Minutos de sabedoria
257
Indicação de leitura
Não é o fim do mundo. Autora: Hannah Ritchie
Sugestão de reflexão
Informe-se sobre o interesse dos EUA nas terras raras brasileiras!
Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)
Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Cuide bem do seu amor, seja quem for. seja quem for. Tão linda essa música, né? Tão linda essa música. E ela fala exatamente desse dessa energia que quanto mais você dá, mais você recebe. Quanto mais você se disponibiliza para ofertar. Que que é amor, né? Amor é atenção, é afeto, é respeito, é carinho, é disponibilidade, né? Disponibilidade para ajudar, disponibilidade para escutar, disponibilidade para socorrer, disponibilidade para até quando dizer não, explicar amorosamente, porque a resposta é não, em consideração a quem esperava o sim, né? É interessante a energia radiante, luminosa do amor.
Quando a gente entende que, mesmo sendo imperfeitos e incapazes ainda de irradiar o amor no seu nível de excelência, nós temos a possibilidade sempre de fazer a diferença, como disse Paulo de Morato, apóstolo dos gentios, na carta endereçada aos coríntios, habitantes de Corinto. onde lá fundou um grupo de cristãos, um pouco de fermento levando a massa toda, um gesto aparentemente insignificante, por vezes, tem o poder de gerar um efeito cascata que você nem imagina o alcance. Deixa eu tentar aqui. Peço desculpas. Não sei se tá mais escuro por aí, porque o a câmera compensa, mas eu tô sem a luz. Agora a luz voltou. Quanta luz neste ambiente, descendo sobre nós, ãã, cantando a alma assim, né?
É, no ritmo do recica mais legal. Vamos lá, então. Minutos de sabedoria, evocando aqui a presença dos amigos espirituais, dos amigos invisíveis, para que nos inspirem, nos iluminem, abram os nossos caminhos. E quando a gente estabelece a correta sintonia, e esse momento dessa live é para ajudar a gente a ter essa disponibilidade para fazer o link, vibrar na frequência adequada para receber aquilo que nunca deixa de ser irradiado na nossa direção. Nós é que não temos a atenção devida, a vigilância necessária para atentar sobre o que nós estamos realizando em favor dessa conexão, dessa conexão. Então, vamos conectar. Vamos conectar. que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para abrir ao acaso um livro com mensagens edificantes, inspiradoras que permitam aqui a nossa reflexão e a nossa conexão.
Gratidão por tudo. 257. Menutor de sabedoria. Mantenha sempre no mesmo nível sua coragem para o bem. Coragem para o bem. Não falamos da coragem de palavras, que é fácil. Contar vantagens, todos contam, mas a coragem da luta contra seus próprios vícios é que tem valor, porque daí surgirá a vitória final. Seja constante e persistente. Caminhe reto paraa frente e pro alto e mantenha firme sua coragem na ação de cada dia em busca do ideal. Três vezes nessa mensagem pastorino fala a palavra coragem. Coragem para o bem. O que sugere que por vezes fazer o bem exige coragem. É interessante, gente, a gente refletir sobre isso. Como assim fazer o bem? Eu eu vou dar um exemplo banal.
Banheiro da firma no momento que tá todo mundo usando banheiro e tem o funcionário da limpeza que todo mundo despreza. Eu adoro dar esse exemplo porque eu já testemunhei várias cenas que me deixaram triste. Parece que ele é invisível. Aí você que tem o hábito de reparar nas pessoas que estão à sua volta e principalmente aquelas que realizam um um trabalho, um serviço útil diante daquele silêncio sepulcral que ninguém olha, muito menos cumprimenta a pessoa, você vai lá e diz assim: "Bom dia, seu Geraldo Obrigado pelo seu trabalho. Eu tô falando de um gesto baral. Por vezes cumprimentar uma pessoa em certos ambientes é um ato de coragem. É um ato de coragem.
A gente tá vivendo uma um um período frio em boa parte do Brasil frio. Eu participei agora a pouco ao vivo com o meu amigo Damião na rádio Boa Nova do quadro que eu tenho as sextas-feiras. Eh, uma rádio de Guarulhos da Fundação André Luiz, Casas André Luiz. E ele falou: "Tá 14º aqui em São Paulo". Eu falei: "É, Damiel, tá frio". E o frio enregela a alma, né? Principalmente das pessoas que estão se sentindo muito solitárias em situação de rua, por vezes privadas da saúde, da subsistência básica, não tem certeza da próxima refeição. Aí vem o frio a cachapante da rua. Você tá com frio em casa, cara? tá na sarjeta. Coragem para lembrar que essas pessoas precisam de ajuda.
Ajuda no nível mais elementar é um agasalho, é um prato de sopa ou uma refeição, é algum tipo de atenção. Coragem. Pastorino fala três vezes a palavra coragem. E aí, veja, eu queria encerrar minha reflexão lembrando aqui de outra observação, mas a coragem da luta contra seus próprios vícios é que tem valor, porque daí surgirá a vitória final. Vício é uma palavra forte que remete sempre a uma questão que que remete a dependência química. Normalmente, quando você fala de vício, isso aí é viciado, que é uma palavra politicamente incorreta. A gente já aprendeu a substituir isso por dependente químico, porque viciado tem uma conotação moral. julgadora, né?
A dependência química é mais, eu diria, adequada. Mas o vício aqui não é apenas dependência química vai muito além. Penso eu, é uma interpretação minha aqui, que pastorino tá falando dos nossos condicionamentos. Presta atenção nessa palavra. Condicionamento tem mais a ver com os vícios que aparecem na mensagem. Que que é condicionamento? é uma pessoa que de alguma forma ela não repara nela, então ela reage a situações de estímulos externos da mesma maneira. Por exemplo, não leva o desaforo para casa. Então, toda vez que essa pessoa se sente ofendida, desrespeitada, coisa e tal, ela levanta a voz, brada e e responde na mesma por da mesma forma, olho por olho, dente por dente. Toma.
Isso pode ser um condicionamento. Você aprendeu eventualmente em casa ou aprendeu no com alguém a ter uma postura, bateu, levou. OK? Isso se enquadra no que eu tô percebendo na mensagem como vício. Você se acostumou, é um condicionamento, aquilo já é. Só que aquilo não ajuda você a ter a coragem de insetar a reforma íntima que abre caminho para a sua evolução, dobrando as suas más inclinações, entendendo que certas imperfeições te prejudicam. Certo? Quer dizer, você ser uma pessoa egoísta, orgulhosa, que só consegue ver o próprio umbigo, só consegue enaltecer as próprias supostas qualidades, né? Você como centro do universo, isso é terrível.
Do ponto de vista espiritual, isso é uma uma chaga. Então, eh, precisa ter coragem, cara. Coragem. Coragem para ser paciente, coragem para saber ouvir, coragem para ser humilde, coragem para reconhecer os próprios erros, coragem para mudar o que ele tá chamando de vícios, que são os condicionamentos. Isso é uma palavra muito importante. Quais são os seus condicionamentos? Como é que você introjetou um comportamento que você se quer se dar conta do efeito daquilo sobre quem está à sua volta? É uma expressão do seu ser que você, de tão natural, de tão acostumado com aquilo, você não consegue ter a menor noção do alcance daquele comportamento e ele não te favorece.
Esse é o ponto, muito menos os outros. Percebe o que eu digo? Então, é uma mensagem maravilhosa. Mantenha sempre no mesmo nível sua coragem para o bem. Força, coragem e fé é o nosso lema aqui. Coragem. Uma vez me perguntaram: "André, você fala da do força, coragem e fé, papo das ganhei de presente aqui do Márcio, artista, Márcio e Adriana, uma telha, né, de de cerâmica pintada com o lema que força, coragem e fé". Aí uma vez me perguntaram desses dessas três palavras, qual aquela que você eu diria, mais acha para você importante? Porque cada um tem a sua opinião e ninguém é o dono da verdade. Eu falei: "Coragem, coragem, né?" Guimarães Rosa eternizou no grande sertão Veredas, né?
O que a vida pede da gente é coragem. Coragem. Sigamos. Mensagem 257 para quem quiser depois ler e refletir. Eu acho que é uma bela mensagem pra gente, ó. Fazer a boa conexão, refletindo sobre a própria vida, buscando um caminho de equilíbrio, serenidade e harmonia. elevando o seu pensamento a Deus, a Jesus, ao seu guia espiritual, ao seu orixá, não importa, elevando o pensamento e estabelecendo a boa sintonia. Amém. Deixa eu mostrar aqui um livro que eu vou recomendar. Já fiz isso aqui antes. Não é um livro novo, inédito, mas é um livro lançado esse ano. Olha a capa do livro e o título. Não é o fim do mundo.
Fatos surpreendentes, mitos perigosos e soluções promissoras para o futuro do nosso planeta. Eu já contei quando eu falei da outra vez desse livro que eu não gosto de, eu, André, não gosto de títulos assim que me parecem sensacionalistas e numa capa toda transatinha assim, falei: "Ih, não sei se é bom não". Aí eu fui ver, tava recomendado eh por autores que eu respeito ou porque já li ou porque tem ótimas referências. Eh, e fui checar a biografia da autora, que é a Hann Rich, cientista de dados e comunicadora científica. cientista de dados é uma expressão interessante. Quer dizer, ela procura rastrear dados bem fundamentados e consolidados que possam construir uma visão de mundo, uma tese.
E ela é, além de atuar como editora adjunta e pesquisadora principal do Our World in Data, que reú dados e pesquisas mais recentes sobre os maiores problemas do mundo e os torna acessíveis ao público, Hann também faz parte do programa para o Desenvolvimento Global da Universidade de Oxford. O que que ela tá dizendo? Em resumo, eu vou tentar brifá-la aqui, ó. Quarta capa. Nas últimas décadas temos sido incessantemente bombardeados por previsões alarmantes, como aquecimento global, elevação do nível do mar, desastres naturais, desmatamento, poluição, vazamento de óleo.
Além disso, somos alertados de que a Terra pode não ser capaz de nos sustentar e precisamos refletir sobre nossos planos para o futuro, especialmente em relação à decisão de ter filhos. E aí ela defende que a gente afaste o olhar pessimista percebendo uma realidade diferente, se formando. Ela se propõe a destacar aspectos mais relevantes que merecem a nossa atenção usando esses dados que ela cessa e aí começa a discutir saídas, soluções, caminhos viáveis, críveis pra gente mudar o nosso estilo de vida, identificando o que que é eficaz e o que não é para alcançar esse propósito. as áreas que a gente deve focar para promover a sustentabilidade nesse planeta. Nós estamos nesse planeta.
Se o planeta não for sustentável, ou seja, se a gente não equilibrar retirada sistemática de recursos naturais, nós sofreremos os efeitos. Isso ela obviamente não nega. E ela identifica as soluções. Eu me identifiquei muito com esse livro porque aproximadamente 20 anos na Globo News, eu sou editor chefe do Cidades e Soluções. Eu tenho um programa semanal na Globo News em que a gente fala de soluções, a gente mostra o que tá dando certo, a gente mostra o que eventualmente pode ser acelerado na direção de um caminho, de uma solução. É fato que nós experimentamos uma maior crise ambiental e climática no nosso tempo e é fato que o momento é de gravidade. É grave.
O que eu tô destacando e recomendando essa obra para vocês é que ninguém aqui fique cantarolando o mantra do apocalipse. O mundo vai acabar. Eu quer ver uma coisa que me tira um pouco o humor e por isso, para não me prejudicar eu prefiro não conversar. Prefiro não conversar mesmo. Se a pessoa tá dogmaticamente defendendo o fim do mundo, eu prefiro que ela se sinta bem assim. Eu não vou querer convencê-la de nada. Quando eu percebo que existe uma um sectarismo por vezes religioso assim de não, o mundo vai acabar, não há o que fazer, eu falo Deus lhe abençoe, vida que segue. Eh, agora quando a pessoa tá pessimista e diz assim: "Pô, mas não tem jeito, né, André? O mundo vai acabar.
Se eu percebo que a pessoa tá disposta a uma conversa, como eu também tô, eu quero ouvir a pessoa. Por que que você tá dizendo isso? Vamos trocar ideias. Esses argumentos ajudam a gente a seguir em frente, não ser alguém apenas replicando a desgraça, o alarmismo das notícias ruins. As notícias juiz existem e são abundantes. Então, vamos tentar equilibrar mostrando o que tá acontecendo numa direção contrária. Vou te dar um exemplo prático disso. Não tá no livro, não deu tempo dela colocar no livro.
Eh, o Donald Trump virou as costas para acordo de Paris, que é o acordo climático que precisa ser cumprido pra gente evitar os piores cenários de uma elevação sem controle da temperatura do planeta, porque isso impacta tua saúde, preço dos alimentos, disponibilidade de água, destruição da biodiversidade, elevação do nível do mar e por aí vai. Ah, o Trump não vem, o Trump saiu. Bom, aí você vai entender o que são os Estados Unidos. Os Estados Unidos tem vários eh tem regras diferentes lá, é outro país com outras regras. Os estados americanos têm mais autonomia. O principal estado americano do ponto de vista de população e de riqueza chama-se Califórnia.
A Califórnia não abandonou o acordo de Paris. Aí você vai dizer: "Mas pera aí, o acordo de Paris não é firmado entre nações, entre presidentes? Sim. Nos Estados Unidos os governadores têm autonomia para dizer: "Aqui mando eu o governador. Aqui a gente vai seguir a meta de reduzir emissões, a meta de promover energia solar eólica, eletrificação de frota, reciclagem de lixo, eles são protagonistas disso, entende? equilibrar. Não é que a não é que a gente vai relativizar a desgraça em vários aspectos de Donald Trump, apenas reconhecer, existem contrapartidas. Melhor seria que ele não tivesse abandonado o acordo de Paris.
Ele não tá ajudando o planeta minimamente, nem os Estados Unidos, mas existem outros aspectos da notícia. Tá dado o recado. Sugestão é essa. Não é o fim do mundo. #prontofalei. Agora deixa eu falar uma coisa para vocês. Eu vou deixar um comentário depois no Instagram só sobre isso. Quando terminar o papo das 9 ao vivo, eu não estoco. Não dá para estocar. O aplicativo do Instagram mudou as regras, diz: "Não gosto de hospedar lives grandes aqui, conteúdo de mais de 3 minutos a gente não distribui para as pessoas." Instagram.
Então, a gente não tá postando o papo das depois de ser transmitido ao vivo no Instagram, apenas no canal do YouTube, aonde os shorts de 3 minutos tão começando a ter reverberação. Tô gostando. A gente acompanha assim: "Uau, e por que que eu tô gostando?" Porque no aplicativo do YouTube, quando tem essa reverberação via shorts, você aumenta o número de pessoas interessadas em continuar acompanhando o canal, assinando lá o canal, assinando, não é dando aquele clique, paga nada de graça. Pim. Então, o shorts do YouTube é um gatilho legal para aumentar a visibilidade das coisas que a gente diz aqui nessa rede. Mas voltando pro Instagram, não vai ter o papo das guardado.
Aí terminada a live da gente, o Papo das 9 de hoje, eu vou deixar um recado que eu vou replicar agora pro povo do YouTube ter acesso, mas eu vou fazer uma explicação mais pormenorizada no Instagram. É o toque que eu quero dar hoje, tá, Mr. Anderson, querido? As não é dica de doação, a gente tem que mudar ali. Esse momento eu posso indicar doação, posso indicar alguma coisa, posso fazer uma reflexão. A reflexão é a seguinte.
Vocês viram que ontem ficou bem evidenciado que o tarifaço anunciado por Donald Trump de 50% para todos os produtos brasileiros a partir de primeiro de agosto, que é semana que vem, teria por motivação uma das principais, que ele já fez isso com a China e já fez isso com a Ucrânia como ponto para negociar acesso às teras. terras raras do Brasil, que é o segundo país do mundo depois da China, com a com as maiores jazidas das chamadas terras raras, que são um conjunto de minerais essenciais e insubstituíveis na área da tecnologia, em diversos setores, também do setor de eh baterias, energia solar e energia eólica, mas as bigtechs, os sistemas tecnológicos Eles dependem de terras raras.
Aqui no Brasil, e eu acho correta a legislação, o que tá no subsolo é da união, não é do dono do terreno, da propriedade. Qual é o recado que eu quero dar aqui pra gente ficar, ó, de olho grande, atento. Não é olho grande, é atento. Olha o que o que eu queria sugerir aqui como reflexão para vocês. O interesse dos Estados Unidos nas terras raras do Brasil, na minha opinião, está conectado com políticas que o atual Congresso tem aprovado com método vulnerável ao lobby também das mineradoras. Então, olha a equação que a gente vai fazer aqui. Terras raras.
A cobiça dos Estados Unidos pelas nossas terras raras está conectado com o desmonte dos direitos indígenas pelo marco temporal, porque boa parte das jazidas está em terras indígenas. E o projeto de lei que implode o licenciamento ambiental, que já foi aprovado pelo Congresso e o presidente Lula tem até 8 de agosto para dizer se veto ou sanciona. Ah, André, isso aí é, como é que se diz? É uma teoria da conspiração. Não, são fatos. A gente que acompanha esse assunto vê completa lógica. Eu reduzo direitos indígenas, as idas minerais em terras indígenas. Opa! Eu desmonto o licenciamento ambiental e eu abro o caminho para flexibilização das regras de exploração de Jazida.
E os americanos não é só o Trump não. Isso aí é uma coisa do país. A demanda deles, eles não têm terras raras como nós temos, como a China tem. Eles estão desesperados. Tem projeto para fazer mineração na lua para ver se encontra lá alguma coisa que mereça trazer pra Terra. Isso me faz lembrar daquele longametragem, aquela animação filme Avatar do James Cameron. Se lembra do Avatar? Era foi, não sei se ainda era o filme mais visto da história. Quem é o vilão de Avatar? Quem é que vai para outro planeta explorar minério? Nós são Tá? Então se liga, se liga.
Apetite por terras raras conjugado com desmonte da licenciamento ambiental e com o desmonte dos direitos indígenas pela tese do marco temporal que não tá na Constituição de 88. Lé com cré com bré. Opa. Hashtag compreende uma conjuntura que se é sabe aquele quebra cabeça, puzzle, você vai montando o quebra-cabeça, você fala: "Isso aqui tem tem uma história aqui. Tem uma história aqui. OK, gente, vamos passar aqui. Eu tô tagarlando para burro. Ah, deixa eu falar antes de passar pro tema de hoje do normal, né? Eu quero falar sobre Gaza porque demorou, mas o mundo demorou mesmo, mas o mundo resolveu acordar pro flagelo humanitário de Gaza.
A a violência abjeta do governo de Benjamin Netaniarro sobre a população civil de gás. Então, a notícia foi de das últimas 24 horas ou 48 horas, mais de 100 organizações humanitárias que prestam socorro voluntariamente em populações vulneráveis ou em situação de guerra, mais de 100 organizações. Tô falando aí de médicos sem fronteira, cruz vermelha internacional, um monte dizendo, não, não é apenas a população civil de Gaza, mulheres, crianças desnutridas, morrendo de inanição. Nossos voluntários também estão ameaçados de morrer por inanição, que estão lá. O que está sendo feito pelo governo israelense comandado por Benjamin Netaniarro.
Eles eles usam palavras fortíssimas para denunciar um desastre humanitário. Alguns chamam de genocídio. Estão dizimando a população civil de Gaza a conta gota. Bom, esse é um tema as últimas 48 horas. Do outro lado, mais de 25 países aliados de Israel apresentaram conjuntamente um texto com o nível de cobrança mais elevado desde o início dessa retaliação do governo de Israel ao ataque terrorista do Ramaz, que foi avalizado pela ONU e pelo Brasil. Israel tem o direito de retalhar o Ramás. Que que aconteceu? Israel está dizimando população civil de Gaza. Não tá fazendo distinção de terrorista do Ramais com população civil. Isso é crime de guerra. Mas enfim, vamos lá.
Eh, 25 países aliados de Israel exigiram o cessafogo, dizendo: "Não há qualquer justificativa alegação para fazer o que vocês estão fazendo. Isso é crime. Vocês estão matando uma população inteira de inanição." Ontem o presidente da França, François Macon, diz que vai na Assembleia Geral das Nações Unidas, em novembro anunciar o reconhecimento pela França do Estado independente da Palestina. Então, o mundo com algum vagar tá acordando para isso. Ontem eu fiz mais uma postagem, não foi a primeira nem a segunda, manifestando a minha opinião sobre esse assunto. Falo o que eu já falo aqui nas lives, tem gente que não assiste, acha que eu não falo sobre essa barbárie.
E aí eu recebi alguns comentários educados, respeitosos, dizendo assim: "André, eu reconheço a tua preocupação genuína, gosto do teu trabalho, você não se omite coisa e tal, mais os veículos de comunicação, mais as mídias." E aí descarrega contra esse que vos fala, uma indignação contra o nível de cobertura desta toda aquela empresa de comunicação. A minha sugestão, com toda a franqueza, é que este tipo de crítica seja endereçada a quem de direito. A minha página nas redes sociais me diz respeito. Eu respondo por mim, eu tenho autonomia intelectual. Eu falo aqui o que eu acho importante falar. É assunto meu.
Eu não tô aqui nos espaços que tenho, seja nas lives, seja nas redes onde eu estou presente, eu eu não respondo por terceiros, eu respondo por mim. Só para dar esse toque. Vamos lá, vamos sembora. Eh, chamar, deixa eu, deixa eu fazer mais um comentário, vocês deixam. Saiu ontem, gente, mais um mapa da violência, um anuário da segurança no Brasil produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No geral, houve um declínio do número de mortes violentas em geral no Brasil. Caiu pouquinho, 5,4%, mas a gente vai festejar toda a queda. Mas apenas no ano passado, 44.125 125 brasileiros morreram violentamente. Mortes violentas em geral. Agora, qual é o dado que eu gostaria de destacar aqui?
Feminicídios e mortes de crianças e adolescentes cresceram. Isso é muito preocupante. A gente tem falado muito da violência contra a mulher aqui. Então, eh, a gente vai ter eh o Brasil teve 1492 casos de feminicídio quando o assassinado se dá pelo fato da de ser uma mulher, né? Houve uma alta e os estupros, os estupros voltaram também a crescer o Brasil não consegue ainda inflexionar a curva da violência contra a mulher, da qual o estupro é a mais abominável. Na maior parte dos casos, é bom a gente repisar esses dados. Os estupros ocorrem, as mulheres violentadas são violentadas dentro de casa por familiares ou pessoas que têm acesso à casa. Ponto um, tá?
Ponto dois, a violência contra a mulher, ela se destaca principalmente em estados da região norte do país ou estados aonde o agronegócio se expande e você tem, portanto, lugares ermos aonde não há propriamente aí tem que pesquisar melhor isso. eu não tenho os dados assim, não me sinto seguro para fazer qualquer tipo de especulação, mas aonde existe uma cultura machista, vamos colocar nesses termos, muito acentuada, porque não é de agora que a violência contra a mulher ocorre. E aí essa expansão da fronteira agrícola coloca esses municípios no radar das medições de violência também. Você começa a ter registro. Então temos questões, questões gravíssimas. que a gente precisa a partir dos dados refletir.
Eu tô educando meus filhos homens para respeitarem as mulheres. Eu vi uma reportagem hoje falando do impacto sobre adolescentes que acessam na internet pornografia. Isso afeta a saúde mental e afeta a visão do menino adolescente em relação à mulher no ato sexual. Porque os filmes pornográficos eles subjulgam a mulher. Em boa parte dos casos, a mulher é objeto do prazer do homem. E isso também é um elemento indutor, pode ser um elemento indutor de da da de replicar-se esse método no entendimento de que a mulher tá aqui para me satisfazer. E eu como homem não tenho obrigação de satisfazê-la. Ela tá aqui para me satisfazer.
E isso nas raias do absurdo resulta em violação de direitos, resulta em estupro. E assim, para encerrar, que esse assunto é muito baixo astral, eu não tô aqui para fazer uma digressão sobre estupro, eu não sou mulher, mas eu preciso dizer, existem casos de violência sexual contra meninos, né, e bebês. É terrível isso. Mas eu já tenho uma certa familiaridade com as consequências dessa violência, porque tenho contato com mulheres que foram estupradas, amigas, pessoas próximas. Isso fica marcado. Você você acha que a violência se dá apenas no ato do estupro? Não. Isso marca a vida da mulher, né?
Dificilmente não fica uma sequela grave que precisa ser tratada em consultório, terapia, como lidar com a sensação de impotência. Por vez a mulher não percebe que foi violentada pelo marido ou pelo namorado. Não, não, não consegue fazer a distinção. Eu tava bêbada. Eu me lembro de alguma coisa que eu pedi para ele parar, parar. Acordei de manhã machucada, eventualmente sangrando e até eu entender que houve uma violência tem um tempo. A sociedade machista não perdoa a mulher que não denuncia na hora. É uma covardia.
A mulher, ela se sente fragilizada, acuada e por vezes não não se sente encorajada em denunciar, porque não fica muito claro para ela o que que significa denunciar o marido ou o namorado. É muito importante a gente não julgar os outros sem entender o que que tá acontecendo debaixo da pele dos outros. E não é um assunto só para as mulheres, homens. precisam atentar para a responsabilidade que nos cabe na mudança dessa desse condicionamento. Palavra que a gente usou aqui falando do pastorino mais cedo, vícios. Olha, olha que legal aquela mensagem que falava exatamente sobre a coragem da gente fazer o bem, não é isso? E a necessidade da gente combater os vícios.
Você pode estar imerso numa cultura machista, onde os homens consomem pornografia, transforma mulher em objeto, etc. Tem a coragem de mudar isso, tem a coragem de denunciar isso, de não replicar isso. Vamos lá, vamos bora. pergunta que fizemos no stories do Instagram ontem e que Mr. Anderson nos lembra aqui. Foi uma pergunta bem filosófica e eu li todas as perguntas, fiquei maravilhado que a maioria absoluta das pessoas que participaram da nossa enquete, a pergunta foi: ser normal é uma virtude? normal, entre aspas. Maioria das pessoas falam assim: "Que que é ser normal?" Achei o máximo isso, porque já vou aqui dar spoiler.
Minha opinião é que ninguém é normal, porque se você quiser pegar a música do Caetano, não é do Caetano que fala de perto, ninguém é normal, ele tá resumindo um aspecto caro da filosofia, inclusive da filosofia religiosa, quando lembra que Deus nos criou a todos diferentes uns dos outros. Então, normal é uma palavra que se tornou, graças a Deus, questionável, é controversa a tese da normalidade. Agora, você pode dizer assim, nós temos padrões comportamentais e culturais. Por exemplo, você vai num cinema, o que que é normal no cinema? Você pode colocar isso nesses termos. Ninguém fazer barulho, ninguém fica falando no celular, certo? Isso é normal.
Você usou a palavra normal num contexto de uma cultura prevalente, assim, não. O certo culturalmente é a gente agir dessa forma. Agora a pergunta foi ampla. Ser normal é uma virtude? Teve quem perguntou também que que é virtude? Eu achei o máximo. Isso é pensamento filosófico. Isso é Kardec também. Pergunte tudo. Desconfie mesmo dos termos, das palavras, das perguntas. Perguntem, questionem. O mundo precisa de pensamento ativo, dinâmico. Mr. Anderson selecionou aqui três perguntas. Agradeço a todas as pessoas que mandaram. Na quarta-feira eu fiz questão de dar o nome da extensa lista de pessoas que participaram da enquete anterior.
Só que a gente não faz do papo das, senão era um papo das 9 de 2 horas, 3 horas, né? Respondendo ou refletindo sobre as questões. Vamos lá. Ser normal é uma virtude. Aí a Márcia Lima. O que é ser normal? É adaptar-se aos padrões estabelecidos e as expectativas alheias. Márcia, pode ser isso sim. Adaptar-se aos padrões estabelecidos. Adaptar seus padrões estabelecidos não necessariamente é ruim, desde que você questionando, pensando, tendo autonomia para refletir sobre os padrões estabelecidos, se identifique ou não com eles. E adaptar-se às expectativas alheias, a gente aí tem sempre uma armadilha de se medir pela régua dos outros e se ajustar às expectativas dos outros.
Isso significa que você tá desperdiçando vida. significa que você abdicou de si mesma, né? Isso significa que você não tem a coragem, que é uma palavra que hoje a gente tá usando muito aqui por várias razões, de ser quem você é, assumindo isso perante você e os outros. Então, normal é uma palavra controversa por causa disso. A gente precisa ter a noção até onde me parece adequado me ajustar aos padrões estabelecidos, quais são os padrões que estamos falando, até onde me parece adequado me ajustar às expectativas alheias? E claro, você não vai ser também um uma pessoa completamente arredir as expectativas alheias.
Por exemplo, exemplo, uma pessoa, um homossexual que é criado numa família muito conservadora que estigmatiza a homossexualidade. Eu acho bastante razoável que essa pessoa que tá incomodada por não haver espaço, não se sente confortável para comunicar isso, eh, se debruce sobre esse assunto, eventualmente com ajuda de amigos ou até de especialistas ou psicólogo, para dizer: "Eu não vou continuar escondendo isso da minha família.
Eu preciso definir aqui uma estratégia de em que circunstâncias, em que momento e de que jeito eu vou falar." Ou seja, você não tá eh desrespeitando a família no sentido de dizer, não é desrespeitando, você não tá deixando de considerar as expectativas ali, você tá falando, eu vou falar isso numa festa para todo mundo ouvir, vou humilhar minha família. Eu não faria isso, mas eu não tô na pele dos outros. Você me fez a pergunta, eu eu dei o exemplo, então vou até o final. penso que mas não tenho nenhuma autoridade para falar o que é certo e o que é errado, mas porque não, eu não sou homossexual, não viver essa realidade.
Mas eu acho que é importante comunicar aos pais e acho que é um gesto de amor e respeito você escolher um momento em que isso seja eh da melhor forma recebido pelos seus pais. Se eles vão compreender ou não, aí não é problema seu. Agora, quando você tem o cuidado de dizer, hoje eu preciso falar com vocês ou fala primeiro com a mãe, as mães são mais cuidadosas e receptivas e amorosas e acolhedoras mesmo dessa informação historicamente, até onde eu sei. E a mãe pode ajudar você a ser parceira aliada para comunicar o pai. Tô dando um tá bom, Márcia? Obrigado, Antonieta. Cláudia, tenho sempre a sensação de que não pertenço a esse mundo tão cruel. Sou anormal, Antonieta.
Falamos disso no papo das 9 da quarta-feira passada. Eu não acho propriamente interessante a gente se sentir anormal nesse mundo, nos termos que você colocou na pergunta. Esse é o nosso mundo, esse é o nosso tempo, essa é a nossa encarnação, essa é a nossa conjuntura. A gente, me permita, não tô falando de você, eu tô falando assim, em geral, esse tipo de informação, não tô dizendo que tem a ver com a tua pergunta, Deus errou, eu não tô no mundo certo, eu sou completamente diferente de tudo que tá aí. Não, Deus não errou, você tá no lugar certo. Esse mundo precisa mudar.
As pessoas que estão desconfortáveis com esse mundo, em vez de se rebelar com Deus e com o mundo, penso eu, deveriam consagrar tempo, energia, inteligência para saber até onde aquilo que me incomoda pode ser modificado a partir de um trabalho do tempo e da energia que eu vou consagrar nessa direção. Acho isso muito interessante e isso explica a sensação de angústia, ansiedade da pessoa que tá se sentindo desconectada. A desconexão incomoda, incomoda até o momento em que você diz: "Ah, compreendi, captei, captei vossa mensagem, honorável guru.
Esse desconforto será atenuado a partir do momento em que eu me debruçar no enfrentamento do que me incomoda com inteligência, em vez de ficar falando mal do mundo." Marcinha CLS, devemos normalizar a falta de humanidade dos últimos tempos. vejo como retrocesso. Não, não devemos normalizar mesmo. Seria uma concessão, uma subjulação. Seria aplicar em nós aceitar uma doença que é a doença da normose, a doença da normalidade. Não me incomodar mais com com a injustiça, com a barbárie, com a violência, com a guerra. Não, permita-se a justa indignação, né? Não devemos normalizar. Normalizar é anestesiar a alma. A gente não veio pro mundo para anestesiar a alma.
A gente veio pro mundo para se modificar. Seria o desejável. Eu quero evoluir. Eu quero ser uma pessoa melhor. Eu quero crescer espiritualmente, emocionalmente, intelectualmente. Eu quero ser uma pessoa mais. Eu quero aproveitar as oportunidades benfazas que Deus e a vida me dão para avançar. Isso é que é, eu acho uma boa proposta de de vida. Agora, eh, não sei se é um retrocesso o que a gente tá testemunhando. Se você considerar as últimas décadas, você pode ter a leitura do retrocesso, mas a história vem de longe. A humanidade nunca teve propriamente paz absoluta. Sempre houve guerra e conflito, sempre houve violência. Os dados oscilam, os períodos se se sucedem.
Então, dentro da perspectiva histórica, não houve, eu penso assim, você não precisa concordar, não houve retrocesso. A história é feita de ciclos. Imagina o que que a primeira geração do século passado passou. tenta se colocar na situação de um jovem europeu que no início do século passado enfrentou primeira e segunda guerras mundiais e gripe espanhola que matou mais muito mais gente do que a Covid-19 sem vacina. Que que você acha que essa pessoa deve ter dito aquela época? Em relação à primeira parte do século XX para hoje, você acha que houve retrocesso? Eu acho que não. Mas aí cada um com seu cada um. Vamos que vamos. Sheila Silvia, para começar, o que é ser normal?
Ser passivo, calado, aceitar resignação? Sheila, sua pergunta traz essa justa resposta, quase indignada com o que é ser normal. Eu fico feliz e radiante de quem teve essa emoção, essa inquietação causada pela pergunta. questionar a normalidade, questionar o que é ser normal, pensar sobre isso. Então, certamente em algumas situações ser normal pode ser passivo, sim, pessoa passiva. Em certas circunstâncias, jamais vou generalizar. Uma pessoa que permanece sempre muda, calada, não se posiciona, não participa de nada, ela pode tá estar dando essas esses sinais assim de não querer. Eu não quero mexer nesse vespiro, não. Ah, deixa para lá. Não, não tô afim de falar não. Me deixa quieto não.
Eu não quero me meter com isso não. Aceitação e resignação podem ser positivos ou negativos, viu Sheila? Você colocou questões aqui que não estão propriamente associadas à normalidade, depende do contexto das circunstâncias. É isso que eu tô querendo dizer, tá? Portanto, às vezes ser passivo pode ser uma virtude. Eu sou passivo diante das provocações que me fazem para eu brigar por causas que não me interessam. Brigar fisicamente, pessoas que me provocam, me incitam à violência. Não, eu sou passivo. Não, não vou me meter, não vou dar resposta. Permanecer calado pode ser uma virtude. Aceitar pode ser uma virtude. Resignar-se pode ser uma virtude.
Você veja como é delicada a questão, filosoficamente falando. Renata Évora: "A sociedade está preparada para normalizar a convivência com as diferenças?" Não. Prova disso são os conflitos armados, as guerras, a violência urbana, os dados que eu trouxe aqui sobre o aumento dos feminicídios, né? e dos estupros no Brasil do ano passado para cá. Eh, portanto, ainda vivemos num mundo onde não se respeita o outro pelo fato do outro ser diferente. Acho que você concorda comigo em relação a isso. São muitas as evidências. Aí você vai dizer, eh, estamos preparados para normalizar a convivência? Olha, nós, aqueles que estão preparados precisam fazer a diferença.
Aqueles que pregam o respeito ao próximo precisam trabalhar nos trabalhar que eu digo é não deixar de agir e atuar em favor da igualdade, da tolerância, do respeito ao outro, seja o outro quem for. A gente tá precisando de voz ativas, a gente tá precisando de posicionamento no trabalho, na igreja, no condomínio, entre os seus amigos, aonde você tiver. Acho que por aí vamos bem. Blanch Ferreira, por que ainda é tão difícil entender e valorizar que todos somos diferentes? Porque, olha, essa é uma boa pergunta.
Eu não sei se eu vou ter uma resposta à altura da tua pergunta, mas eu diria o seguinte, eh, quando você tá disputando poder, você não vai falar, vamos lá, deixa eu, deixa eu reconfigurar aqui. A desigualdade, ela tá associada a uma cultura aonde quem tá por cima, quem tá vivendo bem, quem tem privilégios e benefícios, quem tá saciado materialmente, em boa parte dos casos, eu diria a maioria dos casos, provavelmente não está preocupado com a agenda da igualdade, da paciência, da tolerância e do respeito. Porque isso não te incomoda, né? Por exemplo, a causa do combate ao racismo não é uma causa só dos negros. Já falei isso várias vezes.
É uma vergonha pro Brasil, que é um país que se diz cristão, majoritariamente cristão, ter tantos fatos associados a racismo, né? Eh, e a gente precisa eh não normatizar isso. A, a um país onde a maioria da população é de mulheres, só que você não tem representação das mulheres no poder executivo, a maioria absoluta dos presidentes, exceto a Dilma, né, sempre foram homens. A maioria do poder legislativo é de homens. No Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte só temos uma mulher que é Carmen Lúcia. Aí você diz assim: "Ué, mas a mulher não não tá apta a exercer o poder, inclusive sendo ela a maioria da população". Que explicaria isso, né?
Então, não normizar o gênero adequado pro poder, Então, são paradigmas que precisam ser implodidos, né? penso eu, não se promove a evolução espiritual sem mudança. A gente precisa progredir, a gente precisa avançar, do jeito que tá, não tá legal. Preconceito e intolerância são primas do ódio. E o ódio é a manifestação, eu diria, mais eh abjeta, mais ameaçadora, melhor dizendo, para qualquer projeto evolutivo do ponto de vista espiritual. O ódio é uma chaga que sangra e é uma sangria desatada. Enquanto houver ódio, haverá uma sangria desatada. E essa sangria desatada compromete projeto evolutivo. Não adianta você dizer que é cristão e odiar. Não adianta você dizer que é cristão e não perdoar.
Não adianta você dizer que é cristão e ver lógica em massacres, genocídios, guerras fratricidas ou desrespeito à soberania de países como o Brasil. Uma característica, me permitam dizer, digo isso com muita tranquilidade, porque até seguidores de Donald Trump admitem, é certamente a pessoa mais egóica, mais vaidosa na atual geração de chefes de Estado do mundo, que se pauta apenas porque ela ela ela não o Trump não se dá nem ao trabalho de fazer consulta junto a aliados. Os aliados, por vez, são surpreendidos com decisões importantes que ele toma e que precipita erros vários. O Brasil não tem superává de comercial com os Estados Unidos. O Brasil tem déficit. Ele não deveria impor eh tarifas.
Impôs. E o pior, alegando questões políticas, afrontando a nossa soberania. Aqui certos assuntos são da nossa alçada resolver. Não, ele Guga Chakra, parceiro, amigo, foi muito feliz quando disse: "A gente tá chamando de tarifaço, não é sanção unilateral". Ele resolveu brigar com o Brasil porque acha que aqui isso não funciona, aquilo não tá legal. Imagina se a moda pega. Aí você diz assim: "Eu não vou mais fazer transação comercial com esse país, porque esse cara aí tem mau hálito, o outro tem chulé, aquele lá torce pro time que eu não torço e esse aí tá fazendo traquinagem". Isso é assunto que cada país tem que resolver o seu modo do seu jeito.
Trump foi eleito legitimamente presidente dos Estados Unidos. Ele foi o presidente eleito pela maioria dos votos dos americanos. Ninguém vai questionar isso. Agora, se o país resolve dizer, esse cara aí não presta, a gente não quer mais fazer transação comercial com ele ou qualquer coisa assim, faz sentido. Você pode ter 1000 razões para dizer, estamos aqui numa situação que a gente precisa negociar e e conversar. Esse não é o estilo dele. Ele parece que faz política internacional como quem tá numa mesa de pôker. E isso em política é um desastre. E ele tá sofrendo já os efeitos. Já falei isso aqui, ele já passou de se meses de mandato. Não se fiem no que eu tô falando.
Chequem diferentes institutos de pesquisas americanas mostrando o declínio. Mídias importantes como a Fox News, que é totalmente trumpista, questionando Donald Trump. Empresários aliados de Donald Trump que suportaram, financiaram campanha, estão abandonando o barco, dizendo: "Opa, isso daqui não tá legal". Aí o cara resolve meter o bed dele na receita da Coca-Cola, no nome do time de futebol americano, que eles mudaram o nome lá e o nome anterior induzia o racismo contra indígenas. E o Trump falou: "Ah, esse nome original tem que tá lá". Ele é um, como é que eu vou dizer? Sem faltar com respeito. Qual é a palavra respeitosa que eu poderia usar para designar alguém com esse perfil?
Não me ocorre no momento. Perdão. Bom, eh, poxa, Anderson, eu tô deixando cada vez menos tempo pras perguntas que o povo manda, cara. É, Regina IMambuca, por que a coleta seletiva não decola na maioria dos municípios? Pergunte prefeitos. Lixo, de uma forma geral, é assunto de prefeito no Brasil. Coleta, transporte e destinação final do lixo é assunto de prefeito. Coleta seletiva para reciclagem ou para compostagem é assunto de prefeito. Você me pergunta por quê? De onde você é, Regina? Você não disse, pelo menos não aparece aqui. Pergunte pro seu prefeito. Agora, na maioria dos municípios, aí tem que checar com a maioria dos municípios, os prefeitos ou prefeitas que estão lá.
É assunto deles. Ana Cristina, em que momento da transição planetária estamos? Não faço a menor ideia, não tô preocupado com isso. Eu já comentei aqui, eu não sou propriamente regido por profecia. Nas obras básicas não aparece prazo com a devida clareza, digamos assim, no nível que você tá perguntando sobre transição planetária. Já estamos em curso. Agora, para não te deixar sem resposta, Ana Cristina, porque eu acho que a gente não deve ficar muito preocupado com relógio da transição. A gente tem que estar preocupado com o relógio da nossa transição planetária. Você, como é que tá a tua transição planetária?
Regina, eu tô preocupado com a minha, como eu estou ajustando a minha vibração, a minha sintonia para ter o mérito de reencarnar aqui. Porque se a vibração, a frequência do planeta estão mudando, e eu acredito nisso, permitindo que para cá só sejam permitidas as reencarnações de espíritos que estejam minimamente adequados a essa nova sintonia, eu tô preocupado com a com a minha transição, porque eu não posso evoluir pelos outros. Por mais que eu ame, queira bem, me dedique para ajudar, cada um conduz a sua própria vida, realizando suas próprias escolhas e, portanto, determinando o ritmo e a direção dessa evolução, se ela ocorrer.
Carl Hidalgo, como lidar com a guerra de narrativas sem cair na manipulação? Prestando atenção às fontes de informação que chegam a você. Ah, tem os videozinhos que a direita tá botando na rede. Tem os videozinhos que a esquerda tá botando na rede. Nem uma coisa nem outra. Você precisa se fiar em pessoas ou instituições ligadas à área da comunicação que lhe pareçam as mais confiáveis. Informação hoje é uma commodity muito valorizada. Se você tá mal informado porque você tá acessando as fontes erradas, você tá em apuros. Você tá inclusive realizando as escolhas em favor da tua evolução, vamos colocar nesses termos eventualmente equivocadas.
Você tá se fiando numa narrativa que não tem lastro, razão pela qual a gente passou dentro do jornalismo a ter quadros do tipo fato ou fake. É impressionante. É uma valange de fake news por aí. Denise Arbex, qual a chance de Lula vetar o PL da devastação? E se ele não vetar, o que faremos? Bom, eu conversei com a ministra Marina Silva e outros outras fontes ligadas à área ambiental para entender como é que se dará a escolha do Lula nesse sentido.
Conversei com ela ante anteontem e a informação que eu tive é: essa semana o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Casa Civil, a AGU, que é a advocacia Geral da União e a Secretaria de Relações Internacionais, SRI, estão formatando uma proposta pro presidente em relação a esse assunto. Eh, os especialistas, eu não tô falando da ministra que eu ouvi, estão defendendo o veto total, o veto total do projeto do licenciamento. Só para dar um exemplo aqui bem claro, dá tempo. Ih, já 10 horas. Fala rapidinho.
Ontem tivemos o vexame de ter o alerta da Agência Nacional de Mineração para a evacuação da população que tá próximo de uma barragem em Brumadinho, que não é da Vale, famíl Vale, que cometeu o crime eh da Vale em Mariana e depois em Brumadinho no intervalo de menos de 5 anos, perdão, menos de 4 anos, 3 anos e alguma coisa. Rompimentos de barragens evitáveis, porque a Vale não quis investir como deveria. na segurança dessas barragens nessas cidades. Aí agora também Brumadinho, uma outra mineradora deixou em apuros lá. Não tem informação sobre a barragem, não tem mecanismos de alerta, não tem nada. Aí a agência falou: "Para, não vai ter mais isso daí.
Vamos evacuar e vamos dar uma dura na mineradora. Se estivéssemos já vivendo sob o império desse projeto horroroso que desmonta o licenciamento, barragens como essa que são consideradas no Brasil majoritariamente de nível médio de risco, o projeto diz assim: "Projetos com nível médio ou baixo de risco, não precisa ter licenciamento com os órgãos ambientais. O próprio dono da mineradora vai na internet e se compromete a seguir tudo que tá ali. Não tem fiscal lá fazendo licenciamento. La garantia sediou. Dá para acreditar? E pior, esse projeto dá a governadores e prefeitos no Brasil inteiro o poder de determinar o nível de risco dos empreendimentos para virar leilão. Quer investir?
Investe aqui no meu, na minha cidade, no meu estado, que aqui eu baixo o sarrafo do nível de risco e é rápido, sem burocracia. Você licencia isso a jato. Vocês acreditam nisso? Mas é isso que tá acontecendo. O Congresso aprovou isso. Tá bom? Então, fechando aqui Instagram, vou deixar uma mensagenzinha agora aí no story sobre o que eu acho desse interesse dos Estados Unidos pelas terras raras, reforçado agora no período da ameaça do Trump, tarifar em 50% a partir de primeiro de agosto nossos produtos. Se liga aí que eu vou colocar no stories, não, cara. Vou colocar no vou postar isso.
Povo do YouTube em geral, presta atenção nos shorts do YouTube porque eles começaram a bombar e dali chegam novos interessados no canal da gente no YouTube. Se você quer expandir aqui a base de divulgação das coisas que a gente faz, pede pra pessoa curtir o canal e, ó, vai pelo shorts também. Beijos, abraços, até domingo. Domingo tem papo das 9 ao vivaço. Eu tô com esse sol na cara porque a cortina deu problema de novo. Trocamos de novo. Dona Nádia fez o melhor aqui possível para blindar aqui com lençóis e fronhas. A gente pendurou as coisas aqui, mas vou te contar o sóleira. Tudo de bom, força, coragem e fé. Valeu, até domingo.


