Minutos de sabedoria
215
Indicação de leitura
Papo reto sobre drog4s. Autor: Paulo Pio
Sugestão de reflexão
Reflita sobre como podemos resolver o problema da violência.
Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Muito bom dia a todas e todos. Sejam todos bem-vindos a mais uma edição ao Vivaço do Papo das Noves, direto do meu cafofo, em Laranjeiras. Eu na largada do papo de hoje, saindo um pouco do nosso padrão de iniciar a nossa conversa ao vivo, abrindo ao acaso uma página com mensagem edificante do livro Minutos de Sabedoria, eu preciso falar sobre o que houve ontem no Rio de Janeiro. Nós tivemos ontem no Rio de Janeiro um banho de sangue na operação policial mais letal da história desta cidade nos complexos da Penha e do alemão. Primeiro dado foi de que teriam ocorrido 64 óbitos, mas esse número deve passar de 100.
Nesse momento que eu tô ao vivo aqui com vocês, certamente o número será bem maior. E eu preciso falar sobre isso porque eu, como cidadão carioca, jornalista, que venho testemunhando no passar do tempo o agravamento da situação da violência urbana, da insegurança pública e da sofisticação das organizações criminosas sem a devida resposta do poder público. Eu tenho o que dizer. Primeiro, quando você fala que são traficantes de drogas ou narcotraficantes, é importante você ter em mente que as drogas não representam a principal receita dessas organizações. Nós estamos falando de um modelo de negócios ilícitos que começa a partir da ocupação de um território.
E aí você estabelece o perímetro da extorção cobrando taxas de segurança, de acesso aos serviços da internet, taxa pro botijão de gás, tudo extorção à luz do dia, sem que o estado consiga conter essa violência. Em algumas comunidades, certas organizações têm a principal receita alerida a partir da construção civil. construção de prédios com excelente acabamento e que são vendidos sem o devido papel passado e muito menos com licenço alvará da prefeitura. Prédios construídos à luz do dia no Rio de Janeiro à margem das regras, à margem da lei. Então, pra gente deixar claro, as drogas não são mais a principal fonte de receita dessas máfias. Dois que eu acho importante.
O maior desejo dos moradores que vivem nessas comunidades é se livrar do julgo desses bandidos. Operações como a de ontem determinam inúmeras consequências, exceto a retomada do território pelo Estado ou o livramento da sensação de insegurança dessas comunidades. Essas operações, em certa medida, pode-se dizer, não resolvem o problema. rei morto, rei posto, o bandido que foi abatido será substituído. O modelo de negócio baseado em extorção prosseguirá. E aí temos um problema que é, foi uma boa ideia fazer operação dessa magnitude? 2 meses de planejamento, 2.500 policiais, quatro agentes de segurança morreram. É um número elevadíssimo. É um número elevadíssimo.
O que me parece não deveria justificar por parte de qualquer autoridade a declaração de que foi uma operação bem-sucedida ou exitosa, porque não é para você ter quatro policiais mortos numa operação que visou mandado de busca e apreensão. Nem tô falando. entre os muitos mortos que ainda estão sendo descobertos, tem uma mata onde eles estão tirando cadáveres de lá, em que haverá inocentes. Haverá inocentes e o pânico que se estabeleceu na cidade, porque ontem o que aconteceu no Rio de Janeiro é algo inacreditável.
As pessoas saíram mais cedo do trabalho apavoradas com a interrupção das vias públicas em vários trechos do Rio de Janeiro, o que deixou a impressão de que os bandidos poderiam determinar o terror na cidade. Muita gente foi liberada do trabalho e aí para voltar para casa não tem ônibus. Os motoristas de ônibus falaram: "Eu não vou pegar o veículo para trabalhar por aí do jeito que a cidade tá". Então, levas de milhares de pessoas tentando chegar em casa sem transporte público. Tudo isso aconteceu no dia de ontem. E aí você vai dizer: "Ah, mas pelo menos 100 fuzis foram apreendidos armas de guerra extremamente letais." Aí eu preciso dizer, o Rio de Janeiro não fabrica armas nem drogas.
Essas armas e drogas vem de longe, vem de outros países ou de outras áreas bem distantes do Rio de Janeiro. Cadê as forças federais para não permitir que essas armas de uso exclusivo de Forças Armadas, armas extremamente letais e drogas não cheguem aqui? Porque aqui é enxugar gelo. Você faz um banho de sangue, muda a rotina da cidade, a população fica em pânico. Ah, aprendemos sem fuzis. Os os fuzis estão entrando o tempo todo, continuarão entrando. Assim como os traficantes mortos, os mafiosos, os bandidos mortos serão repostos. Não resolve o problema. Esse é o ponto. Aí você vai perguntar, mas por que então o governador do estado, Cláudio Castro, reiteradas vezes realiza essas operações?
Bom, o entendimento muito claro é de que parte expressiva da população apoia essas operações, ainda que elas não mudem o status qu do crime, mas dá uma sensação, ó, estão fazendo alguma coisa, OK? Eleva-se a popularidade surrend dividendos políticos. Ano que vem tem eleição. Temos uma conjugação perversa aí de eh variáveis que sugere que possa estar havendo um aproveitamento político até pelas declarações contundentes contra o governo federal. Eu pedi blindado, eles não deram. a gente tem que ter atenção paraas declarações e fazer a leitura nas entrelinhas. Mas de fato é incrível. Eu tenho quase 60 anos, vou completar ano que vem.
Eu acompanhei todas as fases do agravamento do problema da violência no Rio de Janeiro até os dias de hoje. A gente vem acompanhando e como jornalista também. O que que dá para concluir? O estado brasileiro, e eu tô falando das diferentes instâncias de poder, não conseguem se organizar, se articular para combater o crime organizado, que é articulado e consegue se ajustar aos novos tempos, inclusive promovendo União, PCC e Comando Vermelho tem parcerias estratégicas em nível local, nacional e internacional. Ontem usaram drone para lançar granada. Aí você fala: "Mas o que que a gente pode fazer?
Tudo que a gente não fez até hoje, compartilhamento de informações entre as polícias, um cadastro nacional com dados estratégicos que ajudem a combater o crime organizado no Brasil com as articulações das polícias, investimento em inteligência, força tarefa acima de qualquer suspeita. realizando o planejamento não de forma soldada, não de forma politiqueira, bem calibrado dessas ações. Eventualmente haverá enfrentamento, eventualmente haverá eh óbitos numa quantidade lamentavelmente grande, mas isso resultado de algo diferente do que aconteceu ontem, diferente do método e dos objetivos traçados. Então, a gente precisa fazer muita coisa diferente. Isso não tem tido lugar.
É também preciso dizer que os governos do PT, os dois mandatos do Lulo, mandato da Dilma, só aí são quase 12 anos no poder. Não tô falando do atual governo. Historicamente, os governos do PT não são protagonistas no enfrentamento da grande questão da atualidade, que é insegurança. Insegurança. Então, a gente precisa ter essa visão de que não dá mais, não dá mais para você não encarar de frente um problema que passou a ser insuportável. Insuportável. Precisa ter política pública na área da segurança a partir de Brasília. Precisa ter. E esse congresso que dias atrás, olha só o congresso como tá em outra dimensão, o reino de Nárne.
Congresso Nacional dias atrás, você acompanhou, tentou aprovar um projeto de lei que foi batizado de PL da blindagem e apelidado também de PL da bandidagem. Por quê? porque impedia a correta investigação, julgamento e punição de parlamentares flagrados em crimes sem o aval dos pares. Os os outros parlamentares em votação secreta deveriam avalizar se o seu coleguinha deve ou não ser investigado, ainda que haja um conjunto probatório robusto. É um absurdo.
As as pessoas foram pra rua combater isso e isso não passou, mas tá lá, tem gente querendo ainda isso num país em que nós temos e não é exclusividade do Rio de Janeiro, as organizações criminosas apoiando a eleição de seus representantes nas câmaras dos vereadores, nas assembleias legislativas e no Congresso Nacional como deputado federal ou senador. Eles estão aí bandidos travestidos de parlamentares defendendo os interesses das máfias. Aí querem a PL, o PL da blindagem. Não passou porque o povo foi pra rua.
Então eu quero dizer que eu como cidadão do Rio de Janeiro, jornalista que acompanha, com atenção, obviamente, como toda a população, esse os desdobramentos, né, do noticiário envolvendo segurança pública, nós precisamos fazer tudo diferente. Não podemos normatizar o que houve ontem no Rio de Janeiro. Não dá para bater palma para uma operação que paralisou a cidade, deixou a cidade em pânico. Ontem foi um dia que quem não é do Rio não consegue compreender o que aconteceu aqui a partir de uma operação policial planejada com dois meses de antecedência para realizar mandados de busca e apreensão. Ah, André, você não quer que a polícia faça nada?
Claro que eu quero que a polícia tem que fazer muita coisa, mas não pode enxugar gelo. O grande objetivo é retomada de território. Esses mafiosos se criam na ausência do estado. Não adianta as forças policiais ocuparem, trocarem tiros, matarem um monte de gente, sair e dizer: "Fiz a minha parte". OK, eu vou entender, mas não vai resolver o problema. É para resolver o problema. #faz diferente.
É apenas uma opinião, você não precisa concordar comigo, mas eu tô aqui de público manifestando um posicionamento que não é novo, mas a gente precisa ter competência técnica, a gente precisa ter seriedade, a gente precisa ouvir os especialistas, a gente precisa ter coragem de fazer quase tudo diferente do jeito que tá enxugar gelo. posto. Vamos começar então a falar falar de paz interior. Não é possível construir um mundo diferente com pessoas indiferentes. E a gente precisa construir essa sensibilidade de perceber o que nos cabe fazer com o coração pacificado, minimamente sintonizados com pensamentos ou ideias que não sejam mobilizados por revolta, vingança, ódio. Não. sentar o coração na direção de uma sintonia que favoreça a tomada de decisão em favor das deliberações que construam, edifiquem e tornem mais saudável o nosso ambiente.
Vamos então aqui pedir aos amigos invisíveis que nos ajudem a buscar numa página alguma informação relacionada ou não aos episódios de ontem que justificaram a minha meu editorial, vamos chamar assim, no papo das 9 de hoje. Não faço isso normalmente fiz hoje porque achei que devia. Então, que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado pra gente seguir em frente da forma possível com a ajuda dos amigos invisíveis. 215. Olha só, não fique triste. Procure o conforto que o céu dá a todos aqueles que se conformam e aceitam as dores com resignação. Se aquela criatura que você ama acima de tudo, mais do que a você mesmo, foi ingrata com você, não fique triste.
Peça que o Pai a ajude e que ela se torne cada vez mais feliz. Entregue ao Pai todo compreensivo aqueles a quem você ama e ame-os você também. Essa mensagem me parece, eu vou fazer a leitura livre aqui, sem nenhuma indução a possibilidade de vocês entender. Só tem um jeito de interpretar isso, não tem vários. Cada um com sua sensibilidade, seu momento, seu filtro. A minha é a seguinte, resignação positiva, eu já falei muito sobre isso aqui no papo das 9, resignação positiva é o que está posto, o que já aconteceu e você não tem o poder de reverter, suprimir, anular. Aquilo é mais forte que você. Aquilo já teve lugar. Então que a gente procure, em primeiro lugar, não se degladiar com os fatos. não se degladiar com os fatos.
Os fatos estão postos e a gente com muita serenidade e lucidez procurar o caminho mais sábio de lidar com aquilo que eventualmente não nos favorece, não ajuda, eventualmente atrapalha bastante. Qual é a melhor maneira da gente lidar com as circunstâncias hostis, com as circunstâncias deploráveis, lamentáveis, que poderiam ter o poder de nos desestabilizar, que nos deixam tristes, como a mensagem diz explícitamente? Então, resignação positiva, se é algo que extrapola a minha competência e o meu poder, meu livre arbítrio, não adianta eu mudar algo que já tá colocado como fato consumado.
Eu preciso ter inteligência emocional, eu preciso ter sabedoria, eu preciso me cercar de alguns cuidados para não responder a esses estímulos tóxicos e nefastos da pior maneira possível. buscar inspiração na vingança, na retalhação, no ódio, na intolerância, né? Não, eu vou procurar ser justo e vou procurar o bom senso e vou tentar, na medida do possível, realizar o que me cabe fazer. Ainda que eu não consiga reverter futuras ocorrências que estão mais uma vez acima da minha capacidade de interferir no rumo dos acontecimentos, eu estar bem posicionado nesse tabuleiro, não me deixando levar pelo arrastão do pessimismo ou dos sentimentos de baixo teor vibratório, né? negativos, tóxicos, não.
Aonde eu devo estar diante de circunstâncias extremamente difíceis e hostis que afetam ou tenho o poder de afetar o meu equilíbrio? Então o Pastorino tá aqui sugerindo, não apenas ele não usa a palavra resignação positiva, mas ele fala que quando a gente entrega, ele fala dessa questão de entregar a Deus. Entregue ao pai todo compreensivo aqueles a quem você ama e ame-os você também. É a evocação da fé. É você entregar, é, é dizer o que me cabe fazer comigo, o que eu não tenho poder de interferir, tá acima de mim. Eu entrego a Deus.
Se você não quiser usar a palavra Deus por não acreditar em Deus, por não ter religião, tem gente que não tem religião e acredita em Deus e por aí vai, mas entrega a natureza, entrega ao fluxo das forças que comandam o universo, o nome que você queira dar, entrega, porque nesses momentos é muito interessante acreditar numa força superior, pelo menos para mim, porque do meu ponto de vista, quem acredita em Deus acredita que há lógica no caos. As peças aparentemente desarrumadas e distribuídas de forma caótica no tabuleiro, aquele é um momento do jogo, não explica o jogo, é um momento do jogo. E por vezes é preciso que haja muita turbulência para que se discutine o horizonte de uma solução.
Vou repetir porque realmente isso empresta letras, as palavras finais da minha leitura do Pastorino. Por vezes é preciso que haja muita turbulência para que a gente tenha a lucidez de perceber caminhos para resolver os problemas. De fato, melhor seria que não houvesse a turbulência e a gente não tivesse o ônus dor e do sofrimento para ter a sensibilidade necessária para perceber o problema de um jeito que seja possível resolvê-lo. Mas a dor e o sofrimento, por vezes, precipitam ações que podem de fato colocar um ponto final. naquilo que é deplorável, lamentável e, infelizmente recorrente.
Sugestão de leitura para hoje do meu amigo Paulo Pio, que é um grande amigo em São Paulo, educador, escritor, palestrante, há muitos anos voluntário do Perseverança, que outro dia eu falei aqui dessa instituição Longeva de São Paulo. Ele também é um especialista na prevenção de drogas. Ele atua com isso. Não apenas isso, mas há pelo menos duas décadas ele se debruça sobre isso. A gente tá falando, eu comecei aqui o papo das lembrando que esse episódio deplorável que teve lugar no Rio de Janeiro ontem com banho de sangue, assustando a cidade inteira, deixando em pânico as comunidades aonde vivem aproximadamente 280.000 pessoas.
Comunidade da Penha, comunidade do alemão, a maioria das pessoas ali, gente, por favor, você não cometa a imprudência de achar que quem vive em comunidade dominada por bandido tá alinhada com bandido. Por favor, tá um criminoso. Não. Maioria absoluta das pessoas é gente como eu e você. E você não faz ideia do que é viver numa comunidade dominada por um mafioso covarde, fortemente armado, que gera inúmeros problemas, acumulando o cometimento de erros que lhe custarão caro no momento oportuno, seão ainda nessa vida. Então, que que eu falei? Eu falei que as drogas não são a principal receita dessas organizações. Eles traficam drogas, traficam.
Mas eu falei aqui da extorsão, taxa de segurança, taxa de botijão de gás, taxa de serviços da internet, entre outras. É daí que vem o dinheiro que eles amealham de forma ilícita e violenta. Mas as drogas são ponto de partida dessas organizações. Papo reto sobre as drogas. Paulo Pio, o que você precisa saber e ninguém te contou. É um livro que o que me chamou atenção não é apenas a vastidão dos temas. O que que é droga? Aí fala do álcool, do narguilê, do vapor, do cigarro clássico, da maconha, da cocaína, do casi, do ice, anabolizantes, do craque, anfetaminas e afins.
Eh, a pressão do grupo para que o jovem use drogas, ele fica lá querendo agradar o grupo que ele quer ter interação social, como a família deve se postar diante da pressão para o uso de drogas. Eh, o Paulo é um craque e a edição é muito objetiva, muito objetiva. Por exemplo, álcool, a droga que ninguém chama de droga. Espetacular. ninguém. A droga é aceita, a o álcool é aceito socialmente. Tô bebendo socialmente, não me enche o saco. A droga é responsável por muito mais tragédias do que a maconha, por exemplo. Só pra gente ter um efeito de comparação aqui. Motoristas embriagados que matam a si, a sua família ou quem tá na rua na reta de quem não deveria estar ao volante.
É, pessoas que bebem se tornam extremamente agressivas e eh ameaçam ou consumam atos de violência contra a própria família. O álcool é uma droga. Droga é aquilo que altera, já falei várias vezes aqui, o funcionamento normal, natural do sistema nervoso. O álcool é uma droga. O cigarro altera? Um cigarrinho. Se eu fumar aqui na frente de vocês, altera o meu metabolismo, meu sistema nervoso? Altera. Por isso é uma droga. E aí a gente vai est de alguma forma preocupado com a escalada do uso das drogas e a dificuldade de debater isso com a devida seriedade. Então Paulo vem, ó, pegar o exemplo do álcool.
Aí ele explica qual é a questão envolvendo o álcool, porque que é uma droga, qual é a situação no Brasil em relação à permissividade no consumo e na venda de álcool, inclusive para menores de idade. Eh, mas são duas ou três páginas com recados bem breves, rápidos, mas bem apurados e que dão norte no debate. Sugiro que todos os pais e educadores tenham algum livro, esse é um ótimo livro, para saber como se posicionar dentro de casa ou no trabalho quando surge a questão da droga. Tem muita gente que chefia uma empresa ou tá no RH de uma empresa. Aí tem o funcionário que tá com problema de dependência química. Você tem que saber como lidar com isso.
Você tá em casa, não importa se você é pai, mãe, filho, alguém na família tá envolvido com droga e claramente tá tendo uma uma mudança de comportamento e tá tendo prejuízo na sua performance como profissional ou como membro da família. Como é que se lida com isso? Agora, a prevenção, a prevenção, você não vai esperar acontecer o pior para buscar informação. Por isso, recomendo muito respeito, muita alegria. Papo Reto sobre drogas é um livro direto, necessário e fundamentado escrito para jovens do oitavo ano ao ensino médio. Trata com seriedade e leveza temas como essas drogas que eu citei, sem exageros, sem moralismo, sem rodeios. A obra convida o jovem a refletir, refletir antes de decidir.
É prevenção de verdade feita por quem entende do assunto. É mais que uma leitura, é uma escolha consciente. Dê de presente paraa garotada. Educadores, acessem e vejam se não é o caso de trabalhar esses conteúdos em sala de aula. E se você não é estudante, não é jovem, nem educador, veja como o assunto é tratado pelo Paulo. Vale a pena. Parabéns, Paulo. Tá aqui, ó. Coleção Educação para Paz. Escola Atenta. É editora, né? Escola Atenta. Então, tá dado o recado, viu, gente? Papo reto sobre drogas. Sugestão de reflexão para hoje. Vamos lá. Perceba. Eu vou repetir o que eu falei antes, porque eu acho isso importante pra gente meditar e refletir.
Por vezes nós vamos ter, diante de ocorrências lamentáveis, como essas que tiveram lugar ontem no Rio de Janeiro, o grupo dos catastrofistas. É gente que só vê o fim do mundo. Agora não tem jeito, olha só como é que tá o mundo hoje. Eu não tenho afinidade com esse grupo, mas ele existe, ele não agrega, né? ele reverbera o escândalo e o o ambiente de medo. Eu realmente acho que o interessante agora é a gente refletir com muita serenidade sobre o que é possível depreender de episódios como esse, a operação mais letal da polícia do Rio de Janeiro, da história desse lugarzinho do Brasil e tirar as melhores conclusões possíveis, aprender com os erros e fazer diferente. É a minha sugestão.
O que vale pro Rio de Janeiro vale pro Brasil. aonde há, onde não há. o problema da insegurança, da violência, que a gente aprenda a fazer a defesa, que temos esse direito, das melhores respostas à violência e à insegurança. Aprender a fazer diferente, ter a humildade de reconhecer. Do jeito que tá não tá resolvendo, do jeito que tá não tá dando certo. Como é que a gente tenta mudar esse estado de coisas? Porque é assunto nosso, não fica só transferindo e delegando. Ah, eu votei nele, ele que descubra. Não, informe-se, cobre isso. Ano que vem tem eleição, inclusive eleição para governador. Você sabe que quem tem o poder sobre as polícias são os governadores.
Polícia que mata, polícia que esculacha, polícia que intimida na violência qualquer um. Se desse jeito no problema da violência, ela não teria escalado nos estados aonde existe essa truculência. Você vai se lembrar aí de um outro estado onde a violência caiu e a polícia tem fama de ser dura. Eh, vamos traduzir aqui o português. Uma polícia rígida ou dura não precisa ser uma polícia violenta. Ela pode ser uma polícia educada. Ela pode ser uma polícia que tenha a noção dos direitos de cada cidadão, mas é uma polícia rígida, é uma polícia dura, é uma polícia que se faz respeitar. E isso eu não vejo problema.
Agora, a polícia que esculacha, que é a palavra que aqui no Rio a gente usa direto, polícia que esculacha é a polícia que começa primeiro intimidando e batendo, depois vai perguntar quem você é. Essa polícia perdeu o respeito na largada e se ela resolvesse o problema, não teríamos a escalada da violência em estados onde a polícia age assim. Para pensar nisso. Violência gera violência e a gente precisa ter inteligência junto com a força policial. Tem que ter força, tem que ter a polícia bem treinada, bem equipada. Ela tem que ter armamento compatível com os criminosos e ela tem que conhecer os direitos do cidadão.
Eu não tô pedindo perfeição, eu tô pedindo uma ética profissional, onde o respeito ele é conquistado pela admiração das pessoas na tua conduta. O fato de você tá arriscando a própria vida numa operação. O fato de você tá deixando a sua família em casa e não saber se vai voltar enfrentando bandido que tem arma de guerra. Tudo isso é dramático, tudo isso é muito triste. Não se resolve o problema da violência, que é complexo, com uma medida mágica, uma solução única. Então, a gente precisa debater, discutir e unir as diferentes correntes administrativas. prefeitos, governadores em nível federal, precisa ter, não adianta, não tem outro caminho.
A gente tá brigando por razões políticas no mundo da legalidade, enquanto os criminosos estão se articulando, se consorciando, negociando a melhor forma de obter seus ganhos ilícitos. É, gente, é o mundo que nós estamos enfrentando hoje ao nosso país. Eh, o mundo não é propriamente um lugar totalmente tranquilo, mas o Rio de Janeiro e boa parte do Brasil tá se deparando com um problema típico de países em guerra. Você sabe que em escolas não, hospitais municipais aqui do Rio de Janeiro, principalmente o Souza Aguiar, é o maior hospital da rede municipal, salvo engano, eh hospital geral, fica no centro da cidade perto da central do Brasil.
Eu já fiz matéria mostrando delegações de cirurgiões de outros lugares do mundo, inclusive Israel, que é um país que vez por outra. Tô falando daquela época, agora direto. Tinha episódios de enfrentamento militar, guerras. Os cirurgiões vinham para cá aprender com os colegas do Brasil, do Rio de Janeiro, do Souz Aguiar. Sabe por quê? Os cirurgiões do Souz Aguiar eram experts em baleados. E a bala, dependendo da parte do corpo que entra, tem uma ciência de reparação, retirada do projétil ou projetil, como alguns falam, se não tiver varado o corpo. E como é que você faz a reconstituição do tecido, do osso, se estilhaçou, fraturou, etc.
Os cirurgiões do Rio de Janeiro são reconhecidos no mundo como aqueles que detém as técnicas mais sofisticadas de reparação. Isso não é bom. [risadas] Isso não é bom. Isso é um indicador do nível absurdo, insano, infame de violência. E eu vou pedir uma reflexão adicional aqui, que é a seguinte. Eu moro na zona sul do Rio de Janeiro. Eu ontem tive a clara noção mais uma vez de como nós somos uma cidade partida, porque quem mora nas áreas conflagradas da violência, por vezes imposta pelo Estado, expondo a vida dos moradores dessas comunidades que já sofrem com a extorção, a brutalidade, a violência dos donos do pedaço, que são os bandidos que dominam aquele território.
Então, de um lado tem a o bandido, do outro eventualmente tem a polícia que vai cumprir mandado de busca e apreensão, mas entra tirando e você na linha de tiro. Não é simples, não é fácil. A gente que não tá na minha de tiro, a gente não vive em comunidade, precisa lembrar de quem vive e precisa ser solidário e precisa exigir mudanças na forma de expulsar os mafiosos dessas comunidades. Eventualmente haverá enfrentamento, não tem jeito, não tem mundo cor de rosa. Mas o enfrentamento não pode ser a regra da forma como se deu ontem. Porque quem mora no complexo do alemão ou da Penha, epicentro dessa violência toda de ontem, hoje não se sente mais seguro.
Porque tudo isso que você tá vendo na imprensa, tudo isso que você tá sabendo pelas redes sociais que aconteceu ontem nessas comunidades, o domínio do território continua sendo daquela organização. Ela não foi expulsa. O estado não ocupou. As forças policiais entraram, realizaram o que estava previsto nessa operação, que a gente vai saber os detalhes. Precisa saber os detalhes, porque são dados que a gente precisa checar se aquilo foi feito da melhor maneira possível mesmo. Quatro óbitos de policiais não é algo usual. E o banho de sangue sem precedente de pessoas que são aspas suspeitas. Porque você precisa ver qual é a situação das pessoas que tombaram.
Não dá para chamar todo mundo de criminoso, traficante, pertencente à organização. Não dá. Tem que investigar, cara. Tem que saber. Pelo amor de Deus. Vamos lá. Vamos em frente. Eu podia ficar falando amanhã toda aqui, mas não é o caso. Papo das 9 não é noticiário policial, mas a gente tá falando aqui de paz. A gente tá falando aqui de um mundo melhor e mais justo. A gente tá falando aqui de um psiquismo saudável, saúde mental, saúde emocional. Quem vive nessas comunidades é uma coisa pouco falada. Qualquer precisa nesse ser tiro, estalinho, bombinha de festa de São João, quando tem, você já trava, você já vive o estresse de viver numa num lugar onde tudo pode acontecer a qualquer momento.
E não é coisa boa, é ameaçando a tua vida. Isso é muito sério. Vamos lá. Qual foi a pergunta que a gente fez ontem no stories do Instagram e Mr. Anderson fez a seleção de seis amigos daqui do Papo das Nove que responderam à nossa saudável provocação. A pergunta foi: O que define sucesso para você? O que define sucesso para você? Regina Coutinho de São Paulo. Sucesso é a coerência entre o que se fala e o que se faz? Pode ser. Eu acho uma bela definição. Concordo com você. Porque quando você é coerente, você é uma pessoa que tem a coragem de fazer o que você preconiza como certo. Agora, não esquece que pode ter gente que fala coisas abomináveis e é coerente com o que fala.
Então, a gente tem que dar o valor aqui positivo, né? Qualquer coisa que se fala, se você é coerente com qualquer coisa que você fala, isso não é sucesso. Eu penso que sucesso, acho que você quis dizer isso também, Regina, é quando você fala, como boa parte de nós fala, porque falar é fácil, de coisas boas, bons objetivos, bons, boas ideias, edificantes, éticas, só que você não cumpre aquilo, você não faz quando você casa o que você tá falando dentro de uma perspectiva positiva com o que você faz. Eu acho que isso pode ser sim uma medida de sucesso, tá? Lê Rosa de Campinas. André, sucesso reencarnatório seria arrepender-se sem culpa ao partir. É uma questão interessante.
Eu entendi o que você quis dizer, mas você pode não ter culpa de nada ao partir, porque você não fez nada, nada. Você passou por uma vida que você também não arriscou, porque o problema não é errar. A espiritualidade maior, eu acho que não espera da gente que a gente não erre. Eles conhecem a gente. Deus, melhor do que ninguém sabe quem somos. Nós somos seres falíveis, ilimitados. A questão não é errar. Portanto, a questão também não é se arrepender de algo que você tenha feito, que não foi legal. Porque você pode se desencarnar sem culpa, mas essa culpa ela não ser algo, essa não culpa.
Não ser algo bom, porque você pode ser uma pessoa isenta de culpa porque você não fez nada, você não arriscou nada, você não fez aquilo que deveria ter feito, ficou na moita, puxou o freio de mão, aí você vai desencarnar dizendo: "Não me arrependo de nada, mas você não fez nada". Se bem que numa outra leitura você pode se arrepender de não ter feito nada.
Então, se você desencarna sem culpa, o pressuposto, eu acho que a Lê Rosa coloca nesses termos, é o seguinte: fiz o que deu, errei, tropecei, me arrependi aqui ou ali, mas tentei remediar e na hora de desencarnar, você tá com a mente, a cabeça leve, dizendo: "Bom, no balanço de perdas e ganhos, aprendemos muito nesses anos, mas agora acho Acho que chegou a hora de fazer valer o dito popular, desesperar jamais. No balanço de perdas e ganhos, você pode dizer: "Não sou perfeito, errei, mas eu tô de boa. Naquilo que me foi possível fazer, eu tentei fazer, né? Eh, como Paulo dizer, eu venci o mundo. Posso não ter, pode não ser uma goleada e pode não ser uma derrota sem gol do adversário. [risadas] Pode não ter sido uma derrota, eh, uma vitória sem gol do adversário, mas foi uma vitória.
A gente não pode ser só eh 880, percebe? Não é justo com a gente. A gente não pode ser um juiz implacável de nós mesmos. A gente tem que ser um bom aliado. E nesse sentido, eu penso que a gente sim pode desencarnar. Quando você diz assim: "Sucesso reencarnatório seria arrepender-se sem culpa ao partir." Pode ser sim. Feit as ressalvas que eu fiz aqui, lê. Acho que sim. Cláudia Barros da Tijuca, zona norte do Rio. Sucesso seria dormir toda a noite com a consciência de que fiz tudo que me era possível. Nossa, essa é uma definição bem legal de sucesso, né?
Se a gente tem essa consciência, se a gente mantém uma boa sintonia, se a gente fica ligado assim, que que eu posso fazer para não, se eu não tenho algo de bom para falar, que eu que eu fique mudo. Posso não ter falado nada de positivo, mas também não atrapalhei a vibração, sabe essas coisas? você se conter nas suas imperfeições e você dar expansividade às suas virtudes. Se todo dia for possível, parabéns para você, porque nem sempre é possível, porque a gente é falível e limitado, mas você tem isso como meta, falar assim: "Cara, sucesso é dormir toda a noite com a consciência de que fiz tudo que me era possível". Eu acho isso uma boa definição de sucesso, viu, Cláudia? Concordo com você.
É uma boa definição de sucesso. Zeca Salgueiro, São Paulo. Como seria medido o sucesso de uma encarnação ao chegarmos do lado de lá? Zeca, não faço a menor ideia, cara. Não sei, porque veja, eu não tô em condição plena, tô falando de mim, medir se o que eu tenho feito hoje no balanço de perdas e ganhos, no contrato, entre aspas, esse contrato assinado de desde antes da encarnação atual. Ah, então tá. Tô me comprometendo a fazer isso, isso e aquilo. Eu não me lembro do que foi acordado. [risadas] Então, a gente cravar assim, ó, eh, como é que vai ser medido. Eu vou aqui te dar alguma resposta, mas eu não sei. Já disse que não sei.
Mas eu imagino o seguinte, primeira aferição de que foi uma boa encarnação é a sua consciência. Se a sua consciência está tranquila, porque a consciência de fato ela não é passível de simulação ou de fraude, percebe? A consciência ela é transparente, genuína. Quando a gente desencarna, a consciência aflora. Então eu imagino o que isso é uma ideia, não é uma resposta definitiva, tá, Zeca? Se você desencarna com a consciência tranquila, significa que a tua encarnação foi bem resolvida. Eu não, eu a ideia é essa. A literatura espírita traz exatamente esse componente de que desencarnar já é revelador do estoque de acertos ou erros que nós cometemos. que isso vem à tona.
Sabe aquele filminho que teve experiência de quase morte, EQM, que passa um filme da tua vida. Muitas pessoas que voltam, se a experiência de quase morte, todas voltam, né? As pessoas que voltaram e viram o filme, não raro, ao se depararem com o filme, tem uma espécie de spoiler desse balanço. E não raro essas pessoas em função do filminho que viram fazem ajustes de conduta, fazem tomam novas deliberações, ajustam certas coisas que elas não atribuíam muita importância ao valor e e a experiência de quase morte traz uma lucidez que permite você ter outra percepção da tua realidade aqui e agora. Isso é muito interessante, penso eu. Márcia Lima de Fabriciano, Minas Gerais.
Alô, povo de Fabriciano. Barato, cara, os nomes das cidades de Minas Gerais são espetaculares. Eu adoro. Tem muito nome próprio, né, em cidades de Minas. muito nome próprio, eh, estar em paz com a sua vida, o seu passado, acreditar que você está onde deveria. Nossa, você tá aqui fechando uma boa definição do que seria uma paz interior. E a paz interior seria um sinal de sucesso. Paz interior. Você vê que várias pessoas que foram selecionadas pelo Anderson aqui para se manifestarem de formas distintas convergem na direção de que sucesso se mede a partir de algo que vem de dentro.
Porque as pessoas que se medem na taxa de sucesso, pelo que é ah descartável e perecível, bens de consumo, objetos, coisas, elas estão usando uma régua que não corresponde a uma realidade mais profunda de sensação, de paz. interior, que é uma boa régua para medir sucesso. Pobre daquele que mede sucesso pelo que eh tem em termos de bens materiais e não por aquilo que é. Aqui vai a recomendação de leitura de um livro espetacular chamado O ter e ser de Eric From com dois ms. Eric From. o ter e o ser. Quem quiser confere lá, vai nessa direção. O modo ter, o modo ser é um livro, nossa, espetacular. Sônia Fajardo pergunta: "Podemos considerar sucesso vender nossa batalha?" Vencer?
Ela escreveu vender aqui ou a gente trocou a letra? Podemos considerar sucesso, vencer nossa batalha diária contra as más tendências? Claramente penso eu, que sim, né? Tanto que Kardec faz essa definição, né? a importância da gente dobrar as nossas más inclinações. Reforma íntima é isso. Atenção para aquilo que explica quem nós somos, mas não nos define, porque a gente pode se redesenhar e se redefinir. Você pode não gostar, como eu não gosto, de alguns aspectos do teu ser, como eu não gosto de alguns aspectos do meu ser. Ninguém melhor do que eu os conhece. E ninguém além de mim tem o poder de inflexionar, dobrar, suprimir, não dar vazão a esse aspecto do meu ser.
Então, eu gosto de brincar, é uma alegoria, uma metáfora que eu acho bem didática, que é o seguinte, é como se a gente tivesse um radar acionado 24 horas por dia e de repente o radar pisca a presença de algo que deve chamar a nossa atenção, porque está no nosso espaço aéreo. Lembra do radar que detecta as manifestações de imperfeição. Quando você, por exemplo, eleva o tom de voz ao conversar com alguém muito próximo e querido de você. Quando você, por exemplo, percebe que o sucesso profissional, pessoal, emocional, uma notícia boa que envolve alguém, colega de trabalho ou amigo, desperta em você inveja.
Quando você se sente muito triste e humilhado por não ter sido lembrado numa cerimônia que falaram das pessoas que permitiram que esse projeto acontecesse. Aí não falaram de você ou falaram de um jeito que você não gostou. É o orgulho, né? Opa, piscou no radar. Então veja esse radar. Esse radar, ele é a nossa consciência, porque ela não mente, ela revela e ela revela com muita clareza e transparência. Você pode sufocar, asfixiar, você pode fingir que ela não tá ali, você pode fazer cambalhotas, malabarismos, duplo twist carpado. Você pode fazer o que você quiser, tentando não atentar pro que o radar tá mostrando, porque o radar mostra. O radar mostra.
Então é importante você tá ligado no que o teu radar tá mostrando quando aparece a imperfeição, porque ela aparece, [risadas] ela aparece. E quando ela aparece, essa pergunta, quando ela aparece, o que você faz? Olha que perguntinha. Pode ser uma pergunta, viu, Anderson? Pro próximo papo das 9 de sexta-feira, quando a quando a sua imperfeição aparece, o que você faz? Vamos fazer essa. Já já dei para você aí a pergunta, hein, Anders? Vou ficar lá. Às vezes eu não respondo rápido ele, André, qual é a pergunta do stories? Já dei, tá aqui. Então, que a gente de fato faça a nossa parte da melhor maneira possível, sempre respeitando os nossos limites, as nossas imperfeições.
Não somos perfeitos, mas que a gente tem o firme propósito de acertar. Não é pouca coisa. É o que os nossos guias esperam de nós. Eu acho barato pensar nisso. Para mim faz sentido. Eles não querem perfeição de nós porque eles sabem que isso não é possível. Então o que que eles esperam de nós? Que a gente tente fazer o melhor. Você tentou? É interessante para quem é espírita, tá? Tem uma um livro chamado A Gênese, que é das obras básicas do Espiritismo. Os dois últimos capítulos da Gênese reportam a nova era, que será um mundo de regeneração. Tem gente que se diz espírita, mas não lê, não estuda. Aí fica lá, que que você leu? O nosso lar, viu o filme? Todo respeito.
A gente tem que estudar, gente. A doutrina ela tem muita, muita informação, uma vastidão de dados. Esses dois últimos capítulos trazem informações interessantes. Uma delas, esse mundo de regeneração, ele será habitado por categoria de ser humano? Tem muita gente que acha que mundo de regeneração não vai ter problema, não vai ter imperfeição, não vai ter eh chateação, não vai ter dor, não vai ter sofrimento. Vai, mas num gradiente, numa intensidade e gêneros de dor e sofrimento que não são os de hoje, porque não é o mundo perfeito. Aí, embora mais evoluído, que mundo de provas e inspeções. Aí que categoria de ser humano vem para cá?
Aí tá lá quem vai habitar o mundo de regeneração, porque os outros, de repente até eu tô nesse bolo dos outros, vai reencarnar em outro mundo de provas e expiações que não mais a Terra, porque a Terra ascende na escala dos mundos. E aqui a vibração, a sintonia não é compatível com quem ainda tá apegado a valores e princípios não condizentes com o mundo de regeneração. Então vai para outro lugar. Quem fica aí Kardec diz com base nas informações apuradas, nas comunicações, pessoas de boa vontade. Olha que bonito isso. Pessoas de boa vontade. Bacana isso, né? Veja, pessoas de boa vontade não são pessoas perfeitas, mas o que que elas têm? A boa vontade.
Eu tô aqui me movendo, eu tô realizando projetos. Eu tô me conduzindo ou me pautando no dia a dia com um princípio que é muito caro a mim, a boa vontade. A boa vontade é o princípio das minhas ações, pensamentos e sentimentos. A boa vontade. E assim seguimos, se Deus quiser. Mandar um beijo aqui para todos vocês. Obrigado pelo carinho, obrigado pela atenção. Papo das a gente sempre lembra. Fica guardado no canal do YouTube. Quem puder acompanha mesmo. Você que tá no Instagram, às vezes dá problema de comunicação do Instagram, o som sumiu, não sei o quê. Vai lá pro YouTube que o YouTube tá tá indo bem.
E no YouTube você sabe, fica lá marcadinho para você acompanhar todos os novos vídeos ou transmissões. Tem os shorts do YouTube com fragmentos de 1 minuto, 2 minutos de ideias que a gente discorreu aqui em 1 hora de papo das 9, que ali Mr. Anderson e o povo da Rente faz essa seleção, essa edição, fica bonitinho lá. Tem muita gente prestigiando lá também. Isso é legal. E se isso que foi dito aqui hoje ou algo que foi falado aqui, você queira mandar para alguém, ah, eu queria mandar para esse aí, esse aí precisa não sei o quê, vamos pensar junto. Manda pelo YouTube, porque no Instagram esta mensagem, como tem missão impossível, t se autodestruirá em 10 segundos.
A transmissão no Instagram vai desencarnar. será pulverizada, mas no YouTube ficará estocada. Fiquem com Deus, tudo de bom. Até a próxima, gente, se Deus quiser. Valeu,


