Cuide dos pensamentos e observe suas reações | Minutos de Sabedoria #12
O que acontece quando percebemos que um pensamento não está nos fazendo bem? André Trigueiro lê a mensagem 245 de Minutos de Sabedoria, de Carlos Torres Pastorino, e compartilha situações em que procura reconhecer as próprias reações e mudar o rumo da conversa interior.
Com exemplos pessoais e humor, André fala de impulsos, indignação e da tentativa de responder com mais discernimento. Na perspectiva espírita da conversa, observar essas tensões faz parte de um trabalho contínuo de autoconhecimento e reforma íntima.
Uma reflexão sobre a possibilidade de aprender com as próprias limitações e exercitar, no cotidiano, atitudes mais conscientes.
A mensagem 245
André Trigueiro lê e comenta a mensagem 245 do livro Minutos de Sabedoria, de Carlos Torres Pastorino.
Neste vídeo
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Vamos lá. Para onde vamos? Pedindo ajuda aos amigos espirituais. A egrégora que eu gosto de imaginar isso. Quando eu desencarnar eu vou checar.
Se o nosso professor pastorino abençoa esse trabalho e se os nossos amiguinhos espirituais, quando a gente pede com coração aberto, apesar das nossas muitas limitações, falhas, imperfeições, se eles estão por perto para nos inspirar, que a gente possa abrir numa página interessante pro dia de hoje, por alguma razão, e que eu seja aqui uma ferramenta útil, um instrumento maleável, um meio adequado para esse propósito. Aonde a gente vai abrir, então? Eita, não sei, não sei, não sei para onde vai, para onde vai, para onde vai. Foi para cá. Olha, eu tava falando o que que é o propósito do Papo das Novas.
A gente abriu aonde? 245, que diz o quê? Mantenha sua mente limpa de qualquer pensamento menos digno. Só assim conservará a serenidade e a paz com base da felicidade que chegará como base da felicidade que chegará a você. O corpo é reflexo da mente e a mente é o reflexo da nossa alma, que é o nosso verdadeiro eu.
Pense coisas nobres e elevadas e seu corpo manterá inalterável a saúde, trazendo-lhe a felicidade que tanto almeja. Primeira coisa que me vem aqui, porque o propósito de abrir ao acaso, entre aspas, o Minutos de sabedoria, é a gente refletir sobre essa página. Cada um tem a sua leitura. Não tem a leitura certa e a leitura errada. Tem a sua, eu tenho a minha.
De bate pronto, sem elaborar muito o que que me vem à cabeça. A memória de todas as vezes que eu procurei abafar, silenciar pensamentos que claramente não me favoreciam, me deixavam tenso, ansioso, potencializavam uma eventual indignação resvalando na raiva. E isso faz a energia da gente, ó, ser sugada, né? a gente perde energia. Então, eu não sei que se é assim com vocês.
Eu percebo quando eu tô vivendo o duelo, né? O duelo entre a tentação de continuar vibrando numa frequência aonde eu tô atiçado, eu tô predisposto a fazer, falar, pensar ou sentir algo que não me favorece. E aí há uma outra força que é, do meu ponto de vista, mais madura, experiente, sensata, lúcida, que diz assim: "Sai dessa, não continua nesse caminho, muda o rumo da prosa. Não pensa mais nisso. Vamos fazer de outro jeito.
Vamos pensar outra coisa. Cala essa tua boca, desgraçado. [risadas] Porque eu vou confidenciar a vocês, tá? Acho que eu já falei isso no papo das eu falo alto. Eu gosto de falar comigo mesmo.
Tô sozinho, às vezes em casa. Eu falo na época da pandemia, usando máscara era uma delícia, porque eu falava mesmo. E aí, eh, por exemplo, eu perco alguma coisa dentro de casa e demoro a achar. Eu começo a falar comigo, [ __ ] André, de novo, cara, pelo amor de Deus, se liga, arruma as coisas direito. Depois que você você não se acha na sua bagunça, como é que faz?
Eu fico falando comigo. Eu fico falando comigo. Falo alto. Se tiver alguém por perto vai falar: "Ih, esse aí tá tantã. Tem problema não.
Eu falo comigo". E quando eu não expresso verbalmente essa fala, ela acontece aqui dentro. Voltando então ao tema da mensagem 2 45. Mantenha sua mente limpa de qualquer pensamento menos digno. E quando esse pensamento menos digno acontece, que que eu faço?
Eu dou graças a Deus quando ocorre esse duelo. Eu diria do lado mais evoluído com o lado menos evoluído. E eu tô ali, eu sou os dois, eu sou dois em um. E aí o bicho pega, né? Então a gente, minha leitura disso, dessa situação, eu comigo, eu acho que eu evoluí alguma coisa a ponto de ter essa conversa.
Daqui a pouco essa daqui a pouco não, daqui algumas encarnações, provavelmente essa conversa não terá mais lugar. Por quê? Porque o lado mais evoluído, ele será prevalente e não haverá tantas situações aonde a tentação de vibrar numa frequência que não é adequada surja. Vamos combinar que não faltam motivos por vezes para você se sentir vulnerável, né? Eh, notícia de corrupção, notícia de injustiça, notícia de genocídio, de matança de civis, notícia de injustiça contra pessoas mais vulneráveis, menos favorecidas.
Enfim, esse tipo de situação quando fere os brios da gente de uma maneira mais, eu diria, intensa, pode abrir caminho para [roncando] a descompensação. Então, ó, se liga na missão, mundo de provas e expiações. Estamos aqui aprendendo a ser pessoas melhores. E para ser pessoas melhores, a gente tem que fazer exercícios diários, exercícios espirituais. Alô São Tomás Jaquino, né, que era o Não foi dele, gente.
Ah, eu falo as coisas assim de improviso sem aviso prévio, sem roteirinho. Eu detesto dar informação errada. Então eu vou aqui perder 10 segundos para tentar descobrir se eu falei a coisa certa, se quem lançou a obra exercícios espirituais, que até hoje é tão referencial paraa igreja, foi de não. Ó lá, tá vendo? Inácio de Loiola.
Não é nada de São Tomás Jaquina. Ainda bem que eu fui consultar então os exercícios espirituais, não no contexto de Santo Inácio, mas no contexto de um autoburilamento. Os espíritas chamam isso de reforma íntima. Eu vou começando a ter consciência de que existe um lado mais evoluído e um lado menos evoluído em mim. Como é que eu negocio, como é que eu trabalho dentro de mim essas questões, tá bom?
Yeah.
