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eleição do novo Papa | Papo das 9 #916

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à 9 já tá ó seguindo viagem num dia importante que começa lá o colégio eleitoral do Vaticano, os cardiais eleitores na tradição da Capela Cistina, fechados lá, alguém fica com a chave do lado de fora e aí vai se determinar o rumo dos acontecimentos. Só que a gente não vai falar disso agora. Agora vou falar daqui a pouco que eu acho importante. Seguindo viagem a partir de minutos de sabedoria. Lembrando que Carlos Torres Pastorino foi padre, largou a batina encantado com a doutrina dos espíritos e seguiu viagem. Agora veja, meu pai também quase foi padre, ele não chegou a confirmar o sacerdócio. Ele terminou o seminário, né? em João Pessoa, Paraíba, na igreja de São Francisco, que tá lá até hoje.

E quem abandona a batina, nem sempre ou quase nunca abandona o apreço, eu diria a simpatia, uma relação assim bonita das tradições, da forma como a fé católica se sustenta. Eu acompei de perto assim, meu pai, ele tinha esse apreço, ele tinha um aspecto dele que era muito afinado com a vida sacerdotal e com essa forma de pensar e agir que remete a essa devoção cristã a partir do catolicismo. É muito bonito, é muito interessante. E pastorino como papai, eles tiveram em comum isso. Pastorino confirmou a vocação. Foi, padre, papai na hora que tinha que dizer, agora terminou o seminário, vamos nessa. E falou, acho que não. A inclinação dele era pra área do conhecimento acadêmico, professor.

Ele foi para outro outro lado. Não que na igreja não possa ser acadêmico e professor, mas ele preferiu essa outra posição. Que que pastorino tem para dizer pra gente hoje? Então, vamos pedir aos amigos invisíveis que nos acompanham sempre, estão sempre por perto, que nos dignifiquem aqui com a presença deles, nos ajudando a escolher a mensagem indicada para a reflexão dessa manhã. Que eu seja, portanto, um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. Onde vai abrir? Onde onde vai dar? Onde vai dar? Amém. 262. Vamos nessa. Acenda sua luz interior, a luz da sabedoria e da bondade.

Dedique alguns minutos de seu dia à meditação, porque o homem iluminado não encontra trevas em seu caminho. Por onde passa a luz se irradia de si mesmo, atingindo todos os que lhe estão por perto. Mergulhe em seu íntimo e ouça a voz da sua consciência, que é a voz silenciosa de Deus falando dentro de você mesmo. Várias questões me chamaram atenção aqui. A primeira delas, a escolha que a gente precisa fazer. Não vem de outro lugar, tem que sair de dentro de você a vontade, o desejo de acender a sua luz interior. Não é Deus que acende, não é outra pessoa, não é uma situação. A gente pode ser bafejado por uma um estímulo. A gente pode ser alcançado por uma atmosfera favorável. a realização de algo nessa direção.

Mas se você não tá firmemente desejoso de realizar esse movimento, ele não terá lugar, ele não vai acontecer. Então começa assim: Acenda sua luz interior, a luz da sabedoria e da bondade. Acende você. Quem acende é a gente. Aí segue viagem. Dedique alguns minutos. Ele tá falando pra gente assim, ó. Você aí tem como acender sua luz interior, tem como dedicar alguns minutos de seu dia à meditação. Lembrando que meditação tem várias técnicas, as mais simples, as mais sofisticadas. Fecha os olhos e respira. evoca mentalmente um mantra, uma palavra que distraia a mente você conseguir fazer essa imersão em si mesmo.

Seja qual for a técnica, o que tá sendo defendido aqui pra gente melhorar a nossa condição na vibração, na frequência, na sintomia, é que a gente medite, que a gente saia da rota corrida, do movimento de manada. das questões várias do dia a dia que nos consomem tempo e energia, nos dispersam, nos distraem a mente. passa por alguns minutos, é o pedido, essa imersão em si mesmo, porque isso haverá de resultar numa melhor condição para você se apaziguar, se acalmar, aferir o devido valor às coisas que vem de fora, dar a resposta mais sábia aos estímulos externos. Tudo isso vai seguindo num fluxo mais tranquilo, sereno, lúcido, à medida que a gente se permite esse exercício meditativo.

Aí completa pastorindo por onde passa a luz se irradia de si mesmo, perto. A gente já falou muito aqui de psicosfera, campo eletromagnético, como é que nós irradiamos o tempo todo. Quando a gente tá bem, quando a gente tá mal, quando a gente tá acordado, quando a gente tá dormindo, o tempo todo a gente tá [Música] pulsando um coeficiente de energia que se esparse ao nosso derredor. Então, a gente define a qualidade da nossa psicosfera a partir da do que estamos pensando, do que estamos sentindo. Mergulhe em seu íntimo e ouça a voz da sua consciência.

Então, veja, o que o pastorino tá dizendo é o seguinte, a gente precisa deixar de ser passivo e ser ativo na busca por uma melhor condição de vida que determine lucidez, temperança, serenidade, essa força interior resultante da clareza do movimento. Quando você dissipa perturbações, quando remove o ímpeto angustiado, o fluxo de ansiedade, as ondas de perturbação que todos nós, considerando o nosso nível evolutivo e o plano em que nos encontramos, esse planeta, do jeito que ele é ainda. Nós estamos vulneráveis, nós estamos, eu diria, imersos ainda numa vibração que não é a melhor, não é mais equilibrada, não é mais sensata, mais serena. Por isso que precisa partir de nós uma reação.

Eu estou indo bem da forma por vezes afoita, invigilante, precipitada com que me posiciono na vida. ou está havendo nesse momento a necessidade de acender a minha luz interior, de dedicar alguns minutos do dia à meditação e de eu ter consciência da luz que eu posso irradiar a minha volta a partir do momento que eu consigo a centralidade, o eixo, eu consegui encontrar aqui uma base de apoio e ela revera. É o silêncio que grita. Você já cruzou o caminho de alguém que te chamou atenção não abrindo a boca? Quer dizer, são pessoas que, por vezes, a própria presença determina no lugar uma certa aura de tranquilidade, uma aura benfazja, uma irradiação positiva.

Os evangelhos falam, a gente vai pegar agora o exemplo máximo de irradiação positiva. Jesus, por onde passava apenas a presença dele. Ele não não precisava falar, ele não precisava gesticular, dar tchauzinho, não. Por onde ele passava, as pessoas próximas percebiam, percebiam e era um um sentimento assim de inquietação positiva, algo que tá vindo dali que tá me chamando atenção positivamente. Então Jesus com a sua condição de espírito perfeito, quando se fez carne e quando alcançou essa lucidez espiritual na fase adulta, eu entendo o que eu preciso fazer, eu sei o que eu preciso falar e eu estou interligado com o pai.

Imagina o que seria, pensa nisso, o campo eletromagnético em torno de Jesus. A psicosfera do mestre é arrebatadora. Tanto que quando ele convida os apóstolos, se coloca no lugar do apóstolo, você lá é um pescador, aí vem um cara, diz assim: "Segue-me". Vem comigo. Um estranho, pô. Um estranho. E você vai, você vai por quê? Que que te convenceu a seguir aquele estranho? que Jesus era absolutamente estranho. Esses 12 apóstolos até que cruzou o caminho deles. Pensa nisso. Como é que nós irradiamos coisas boas ou coisas não boas o tempo todo?

E quanto mais evoluído, quanto mais, deixa eu tirar evoluído, quanto mais consciente você tiver de que você pode cuidar dessa irradiação, você pode ser uma uma presença ativa no desafio de qualificar a tua vibração. Você pode pedir ajuda a Deus? Deve, mas Deus delega, Deus terceiriza, Deus quer que nós façamos a nossa parte e isso faz toda a diferença, penso eu. Vamos lá, simbora. Valeu, pastorino. Mensagem 262 para quem quiser ver depois. Olha aí, deu até rima. Mensagem 262 para quem quiser ver depois. Vai mensagem 262 para quem quiser ver depois. Tá aí. Abrimos ao acaso e deu liga. Sugestão de leitura para hoje. Primeiro dia de votação na capela cistina do novo Papam. Papam.

Um livro que não é novo, mas já tá já teve várias. Deixa eu ver aqui quantas redições será que teve? Porque esse livro ele é um cadê bom? Não tô conseguindo achar na minha incompetência para reconhecer isso, mas eu não tô com a primeira versão. Ah, essa é a terceira edição. Frei Beto e Marcelo Glazer sobre a fé e a ciência. Um diálogo que foi promovido pelo meu amigo músico, astrólogo Valdemar Falcão, estudioso também do fenômeno da mediunidade. Ele tem livros, eu já falei aqui, encontro com médiuns notáveis. Valdemar é uma figuraça importantíssima dentro do universo espiritualista. Ele faz um trabalho muito interessante.

E aqui pela editora Agir, Frei Beto e Marcelo Glazer, um frei dominicano e um físico radicado nos Estados Unidos, durante 4 dias dialogaram, conversaram sobre vários assuntos no hotel em Santa Teresa, bairro aprasível, aqui no Rio de Janeiro. Ficar na montanha Santa Teresa. de Santa Teresa você vista assim paisagens incríveis no hotel em Santa Teresa. Os dois conversando, sabendo que estavam conversando para depois haver a transcrição das conversas e um religioso e um cientista debatendo a fé e a ciência. O livro é espetacular. Eu vou colocar aqui na quarta capa o resumo do que cada um comentou.

Frei Beto, há muitos, inclusive a mim, sou absurdo em pleno século XX supor que fé e ciência se contrapõe. No entanto, essa polêmica foi ressuscitada pela pandemia do coronavírus, né? Interessante isso, porque muita gente se refugiou na fé para dizer o vírus não me pega. Eh, só que não funciona assim, tá? Quer dizer, muitas pessoas que disseram isso, que fizeram apologia das reuniões em certos templos religiosos para reforçar a imunidade espiritual contra o vírus. Eu fiz cobertura desses assuntos.

Um ex-prefeito de Duque de Caxias, no auge da pandemia, postou um vídeo no rede social junto com uma deputada estadual ligada a uma determinada igreja, os dois convocando os fiéis para participar de um culto contra o vírus, para fortalecer a imunidade. Só que não era para ter aglomeração. E deu ruim, né? Óbvio que deu ruim. Esse ex-prefeito, eu não tenho problema para falar o nome dele, Washington Reis. Com essa visão, eu diria, apartada da razoabilidade que vem da ciência, foi internado duas vezes, duas vezes com Covid. Pois é. Aí vem o Marcelo Glazer, físico.

Em meio a tempos conturbados, quando nossas suposições de como viver nossa vida são desafiadas por um inimigo invisível, um vírus que nos ataca de forma impune, sem plano ou diferenciação, nada mais importante do que retomar debates sobre questões que definem nossos valores e visões de mundo. Então essa terceira redição pegou carona ainda na pandemia, mas a maior parte do livro fala de vários, vários assuntos que são muito saborosos, sobre de que maneira fé e ciência podem dialogar, podem convergir, não pertencem a campos absolutamente distintos. Ambos os lados do conhecimento, quer dizer, a fé e a ciência buscam a verdade.

A verdade, cada um a seu modo e, óbvio, não usam os mesmos aparatos, as mesmas metodologias para alcançar essas informações que remeteriam a uma realidade. Eu estou constatando algo aqui. Eu tô apurando através da ciência. Eu tô constatando através da fé. Uma questão, fé e ciência não são a mesma coisa, mas também não estão completamente apartados. Esse livro sobre fé e ciência, Frei Beto e Marcelo Gazer é um livro super atual. Por quê? Porque estamos estamos em vias de escolher um novo Papa. E o Papa Francisco saudoso deixou um legado de 12 anos muito bem vividos e um mandato honrado, né? Ele honrou o franciscanismo.

Ele se aproximou deliberadamente da ciência e trouxe essa visão, do meu ponto de vista, muito fortemente fundamentada no encontro possível entre fé e ciência. Já já a gente fala sobre isso. Recomendo, portanto, o livro. É fantástico a gente ver o diálogo, né? E quero lembrar aqui dos estudos sobre saúde e espiritualidade que avançam céleemente, mostrando que a origem da saúde e da doença podem ser rastreados fora do corpo. Essa disciplina tá disponível em universidades laicas excelente, como a mais importante da América do Sul, que é a USP, Universidade de São Paulo. Quem estuda medicina tem ao seu alcance dentro da faculdade os estudos sobre saúde e espiritualidade.

Não tem a ver com religião, tem a ver com investigação científica, procurando determinar, por exemplo, pega a questão da COVID, que eu citei há pouco, por que que algumas pessoas com o vírus não adoeciam, muito menos iam a óbito, e outras tinham um óbito rápido e fulminante a partir da COVID. Aí você vai dizer: "Não sei, a ciência não sabe, a ciência é materialista. Você vai revirar o corpo da pessoa, vai ter dificuldade. Eu não entendi ainda porque uma é vulnerável uma pessoa a ao vírus da Covid e a outra não. Uma possível resposta estaria exatamente na linha de investigação que vai tentar encontrar alguma resposta no que não está no corpo físico. Isso é muito interessante, penso eu.

Eh, deixa eu dar agora uma sugestão. É o momento do papo que a gente abre aqui um canal de comunicação direto eu com vocês para refletir sobre algum assunto. E aí eu já vou introduzir o assunto do Papa, que é o assunto do dia hoje em boa parte do planeta, inclusive do no Brasil, por conta do início da votação dos cariais eleitores para a escolha do novo pontífice, né? Muito bem. Por que que a gente deveria estar ligado nesse assunto? Você pode dizer assim: "Ah, eu sou católico, mas eu não sou católico praticante". Ou: "Eu não sou católico, por que que eu vou estar ligado na escolha do Papa?" Ou: "Eu nem acredito em Deus, eu sou materialista, agnótico, ateu, agnóstico.

Eu não tenho por prestar atenção nesse assunto." Então, eu só queria lembrar que o Papa ele não é apenas o chefe religioso de uma denominação cristã. a Igreja Católica. Isso não é pouca coisa, considerando 1 bilhão400 milhões de católicos espalhados pelo mundo. Ele também é um chefe político. O Vaticano é um estado, tem corpo diplomático. O papa quando fala, ele alcança também os não católicos. Razão pela qual eu acho que a gente deveria encaminhar o Vaticano uma vibração, é sugestão para que esse conclave resulte na escolha de alguém que consiga realizar a nobre missão de estabelecer a partir da sua palavra e da sua ação. que possa promover o evangelho de Jesus de uma forma aberta, não sectária, inclusiva, que consiga, na linha do que Francisco fez, entender que qualquer que seja o Papa existe uma expectativa enorme de que ele continue posicionando a igreja na linha de frente da defesa da vida.

O que significa se posicionar em relação à maior crise ambiental e climática da história da humanidade, não calar, não se omitir. E quem se posiciona leva pedrada, porque você tá botando a mão nos vespeiros do poder político e do poder econômico. Portanto, o Papa, os 12 anos de pontificado do Francisco, foram muito assertivos na defesa de um sistema econômico que não acelerasse a destruição do meio ambiente e ao mesmo tempo, fosse justo, inclusivo e não permitisse fome, miséria, pobreza extrema. Isso é muito importante a gente ter alguém que fale de justiça e igualdade, alguém que exerce esse cargo com simplicidade e humildade.

Só para ficar claro, curiosamente, esse mês de maio em que será escolhido o novo papa, talvez nos próximos dias a existe essa possibilidade da escolha acontecer até sábado. Eu acharia lindo se fosse no sábado, porque pode até prorrogar por mais tempo, mas estão achando que vai ser rápido, porque sábado estaremos a exatos 6 meses da COP 30, a conferência do clima que acontecerá em Belém, aqui no Brasil. O papo anterior sempre tinha o cuidado de ratificar o apoio do Vaticano a medidas práticas e concretas para reduzir emissões de gases e estufa, socorrer os países pobres da nova novo normal do clima. O próximo papa precisa se posicionar sobre esse assunto.

Estamos no mês, portanto, faltam 6 meses, sábado certinho, cravado paraa COP 30 e estamos no mês de maio, que é o mês em que se celebram os 10 anos do lançamento da encíclica. Eu tô olhando para cá porque eu tô com ela aqui por acaso. Laudat si louvado seja do papa, que é uma encíclica das mais populares da história da igreja, alcançou o mundo não católico e é a encíclica mais impregnada de ciência. Amém. Abemos ciênos postulados do Papa. Claro que ele tá falando aqui de filosofia, tá falando da teologia, mas falando de ciência. Essa encíclica estará completando 10 anos no próximo dia 24 de maio. Olha que legal. Então veja a sincronicidade. Maio, 6 meses da COP 30, 10 anos da Laudatuci.

Novo Papa chegando. Novo Papa chegando. Francisco elevou o número de cardeis eleitores e redesenhou a geografia do colégio eleitoral que se reúne a partir de hoje na Capela Cistina para escolher o novo mandatário da igreja. O resultado é imprevisível, mas é uma história saborosa da gente acompanhar. E na tradição católica é sempre bom a gente dizer isso. Há uma ideia de que o Papa é escolhido pelos cardeis, mas ali na hora da votação na capela cistina, o Espírito Santo está presente. é a tradição católica que afirma essa aura de proteção e de intuição do Espírito Santo, né?

Eu acho isso muito interessante também e torço muito para que o próximo Papa diga que veio, tenha essa altivez ética, moral, espiritual de conduzir o seu rebanho, os católicos e de prestar atenção em quem não é católico, mas tá inserido no contexto, como Francisco fez maravilhosamente, na minha opinião. Bene, capite. Outra coisa que eu acho muito importante é um legado de Francisco. Tá fazendo falta. Francisco desencarnou há relativamente pouco tema, mas como faz falta uma voz que se posicione claramente contra o absurdo da xenofobia e da violência contra imigrantes. Cada país tem o direito de regular o fluxo migratório, definir regras.

Olha, a gente não pode deixar entrar aqui milhões de pessoas. a gente vai ter as nossas regras para que não haja problema em relação a acolhimento, onde essas pessoas vão morar, vão trabalhar fazendo o quê. Tem muitas questões delicadas, isso não se discute. O Papa também, Francisco, não pediu, abra a fronteira, deixa entrar à vontade. Não, a questão da imigração ilegal, ela tem que ser combatida. Agora, o que o Papa se, mas aí ele falou muito sobre isso, é que nós precisamos ter outra outro protocolo de resposta em relação às levas migratórias crescentes. Esse é um problema do mundo, um dos maiores problemas da atualidade.

E essa leva tem aumentado também por conta do agravamento da crise climática. São os refugiados climáticos. Você tem enchentes secas, especialmente as pessoas mais vulneráveis falam: "Eu não consigo mais viver aqui. Aqui não tá dando para mim. Eu vou sair daqui, eu vou procurar qualquer coisa". A gente precisa ter essa compreensão. Ninguém gosta de ser imigrante. Ninguém troca de país prazerosamente. Você tá sempre levando em conta uma pessoa que tem posses diz assim: "Eu vou para Portugal, eu vou para Miami." Muitos brasileiros fizeram isso. Você escolhe. O imigrante que o papa tá falando é aquele que não tem escolha. Onde ele tá tá ruim.

Não dá nem para ter a subsistência, o seu roçado para comer do que planta. não tá dando. Vale a pena estudar esse assunto, gente. E o imigrante deixa para trás a família, os amigos, o seu patrimônio, por mais modesto que seja, e vai para país onde ele eventualmente não sabe qual é o idioma, onde ele não sabe direito onde vai ficar e onde ele é visto como invasor, alienígena, ameaça. É impressionante. A gente às vezes perde a noção. E aí é uma visão que eu vou compartilhar aqui muito espiritualizada desse tema, tá? Eu acho que chegará o tempo em que a gente haverá de compreender que o mundo, todos os que estão no mundo têm direitos e que esses direitos precisam ser assegurados.

Uma pessoa que não tá à vontade no lugar onde ela nasceu por razões políticas, perseguição política, massacres, genocídios, por razões econômicas, um país em frangalhos, fome, miséria, pobreza, não tem escola funcionando bem, não tem, ele vai ficar ali, você ficaria? Eu não ficaria, eu não ficaria ali, eu sairia dali. E qual é o destino? É um desespero. Então o mundo precisa ter soluções que não sejam só de fecha a porta, passa a chave, ninguém entra e você que se exploda, vai lá pro Sudão do Sul e se vira, que é o lugar mais hoje claramente saturado de questões horrorosas como guerras fratricidas, elevada mortalidade, fome colossal. Ninguém tá falando de Sudão do Sul.

Ninguém tá falando de Sudão do Sul. E há um massacre em curso lá de grandes proporções. Aí você vai dizer: "O Sudanês que tá lá com fome, sendo perseguido, coisa e tal, ele não tem o direito de procurar um refúgio?" Ah, não, mas isso não é comigo, não conta comigo. É aí que entrava o papa. Os países mais ricos desenvolvidos, principalmente, mas não apenas, tem o dever moral de tentar resolver o problema na fonte. Seja, não precisa vir todo mundo que eu não vou dar conta, mas eu vou tentar fazer algum tipo de negociação diplomática, condicionar ajuda a partir da mudança do regime, da forma como esse assunto tá sendo tratado aí. Não tá legal. Muito assunto para esse novo papa.

Vamos endereçar a Capela Cistina lá. Mentaliza aquilo ali, ó. que esses homens tenham a clareza e o discernimento de escolher alguém que esteja à altura do tamanho desse desafio e que o mundo possa ser um lugar melhor com o novo chefe de uma importante e secular instituição como é a Igreja Católica. Simples assim, penso eu. Meus amigos, eu quero me penitenciar porque ontem foi um dia muito, muito, muito corrido e apesar de Mr. Anderson advertir-me dizendo: "André, cadê as perguntas pra gente colocar no stories?" Eu não mandei, eu vi à noite já, não valia a pena. Então, Mr.

Anderson generosamente está fazendo a coleta das perguntas que vocês façam daí e tá me mandando aqui por e-mail porque passa rápido na telinha, mas ele vai lá e manda para mim. As questões que vocês estejam fazendo, eu vou aqui reproduzir. A gente vai bater aqui ao vivaço. Não tem leitura prévia no calor dos acontecimentos. Verônica Tavares pergunta: "Será que vamos ter um Papa semelhante ao Papa Francisco?" nunca é semelhante, né? Cada um, cada, cada um de nós tem a própria forma de se conduzir pelo mundo e de pautar prioridades e de resolver problemas e de anunciar o que parece ser o mais importante.

Agora, a probabilidade de ser um papo afinadíssimo com o legado de Francisco é enorme, porque Francisco, como disse, reconfigurou o colégio eleitoral, aumentou o número de cardeis eleitores, escolheu os eleitores, os cardeis eleitores foram escolhidos por ele. Então ele, em certa medida, em 12 anos, fez uma reformulação do colégio eleitoral com maior amplitude geográfica, muitos papas de novos continentes como Ásia e África, né? E isso mudou o perfil do eleitorado, digamos assim, majoritariamente afinado com Francisco, razão pela qual acho improvável que um novo Papa acenda, desqualificando por atos e por palavras o legado do antecessor.

Tá bom, Adriana de BH, André, poderíamos fazer uma prece para um amigo que vai fazer uma cirurgia cardíaca séria hoje à tarde? O nome dele é Leopoldo Luís. Sim, podemos. Vamos fazer sim. Vamos aproveitar. Agnes Dantas, André e todos e todas. Poxa, queria você lá em Brasília na Conferência Nacional do Meio Ambiente. Acredita que ficamos 11 anos sem essa participação social na criação dos planos nacionais? Então, tá tendo, digamos, o que eu entendo pela Conferência Nacional do Meio Ambiente, me perdoe se não for isso, nós temos um amplo, uma oportunidade muito interessante de ampla participação da sociedade, debatendo, discutindo propostas que vão inspirar políticas públicas.

Eu acho isso muito, muito moderno. Democracia dá trabalho, dá, era melhor cada um no seu gabinete escolher o que vai fazer. Só que isso é injusto. Isso eleva a taxa de risco da medida que quer ser aplicada. Quando você amplifica o debate, quando você em certa medida, traz os melhores. Quem são os melhores? Os que estão ativamente participando disso nas linhas de frente diversificadas por diversos setores da sociedade. A conferência tem esse perfil. Se cria regras de participação, atas. O resultado final expressa a vontade de um contingente que é valorizado a partir da conferência. Isso inspira política pública.

Tudo o que não é decidido em gabinete e dez respeito ao interesse de muita gente, tudo que permite participação popular, tudo que permite debate, reflexão, vai ao encontro das minhas melhores expectativas de resolução de problemas. Porque nenhum de nós, a rigor poderia se pretender, evoluído ou sábio o suficiente para descobrir sempre os melhores caminhos, as melhores formas de resolver problema. Não funciona assim, normalmente dá errado. Então, não vejo o problema, sinceramente, em termos essa eh forma de consulta pública. Tomara que dê muito certo. Agora veja, hoje a Comissão de Meio Ambiente no Congresso tá discutindo mudança na política de licenciamento ambiental. Que que vem por aí?

Não sei. Você tá com motivo para ficar pessimista? Tô. Por quê? Porque a maior parte do Congresso é desenvolvimentista e pouco sensível às questões de um desenvolvimento sim, mas sustentável. Não sei o que vem por aí. E esse congresso daí tá pronto para tá para derrubar os vetos do presidente da República a um projeto de lei sobre energia do vento em alto mar, eólica offshore, que o Brasil conseguiu colocar, o Brasil que eu digo, esse Congresso, colocou lá os jabutis, os penduriclios num projeto que fala de energia do vento em alto mar, colocaram lá subsídio para combustível fóssil, inclusive carval mineral. É inacreditável.

Então veja, a conferência ela tem o seu valor fundamental, como eu já expliquei, mas esse congresso se articula, se organiza para sabotar aquilo que, do meu ponto de vista, deveria ser alvo de muitos cuidados. Muitos cuidados. Tô sendo muito cuidadoso aqui com o uso das palavras, mas é isso. Luís Austáquio, Lavras, Minas Gerais pergunta. Austáque é amigo velho de guerra aqui do Papo das Nove. Você acha que aumentar o número de deputados no Congresso é a solução para o Brasil? Não, não é solução pro Brasil. Solução pro Brasil não depende de uma ou duas ou três medidas. O Brasil é um país complexo. São várias as medidas que a gente precisa ter para resolver. Mas eu entendi a tua pergunta.

Vamos lá. Quando você levanta a questão da proporcionalidade e fala: "Temos que ajustar o número de deputados, ok, isso não é um problema para mim, considerando que outros países têm muito mais parlamentares do que o Brasil. Agora, com as regalias, os privilégios e principalmente com a dinheirama que esse congresso hoje possui e nenhum congresso do mundo civilizado tem. É um regime republicano presidencialista em que o Congresso se apoderou de uma fatia do bolo orçamentário inacreditável. Por isso que tem deputado que recusa convite para ser ministro.

Ele fala: "Cara, eu sei que ministro me dá status, me dá posição, é bom paraa minha carreira política, mas como deputado, eu tô tendo acesso aqui a um bolo de dinheiro que como ministro eu não vou ter." Olha o nível que a coisa chegou. Olha o nível que a coisa chegou. Então o problema não é o número, a qualidade do número ter mais deputado com mais regalia e mais verba. Porque aí estão dizendo o seguinte: hoje dinheiro destinado à emenda parlamentar é X. Se aumentar o número de parlamentares, eles certamente não vão querer dividir o bolo. Percebe? Com o número de parlamentares hoje, você não vai aceitar diminuir o bolo do orçamento porque tem mais coleguinhas chegando lá.

Então você vai ter que aumentar a fatia dos recursos para emendas, o que é algo inimaginável. Aí sim, penso eu, temos um problema, um problema. Lili Pais. Lili Paz, outra amiga do Papo das. Como leigos, podemos ter acesso a esses livros sobre medicina e espiritismo na USP? Não é medicina e espiritismo. Tive o cuidado de dizer, tem nada a ver com filosofia espiritualista, religião, é, é saúde e espiritualidade. Cuidado com a confusão, saúde e espiritualidade. E quem se debruça sobre esse estudo não tá preocupado com religião, com fé, não. Quer saber aonde eu vou encontrar a origem da saúde e da doença.

Existe alguma questão, vamos colocar em bom português, extracorpórea, que motive esse debate, que inspire essa questão. Grosso modo, saúde, espiritualidade vai por aí. Tem muito material na internet, muitos eventos gravados, palestras, entrevistas. Faça pesquisa, mas não coloca lá saúde, medicina e espiritismo que não vai dar no que eu tô falando. Espiritismo tem nada a ver com isso, da disciplina que é oferecida na USP e dos lugares do mundo com faculdade de medicina que abordam esse tema. Da última vez que eu fiz essa pesquisa, os Estados Unidos, gente, país do mundo com maior universidades formando médicos, com a disciplina saúde e espiritualidade ali.

Rosegama 222 pergunta: "André, seremos exilados da terra?" Hum, não. Que que eu vou dizer? Não sei. Exilados da Terra. Eu sinceramente eu penso que a gente tá nesse planeta por alguma razão, porque eu sou daqueles que acham que o acaso não existe. Essa é a minha casa no universo. Eu vou cuidar bem da minha casa.

Agora, quando a gente começa coletivamente a depredar as condições que permitem a vida com longevidade, saúde, resiliência, prosperidade nesse planeta, quando a gente começa a produzir desertificação do solo, escassez de água doce limpa, poluição do ar, destruição da biodiversidade, produção monumental de lixo que não se degrada, microplástico tá aí, cada dia tem cada notícia de microplas plástico, gente, horroroso. Eh, a gente tá exilando a qualidade de vida, a gente tá exilando a saúde integral. Papa falava muito disso. Como é que é impossível a gente ter uma vida boa com saúde, longevidade, resiliência neste planeta, depredando o meio ambiente. Não é possível. Mas esse é o nosso planeta.

Quando você deixa a casa emporcalhada, sem funcionar direito, com cheiro ruim, a casa não vai te exilar, você vai continuar naquela casa, ação e reação. Agora, quando você fala de exílio, do ponto de vista espírita, qual é a nossa crença? Estamos vivendo num período de transição planetária em que aqueles espíritos reincidentes no erro, que não conseguem se corrigir, ter uma postura mais generosa, menos egoísta, combatendo a própria cobiça, a própria ganância, lidando com aspectos menos evoluídos do próprio ser, como egoísmo e orgulho.

Quando a pessoa vem ladeira abaixo na banguela, eh, privilegiando apenas a matéria e pisando no pescoço dos outros para alcançar seus objetivos, por vezes inconfessáveis, inomináveis, do nosso ponto de vista, ela não se credencia a reencarnar aqui novamente. Haverá sim de encarnar num mundo compatível com a sua o seu nível ético e moral. Então, para os espíritas, isso faz sentido. Temos uma depuração lenta e progressiva da humanidade a partir da interdição de certos espíritos que não teriam mais o direito de voltar para cá, porque a Terra tá mudando sua própria vibração, tá escalando na, eu diria, hierarquia dos mundos, né?

Mundos de provas e expiações, deixaria de ter essa condição para ser um mundo de regeneração. É o que os espíritas acreditam, tá bom? Lê Rosa pergunta: "Por que que é tão difícil a prática da caridade do óbulo da viúva?" O óbvulo da viúva no Evangelho é aquela parte que uma senhora, já sem o companheiro, pobre, oferece ajuda com uma esmola que vai fazer falta para ela. Ela não tá dando excedente, ela tá dando que vai fazer falta para ela, né?

Então, eh, quando você pergunta por que que é tão difícil a gente, de fato realizar movimentos com objetivo de ajudar quem mais precisa, ainda que isso implique algum tipo de privação ou sacrifício para nós, eu diria que o óbvulo da viúva simbolicamente expressa o exercício do verdadeiro amor cristão, que é o amor doação, o amor sacrifício, O amor renúncia. Se o amor tem gradações, eu acho que tem. Amor é uma palavra elástica semanticamente, né? E a gente tem que encontrar, eu não vou dizer palavras novas, mas a compreensão do que é o amor ensinado por Jesus. É uma é algo que a gente ainda tá se ressentindo de não praticar no dia a dia, como Jesus ensinou.

E o óbvulo da viúva é esse desprendimento. Esse desprendimento assim, não tem alguém que precisa mais do que eu, ainda que minha vida não esteja 100%. E isso é de uma grandeza espiritual, sabe? Isso é de uma capacidade de você resolver intimamente aquela questão. Você não vivencia o conflito. Você faz porque você sabe para você que aquilo é o certo. Você não tá fazendo aquilo para se exibir. Você não tá fazendo aquilo para aparecer em rede social. Você não faz aquilo exigindo de Deus. Você tá vendo, né, Deus? Tô dando aqui o que vai fazer falta para mim. Vê se não me abandona. Não, nada disso.

O óbvulo da viúva significa essa compreensão do que a ela cabia fazer naquela circunstância, sem medir esforços no sentido de aplacar uma dor que ela entendeu mais aguda ou uma situação mais difícil do que a dela própria. Reca. André, como você consegue lidar emocionalmente com a destruição da nossa fauna em flora sem se abalar? Ver animais sendo machucados pelo agro e não se abalar? Bom, primeiro eu me abalo, sim, e eu não me abalo a distância. Se você quiser pegar apenas o ano passado, eh, no final de 2023 e ao longo de 2024, eu vi de perto queimada na Amazônia. Eu vi queimada no Pantanal. Eu vi a destruição no Rio Grande do Sul com milhares de animais abandonados também.

E fui à região mais seca do Brasil, no sertão da Bahia, Chorrochó, que é projeto de deserto. E lá eu vi uma crueldade inominável. Nunca falei isso aqui na estrada. Três cavalos, um deles teve as patas dianteiras amarradas. pelo dono na suposição que assim ele não iria longe. Ele foi com aquilo doendo, né? A gente parou o carro, falei: "Gente, vamos ajudar esse cavalo". Mas a gente não tinha o cavalo quando a gente se aproximava, obviamente alvo de maus tratos, ele fugia e a gente ameaçava levar um coice ali, né? E a gente não tinha nenhum facão, a gente não tinha nenhum objeto ponte agudo que ajudasse a cortar os fios que amarravam as patas dianteiras.

O cavalo ia meio assim, ó, fugindo do dono. Eu me abalo com isso. Isso fica na minha cabeça. E a situação das pessoas diante dessas penúrias, isso também fica na minha cabeça. Agora veja, o espiritismo me ajuda muito no sentido de reforçar em mim. nessa encarnação como jornalista interessado em meio ambiente, eu não posso, eu me cobro que eu não posso ficar eh emocionalmente instável pelas histórias, personagens, situações que eu vou testemunhar, senão não vou dar conta do meu trabalho. Eu gosto muito do meu trabalho. Então, para dar conta do meu trabalho, eu preciso me colocar numa posição que o espiritismo me ajuda a estar ali, que é um sentido de missão. Todos nós temos missões.

Já falei disso aqui. E essa é uma questão que eu preciso ter, o discernimento, a clareza, lucidez, a serenidade de lidar o tempo todo. Às vezes é mais fácil, às vezes muito difícil, mas a vida segue. Nenhum de nós tá livre, penso eu, de situações que nos abalam, não é verdade? Por que que comigo seria diferente? A gente vai tocando a vida, fazendo o que a gente sabe ser o certo, julga ser o certo e procurando estar kit com a nossa consciência. A Daniela Gomes tá pedindo aqui uma mensagem. Não costumo abrir espaço no papo das para política, só que eu vou falar o que ela tá pedindo, porque não é política partidária, não é política ideológica. É uma questão que atravessa governos, tá?

Daniela Gomes diz assim: "Por favor, fale sobre a greve dos servidores da cultura. Estamos há 20 anos na luta pelo plano de carreira e pelo reconhecimento do nosso trabalho. Dê uma força grata. Bom, primeiro eu quero dizer que cultura é a identidade que a gente tem de nós mesmos no nosso país. Não é pouca coisa. Cultura é um setor da economia que gera muito emprego e renda. arrecadando impostos e gerando benefícios no enriquecimento da população, das ideias, reflexões, dos questionamentos, da maneira como a gente percebe o mundo, da maneira como a gente percebe o outro.

Então, a cultura ocupa um espaço estratégico do ponto de vista da nossa identidade, como eu falei, do ponto de vista da economia. É sempre bom lembrar, eu já contei aqui, eu fui no o Wagner de Assis, grande diretor espírita, né, que dirigiu nosso lar e os mensageiros. Eu fui no set de filmagem dos mensageiros no lugar do Alto da Boa Vista, um casarão que eles alugaram para fazer lá filmagens. Gente, eu fui com a Cláudia lá, a gente almoçou lá com a equipe, né? Edson Celular tava lá, o pessoal do das film Fernanda Rodrigues, o Wagner a família.

Fomos muito bem recebidos e foi muito interessante a quantidade de gente que tava no set de filmagem, porque tem o pessoal da luz, tem o pessoal do figurino, tem o pessoal que cuida eh do cenário, tem o pessoal que cuida da parte elétrica, tem que ter um gerador, né? Tem o pessoal que cuida do rango da do lanche, do almoço, do jantar, porque eles varam horas gravando, né? Tem equipe, gente, eu tô falando ali por baixo, eu não fiz a conta, mas devia ter entre 60 e 100 pessoas. Portanto, a cultura é fundamental. Cultura é a nossa alma. E os servidores envolvidos com cultura precisam ser valorizados em qualquer governo.

É o que se espera de quem tem a compreensão da importância da cultura no nosso dia a dia. Gente, conforme eu prometi, tem uma amiga nossa aqui, a Adriana de BH, o Leopoldo Luiz vai fazer hoje uma cirurgia cardíaca muito séria na parte da tarde. Então eu vou pedir a vocês, se quiserem me acompanhar nesse minuto final aqui do Papo das 9, a gente levar o pensamento a Deus e pedir a intercessão dos amigos espirituais em favor do Leopoldo Luiz, que ele seja assistido, que ele seja amparado, que os médicos que vão fazer a intervenção igualmente estejam eh num dia muito favorável, com toda a retaguarda espiritual envolvida por perto.

E que aconteça o melhor que a gente tem aí, Deus presente definindo a melhor solução para esse problema de saúde do nosso irmão. E que essa prece, essa irradiação possa chegar a todas as pessoas que estejam nesse momento com algum aspecto da sua saúde física, da sua saúde mental, da sua saúde emocional, por alguma razão debilitado. que a gente aprenda a cuidar de nós mesmos, que possamos ser alvo da assistência e do carinho das pessoas por perto. E que Deus, na sua imensa bondade, benevolência, generosidade, nos alcance a todos indistintamente, nos protegendo, nos amparando, para que possamos seguir em frente na nossa caminhada com força, coragem e fé.

Meus amigos, muito obrigado aqui pela companhia de todos. E que estejamos prontos para celebrar no momento oportuno a fumacinha branca. Abemos papaam. E que esse papa novo seja alguém do bem, que faça diferença em favor da humanidade, da natureza, de todos nós, indistintamente sem guerras, sectarismo, extremismo, intolerância ou preconceito. esse papa possa ser um fiel trabalhador aliado das boas causas, da alegria, do acolhimento, do perdão e da misericórdia, da compaixão e da caridade. Que assim seja. Fiquem com Deus. Tudo de bom. Adelante.

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