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Aí, povo do papo das é com a alma lavada enxaguada que anuncia o início de mais uma live ao vivaço, direto do meu cafofes em Laranjeiras. Sejam todas bem-vindas e bem-vindos. assuntos interessantes, boas reflexões e a nossa pretensão de promover aqui, por vezes de forma leve, distraída, bem humorada, por vezes de forma contundente, trazendo dados, informações relevantes, a ideia é promover a saúde psíquica emocional. E vejam, é interessante, antes da gente apertar o botãozinho para iniciar a live, me vem um insight assim, eh, como é importante a gente ter a consciência de estarmos vivos nesse exato momento, nesse planeta, num universo sem fim, tantos mundos habitados por aí, essa vastidão que é o universo. E a gente tá aqui agora e é bom ter consciência disso.
Que que eu tô fazendo aqui? [risadas] E agora? Qual o motivo da minha existência? Existe um motivo? Então, essas perguntas filosóficas, né, que alcançam, eu diria, o âmago das questões fundamentais, a gente tangencia aqui, porque a ideia é essa.
Do meu ponto de vista, quanto mais consciência a gente tem da vida, melhor o aproveitamento desta oportunidade que nos foi concedida. Sigamos aqui com inspirações que possam vir mais uma vez do nosso livrinho de mensagens edificantes, que eu seja uma ferramenta útil, um instrumento fiel, um meio adequado, maleável para chegar a página mais indicada para essa manhã de quarta-feira. Para onde vamos? Ih, pô, tem um pouco, eu acho que tem tudo a ver com o que eu falei aqui de improviso na largada. Mensagem 187 diz o quê?
Saiba viver eternamente, buscando estudar e aprender coisas úteis e proveitosas a você e ao próximo. Quando paramos de aprender e de progredir, começamos a morrer realmente. Aprenda o mais que puder em todos os ramos do saber para iluminar ao máximo o seu espírito. Aproveite todos os seus minutos para aprender, para aumentar seus conhecimentos. É um apelo de pastorino aqui que vai ao encontro, penso eu, do que eu estava falando de uma vida consciente.
Então, não importa a idade, não importa o nível de renda, não importa a sua crença religiosa se você a tem. Não importa a sua cor de pele, não importa nada quando a gente afirma que isto que foi dito na mensagem tem pertinência e valor. Seja você quem for, não perca a vontade de aprender, não perca a vontade de descobrir, de de alguma forma se apoderar de novos conhecimentos, de novas informações que tornem a sua vida mais interessante, que a gente consiga tanta gente, olha, eu fico pensando nisso. A gente só dá valor a algo quando a gente perde. Você só dá valor à saúde quando você tá doente.
Você só dá valor à liberdade quando você se torna alguém prisioneiro, encarcerado, né? Eh, será que a gente só vai dar valor à oportunidade de estar aqui quando a gente não tiver mais aqui? Porque do ponto de vista espírito, isso é perfeitamente possível. Boa parte dos desencarnados, para não dizer a maioria, isso tá numa obra de André Luiz, psicografada por Chico, já tem algumas décadas. Então, a gente vai aqui colocar isso como uma hipótese, não sei se ainda é assim, mas que a maioria dos desencarnados quando faz a travessia pro plano espiritual abandona o corpo físico, a morte não existe, estou eu, né, na outra dimensão, sendo eu sem um corpo físico.
É a visão dos espíritos, cada um com seu cada um, tá? Não tô aqui fazendo proselitismo religioso. Eu só tô comentando isso porque na condição de desencarnar os espíritas pela psicografia do Chico via André Luiz, tem a informação de que a maioria dos que desencarnam se percebem arrependidos de não ter feito tudo aquilo que poderiam ter feito no plano material. Então, a gente vai proscratinando, a gente vai adiando, a gente vai qualquer dia desse eu faço isso. Ah, eu primeiro eu vou me aposentar, depois eu cuido do meu, das minhas horas vagas desse jeito que eu hoje gostaria de fazer.
Aí se aposenta, não, primeiro eu vou cuidar da minha netinha que tá crescendo, depois eu cuido das outras coisas. Cada um é livre e soberano para realizar as escolhas que lhe pareçam ser as mais adequadas, mas o tempo passa e a gente não retroage, né? Quer dizer, o tempo de vida é curto, ele vai na carreira e a gente eh deveria, eu eu não tô me excluindo disso não, tá? Nunca me excluo de nada do que eu falo aqui. A gente deveria ter mais atenção pro tempo que não volta e pros desejos.
né, de realização. Pode ser, poxa, eu preciso ler aquele livro, poxa, eu preciso fazer uma viagem para aquele lugar. Poxa, eu precisava reatar contato com pessoas que são importantes na minha vida, mas o tempo e as circunstâncias nos separaram. Então a gente vai meio que jogando paraa frente, né, os projetos que são importantes na vida da gente. Isto posto, vou indicar um livro que eu já recomendei aqui e achei por bem retomar isso.
e ganhei de presente da autora, a Lívia Zanelli. É um livro para criança chamado Manual para fazer cidades legais. Manual para fazer cidades legais. Ilustrado por Isaag da Lívia Zanelli. Olha que eu acho tão feliz esse propósito, porque a maioria dos brasileiros viv em cidades, a ampla maioria, mais de 85%, tá batendo 90%.
Cada de cada 10 brasileiros, nove vivem em cidades. A população rural, que era a maioria no Brasil até final da década de 60 por aí, migrou pra cidade. E como dizia José Lutemberger, nosso querido Lutz, eh no Rio Grande do Sul, um grande ambientalista, as cidades elas promovem o analfabetismo ambiental porque são ecossistemas artificiais. Então aqui a gente não tem noção, por vezes do impacto que o nosso estilo de vida determina. E a gente não se sente irresponsável na maior parte.
Isso eu posso afirmar com base no Instituto Data Trigueiro. Não tem não tem credibilidade científica nenhuma, mas é a minha visão como observador. Na maior parte das cidades a gente não vê os moradores bem informados e interessados em participar das soluções pra cidade. E a Lívia traz aqui um estímulo pra garotada perceber como no dia a dia a gente pode fazer a diferença. Eh, eu vou, olha aqui o índice, capítulos.
A cidade, ruas e calçadas, espaços coletivos, áreas verdes, bairros. E o último capítulo, vamos brincar de cidade. Então, a ideia é promover a alfabetização ambiental no perímetro urbano, onde vivem nove em cada 10 brasileiros. É disso que se trata. Então você vai contando a história.
Olha, o que que é a cidade? O que que tem numa numa cidade? Ah, tem ou deveria ter piso tátil para pessoas com deficiência visual, ciclovia, faixa de pedestres, vegetação, iluminação pública, fachada ativa, drenagem eficaz. Aí vai contando a história e os espaços coletivos. O que que são os espaços coletivos?
Aí arborização urbana, por que que é importante ter árvore na cidade? a garotada vai assimilando essa informação de uma forma lúdica, entendendo tudo isso. Aí tem um QR code aqui ou um link, você escolhe que é possível fazer o download do arquivo do seu passaporte para uma cidade legal. Convite um adulto para te ajudar a imprimi-lo e para passear com você a pé pelo bairro, completando o seu passaporte. Então é muito legal.
qualquer livro infantil que ajude a criança a descobrir de uma forma leve e descontraída. Questões fundamentais pro exercício da cidadania ativa. Eu estou aprendendo de forma lúdica o que é o planeta, o que é a natureza, o que é o lugar onde eu vivo, de onde vem a água? Para onde vai o lixo, qual a fonte da energia elétrica que me abastece? Qual é o problema de uma cidade que só pensa em carro, carro, carro?
carro, veículo, automotor e não abre caminho pro conforto dos pedestres, dos ciclistas. Então, tudo isso tá num pacote. A Teresa tá pedindo para eu repetir o nome do livro. Manual para fazer cidades legais da editora Labrador. Lívia Zanelli é a autora Recomendo.
Recomendo. Sugestão de doação para hoje. Hoje é sugestão de doação mesmo, não é só recomendação não. Ontem foi lançado ou foi lançada uma campanha da instituição espírita Joana de Angeles e EJA, que mantém a Escola Espírita Joana de Ângeles em Japeri, na Baixada Fluminense, pedindo ajuda eh através de um link. ajuda para você, se desejar, contribuir regularmente com o valor que você deseja, que você queira.
Eh, eu tô aqui fazendo a minha parte, dando visibilidade a essa campanha. Eh, até o momento o placar das doações lá tem a expectativa de 5.000 pessoas que possam de alguma forma ajudar com algum valor pontual ou se inscrever para com algum valor via boleto, Pix ou cartão de crédito colaborar para uma escola que mantém 240 alunos em tempo integral com quatro refeições por dia, talvez cinco contando com lanche, uniforme grátis, ensino grátis, não paga nada e numa região que que é das mais desassistidas do estado do Rio, município de Japeri tem um dos menores IDHs, índice de desenvolvimento humano do estado do Rio. Então, eu conheço a escola, sou suspeito para falar, conheço quem está à frente da escola, conheço os bastidores dessa gestão e de outras. É uma instituição que eu conheço há mais de 30 anos. Quem quiser ajudar vai lá aí pela internet, tá?
Ija com J instituição espírita Joana de Angel eja.org. Só isso. Ija.org. você chega lá e você vai ver se te interessa participar desse. Porque veja, a o grande desafio das obras assistenciais, voluntárias, filantrópicas, é que você depende de doação.
E doação é a coisa mais incerta que tem no mundo, cara. Porque a pessoa num dado momento da vida, se empolga e diz assim: "Vou ajudar". Aí passa um tempo e aí é direito dessa pessoa dizer assim: "Não quero mais aqui, eu vou fazer outra coisa". Só que a instituição ela tá demandando recursos o tempo todo. Então, eh, seja vinculada a alguma religião, seja por razões humanistas, escolas, creches, orfanatos, asilos, que seja, mantido com doações, é algo que exige dos gestores muita, muito sangue frio, porque é uma montanha russa.
Tem hora que chega, tem hora que não chega, mas você tem que pagar o salário dos professores que t carteira assinada em dia. Você tem que pagar em dia o salário dos funcionários com carteira assinada da limpeza. Você tem que pagar em dia a conta de luz, você tem que pagar em dia a conta d'água, entendeu? E você tem que prover, imagina refeições quatro por dia para 240 alunos. Não é brincadeira, tá?
Por isso foi feita a campanha eh Ija com jaja.org. Fica à vontade você conhecendo a instituição ou não, para dar uma sacada por lá e ver se você se anima ou não. É assunto teu. A gente tá aqui para oferecer oportunidade de seguir em frente. Deixa eu falar uma coisa que eu papo das a gente procura ter muito cuidado assim para escolher a dedo os assuntos que a gente quer compartilhar com vocês.
Eu não posso me furtar hoje porque é o sentimento que me move. Eu tô muito chocado com as guerras em curso no planeta, mas especialmente essa no Oriente Médio. E eu postei hoje na minha página no Instagram um trechinho curtinho do discurso do atual secretário de defesa, escolhido por Donald Trump para seu secretário de guerra, Pete Hexet, que é uma pessoa que explica muito a insanidade dessa guerra, a motivação inclusive religiosa. Speed Het tem usado, do meu ponto de vista, de forma completamente irresponsável, o lado radical cristão dele. Ele é um radical cristão.
Ele tatuou no peito, senhor, já tem algum tempo, a cruz das cruzadas. As cruzadas foram a maior aberração da história do cristianismo, matando quem eles consideravam a época herees ou infiéis. Se você não professa minha fé, você é meu inimigo. É nesse nível. E aí ele vem usando agora discursos assim eivados de apelos religiosos.
É uma guerra santa, é uma, ele não falou cruzada. Eu preciso ser justo aqui. Vou até usar as expressões que eu eh pelo menos eu não ouvi ele falar cruzado até o momento, que aí seria algo bem controverso. Mas ele fala, ele usa expressões do tipo guerra espiritual. A invasão do Irã, ele tá chamando de guerra espiritual.
Ele evoca o povo americano a orar de joelhos. para que as tropas americanas de Donald Trump sejam bem-sucedidas no Irã. Ele fala aspas, Deus todo- poderoso protege as nossas tropas. E aí vem, eu coloquei aqui um quadro respeitado histórico das Forças Armadas Americanas que já está na reserva, major general Randy Manner, ex-vice-comandante do terceiro exército dos Estados Unidos no Quite, entre outras funções, que tá dizendo que essas declarações do Pete Hexet, secretário do Trump, são declarações de um criminoso de guerra. Ele é americano.
Esse agora é um analista militar bem conceituado, o senhor, vou dar o nome, Randy Manner. O comentário dele a respeito do Pete Hexet está na minha página no Instagram. E por que que eu quis dar visibilidade a isso? Na era das redes sociais, a gente vai comprando o gato por lebre, vai repassando declarações fortes, apelativas, sensacionalistas, sem ter o cuidado de analisar o contexto, as circunstâncias e quem é que tá falando. Então, eu realmente tô muito impressionado com os selvagens cães de guerra dos Estados Unidos e de Israel.
Eu não apoio, nunca apoiei. Acho um absurdo, um descalabro o regime dos aatolas com prisão, tortura, o flagelo contra as mulheres. Então, por favor, que é outro hábito dos tempos modernos dessa superficialidade das redes sociais. Quando você critica alguém, acham que você já está posicionado em favor do oponente desse alguém. Não faz sentido, né?
Vamos combinar. Não precisa explicar isso, né? Quer dizer, eh, se eu critico o Fluminense, que é o meu time de futebol, não significa que eu virei casaca torcendo para outro time. Se eu critico o presidente da República de ocasião, não significa que eu endoio ou engrossei as fileiras do líder da oposição. Isso é, isso é uma coisa que eu acho, eu acho até constrangedor ter que explicar isso, mas enfim, a vida é dura.
A gente tá vivendo tempos de muita superficialidade, né? uma um déficit de nutrientes intelectuais. As pessoas são muito lineares assim, ih, falou isso é por causa daquilo, pelo amor de Deus. Agora, quando você vai ver como esse discurso radical cristão do Hexet é absolutamente convergente com o discurso radical do atual governo israelense que tem promovido a barbárie contra palestinos, não só de Gaza, mas da Jordânia, a barbárie contra pacifistas israelenses. É algo muito preocupante e algo que a gente precisa ter consciência.
Por isso que eu tô compartilhando com vocês. Em resumo, o que que você quer dizer, André? desembuxa. Nem todo mundo que usa trechos das Escrituras, nem todo mundo que evoca Deus, nem todo mundo que usa declarações atribuídas a mestres, a ícones de certas tradições religiosas. tem esto ético e moral para fazer isso e normalmente associa a luz à trevas.
Ou seja, eu vou me apropriar de um discurso que normalmente é empregado para falar do amor, do perdão, da compaixão. e vou pegar a carona em algo que tem poder da luz e vou associar isso a algo mórbido, tóxico, beligerante, que promove morte, que dilapida direitos. Eu sou testemunha ocular da história. Eu tô vendo isso acontecer em pleno século XX pela irracionalidade, pela irresponsabilidade, por uma com pitadas de fanatismo, compulsão pela violência, compulsão pelo extermínio. Eles usam obliteração.
É a palavra que Trump gosta de usar. Obliteramos o arsenal nuclear, obliteramos as forças deles, obliteramos é neutralizar. Neutralizar é liquidar, é pulverizar. E quem tá pagando o preço e todo dia de manhã eu tento focar, mas assim quando eu tô meio cansado, cois não não não clareiamente paraa prece fazer efeito, clareiamente. Eu peço muito pelas populações civis dos países que estão sendo bombardeados implacavelmente e sofrem essas populações civis os efeitos de uma guerra absurda, como se vê Rússia contra a Ucrânia, como se vê Estados Unidos e Israel contra o Irã, ou dentro de Israel a persistência dos israelenses em promover, agora até aprovaram uma lei controversa que permite a pena de morte contra quem é acusado de terrorismo está preso nas celas do governo de Israel.
Ocorre que as prisões em Israel estão ocorrendo no governo Netaniarro sem advogado, sem promotoria, sem julgamento, sem processo. Eu poderia ir longe, mas eu não quero fazer isso agora. Eu só tô aqui chamando atenção de que sim, você que tá perturbado, perplexo, você tá chocado com tudo que tá acontecendo, eu compartilho desse sentimento com você. E a gente não pode perder a nossa lucidez, porque às vezes a gente procura anestesiar os nossos sentidos para não ter a dor de perceber o que a gente percebe, mas às vezes é inevitável. O que a gente tá testemunhando é sim uma violência descomunal, absurda, assimétrica, desigual, injusta.
Bom, Líbano, população civil do Líbano, tá sofrendo horrores. Eh, salvo engano, foi meu amigo Guga Chakra, que é de família libanesa, um baita analista internacional, que comparou. O governo de Israel critica o governo do Líbano por não conseguir neutralizar as ações de um grupo terrorista chamado Resbolar em território libanês que ataca as forças israelenses. E aí o Guga lembrou: "Ué, no Brasil nós temos o crime organizado, facções que atuam sob a de certas organizações criminosas. E a gente não consegue dar conta aqui.
O Brasil não consegue neutralizar as ações dos narcotraficantes. E aí, como é que faz, né? Ah, André, vou entrar no ponto polêmico, mas eu quero sair logo dele. Eu não quero ficar por aí. Cuidado com o Canto da Sereia que diz: "Deixa o governo dos Estados Unidos participar da luta contra narcotraficantes aqui." Deixa eu te contar uma coisa.
Eh, quando você abre a porteira para uma força estrangeira fazer o que nós não estamos fazendo aqui do jeito que nós achamos que deveria ser feito, é fácil abrir a porta para alguém entrar. Difícil depois é fazer com que saia. É um absurdo imaginar, por exemplo, uma um mariner entrar numa comunidade de baixa renda para desbaratar uma quadrilha que tá lá dentro por várias razões. A primeira delas, não tem almoço grátis, a gente precisa ter inteligência para drenar as facções organizadas do crime no Brasil. Não é na porrada, não é, desculpa a expressão, mas é sangue, porrada e bomba, que é a trilogia da loucura das repressões que a gente vê no Brasil contra o crime organizado, tem resultado em pouco ou nenhum resultado efetivo.
Então não adianta, é com inteligência que você vai eh desarmar a bomba relógio do suposto poder desses grupos. É com inteligência. O a ocupação militar rende likes e curtidas, mas é pouco efetivo. Desculpa, eu não tô falando isso de orelhada não. Mas vamos lá.
Vamos à pergunta de hoje que dona Ariane achou engraçada. Falou: "Olha que interessante, é isso mesmo". Desculpa, Ariane. Tô confidenciando aqui nossa, [risadas] porque parece uma coisa meio assim esquisita mesmo. A pergunta que eu fiz no nosso stories foi: "Faz sentido falar sozinho?" [risadas] Olha a pergunta que eu fiz para vocês.
Faz sentido falar sozinho? Quem acompanha o papo das desde o início se lembra que lá na largada, mais de 6 anos atrás, eu achava o único lado bom da gente usar máscara o tempo todo, na época que o vírus estava a solta e nem todo mundo tinha sido vacinado, era que eu podia falar sozinho e ninguém ia perceber que eu eu falo sozinho. Então, já vou dar o meu testemunho aqui. O André fala sozinho? Falo sozinho.
Eh, eu falo sozinho profissionalmente quando eu tô na rua e vou gravar uma passagem pra televisão, né? O repórter aqui vai vai entrar ao vivo ou vai gravar alguma coisa, eu tenho que decorar o texto, então fico decorando falando. Mas isso não é o falar sozinho que eu tô reportando, não. Eu falo sozinho, falo comigo. Às vezes eu me critico, às vezes eu me xingo, às vezes eu falo: "Eê trigger bom, eu dou uma força para mim mesmo.
Então eu falo comigo. Aí você vai dizer: "André, mas você precisa falar com você?" Porque você é você. Quando você pensa, você já tá. Não, não, não. Falar para mim é importante.
Falo na boa, cara. Se um dia você me vê por aí falando sozinho, lembra do que eu tô falando. Eu não tenho problema de falar sozinho. Eu falo. Eu tenho certeza que um monte de gente já me viu falando sozinho.
Falei: "Ih, coitado." Ih, coitado. Olha ele lá. Esse aí não tem jeito. [risadas] Eu falo, falo sozinho e falar sozinho mesmo assim, tipo, não tem ninguém por perto. Eu falo comigo, eu comento, olha que lindo, ai meu Deus do céu, eu falo e às vezes a conversa vai longe.
Então vamos lá. Que que vocês mandaram aqui de perguntas ou reflexões? Vamos lá. Rafael Detiteit, falar sozinho faz parte da evolução humana. Não sei.
Porque veja, uma coisa é a prece, percebe? Isso não é falar sozinho. Prece é conexão. Você tá enviando um pensamento. Prece é diálogo, é conexão.
Então, não vou colocar prece no capítulo do falar sozinho. Agora, quando o Rafael pergunta, isso é evolução, não sei dizer. Eu não creio que seja. Eu não acho que se fosse alguma tradição espiritualista ou alguma religião, já teria dito: "Fale mais sozinho, hein? Para chegar a Deus você precisa falar sozinho.
Para evoluir, você precisa não, nunca vi isso." Então, acho que tem muita gente, talvez até a maioria das pessoas, que consegue tocar a vida maravilhosamente sem falar sozinha. Numa boa toca a vida. Então não acho, viu, Rafael? A minha opinião aqui não estamos, pelo amor de Deus, cada um com seu cada um. Eu não acho que falar sozinho seja uma condição para você evoluir, mas para mim falar sozinho é ser eu mesmo.
Assim, eu não ter medo, pudor, constrangimento de espontaneamente fazer algo que me dá vontade e falo sozinho. Carla Sorondo, falar sozinho pode ser uma forma de autorregulação emocional? Eu acho que sim. Comigo, não tenha dúvida, eu tô ali realizando um movimento espontâneo e a espontaneidade é em favor exatamente da minha serenidade, do meu equilíbrio. É algo que eu preciso fazer como se fosse uma um senso de orientação.
Eu tô me dando um retorno, eu tô me dando um feedback, eu tô reportando para mim mesmo algo que eu preciso destacar para mim mesmo. Então isso pode ter relação com o que você levantou. Uma forma de autorregulação emocional pode ser. Para mim faz sentido, Jiim Mara, falar consigo próprio é um caminho de autoconhecimento. Bom, depende do que você tá falando para você também, né?
Certo? Eu tô vendo um jogo de futebol sozinho. Eu começo a falar comigo: "Essa besta que não devia ter sido escalada, tá arruinando o time? Não, não faz isso. Isso não é autoconhecimento.
O autoconhecimento pode entrar no momento mais nobre do falar sozinho. Percebe? Você tá lendo um livro, o livro te traz ideias, insites, inspirações e aí você vai caminhar. Caminhar é espetacular. Caminhar falando sozinho é um exercício que eu nas minhas férias, normalmente eu vou pro mato, andar em estrada de terra de manhã cedinho e aí não tem jeito, eu falo sozinho adoidado.
Eita, falo para burro. E aí pode ser que essa ruminância intelectual, eu tô falando, mas eu não tô falando qualquer coisa, eu tô, é como se fosse uma prece ou tem a forma da prece, mas é uma expansão assim de uma ideia, de uma algo que eu preciso extravazar por palavras, né? E isso pode ser sim uma forma de, através das palavras que eu estou proferindo, falando sozinho, aquilo começa a fazer mais sentido, tá clareando as ideias a partir do que eu vou falando. É uma forma de promover uma redundância. Eu eu já tô entendendo, mas falar sobre isso me ajuda a clarear as ideias, percebe?
E isso faz a diferença para mim, mas cada um sabe de si. O que você falou faz sentido para mim? Prud 3 NT 314. Pensamentos intrusivos ruins. Devemos vigiar e orar sempre.
Vigiai e orai do Cristo é exatamente no sentido de promover, a meu ver, uma profilaxia mental, emocional e espiritual. Vigiai e orai. Perceba, no caso, pensamentos intrusivos, pensamentos que começam a açoitá-lo, castigá-lo, atormentá-lo. É o momento, penso eu, de você aplicar o vigiai e orai, né? Perceber a ameaça desses pensamentos intrusivos.
E a oração é como se fosse o arremate, falando assim: "Me ajuda a lidar com isso, abre meus caminhos". me protege desses pensamentos que eu não quero acalentar, não quero hospedar. Me ajuda a seguir em frente, porque eu tenho essa vontade e essa disposição, mas eu fraquejo ou por vezes me percebo sem uma boa sintonia e eu preciso da tua ajuda. Olha, Adriana Correia aí, no teu sentir, ela começa assim. Falar sozinho atrai os irmãos desencarnados é bom momento para um diálogo.
Os desencarnados não precisam da das nossas palavras proferidas, mas as palavras proferidas podem turbinar a clareza do teu pensamento. Se é assim, eleva-se a capacidade de você irradiar essa ideia. E aí a comunicação com os desencarnados torna-se mais fluida, mais clara. Então não é falar para que do lado de lá alguém me escute. É falar para que a minha irradiação mental se torne mais potente.
Pode acontecer, penso eu, dessa forma, tá? Olha, minha amiguinha Débora de Marco, como Adriana Correia, as duas são do Sul, mas de cidades diferentes do Rio Grande do Sul. A Débora diz assim: "Gosto de falar com meus pensamentos. Sempre tem alguém que nos escuta?" Olha, essa é uma boa questão. O no espiritismo, a gente realmente crê que nós primeiro, nunca estamos sós e as boas e mais companhias fazem parte de acordo com as oscilações dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.
Então sim, Débora, você quando fala, você sempre é escutada e é importante a sintonia do ponto de vista da definição de quem são seus ouvintes mais atentos e mais próximos de você, penso eu. Caiatur, Deia de Campinas. Verbalizar nossas angústias sozinho ou com pet planta. Pete ou planta, né? Animal ou as plantinhas.
Não é orar também. Essa é uma questão boa. Pode ser oração, né? Porque a gente às vezes coloca oração dentro de uma caixinha, né? Oração tem que ser assim.
Oração, se não for como manda esse manual aqui, não é oração. Eu não tenho essa ortodoxia. Eu acho que você tem razão. Quando você tá falando sobre suas angústias, você tá desabafando, você tá colocando isso para fora. Ou quando você tá conversando com o seu bichinho, seu pet ou com as plantinhas, você tá canalizando a sua energia, né?
A sua energia tá sendo canalizada, você tá tendo um foco, você não tá num momento de dispersão ou um momento de inércia assim, que você não tá focando em nada, não há propriamente uma direção definida e clara e consciente do teu pensamento. Quando você tem um pensamento focado, você tá irradiando uma energia e essa energia haverá de encontrar uma ressonância, haverá uma resposta. Nesse sentido, penso eu, não deixa eventualmente de se assemelhar a uma oração, porque a oração normalmente é uma palavra oração, prece que reporta um exercício de agradecimento, gratidão, de louvação, louvar a Deus ou de pedir algo, de pedir geral. Eu admito que a forma como você colocou a questão se verbalizar nossas angústias sozinho ou verbalizar nossas angústias com um cachorro ou uma planta, se isso não tem algo, um efeito parecido com da oração. Eu acho que sim.
Se você tá fazendo isso com o coração e se você tá conseguindo irradiar essa energia de uma forma muito clara, transparente, honesta, sincera, isso é uma expressão de você mesmo, né? Sendo que a oração ela tem esse endereço certo, penso eu. A oração ela demanda esse foco, né? Mas é uma boa reflexão. Jana Cardoso, ouvir é diferente de escutar.
Você acha que hoje as pessoas mais ouvem do que escutam? Eu escrevi sobre isso já no livro, num dos meus livros. Tem um capítulo inteiro que fala sobre isso, a força do um. E eu comento o trabalho do CV. Como?
Porque assim, eu sempre, deixa eu pegar aqui, vou pegar o capítulo aqui, ó. A força do um. Vamos lá, que fala de ouvir e escutar. Será que eu vou encontrar? Eita, é tudo ao vivo.
Ao vivo tá tudo em riba. Ó só, cuide bem. Quem ama escuta. Olha lá. Deus é pai.
Quem ama escuta. Capítulo 16 do livro A força do um. Um dos produtos mais raros no mercado é uma escuta atenciosa. Para ouvir basta ter audição. Para escutar é preciso ouvir com atenção, mostrar interesse.
Então a gente ouve mais do que escuta, muito mais do que escuta. A escuta é um produto realmente escasso, raro, valiosíssimo no mercado. Feliz daquele que quando fala tem alguém que Isso é muito triste, porque nós somos seres sociais. Nós precisamos nos comunicar uns com os outros. Para comunicar uns com os outros, a gente precisa ter alguém que escute, senão vira um simulacro de uma conversa, não é uma conversa de verdade.
E isso é péssimo. Olha aí a Leila chegando de Boston. Muito bem. Então, que a gente tenha a noção da diferença que faz você mostrar para alguém que você tá escutando, esse alguém vai se sentir valorizado, privilegiado, vai falar: "Nossa, que bom ter você por perto para me escutar". É interessante no livro que eu escrevi sobre prevenção do suicídio, viver a melhor opção, a gente fez essa imersão no universo dos fatores de risco suicida, né?
Então, solidão, por vezes que não é estar sozinho, é se sentir muito sozinho. Então, você pode ter solidão cercado de gente, morando numa casa cheia de gente, cercado de pessoas o tempo todo, familiares, colegas de trabalho, amigos da escola. Você pode estar cercado de um montão de gente, só só que ninguém ali, por alguma razão, é merecedora ou merecedor do que você tem para dizer no num momento difícil. Ou porque não vão escutar você de verdade, ou porque vão julgar você, que é horrível, você tá desabafando e alguém tá ali, ó, com dedão em riste, não é legal? ou porque você sabe que não vão guardar segredo, porque é uma coisa que você tá abrindo para aquela pessoa e ela de repente vira uma fofoqueira e vai contar para outras pessoas algo da tua intimidade.
Você eh sofre com isso. Então, essas situações não foram citadas por mim por acaso. O Centro de Valorização da Vida, o CVV, eh se notabilizou por ser um serviço que realiza essa escuta atenciosa, sem julgar quem tá desabafando e guardando sigilo, porque são os atributos que fazem toda a diferença. Toda a diferença. Mariana Caps, falar com as plantas e animais é considerado falar sozinho.
Bom, eu não acho que seja falar sozinho. Eu acho que quando você conversa com uma planta, você tá, em certa medida, interagindo com um ser vivo que não tem ainda os rudimentos do instinto, muito menos da razão, mas é capaz de sentir, é capaz de absorver aquela informação. Isso é fato, isso é ciência, isso não é misticismo. Acesse, faça essa pesquisa depois da nossa live aqui e veja quantas experiências já foram realizadas em laboratório, mostrando a capacidade das plantas reagirem de formas distintas a certas irradiações na forma de som. Isso é muito interessante.
As moléculas da água é outro estudo fantástico no microscópio, elas registram. A água é o elemento mais neutro do universo. Então é algo que tá pronto para ser alvo de diferentes gêneros de interferência. Quando você fala um palavrão ou quando você fala uma palavra bonita, a molécula da água ela se resolve de maneira distinta, continua sendo molécula de água, mas a apresentação da molécula se eh ajusta ou se molda de acordo com a irradiação que você produz. Então veja, o universo reage nossos estímulos.
Nesse sentido, quando se conversa com animal ou com uma planta, é uma conversa, é uma troca. A planta irradia uma energia, você também. O animal irradia uma energia, você também. Então, quando você fala com o animal, você fala com uma planta, você tá endereçando ao animal e a planta a sua energia e haverá um retorno. Esse é o ponto, do meu ponto de vista, é assim que acontece, entendeu?
A, é, é só uma opinião, meus amigos, minhas amigas, chegando ao fim, mais um papo das 9. A gente não tem compromisso de fechar às 10, não. A gente fecha quando fecha a tampa, fechou. Demos aqui o nosso link com os assuntos de hoje. Tentei fazer aqui em respeito a vocês e a mim a melhor abordagem possível em relação ao tempo proposto.
Ó, fiquem com Deus. Lembrando que o papo das ve fica aqui no YouTube. Quando você marca lá, tem uma, eu não sei qual é o símbolo, não sei se é isso aqui, ou você se vincular lá ao canal. Toda vez que tiver um vídeo novo, você recebe isso. Então é legal.
Se você acha que os conteúdos que a gente compartilha aqui são de alguma forma importante, vale a pena no YouTube você cravar lá e ficar vinculado para receber esses conteúdos ou se quiser repassar o link para quem de direito que você acha que deveria acessar esse tipo de informação. Tá bom, povo do Insta? Valeu, vamos em frente. Já é abril, né? Eu nem perdi meu tempo.
Eu não vou perder meu tempo comentando essa crença de que primeiro de abril, o dia da mentira. Poupem-me. Poupem-me. Pega na mentira. [canto] Pega na mentira.
Puxa o rabo dela, pisa em cima, bate nela, pega na mentira. [canto] Se lembra? Sônia, Braga é feia, não [aplausos] é boa. Já não morre peixe na lagoa. Passa todo mundo no vestibular, o amor vai se acabar.
Barato é o marido da barata. Amazônia transa sua mata tá tá. Pega na mentira, grande Erasmo, tremendão. Onde você tiver, gratidão. Tudo de bem.
Fiquem com Deus. [roncando]


