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Olá, muito bom dia a todas e todos. Sexta-feira santa, antivéspera da Páscoa. Tá começando mais um papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafo em Laranjeiras, naturalmente para mim. Tô de plantão no meu trabalho, mais tarde eu vou pro plantão, mas com ou sem plantão para mim é sempre realmente uma experiência renovadora, em certa medida até desafiadora sempre estar com vocês aqui no cumprimento de uma tarefa que eu entendo como muito estimulante, muito oportuna para mim, em primeiro lugar, de compartilhar informações ações no sentido de promover a saúde psíquica e emocional do público, do nosso querido, estimado Papo das 9.
Lá se vão 5 anos nessa empreitada e hoje tem assuntos que eu acho serão muito interessantes e relevantes, apesar de não contarmos hoje com a ajuda preciosa de Mr. Anderson, porque sendo feriado, hoje não vai rolar. Portanto, não fizemos a pergunta ontem no stories no Instagram para estimular questionamento de vocês para debater aqui e não teremos hoje eh as perguntas enviadas. Se vocês quiserem, vocês podem até enviar, mas eu não vou ter a condição de responder o que vocês normalmente enviam, o que cabe ao nosso querido Anderson em Campina Grande, no Planalto da Borborem na Paraíba. fazer essa triagem.
Então, a gente vai fazer o papo, como a gente sempre faz, a parte das perguntas, quando a gente chega lá, eu vejo lá na frente como é que eu faço. Aqui a gente sempre começa com ele. Ih, gente, ó, o livrinho já teve essa parte aqui, já foi embora. Ó, o estado do livrinho. Eu adoro, já falei aqui, livro amassado, encebado, riscado, marcado, porque é sinal de que ele tá cumprindo missão. Livro que cumpre missão é livro que é, digamos, sensorialmente absorvido, né? Nada contra livro digital, mas eu não consigo ter a mesma empatia, né? pelo livro que eu não pego, que tem cheiro, que deixa as marcas da nossa afeição, o nosso apreço, a nossa investigação.
Então, vamos lá, vamos com ele, pedindo ajuda aos amigos invisíveis para que hoje possam mais uma vez estar por perto e nos inspirar a abrir a página mais indicada para o estudo e a reflexão dessa manhã. Eu seja, portanto, um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para abrir ao acaso, ao acaso, entre aspas, a página indicada para hoje 264. Será que vai dizer respeito a você, ao seu momento? Será que vai dar liga? Jamais desanime. Embora sua dor pareça insuportável e sem remédio, ela há de terminar e a alegria voltará a brilhar no seu coração. Não há noite eterna a qual não suceda a luz de um dia radiante.
Dos sofrimentos passados, conservamos apenas uma lembrança quase apagada. Assim acontecerá amanhã com os sofrimentos de hoje. Entregue tudo ao tempo que com sua mão compassiva balsamizará todas as suas dores. Nossa, que mensagem, eu diria, reconfortante para todos nós que, sem exceção, neste planeta, considerando o nosso nível evolutivo, todos nós somos portadores de diferentes tipos de dor e algumas delas são comuns a todos. Quer saber de uma? Perda dos entes queridos.
Ela é devastadora pro rico, pro pobre, pro preto, pro branco, pro amarelo, pro indígena, para quem tem ou não escolaridade, para quem tenha ou não fé, porque as pessoas que têm fé vão ter o suporte ali de uma crença robusta, porque fé não é qualquer coisa que eh remete a inexistência da morte e a vida daquela pessoa querida num outro plano. Ainda assim, quero frisar, a perda do ente querido é dolorosa. Então, o que o pastorino na mensagem sugere logo na abertura é jamais desanime. Vejo jamais. Só para ficar claro aqui a minha interpretação do pastoro.
Se você toma ao pé da letra as mensagens do livrinho Minutos de Sabedoria, você pode incorrer no risco de enveredar na seara da felicidade tóxica, como se fosse simples, a gente jamais desanimar. É óbvio que pastorino quando diz jamais desanime tá apontando uma direção. Quando o desânimo te visitar, quando você se sentir prostrado, melancólico, aquele estado depressivo que não é sinônimo de depressão, isso faz parte da vida. A tristeza faz parte da vida. Quando ele diz jamais, é no sentido de você jamais se entregar. Tá doendo, tá doendo, mas eu não me entreguei. Mas tá doendo, tá doendo, mas eu não me entreguei. O jamais desanime é jamais. É minha interpretação. Jamais entregue os pontos.
Jamais deixe de acreditar no tempo. E aqui eu não falei, mas a mensagem, deixa eu dar um número de novo para quem tem o livrinho. Tem o pessoal que acompanha de casa com livrinho. 264. Quando fala tempo é tempo com letra maiúscula, tempo com caixa alta. Portanto, é o poder, é um poder que o tempo possui de transformar grandes tristezas, grandes dores em algo que não nos incomodará, como está incomodando eventualmente agora. É algo que na linha do tempo haverá de se diluir, arrefecer, deixar de ser algo perturbador ou lancinante. Esse é o propósito, penso eu, o grande, digamos, a grande contribuição dessa reflexão. Já disse aqui, um dos fatores de risco suicida é a impulsividade.
Que que é impulsividade? A pessoa age de bate pronto. Eu tô nesse momento sofrendo tanto, eu não quero mais sofrer. Que que eu faço? Eh, é não saber esperar, é não ter minimamente a paciência de algumas horas ou não é esperar indefinidamente. Veja, é interessante isso. Às vezes a gente fica muito abatido com um problema ou uma dor.
Quando você não deixa, não se deixa levar pela aflição, pela angústia, pelo desespero, pela ansiedade de querer resolver um problema que naquele momento não é passível de solução e aí pode cometer erros muito piores que vão causar um estado ainda mais deplorável do que aquele que levou você a buscar uma solução para tentar apagar aquele problema como se isso fosse possível. Eh, a impulsividade nos ameaça, porque você não teve, eu diria, a sabedoria, o discernimento, a lucidez de perceber que o fator tempo é absolutamente decisivo para amainar, fazer aquele, aquela turbulência, ela haverá de passar, sabe, um terremoto. terremoto. Eu já tive no Japão que tem terremoto todo dia.
Nem todos são perceptíveis na superfície, mas os sismógrafos, que é aquele aparelhinho que mede tremor, é todo dia tem umas tem um conjunto de placas tectônicas na área do Japão. Então é tremor todo dia. E quando o tremor vem, as pessoas obviamente tem todos os motivos do mundo para ficarem extremamente preocupadas, porque você vai ter perda patrimonial ou perda de vidas. Qual é o consolo do japonês? É saber que todo tremor, por mais devastador que seja, como ele vem, ele vai, ele passa. O terremoto abala, mas ele é passageiro. Haverá depois do terremoto a reconstrução. O aprendizado que vem com abalo sísmico construindo edificações. É interessante que não são rígidas.
Não é como no Brasil essa coisa do aço e do concreto e do cimento, não. Eles têm prédios que dançam literalmente, parece uma geleia que você dá um tapinha com a colher, ela faz assim, ó, ou um pudim. Isso é o aprendizado que vem da dor. Mas o que eu tô querendo dizer é que tudo passa. Chico Xavier eternizou uma uma frase maravilhosa. Isso também passa. Lulu Santos e Nelson Mota no sucesso que já tem quase 30 anos como uma onda. Tem a parte da música que diz: "Tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas como mar indo e vindo infinito. Isso é, isso é filosofia no estado bruto. Isso é filosofia no estado bruto. Então, que a gente não fique refém ou prisioneiro do momento doloroso.
Da mesma forma, ousaria dizer, não fique preso ou seja refém de um momento exfuziante, maravilhoso. Tá tocando interfone, gente. Hoje a Naddia não tá porque é feriado. Aguenta aí 10 segundos. Oi. Opa, [Música] obrigado. Desculpa, que eu sabia. Hoje é sexta-feira. Hoje é dia de fazer a coleta do baldinho dos orgânicos. Como a dona Nádia está hoje com merecida folga, porque é feriado, eu tive que deixar o baldinho do lado de fora da casa porque o coletor vai lá e leva os meus orgânicos para serem transformados em adubo. Que maravilha. feliz por isso. Voltando à mensagem, jamais desanime, porque significa quando a dor te visitar, lembra, ela tá de passagem.
Ela tá de passagem, ela não haverá de perdurar. E veja, com toda a franqueza, eu eu sempre peço a Deus ajuda pra gente ter os amigos espirituais intuindo, ajudando. Eu abri ao acaso na frente de vocês a mensagem que fala exatamente da necessidade da gente não se entregar a dor. Agora eu vou virar a página e vou para livro que eu já tinha escolhido antes para indicar para vocês. Luto materno. Você vê como é que a espiritualidade tá presente. É assim, algumas pessoas podem estranhar, falar: "Ah, lá vem o André". Não, não, não. Eu tô ao vivo com vocês. Eu planejo o papo das 9 até certo ponto. O resto tem a turma que me acompanha aqui, além de vocês.
E eles fizeram preparo do nosso sentimento e do nosso pensamento a partir da mensagem 264, que fala exatamente: "Não há noite eterna a qual não suceda a luz de um dia radiante. Dos sofrimentos passados, conservamos apenas uma lembrança quase apagada." Isso aqui é uma página consoladora para quem tá em sofrimento. O gênero de sofrimento que mais, isso é relatado por pesquisa, tá? Quem quiser fazer esse levantamento, você vai encontrar. Existem várias dores tipificadas pela comunidade médica e eles fazem uma pesquisa tentando ver qual é a dor mais dolorosa, com perdão da redundância. É a perda dos entes queridos.
E se você quiser no popular perguntar, mas dentre os entes queridos, qual a perda mais sofrida é a dos filhos? A Márcia Noleto tá lançando um livro chamado Luto Materno. Já falamos muito de luto aqui. A Márcia é é uma uma trajetória de vida interessantíssima, porque ela é psicóloga clínica, mestre em metafísica e filosofia da ciência. Ela tem um currículo vasto aqui, mas ela virou uma referência no luto materno. E por quê? Por que não? Qual é a história dela? sendo psicóloga, ela passou pela dor inominável de perder uma filha adolescente, a Mariana num acidente, sendo psicóloga, portanto, dispondo das ferramentas para compreender o luto, compreender a dor, compreender tudo isso que na psicologia é objeto de uma imersão para ajudar quem passa por essa experiência.
Ela sofreu na pele aquilo que costuma ser objeto do apoio da assistência dos psicólogos. Ela entrou num território que ela não conhecia em primeira pessoa. Estudar o luto é uma coisa, vivenciá-lo nesses termos é outra. Para resumir a história que é longa e é muito bonita, a Márcia criou um grupo que eu conheci, que eu fui ver de perto para fazer matéria, chamado grupo Mães Sem Nome. Mães sem Nome. Quem acompanha o papo das deve se lembrar.
E quem é do Rio de Janeiro e vê o RJTV, o RJTV da noite, mostrou uma reportagem que nós fizemos há dois anos atrás em Copacabana, numa sala aonde mães que perderam seus filhos participam de um projeto que a Márcia concebeu de fomentar a troca de experiências, de relatos que possam atenuar a dor da perda de um filho ou de uma filha. Eu fui lá fazer a reportagem, eu conversei com sete mães diferentes e entrevistei a Márcia. O livro Luto Materno é o resultado de uma experiência, de um trabalho que a Márcia vem desenvolvendo desde 2011. Ela tem conhecimento de causa. o livro tem a parte, digamos, eh, da literatura na área da saúde, que que a ciência psicológica, que que a ciência na área da saúde mental já percebeu de solução, primeiro de diagnóstico, depois de solução para quem passe pela experiência extremamente difícil e dolorosa da perda de um filho ou de uma filha.
E aí o livro, depois de fazer essa esse apanhado do que na área técnica da saúde mental, da psicologia, se sabe no sentido de oferecer assistência e apoio a quem passe por essa situação. Olha só os capítulos, gente. Os capítulos eu não vou ler todos, são muitos capítulos. Mas ela fala sobre, ela compartilha experiências das mães, do mãe sem nome numa parte do livro. Eu achei isso bem interessante. E ela vai enfrentando em tópicos tudo aquilo que alguém que passe por isso enfrenta. o a culpa, o desânimo, o desespero, a desilusão, dificuldade de aceitação e necessidade de mais tempo de permanência no luto, a dor intransferível, o efeito montanha russa.
Porque a Márcia sempre que há uma data, tipo a data em que a filha dela partiu, é um dia para ela. Ela fala: "Hoje é o dia que eu perdi a minha filha". Como lidar com isso? Que não tem uma solução definitiva. Por isso que se fala da necessidade da gente tocar a vida. O tempo é um fator fundamental. a assistência psicológica, eventualmente psiquiátrica, tem o seu lugar. Mas veja, um livro como esse, Luto Materno, traz ferramentas pra gente na situação de dor se ver naquela situação e compreender. Primeiro, a dor é compartilhada com muitas mães por aí, não parece, mas isso é algo muito terapêutico, porque a gente se isola na dor. A gente acha que a dor é só nossa.
Ah, essa dor, ninguém sabe o que eu tô passando, ninguém sabe o que eu tô sentindo. Aí você tá numa sala com oito, nove mães lutadas pelo mesmo motivo, perda do filho, da filha. É claro que aquilo, e eu vi isso quando eu conversei com essas mães, eu vi como elas se dão força, como elas se retroalimentam, como isso faz a diferença para tocar o barco. E aí vem os depoimentos, um dia de cada vez, uma estratégia para driblar o sofrimento. É um dos capítulos assim, a gente fica naquele se sentindo no fundo do poço e não consegue ver luz no fim do túnel para usar dois ditados populares, o fundo do poço e a luz no fim do túnel. você fica numa situação de descrédito em relação a uma solução para aquele problema.
Tá lá um dia de cada vez uma estratégia para driblar o sofrimento. É um livro, gente, olha que eu tenho muito orgulho e segurança de indicar. Tá bonito que na abertura de um capítulo ela cita um um trecho de uma música do Alceu Valença. Na primeira manhã, na primeira manhã que te perdi, acordei mais cansado que sozinho, como um conde falando aos passarinhos, como um bumba meu boi sem capitão. E gemi como gêmeo o arvoredo, como a brisa descendo das colinas, como quem perde o prumo e desatina, como um boi no meio da multidão. Na segunda manhã que te perdi, era tarde demais para ser sozinho. Cruzei ruas, estradas e caminhos, como um carro correndo na contramão.
Pelo canto da boca, num sussurro, fiz um canto demente, absurdo. lamento noturno dos viúvos, como um gato gemendo no porão. Solidão. Ao seu Valência, na primeira manhã, abre-se um capítulo do livro com poesia da dor. Então, gente, fica a dica. Márcia Noleto, luto materno. A capa não poderia ser mais objetiva, né? quer dizer, uma mãe velando o corpo do filho. A capa é muito eh, diria, emblemática de uma situação que todas as mães não gostam nem de pensar ou imaginar. E a capa só faz sentido mesmo, a meu ver, para quem perdeu o ente querido, o filho nessa dessa maneira.
Portanto, passou por essa experiência, eventualmente nem pode ir ao velório porque não teve a estrutura emocional de acompanhar a despedida do corpo. É duro, gente, mas a gente tá aqui para buscar, como disse o papo das ve, promoção da saúde psíquica emocional. É preciso compartilhar informações que façam sentido na direção de um equilíbrio, o equilíbrio possível, a lucidez. possível a resignação positiva. Pois porque não há o que fazer. Aquilo já aconteceu. Meu filho ou minha filha não vão voltar. E agora que será de mim? Que que eu faço? Esse é o ponto. E me perdoem porque haverá quem não passou por isso ou não tenha filhos e se entristece com o que a gente tá compartilhando aqui.
Mas comunicação é um serviço de utilidade pública. Como diz Gilberto Gil. Na música Tempo Rei, que a gente tá falando do tempo aqui do pastorino. Mães zelosas, pais corujas, vejam como de repente as águas ficam sujas. O imponderável da vida. E a gente tem sempre que acreditar, e eu acredito nisso, que nada daquilo que nos acontece ocorre à revelia de uma força superior que nos acolhe, nos assiste, nos encoraja e principalmente estamos na semana da Páscoa, o significado da Páscoa passa totalmente por aí. A morte não existe. Os laços de amor são imperecíveis. Imperecíveis.
Ai, mas será que eu um dia vou reencontrar, meu ente querido, se você pergunta isso pro espírita ou para quem segue alguma outra tradição espiritualista, a resposta com muita serenidade e assertividade é sim. Só que esse encontro haverá de acontecer no certo, nas condições adequadas. E não é você ou eu que vamos definir. A gente tá aqui para viver até o último segundo, até o último suspiro, porque essa é a vontade de Deus. Ah, mas que Deus é esse que permite que isso aconteça comigo, com esse e tal. Isso faz parte do processo de resposta da gente diante de uma situação tão aflitiva.
A gente não entende e a gente culpa quem eventualmente esteja acima de tudo e que permitiu essa desgraça, essa tragédia. Eh, é outra questão que tá abordada. Como é que a gente lida com uma situação que extrapola a nossa vontade, o nosso desejo, né? Mas aí a gente vai entrar num numa espiral de compreensão da realidade que nos ser que não se atém apenas ao tempo de vida na Terra, que é um tempo que a gente hoje aqui não vai ter, tá bom? Fica a dica. Luto materno. Márcia Noleto. Márcia Noleto. Acho que eu falei foleto, né? Aqui tem uma uma fotógrafa chamada Márcia Foleto, aqui do Rio de Janeiro, coleguinha. Márcia Noleto, luto materno. Vamos que vamos seguindo em frente.
Vocês sabem que domingo é Páscoa. Aí eu vou dar algumas dicas para vocês. Agora é ecodicas. É, é a dica que a gente dá aqui. Sem prejuízo de uma tradição calcada num ovo que bota ovo, coelho não bota ovo, né? Coelho não bota ovo. Aí quando bota é de chocolate. Isso foi encaixado na Páscoa Cristã. Aí você vai dizer: "Ah, André, deixa de ser chato, deixa a gente comer um chocolate, brincar com as crianças, fazer uma brincadeira também de caça ao ovo em casa. Tudo isso tem o seu lugar. Tudo bem. Se você acha isso, que isso faz sentido, não tem problema nenhum. Como a gente também referencia no Natal, Papai Noel, a árvorezinha com luz piscante, coisa e tal.
Se para você faz sentido, não tem problema nenhum. A questão é: Natal, nascimento de Jesus, não esqueça do aniversariante, Páscoa, ressurreição do Cristo, é o ápice do cristianismo. É o ápice do cristianismo. Assim, Jesus veio ao mundo para falar o que ele falou, fazer o que ele fez e, principalmente demonstrar, provar a partir da sua morte física, que há uma perenidade espiritual. Ele voltou para confirmar o que disse durante o seu messianato de 3 anos naquela parte do mundo. Então a Páscoa, penso eu, vai aqui uma observação e é uma dica. A dica é essa. Seja você cristão ou não, no Brasil Páscoa é feriado, né? feriado de Páscoa.
A sugestão é a seguinte: reflita sobre o que é a vida e o que é a morte. Investigue se a tua crença é superficial, é aquela coisa para cumprir demanda, né? Alguém perguntou se já tem a resposta pronta. Que que você é? Sou católico, sou evangélico, sou espírita, sou isso, sou aquilo. Veja se faz sentido passar pela existência sem realizar aquelas inquirições, aquelas especulações filosóficas e transcendentais sobre o sentido da vida e o sentido da morte, porque uma coisa complementa a outra, só morre quem vive. E a palavra morrer, ela não tá bem pregada, ela não faz sentido para quem é cristão. Porque quem é cristão sabe que a ressurreição de Jesus confirma o que ele falou.
Eu me lembro da minha mãe. Minha mãe era espírita, mas não era de frequentar centro, coisa e tal. E meu pai, ambos já fizeram a passagem, era catolicão, quase foi padre. Quase foi padre. Pastorino foi padre 3 anos depois saiu da vida sacerdotal. O papai não chegou antes de confirmar a vocação, no finalzinho do seminário, ele entendeu que não era o propósito da vida dele, mas ele nunca deixou de ser muito, muito católico, né? Então eu tô dizendo isso porque eu me lembrei da mamãe dizendo, ela sempre dizia isso na Páscoa, achava engraçado. Eu acho que ela aprendeu isso na infância. Feliz Páscoa, Cristo ressuscitou. Ela ela complementava o feliz Páscoa com Cristo ressuscitou.
Isso ficou na minha cabeça. Eu não entendia muito bem o que que era a expressão ressuscitar. No espiritismo a gente não usa a palavra ressuscita ressuscitar, né? Ressurreição. Eh, para nós, portanto, significa Jesus manifestou-se materialmente com seu corpo e permitiu que os apóstolos o tocassem para confirmar que era ele mesmo, né? Então, a minha sugestão é essa, reflita, aproveita esse tempo para encaixar algum tipo de reflexão, meditação, alguma leitura para investigar aonde hoje se situa a tua fé, se você a possui, a tua crença. André, poxa, vou vou perder meu tempo no feriado. Tô querendo descansar, tô tô querendo aproveitar minha froita da forma que você quiser.
Mas é uma dica, porque é um feriado propício para isso. Num país onde a maioria das pessoas se declara cristã, eu acho um exercício fundamental da gente se situar como cristão. Se você for cristão, ser cristão é uma responsa. É uma responsa. aonde você se situa dentro desse universo do cristianismo. Porque a Páscoa é isso. A Páscoa é a vitória sobre a morte. A Páscoa é a demonstração cabal de que a morte não existe. Então isso faz uma diferença da nada, penso eu. Bom, deixa eu compartilhar aqui. Pessoal tá compartilhando aqui, olha, conhecimentos evangélicos, conhecimentos da doutrina dos espíritos. on de ler, o que estudar. Olha que legal, a gente tem a Andressa, ela ela é protestante.
Sou protestante, para minha vida não acaba aqui, até porque Cristo nos fez a promessa da vida eterna. Não é legal? Eu acho o papo das tão legal, porque a gente tem da aqui nesse nessa egrégora, comunidade, eh, pessoas com as mais diferentes crenças ou nenhuma crença e são todas bem-vindas, porque aqui ninguém é dono da verdade. A começar por mim, ninguém é dono da verdade. Não temos aqui o exercício do proselitismo, né? Então, deixa eu seguir em frente. Não sei se vocês viram uma pesquisa que chamou muito a minha atenção. O IBGE fez o censo em 2022. Você se lembra? Você respondeu o senso? Vamos lá.
Eh, eu fiquei muito frustrado que eu peguei a parte do censo, que não era aquela mais qualitativa, eram as perguntas protocolares, que parte das respostas era ou do questionário era maior. Eu adoraria participar do questionário maior, mas vamos lá, gente. quase 60 milhões de brasileiros. Isso foi divulgado ontem, é um substrato do censo de 2002, que o censo de 2002, 2022 é uma avalanche de dados e você vai botando o povo do IBGE para se fazer os recortes. Eh, as subpesquisas, essa palavra não existe, mas você vai fazendo a separação dos dados por família de assunto e eles pegaram as cidades, né? brasileiras a partir do relato que os moradores das cidades deram.
Quase 60 milhões de brasileiros, é uma das informações que me chamaram atenção, fiquei chocado, moram em ruas que não tem árvore. Eu acho isso, o fim da picada, um absurdo completo por várias razões. Primeiro, a árvore beleza, ela empresta uma estética muito importante no nosso pra nossa saúde mental. Inclusive, ter alguma árvore por perto nunca faz mal, pelo contrário, quase 60 milhões de brasileiros moram em ruas sem árvores. Aí, olha só, o estado com o menor percentual de ruas arborizadas no Brasil é Sergipe. Alô, Sergipe, pelo amor de Deus. Hoje eu vou entregar aqui, tô entregando um estado. Agora eu vou falar das cidades. Como é que Sergipe esqueceu das árvores? Como assim?
Você que me acompanha aí da Aracaju, de algum lugar do Sergipe, por favor, se manifeste. Me diz, você tem alguma pista para isso? Vamos lá. Aí temos os dados das cidades. Quais são as cidades mais arborizadas e as menos arborizadas? As três cidades mais arborizadas. Não é não é porque tem parque aqui do lado, tem uma pracinha, não é na tua rua. O IBG fez o recorte da rua. Sergipe pode ter muita árvore, o estado de Sergipe, mas na rua das pessoas não tem. como outras, todas ruas de outros estados. Aí vem, três cidades do estado de São Paulo tem as ruas mais arborizadas. Birigui número um, Sertãozinho, número dois, São José do Rio Preto, número 3. Sensacional. Parabéns essas três cidades.
A quarta cidade é Maringá, no Paraná. Dourados, Mato Grosso do Sul, em quinto, Londrina, no Paraná, em sexto. Tá bom? Agora, os menores percentuais, as cidades com o menor número de árvores nas ruas, é inacreditável que Santa Catarina das cinco cidades, com menos árvores nas ruas, aparecem três cidades catarinenses. A cidade com menor percentual de ruas arborizadas, apenas 22%, é brusque, Santa Catarina. Em segundo lugar vem Barbacena, Minas Gerais. Aí vem a terceira cidade que é de Santa Catarina. Aqui, ó, Tubarão, 24, Tubarão, Laguna, 24% apenas de ruas arborizadas. A quarta cidade com menos árvores é Alagoinhas, na Bahia.
E a quinta novamente, Santa Catarina, São Bento do Sul, Rio Apenas 31% das ruas Eita Deus. Vocês entenderam o que eu digo? Não é que a cidade não tem árvore, por exemplo, Petrópolis, região serrana do Rio, é uma cidade que todo mundo fala: "Ah, é verde, é região serrana". Petrópolis tá aqui, ó, 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12. É a 12ª cidade do Brasil. Segundo o censo do IBGE, com menos árvores nas ruas. A Silva tá dizendo: "Não concordo com o que você disse. Eu não disse nada. Eu só tô reproduzindo IBGE. Petrópolis está aqui. 37% das árvores apenas das ruas apenas tem árvores. É, não dá, gente, assim, eu eu isso me perturba um pouco porque vou repetir aqui qual qual é o benefício das árvores.
O estético eu já falei. Segundo, as árvores elas ajudam na climatização das cidades, porque seja pelo sombreamento, seja pela exudação de vapor d'água, evaporração, a árvore sua vapor d'água. Significa, portanto, dizer que aonde tem árvore, você vai ter mais umidade. E isso faz a diferença. Isso faz a diferença. Em tempos de aquecimento global faz toda a diferença, se é que me entende. A gente tá falando de qualidade de vida e a gente tá falando do único país do mundo que tem nome de árvore. O único país do mundo que tem nome de árvore é Brasil. Brasil. Brasil é. Tá achando o quê? É mulherzinha. Não. Deixa eu pegar aqui um outro tema que me parece importante pra gente refletir.
Não sei se vocês têm acompanhado o assédio do atual presidente dos Estados Unidos sobre as universidades particulares. Comentamos isso na quarta-feira. A pressão sobre Harvard, a mais antiga e mais prestigiada universidade do mundo, que recusou lá os 2 bilhões de dólares por ano da Casa Branca para ter autonomia, porque o Trump tá dizendo assim: "Se você não seguir o que eu acho que você deve fazer, a universidade é particular. Se você não fizer o que eu acho que você deve fazer, eu vou retirar a subvenção federal". E o povo de Harvard falou: "Nós não estamos sujeitos a qualquer tipo de ingerência do presidente de ocasião. Jogou duro.
E o presidente tá querendo agora proibir alunos estrangeiros de participarem dos cursos de Harvard. é de uma covardia intelectual e moral sem precedente. Eu fico indignado porque eu sou filho de pai e mãe professores. Eu sou professor há 21 anos aqui no Rio de Janeiro, na Pontifícia Universidade Católica. Eu acho o seguinte, as instituições, sejam elas públicas ou particulares, elas têm protocolos, elas têm conselhos universitários, elas têm mecanismos de autorregulação. uma universidade para ter prestígio, para ela ser bem pontuada nas nos exames que são feitos periodicamente para ver qual é a universidade que mais publica trabalho científico, qual é a universidade que tem o maior número de prêmios Nobel, qual é a universidade onde os alunos têm maior performance e desempenho profissional.
Isso é que define a qualidade do ensino. Aí vem o presidente diz assim: "Não pode fazer manifestação antisemita, por exemplo, que é um critério que esse presidente quer impor porque ficou horrorizado durante o massacre imposto pelas forças militares de Israel comandadas por Benjamin Netaniu contra civis de Gaza. Houve manifestações não apenas nos Estados Unidos, mas em boa parte do mundo. Não eram manifestações antissemitas, eram manifestações contra o que alguns entendem como crime de guerra ou genocídio. Você combater os terroristas de gá de do Ramais em Gaz é uma coisa.
E é justo que Jael faça isso, porque Jael foi vítima vítima de do pior ataque terrorista de sua história, com o maior número de óbitos e com um número elevado de reféns que continuam sob o comando do Ramaz. Então não é dizer que Israel não deva, não tem o direito, melhor dizendo, de retaliar. Até a guerra tem lei. Agora o que tá acontecendo não é propriamente uma retaliação contra o Ramá. Estão expropriando a terra que historicamente pertence aos palestinos. Aí há uma manifestação e o Trump tá dizendo: "Não, não, não, não, não, não. Se você apoiar a causa palestina, o nome que se queira dar, você estará descredenciado." Você entende o que eu digo?
A autonomia universitária, para quem é da área da educação, é uma causa importante. Excessos, se houver, podem e devem ser coibidos. O os respectivos governos federais, locais têm mecanismos legais para interceder, fazer uma intervenção contra eventuais abusos. Ninguém tá discutindo isso. Autonomia universitária significa autonomia de você se planejar, organizar seus conteúdos pedagógicos, definir a ementa, a grade dos cursos sem que o chefete de ocasião, o chefete de ocasião diga assim: "Ei, universidades americanas, se vocês não fizerem isso, isso, isso, isso, isso e aquilo, vocês vão deixar de receber recursos federais?" É uma questão abusiva ao extremo, para não dizer tóxica, penso eu.
Meus amigos, como disse, como disse, nós hoje estamos sem Mr. Anderson porque é feriado. Olha aqui a Daisy lá. Eh, a Daisy, pera aí, ela mora em Aracaju, que é a cidade do Brasil, Sergipe estado comendo árvores. Ela tá lá 34 anos, diz que a população, em sua maioria, tira as árvores das ruas com a desculpa de não querer. Pera aí que eu perdi aqui o negocinho, vai passando, eu perco. Ah, meu Deus, perdi aqui a informação. Mas ela disse que a população ela própria tira as árvores das ruas, aí depois reclama. que tá muito quente, reclama que o calor é esturricante. Vamos lembrar que estamos falando de uma cidade do Nordeste brasileiro.
Eu sou filho de paraibano, aquele sol inclemente do Nordeste. Ah, mas perto da praia tem a brisa marítima. tem a brisa marítima, mas ela tem seus momentos e seus limites, porque nem todo mundo em Aracaju, como no Rio de Janeiro, mora no litoralzinho. Litoralzinho é para quem tem lá bala na agulha para isso. A maioria das pessoas mora pro lado de dentro. Eu não moro na orla do Rio de Janeiro. Eu moro em Laranjeiras. numa rua, graças a Deus, cheia de árvore. Obrigado, papai e mamãe. Porque essa rua eu moro desde que eu nasci. Eu saí durante um tempo para morar em outra rua, voltei para morar em outro apartamento, tô aqui. Essa rua aqui que eu tô, ela é uma rua que faz parte da minha história.
E aqui nos arredores dessa rua, eu já plantei árvore para Dedel. Eu fiz curso de jardinagem. comprava muda daquela de 1,60 m, 1,70 m, muda já crescida, que é cara. Lá na Avenida Brasil, no mercado São Sebastião, eu ia lá de carro, metia as mudas dentro do carro, abria a porta de trás do carro e ia pra encosta aqui próxima. Eu não vou dizer onde é. Não vou dizer onde é não. Mas tá lá uma Alameda Trigueiro lá que eu mesmo batizei. Não, sem botar placa nenhuma. Eu brinco, Paulo, isso aí tudo fui eu que plantei. Plantei porque eu tenho esse compromisso comigo. Olha aqui, a Val tá dizendo em São Bernardo do Ah, passou. Eu tô querendo ler, não consigo parar para ler.
Ela é de São Bernardo do Campo, tava falando lá da prefeitura. A Eva tá dizendo aqui, meu município tem o maior parque eólico do Rio Grande do Norte, ainda assim tem dias muito quentes. É o que eu tô falando, o vento não é tudo. A Graziela tá dizendo que o bairro dela é muito arborizado, mas não diz onde mora. A Adriana Dias tá dizendo: "Racho de rir imaginando você com as árvores no carro". Não, o carro ficava todo verdão, né? Era o reino vegetal dentro do carro. Porque eu não vou lá para comprar uma muda, certo? Você já vai lá ter o trabalho de deslocar até um lugar distante, distante e voltar vai dar mais de uma hora. Não é distante, mas de carro, né, gente?
Você não vai comprar uma muda, você vai comprar várias. Mas eu aprendi a preparar o solo, preparar lá o torrão direitinho, né? Essa camada de nutrientes adicionais para aquela árvore, ganhar chão e enraizar rápido. Recife tá sendo arborizada pelo prefeito. É obrigação. Salvador. Até as raízes das árvores foram comentadas neste ano e o calor está cimentadas esse ano e o calor está insuportável. Salvador tá mal no filme com árvore. Ouvi falar que tem questões envolvendo a arborização urbana esquisita. Esquisitas essas questões por lá. Ah, o sinote aqui em Salvador tem. Ah, sinote, não peguei, cara. Vai passando rapidinho. Hoje eu tenho sem Mr. Anderson. Meus amigos, olha que legal.
Eu eu gostaria muito que a nossa reflexão hoje inspirasse atos de cidadania e dependendo do lugar onde você mora, de rebeldia contra a maré do da analfabetismo ambiental deste ou daquele prefeito e você saturasse a tua rua de árvore. Aqui no Rio de Janeiro eu tenho uma crítica saudável e pública. Não vou falar aqui com você, já falei isso publicamente. Nós temos na prefeitura do Rio alguém que tá no quarto mandato, né? O Eduardo Pais. Ele tem feito um trabalho muito importante com parques, novos parques arborizados em áreas periféricas, oferecendo oportunidade de lazer e entretenimento paraa população de baixa renda.
Isso não, ninguém discute que isso é importante, mas a arborização urbana não é só parque, tem que tá na rua, tem que ter um um mapeamento das áreas verdes dizendo e isso já se sabe, a Fundação Parques de Jardim está lá. Rio de Janeiro tem um défic de 1 milhão de árvores. Aonde? Bairros da zona norte a zona oeste. Por quê? Tem menos árvore do que centro da cidade e zona sul. bairros periféricos com menos renda. Aliás, o olha só, gente, essa esse senso do IBGE trouxe uma informação que eu destaquei na matéria que eu fiz ontem no meu plantão sobre isso, que o BGE também perguntou paraas pessoas que participaram do senso e relataram problemas com calçadas, com obstáculos.
80% dos brasileiros reclamaram que as calçadas têm obstáculos. É uma coisa horrorosa isso. Um percentual ainda maior de ruas não tem rampa para cadeirante. O cadeirante que se vire. O cadeirante já tem buraco na rua, já tem desnivelamento da rua. Rampa é luxo. Rampa é luxo. Eu já falei da arborização, né? Eh, bicicleta é uma loucura. Menos de 2% das ruas brasileiras tem algum alguma sinalização abrindo o caminho paraa bicicleta, ciclovia, ciclofaixa, ciclota. A bicicleta tá tão presente no dia a dia e o poder público municipal, porque assume de prefeito, não tá dando bola pros ciclistas. Boa parte dos ciclistas trabalham. O pessoal acha que bicicleta é lazer entretenimento.
Não se quem usa bicicleta majoritariamente no Brasil. Aliás, a gente tá fazendo mais um programa no Cidades e Soluções da Globo News. Eu já fiz uns quatro programas diferentes, pelo menos. programa já tem mais de 20 anos. Então, sobre bicicleta no Brasil e no mundo, por pesquisa se sabe, a maioria dos brasileiros usa bicicleta para trabalhar, é bicicleta pro serviço. Nem tô falando de delivery, é deslocamento. Como é que você explica o IBGE a partir do censo descobrir ou revelar o número segundo o qual menos de 2% das ruas do Brasil tem caminho pra bicicleta? Porque o caminho pra bicicleta não deveria ser a calçada. Tem muito ciclista que pedala na calçada, tá errado.
Representa risco para o pedestre. Só se na calçada tiver uma ciclovia compartilhada com pedestre. Aqui no meu bairro tem uma ciclovia na calçada que tá escrito lá na ciclovia, eh, rota compartilhada com pedestre. Então, o ciclista tem que ficar ligado. Ciclista tem que ter segurança, cara. Tem que ter segurança. Então, a gente no IBGE, o dado foi qual é, olha que incrível isso. Como é que você se declara enquanto cor de pele? E aí cruzaram os dados. Resumo. A maioria dos problemas detectados por falta de pavimentação na rua, calçada que não tem qualidade, falta rampa para cadeirante, não tem iluminação pública, não tem arborização adequada.
A maioria dos problemas foi detectada por moradores pretos, comunidade preta do Brasil. Isso para dizer, quando a gente diz aqui que a maior tragédia brasileira chama-se escravidão, da do período da escravatura trouxemos para os dias de hoje a brutal desigualdade do Brasil e ela se reflete no senso. aonde há mais investimentos em infraestrutura urbana, aonde há pavimentação bonitinha, calçada feita com esmero, rampa para deficiente, iluminação pública, arborização urbana, caminho paraa bicicleta no lugar certo. são nos bairros onde vivem os ricos, as pessoas mais bem aqui aoas de recurso, invariavelmente ou prevalentemente de cor branca, se é que me entende.
Então, meus amigos, olha, 55 minutos de papo das 9 sem Mr. Anderson, como ele faz falta. Eu eu apanhei aqui das perguntas que eu vou vou tentando ler e aí não consigo ver todos os as manifestações de vocês a tempo, né? Aí tá falando aqui que o prefeito de São Paulo quer cortar mais árvore. Ih, prefeito de Salvador quer fazer não sei o quê. Pois é, gente. Qual o nome da empresa que faz a sua coleta de orgânicos aqui no Rio de Janeiro? o ciclo orgânico, mas o baldinho tá espalhado no Brasil inteiro. Boa parte do Brasil tem baldinho. Serviço de coleta do lixo orgânico. Vale a pena. A Leonir tá dizendo que o Mr. Anderson vai fazer jejum hoje. Isso é de cada um, viu, gente? Aliás, jejuma, tá? pelas razões religiosas ou por razões de saúde.
Consulte seu médico sempre para saber que orientação ele dá em relação ao período que você vai se privar de alimentação material. Porque até onde eu sei, até onde as minhas pesquisas avançaram, o jejum ele é um resete, né? Ele dá uma intervalada importante pro refazimento e o maior tôus dos nossos órgãos do sistema digestivo. Irmãos, ótima sexta-feira. Que ela seja santa no seu coração, que a memória de Jesus nos alente, nos encoraje, abra os nossos caminhos. Nunca desanime. Há sempre uma saída, há sempre uma solução. E a morte não é um ponto, a morte é uma vírgula. Ó, fiquem com Deus. Lembrando que o papo fica arquivado no canal do YouTube.
Povo do Instagram que não acompanha ao vivo, é só ir lá no outro aplicativo. Tudo de bom. Fiquem com Deus. Até domingo. Domingo tem papo. Vai bem, né? Valeu. Tudo de bom. Valeu, pessoal. Tudo de bom. Ótimo feriado para quem puder. Daqui a pouco eu tô no plantão. Vida que segue. O nunca desanime. Em dias de plantão tá valendo. Tudo de bom.
