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Você realiza algum trabalho em rede? | Papo das 9 #970

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Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Olá, quanto tempo. Quem é vivo sempre. Aparece. Que alegria estar aqui com vocês novamente. Tá começando mais um Papo das 9 ao vivaço. Aço, aço direto do meu CAFOF. Eu que acordei hoje com uma música de bloco de carnaval na cabeça. Vai explicar isso do bloco Bafo da Onça. [Música]. Oba, oba, oba. [Música] Cara, assim, década de 1970, eu era um pirralho e eu me lembro que a gente, por vezes, minha família ia pra rua ver de perto esses blocos. Assim que eram espetaculares, paramentados, né, aquela coisa toda na rua, uma multidão, a gente ia lá para ver. E essa música é uma música, eu diria, que é o carro chefe, né? É o bafo da onça que acabou de chegar.

[Música] É o bafo da onça e acabou de chegar. Ih, aí vai explicar porque eu acordei com isso na cabeça. É uma melodia, é um uma coisa alegre, né? A gente precisa de alegria. Estamos precisando de alegria. Alegria. Alegria na vida. Alegria no trabalho. Alegria nas relações interpessoais. Alegria você com você divertir-se mesmo nas situações chatas ou bizarras. Vamos começar o dia como sempre com amparo, com a ajuda, com a assistência, com a inspiração, com a motivação do nosso querido Carlos Torres Pastorino. A gente vai seguir aqui a nossa, né, o nosso roteirinho básico já há mais de 5 anos do Papo das 9, estabelecendo na largada do dia. Eu já acordei há muito tempo.

Imagino que vocês, boa parte de vocês também, mas ainda é de manhã. Então que a gente se aproveite da energia mais suave, mais diluída de carga de estresse da manhã. Costuma ser assim para. Sintonizar com mensagens edificantes, pedindo aqui ajuda dos amigos invisíveis. Que estejam presentes e sejam todos bem-vindos para iniciarmos aqui a nossa reflexão sobre alguma página do livro do nosso querido Carlos Torres Pastorino, em que essas gotas de sabedoria. Acompanhem e envolvam o nosso coração e inspirem as nossas decisões. é o que eu seja uma ferramenta útil, um meio adequado, um instrumento bastante acessível e maleável aos propósitos mais noves dessa espiritualidade maior. Aonde.

A gente abre? Aonde abrimos? Aonde abrimos? 1 3 1. Se liga aí na missão. Olha só. Quando você encontrar trevas diante de si, não esbraveje contra elas, ao contrário, procure acender uma luz. Quando alguém errar, não o condeno. Nada melhor existe para ajudar aos outros do que mantermos a nossa luz acesa, servindo o nosso exemplo de farol para guiar o próximo, mostrando-lhe o caminho da subida. Engraçado, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a pergunta que a gente deixou ontem no stories. Sobre se vocês trabalham em rede. É uma pergunta interessante se você tá inserido em alguma rede de trabalho voluntário ou não, mas que tem um propósito assim que seja nobre. E eu me.

Lembrei agora dessa pergunta, porque quando a gente se propõe a fazer o que o pastorino aqui resumidamente sugere, que é você não devolver a estupidez, a grosseria, o ataque, com mais estupidez, grosseria e ataque. Quando você resolve transformar, transmutar a energia negativa, o petardo que foi desferido contra você em outra coisa. E fazer isso de forma muito consciente, lúcida, não é falsear uma reação, não é ser hipócrita, mas é você de coração aberto responder à. Grosseria, ao ataque, a uma forma deselegante, mal educada, com que eventualmente tratam você.

Com o que você tiver de melhor dentro de si, ilustrando na resposta uma conduta que você obviamente esperaria que o outro lhe dirigisse. Isso costuma causar algum nível de constrangimento em quem é mal educado. Ainda que a pessoa na hora não acuse o golpe de, poxa, eu tratei mal essa pessoa, ela não tá devolvendo a grosseria para mim, ainda que na hora ela não desperte,. Pro exemplo a cachapante que você tá dando de conduta, não respondendo a grosseria com grosseria, aquilo vai ficar em algum lugar incrustado que vai bater na consciência, não tem. Erro, vai bater na consciência.

Então, o que sugere essa mensagem do pastorino, penso eu, é que a gente não responda a estupidez com estupidez, a grosseria com. Grosseria, a um ataque mal educado com outro, que a gente consiga de alguma forma fazer o que se espera de pessoas que são mais espiritualizadas ou conscientes. De alguma forma elas se elas não tão aptas. A dar uma resposta educada, cale a boca, contenha. Às vezes ficar calado é um ato de bravura, de heroísmo, de elevação moral. Não responder a alguém que foi, eu diria, grosseiro e te provocou não responder, né? Então, nesse caso, calar é um gesto. De enorme grandeza, espiritualidade, altivez moral, você não devolveu na mesma moeda. Não devolveu, vocês sabem, né?

Eu gosto muito dessa ideia de que no universo não existe neutralidade. A gente toda hora realiza escolhas. Se a escolha é não fazer nada, isto é uma ação. Ué, mas eu não fiz nada. Não fazer é uma escolha. Não falar, não responder é uma escolha. Você já devem ter ouvido por aí. alguém dizer que existem silêncios ensurdecedores. É interessante isso, porque por vezes quando você, como disse, prefere não falar, aquele silêncio ele tem um alcance, uma repercussão, ele reverbera, porque eventualmente as pessoas esperavam que. Você fosse dizer algo. E não falar nada é dizer algo. Não falar nada é um posicionamento.

Então, voltando aqui à nossa mensagem 131, que é de hoje do pastorino, morrendo de saudade de vocês depois de tanto tempo sem nossas lives matinais,. Tem gente chegando atrasada falando assim: "Ué, tem hoje quartas, sextas e domingos já, né? Vamos lá. Então, recuperando. Quando você encontrar trevas diante de si, não esbraveje contra elas. Ao contrário, procure acender uma luz. Mr. Pastorino, vamos acender uma luz junto. Agora eu vou pedir ajuda. De vez em quando a gente usa esse espaço para pedir ajuda para quem precisa. Existe uma instituição centenária aqui do Rio de Janeiro pedindo ajuda e essa instituição se chama Amparo Teresa Cristina. Gente, este lar de senhoras, vamos chamar.

Assim, não é como eles se chamam, mas é como eu vou eu tô chamando aqui. Espero que não seja uma nomenclatura que cause algum desagrado. Esse lar de senhoras foi fundado em 1924, são 101 anos. O pessoal tá dizendo: "E o livro, André? invertir, invertir aqui o livro vem depois e tem. Uma motivo para isso, tá? Obrigado pela lembrança. Eh, veja, uma instituição que acolhe 100 horas, né, que estão, obviamente em circunstâncias de vida, não muito favoráveis em relação a estrutura familiar, acolhimento, poder subsistir,.

Eventualmente são eh senhoras que estão sozinhas, né, já tem uma experiência eventualmente amarga de solidão, ou foram abandonadas pela família ou nunca tiveram eh maior parte da vida, não vou dizer. Nunca, uma família que lhe dê cobertura. Então, 101 anos de história e é uma instituição que só consegue realizar o trabalho de acolher hoje 57. Senhoras que tem onde dormir, tem o que comer, tem os remedinhos, tem uma assistência, tem as atividades que ocorrem por lá e que são importantes. Então tudo isso, tudo isso só é possível com doações, né? Então tem almoço beneficente, tem bazar, são, não tem muito para onde correr. Vai. Ter os associados que você pode se associar.

Então temos aqui uma um pedido, né? Um Paulo, um amigo meu, eh, do Centro Espírita Leondeni fez contato pedindo que a gente desse aqui essa força. Eu fiz contato mais cedo com a instituição. É uma responsabilidade minha aqui eh rechecar. As informações, né? ter uma clareza de que a eventual ajuda de vocês chegue onde precisa, onde cada real, eventualmente doado, faça toda a diferença. Então eu vou dar aqui o Pix da instituição Amparo Teresa Cristina. Amparo Teresa, é bonito o nome, né? Amparo Teresa Cristina, 101 anos, fundado em 1924. Aqui no Rio de Janeiro. Quem quiser ajudar a manter essas 57 senhoras que são muito estimulantes assim esse trabalho, eu já visitei.

Lar de Senhoras ou Lar de Idos. Mais uma vez, é uma energia muito especial, porque são pessoas que têm uma história, tem uma bagagem existencial e estão ali,. Obviamente, gratas pela oportunidade de estarem sendo assistidas e acolhidas, mas eventualmente trazem aquela eh lembrança que pode ser doída. De ter um filho que não presta mais atenção de ter uma família que virou as costas para ela, né? E e a gente quando manifesta esse apreço, quando a gente manifesta essa empatia,. Quando a gente se lembra dessas pessoas, elas registram isso como um nutriente de vida. Um nutriente de vida. Então, eh, inclusive vai ter um almoço beneficente nesse fim de semana.

Quem quiser conhecer mais o trabalho do Amparo, Teresa, o Teresa é com H, T e Z. Teresa Cristina. Tem a página deles no Instagram. Eh, eu comecei a seguir com o Amparo Teresa Cristina hoje pra gente manter essa ligação e e ajudar na medida do possível. Nenhuma instituição completa mais de um século de existência se não estivesse fazendo um trabalho muito sério. Vocês sabem que por aí o que mais. Temos visto, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, é impressionante, são lares de idosos aonde os responsáveis roubam os idosos, porque eles têm lá eh pensão, aposentadoria, tem um. Dinheiro que a família eventualmente dá para ajudar nas despesas, mas não visita.

E essa instituição ou essas instituições por aí que são flagradas pelo poder público, cometendo atrocidades com os idosos. Eles não se. Alimentam bem, estão desidratados, não tomam banho, não dormem em lugares adequados, né? não tem os remédios necessários, apesar de não faltar o recurso para o provimento das necessidades aqui no Rio. Esse semestre, esse. Semestre não é que no passado, que encerrou-se há relativamente pouco tempo, foram muitos carros. Então, vamos ao Pix. Vamos ao Pix do Amparo Teresa Cristina 34 005 60 3300. 106. Eu vou passar de novo o Pix para quem quiser ajudar o Amparo Teresa Cristina. 34 00 60 3 00 106 106.

Quem puder ajudar com qualquer valor, saiba que esse recurso tá chegando aonde ele é necessário para manter essa dignidade de ajudar essas senhorinhas simpáticas a terem eh o conforto,. O conforto devido. A gente chega a uma fase da vida que o corpo já não tá 100%. Alguns cuidados são importantes do ponto de vista de fisioterapia, remédio, uma assistência médica mais recorrente, tá? Então, eh, 34005 Vabene cabrones. Agora sim fiz uma inversão agora que eu vou falar do livro, porque ao falar desse livro eu. Tenho a chance de falar do encontro que participei em Roma semana passada. Viajei para Roma na terça-feira a convite da igreja para.

Participar das celebrações de 10 anos da encíclica Laudatoci do Papa Francisco. E essa houve um evento em Castelo Gandolfo, num centro de pesquisa da igreja que fica ao lado da residência oficial de verão e de férias dos Papas em Castel Gandolfo, que. Fica 45 minutos do centro de Roma, mais afastado de Roma histórica, clássica das ruinas. Minas, do Coliseu, do Vaticão. E aí foram três dias lá, cara. E, e, e, e, e, e muito interessante. Eu queria falar um pouco sobre isso, porque o livro que eu vou recomendar, eu ganhei de presente lá de um brasileiro.

É importante a gente reconhecer que o que ficou mais evidenciado a partir desse evento foi o posicionamento firme de Leão X, que eu tive o prazer de estar assim meio, quando ele entra no lugar que ele foi fazer o discurso, passou bem pertinho. Papal Leão 14. Estiveram presentes a ministra do meio ambiente e clima, Marina Silva, o ex-governador da Califórnia, Arnold Schazenegra, e mais de 400 convidados da igreja no mundo inteiro que para lá foram. A partir do convite, destinado a quem, de alguma forma nessa década trabalhou no seu respectivo ambiente acadêmico, escolar de trabalho, mídia, o que seja, a encíclica. E a gente trabalhou muito a encíclica como.

Jornalista, comunicador, orador espírita e professor da PUC, que é Pontifícia Universidade Católica. Então, cheguei lá eh porque me escolheram. Eu fiquei muito lisongeado com convite e queria est à. Altura. Participei de um workshop sobre expectativas para COP 30. Conheci muita gente. Eh, interessante ligada à Igreja Católica ou não. É o caso de umbandista do Recife, na verdade da cidade de Paulista, no grande Recife,. A Raiana, 27 anos, formada em ciência política e tá à frente da Rede Brasileira de Terreiros Sustentáveis. Eu achei interessantíssimo esse trabalho e quis dar visibilidade a ele na minha rede. Tô. Falando dela aqui também. Muito interessante o trabalho dela.

Conheci pessoas que, e agora sim, vou recomendar o livro, um professor, um professor do interior de São Paulo, Luciano Machado, professor de escola, ensino básico, Laudatos prática educativa para uma. Ecologia integral. foi o livro que ele lançou e eu achei muito, muito bem feito, ele fazendo a ponte entre educação ambiental e a Laudatoci e mostrou, ele tava lá fazendo a exibição também, uma exposição sobre o. Trabalho dele, pertencendo a uma rede no estado de São Paulo com dezenas de paróquias que estão interligadas. Em rotinas que desdobram os ensinamentos da encíclica ambiental da igreja em diferentes frentes. É muito interessante o legado do Papa Francisco, né? leão 14 deu sequência a esse legado, ratificando o apoio dele à longevidade da encíclica, a manutenção desses trabalhos e a multiplicação.

Dessas ações. E também lá fiquei sabendo, um mês antes desse evento, houve a inauguração de Leão 14 de um projeto que Papa Francisco não teve tempo em vida de inaugurar, que. É um centro de treinamento ecológico numa área imensa lá em Castel Gandolfo, área de domínio da igreja, para ensinar eh agroecologia, técnicas sustentáveis de manejo de resíduo,. É, é um centro de educação que a igreja abre para pessoas que possam pagar ou não possam pagar. Então tem, claro, tem uma triagem, todo mundo quer fazer, que é nível de excelência. Então, a igreja vai ajudar.

Comunidades de baixa renda que dependem de reciclagem, tem alguma algum conteúdo que eles possam assimilar para otimizar o ganho, eh, valorizar o subproduto da reciclagem, processar os recicláveis? Eh, então eu fiquei muito bem impressionado porque eu vi essa instituição milenar aberta para outras tradições. Eu até brinquei com a Marina, posso tornar público isso que eu acho que não é comprometedor. Eu conheço a Marina. Há pelo menos 25 anos, tá? Conheço a Marina antes dela ser ministra, etc. Óbvio que em público eu dou tratamento que é o tratamento protocolar correto, ministra, a senhora. Agora quando não estamos assim em público, não tem problema. Não é um problema. Marina.

Bom, e aí eu brinquei com ela lá, falando: "Marina, você viu como a igreja mudou?" É uma brincadeira típica carioca, tá? Falei assim, ela: "Por quê?" Falei: "Você é evangélico, eu sou espírita. E estamos aqui. A convite da igreja, assim como tantos outros. É uma brincadeira. A igreja ela tá fazendo um trabalho muito interessante. Eu, como ambientalista, jornalista interessado também nesses assuntos, entendo que toda essa estrutura monumental da igreja no mundo inteiro,. Quando eu falo no mundo inteiro, é no mundo inteiro mesmo. Eu tô falando dos países Ilha do Pacífico, tuvalu. Tinha gente de Tuvalu lá. Aí, a igreja tá lá, tá lá.

A igreja tá lá, tá na Indonésia, Filipinas, Coreia do Sul, Japão, China, Índia. Eu conheci um rapaz do Kenia, ele trabalha em Nairobi, capital do Kenia, e ele tá pertencendo a uma rede, olha a palavrinha rede aparecendo aí, uma rede de pessoas e instituições. Espalhadas por 10 países da África. Eu peguei o o nome de todos os 10 países, fiquei com contato dele, que trabalha em favor da questão ambiental, climática e justiça social, que é o espírito da encíclica Laudatu. Pronto, a igreja foi lá buscar ele. Opa, chega aí, você tem algo a dizer paraa proteção da nossa casa comum, que, aliás, o Papa no discurso dele, lido, mas um discurso bem firme, contundente, disse coisas. Interessantíssimas. né?

Ele ele exaltou o seu antecessor, Papa Francisco. Ele disse que o planeta hoje estaria 10 anos depois da encíclica em situação pior, mais frágil do ponto de vista ambiental e climático. Ele disse que sem união, sem união não é possível virar esse jogo. Enquanto cada um tiver preocupado só com o seu, a gente tá numa situação aflitiva. Coletivamente e individualmente, todos vamos pro pro buraco. A união, o trabalho voluntário, essa dedicação de parte do seu tempo a uma causa comum. E o Papa acentuou, enfatizou isso, a união é que vai nos livrar dos piores cenários. E aí dentro de um recorte teológico, ele disse que o criador haverá, ele disse assim: "As criaturas.

Não tem o direito de destruir a obra do criador." Eu achei isso bem eh adequado do ponto de vista das pessoas que creem numa força superior,. O que é um chamamento teológico. As criaturas não têm o direito de destruir a obra do Criador. Isso é autoexlicativo para quem tem alguma crença numa força superior. E aí ele disse, em algum momento após a nossa passagem, ele não falou a palavra passagem, né, mas ele falou da morte,. Falou assim: "O momento em que tivermos esse essa experiência, haveremos de nos deparar com um questionamento feito pelo criador. O que fizeste em favor da nossa casa comum? Que é outro chamamento que toca fundo o coração de quem é católico ou não é?

Porque de fato existe, gente, é para mim muito muito claro que existe uma responsabilidade de cada um de nós pela resiliência, pela saúde, pela longevidade do nosso planeta. Enquanto estamos aqui, temos. Responsabilidades em relação a essa esse sistema terráqueo que é a fonte da vida e que não pode ser eh solapado, né, da forma como estamos fazendo, porque nós estamos aqui de. Passagem, outros virão, o nosso legado não pode ser em favor da morte, tem que ser em favor da vida. Eu me lembro uma vez um congresso espírita em Lisboa, Congresso Internacional de Espiritismo em Portugal, na capital portuguesa. Lisboa. Eu fui falar de espiritismo e eu coloquei isso pra plateia numerosa.

Tinha lá 5, 6.000 pessoas. Eu falei, não é exclusividade do Brasil. No mundo inteiro tem contrato de locação. Quem não tem casa própria vai alugar e quando você aluga tem um contrato. E esse. Contrato é igual no mundo inteiro em alguns aspectos. por exemplo, na obrigação da gente devolver o imóvel quando encerrar o contrato, quando você quiser sair, quando o dono pedir de volta, temos a obrigação de entregar,. Devolver o imóvel ao dono, no mínimo, nas mesmas condições em que nós recebemos o imóvel. É um contrato de locação típico, clássico, tradicional. Você pode até promover melhorias ou benfeitorias no imóvel com o consentimento do dono.

Olha, eu tô pensando em mudar a esquadrinha da janela da sala, você me autoriza, eu. Pago. E o dono vai dizer: "Nenhum problema". Mas você sabe que quando você sair do imóvel, a esquadria fica, a nova esquadria. Você tá fazendo um investimento que você tá ocupando o espaço, mas você quando sair o espaço haverá de continuar. Com outro locatário se beneficiando do teu investimento. E é assim que funciona no mercado de imóveis, um contrato de locação. Então, eu brinquei com a plateia lá em Lisboa dizendo assim: "Vocês se lembram do contrato que vocês assinaram antes de. Reencarnar? Somos espíritas no planeta Terra." Aí todo mundo não lembro não. Então, ó, assinamos um contrato de locação.

O planeta é o nosso lar, mas ele não nos pertence. Estamos aqui de passagem. Agora, enquanto estivermos aqui por força do contrato, é obrigatório que nós não tenhamos o risco, não cometamos a imprudência. De devolver o imóvel quando chegar a hora em situação pior do que nós recebemos. Portanto, isso é uma questão basilar da ética existencial. Nós não temos o direito de depredar, destruir e devastar a nossa casa comum e no momento em que nós deixarmos esse planeta, ele estar em situação mais deplorável, degradada. Não faz sentido. Isso não ético do ponto de vista de qualquer corrente espiritualista ou religiosa. Não faz sentido. Achei muito legal.

Então fica aqui o registro do livro do professor Luciano Machado, Laudatosi, prática educativa para uma ecologia integral. Ele que é natural de São José dos Campos, licenciado em geografia, especialista em ecologia integral pela Pontifícia Universidade Antonianum de Roma, mestre em ensino e história de. Ciências da Terra pela Unicamp, doutor em educação pela Universidade de São Francisco, membro fundador da comissão socioambiental da diocese de São José dos Campos. Alô, Vila Raga, parceiro Carlos Vila Raga. É aí da tua terra. São José dos Campos, amigo. Vila Raga, é um brasileiro, é um colombiano com coração brasileiro, dirige uma instituição importante educacional em São José dos Campos, é.

Espírita. E viu, Vila Raga, o Luciano Rodolfo de Moura Machado, Luciano Machado tá por aí, é o coordenador da pastoral da ecologia integral do regional sul um da. CNBB. Parabéns, Luciano Machado, pelo seu livro. Tô aqui, ó, editora dialética. Quem é da área da educação, quem quer saber como é que faz a ponte entre laudatoci e educação, fica a dica. Luciano Machado, Laudato si prática educativa para uma ecologia integralmente [Música] filito santo. Amém. Eu lembrei tanto do meu paizinho fazendo essa viagem por lá. Porque ele quase foi padre. Ele fez seminário na Paraíba, na igreja de São Francisco. Depois a gente conheceu lá a igreja.

Ele contava as histórias do seminário, pessoal no Nordeste, cara, na Paraíba, jogando bola com batina. Eu falei: "Pai, não é possível". É, não, era maior suadouro. Por que que não tirava batina? Não, tradição. Falei, E ele e um amigo dele chamado Milton Paiva, que eu também conheci, nos hospedou na praia de Formosa, 1977, eu tinha 11 anos. Primeira vez que eu fui à Paraíba, ficamos lá numa casa de praia. Magnífica. Hoje tá tudo urbanizado, tem condomínio, tá tudo com asfalto. A época que eu fui, eu conheci a Paraíba, cara, essa praia entre João Pessoa e Cabedelo, um monte de praia maravilhosa, praia do Bessa,. Eh Camboinha, Formosa, era tudo coqueiro areia.

Meu primeiro leite tirado direto da teta da vaca, aquele leite quente, gorduroso. E o menininho de cidade grande foi lá, amarradão, me dá esse leite aí. Leite quente no copo é um vapo. Não tive diarreia, segundo me lembro, porque tem gente que se ressente, que é muita gordura, né? Então, passava lá o pessoal fazendo o manejo do gado pela praia, né? Aquela praia limpa, mas limpa. Hoje em dia, Paraíba, de vez em quando, vem notícia ali do litoral, despejo de irregular de esgoto, como boa parte das cidades grandes do Brasil, litorâneas, que não. Cuidam do patrimônio. Laudatoci, louvado seja, vamos cuidar.

Então, me lembrei muito do papai, quase padre e sempre, papai, sempre muito cioso das obrigações católicas. Assim, já contei aqui essa história, Missa do Galo no Natal, né, transmitida pela televisão, a gente na ceia conversando, coisa e tal, aí papai ia lá, aumentava a televisão, acompanhava a missa. Na hora de ajoelhar, ajoelhava, na hora de. Sentar, sentava, na hora de ficar em pé, como se tivesse na missa, dentro de casa. E a gente acompanhando aquilo com maior respeito, né? Eu não tô entendendo nada, mas se para ele é importante, ele acompanhando a missa com o. Protocolarmente se é para ficar ajoelhado na missa, em pé ou sentado, ele ficava fazendo isso vendo pela televisão.

Espetacular. E a gente quando ia passear depois do jantar, que papai gostava de dar uma caminhada para ajudar na digestão, eu gostava de ir com ele. E a gente morava no quinto andar do prédio e ele descia de escada. E ao descer de escada, ele cantava o canto gregoriano e latim, cara. E aquilo com, sabe, som, acústica de banheiro era acústica da escada do meu prédio. O papai gostava daquele, aquela sonoridade. Eu achava tão bonitinho, entendia nada também. Olha, vamos que vamos. É, é isso aí. É isso aí. Então, vamos lá. Está dado o recado, falei da viagem, laudato si, vamos em frente, pergunta que foi feita hoje, e Mr. Anderson nos ajudou aqui, com as perguntas do papo da noeve, amém.

Perguntas e comentários selecionados do story com o tema você realiza algum trabalho em rede? Essa história da rede é muito interessante. Tem um provérbio africano que diz: "Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se você quer ir longe, vá junto, vá em grupo." Então, obviamente, a união faz a força. Quando você tem mais pessoas trabalhando em prol de um mesmo objetivo,. A chance de você alcançar esse objetivo eleva-se exponencialmente. Trabalhar em rede é trabalhar em grupo. Trabalhar em grupo é ir mais longe. Tatelinho comentou assim: "O trabalho voluntário que faço e que me dá grande satisfação é alimentar animais em situação de rua. Dói o coração e esquenta ao mesmo tempo. Muito bem.

Eh, tem tudo a ver com a encíclica inspirada num franciscano, Francisco de Assis, oito séculos atrás. E ano que vem vai ter o centenário de morte ou de passagem de Francisco de Assis. Alô, alô, alô. Eh, ele conversava com os animais e Francisco valorizou demais a existência dos animais que eram tratados como coisas. Ainda são tratados como coisas por aí. Mas dentro da comunidade católica, dentro da comunidade cristã, Francisco foi o primeirão a enaltecer o respeito pelos animais. Então, o teu trabalho tá de parabéns, Tati, porque você tá lembrando que os animais são seres. Vivos, né, que merecem respeito, são os nossos irmãozinhos na criação.

Eu particularmente acho muito importante quem trabalha com animal em situação de rua que faça o serviço completo, se possível, além de dar o que comer e o que beber, vacinação,. Esterilização, vermifugação e, se possível preparar para a adoção, porque rua não é lugar de bicho, inclusive do ponto de vista da saúde da população, porque animais acometidos de doenças transmitem zonoses, que são as. Doenças transmitidas por anim animais e isso não é legal. Então, até do ponto de vista da saúde pública, não é bom a gente se acostumar com a ideia de ter animais em situação de rua. Tá bom?

Cíntia Lopes diz assim: "Assistência social seria um trabalho em rede?" Então sim, assistência social certamente é um trabalho em rede, é um trabalho em favor de segmentos que passam por mais dificuldades do ponto de vista econômico, financeiro, de infraestrutura. É um trabalho belíssimo. Assistência social é algo novo na história da humanidade. Vale a pena, viu, Cíntia, fazer essa pesquisa. É uma conquista civilizatória. A maior parte da história da humanidade nesse planeta, ninguém tava aí pro outro. Dane-se, esforce-se. Se a tua vida tá uma desgraça, problema teu. A assistência social passou a ser política de estado muito recentemente em termos de história.

E isso é muito bonito, é um avanço, é uma evolução. O pessoal diz assim: "Ah, André, o mundo hoje tá pior do que já foi." Você tem que saber o que que era o mundo antes, gente. Põ revolução industrial no início do século passado, há registros de pais vendendo crianças, vendendo crianças. criança trabalhando em fábrica como se fosse adulto. Não existia o conceito de criança, eram os filhos dos adultos. Direitos da criança zero. Não faz tanto tempo assim, só pra gente lembrar. Paz_line estrela Sol. Já participei de uma rede de solidariedade à pessoas em vulnerabilidade social, mas diante da falta de comprometimento das pessoas, saí. Hoje participo da casa espírita.

Olha, é difícil ter uma casa espírita que não tem uma obra social, porque é o exercício da caridade. Para nós espíritas, fora da caridade não há salvação. Que que significa isso? Fora do exercício do amor, doação, do amor. Renúncia, do amor sacrifício. Fora do exercício amoroso inspirado no Cristo, a gente atola. a gente fica tolado onde a gente tá. Esse é o ponto. Então, eh, a minha percepção é de que na casa espírita, eu espero não seja apenas um lugar aonde cada um com seu cada um. Não tem regra não, tá? Mas eu realmente acho que quem. Tá indo a uma casa espírita só para receber, ah, eu assisti palestra pública, foi ótimo. Eu tomei um passe magnético, foi maravilhoso.

Ah, tomei uma aguinha fluidificada, perfeito. Ah, eu comprei um livrinho que me ajuda nos momentos difíceis. Eu leio e a mensagem me coloca lá para cima. Excelente. Só tem um detalhe. Fora da caridade não há salvação. A gente não deveria se acostumar apenas com a ideia de receber. A gente precisa dar. Porque o dar é a grande conquista do nosso espírito. É aí que ele se fortalece de verdade. É aí que ele ganha robustez, luz própria, eleva voltagem. Você passa a ter, eu diria, melhores condições de navegabilidade quando você se lembra de dar, doar algo de si mesmo, seu tempo, sua energia, seu trabalho. Esse é o objetivo. Fa ponto fa ponto ponto de vista.

Passes mediúnicos juntamente com outras pessoas pode ser considerado um trabalho em rede? Passe junto com outras pessoas. Vamos lá. Se eu bem entendi o que você tá falando, são os médiuns passistas, né? Quer dizer, vocês estão lá realizando um trabalho, é o que eu tô entendendo. E é um trabalho em rede na área da fluidoterapia. OK, não deixa de ser. Acho que sim. Eh, eu já dei passe aqui no Centro Espírita Jana de Angeles durante um tempo, uns anos. É um trabalho muito interessante, eu gostei muito, mas eu acho que é um trabalho rápido, né? O. Passe ele é rápido. Para para pensar, eh, não é que ele não seja importante, mas eu tô falando, ele é muito breve.

Quanto tempo consumiu na tua semana o passe mediúnico? E eu não tô desmerecendo. Eu só tô dizendo, o dia tem 24 horas, multiplica 24 por 7, você vai chegar na quantidade de horas que uma semana tem. Qual a quantidade de tempo que a gente vai destinar o passe,. Né? Então eu acho que o passe não deixa de ser algum trabalho em rede conectado com a espiritualidade maior, cuidando da psicosfera da casa. Tá todo mundo junto ali em prol de um objetivo comum. É um trabalho em rede, é meritório, é importante, o passe é fundamental para quem compreende a fluidoterapia como algo complementar é um dos cuidados que nós podemos ter para nosso equilíbrio,. Nossa harmonia, né? Nossa, eh, serenidade.

Agora, dá para fazer mais, eu acho. Falo como quem já foi médio passista. Pipe ou PIP e PFT. Fiz assim, a pergunta foi: "Você realiza algum trabalho em rede?" Aí ele diz assim, só quando estou jogando vôlei com os amigos. Eu acho que ele fez aqui uma piléria porque tem a rede de vôlei, né? Agora eu acho importante responder essa pergunta. Por quê? Porque o esporte coletivo é um trabalho em rede. O vôlei que não é o o vôlei em dupla é o trabalho em rede, rede de dois. O vôlei com o número são cinco ou seis, né? Agora eu esqueci. Já joguei vôlei no Fluminense, esqueci quantos jogadores são. Esqueci. São cinco ou seis jogadores numa quadra de vôlei. Me diz aí.

É um trabalho em rede, você tem que trabalhar coletivamente. Futebol, basquete, o atletismo quando tem aquela corrida,. Eh, passagem do bastão, é um trabalho em rede, estrito senso. O esporte educa, o esporte é educação, porque o esporte obriga a gente a ter disciplina, persistência e quando é um esporte coletivo, você ter a combinação, o ajuste, o acerto com os outros. Televisão. Eu trabalho num veículo aonde não é possível que o trabalho ocorra sem ser em equipe. Obrigado, seis jogadores. Obrigado, Sônia. Meia dúzia. Edivaldo, obrigado. Eh, o que a gente tá falando é que o projeto humano ele só se resolve coletivamente. O, os grandes avanços da humanidade se dão coletivamente.

Jesus precisou de 12 apóstolos para divulgar Boa Novo. Trabalha em rede. Kardec precisou mobilizar outras pessoas para realizar pesquisa, fundar a Casa Espírita, editar livros, promover seminários, editar a revista espírita, é. Trabalhar equipe o tempo todo. Repare, todos nós, em maior ou menor grau, estamos inseridos em trabalhos em rede. Agora, o trabalho em rede que eu tô aqui colocando na prateleira de cima é o trabalho voluntário. É o trabalho que você tá doando teu tempo, tua energia em prol de algo maior, sem prejuízo de outras pessoas,. Tá bom? De outras tarefas. Alma poeta 70. Sou recente integrante do coletivo árvore legal em Belo Horizonte. Olha que legal isso, cara.

Sou recente integrante do coletivo Árvore Legal em Belo Horizonte. Eu acho particularmente importante o trabalho em rede voltado para a arborização urbana,. Porque a temperatura tá subindo, o desconforto térmico tá crescendo, as árvores são a tecnologia mais barata e eficiente para você atendendo os extremos de calor, lidar melhor com. Ondas de calor que tm aumentado a intensidade e frequência, sendo que a árvore também presta um colorido especial na paisagem, atrai passarinho, eleva a umidade, reduz a incidência de ilhas de calor. E. As árvores têm outra função muito importante, penso eu, que é desacelerar enchente. Você já pensou nisso? Porque isso aí é a ciência da arborização urbana.

O pessoal só pensa na árvore para dar sombra, aumentar o frescor, cuidar da paisagem. Quando cai um dilúvio, se você tem, principalmente algumas árvores de copa cheia, elas têm uma um efeito esponja, ou seja, a água cai, parte dessa água fica retida na copa ou continua caindo pela copa, mas desacelerando,. Dando tempo dessa água escoar pelo boeiro, a rede de drenagem, receber aquela carga, aquela massa diluviana de água de chuva, você impacta positivamente a rede de. Drenagem, ela não fica sobrecarregada rápido, choveu, já foi tudo pro pra vala, pro bueiro, não. A árvore tá ajudando a reter. Então, parabéns pela sua adesão num trabalho em rede.

Vou até pesquisar esse grupo, o coletivo árvore legal de Belo Horizonte. Aqui no Rio, na zona norte,. Tem um grupo que a gente já falou dele aqui, Olaria Verde, do bairro de Olaria. Olaria é um bairro que a prefeitura esqueceu, como tantos outros da zona norte e oeste, o Rio de Janeiro tem um défic de árvores brutal. Ah, zona sul tem árvore. O Rio de Janeiro não é só a zona sul turística, bela, não. Rio de Janeiro tem outras áreas, são até interessantes, alguns lugares muito bonitos, sem árvore. E aí. O sol, vamos combinar, o Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Cuiabá, eh, Teresina, no Piauí, por vezes Porto Alegre, são das cidades mais quentes do Brasil, cara.

Não dá para brincar sem árvore, não. Vai assar, vai virar assador para tudo, para tudo. Bom, eh, ih, rapaz, chegou outro bloco de pergunta que me ih, três. Ih, eu tenho que ir rápido. Vamos lá. Muita pergunta chegando. Maria, eu vou tentar responder rápido, tá? Me desculpa se a resposta não for suficiente, que eu gostaria de dar provimento aqui a vocês. Maria Teresa, bom dia, família Trigueiro. Existem espíritos velhos ou novos? Escuto alguns espíritas dizerem isso. Sim, cada um de nós tem uma determinada idade. Todos fomos criados simples e ignorantes, mas todos fomos criados ou temos tempo de existência distintos,. Porque a vida não cessa de ser criada.

Alguns de nós somos mais velhos, alguns de nós somos mais novos e isso não se mede pela carcaça atual, é a identidade espiritual. Rosana do Recife, André, bom dia. Minha sobrinha de 9 anos está ouvindo um homem falar com ela diariamente. Os pais dela não acreditam. Como posso ajudar? Rosana, essa questão quando é trazida para mim aqui, eu tenho que ter muita responsabilidade e cuidado para responder. Existem pelo menos duas hipóteses. Uma, sua filha é médium. Sua filha, sua sobrinha de 9 anos é médio e tá ouvindo. Existe um desencarnado que. Por alguma razão faz contato com ela. Eu não sei, você não disse qual é o teor da mensagem. Tô no escuro aqui. Ela pode ser médium.

O outro, ela pode estar ali desenvolvendo um animismo, é, é uma fantasia, é uma coisa dela. E aí é preciso rastrear o que tá acontecendo. Eu no seu lugar procuraria, eu que sou espírita e tenho essa crença, uma instituição séria para tentar rastrear se há comunicação mediúnica ou não. Já fiz isso antes com uma amiga que tava com insônia, achando que tava vendo coisas. E a médium do centro onde eu a levei disse categoricamente que ela não tava vendo nada, que ela tinha tanto medo de espírito que ela fantasiava as coisas. Qualquer ruidinho, qualquer coisa, ela associava ao além.

Eh, e não havendo, portanto, a intercorrência com o plano espiritual, é procurar ajuda psicológica e ou psiquiátrica para rastrear com muito tato, com muito cuidado, sem traumatizar a menina. Vamos ver. Aqui, vamos conversar, vamos ver para lá, para cá, como é que a coisa eh se desdobra e pode ser explicada, tá bom? Dilceia Francisco. Estou visitando terreiros e propondo usar copos e outros utensílios de bambu, pois os nossos amigos espirituais já estão nos convidando para essa transição. Olha, Dilceia, não só em ambientes religiosos, centro.

Espírita, igreja, templo evangélico, terreiro, o que seja, a gente não deveria, de fato, e você faz um trabalho muito bom nesse sentido, desestimulando o uso de plástico descartável de uso único. Qualquer coisa que você usa joga fora, usa joga fora,. Já não é bom. O ideal é o reuso. Não sendo possível reuso, materiais que não levam 400 anos como plástico para se degradar. Todo esse esforço é muito bem-vindo. Vamos lá, seguindo em frente. Mr. Anderson, Adriana Correira de Porto Alegre que eu encontrei. Já tem um mês, né, que eu tive em Porto Alegre. bonitinha. Ela chegou assim: "Oi, eu sou Adriana Correia". Eu falei: "Adriana Correia?" Aí levantei, dei um abraço.

Buenas, meu amigo, no teu sentir, exercitar a nossa espiritualidade é opção ou lei? Como ser o melhor exemplo para o próximo? gratidão. Claro que é. Uma opção, considerando o livre arbítrio, e claro que é uma lei, porque nós só evoluiremos a partir do exercício eh da nossa transcendência. O que nós somos em verdade são espíritos imortais. Então, o encontro com essa realidade abre novas janelas de percepção e de juízo de valor das coisas. o que é importante, o que não é tão importante, o que é essencial e o que é inessencial, mas você não pode se violentar. É uma. Questão de escolha. Por isso que eu falo que é opção, você vai escolher, mas não exclui a questão da lei.

Você não querendo dar menor bola paraa sua espiritualidade, é direito seu, mas haverá consequências, porque a gente tem fome de pão e a gente tem fome de. Assuntos espirituais. Nós somos seres espirituais. A gente não pode ignorar uma realidade matricial nossa. Sendo você até o materialista agnóstico, a subjetividade, a a fome de transcendência, não é fome de transcendência, é incapacidade de explicar a vida e o universo sem essas perguntas que remetem. A transcendência, né? E como ser o melhor exemplo para o próximo? O pastorino respondeu hoje, você teorizar menos e fazer mais. Você fazer a sua parte, atos, ações, práticas. É. por aí.

Última pergunta do meu amigo de campus dos Goitacazes, Gervásio Neto. André, como chegar a uma cultura do diálogo e da não violência Em uma sociedade tão machista e patriarcal? Forte abraço Olha, o Gervasio tá certo quando lembra quando ele usa as expressões machista e patriarcal, que é impressionante as estatísticas de violência contra a mulher dos mais variados tipos. E isso não expressa a realidade, porque temos. Subnotificação. Nem toda mulher vítima de abuso, a mulher que é estuprada, espancada, ofendida, acuada, eh, prisioneira no lar, experimenta o cárcere privado,. Registra isso numa delegacia. Então, os números que já são muito constrangedores, a cachapante, são certamente maiores.

Eh, quando você fala como chegar a uma cultura do diálogo e da não violência, Gervasio, não tem muito para onde correr, na minha opinião. Isso começa dentro de casa. Pai, pai, aí vamos falar da questão da cultura patriarcal. O pai precisa respeitar a mãe. O pai não pode impor, não pode exigir, não pode humilhar, não pode, eu diria, colocar a mulher num patamar abaixo do ponto de vista da igualdade de direitos e de. Deveres e de percepções. Começa dentro de casa. É a influência mais importante para os filhos. Os filhos quando vivem em lares, aonde há um desequilíbrio absurdo de gênero e o pai é um déspota, é alguém covarde, violento, essa informação fica com os. Filhos. Isso é muito ruim.

Agora na escola, e aí é um desafio para pedagogos, educadores, professores, é nós instituirmos na grade curricular, no projeto pedagógico, penso eu,. Dinâmicas aonde a igualdade de gênero seja percebida, compreendida, praticada e replicada. A escola tem que tá até para se contrapor a uma influência ruim que o garoto, a menina receberam de casa. A escola atenuando o machismo estrutural, a escola fazendo o dever de casa. Instagram dizendo que vai me cortar em 1 minuto e 50 segundos. Quem quiser acompanhar essa live, não pegou do início, coisa e tal, vai pro canal do YouTube que não tem essa degola com hora marcada. Beijo. Obrigado aí pela companhia de vocês.

Estamos de volta até sexta-feira, se Deus quiser. Força, coragem, fé. Vamos que vamos. Valeu. E vocês aqui, meus amiguinhos do YouTube, agradecer a companhia, agradecer o fato de vocês estarem por aí, acompanhando também os shorts, que são os vídeos pequenininhos, que Mr. Anderson e a. Equipe da Rente lá em Campina Grande fazem com maior carinho, maior cuidado, legendando. Dá uma moral lá. Acompanhe o canal por aqui, fique a par das novidades que a gente lança por aí de vídeo. Acompanha que isso dá a chance da gente chegar onde a gente não chega, levando a informação que no nosso entendimento pode ajudar algumas pessoas. Fica com Deus, tudo de bom. Até a próxima, se Deus quiser. Sexta-feira.

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