Relacionados

Da Pandemia pra cá: Onde chegamos? | Papo das 9 #998

O Papo das 9 hoje foi especial! Este é o primeiro episódio da trilogia em comemoração ao episódio 1000 do programa. São três …

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. Ah, meu Deus, eu sei, eu sei que a vida devia ser bem melhor e será, mas isso não impede que eu reflita. É bonita, é bonita e é bonita. Sim. Embora, povo. Eita, estamos começando em grande estilo ou vivaço, direto do meu cafo e laranjeiras, depois do breve recesso do papo das ve, mas não das minhas férias. Eu estou de férias, tirei a barba fazendo consultas a pessoas próximas para saber se essa trilogia festiva do Papo das 9, de hoje 998, de amanhã 999 e de domingo Papo das 9.000, Vocês suportariam uma barba infame que eu deixo a pele descansar nas férias? A resposta foi: "Tira, por favor, essa barba infame".

E aqui estou eu sem barba e alguém deve ter reparado com um fundo diferente, porque estamos aqui neste cenário que do meu ponto de vista não é tão bonito e interessante quanto o outro, mas esse cenário tem uma história. O primeiro papo das 9 exibido em março do ano da graça de 2020 foi exatamente não exatamente porque eu tinha só um celular, só transmitia pro Instagram durante boa parte desse início. Foi assim, um celular meetref sem ter contratado uma banda larga top, mas com muito amor no coração. foi em cima da mesa da sala que fica do lado de cá com esse quadro abóbora esvoaçante ao fundo.

Então eu quis hoje começar o papo das especial, edição 998, do mesmo lugar aonde em março de 2020 nós iniciamos a nossa jornada por aqui. Também fico emocionado porque, por coincidência, não fosse a decisão de Mr. Anderson, nosso companheiro em muitos anos de papo das ve por aqui, que resolveu seguir eh outro caminho profissional. Estamos na torcida por ele. Quem assumiu aqui as carrapetas direto de Campina Grande, do Planalto da Borborema, na Paraíba, foi Ariane. A Ariane está aqui comigo. Ariane lá atrás, 6 anos quase, completaremos em março, era ela que tava comigo nesse cenário. Papo das 9, número 001. Ariane, gratidão por tudo.

Nós hoje vamos celebrar 1000 edições a serem completadas no domingo. Nós dividimos assim a trilogia festiva do papo das 9. Tomara que vocês gostem. Estamos começando da seguinte forma, tudo temático, tá? Então, da pandemia para cá, onde chegamos? É o assunto de hoje. Amanhã, Chacoalhão Planetário, Destruir para florescer. E no domingão da edição 1000, a força do um, que é o nome de um livro meu, mas que nós estamos aqui entendendo que esse título expressa muito do que eu gostaria de dizer no domingão. Desde já quero agradecer a avalanche de mensagens em atendimento a um pedido que fiz e deixei registrado no feed do Instagram e também no stories. para que as pessoas que acompanham o papo das ve pudessem compartilhar impressões a respeito de alguma edição, algum assunto, alguma abordagem de algum assunto que por alguma razão lhe marcou de uma forma bonita ou diferenciada.

Eu fiquei muito emocionado, viu? Sério, e respondi porque eu tô de férias, tem um pouquinho mais tempo assim para tela, para fins úteis. Eu consegui responder a boa parte, mas a não todas as mensagens. Amanhã com a ajuda da Ariane nós daremos aqui tratos a bola, listando todas as pessoas que mandaram mensagem, seus nomes. Algumas mensagens eu separei e vou compartilhar hoje pra gente ter aqui um bate-bola do que vocês falaram e do que a gente haverá de se lembrar durante a nossa conversa. Eu fico muito feliz de poder ter 1000 edições do Papo das 9. Domingo eu fiz uma conta que jornalista é ruim de conta, precisa ter calculadora do lado.

1000 papos das 9 no YouTube, porque no Instagram é mais, é que a gente não vinha fazendo a contagem religiosa lá a dia do Instagram. No YouTube que tá formalmente registrado, são 41 dias e 6 horas sem parar. de papo das ve é uma, é uma efeméride. 1000 papos é uma efeméride, mas é uma efeméri bonita. Pela historinha breve que eu vou contar aqui antes de passar as mensagens de vocês, eu assisti ontem no YouTube porque tá lá o papo das ve número um. Eu tinha outro óculos, eu tinha outro, vocês vão ver algumas mudancinhas assim, sei lá, não muito, se anos não dá tempo de mudar muita coisa, mas eu tava meio diferentezinho, mas tava nesse lugar com esse quadro atrás, por isso estou aqui hoje.

E é impressionante porque com toda a franqueza, vocês podem ter outra opinião, cada um tem a sua. Assistindo ao papo das número um no YouTube, eu vi exatamente a mesma energia, o mesmo propósito, a mesma vontade de fazer uso da comunicação, como a gente faz aqui. Eu sou jornalista e sou comunicador e posso afirmar para vocês, não é uma opinião de hoje. E não disse isso abertamente, paraa boa parte das pessoas que me acompanham aqui ou me conhecem, eu tenho múltiplas funções dentro do jornalismo e da área da comunicação.

Essa para mim é a que mais me dá prazer e é que implica em maior responsabilidade, porque aqui não tem TP, aqui não tem teleprompter, aqui não tem produção, aqui tem um preparo que eu faço antes. Eu tenho um um roteirinho básico que eu sigo, mas eu tô falando de improviso e de coração aberto. Falar de improviso de coração aberto nos dias de hoje nas redes sociais é um risco. Conhece o ditado: "O print é eterno." Eu tenho que estar muito ligado aqui. Na largada do Papo das 9, eu vou recapitular muito brevemente essa história conhecida para quem tá comigo desde o início. Por que fazer o papo das? Primeiro, durante a pandemia nós estávamos num momento de muita dor.

Eu estava em sofrimento e acompanhava todas as pessoas ao meu lado do ponto de vista profissional, porque eu continuei trabalhando porque jornalismo ou ser jornalista é um dos serviços essenciais. Portanto, o trabalho continuou com todos os cuidados e precauções. Eu fiquei apartado da minha família, Cláudia ficou em outro lugar, as meninas ficaram eh a Larissa estudava medicina em Juiz de Fora, a Raquel foi para lá ficar com ela, todo mundo confinado. E aí eu me deparei com a dor da distância dos seres queridos, dos entes queridos meus, a dor de perceber o que é uma pandemia, a maior pandemia, a pandemia do nosso tempo não é a maior. A outra foi a gripe espanhola no início do século passado.

Ninguém sabia direito, a maioria absoluta das pessoas não viveu a gripe espanhola. A gente estava se deparando com uma coisa nova e dolorida. e isolamento social, mortalidade em alta. Muita gente morrendo no Brasil por causa da Covid, muita gente internada nos hospitais sem que os hospitais tivessem as devidas condições de acolhimento e tratamento possível, sem perspectiva de ter vacina e com negacionismo em alta no Brasil. Então, a gente tava num beco escuro, sem ver a saída. Eu escrevi um livro com ajuda da Cláudia em 2015 chamado Viver a Melhor Opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo.

Esse livro me deu com toda, eu vou aqui, gente, eu não vou nem medir palavras, eu vou falar o que é porque a experiência minha, então não tem por ficar buscando a a palavra mais palatável. Eu vou direto ao assunto. Eu estudei a fundo o fenômeno do suicídio, da depressão e das patologias de ordem mental. Eu tive naquele momento a clareza do risco que corríamos com o isolamento social, posto que somos seres sociais, especialmente nós latinos que gostamos de contato, abraço, gostamos de presença. Esse sofrimento era gravado e o combo daquele momento implicava num sofrimento psíquico enorme e numa numa desidratação emocional igualmente preocupante.

Eu entendi que deveria fazer alguma coisa explorando o recurso das redes sociais. Ariane foi fundamental nesse momento, me ajudando a balizar a melhor ideia. Obviamente não concordamos em tudo. Ela, por exemplo, ficou preocupada no primeiro momento, mas respeitou a ideia de fazer algo acima de 3 minutos, que é as redes sociais não gostam de gente que usa esse espaço da rede social para ficar muito tempo, né? Inclusive durante a pandemia a gente fez a primeira live com Caetano Veloso, não sei se vocês se lembram, primeira vez que o Caetano ia aparecer na pandemia.

E a gente fez pelo Instagram e a Paula Lavini, mulher do Caetano, depois que deu uma hora, porque Instagram cortava a transmissão depois de uma hora. Só que a Paula conhecia a responsável pelo Instagram no Brasil da Meta e falou: "Não, não, não, vocês aí podem fazer o tempo que vocês quiserem, não por mim, óbvio, pelo Caetano. Gosto muito de te ver, leãozinho." Não. Então foi aquela primeira live do Caetano, foi aqui, cara, com a gente e as redes sociais não gostam, portanto, de coisas extensas. O Papo das desde o início foi concebido para ter uma hora. O Papo das teve esse título porque ele pintou assim: "Não, a gente tem que ter pontualidade, ele tem que começar no horário certo".

E isso tem um fundamento, porque nas tradições espirituais, quando você marca sempre um horário para fazer algo que tem uma pegada de interligação com plano superior, é bom ajustar o relógio da terra com o relógio deles. Pontualidade é tudo. Eh, palestra em centro espírita tem hora certa, missa tem hora certa, tudo com hora certa. eh, sincroniza com outros, outras dimensões. Para quem não sabe, fica ligado. É assim que é para quem acredita e quem tem alguma relação com esse plano espiritual. Bom, e desde o início entendemos que deveríamos estabelecer um roteirinho. O roteirinho ficou claramente definido na largada. Isso veio pronto. Essa sensação que eu tenho.

Essa não é uma ideia que eu acho que tenha sido minha. Eu acho que eu sou aqui o fio terra de um projeto. Eu acho que tem forças interagindo, permitindo que haja eh um objetivo maior, que é o de através da comunicação reduzir angústia, ansiedade e estresses evitáveis ou desnecessários. Então vamos lá, começando por onde? Pelo. Olha o minuto de sabedoria original aqui. Como ficou, cara? 1000 edições do Papo das 9 apenas no YouTube, fora do Instagram. Ele ficou em petição de miséria, como diria minha avó.

Eu tive que obviamente usar um que eu ganhei de presente mais novinho, já tá com a página meio arrebitada aqui, mas aí quando a gente abre ao acaso, a coisa fica menos arriscada de abrir numa mensagem que já tava lá marcadinha. Assim foi. Começa com minuto de sabedoria. Depois a gente vai com uma sugestão de leitura, já que estamos em confinamento, vamos ler, vamos promover a boa literatura de diferentes eh matizes, romances, livros de ciência, livros religiosos. E eu sendo espírita, vocês são testemunha, não fiz aqui proselitismo religioso.

A gente abriu espaço para indicação de livros de rabinos, de babalorix, eh, explicando o islamismo, livros de pensadores católicos são muitos, inclusive, que eu conheço pessoalmente e admiro. protestantes, movimentos protestantes, pastores que são muito cuidadosos assim na maneira como expressam a sua fé. Eh, budismo. Nossa, a gente abriu espaço aqui e no judaísmo pros rabinos, a gente abriu o espaço respeitando sempre as diferentes colorações espirituais de quem tá do outro lado. Então, isso veio vindo. Recomendação de livro depois de abrir o minuto de sabedoria. Em terceiro lugar, recomendação de ajuda. Muitas obras, muitas obras. assistenciais e muitas pessoas que fazem a diferença e precisam de recursos materiais para continuarem fazendo a diferença no período do recesso da pandemia através do papo das ve através de vocês, da ajuda de vocês.

E era incrível porque a gente começou esse trabalho sem ter noção quem é que vai acompanhar isso todo dia. Eu não tava preocupado, eu queria fazer a minha parte. Eh, será que as pessoas vão entender qual é a proposta? Será que tá claro para todo mundo o que que a gente tá tentando aqui? A resposta foi avaçaladora. Impressionante. E na hora de pedir algum tipo de ajuda, vocês nunca falharam. Eu me lembro que eu procurava eh os casos mais emblemáticos de dificuldade de operar a caridade, de resolver questões do dia a dia, porque as pessoas em isolamento social ficaram expostas a desemprego, desassistência econômica, muita dificuldade de sobreviver e quem faz caridade também ficou em apuros.

Então, como é que a gente organiza essa ajuda? Então, foi muito bonita. Eu queria dizer isso com todas as letras, a resposta que vocês deram em centenas de pedidos, centenas de pedidos de ajuda, os mais variados, né? Eu me lembro de uma amiga do Papo das Nes do Rio Grande do Sul que tem uma condição de eh dificuldade enorme de enxergar. Ela tem pouquíssima visão. O óculos não resolve. Ela tem realmente a deficiência visual. Tecnicamente ela não é cega, mas ela não enxerga as coisas como deveria. Eh, ajudamos essa amiga a ter um óculos de última geração, fabricação estrangeira, tecnologia israelense, salvo engano, que faz a tradução das coisas.

Você abre o livrinho minuto de sabedoria, põe na frente do Óculos. Aí o óculos diz: "Menutos de sabedoria, Carlos Torres, Pastorino". Aí você abre a página. Cara, eu abri a página só para contar essa história. Eu não ia abrir o pastorino hoje. Olha como é que a espiritualidade maior tá sempre junta. Qual foi a página que eu abri aqui? É o Acaso 165. O homem não pode viver isolado. [risadas] É exatamente o que a gente tá falando. Nós somos seres sociais. A gente tava em situação muito delicada durante a pandemia. O papo das veio reconhecendo isso. O homem não pode viver isolado. O homem é mulher, a humanidade.

A gente deu, eu me lembro de uma senhora, eu vi essa história na mídia do Mato Grosso do Sul a Mato Grosso, um dos dois estados, era uma avó que cuidava sozinha do neto, o pai desconhecido e a mãe havia morrido com por causa da pandemia. E ela precisava reformar lá o truck, né, a barraquinha dela, porque já era difícil vender durante a pandemia qualquer coisa, mas aquilo era o ganhaapão dela. Fizeram uma reportagem, eu consegui na mídia que fez a contou essa história, o telefone dessa mulher em confiança. Liguei para essa senhora. Essa senhora não me conhece. Eu falei assim: "A senhora é fulana de tal. Sou a senhora realmente, eu vi a reportagem a seu respeito. Eu queria saber. É isso mesmo.

A senhora tá precisando de ajuda para montar o seu negocinho de vender lanchinho, etc. Tô, tô aqui numa situação muito difícil. OK. A senhora pode confirmar então seus dados? A senhora tem Pix? Ela ficou meio desconfiada assim. Sim, obrigado. Ela teve a ajuda necessária para sair da situação difícil em que ela se encontrava, porque vocês compareceram. O último caso que também tem vários, eu me lembro durante esse período dos 6 anos do Papo das 9, tivemos o maior incêndio da história do Pantanal devastando a maior área alagada, né, do planeta planície, alagada riquíssima em biodiversidade. Uma tragédia ambiental e social. A gente fez aqui uma promoção, né?

Se você comprar um livro de minha autoria, eu dou o valor correspondente a duas instituições. Que eu pedi ajuda a uma amiga do Pantanal, Cláudia Geiger, que fez vários Globo Reporter fantástico, Jornal Nacional sobre o Pantanal. Falei: Cláudia, duas organizações confiáveis pra gente destinar recursos. E aí, salvo engano, foi algo em torno de R$ 30.000. R$ 1.000. E eu quero agradecer ao nosso querido Ricardo Pindilf Pinfield, desculpa. Eh, eu sempre chamo de Ricardo, aí vem o sobrenome da Tilte. O Ricardo é nosso editor, nosso irmão, nosso parceiro, nosso amigo. Falei com ele hoje, estamos sempre em contato.

Eu tenho uma gratidão enorme por ele, entre outras razões, porque durante foi tão bem sucedida essa campanha com Ricardo Pinfield falando: "Não dá para fazer". Só que eu já tinha anunciado antes de conversar com ele que que deu. Tanta gente entrou nessa ajuda pro Pantanal dessa forma que este que vos fala ficou em apuros que eu falei: "Gente, isso vai ser uma fortuna. [risadas] Essa história é inédita, tô contando para vocês." E o Ricardo negociou com as editoras. Não, vamos tirar a nossa margem pro André não ficar lá sobrecarregado com a contrapartida. Então, foi muito bonita a participação de todos nos movimentos que fizemos e foi possível destinar.

E eu dei a devida prestação de contas, botei extrato bancário, botei CNPJ, botei tudo. Cara, comigo prestação de contas é fundamental. E aí a participação de vocês, a participação de vocês foi algo que me fez bem. Eu procurei o papo das nova em situação aflitiva, apartado da família, trabalhando sob risco, com medo de parar no hospital e terem que botar me intubar sem anestesia, porque tinha esse problema também num determinado momento. Era o meu maior pesadelo. Eu não tinha medo de morrer. Eu tinha medo de parar no hospital e não ter o anestésico para me entubar. Cada um com o seu, cada um. O meu medo era esse.

E aí fizemos aqui o, aliás, eu falei do Ricardo Pinfield e ele generosamente, foi a conversa de hoje de manhã também, ele fez o seguinte: "André, eu não pedi isso para ele. ele que mandou essa falando assim: "De 30 de janeiro a 8 de fevereiro, quem quiser ter 30% de desconto nos livros de sua autoria que estão com a gente aqui e são vários, é só acessar o site da candeia". Candeia.com, aquela barrinha assim, André Trigueiro, tudo junto. Se você entrar no site da Candeia e botar meu nome, tudo bem. Vou repetir. candeia.com, aquela barrinha assim invertida. André Trigueiro, tudo junto. Vocês sabem que eu cedi 100% dos direitos autorais de todos os livros.

Todos são todos, inclusive os livros não espíritas. Então, para vocês terem de frente para trás aqui, olha só, o último livrinho vai para 100% dos direitos autorais. Eu faço questão de publicar para cobrarem mesmo. Vão para a Escola Espírita Joana de Angeles em Japeri, uma das áreas mais desassistidas de IDH do estado do Rio. Viver é a melhor opção. 30% de desconto lá na candeia. Os direitos autorais vão pro centro de valorização da vida do CVV. Tá aqui o Grito da Terra em parceria com Adeísson Sal, esse meu parceiro, colega, livro infantil falando de meio ambiente. A parte que me cabe no livro doada para as casas André Luiz em Guarúhos, para onde também seguem os recursos desse livro aqui.

Sabedoria no dia a dia, direitos autorais totalmente destinados para as casas André Luiz, referência no Brasil para pessoas que têm eh paralisia cerebral, deficiências físicas ou mentais. É um trabalho lindíssimo. A força do um 100% dos direitos autorais cedidos para o Fraternidade sem fronteiras do meu amigo Wagner Moura. Não o ator premiadíssimo agora. Wagner Mouro, nosso querido gestor de um trabalho monumental que se espalha por diversas regiões do Brasil e fora do Brasil, principalmente a mãe África. Isto posto, eu vou partir então para as mensagens várias, gente. Amanhã a gente vai dar a lista de todas as pessoas que participaram enviando mensagens calorosas, amigas.

Eu vou compartilhar aqui em público algumas dessas mensagens que vocês generosamente enviaram e fico feliz de poder fazer isso hoje na edição 998 do Papo das 9, direto do meu cafofo, exatamente no cenário onde fizemos a edição número um em março de 2020. Então vamos lá. Vamos lá. Cadê? Nossa, tanta mensagem para fazer seleção de mensagem foi um parto, tá? Foi muito difícil. A Cléo Alves, minha querida amiga, fala assim: "Eu vou eu vou tirar a parte assim mais pessoal dos elogios rasgados, os quais eu não sou digno.

Eu tenho que me me policiar aqui para vocês entenderem que quando eu compartilho as mensagens, eu não seria cabotino de ficar compartilhando algumas referências a mim, que eu sinceramente não me sinto muito à vontade." Ela diz assim: "Meu querido André, realmente fica muito difícil apontar um só uma lembrança do papo que mais lhe marcou, mas não tenha dúvidas que me fez buscar conhecimentos profundos sobre a espiritualidade. Estou muito feliz com essa oportunidade.

Doutor, eu selecionei a mensagem da Cléo porque de fato foi muito estimulante para mim perceber que a partir das reflexões espirituais que fizemos no Papo das ve, não apenas e das ligadas a espiritismo, mas de outras cepas, outras leituras e sem o proselitismo religioso, sem dizer: "É isto que é a verdade". Não, todas as vezes com muito respeito pela percepção de cada um. Então, a Cléo tá expressando aqui algo que foi muito objeto de um cuidado enorme, meu. Nós não deveríamos passar pela existência nesse planeta banalizando o sentido mais profundo da existência, que é justamente quem sou eu, de onde vim, para onde eu vou.

A vida é passageira, a vida passa rápido, qual é o sentido espiritual da existência. Isso foi um tema recorrente aqui no papo e a Cléo destacou isso. A Sandra_line, o é Sandre_line F, mas é homem. Então Sandre_line F deve ser o diminutivo de sobrenome ou do nome. Ele destaca aqui a edição da vida pós morte. Essa live me ajudou muito a começar a entender e superar a passagem do meu amor, do meu pai.

Então, achei muito interessante, destaquei essa mensagem porque durante a pandemia foram muitos aqueles que acessaram papo das dolor doloridos pela perda dos entes queridos e a gente sempre tentando compartilhar as ideias presentes em diversas religiões ou filosofias espiritualistas que afirmam categoricamente a existência, a sobrevivência da alma, a vida após a morte. A gente falou muito disso e a gente não só falou, a gente no caso do espiritismo, existem as práticas mediúnicas, inclusive de materializações. Quer dizer, com todo respeito, eu sou casado com uma agnóstica. As pessoas às vezes falam: "Nossa, André, mas a Cláudia não é espírita?" Não, a Cláudia não é espírita.

Estamos há 18 anos juntos, né? Eh, isso para mim não é importante. Eu posso me casar com uma pessoa que seja espírita, mas não tenha luz, não tenha caráter, não tenha, eu diria, honestidade, não seja uma pessoa digna. Eh, religião não define as pessoas. O que define as pessoas são as práticas no dia a dia. Cláudia tá comigo, respeito o espiritismo e eu respeito a, eu diria, forma como ela lida com as questões espirituais. Então, fico feliz. O Sandre colocou aqui que o Papo das 9 ajudou ele a superar a perda do amor do pai. Aí vem aqui Pagunk Natália, que bção. Três dias com Andrezito. Olha, os apelidos que vocês me deram durante esses se anos foram incríveis. Andrezito foi um deles.

Aí ela tá dizendo aqui: "O Papa das nove que me emocionou muito e me ajudou a passar por um desafio muito doloroso ao meu coração foi: Entrego, confio, aceito, agradeço. Esse me ajudou a sair do fundo do poço. Gratidão. Entrego, aceito, confio, agradeço. Isso aqui eu comprei lá em Visconde de Mauá numa viagem que fiz anos atrás. Deve est invertida a letra, né? Entrego, aceito, confio, agradeço o mestre Hermógenes produtor da Rateoga no Brasil, que eu tive o prazer de conhecer e tê-lo como amigo. Cunhou esse jogo de palavras, cada palavra dessa encerra um sentido muito estimulante, muito encorajador. Entrego, aceito, confio e agradeço.

É o que a gente sempre evocando Joana de Angeles pela psicografia de Divaldo Pereira Franco chama de resignação positiva. Diante de circunstâncias da vida sobre as quais eu não tenho controle e não me favorecem, implicam em dor, sofrimento, né? Eu fico prostrado, eu fico desanimado, desalentado, desesperançado. Preferia que não fosse assim. Bom, eh, mas as coisas são o que são e a Terra não é um paraíso de delícias. Parafraseando aqui uma mensagem presente nas obras básicas do espiritismo. Então, que a gente saiba lidar com os momentos difíceis. Esse é um ensinamento de sabedoria.

Eu fico feliz, viu, Natália, que você tenha gostado particularmente de um dos estudos que fizemos exatamente sobre esse assunto. Silene Rodrigues Albuquerque. Eu também selecionei, ela mandou há três dias a seguinte referência dela. Muitas vezes o papo tocou meu coração, me marcou sempre que falou de força, coragem e fé. E também um papo recente que falou da impermanência. Gente, força, coragem e fé é o nosso mantra, né? Olha só, isso aqui eu ganhei eh o Márcio artista numa telha de cerâmica, botou lá força, coragem e ferro, mandou para mim. Aí tem essa, esse tecido aqui, a Denise também mandou, foi das primeiras a mandar.

Pessoal por amigos, por terceiros, ou descobre como é que chega até mim, manda pra TV. Ih, aí mandou isso daqui, tá comigo. Tem tanta coisa, eu não vou conseguir mostrar tudo que eu já ganhei muita coisa. Eh, e tem os mantras, né? Tem o Força, Coragem e Fé, tem o Se Liga na Missão, um menino de São Paulo, Vander, que eu tive o prazer de conhecer, conheço os pais dele, menino. Assistiu o papo das ve, cara, e ele fez, ele teve a ideia de fazer e fez. Olha o que que ele fez. ão se liga na missão, né? A se liga na missão. [risadas] O papo das 9 é 10. Força, coragem e fé. Vai passar. Vai passar. É. Eh, pedimos emprestado do Chico Xavier. ão se liga na missão. Papo das 9 é 10. Força, coragem e fé.

Vai passar do meu amigo Vander. O meu público não é de crianças, mas teve crianças. Eu tive relatos assim dos pais ou avós dizendo: "Ah, quando você começa a cantar ou quando você começa a contar uma história engraçada ou quando você começa a falar de um jeito que é mais acessível paraa garotada, a garotada vai lá, aí o pessoal diz: "Não, ele gosta de ver você fazer isso, você fazer aquilo, você fazer, né? as coisas que são geradoras de empatia com criança. Eu faço isso porque não só eu, todos nós temos um lado criança. No momento de dor e sofrimento, principalmente durante a pandemia, libertar essa criança que tá dentro de você, fala sério, é livramento. [risadas] Deixa a criança solta, pelo amor de Deus.

Deixa eu dar sequência aqui. As mensagens são muitas. Eh, talvez não dê tempo de referenciar todas. Através das mensagens eu tô evocando a memória de algumas alguns papos. Lembrando que a Celene também falou da impermanência que tem cara aos budistas. Há um livro psicografado pelo Divaldo, assinado pelo pastorino chamado Impermanência e espiritualidade. Então, Impermanência é essa condição de que nada é, tudo está e a gente precisa para ter uma condição de paz interior aceitar as mudanças. a mudança do corpo, a mudança das circunstâncias. Ah, meu filho vai sair de casa. Vai sair de casa. Ah, minha mãe morreu, morreu. Porque todos nós faremos a passagem.

Eu prefiro usar a expressão desencarnar. A morte não existe. Aliás, eu tô lembrando, passamos por seis dias de finados, né? E eu achava graça falando assim: "Eu na hora que desencarnar e alguém na terra que gosta de mim lembrar de mim no dia de finados, porque eu tô mais vivo e serelepe do que tava na terra. Eu tô liberto do corpo. Eu tô numa condição de plenitude do das minhas faculdades existenciais. O corpo é uma ferramenta preciosíssima durante nossa passagem pelo planeta. Quando o corpo não tem mais utilidade e serventia, como uma roupa velha, você fala assim: "Opa, rasgada, maltapilha, suja, tô me tô descartando a roupa, ela não tem mais utilidade para mim, vai virar outra coisa".

O corpo da gente é isso, né? A gente falou muito do jumentinho de São Francisco de Assis. Atribui-se a ele a comparação do corpo físico a um jumentinho. Você vai cuidar bem do jumentinho. Você tem que alimentar bem o jumentinho. Você tem que dar banho no jumentinho. Você tem que escovar o jumentinho. Você tem que brincar com o jumentinho, né? Você tem que passear com o jumentinho. Ele precisa ser alvo dos cuidados, mas ele não é mais importante do que você. Ele é um amigo, um parceiro, alguém que será útil em várias situações, por vários motivos, mas é um jumentinho, é uma ferramenta, tá? Nesse sentido, fez uso eh da metáfora, digamos assim, São Francisco atribuí-se a ele essa leitura.

Deixa eu ver aqui quem mais. Opa, quanta mensagem. Eu tenho que ir mais rápido aqui. Alice Maft Maft M TF FTF. Estou por aqui desde o início. Estava morando em Brasília sem minha família. O Papo das 9 e você me tiraram da imensa tristeza que eu tinha por estar longe de todos. Quando peguei a Covid, minha filha e meus irmãos ficaram muito preocupados, pois na época não tinha tratamento nem vacina. A gente dormia com medo de no dia seguinte estar entubado, mas graças a Deus não tive a forma grave, fiquei em casa isolada. A minha companhia diária era o papo das ve muito difícil escolher um que tenha marcado mais, mas fico com o relato de sua viagem para Fátima. Foi muito especial.

Sou da Corrente do Papa até hoje. Ah, as cantorias também são maravilhosas. Adoro. Gratidão sempre. Força, coragem e fé. Vai passar. Então vamos lá. Realmente por duas vezes surgiu o ensejo nas perguntas de vocês das questões de fé de eu reportar a experiência que tive em Fátima, Portugal, no santuário. Mas não no santuário que virou catedral. Tem uma parte do da da do espaço do santuário que é reservado aos peregrinos que chegam e sentam. Tem um toldo, se tiver chovendo, você fica protegido. E tem uma imagem de Nossa Senhora ali. Eu nunca fui propriamente devoto de Nossa Senhora. Eu tenho muito respeito.

Ela toca a fundo meu coração em alguns momentos, mas assim, São Francisco toca mais meu coração, para ser sincero. Jesus chega mais perto de mim. Nossa Senhora tá ali num lugar de muito respeito. Eu vou resumir, senão eu vou vou chorar de novo. Não quero fazer isso. As duas vezes eu que eu procurei detalhar a passagem por esse lugar dentro do espaço onde fica o santuário, reservado aos peregrinos, aberto ao público, das pessoas sentarem e olharem para essa imagem dentro de uma redoma de vidro. Eu não sei explicar. A Cláudia me acompanhou as duas vezes, ela ficou assim que ela não é que não tenha me reconhecido. Ela se surpreendeu assim como eu me surpreendi.

Eu me surpreendi com uma emoção, como se eu tivesse colocando assim a minha cabeça no ombro ou tivesse sendo acolhido num abraço ou se eu tivesse sob a proteção assim do regaço da mãe de Jesus. Eu me senti maravilhosamente envolvido, mas era uma sensação de acolhimento tão poderosa que as duas vezes eu chorei de soluçar. Eu não sei explicar o que que houve. Eu só tô reportando fatos que ocorreram comigo. Eh, ali aconteceu alguma coisa que eu não sei explicar, mas que foi muito profunda e no meu pacto assim de reportar a vocês, o que me parece importante, sem me colocar e nunca fiz isso e sempre, parêntese aqui, deixei claro as minhas imperfeições, as minhas falhas, os meus erros.

Eu tenho plena noção das minhas inúmeras limitações. Então, que ninguém faça conexões indevidas. Ah, o André não, o André, ó, bota no chãozinho, porque além do chãozinho não é o André. O que eu reportei, portanto, foi um sentimento de eu tô usando uma palavra que eu não sei se expressa exatamente o que houve comigo duas vezes. E na segunda vez eu fui meio cientista, meio cara duro assim, sabe? Quando você diz assim: "Agora eu tô tô ligado, a outra vez eu devia estar fragilizado com alguma situação mal resolvida. inconscientemente eu me deixei levar para uma emoção.

A segunda vez foi impressionante, porque a segunda vez eu tava ligadaço, falei: "Eu quero ir lá porque eu preciso tirar isso a limpo." E da segunda vez a Cláudia, [risadas] ela olhava assim, respeito, ficava na dela, falou assim: "Aconteceu de novo". Que que eu vou vou dizer? Foi o que foi o que houve, né? Foi isso que houve em Fátima. Eh, portanto, é isso que eu tinha para dizer sobre esse assunto. Deixa eu ver a outra mensagem aqui. Eh, PP, nem tem tanta mensagem. Eu eu botei em sequência aqui. Alice, eu já falei. Eh, cantar. Muito bem. Papo das 9 diariamente. Força, coragem e fé. Número 1000. SM Pascoali.

André, já são anos e muitos momentos especiais na época da Covid, com tantas perdas, eu respirava o papo. Se não fosse essa corrente de bem terapia, não sei como teria passado. De lá para cá, não larguei mais destas mãos amigas e são tantas. Além disso, que muito me emociona são as causas animais de proteção à floresta e, é claro, de São Francisco e da partida do nosso querido Papa Francisco, que também representou as causas que amo, e do apoio ao querido padre Júlio Lancelote, exemplo de nosso grupo voluntário no Rio.

Então ela tá falando aqui, realmente as questões ambientais nunca deixaram de ter lugar relevante no papo das, sendo eu alguém muito muito identificado, interessado, estudioso do assunto e testemunhando a maior crise ambiental e climática da história da humanidade. Da humanidade. E São Francisco é aquele santo que eu tô mais é é a figura emblemática da história do cristianismo que mais vou ficar chamando de santo, que é uma denominação mais católica, mas a figura de Francisco de Assis me toca mais fundo ao coração. Quando veio o Papa Francisco foi durante, né? Eh, a gente teve essa empatia porque o Papa Francisco veio em 2015, né? 2015.

Então, ah, é muito interessante a forma como o Papa Francisco, nesses tempos bicudos e difíceis, trouxe um alento pra gente acreditar na vida, defender a vida, proteger a vida. Eu tô com uma camiseta hoje, eu respeito a vida hashtag, ó. Tô aqui ainda para sempre, Deus queira, com esse compromisso. Então, tá tudo junto e misturado. Francisco de Assis, Papa Francisco e o lado ambientalista do Papa das Novas em favor da vida, em favor da orelha, que eu já me posicionei e, aliás, a gente vai fazer essa digressão mais amanhã, tá bom? Eh, no papo das 9, número 999, para numerólogos, isso pode significar alguma coisa. Eu que graças a Deus não jogo nada, nem devia tá falando isso, mas eu brinco, né?

Carioca tem essa esse espírito brincalhão. 999 no do papo das se liga na missão. Vamos lá. Gerváo Neto, querido amigo de Campos dos Goitacazes, através do Papo das 9, ele me acessou, nos conhecemos pessoalmente na feira do livro de Petrópolis, né, a Flip Petrópolis. E depois a convite dele, fomos a Campos fazer palestra. Vi como é que o Papa das Novas enseja? Coisas incríveis, né? Coisas incríveis que vão se desdobrando. Então, o Gerváo trouxe aqui uma mensagem muito bonita. Não tem como esquecer dos primeiros três meses. Pandemia, agonia, medo, angústia. E aí vinha você com Minutos de Sabedoria e tudo se acalmava. Com isso, resolvi fazer algo parecido e minha vida mudou completamente.

Virei professor e palestrante espírita, embora eu seja mais um conversador. E não posso deixar de citar meu mantra diário, aspas. Escutar é verbo auxiliar de amar. Fecha aspas. Do texto quem ama escuta presente no livro A força do um. Gratidão sempre, amigo querido. Um amigo que fiz através do Papo das 9 e uma pessoa que já trazia dentro dela. Isso é que eu acho incrível isso. Vocês despertaram em mim o exercício de muitas virtudes e talentos, porque tem que exercitar, isso não tá posto, isso tem que ser sempre.

E a gente nas conversas, sem saber onde vocês estão e na maior parte dos casos, quem são vocês, essa essa troca, esse intercâmbio determinou em muitas pessoas através dos assuntos e das reflexões aqui, vontades, desejos de realizar aquilo que já estava dentro delas. Gerváio, essa é a minha percepção em relação a você. Tá, você tava prontinho para fazer um monte de coisa que você já faz e vai fazer ainda. O papo, talvez, segundo suas palavras, em algum momento tem ajudado a dar liga. Sabe aquela coisa? O clique, sabe? O famoso eureca, o famoso clique. Parabéns, viu, querido? aqui, olha, a nossa queridíssima Cristiane Souza de Porto Alegre, que é assim e alguém que tem generosamente articulado dentro do grupo que acompanha o Papo das 9 outro grupo.

Então, tem um um grupo que nasceu, eu só soube disso muito tempo depois, sem nenhuma participação, em gerência, nada, um grupo de pessoas que assiste o Papo das Nov, que se articulou fora do Papo das Nov para fazer seus estudos, seus projetos, seus movimentos. A a Cristiane tá nesse grupo e ela sempre presente. É impressionante. E esse grupo, inclusive, por vezes, quase sempre ou sempre, porque eu não consigo ficar lendo aqui direto, ah, o Gervas é de Campos dos Goitacazes. Célia, eu falava da Cristiane.

Cristiane, ela pertence a esse grupo que atua durante o papo das 9, acolhendo pessoas que estão mandando para mim perguntas ou questionamentos que eu não tô conseguindo responder, porque a dinâmica do papo não é ao vivo assim de eu ficar lendo nas duas telas do YouTube e do Instagram. O que que vocês estão mandando, não dá, é humanamente possível, não é a nossa proposta, a gente vai ver depois. Mas durante a Cristiane e esse grupo atua, ela diz assim: "Foi relativamente complicado escolher diante de tantas situações, sentimentos e inspirações diversas nos 6 anos de papo." Cara, ela foi fazer essa pesquisa na relação dos 1000 papos das nove e ela garimpou cinco edições, tá?

A primeira, desesperar jamais, tá lá no YouTube, 3 de junho de 2020. Segundo, a Cristiane acha, ela não colocou em ordem de importância ou valor, ela colocou em ordem cronológica, do antigo pro novo, criando hábitos de moralidade, exibido em 9 de fevereiro de 21. O desafio de ser um defensor da paz exibido em 6 de fevereiro de 23. A coragem de ser imperfeito exibido em 24 de julho de 2022. Você é fiel a si mesmo, exibido em 23 de fevereiro de 25. Cris, obrigado, querida. Conheci pessoalmente a Cristiane em Porto Alegre, conheci a mãezinha dela. Figura assim, sabe que chodozinho, dá vontade de abraçar. Tem que abraçar com cuidado.

Eu tive uma avó que eu adotei como avó da dona Gabriela, do Centro Espírita Joana de Ângeles em Copacabana que tinha osteoporose. Ela tinha idade avançada e osteoporose. Só que o meu chame, o meu carinho por ela era tanto que quando eu abraçava eu só vi ela falando assim: "Ah, aí, opa, desculpa. Teve umas duas vezes que eu quase cometi uma fratura, digamos assim, do meu xodó por ela. Tem aqui também, olha só, a Bet Freitas dizendo pra gente aqui, ó. André, gostei muito quando você mostrou os bastidores da live na pandemia. Também gostei muito que você mostrou ser gente como a gente, especialmente quando compartilhou que estava lavando roupa e fazendo suas refeições.

Foi um período umbralino aqui em casa, porque nessa encarnação, olha as minhas imperfeições aí, eu não sei cozinhar. Eu não sei cozinhar. Aí eu tive que aprender. Obviamente o que saiu desse aprendizado foi algo complicado, né? Eh, eu diria quase suportável. E outro momento especial foi quando enviamos mensagens no aniversário do papo e ali podemos ver a cara das pessoas que ouvíamos você dizer o nome delas apenas. Sofremos juntos sem nos conhecermos. Sofrer junto, né, querido, não é pouca coisa não, querida. Sofrer junto é clicidade. Ninguém larga a mão de ninguém. Isso é sofrer junto. Viajar e receber, que tem a o ícone da Mafalda diz assim: "São inúmeros papos legais, coisa e tal.

Fiquei muito emocionada com os estudos dos jovens no além. De fato, a Federação Espírita do Espírito Santo publicou uma edição chamado Juventude Interrompida com o relato mediúnico de jovens que fizeram a passagem. Nós fizemos por algumas semanas um estudo de jovens que desencarnam aos olhos da gente precocemente, né? E a gente vai ter a fundamentação da razão pela qual, se o acaso não existe, porque alguns jovens desencarnam jovens, que é algo muito interessante da gente dentro da das correntes espiritualistas investigar. Assunta Maria Basile diz assim: "Sigo o papo desde o primeiro, sem palavras para agradecer sua disponibilidade. Força, coragem e fé tornou-se meu mantra.

Tenho todos os livros seus. Deus abençoe por tudo, principalmente por me ajudar a seguir em frente desde a passagem da minha filha há 7 meses. Minha gratidão eterna. Isso é muito emocionante, porque a gente também trabalhou o tema do luto várias vezes. O luto não como um sacramento católico, o luto como algo recomendado pelos especialistas em saúde mental para que a gente não drible essa dor. Essa dor tem lugar, ela é legítima, ela é verdadeira. O coração sangra e se é mãe que perde filho, não cicatriza. Você deixa de sangrar um tempo, aí no dia do aniversário sangra de novo. Uma memória que surge de repente sangra de novo.

Então assim, eh nós precisamos respeitar essa dor e nós precisamos dar tempo. É o que os especialistas dizem. A gente replicou aqui citando as fontes, abrindo aspas. A gente precisa descobrir, é, é autoconhecimento, quanto tempo cada um de nós precisa para que essa dor vá, eu diria, encontrando o seu lugar numa gaveta da mobília. É disso que se trata. Em algum lugar, essa dor vai precisar ser carinhosamente acomodada, ajeitada. Ela vai continuar ali, mas ela na linha do tempo, eu sempre disse para vocês, com base na experiência da perda do meu pai e da minha mãe e de outros entes queridos, mas esses dois foi, por razões óbvias, mais próximo e mais dolorido para mim. A dor percuciante, né?

Ela se transforma numa saudade doída e depois numa lembrança gostosa. Eu acho isso muito inspirador para mim e gosto quando vocês compartilham comigo essa sensação de que quando a gente fala da nossa dor, eu aprendi isso com CVV, aprendi isso com alcoólicos anônimos também, quando você faz a roda lá dos dependentes químicos ou você faz o trabalho terapêutico com pessoas, falamos muito de uma psicóloga que eu conheci de perto aqui, a Dra. no Leto, no Rio de Janeiro, com mães que perderam seus filhos. Ela generosamente faz esse trabalho juntando essas mães para que elas verbalizem e falem sobre essa dor em grupo.

E o CVV, sem a perspectiva terapêutica, mas com a perspectiva do desabafo e de uma forma das pessoas ali se perceberem cúmplices de uma mesma experiência. E isso fortalece a nossa coragem de seguir em frente. É óbvio, isso faz a diferença. A Alves de Genani diz aqui: "Foram tantas edições benéficas, mas veio uma agora quando você explica que a rua é a extensão da nossa casa. Por isso a responsabilidade é nossa". Por exemplo, em relação ao lixo, com os espíritas, eu gosto de brincar sempre dizendo mundo de expiação e provas, que é como os espíritas falam desse momento da história. Nesse mundo a rua é de ninguém.

Agora, no mundo de regeneração, que é como os espíritas falam de um mundo com outra vibração, um mundo melhor e mais justo, a rua deixa de ser o lugar de ninguém para ser o lugar de todos, né? Então eu fico feliz com essa citação. Tá chegando ao final a edição 998 do Papo das 9, excepcionalmente amanhã, sábado, quando não temos Papo das 9, teremos para ser a edição 999 do Papo das 9. Se liga. [risadas] E domingão. Eita, domingão é o papo das nova edição. 1000. 1000. E aí eu quero lembrar os temas, né? Quer dizer, a gente tem eh os temas do Papo das Noves, o de hoje e eu espero que tenha sido bom para vocês, como foi para mim, muitas lembranças gostosas.

A gente falou da pandemia para cá, onde chegamos. Amanhã, excepcionalmente sábado, chacalhão planetário, destruir para florescer. Vamos falar da orelha amanhã, se liga. Não apenas dele. Vamos falar de questões que estão ah resumidas no título: Chacoalhão planetário, destruir para florescer. E no domingo, a força do um, nome do nosso querido livrinho, como todos os livros de minha autoria. Beijo a Ricardo Pinfield de novo, meu editor que generosamente ele falou: "Trigueiro, já tá na edição 1000".

Então, avisa aí entre 30 de janeiro e 8 de fevereiro, portanto de hoje até 8 de fevereiro, uma semana, pouco mais de uma semana, todos os meus livros que tem 100% dos livros, os direitos autorais totalmente cedidos para organizações filantrópicas, terão 30% de desconto. Entrando na candeia.com/invertida, André Trigueiro, tudo junto, meus amigos. Anda com fé para não costumar falhar. Vai, ô Lara. Anda com ferro para não costuma fhar. Ô Lara, vai. Falei do Caetano, Gil também. Eu me deu a honra de uma live durante a pandemia por aqui. Tá lá no meu canal do YouTube, essas e outras lives, ó. Gratidão. Excepcionalmente.

Hoje, sexta-feira, amanhã, sábado e domingão dom, deixaremos aqui no Instagram a nossa live no YouTube, fica lá para sempre. Fiquem com Deus, tudo de bom. Até a próxima que será amanhã, 9 da manhã. Amanhã sábado, hein? 9 da manhã. Papo das 999. Valeu,

Mais vistos