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Tudo sobre seu “anjo da guarda” | Papo das 9 #914

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[Música] Olá, olá, olá. Sejam muito bem-vindos sempre com força. Corarre e fé. Tô reproduzindo aqui o presentinho que eu ganhei já há algum tempo do Márcio artista que pintou numa telha. Tá vendo aqui o Força, Coragem e Fé? Tamo junto. Quarta-feira, véspera de feriado, de novo. Obviamente, resumidamente, eu desejo a vocês força, coragem e fé. Sempre é o nosso lema do papo das 9 há mais de 5 anos, força, coragem e fé. Em que sentido? Força para sair da inércia. força para se movimentar num universo onde tudo é movimento.

Eu não tô falando só de movimentação física que é importante, é movimentação mental, areja a cuca, descubra coisas novas, tenha acesso a ao mundo, à natureza, ao universo que te cerca. A gente tá aqui para aprender, a gente tá aqui para conhecer, a gente tá aqui para evoluir. Movimento permite que isso aconteça. Força para sair da inércia, coragem para seguir em frente, porque a vida não é uma ciência exata. Imprevistos acontecem.

A gente sempre tá todo santo dia tendo alguma informação ou algum fato bom ou ruim que nos desafia, nos surpreende e demanda de nós atenção para não se iludir nos momentos em que tá tudo dando certo e você se sente eh pronto para gozar do melhor da vida e deseja que isso seja retumbando. Ante efusivamente, a euforia, o entusiasmo desmedido, moderação. Esses momentos são excelentes, são muito bons, mas eles passam, usufrua sem se iludir que aquilo ou ter como meta. Eu quero sempre isso, o ponto ótimo da euforia, do entusiasmo, da alegria em conteste. Não, eu quero ter esses momentos e a sabedoria de sabos passageiros.

Da mesma forma, quando estamos deprimidos, melancólicos, quando estamos tristes, a gente também não deixar essa vibe nos iludir no entendimento de que isso é uma desgraça, isso é um pesadelo, eu não queria estar passando por isso. Tudo tem uma razão de ser, inclusive os momentos ruins. E a gente precisa também ter a sabedoria de não nos sintonizarmos com isso como se fosse algo que não desejássemos nunca. Não, a gente não quer sofrer mesmo, ninguém quer dor.

Mas quando isso acontece, e os espiritualistas, de uma forma geral, não apenas dentro da doutrina espírita, sabem que no nosso nível evolutivo, a dor e o sofrimento ocorrem com alguma frequência e não no sentido eh de nos massacrar que Deus é esse que me impõe essa experiência horrorosa. É um Deus de amor. A dor e o sofrimento invariavelmente trazem experiência, ensinamentos, mudanças de postura, mudanças de hábitos, eventualmente novas compreensões da realidade que nos cerca, desafios evolutivos de como lidar com mais paciência, mais tolerância nas situações que nos são hostis. Tudo na vida tá encaixadinho. A gente é que não consegue perceber as sutilezas dessas amarrações.

É uma opinião e eu acho que isso é libertador. Isso nos ajuda, isso nos eleva, isso nos coloca no outro patamar. E quem nos coloca em outro patamar invariavelmente é ele. Meno tor de sabedoria. Ah, todo escolachado. Tadinho, tadinho. Nada. Isso aqui se um livro pudesse falar, que que você acha que esse livrinho diria? Cuida bem de mim. Olha como eu tô. Não, ele não diria isso. Ele diz assim: "Eu te amo porque você me usa, você me abusa. Você faz eu cumprir minha missão. Eu estou cumprindo missão enquanto livro. Eu estou sendo foliado, marcado, amassado e até a minha estrutura tá indo embora. E esse é o desencarne glorioso de todo o livro que é amassado, encebado, porque ele compreião assim.

Tá bom? Então vamos lá. Estamos a cá. Vamos abrir aonde, meu povo? Eh, eh, amigos invisíveis aqui presentes, que a gente sempre pede a presença deles, se compadeçam de nós e nos auxilie na reflexão dessa manhã inspirada numa página de sabedoria do livrinho do nosso querido pastorino. que eu posso então com a ajuda de vocês abrindo uma página que seja indicada para amanhã de hoje. 20. Não procure evidência pessoal. Reflita que quanto mais exposto à visão alheia, mais se tornará alvo de ciúme e inveja. As vibrações negativas, mesmo que não lhe façam mal, positivamente poderão cansá-lo no trabalho de se defender.

Procure agir discretamente, embora com firmeza, deixando que os vaidosos e vazios se exponham numa evidência de que você certamente não necessita para brilhar. O vidro comum brilha muito ao sol, mas o brilho do ouro está escondido no cofre. Nem por isso valerá menos que o vidro. Gente, eu não me lembro de ter aberto essa mensagem antes. Eu acho ela muito inspiradora, especialmente para mim como comunicador em multiplataforma, né? A gente tá na televisão aberta, na televisão fechada, nas redes sociais, no rádio, na mídia impressa. Livro também é mídia impressa. Então eu tô exposto. Eu converso isso muito com a Cláudia.

A Cláudia, sabiamente, não sendo ela da área da comunicação, se resguarda e ela de fato tem muita me dá muita inspiração no sentido dessa mensagem, porque a exposição tem um preço, ela tem um custo, porque obviamente se estamos na comunidade dos diferentes, haverá sempre discordância. Isso não é um problema. O problema é que a discordância inspire manifestações tóxicas, pestilentas de ódio, perseguições ou sentimentos negativos.

Eu quero crer que na área da comunicação, todos nós que estamos nesta vida, nessa encarnação, com esse nível de exposição, eu gosto de pensar assim, o treinamento para esse exercício de comunicação que eu tô fazendo nesse momento com vocês aqui voluntariamente, isso aqui é um trabalho do coração. Aqui não tem merchandis, aqui não tem comercial. Aqui eu não tô pedindo nada, a não ser para aqueles que queiram a atenção a bênção da sua energia pra gente trocar, porque a gente abre espaço aqui para essa troca. Eu presto atenção muito nas mensagens de vocês. Então, eu creio que a minha formação não foi só técnica na universidade ou no dia a dia das redações, desde 1988.

Eu vim preparado para isso antes de encarnar. é a minha crença nessa vida, pela razão que eu ainda não sei, eu vim com o propósito de realizar essa tarefa na área da comunicação. E é claro que isso implica numa exposição além daquela que seria o razoável, porque razoável para as pessoas de bom senso não ficarem tão expostas a um público que você vai acessar e que nem sempre haverá de concordar com as suas ideias. já disse, isso não é um problema, mas é a reação negativa, eventualmente numa direção muito tóxica e que obviamente nos alcança e a gente vai ter que aprender a se defender disso.

Eh, quando o pastorino escreveu esse livro há mais de 60 anos, obviamente não havia, a televisão tava nos primórdios, o rádio ainda era o líder, digamos, das atenções, dos recursos publicitários, das grandes estrelas, do rádio teatro, da música, as rainhas do rádio, rei do rádio, né, Orlando Silva, né, eh, e Emilinha Borba, aquelas coisas, não havia exposição. Veja você, ele escreveu isso provavelmente, provavelmente não, sem a menor ideia do que viria a acontecer nas décadas posteriores, muito tempo depois, em relação à exposição monumental, colossal de pessoas, me permitam dizer que nem sempre honram o espaço que ocupam.

Não me peçam nomes, mas às vezes eu fico impressionado com a quantidade de pessoas com milhões de seguidores nas redes sociais que infortunadamente não usam esse canal para amplificar boas ideias ou inspirações. Essa é uma responsabilidade que recai sobre todas as pessoas que têm plateia, qualquer comunicador dentro e fora do jornalismo, no mundo artístico, no mundo musical, aonde alguém estiver em evidência, esse alguém amplifica o alcance de palavras e atos, né? E isso tem consequências. Tem consequências. Então é muito interessante. A primeira coisa que me veio à cabeça foi não faça, porque a primeira linha, não procure evidência pessoal.

Eh, eu participei dias atrás de um podcast espírito, eu vou falar de uma das pessoas que envolvidas nessa operação para me levar. Gravei um programa espetacular com Éder do podcast espírita. Eh, o Thiago Brito, que eu vou falar dele daqui a pouco. Enfim, nós temos eh grupos de comunicadores espíritas por aí e eu vou dar um spoiler do podcast que eu falei assim: "Papo vai, papo vem". Eu não sei como veio essa pergunta. Acho que o Éedder perguntou: "Mas André, e em contato com seus parentes já desencarnados, você já teve coisa e tal?" Eu contei uma historinha para ele que eu em detalhes vocês vejam no podcast. Eu vou anunciar aqui.

Espero eh lembrar de dizer para vocês, quem quiser acompanhar, que foi um papo bem legal, bem legal mesmo. Mas eu falei da última vez que eu tive contato foi com meus avós paternos que eu nem conheci muito bem. O meu avô eu não conhecia, ele desencarnou antes de eu nascer. A minha avó eu conheci bem bem idosa assim. E a comunicação era mais por abraço, por afeto. Pois bem, veio uma comunicação deles num congresso espírita que eu participei ano passado em no Ceará, por meio de uma médium que eu não conhecia, muito menos sabia os nomes dos meus avós ou o nível de relacionamento estabelecido com eles.

E a mensagem veio com muitas evidências, muitas, inclusive das fisionomias e de aspectos da minha infância com minha família que meus avós já no plano espiritual acompanharam. Portanto, as evidências estavam claras, a mensagem foi linda, foi uma mensagem de estímulo, de encorajamento e com a seguinte advertência, não tenho nenhum problema de dizer isso para vocês. E foi um momento emocionante do programa porque eu percebi que quem tava no estúdio acompanhando se emocionou porque principalmente aqueles que eram médiuns, provavelmente já receberam e um deles me confirmou depois que sim, mensagem semelhante dizendo: "Nós estaremos sempre com você ajudando na sua tarefa". essa tarefa ligada à divulgação de boas informações relevantes no plano da evolução espiritual dentro do espiritismo e fora do espiritismo.

Esse papel do comunicador que amplifica reflexões na direção de o que seria o sentido da vida, a morte, alegria e tristeza, natureza, universo, Deus, a gente tentar refletir sobre isso. Mas aí veio também a advertência. estaremos sempre contigo enquanto esse projeto estiver sendo colocado nos termos que foram acertados antes da tua vinda, nada relacionado à sua promoção pessoal, porque quando isso acontecer, nós teremos o afastamento como decorrência dessa vaidade que alguns por aí na Terra se deixam levar. Eu já tinha recebido uma mensagem dessa de outro canal em outro lugar e vi a recorrência com que esse gênero de mensagem acontece com outros amigos da confraria espírita.

É como se fosse um lembrete, tá indo bem, siga nesse caminho. Mas lembre-se que toda vez que a vaidade ou um projeto pessoal estiver em primeiro plano, nós estaremos com todos os motivos do mundo para não estarmos mais juntos como estamos hoje. Então, eh, foi muito bonito, né, porque é uma informação relevante. Também não quero citar nomes porque a gente tá nessa estrada já há algum tempo. Já foi possível detectar, não apenas no Brasil, mas principalmente aqui, onde o movimento espírita é mais forte, como a vaidade pessoal aparentemente compromete lindas trajetórias ou talentos no ofício da divulgação ou do exercício da mediunidade. Eh, é importante a gente ter consciência disso.

Há um trabalho a ser feito. Todos nós dentro e fora da das tradições espirituais temos tarefas. Aonde entra a vaidade, aonde entra o a promoção pessoal, a energia fica, a tua psicosfera vibra numa frequência que é refratária, a assistência dos bons espíritos. Simples assim. Então fica a dica aí. Eu vou, olha que legal, deu encaixe aqui o, deu encaixe a página 20 do pastorino com o livro que eu separei do meu amigo Thiago Brito, gente, médium, jovem, multimídia. Ele tem um, ele é jovem e se comunica muito bem com os jovens. É parceiro de um outro amigo meu, o Adilson Sales, que é um craque na comunicação com a garotada. Então o Thago, o que que ele faz? Ele faz tanta coisa.

Ele é médium, ele escreve livros psicografados, ele trabalha na rádio Rio de Janeiro, tem programa aqui numa rádio Espírita do Rio, ele é ligado à tarefa da evangelização, viaja pelo Brasil, faz espetáculos com viés humorístico, que eu acho o máximo você encaixar o humor. Você se lembra do Papa falando do humor, né? Papa Francisco orava a oração do humor. Eu falei dessa oração no papo das 9 de domingo, que foi a exaltação da memória de Francisco. Agradeço, muita gente acompanhou e foi bem legal. Eh, então o Thago, ele tá por aí fazendo muita coisa e me presenteou com livros. Um deles, olha só, o diário de um quase anjo, Relatos de um espírito amigo.

É um livro, você lê, olha, são menos de 100 páginas. Eu li o livro em horas, 1 hora meia, 2 horas. É saborosíssimo. Não é um livro novo, mas é um livro, eu tenho certeza que ele não me deu de presente, ele me deu outros livros, mas esse me tocou o coração porque é o relato de um anjo da guarda. Agora o prefácio eh é do Adeilson, meu parceiro. Mas a primeira página do livro é a mensagem que o Thago permitiu que o Espírito Comunicante revelasse. Porque esse espírito comunicante que tentou contato com ele o surpreendeu quando ele estava dirigindo.

Ele falou que ele sendo médium percebeu assim: "Pode, posso conversar com você?" Falou: "Cara, você, você vai me aparecer agora, eu tô ao volante?" Achou que era um obsessor, rezou e pediu para para sair. Me afasta desse que eu não sei quem é e tá pedindo para eu ouvi-lo, mas eu não vou fazer isso agora. Não é um ambiente para fazer isso. Segundo momento que esse mesmo espírito apareceu para ele foi quando ele tava saindo do banho envolvido em toalha. Aí foi de novo você aqui coisa e tal. E de alguma forma tá explicadinho por que o Thiago resolveu dar bola pra mensagem.

E naquele momento o que surgiu como possibilidade para atender, porque ele tava com o dia dele marcado, tomando banho, vou para um lugar para atender o espírito falando, diz aí. E anotou no celular o texto que abre o livro. É um texto curtinho que eu vou repassar para vocês. E o texto e a vibração do espírito comunicante, porque o Thiago é um estudioso de Kardec, ele fez essa correlação do teor mensagem. e da vibração desse espírito comunicante, atribuiu a ele, eu diria, crédito, mas fez consultas e o o Thiago diz: "Isso é muito importante para quem é médium, viu, gente?

Pelo menos 10 irmãos queridos dele, Thago, foram procurados para afiançar se valeria a pena tocar um projeto editorial com esse espírito comunicante. Um desses amigos era o Adilson e todos disseram: "Vai, vai, porque todos os indicadores são de que esse espírito merece atenção." Eh, e aí a mensagem inicial do livro, que é essa, esse comunicado anotado pelo celular do Thiago, diz assim: "Hoje eu ajudo, inspiro, mas já tropecei muito. Não sou anjo coisa nenhuma, sem asas e sem auréula, inclusive espírito nem precisa de asas. Depois você vai entender. Sou apenas um espírito. Acho graça de quem me confunde, mas como me chamam nem importa tanto assim. Reconheço que sou um cara muito do bem.

Adquiri boas características, mas estou muito longe da perfeição. Ser espírito é trabalhar com Cristo. Ser espírito e trabalhar com Cristo não é fácil, mas vale a pena. Tenho vários aprendizados e histórias bem bacanas. É uma tarefa apaixonante. Fique sabendo. Todos que ainda curtem as sombras das trevas, um dia vão gostar de passar para o lado da luz e do amor. Décadas e décadas nessa tarefa de trabalhador espiritual me deram casos e experiências que certamente nos farão pensar mais em algumas questões que passam despercebidas no dia a dia. E aí, tá pronto? Vamos nessa, gente. É um livro, você já viu pelo linguajar, o público alvo é garotada e é fantástico.

Eu não quero dar spoiler aqui, mas é um barato. Ele ele ele vai em cada capítulo, nessa linguagem leve que é endereçada pros mais jovens e ao final de cada capítulo abordando um aspecto da espiritualidade vem dica de estudo. Então, por exemplo, eh, abrir aqui velocidade, distância e ação dos anjos da guarda. E aí ele vai pegar trechos da revista espírita, de janeiro de 1959, no capítulo Anjos da Guarda, livro dos espíritos, questões 89 e 90 e dá instruções para quem viu, se divertiu lá. Tem muito humor, tem muita graça, palavras leves que alcançam a garotada, mas tem a dica de estudo no quadradinho final de cada capítulo. Então ele fala o quê?

Ele fala que não é qualquer um que pode ser anjo ajuda. Ele diz que tem que ter de fato uma quilometragem assim de equilíbrio, serenidade, harmonia, conhecimento para atuar nesse campo. Claro que o teu tutelado, ele fala, o anjo da guarda não resume a nomenclatura desse apoio. Você pode chamar de mentor, pode chamar do que você quiser. É alguém que te acompanha, tem essa missão, essa designação. Então sim, em diversos lugares do mundo se dá nomes diferentes, mas todos temos o anjo da guarda. Esse anjo da guarda recebe como missão nos ajudar, nos apoiar, nos inspirar, nos proteger.

É claro que isso ocorre não de uma forma sistemática, como todo mundo pensa, o anjo da guarda fica comigo o tempo todo, ele passa todo dia do meu lado, quando eu durmo ele tá por perto. Não, anjo da guarda tem mais o que fazer. Agora ele na velocidade da luz, na velocidade do pensamento, né? nem da luz. Quando a gente recorre a ele ou quando estamos numa situação que inspira cuidados, a gente pode até não sintonizar com ele, mas ele está sintonizado com a gente. Ele nos acorre, ele nos protege, ele está por perto.

Ele também, eu já tô dando um monte de spoiler, o anjo da guarda divide tarefas com outros espíritos amigos, familiares, outros protetores, outras pessoas que se afinam emocionalmente ou espiritualmente com certas tarefas. O anjo da guarda, portanto, tem uma parceria com outros espíritos amigos, mas ele é o o principal. Ele é aquele que recebeu como missão estar mais próximo. Ele gosta. É interessante isso. A nossa relação com o anjo da guarda melhora quando a gente se lembra que ele existe, ele ou ela, e melhora quando a gente nas preces endereça a ele ou ela fala: "Meu anjo da guarda, meu protetor, meu mentor, obrigado por estar por perto, me apoiar, me inspirar, me proteger. que eu seja digno desse teu trabalho, porque é trabalho e que eu possa mais ajudar do que prejudicar a minha jornada com a tua ajuda.

O anjo da guarda não faz tudo, ele respeita o livre arbítrio, isso é muito importante. Então ele lamenta porque ele conhece tanto a gente. Essa tarefa do anjo da guarda pressupõe um conhecimento profundo do teu ser. É o trabalho. Então ele antevê o buraco que você vai se meter por vezes. Fala assim: "Ih, o André, eu tô dando como certo que dessa armadilha aí eu vou est aqui. Eu tô entuando." Ele leu o livro Minuto de Sabedoria. Eu já vi que ele recebeu uma informação que eu ajudei a captar. Eu coloquei no caminho dele. A gente soprou ali, ó. Tent. Essa pessoa aí tem algo importante para te dizer. Se você quiser ouvir assunto teu, aí você vai lá e tem uma conversa edificante.

Eles dão pistas, mas é o livre arbítrio. Ele pode dar a dica e você, ah, não vou, não tenho mais o que fazer, tô com pressa. Então, o anjo da guarda, ele precisa ser uma relação mais estreita, ajuda. É a coisa mais importante que eu queria dizer hoje no assunto anjo da guarda para vocês, que tá no livro, mas é um conhecimento espírita. Ele fala isso com graça, com humor e com profundidade também através do Thiago Brito. O anjo da guarda, ele pode ter uma relação mais estreita com a gente se a gente se preparar para isso e a gente ganha quando faz isso. Eh, tem uma outra questão que eu achei deliciosa no livro O Diário de Quase um Anjo da editora Frei Luiz, onde eu também tenho amigos aqui.

Tá tudo em casa. Thago Brito, Adeilson Ses, Zéer, Editora Frei Luiz, tá tudo junto. Ele fala assim: "Não se iludam com a aparência dos anjos da guarda." O pessoal fica achando que é aquela criaturinha lourinha de olho azul e asa. A gente se espelha no anjo da guarda com a fisionomia europeia do hemisfério norte, todo mundo branquinho, de olho azul. Bá, tem anjo da guarda preto, marrom, amarelo, alto, baixinho. Auréola é por tua conta. A gente não tem essa auréola não. Azinha.

Num dos capítulos ele diz que num trabalho que ele realizou enquanto espírito já com a missão de anjo da guarda, ele apareceu para alguém com asinha, porque a crença da criatura que ele ia apoiar e tinha a possibilidade de aparecer, se não me engano, num sonho, ah, para aferir valor e credibilidade à informação, ele teve que plasmar, porque é uma capacidade que espíritos mais evoluídos têm. Você determina a fisionomia, a aparência, a veste, adereços. Então ele apareceu oazinho fala: "Oi, eu sou seu anjo da guarda." Eu tô rindo. Não é, não é para faltar com respeito, mas é que a asa não tá de verdade. A asa foi como se fosse uma fantasia. para quem tava acompanhando, dá a mínima atenção possível ao que tava sendo dito ali e acordar de manhã dizendo: "Sonhei com meu anjo da guarda porque tava comazinha".

Mas enfim, é recorrente. Agora, falando sério, as vidências, para quem tem vidência, a preocupação do espírito comunicante por vezes é se identificar. Eu sou teu avô, eu sou teu pai. Só que a fisionomia do avô e do pai pode ser moldada ou plasmada de acordo com o espírito comunicante para se identificar, porque já vai saber a imagem que se espera de mim tá mais associada a um palitó ou eu tô de sunga de praia. Porque de repente alguém que você é amigo da praia, eu tô no Rio de Janeiro, eu só vejo o cara de calção. Aí ele vai me aparecer de palitó, não. Ele vai falar: "Ei, Trigueta, tudo bem?" Eu falei, tá de tá de sunga, rapaz.

Aí não, isso aqui é para você saber que sou eu com as tatuagens, amostra. Sou eu, pô. Não tem mais tatuagem. Você pl esotérica demais, mas nós espíritas temos essa informação e a vida segue. Fica a dica. Conheça melhor quem te acompanha e zela por você e faça chegar aos jovens, porque isso daqui é é sob medida paraa garotada. Sob medida. Vamos lá. O diário de quase um anjo. Relatos de Espírito Amigo pelo médium Thiago Brito. Ilustrações Osmar Senhorete Júnior de São Paulo. O Brito aqui do Rio. Editora Frei Luiz. Valeu Thagão. Valeu Adeilson. Valeu Éder. Valeu todo mundo. Sugestão para hoje. Que que vocês acham que eu vou dizer? Eu vou reforçar aqui a mensagem.

Independentemente da tua crença, se você tem ou não religião, lembra que você nunca tá sozinho e que no pior momento que você esteja passando, ou mesmo nos melhores momentos, haverá sempre aquele que recebeu como missão ou aquela. A gente fala de anjo, não fala da anja da guarda, né? Tem a história do Divaldo decepcionado. Quem é você? Eu sou sua mentora. Qual o seu nome? Joana de ele não gostou nem do, achou um nome, esse nome estranho. O Divaldo contando é engraçado. A gente por vezes idealiza muito uma figura mítica do anjo da guarda, do nosso mentor ou mentora. Isso não é importante. O nome, a fisionomia é alguém que zela, cuida, inspira, protege, respeitando a sua autonomia.

Porque evolução é projeto pessoal intransferível. Cada um evolui, é responsável, né, pela própria evolução. Ah, eu tenho ajuda. Tem ajuda nos dois planos da vida, mas evolução é mérito. Tem que ser pelo seu esforço, pelo seu trabalho. E isso os anjos da guarda, assim denominados respeitam. Então, que a gente faça o nosso trabalho, a nossa parte. Ajuda-te. Não é assim o ditado? Ajuda-te e o céu te ajudará. Faça a tua parte e saiba que você nunca tá sozinha. nunca tá sozinho.

Antes de procurar na farmácia nas drogas ilícitas ou na boca de fumo, as drogas ilícitas, refugia-te no teu coração, harmoniza-te, equilibre-se, busque a serenidade, mobilizando as próprias forças, eventualmente pedindo até ajuda profissional junto ao terapeuta, que é um dos aliados ao nosso alcance. é um privilégio. Há muito trabalho pra gente esculpir dentro de nós um espírito que vai evoluindo lento e progressivamente, mas avançando na cena. Vamos lá. Deixa eu falar aqui então sobre o tema que nós ontem escolhemos para a nossa enquete no stories do Instagram. Eu não sou alguém que despreza a língua portuguesa abrasileirada.

Eu detesto a subserviência cultural imposta pelo idioma estrangeiro, especialmente o inglês. Mas eles inventaram essa bagaça. Eu não vou inventar sinônimo porque não sei nem se existe para não tem é nome pessoa jurídica Instagram. E lá do Vale do Silício inventaram o stories do Instagram. Lá colocamos, né, Mr. Anderson, ó, Mr. Anderson, para quem não sabe, o Anderson, que é o nosso anjo da guarda do papo das aqui. E eu tenho também a anja da guarda, que é Ariane. É, o povo lá é são os meus mentores. Garanto que o Anderson tá dando uma risadinha lá em Campina Grande agora. Minha evidência, viu, Anderson? Eh, ajudam para burro. E o Anderson fez a seleção das perguntas. questão colocada por mim que foi o que explicaria o desejo de possuir muito mais do que o necessário?

O que explicaria o desejo de possuir muito mais do que o necessário? Essa é uma questão que foi inspirada, eu vou dizer para vocês, num tema que tá me perturbando muito nos dias de hoje, que é a ganância mesmo, a cobiça, né? Para quem ainda não viu, eu publiquei no stories e no stories eu publiquei no Instagram, no feed do Instagram e tá na página do YouTube e bombou com mais de 1 milhão de visualizações no Instagram da Globo News. Um comentário que fiz na segunda-feira sobre o correntão, que é a forma mais devastadora, cruel e antológica de promover desmatamento. Se amarra uma corrente grossa, com os grilhões até de 40 cm de tamanho entre dois tratores e faz um arrasto.

Vai derrubando a floresta na velocidade do trator. O Correntão tem o poder de destruir 10 campos de futebol por dia e é um serviço permitido em alguns lugares do Brasil, como Mato Grosso. Aliás, no Mato Grosso é o único lugar que eu vejo ter política pública pro Correntão. Ele é permitido com o sinal verde da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Qual é o problema do cor? Primeiro, por que que procura um correntão que é barato e rápido pro capitalista do campo que não tem sensibilidade pra questão, nesse caso, do respeito à fauna, porque o desmatamento pode ser permitido por lei desde o Código Florestal, não qualquer área e nem de qualquer jeito.

Então, Mato Grosso matou no peito e falou: "Deixa o correntão comigo que eu vou regulamentar. Se eu achar que vale, vale. Só que a informação que a gente tem, eu publiquei as imagens do correntão em ação, é de que ele simplesmente não dá tempo dos animais silvestres saírem dali, se refugiarem rápido. Aqueles que não morrem com a queda abrupta das árvores, não tô falando só de ninho de passarinho, não. Tô falando de onça, tatu, tô falando dos bichos que ocorrem ali, tamando quem tá passando pela floresta na hora do correntão. Se a floresta não vira cemitério desses animais que não tem para onde ir e são oprimidos pelo peso das árvores, ovo de passarinho no ninho, vai ficando.

Você tem supressão não só da vegetação, mas supressão da fauna. É um absurdo, gente. É um absurdo. Isso tá acontecendo no Brasil. Então isso motivado pela ganância, porque o mesmo com autorização, o desmatamento poderia se dar por outras vias. Só que os alguns produtores rurais, quero crer que a minoria faz a conta, rasa, é mais barato, é mais rápido, vou nessa. Ah, doutor, mas e os bichos? Ah, ah, pois é. Vamos lá. A pergunta, portanto, foi: "O que explicaria o desejo de possuir muito mais que o necessário?" Perguntas selecionadas pelo meu anjo da guarda de Campina Grande, Mr. Anderson, vem do Recoloutinho.

A ideia de quem tem mais é melhor, nos estimula a consumir mais do que precisamos o tempo todo, Coutinho. As campanhas publicitárias do Black Friday, as campanhas publicitárias do Natal, que não lembra do aniversariante, mas lembra que Natal de verdade tem que dar presente. a ideia da publicidade de uma forma geral, que você precisa renovar o guarda-roupa, que você precisa trocar de celular, que você precisa ostentar o que você possui como um sinal de status. Veja como eu me visto, veja a marca do meu relógio, do Veja o carro que eu consegui comprar. você pensar em mudar de endereço, não porque o endereço que você quer ir, por alguma razão, lhe ofere mais conforto ou é mais próximo do trabalho, o que seja, não é porque eu preciso morar no lugar da cidade, que as pessoas sem precisar ir à minha casa saibam que eu tô melhor de vida, né?

Então, quando você se mede pela régua dos outros e escolhe a acumulação de bens e posses como uma imagem de pessoa bem-sucedida, você investe na casca, né? Você investe na estampa. Isso é profundamente estimulado pelo sistema econômico, né? O capitalismo na sua raiz estimula muita produção do que não é essencial, do que não seria necessário e através da publicidade estimula apetites crescentes de consumo pra gente retroalimentar a máquina. Ocorre que do ponto de vista da tua serenidade, do seu equilíbrio, da sua paz interior e daquilo que você deveria prestar atenção, que são os fatores determinantes exatamente de paz, equilíbrio e serenidade, você não é o que você tem, você é o que você é.

O ser e o ter do psicólogo alemão Eric Fron é um livro referenciado, não é um livro espírita, mas é um livro que fala do modo ser e do modo ter. Quando a gente se pauta na vida pelo modo ter, você acha que tá garantido nas suas projeções legítimas de felicidade, alegria e paz. Quantas pessoas abastadas eu conheço, bem fornidas de matéria, que são pessoas deprimidas patologicamente, precisam fazer uso de medicação, precisam de terapia ostensiva, sentem o vazio, é a sensação de vazio. Essa é a expressão muito popular, sensação de vazio. Eu não tô conseguindo, eu não tô conseguindo ser feliz, apesar de tudo que as pessoas valorizam, não constituem desafio para mim.

Tenho casa própria, tenho mais de uma casa, tenho guarda-roupa que virou closet, compro tudo da moda o tempo todo, tem as melhores marcas de celular e de roupa e tenho status e prestígio de quem olha para mim acha que eu sou uma pessoa, portanto, que eu chegou lá, sabe? Eu chegou lá, essa pessoa chegou lá. Lá onde? No Olimpo da acumulação de bens e posses. Aos olhos de Deus, talvez você seja uma pessoa miserável. E é duro desencarnar quando você não consegue levar nada daquilo que ao longo de uma existência você priorizou e ficou para trás. Por isso que é o miserável. É duro, né? Nossa, eu falei tanto, eu vou tentar responder mais curtinho. Gaspa RS_.

O necessário tem um limite, o medo não acumulamos por medo. Essa é uma excelente questão e eu acho que o medo pode explicar parte do perfil consumista, sim, de muita gente, porque quem vem da escassez, por vezes, não tem essa consciência que a gente comentou aqui da importância de você atentar para o essencial, a importância de você ser comedido na hora de ter dinheiro a mais do que você precisa e canalizar esse recurso financeiro paraa acumulação de bens e posses. descartáveis e perecíveis que você não necessita, mas você vai ostentar. Porque se você não necessita, que que o que que você tá comprando? É uma pergunta importante.

Então, o medo ele pode estar associado a um revés da vida que você preventivamente diga: "Ah, agora eu vou me fartar porque se eu tiver numa maré baixa depois, pelo menos eu tenho uma gordurinha para queimar". Inclusive isso, alguns antropólogos, principalmente, mas outros pesquisadores na história da humanidade viram que quando a gente era a primeira geração de humanoides, assim, não tinha geladeira, não tinha nada, se dormia em caverna, era caçador coletor, não tinha casa, era nômade.

Aí de repente a gente começa a viver em grupo, em cidades, descobre agricultura, a gente começa a se fixar e aí começa uma situação que envolve por vezes, por falta de conhecimento e tecnologia, quebra de safra, fome, invasões, guerras, disputas, quando há cenários de escassez, de produção de alimentos, eh a necessidade de você buscar o necessário de forma muito aflitiva. Então, quando você alcança um nível básico de conforto, é possível que isso entre no perfil do consumista de dizer assim: "Eu não quero passar por nenhuma privação na minha vida. Eu vou me cercar de mais para depois numa maré baixa não haver escassez". Esse é um pensamento traiçoeiro.

Esse é um pensamento que ameaça, como disse, a sua serenidade, a sua paz, o seu equilíbrio e a verdadeira felicidade que você não vai encontrar no shopping center. A gente, quando adulto consumista, a gente transforma um shopping center num parque de diversões. O consumo é um ato político. Ele não deveria ser confundido com lazer e entretenimento. Tudo que se consome tem consequências, inclusive sobre o meio ambiente e o clima vai virar lixo. Então você tem que ter esse cuidado. Isso, sendo ou não espiritualista, é cidadania consciente. A o importância de educar as crianças para o consumo consciente em casa e na escola. Eu acho fundamental. Edivânio Secon.

Por que o consumismo é estimulado desde cedo à saída dentro do capitalismo? Esse sistema foi denunciado pelo Papa na encíclica Laudatu. O consumismo ele acelera a depredação, a devastação, a destruição do meio ambiente do clima. Ele faz multiplicar detritos e rejeitos nos lixões, nos aterros sanitários também. ele gera eh problemas que não deveriam existir, problemas evitáveis. Veja, nós precisamos pensar que o consumo é necessário, o consumo favorece a vida. O consumismo, esse sufixo alude a excesso e desperdício. Excesso e desperdício. E o excesso e o desperdício são imorais. Desperdício de comida, desperdício de água, desperdício de energia, desperdício de tempo.

O desperdício em qualquer circunstância é deplorável. O consumismo gera desperdício. E a gente tá falando aqui de desperdício de vida, hein? Eu tô acrescentando a lista do desperdício. Desperdício de tempo e energia que não voltam. São recursos naturais não renováveis. A vida passa rápido. Se você prioriza nessa existência acumular bens e posses e consagra a matéria mais valor do que ela merece, é direito seu, é livre arbítrio. Nós estamos aqui de passagem. Para onde você vai? Vai dar para levar tudo aquilo que ao longo de uma existência você aferiu tanto valor e apreço? Não, não vai dar para levar.

Qual é a situação de um espírito desencarnado, recém desencarnado, que consagrou a maior parte do seu tempo energia? para acumular benses. Eu me lembro de um caso horroroso que teve lugar aqui no Rio de Janeiro, provavelmente há mais de 10 anos, de uma família abastada que vivia num bairro nobre do Rio de Janeiro. E o pai estimulou um estilo de vida em família. Ele tinha mulher e duas ou três filhas, se não me engano. E ele tinha uma vida regida exatamente pela diversão, entretenimento, estilo de vida, regidos pela opulência, muito, muito, mais do que se necessita e acostumou a família a ter essa relação com a matéria.

Pois bem, ele foi demitido do emprego, onde ganhava muito bem, ficou desesperado. E a primeira percepção dele, porque ele deixou isso, eu diria, sinalizado, eh, foi conseguir mais prover a família daquilo que ele achava que era o valor fundamental, que era dinheiro para sustentar hábitos consumistas, estilo de vida na Babesco. Ele tomou numa num ato de desespero profundo, de profunda perturbação, a péssima decisão de matar a família e se matar. É um caso gravíssimo, não é o único. Isso aí vez por outra pipoca. Graças a Deus, faz tempo que eu não vejo nenhuma notícia do gênero, mas aqui no Rio de Janeiro repercutiu muito.

Foi demitido, matou a família e se matou porque achou que não conseguiriam honrar o pagamento das dívidas e garantir o status daquela família como ele desejava e criou, estimulou, formatou essa cultura doméstica. É, gente, isso acontece também sobre o capitalismo. Olha, primeiro, criticar o capitalismo não significa que você seja um comunista ou um socialista, tá? Vamos sair desse pensamento binário que no Brasil já cansou, inclusive no campo político. Se não é o lado B, é o lado A. Se não é o lado A, é o lado B. Pelo amor de Deus, eu penso sistemicamente. Eu eu tô tô fora dos grilhões do pensamento binário. Uma conquista minha, pessoal, graças a Deus.

Então sim, o o capitalismo é digno de inúmeras críticas e elas estão bem apontadas na encíclica Lodato C do Papa. Leia, tá acessível na internet de graça em português. Tá bom, Edvânio? Renata Évora: A ganância é característica herdada de outras vidas ou pode ser um traço surgido na atual existência? Olha, Renata, é uma boa pergunta. Eu não gosto de generalizar, tá? Você sabe nada. Cada caso é um caso, mas vamos aqui num lugar comum que eu vou usar na resposta. Todos somos heranças de outras vidas. Todos nós somos heranças de outras vidas. Nós somos a soma de todas as encarnações passadas. Nós somos a melhor resolução de nós mesmos hoje. Porque você é a soma.

Eu sou reencarnacionista, por isso eu digo isso. Você pode não ser e não tem problema. para o reencarnacionista. Isso tá muito claro. E aí o que que pode acontecer hipoteticamente? Você aprendeu em outras vidas a ser uma pessoa moderada, não se entusiasma com consumismo. Você traz isso. Só que você pode ter sido criado num lar com o apelo do consumo batendo muito forte no coração, estimulando desperdício e excesso. A questão é: estará você resguardada da armadilha de se tornar uma pessoa consumista, banalizando os problemas decorrentes? espirituais e materiais disso. Não sei. Aí é caso de cada um. Cada um com o seu cada um.

Haverá aqueles que de outras vidas trazem essa informação da moderação, do consumo consciente. O verdadeiro tesouro, as traças não corróem, como disse Jesus. Você não vou me escorar na matéria, porque a matéria se degrada. A matéria ela é passageira. Eu sou mais do que isso. Eu preciso de nutrição espiritual, não só de produtos, bens materiais. Você pode reagir bem dentro da sua família, dizer: "Pô, vocês dão bola para isso, mas isso não faz minha cabeça". Ou você diz assim: "Quer saber? Eu vou curtir. Aprendi que é o certo com os meus pais. É isso que a vida é". E aí você prioriza aquilo que pessoas que você ama ensinaram em detrimento do que o teu coração lá no fundo tá dizendo.

Por aí não vai dar liga. Eu acho que eu não vou ser feliz desse jeito. Marcos de Palmares, Pernambuco. Alô, Palmares. O nível de conhecimento espiritual reduz em nós a necessidade material? Em tese, sim. Agora, se você perguntar para mim, todo mundo que se diz espiritualizado, inclusive lideranças religiosas importantes, está livre do apelo da matéria ou do consumismo? por uma questão de honestidade intelectual, tenho que dizer que não, não vou dar nomes porque seria antiético, mas eu tenho aqui a minha convicção de que falar do Brasil, mas não só no Brasil, muitas lideranças religiosas, muitas, tá, gente, que tem a informação eh dentro do cristianismo, para fazer um recorde, de que Jesus foi o primeiro, Não, primeiro, talvez outros já tenham dado essa mensagem, mas Jesus no Evangelho engrandeceu, robusteceu o apelo para que a gente priorizasse os tesouros do céu.

São aqueles que as traças não corróem, que não enferrujam. Ele deu o recado, a lição de simplicidade e humildade. lideranças cristãs importantes não espelham pelo menos essa passagem do evangelho e investem muito nas instalações do templo, nos recursos de vestuário, veículos exigem primeira classe, por vezes passaporte diplomático para poder ter, eu diria, o conforto e regalia de que se julgam merecedores. Eu não tô aqui criticando, eu tô observando. A pergunta quem fez foi você. Você me pergunta: "O nível de conhecimento material?" Em tese, sim, mas a realidade mostra exceções.

Aquilo que para mim deveria ser uma regra, toda pessoa que se aproxima da vida espiritual e conhece os caminhos que levam a Deus, sabem que os recursos materiais são penduricálios. e que são traiçoeiros. É a minha opinião. Eu acho que a gente tem que se precaver da teologia da prosperidade, sabe? que exalta como conquista espiritual uma vida com muita prosperidade material, como se Deus merecesse. Para você merecer a assistência de Deus, você devesse seguir uma cartilha que envolve por vezes ou quase sempre o pagamento de um dízimo ou de um valor à igreja.

Algumas igrejas são assim para você se fazer digno e merecedor da assistência de Deus que vai abrir seus caminhos para você não ter doença e não ter problemas em relação ao orçamento. Eu particularmente tenho minhas críticas a essa visão teológica. Não encontrei no evangelho respaldo para essa assertiva. Jesus foi simplicidade e humildade. Eh, não que você deva ser pobre e se contentar com pobreza e com escassez. Não é isso que eu tô dizendo. Todos merecemos uma vida digna. Todos merecemos não passar aperto material. Ninguém tá aqui medindo pobreza como virtude do ponto de vista para eu ser um verdadeiro cristão, eu tenho que ser pobre.

Não, a questão é que pobreza não é um estigma do ponto de vista moral, ético ou de caráter ou personalidade. A maior parte dos seres humanos é pobre e vive em situações difíceis. A maior parte dos seres humanos merecem viver com dignidade. O espiritismo, no capítulo das leis morais fala da lei da igualdade. Era pra gente viver num mundo onde não houvesse miséria, pobreza extrema ou exclusão. Existem recursos suficientes para todos os seres humanos viverem com dignidade, principalmente sem passar fome. É isso que nos envergonha. Então, o que eu tô falando aqui, que é um assunto interessante, rico, complexo, é não é exaltar a pobreza, mas é estigmatizar o consumismo. Percebe a diferença?

Não é defender a pobreza por princípio, é estigmatizar o excesso que remete ao desperdício. Esse é o ponto. Porque nesse pensamento binário que eu já falei, é lado A ou lado B? Ah, o cara tá defendendo o fim do consumir, mas e o pobre como fica? Não, o pobre tem que ter uma vida digna, ele merece ter prosperidade. O problema é quando você começa a confundir uma vida repleta de acúmulo de bens materiais que você não necessita, se medindo pela régua dos outros para dizer: "Eu prosperei". Por quê? Porque eu tenho 60 pares de sapato. Ampliei o meu guarda-roupa, virou um closet, que eu nem uso a maior parte daquelas roupas, mas é o meu closet.

Vou bater foto do closet e vou aparecer na rede social mostrando, olha tudo que eu tenho, olha o carro que eu comprei, olha a roupa que eu tô usando, olha onde eu consegui chegar. Não foi a página que a gente abriu hoje no Minutos de Sabedoria, gente? Foi. Eu não esqueço. De vez em quando eu esqueço. Essa não vou esquecer não. Página 20 do minuto de sabedoria. Abrimos os trabalhos hoje, abrindo ao acaso ela. Não procure evidência pessoal. Tá tudo encaixado no papo das 9 hoje. Deus do céu. Não procure evidência Amém. Vamos lá. Walter Dias. Qual a relação das redes sociais com hábitos de consumo? Ora, meu Deus. Você sabe a resposta? Você foi gentil passando a bola para mim.

Rede social custa caro para quem os bigtechs investem para disponibilizar aqui o Instagram, aqui o YouTube, você tem investimento. Qual é o retorno do investimento? É a propaganda. Então, evidentemente, as redes sociais se monetizam através da publicidade ostensiva. Quando eu ligo o canal do YouTube depois para ver se tá tudo certo, eu me divirto porque tem intervalo comercial na minha live, né, no YouTube, né? O cara tá assistindo no YouTube, que é onde tá ficando arquivado o papo das ve, aí tem um no meio do caminho tem lá um, de vez em quando aparece um comercial. E eu me diverti muito, gente, em duas situações que eu me lembro.

Um papo das nova Especial sobre consumismo que tinha intervalo comercial, cara, falando, fazendo publicidade de produto. Eu tô falando do consumo consciente aí veio comercial, compre, compre. Eu me achei um vírus do sistema. O outro quando foi quando eu fiz um Cidades e Soluções, a gente fez mais de um sobre consumo consciente e o Cidades e Soluções também, né, na Globo News com comercial. E a vida é assim, a vida é assim. Ainda bem que a gente tem espaço para falar certas coisas, que elas precisam ser ditas. A ganância, ela tá muito atrelada à cultura do consumo pelo consumo. A ideia de que você para ser feliz precisa ter muito mais do que você precisa.

Isso é uma enrascada, isso é uma armadilha material e espiritual, como a gente tentou aqui mostrar. Papo vai, papo vem. Faltam, eita, falta quase 2 minutos pro papo das 9 terminar. Eu vou encerrar. Mr. Anderson, por favor, coloca, por gentileza, querido, na no papo das 9 da sexta-feira, as perguntas que eu não respondi do nosso querido público que sempre nos acompanha. Olha aí, eh, Verônica Coelho, Zeca Salgueiro, Sônia Fajardo, Ana Luía, quem mais mandou pergunta que eu gosto sempre de referencial, presta atenção em tudo, cara. Eh, Jorge Paolo, José Rosa, Eduardo Gomes, Paulenice Moura. Tá bom?

Se por gentileza, eh, entre outros faça essa seleção das perguntas pra gente aproveitar, porque é o povo que tá aqui com a gente, que nos acompanha e já faz tempo. Ótima quarta-feira, bom feriadão para todos. Eu vou estar de folga, mas não não de não vou dar folga para você. Sexta-feira, 9 da manhã, ao vivaço, direto do meu cafofes aqui em Laranjeiras, com o jardim do Senhor Jesus atrás. Vocês viram ali que a gente botou, olha isso aqui, eu comprei na região de Visconde de Mauá, um artesanato lindo, de uma árvore feita de madeira com rodelinhas amarelas e brancas, como se fosse assim. Lembra por vezes um IP amarelo, mas talvez seja uma caia, não sei.

Uma árvore linda de madeira, tá ali atrás ajudando a ornamentar o nosso jardinzinho. Tenha plantas em casa, cuide bem delas, converse com elas. Elas harmonizam o ambiente, elas ajudam a melhorar a psicosfera do lugar e elas gostam de uma prosa. Eu quando saio pro trabalho ou vou pra rua, vocês acreditam? Eu vejo se vai chover ou se o sol tá incl, ajusta a cortina, fecha a janela ou abro a janela, fala: "Tô saindo, mas eu volto. Cuidem-se bem". E dona Nádia que dá um trato maravilhoso aqui no nosso jardim. Fiquem com Deus. Tem papo das 9, só para deixar claro, na sexta e no domingão, encerrando feriado, ao vivaço. Ele fica estocado no YouTube, como você já sabe.

Povo do Instagram, se quiser ver ou recomendar o papo, vai lá no canal do YouTube. É sempre bom dar uma clicada, saber quando vai ter o papo, aquelas coisas. Fiquem com Deus, tudo de bom. Valeu,

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