavra chave na cosmovisão espírita e espiritualista.
Aonde você consegue manter uma boa sintonia, você tem saúde psíquica, saúde emocional, saúde física, saúde mental, sintonia. Você precisa ser, seria bom ser um bom zelador, uma boa zeladora do teu, como diz o povo, das afro-brasileiras, do candomblé e da umbanda, do teu pensador, do teu pensador. Então, se liga na missão, que é um dos mantras do papo das, se liga no que você pensa sempre que possível. Meditação ajuda. Ajuda, porque você vai ter o foco. Meditação. Agora eu tô procurando deixar que os pensamentos mais superficiais cheguem para tal qual um forno microondas, eles percam densidade, importância e eu siga a minha jornada.
Precego fundamental pro bom pensamento, no sentido de você estabelecer a prece. É isso. Uma conexão com o plano superior, uma prece de verdade precisa ter absoluta integridade e coerência com o que você sente. Não é prece recitada, decorada, com palavra bonita, interminável. Não. A prece pode ser pequenininha, pode usar palavras bem simples. Melhor assim, porque você estabelece uma conexão direta e essa conexão favorece a tua sintonia. Você muda o brilho da tua aura. Você muda as tuas companhias espirituais, você se sente mais encorajado, pacificado, centrado para lidar com as circunstâncias hostis e adversas que todos nós na vida temos.
Então, quando a gente fala de pensamento, eu procurei resumir aqui muito rapidamente aquilo que me parece pertinente destacar quando Emanuel diz: "Todos os teus pensamentos atuam nas mentes que te rodeiam. Então, a gente tá falando aqui, hoje é o dia das manifestações em várias cidades do Brasil, pedindo justiça por orelha aquele cão comunitário que foi trucidado por adolescentes de famílias abastadas e influentes. A partir dessa desse crime, várias reflexões foram feitas.
Eu fiz essa digressão ontem no papo 999, não vou me repetir, mas uma delas foi educação, educação dos pais, a educação formal, que é por palavras, mas a da atitude, mas a da psicosfera sadia, de um ambiente sadio baseado em princípios e valores que possam tornar essa ambiência a mais favorável possível. Saindo dos pensamentos, o que diz Emmanuel? Todas as tuas palavras gerarão impulsos nos que te ouvem. Olha a força da palavra. Por isso que eu falei que o Papo das 9, edição 1000, hoje, epa, obrigado por todos vocês estarem aqui com a gente. E a palavra ela expressa energia. Existem palavras que vão dar alento, coragem, positividade, vontade de seguir em frente, vontade de superar, sublimar.
Existem palavras que te deprimem, te põe para baixo, te colocam numa situação aflitiva. A palavra, a força da palavra, isso é tão importante. Existem tantos estudos mostrando até que a escolha do nome que você dá pro seu filho, pro seu doguinho, pro seu gatinho, pra empresa, para um projeto, começa por aí. A palavra expressa uma energia. Cuidado na hora de nominar qualquer coisa, porque a palavra é um selo, é um carimbo que marca pessoas e coisas. Então, as palavras elas são condutores energéticos. Elas servem para educar, adestrar, estimular, encorajar. No meio militar nós temos as palavras de ordem.
No treinamento militar, que é muito rígido, baseado na disciplina, na subserviência, na hierarquia, existem as palavras de ordem. Palavras de ordem para você ouvir e obedecer. Isso vale também pro adestramento de animais. As palavras que são referência e que vão determinar uma posição na escola, no ambiente escolar. Não tô mais falando do meio militar, embora existam instituições de ensino militares. As palavras que os professores, que os diretores da escola usam para determinar regras de conduta, palavras que expressam ideias, portanto palavras que estão impregnadas de energia.
Os mantras vêm do oriente à sabedoria de usar palavras que t significados místicos espirituais importantes na condução de uma meditação, na forma como você, ao repetir o mantra se condiciona para assumir um outro padrão mental ou emocional. Palavras têm força. Uma pessoa que esteja nervosa e você se aproxima dessa pessoa que tá sofrendo uma crise de ansiedade, você pode dizer duas palavras para ela: "Calma" ou você pode dizer para ela: "Dane-se". Não é só a palavra, é a entonação que você dá a palavra determina uma irradiação magnética, uma irradiação energética. Então, presta atenção. Eu tenho um enorme cuidado quando eu falo com vocês, porque aqui não tem TP, não tem teleprompter.
Aqui a gente vai compartilhando palavras que podem ser entendidas de uma forma por vezes equivocada. Em 1000 edições do Papo das 9, certamente eu escorreguei no uso de uma outra palavra que teve ou duplo sentido ou determinou nas pessoas e a responsabilidade é minha indevidamente alguma ansiedade, algum estado desconfortável. Desde já peço desculpas, falar de improviso durante uma hora em rede social, [risadas] bom da cabeça eu não sou, né? Porque a gente tá se expondo aqui a um monte de coisa. Então, nessa edição do Papo 1, eu quero celebrar a longevidade desse nosso encontro, onde a palavra é o principal veículo.
Aqui não tem efeitos especiais, não tem vídeos que vão de repente aparecer na tela. Aqui não tem inteligência artificial fazendo nada. Aqui não tem eh figurino, não tem cenário produzido. Aqui sou eu no meu lar, expressando o que me parece ser a coisa mais preciosa que eu tenho, que são princípios e valores e sentimentos no exercício da comunicação, que nessa encarnação é minha praia.
Mais uma vez evocando as tradições afro-brasileiras, e não por acaso eu tô citando elas aqui, porque é um absurdo no Brasil haver perseguição religiosa, onde a Constituição estabelece com acerto a laicidade do Estado e o respeito a todas as religiões e tradições, ou a quem não acredita rigorosamente em nada, é materialista ter o agnóstico. Viva o Brasil. Esse é o Brasil que queremos. Então, as religiões afro-brasileiras dizem que quem exerce a comunicação, como eu e tantos outros fazemos, teríamos, digamos, alguma sinergia com Exu. Exu que faz essa esse intercâmbio com os os mundos e com diferentes tribos, diferentes grupos. Então, as palavras têm força.
Nós temos, por exemplo, no Concílio Vaticano II, na década de 1960, a igreja se ajustou aos novos tempos em vários aspectos e isso foi muito positivo para ela não declinar tão rapidamente como vinha acontecendo. E uma das novas regras da igreja foi quebrar a tradição de só proferir missas em latim. A maioria das pessoas não conhece o latim. A missa ficava absolutamente incompreensível.
Entretanto, olha só, é só um ponto de vista, muitas pessoas católicas que eu conheço e alguns estudiosos dizem ter saudade das missas em latim, porque mesmo sem compreender a integridade da missa, a sonoridade do latim, segundo essas correntes e alguns pensadores, vale a pena pesquisar isso, o latim trazia um uma um verniz uma maneira, uma sonoridade que emprestava a missa um aspecto místico transcendental considerado importante para esses católicos. Então, só pra gente ver a força da palavra, palavras que alcançam animais e plantas. Plantas. Quando você conversa com uma árvore, conversa com uma planta, eu converso com as minhas, eu saio de casa, eu converso com elas.
Meninas, eu chamo de meninas, elas não têm gênero. Meninas, estou saindo, mas eh fiquem bem. Vou ter que fechar a janela que pode vir um toró, vocês vão ficar aqui meio esturricadas, mas fiquem tranquilas que tudo vai dar certo. Vamos estar de volta. De vez em quando tô regando, tô falando com elas. Dizem que isso não é compreendido racionalmente, porque elas não têm racionalidade, mas existe uma energia. E se essa energia amorosa a planta recebe, eu não preciso falar que os animais também registram isso. Ah, você tá falando com o cachorro, deixa de ser burro. Tá falando, deixa de ser burro. burro é inteligente para burro, com perdão do trocadilho.
Os animais, como diria a nossa papisa, da veterinária da USP e dos assuntos sobre o reino animal no movimento espírita Irvênia Prada, os animais têm alma e os animais registram palavras que têm uma energia que eles entendem, registram, processam, elaboram. Então, as palavras trazem comunicações importantes para o bem ou para o mal. Nós estamos entendendo no ano eleitoral, virão por aí muitas palavras dos políticos, discursos, discursos, discursos, promessas, promessas, promessas, palavras bonitas, compromissos maravilhosos. A questão é, esse é o exercício de aprendizagem espiritual, decodificar as palavras, entendendo quem as profere e com que intenção. Não é para amadores uma eleição.
Quando você quer não desperdiçar voto, haverá que ter o cuidado de não enveredar como marinheiro de primeira viagem no primeiro discursinho bonito que você ouvir por aí. Não basta. Palavra é veículo de uma energia. Essa energia só faz sentido se você identificar na fonte das palavras credibilidade, né? frutos saboros não vem de certas árvores envenenadas. Então, a gente precisa ter esse cuidado em relação às palestras, em relação às aulas. Nós somos imperfeitos. Haverá bons palestrantes que estão trazendo informações que eventualmente não trazem ali recados que possam ser entendidos como favoráveis à sua jornada espiritual. Palavras, palavras.
Tem a música da Cácia, né, que ela canta palavras tão lindas. Palavras, lindas palavras. Se liga na palavra, a tua palavra. Qual é a palavra que tá saindo da tua boca? Qual é a palavra que você tá irradiando ao seu redor? Em que circunstâncias, com quais intenções? Nós temos as palavras escritas. Eu já tô virando aqui no outro trecho de Emanuel em Fonte Viva 161, que inspirou o livro A força do um e que a força do um é o tema do papo 1. Todas as tuas frases escritas gerarão imagens nos que te leem. Isso é tão importante. A força do livro. O livro traz essa, eu diria, densidade existencial, porque quem lê tá trabalhando. Por isso que é bom para combater Alzheimer, doença degenerativa.
Por isso que é bom ler livros para crianças, porque elas vão fantasiando as histórias que os livros trazem. A gente que já é adulto vai ler. Você tá lá com teu processo de pensamento em ebulição a partir das palavras que você tá captando. É um exercício que desenvolve o teu lado intelecto espiritual. Vamos colocar nesses termos. Então, as palavras escritas trazem responsabilidade. Porque quando você escreve com o fígado, como diz o ditado, acabei de ficar muito chateado com uma história, vou postar na rede social a minha emoção. Cuidado, não faça isso. Você vai escrever com fígado. O fígado é a parte do corpo que absorve toxinas decorrentes da raiva, do ódio, dos sentimentos hostis.
Pessoas que são movidas pelo ódio, se não nesta outras encarnações. E a nossa crença vem com as funções hepáticas comprometidas, debilitadas, porque o fígado absorve essas toxinas. Então, tenhamos a lembrança do print eterno. [risadas] Você conhece esse ditado? O print é eterno. Por quê? Você escreveu movido por uma energia, por um sentimento, por uma emoção que não é legal. ficou printado, ficou ali. E aí alguém haverá de lembrar você em algum momento que você falou aquilo e escreveu. O que tá escrito ganha um tom documental. Esse é o ponto. O que você escreve, mesmo numa rede social, o algoritmo capturou, amigos e inimigos teus pegaram aquilo, aquilo já não te pertence. aquilo vira uma, digamos, uma uma matéria prima que se disponibiliza para múltiplos usos, eventualmente contra você, que você é mais sereno, mais calma, haverá de dizer: "Ah, mas eu tava de cabeça quente, ah, mas eu tava nervoso".
Pois é, mas escreveu, escreveu, não leu, pau comeu. Se lembra desse ditado da tua avó? Isso é mais antigo que o que o onça escreveu, não leu, palu. Você ensandecido por um sentimento hostil escreveu nem se deu trabalho de reler porque você tá no ímpeto da raiva. Aí Babalu. E as frases escritas, portanto, elas podem deprimir quem as lê. Elas podem causar sentimentos muito negativos naqueles que se vem depois em apuros. Gut, o grande escritor alemão, escreveu um livro em que o personagem principal morre de amor. Ou melhor, no auge do romantismo, ele se mata por amor.
Ele foi processado good, porque ao escrever um romance, naquela época não havia estudo no âmbito do autoextermínio, a suicidologia. Quem lêu o livro de Gant época que a maioria dos europeus era analfabeta, é bom dizer. Mas quem leu o livro no auge do romantismo e sofria uma desilusão amorosa, e isso se percebeu nas estatísticas da época, recorria à mesma prática que o personagem fictício de GT, o sofrimento do jovem Werter é o nome do livro. O jovem Verter se matou por amor. Aí quem leu o livro e tava numa desilusão amorosa, não raro também se matou por amor, estatística, houve uma epidemiologia dos suicídios à época. E aí o que que acontece?
Essa é a confirmação do cuidado que se deve ter com as palavras. Ah, eu não tive a intenção. Ah, mas eu não sabia que isso ia acontecer. Emanuel, pela psicografia do Chico, tá dizendo: "Cuidado com as palavras escritas. Todas as tuas frases escritas gerarão imagens do que te lê". Você vai impressionar as pessoas. Então, seja uma pessoa consciente. A força do um vem da força do uso da palavra proferida, do uso da palavra escrita. é o emprego do teu tempo e da tua energia de forma absolutamente ética, racional, que ao favorecer quem está à volta te favorece. Seguindo em frente, todos os seus atos são modelos vivos, influenciando os que te cercam.
Gente, todos os seus atos são modelos vivos, influenciando os que te cercam. É a pedagogia da atitude. Não, não, não é só o que você fala, é principalmente o que você faz. Jesus. Quantas vezes a gente falou isso no papo das? seria Jesus que dividiu o tempo em antes de Cristo, depois de Cristo. Nós estamos no ano de 2026 depois de Cristo. A influência, o poder dessa história do Evangelho narrada pelos discípulos de Jesus não se encerra apenas no sermão da montanha, nas palavras proferidas aos discípulos, naquilo que Jesus falou. Não, Jesus foi quem foi para a história, extrapolando o universo, inclusive dos cristãos e dos do cristianismo.
Quem não é cristão e conhece a história de Jesus, respeita o mestre. Judeus, muçulmanos, budistas respeitam a figura histórica de Jesus. Essa figura histórica ganhou musculatura ética, a capacidade de influenciar de forma arrebatadora pelo exemplo é tão ou maior, penso até que é maior do que pela palavra. Ama ao próximo como a ti mesmo. Se Jesus não praticasse isso, não seria Jesus. Perdoa não sete, mas 77 vezes. Se Jesus não praticasse isso, não seria Jesus. É disso que estamos falando. Portanto, essa traz uma discussão que eu gosto de fomentar.
Quando uma pessoa se diz cristã ou pessoa de bem por ser cristã, dá vontade de perguntar: "Você pratica o que o cristianismo ensina?" É lamentável que a gente veja tantas pessoas, em nome de Jesus defender a perseguição ao candomblé e a Umbanda. É lamentável ver de certos sacerdotes, pastores, palestrantes, escritores que são cultos, que conhecem as escrituras e que sustentam palavras de ódio, intolerância e preconceito em nome de Jesus. Isso não faz sentido. Essa é a razão pela qual precisa se ter cuidado com a palavra falada, a palavra escrita e as atitudes. As atitudes te definem. As atitudes é que fazem rodar o reloginho da quilometragem espiritual. É o que se faz de fato no dia a dia.
Portanto, existem pessoas que têm a fachada do bem. Ah, eu sou cristão. Vou à missa toda semana. Meus filhos foram batizados. Se é católico. E por aí vai. Aos olhos de Deus. Isso não tem a menor importância. Penso eu, numa alegoria pobre, mas que eu vou compartilhar com vocês, porque eu não gosto de colocar eh Deus como pessoa física. Deus vai falar para mim. Eu não gosto desse, mas respeito quem tem essa relação muito próxima do Deus que tá na minha frente falando comigo. Mas quando a gente desencarnar, Deus não quer nem saber qual era a tua religião, cara.
Quando a gente não tiver nesse mundo com esse corpo e a gente for para outra dimensão, Deus não tá nem aí para qual fé você professor é o que você fez. É nisso que eu acredito. Importa o que se faz. As palavras escritas ou faladas podem ser nutrição para uma boa conduta, para algo realmente inspirador na matéria. Ah, mas eu quero bem a todos, mas não cumprimento o porteiro, distrata a caixa do supermercado, não enxerga o funcionário terceirizado da limpeza no escritório, é arrogante com outras pessoas, não perdoa o mal que te fazem e exige perdão daqueles que pisam no teu calo, mas eu sou uma pessoa de bem, eu sou cristã. Então se liga, porque não é por aí.
Eu tô dando um toque baseado naquilo que faz sentido para mim. Então, essa coisa de ser politicamente correto, ecologicamente correto, que que tá batendo no coração? O que que te move? É isso que faz o mundo ser um lugar melhor e mais justo? Ontem nós falamos na no papo das 999, que antecedeu o papo 1000 de hoje, nós falamos sobre o chacoalhão planetário, destruir para florescer. No espiritismo se fala de reforma íntima, não é? E quantas vezes eu cantei essa música aqui? Quando eu aponto dedo pro vizinho, tenho três voltados para mim.
O primeiro me diz: "Calar é melhor, talvez você seja três vezes pior." A gente não tá aqui para ficar dizendo só: "Ah, o governo não tá fazendo, tinha que fazer isso. Ah, essa empresa é picareta, devia estar pagando pelo que faz. Ah, porque fizeram isso com o cachorro. OK? Você tem opiniões, é importante ter posicionamento. A pergunta chave do ponto de vista espiritual é: que você tá fazendo com você? Que tipo de movimento você tá realizando para se tornar uma pessoa melhor, cara? Porque o mundo é um é um clichê que eu não vou me cansar de repetir. O mundo só haverá de se tornar um lugar melhor e mais justo se cada um de nós e a força do um fizermos a nossa parte.
Mais à frente, Emanuel diz: "Tô ficando rouco, ó. Tô rivalizando com o bloco de carnaval aqui fora, que daqui a pouco vai aumentar a a a voltagem". Eh, Emmanuel diz também: "Por mais que te procures isolar, serás sempre uma peça viva na máquina da existência". Porque muito de nós se refugia. Ah, eu quero sair. A humanidade não tem solução. Eu vou me refugiar no mato. Eu vou viver isolado. Eu não quero ter contato com ninguém. Eu vou ficar recluso. O espiritismo afirma o que os biólogos dizem, o que Darwin afirmou, o que os antropólogos também afirmam. Nós não somos ovo de chocadeira. Nós somos seres sociais. Como seres sociais, precisamos uns dos outros.
E nós precisamos nos entender na comunidade dos diferentes. Não é um problema uma pessoa pensar diferente de você ou sentir diferente de você. Oliicie-se para não ser mais um, tem que escolher a palavra hater. Portanto, um debilitado mental e emocional que acha que todo mundo que pensa ou sente diferente de você merece ser xingado, hostilizado e perseguido, porque não é igual a você. Você tá em apuros porque se você reparar, ninguém é igual a ninguém. E a gente precisa ter esse cuidado de não ficar isolado no canto. Obrigado, meu amor. Dona Cláudia dando uma assistência aqui, ó.
Nós precisamos fazer a nossa parte da maneira mais ética e educada possível, não nos colocando num patamar superior, numa outra prateleira, que nenhum de nós está lá. Então vamos lá. O que é ser uma peça viva? Que é a passagem de Emanuel aqui. Por mais que te procures isolar, serás sempre uma peça viva na máquina da existência. Eu vou citar aqui um grande pensador e historiador, jornalista. Potiguardo, Rio Grande do Norte. Câmara Cascudo. Alô, Rio Grande do Norte. Beijo. Frase linda. Eu sou apenas uma célula, uma pequenina célula que procura ser útil na fidelidade da função. Adora. Essa é uma das 10 frases da minha vida, assim que eu mais gosto.
Eu sou apenas uma célula, uma pequenina célula que procura ser útil na fidelidade da função. Aí você vai pra física quântica, olha que viagem que eu vou fazer aqui. O que diz a física quântica? O universo poderia ser descrito como um conjunto de fenômenos interligados, interdependentes, que interagem o tempo todo. Aí você vai ler o livro The Web of Life, a teia da vida, do físico Frit of Capra, e ele fala: "Religão e física quântica dialogam porque falam de totalidade integrada. A totalidade integrada dos físicos quânticos é esse universo sistêmico em que tudo tem relação com tudo. A totalidade integrada dos religiosos é Deus.
Deus onipresente, Deus onipotente, Deus que está em todo lugar a começar por mim. Então, veja, há uma conexão profunda quando Emanuel traz a advertência aqui dizendo que somos uma peça viva na máquina da existência. Cada um de nós pode se perceber, é uma metáfora que eu particularmente acho muito bonita, uma pecinha minúscula, uma pequenina célula, como disse Câmara Cascudo, numa engrenagem hiper sofisticada que move o universo. É disso que se trata. Somos parte de algo maior. Por mais que eu procure me isolar, por mais que eu procure ficar distante, meus pensamentos, meus sentimentos, minhas palavras escritas ou faladas, meus atos reverberam e interagem com tudo. Com tudo.
E é isso que a gente precisa compreender no mundo. Você não tá aqui apenas então somente por tua vontade ou por um acidente de percurso. Existe um conjunto de pessoas encarnadas e desencarnadas que nós precisamos ter imensa gratidão, porque graças a elas chegamos até aqui. E aqui mais uma vez eu fico até muito emocionado lembrando durante a pandemia, naquela aflição desgraçada, a gratidão que precisamos ter por médicos, enfermeiros, profissionais de saúde.
Muitos fizeram a passagem como se fosse num campo de batalha, numa guerra em que no contrato social da profissão de médico ou enfermeiro, tá lá, bem como maqueiros, motoristas de ambulância, eles, especialmente em períodos de pandemia, sabem o risco que correm e eles se sacrificaram por nós. Muitos de nós chegamos até aqui, graças a eles, seguindo em frente, Emmanuel, da qualidade do esforço, ele diz aqui, da qualidade do nosso esforço, nasce o êxito ou surge o fracasso do conjunto? Olha que forte isso. Nós, as nossas vitórias e as nossas derrotas não dizem respeito apenas a só nós, porque estamos de fato, como disse, inseridos na teia da vida.
Toda vez que a gente generosamente empresta parte do nosso tempo e energia a algo que faz você feliz e, portanto, faz você vibrar numa frequência que expande a tua compreensão da realidade e a maneira como você vai lidar com as circunstâncias da vida, do mundo e do universo. As nossas vitórias são as vitórias do universo. as nossas derrotas, em certa medida, trazem consequências também. Eh, há um provérbio africano que diz, e vocês conhecem bem porque eu já recitei ele várias vezes, se você quer chegar rápido, vá sozinho. Se você quer ir longe, vá em grupo, vá junto. E isso faz toda a diferença.
No espiritismo, a gente diz, a evolução espiritual não é uma corrida, uma maratona que a gente tá disputando um com o outro, quem chega primeiro. Isso aqui não é uma disputa para ver quem sobe mais alto no pódio. O grande barato das correntes espiritualistas, das filosofias espiritualistas e das religiões, é ensinar a gente que a gente só consegue ir mais longe junto. No início do Papo das 9, eu contei a história de uma corredora maratonista da Suíça, que nas Olimpíadas de Los Angeles, ela estava lá para trás exaurida, entrou no estádio olímpico, onde se deu a última volta até completar a prova.
Debaixo de aplausos calorosos de um estádio comovido, vendo aquela criatura trôpega, ela não conseguia andar direito, ela tava curvada pra frente. Vocês se lembram dessa imagem? Isso está no YouTube, isso está na internet. E ela conseguiu completar a prova. Ela conseguiu, aos trancos e barrancos, chegar até a linha de até cruzar a linha de chegada. Ela é uma vitoriosa porque ela conseguiu, na força que ela tinha completar a prova. E os médicos, os assistentes que queriam socorrê-la, não podiam tocá-la antes dela completar a prova, senão ela seria desclassificada. Esperaram ela cruzar a linha de chegada para então ela desabou, mas não caiu no chão.
Eu adoro essa alegoria comparando essa maratonista como nós. Nós temos momentos na maratona da vida que a gente tá trôpego, a gente tá crise de fé, crise de confiança. Não sei se eu vou conseguir cruzar a linha de chegada. Será que vai dar? Nossa, eu tô desapontada comigo porque eu não tô conseguindo fazer a prova que eu queria. Eu tô com câimbra. Eu tô prestes a cair. Eu acho que eu vou cair. E você persiste. É a arte de seguir em frente. Você vai em frente. Seus guias e mentores não vão aparecer na tua frente para dizer: "Muito bem, André. Muito bem, Letícia. Muito bem, Cláudia. Muito bem, Mônica, quem seja. Você pode confiar que você vai chegar lá. Não, eles não aparecem.
Eles invariavelmente não interferem. naquilo que precisa ser uma escolha sua. Agora, quando você cruza a linha de chegada, se você teve coragem, força, fé, se você teve obstinação, determinação, ao cruzar a linha de chegada, quem tá do outro lado? Eles lhe suportando, lhe cumprimentando, erguendo o seu coração e dizendo: "Parabéns, você completou a prova aos trancos e barrancos, porque a gente é humano, a gente não é superherói Marvel, que comparação horrível. A gente é humano e na nossa humanidade a gente vai dar o passo do tamanho da perna, a coragem de ser imperfeita. É disso que se trata.
Portanto, encerrando o papo das especial, enquanto o bloco de carnaval vai aquecendo os tambores, eu tô aqui com a sala fechada, cortina fechada, ventilador aqui, botei uma camiseta bem fresquinha para dar conta. Isso aqui tá uma sauna e eu tô feliz da vida. Eu não tô incomodado com a temperatura porque eu tô celebrando com vocês 1000 edições do Papo das. Que alegria se efeméride. Chegamos longe, somos sobreviventes do vírus. Aqui chegamos com força, coragem e fé. E eu quero expressar a minha imensa gratidão a todos vocês que nesses quase 6 anos a serem celebrados em março trocaram muito, muito, muito comigo. Me fizeram uma pessoa melhor. Eu não tenho palavras para agradecer isso.
Um ótimo domingo para todas, todos. Fiquem com Deus. Gratidão pelo papo 1 que celebramos junto hoje [risadas] da forma possível. Beijo Ariane, Mr. Anderson, Cláudia, meu amor, Larissa, Raquel, todos os que participam dessa jornada são tantos. Ricardo Pinfield, meu editor querido. Todos, todos, todos. Muito, muito, muito, muito, muito obrigado até quarta-feira, que aí a gente esquece um pouco a contagem. O número nunca foi importante. Papo das número um. Eu não tava preocupado com quantas pessoas iam junto. Um ano de papo das para mim já era coisa para burro. Estamos chegando no sexto ano em março, 1000 edições. Que alegria. Fiquem com Deus. Ótimo domingo.
Vai ficar gravado excepcionalmente também no Instagram, que sempre fica só no YouTube porque é uma edição festiva. Nós vamos ouvido aí. les matin sol frère ja frère ja dormezvous dv Sele Martin. B
