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Motivos para seguir em frente! | Papo das 9 #994

Especial de Domingo!

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Tá começando mais um papo das especialíssimo ao vivaço, direto do meu cafo em Laranjeiras. E a gente aqui vai fazer um movimento muito aberto, verdadeiro e sincero de resgate da nossa fé que anda sendo testada de forma muito intensa nesses dias particularmente turbulentos. e agitados no mundo e que depredam, por vezes, a esperança, nos deixam num estado, senão de letargia, desânimo, desalento, por vezes de questionamento de Deus, de uma força superior ou daquilo que a gente imaginava estar indo bem, apesar dos pesares, e de repente ficou tudo meio esquisito. A música do Gil que eu tava cantarolando aqui antes do papo começar. Andar com fé é de 1982.

De lá para cá, o Gil perdeu dois filhos, né? O Pedro Gil, a Preta Gil e se seguiu em frente. Ele redescobriu ao modo dele, não sem dor, não sem sofrimento. Imagino com uma cicatriz que continua vertendo a dor da perda dos filhos. Ele tá aí esparzindo luz, esperança e alegria. É um dos, eu diria, sinais que a gente precisa acessar para descobrir em todos os momentos que estivermos Borocochou para baixo. Por que seguir em frente? Por que continuar acreditando que as coisas de alguma forma vão se encaixar na música Andar com Fé? O Gil fala que afeta afeta numa cobra coral, afeta no pão, afeta na lâmina de um punhal.

Então ele inspiradíssimo mostra mais uma vez que a fé não está circunscrita apenas e tão somente ao território das religiões. Obviamente a fé é uma condição da religião, seja ela qual for, porque toda religião preconiza a ideia de um Deus e a ideia da vida após a morte. Então você tem que ter fé para acreditar no que as religiões afirmam. Mas repito, o papo das 9 de hoje está endereçado a toda e qualquer pessoa que tenha religião ou não, porque ateus, materialistas, agnósticos, inclusive tá na música do Gil, é interessante quando ele diz mesmo quem não tem fé, a fé costuma acompanhar pelo sim, pelo não. Eu acho isso muito legal. Então, o que que a gente vai fazer?

Papo das 9 da semana passada tentou ao longo de uma hora fazer esse eh, eu diria amplo diagnóstico de um mundo que está sendo repaginado dentro de outras eh forças que impõe pelo poderio militar as suas vontades, os seus desejos. obviamente, do ponto de vista de muitos analistas, é um retrocesso brutal e que gera insegurança. Eh, eu vou aqui compartilhar, portanto, ideias ideias que, do meu ponto de vista, ao fazer o estudo do que eu vou rapidamente aqui pincelar para vocês, eu me senti mais fortalecido na minha fé, que é, na verdade, frágil.

Eu imagino que muita gente que se diz de fé balança por vezes no sentido de dizer: "Não deixei de acreditar em Deus, não deixei de ter a minha convicção eventualmente eh mística, espiritual, mas você percebe-se desidratado, você se percebe eh com uma prece que tá meio fosca, não tem mais aquela verticalidade, né? aquela coisa que já foi mais robusta, inspirada, né? Se você tá vivendo esse momento, se você tá querendo de alguma forma buscar uma luz que possa reaquecer essa fé, vamos junto.

Eu vou começar aqui por um livro cujo título já traz aquilo que é imanente a todos nós, está presente em todos nós, mas que a gente não usa, não acredita que possui e que diz respeito a um poder que todos temos de reverter situações difíceis. O nome do livro você já conhece, é a força do um, 100% dos direitos autorais por fraternidade sem fronteiras. E aqui tem um capítulo do livro que eu vou pedir licença a vocês. A esperança é o combustível da vida. É o capítulo um. A gente começa o livro falando de algo fundamental, porque a fé e a esperança elas dialogam muito próximamente, né?

Porque a pessoa que tem fé, ela tá dizendo: "Haja o que houver, aconteça o que acontecer, as coisas vão na direção que precisam ir. E eu estou consciente desse processo e eu vou me posicionar da forma mais sábia diante desse fluxo do universo. A esperança é combustível da vida, o que que a gente diz? Sem esperança fica difícil se levantar da cama, seguir paraa escola ou pro trabalho, procurar um novo emprego ou mesmo realizar as tarefas triviais do dia a dia. Sem esperança, desenhamos no rosto um sorriso sem credibilidade e nosso olhar fica fosco. Congelamos a chama do entusiasmo. Abortamos projetos que fariam toda a diferença para a nossa autoestima.

Não abrimos espaço para perceber a graça contida nas pequenas coisas cotidianas. Sem esperança, vamos entorpecendo a alma, mergulhando o coração numa substância viscosa que impede seu pulsar mais vibrante. Bom, precisamos acalentar a esperança. Por vezes, essa parece ser uma questão de vida ou morte. A gente faz essa reflexão também baseada nos estudos sobre a depressão, porque o maior drama, o maior dificuldade, o maior desafio de uma pessoa diagnosticada com depressão é não acreditar que ela sairá daquele estado. Ela não consegue literalmente perceber motivos para achar que aquilo vai passar. Ela não vê luz no fim do túnel, tá? E isso a gente não vai culpar a pessoa.

Ah, você não quer ver, você não quer enxergar. Ela precisa de ajuda. Já falamos muito disso aqui. Quando diagnosticada a depressão, que é uma psicopatologia, é o transtorno de humor, ela vai demandar a devida rota terapêutica com eventual uso de substâncias indicadas, prescritas por um, normalmente um psiquiatra qualificado que haverá de ajudar por aí. A ajuda psicológica também é importante no sentido de você entender esse processo com a ajuda de um terapeuta. A ajuda da família é importante, a ajuda dos colegas de trabalho, eu tava lendo hoje que no ano passado alcançou um recorde histórico o número de pessoas afastadas do trabalho no Brasil por causa do burnout.

Burnout é literalmente um colapso orgânico quando a pessoa se desestrutura num nível que não não dá para fazer outra coisa senão sair do trabalho e ter uma rotina. O tempo varia de recuperação para cada pessoa acometida de burnout com a devida assistência para que ela recupere o prumo e siga em frente. É um colapso, ela se esgarça porque a gente não respeita os limites quando a gente tá em processo que poderá resultar no burnout. a gente não respeita os nossos limites. Aí eu vamos dizer aqui, esse é o ponto que a gente hoje vou dar um pulo aqui, chegando no ponto que a gente vai focar mais hoje, que é o da fé. Há aqueles que vão buscar na fé o nutriente da esperança.

Você pode ter esperança sem fé. A fé no sentido mais místico, transcendente. E você pode ter esperança sem o recurso da fé. Pode ser também a fé religiosa, alguma crença numa força superior, na capacidade da natureza abrir caminhos, horizontes, que a gente no momento não consegue acessar. Tudo isso é válido. Contudo, mesmo quando não estamos identificados com a fé, quando não temos essa clareza da transcendência ou da espiritualidade, daquilo que não pertence ao universo sensorial, a outras formas de acalentar a esperança. Estamos aqui hoje trabalhando a nossa resiliência psíquica emocional no mundo turbulento, com a ajuda do livro A força do um, apenas esse capítulo.

Depois eu vou partir para outras fontes. A gente não deve entregar os pontos. A gente deve entender que processo é aprendizagem e a gente não nasce sabendo tudo. A gente vai aprendendo à medida que as circunstâncias aparecem e a gente não entrega os pontos na largada. A gente vai tendo a chance de oportunizar o aprendizado. Opa, pintou uma chance aqui de eu aprender algo novo a respeito de mim mesmo. Pode se investir na graça das pequenas coisas. Boas leituras, músicas que sejam agradáveis de ouvir, que te inspirem, te elevem. boas companhias, passeios instigantes que estimulem os seus sentidos pela visão, pelo olfato, pelo prazer de tá apreciando algo que tira você da tua caixinha.

Paisagens inspiradoras. Tudo isso é proveitoso paraa nossa saúde psíquica, emocional, espiritual. Por vezes, nos surpreendemos com o impacto positivo de pequenos gestos que literalmente nos põe para cima. A esperança é como uma plantinha frágil que demanda cuidados diários de um jardineiro fiel. Cuide bem dela. Capítulo um. A força do um. abrindo os trabalhos do Papo das 9 de hoje na direção de algo. Vou repetir para quem tá chegando depois. Nós estamos hoje dedicados completamente à tarefa de elevar a nossa esperança, a nossa fé na vida. Você que não acredita em Deus, não se sinta não alcançado pelo nosso papo aqui. Você pode ter fé na vida sem necessariamente ter um sentimento religioso.

Seja bem-vindo. Mas a gente precisa mesmo aqueles ou principalmente que se dizem crentes em Deus ou numa força superior, vamos admitir, é um período em que não é difícil encontrar pessoas que dizem que acreditam em Deus ou t religião e estão perplexas, desanimadas, desalentadas e que vão falando coisas do tipo: "Agora não tem jeito, agora acabou, a humanidade foi pro vinagre". Isso é incompatível com a ideia da fé e de uma esperança saudável, embora não é uma esperança deslumbradinha, não é ser poliano e ver tudo cor de rosa. Pelo amor de Deus, não me entendam mal. Então vamos lá. Agora eu vou pro Sabedoria no Dia.

Outro livro de minha autoria, Os Direitos cedidos totalmente para as Casas André Luiz em São Paulo, que foi inspirado nas reflexões que fazemos aqui no Papo das Nov. Um beijo aqui pro povo do Papo que tem uma egrégora do Papo mandou essa camisa para mim no ano passado, ó. Papo das veissão, 5 anos aí. Hoje homenagem a esses amigos e amigas do Papo das, né? A gente tá aqui trabalhando na direção dessa esperança e esperança e fé caminham juntas. Então, no capítulo 11 desse livro, recomeçar sempre. Vamos aqui descortinar outra ideia que pode ser interessante para reaquecer a chama da nossa fé e da nossa esperança.

Primeiro, porque cada capítulo desse livro buscou inspiração nas mensagens Minutos de Sabedoria do pastor, o título já até, ó, foi pro vinagre. [risadas] O livro tá todo sambado do livrinho do pastorino, mensagem 113, a gente acessa o seguinte: não desanime. Aprenda a começar e a recomeçar. Não se deixe arrastar pela indiferença. Se caiu, levante-se e recomece. Se não consegue dominar-se, firme sua vontade e recomece. Não desanime jamais. Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes diante do Pai todo compassivo. Isso é Carlos Torres Pastorino.

Eu essa mensagem que procura dar ânimo a quem está desanimado é muito impressionante no livrinho dele que é bestseller desde 1960. Esse livro de 1960, de lá para cá, nunca deixou de constar, entre os mais vendidos do gênero no Brasil. É impressionante porque eu passei todas as mensagens do pastorino a limpo para poder fazer a seleção para esse livro. Me deparei com uma recorrência de mensagens que, embora distintas uma das outras, tem o mesmo sentido de procurar levantar o ânimo, levantar o ânimo das pessoas, não sem deixar de reconhecer que cada um de nós temos ou tem motivos para, por vezes, se sentir para baixo, desanimado, num estado depressivo, que não é sinônimo de depressão.

Isso é ser humano. A tristeza faz parte, já falamos muito da tristeza aqui como algo que não deveria ser repudiado, mas compreendido, porque a tristeza ensina muita coisa do ponto de vista da nossa maturidade, da nossa sabedoria. Mas enfim, recomeçar sempre. É interessante essa última frase da mensagem que diz assim: "Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes diante do Pai todo compassivo". Eu tô me lembrando aqui, me permitam, vou abrir um parêntese paraa literatura espírita quando fala e são vários os livros de diversos autores.

Por exemplo, vou citar apenas um exemplo dentre outros, de doenças que são temidas e que as pessoas por vezes não entendem porque elas são acometidas dessas doenças. Eu vou pegar como exemplo o câncer. Somos reencarnacionistas. Entendemos que todos, em certa medidas, estamos aqui mais uma vez nesse planeta para aprender a fazer aquilo que nos ajuda, aquilo que nos convém do ponto de vista do espírito imortal, o exercício das virtudes, a compreensão das nossas muitas imperfeições e esse movimento que é da reforma íntima, promovendo em nós o aparecimento de alguém melhor. Cada um de nós, em vez de ficar bisbilhotando a vida dos outros, fulano, olha, você viu como é que fulano é assim?

Você viu como é que esse crana é assado? Apontando o dedo pro vizinho sem prestar atenção em si próprio. Então, a reforma íntima é a autolapidação espiritual. E aí surge um câncer. Voltando à questão para nós espíritas, e a literatura espírita é linda quando mostra, por exemplo, uma pessoa cometida de algum tipo de câncer, a área que tá afetada, portanto, que as células estão promovendo a destruição daquela parte do corpo. no plano espiritual, no perespírito, que é o nosso corpo eh fluídico no plano astral, exatamente essa parte que foi acometida de câncer é uma parte que irradia uma luz enorme.

É a parte que foi depurada, é a parte que foi, em certa medida, está liberta de um acúmulo de toxinas. espirituais resultantes de escolhas infelizes que fizemos no passado. Eu tô resumindo, não é o assunto de hoje, mas isso guarda relação com o que pastorino metaforicamente falou, mas que traz ele sendo espírita essa informação. No livro eu faço a minha digressão dizendo que é um privilégio. Aí eu tô lendo o meu comentário inspirado nessa mensagem do pastorino na página 94. É um privilégio viver num tempo em que a saúde mental vai deixando de ser um tabu para ocupar um lugar de destaque na vida de quem prioriza a busca pela qualidade de vida.

Já falamos aqui, você conhece mais de uma pessoa famosa, se não se não tá se lembrando, eu ajudo a lembrar, que de público disse: "Rezolvi dar uma parada para cuidar da minha saúde mental". O mais recente é aquele ex-técnico da seleção brasileira que assumiu essa semana o Cruzeiro em Minas Gerais, o Tit. O Tit disse abertamente, quando ele deixou a seleção, recebeu várias propostas, inclusive financeiramente interessantes, e ele achou por bem recusá-las e entrar num período de não trabalhar, porque ele ele tem essa opção. Tem gente que não tem a opção de não trabalhar porque precisa levar o sustento para casa.

Ele teve essa opção e não abdicou dela, dizendo: "Vou fechar para balanço, eu tô precisando cuidar de mim mesmo". O nosso grande surfisto Medina também teve um período de recesso, deixou de competir em alto nível no circuito mundial de surf, dizendo: "Vou cuidar da minha cabeça". A Simone Bailes, atleta da ginástica olímpica número um dos Estados Unidos, igualmente deixou de competir por um tempo. Ela disse isso na Olimpíada de Tóquio, no auge da pandemia. Ela falou: "Eu não tô legal, não tô num momento que eu me sinta à vontade para realizar o que eu mais sei.

Eu sou atleta de ponta, eu sou medalhista, mas eu não tô feliz, eu não tô conseguindo produzir, eu não tô conseguindo me sentir bem encaixada na minha atividade. Ó, vou dar um tempo aqui. Oton no YouTube tá lembrando que eu falo muito do Fábio de Melo, que eu já fiz duas lives com ele, mas é um caso importante. Ele também deu publicidade ao momento ruim dele, quando ele teve que se afastar das atividades e priorizar o quê? O que eu tô falando aqui no livro, o privilégio de vivermos um tempo que a saúde mental não é um tabu e a gente reconhece. A gente precisa por vezes cuidar bem da gente e não é só comer bem, dormir bem. fazer exercício.

Tem questões que invadem o espaço aéreo da tua mente e a mente precisa tá leve, a cabeça precisa tá fluindo e a gente precisa de ajuda para tocar a vida. Não é feio precisar de ajuda para termos uma mente sadia, pelo contrário, feio. É recusar. Algo que no nosso tempo existe. Bem sei e sempre lembro aqui que apesar de termos o centro de atenção psicossocial CAPS espalhados pelo Brasil, apesar de termos assistência gratuita nas escolas de psicologia, de psiquiatria, Sociedade Brasileira de Psicanálise, você tem atendimento gratuito. O fato é que do meu ponto de vista, ouvindo Boas Fontes, o Brasil ainda está atrasadinho.

O Brasil ainda está atrasadinho na melhor oferta via SUS daquilo que a gente tá chamando de promoção da saúde mental. Avançamos muito, mas precisamos avançar mais e mais rápido. E aí eu vou dizer aqui, psicólogos bem formados e sinceramente comprometidos com o uso ético das ferramentas que lhe foram confiadas, realizam trabalhos incríveis de resgate da autoestima e da coragem de ser quem se é. Aí eu vou abrir outro parêntese porque nos regimes que estamos testemunhando, eu vou emitir uma opinião, você não precisa concordar comigo. Eu não vou falar de todos os países do mundo que têm nesse momento eh autoridades com perfis eh megalomaníacos, autoritários e violentos.

Portanto, do meu ponto de vista hoje, e é apenas uma opinião, o senhor Donald Trump, o senhor Benjamin Netaniar em Israel, o senhor Vladimir Putin na Rússia, entre outros, e são muitos, né? Mas esses eles determinam pela exposição que t os holofotes que pelas autoridades que possuem e que são temporárias as autoridades. Te prepara vocês três e outros se preparem para prestar contas do uso que fizeram da autoridade que tem e que é temporário, é passageiro. Mas enfim, é uma exposição pública com muita divulgação do mau exemplo de desrespeitar quem não pensa como eles, quem não sente como eles, quem não age como eles.

Então temos aqui quando a gente fala da importância do trabalho dos psicólogos, é você ter a coragem de ser quem você é, é você não baixar a cabeça por ser uma pessoa com menos escolaridade, com outra cor de pele, com outra sexualidade, com uma religião que não é bem vista na comunidade onde você está inserido. Coragem de ser quem se é. Eu acho que o maior triunfo hoje do movimento que eu tô chamando, grosso modo, de em favor do autoconhecimento, é você aceitar-se e não querer modelar-se pelos valores alheios, não se medir pela régua dos outros. Eu tô falando de saúde mental, gente. Saúde mental passa em algum momento por aí. As pessoas se sentem melhor quando dizem: "Que bom!

Eu não preciso mais fingir, eu não preciso mais simular, eu não preciso mais estar aqui como se fosse atuando num filme ou numa peça de teatro. Não, eu sou eu. Eu sou eu. Bom, e eu tô pegando um trecho aqui do livro O Ser Consciente de Joana de Angeles, psicografado por Divaldo Pereira Franco, que diz o seguinte: despertar significa identificar novos recursos ao alcance. É bonito isso. O despertamento da criatura estaria relacionado, portanto, a capacidade que você tem de reconhecer ferramentas, recursos ao seu alcance. Despertar também significaria, segundo Jonas de Angângeles, descobrir valores expressivos que estão desperdiçados.

Isso também é muito interessante, porque nós temos potenciais que são adormecidos, engavetados, enclausurados. E quando você começa a ter a coragem de se conhecer e se permitir, você vai vislumbrar uma capacidade de realização pessoal que você não imaginava. Despertar também significa, segundo Joana, propor-se significados novos para a vida ainda não percebidos. Isso é muito, muito, muito inspirador e importante do meu ponto de vista, porque veja, a gente gosta de rotina, né? Rotina apaziga o espírito. E eu até reconheço que a rotina tem o seu valor. O problema é você ser prisioneiro da rotina e ver-se como um trem preso aos trilhos e a rota será sempre a mesma, né?

Quando, na verdade, penso eu, vários filósofos, vários pensadores, vários avatares, vários mensageiros que estiveram e ainda estão por aí entre nós sinalizam que o aprendizado é constante e que nós temos claramente o direito de repensarmos prioridades, projetos, desejos. A gente não para de reparar naquilo que nos convém. Aquela pessoa que tem sempre a mesma refeição. Eu só gosto de comer filé com fritas. Só como filé com fritas no almoço. Não me sirva mais nada. É o prato que eu mais amo, que eu mais gosto. Sou feliz assim, beleza, assunto seu. E a pessoa pode achar que é feliz comendo a vida inteira o mesmo prato.

O que eu tô querendo dizer é quando você se permite, se permite experimentar outras coisas, é bastante provável que você se surpreenda descobrindo, a partir das suas papilas degustativas sabores completamente novos que podem determinar em você uma um despertar na direção de outras possibilidades de ser feliz. Dá para ser feliz sem filé com fritas. Que maravilha. Dá para ser feliz sem automóvel. Dá para ser feliz sem morar num lugar muito maior do que eu preciso. Dá para ser feliz sem ter o smartphone de última geração? Dá para ser feliz.

Apesar de não ter plena saúde, de não ter uma um par amoroso nesse momento, de não ter um trabalho remunerado nesse momento, dá para ser feliz ou dá para seguir em frente? Dá para me sentir pleno, mesmo quando contrariado em relação aos rumos da minha cidade, do meu estado, do meu país, do mundo. Eh, e aí tem foi até algo que entrou no capítulo aos 45 do segundo tempo, a citação ao escritor francês Théophile Gautier. O acaso é talvez o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar suas obras, que é algo que inspira muito, particularmente segmentos do espiritualismo. Os espíritas estão aí que não acreditam propriamente no acaso. Então vou repetir a frase do escritor francês.

O acaso é talvez o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar suas obras. Esse trecho me faz lembrar outro livrinho que eu tô pegando as ideias que já foram objeto de pesquisas minhas e que estão em livros meus, todos eles cedidos, os direitos autorais para algumas para obras assistenciais. O caso aqui, a escola espírita Joana de Angeles em Japeri na Baixada Fluminense, a totalidade dos direitos autorais desse livro. Primeiro capítulo dele vai ao encontro do que o filósofo francês falou em relação ao acaso ser um pseudônimo de Deus quando faz as coisas acontecerem de uma determinada maneira. Atento aos sinais. A vida não é obra do acaso.

A primeira frase desse livrinho é essa: A vida não é obra do acaso, um acidente de percurso, algo desprovido de um sentido mais profundo que nos alcança e nos conecta com tudo o que vai à volta. Importa estar atento aos sinais, às pistas que cada momento da existência pode nos trazer. em situações inusitadas, encontros inesperados e tudo que puder nos ajudar a seguir em frente, fique ligado. Esse pensamento é muito profundo e ele guarda relação com a mensagem do espírito Hamed pela psicografia do Francisco dos Santos Neto. Deixa eu pegar aqui a referência certinha para não ter erro. Porque aí eu detesto para coisas importantes.

Minha avó dizia assim, minha avó Gabriela, quando o assunto é importante, não dê nem receba recados. Vai você mesmo. Então, eh, eu acho que a gente tem que ser muito fiel às boas fontes que a gente tem. É bom ter boas fontes para não dar um recado meio enviezado, sabe? O recado tem que ser direto. Então, vamos lá. Você conhece essa mensagem? Eu citei na sexta-feira essa mensagem, fiquei com ela na cabeça. Faria o papo das 9 inteiro só sobre ela, porque mais uma vez ela resgata em nós uma fé robusta. Uma fé na vida. Não precisa ser uma fé em Deus. Uma fé no amanhã robustece tua esperança quando você não atribui ao acaso. Tem uma, olha que coisa. Isso também não é obra do acaso.

Essa semana por duas vezes andando na rua, eu me deparei com adesivos de carro que trazia a mesma mensagem. E normalmente um deles era uma Kombi com sucateiro que fica coletando de porta em porta ferro, velho, metais, máquina de lavar, liquidificador, secadora. Esse povo é do bem, cara. Eu eu sou super fã. É meio chato às vezes quando eles ficam dando voltas na tua rua sem parar com o altofalante no máximo. Mas eu não reclamo não, eles estão fazendo dele. E aí a frase que aparece, eu vi duas vezes essa semana, uma delas foi numa combi num pessoal que faz coleta de lataria, né, que era assim: nunca foi sorte, sempre foi Deus. Eu acho isso assim, sabe?

É uma frase pequenininha e que traz ali uma visão de mundo que é muito sofisticada, nunca foi sorte. Aí você vai pegar o adesivo na combi do sucateiro, ele dizia: "Nunca foi sorte, sempre foi Deus". Aí você vai lembrar de que Albert Einstein, cara, um cabeção da ciência, né? Talvez a mais iluminada mente da ciência pode ter sido Isaac Newton, pode ter sido Stephen Hawking. O Einstein tá ali. O Einstein disse, escreveu, na verdade, que Deus não joga dados. Obviamente quando você joga dados atribui-se ao resultado de jogar dados algo aleatório. Então, Einstein também concorda com o sucateiro que botou o adesivo lá. Assim, não tem caso na natureza.

E aí, e essa mensagem do Hamed através do médium Francisco do Espírito Santo, que tá presente no livro Um modo de entender uma nova forma de viver da editora Boa Nova. Olha só que que é algo que quando você se livra assim das suas seus preconceitos, seus condicionamentos e se permite mergulhar na essência dessa mensagem, porque ela traz a informação sobre o que é existir nesse planeta. Isso diz respeito a mim e a vocês. Vocês podem não acreditar, mas essa mensagem traz para mim um lenitivo para minha esperança e para minha fé, no sentido de que há um propósito para nós estarmos aqui e agora. Então, começa assim: nasceste no lar que precisavas.

Tanta gente por aí que amaldiçoa pai e mãe, fala: "Ah, eu moro aqui, não sei porque que eu moro aqui, não sei o quê". Cuidado com as perguntas que você faz ou as afirmações impensadas que você faz, porque se você quiser investigar esse assunto, provavelmente você vai chegar em respostas muito interessantes da razão pela qual você é filho ou filha do teu pai e da tua mãe. Por que aquele homem e aquela mulher, num dado momento em conjunção carnal, determinaram a concepção que resultou na tua chegada ao mundo? Eh, para mim é interessante sempre me lembrar que o encontro dos meus pais não foi obra de um acaso, porque nunca foi sorte. Deus não joga dados.

E aí vem, vestiste o corpo físico que merecias. Então, é outra questão da gente, em vez de ficar só reparando, ah, eu queria ter uma um corpo diferente e e a gente por vezes realiza movimentos invasivos e que podem custar caro quando não nos damos conta exatamente porque estamos fazendo aquilo, qual é a razão pela qual nós nos debruçamos naquela direção. É claro que a gente vai reconhecer que toda vez que você quer ter saúde, eventualmente você vai se deparar com ajustes na tua rotina alimentar, a necessidade de uma dieta, a necessidade de perder peso. E isso tá dentro de uma perspectiva de saúde e de bem-estar e de autoestima. Até aí eu não tô discutindo.

Vestiste o corpo físico que merecia. vai na direção de que a gente precisa entender que igualmente o corpo que a gente possui, que nos atende com mais ou menos satisfação, que que é um corpo saudável ou nada saudável, aquilo guarda um sentido. Às vezes é é difícil ouvir isso, mas é o teu corpo, cuide bem dele. E o desafio da gente cuidar do próprio jumentinho, como diria Francisco de Assis, cuide bem do teu jumentinho. É um aprendizado espiritual cuidar bem do próprio corpo, porque ele vai precisar de cuidados especiais. A gente fala de defender a vida, defender o meio ambiente, defender a floresta, defender isso, defender aquilo. Começa pelo teu corpo. Começa pelo teu corpo.

Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar de acordo com o teu adiantamento. Não é você ficar sempre no lugar que você sempre esteve. É quando você começa a ter consciência do que é a vida, de quem é você. O lugar onde você está hoje. Não, não que você não possa mudar para um lugar melhor, mas o lugar onde você está, diante das circunstâncias que foram postas até aqui, é aquilo que ele tá dizendo, no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar de acordo com o teu adiantamento. E isso não diz respeito apenas à casa, de respeito à cidade, estado, país e planeta. Isso vai longe, esse entendimento da mensagem do Ramed.

Aonde a gente tá, no perímetro em que você tá situado, creia, aquilo também não é obra do acaso. Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades. Aí vem aquela história do cara que na virada do ano apostou na mega cena acumulada mais de R 1 bilhão de reais e não ganhou. Aí ele fala: "Pô, Deus, eu tô numa desgraceira que eu não tô conseguindo pagar minhas dívidas, tá feia a coisa, tô ameaçado de despejo, não tô conseguindo trabalho". E por aí vai, né? Aí a pessoa começa a falar: "Tem algo errado, fui esquecido. Deus esqueceu de mim. meu meu meu guia, meu anjo espiritual, isso não existe. Olha a situação que eu tô e ninguém muda minha realidade.

É interessante porque do ponto de vista espírita, antes da nossa encarnação, nós recebemos instruções antes de se dar o apagão da memória pela concepção carnal, o recomeço de uma nova jornada na carne, a gente vai ter a identidade espiritual preservada. Então, tem as ideias inatas e os aprendizados de vidas anteriores que permanecem com a gente de alguma maneira, mas a gente não tem a memória.

E aí por, olha, isso é até para mim é um assunto muito interessante até da gente explorar com mais tempo numa outra live, a privação da matéria, a situação de pobreza e miséria, muitas vezes é solicitada pelo espírito reencarnante no sentido dele fazer melhor uso dos recursos que chegam ao seu alcance, porque quando teve riqueza, quando teve a experiência da opulência desperdiçou enormemente tempo, energia e principalmente esses recursos na direção do que não é interessante ou financiou tragédias, desgraças, horrores, se envolveu com instituições bancárias que prometiam lucros exponenciais muito acima do mercado e por serem poderosos, tentaram reverter com pessoas influentes no poder um processo de liquidação. [risadas] É, gente, a riqueza e a opulência são experiências passageiras na vida.

O uso que fizermos dos recursos ao nosso alcance diz muito daquilo que nós essencialmente somos. Não por acaso no Evangelho de Jesus aparece a metaforicamente o reconhecimento de Jesus pelas dificuldades que a riqueza traz do ponto de vista espiritual. É mais fácil um rico um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus. Então veja, a não é defender a pobreza e a miséria, não é nem a doença. Não tô defendendo a desgraça, as dificuldades, a dor e o sofrimento. Eu tô falando que Deus não joga dados. Eu tô falando que nunca foi sorte, sempre foi Deus. Tem um sentido. Não é você ficar prisioneiro daquilo. É você dizer: "Não vou me revoltar.

Não vai ajudar em nada. Não vou amaldiçoar a vida ou Deus porque não tenho sequer o necessário. Eu vou fazer o movimento que me cabe fazer no sentido de reverter um cenário que me é hostil. E aí vem teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes e amigos são as almas que atraíste com tuas próprias afinidades. Portanto, o teu destino está constantemente sob teu controle. Aí a gente chega num ponto que nos distingue dos animais ditos e racionais. Porque a Dra.

Irvênia Prada, que eu gosto sempre de citar, uma grande amiga, uma carreira acadêmica brilhante, professora, doutora, emérita da USP na veterinária, escreveu livros referenciais para os espíritas em relação à alma dos animais, né? e a necessidade de uma nova ética em relação a eles. Pois bem, o que nos distingue basicamente dos animais, nós não teríamos agora a prevalência do instinto. E além disso, nós agora temos o livre arbítrio. que um animal, grosso modo, porque existem alguns que têm rudimentos muito interessantes de inteligência, mas grosso modo, nós quando realizamos as escolhas, nós temos o livre arbítrio para, se quisermos, fazer uso dele, pensarmos antes de fazer, pensarmos antes de comprar numa loja que disse que aquilo está em liquidação, é perguntar para si mesmo Eu preciso disso.

Só porque tá barato, eu vou levar. Não, se eu tô pensando, eu tô usando o livre arbítrio, só que não. Não vou levar, não tô precisando. Por que que eu vou colecionar tanto sapato, tanta roupa, tanta coisa que eu não tô precisando, não necessito, vou levar por quê? Isso é livre arbítrio em ação. Para dar apenas um exemplo. E aí vem: "Tu escolhes, recolhes, eleges, atraís, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia na existência". Por exemplo, terminado o papo das 9, tô aqui com a Cláudia e a Lolinha, nossa a Lolinha que tem rudimentos de inteligência, [risadas] mas não tem livre arbítrio.

Vamos decidir o que fazer nesse domingo, que hoje pode chegar a 40º do Rio de Janeiro, estamos todos em sofrimento climático. Calor é é complicado. É o meu dia de folga, eu trabalhei ontem no plantão. Que que eu vou fazer no domingo? É o livre arbítrio. Se eu fosse animal, eu ia instintivamente buscar um refúgio onde haja sobre água fresca. Ponto. Eu quero ver outras possibilidades assim, além de uma climatização adequada, eu quero ter alguma experiência legal nesse domingo de folga. Portanto, o tempo todo você realiza escolhas. O tempo inteiro você realiza escolhas. O quanto Donald Trump te deprime, é uma escolha.

Você escolhe o quanto questões do Brasil relacionadas à política, à gestão econômica, a privilégio de uma elite do setor financeiro, o quanto isso te apoquenta, te apurrinha, te desequilibra. Você escolhe o quanto você se vitimiza das circunstâncias da vida, porque isso é muito cômodo pra gente dizer assim: "Ai, meu dedo, né? Eu eu tô, por exemplo, quer ver uma coisa que que me tocou o coração? Eh, no mundo do futebol, o meu time do coração Fluminense essa semana teve dois incidentes lamentáveis. O técnico que é o Zube dia, jovem dinâmico, né? Ele eh foi operado a numa situação de emergência do coração. Vai ficar 15 dias no estaleiro, no início da temporada.

Eu fico imaginando ele agora no leito, não sei se ele deve tá ainda no hospital, porque o procedimento foi ontem, sábado, mas se ele já recebeu alta, que ele colocou um estente, angioplastia com estente, aí você vai dizer: "Caramba, e ele deve tá agoniadíssimo, né, falando: "Cara, tem um elenco inteiro que se reapresentou essa semana, tô no início da temporada, tô querendo fazer meu trabalho, não posso, cara. Resignação positiva, não adianta se desesperar, nem se vitimizar. aconteceu. A questão não são os fatos ruins que acontecem com você. A questão é como você responde, como você reage, como você lida com os fatos ruins que acontecem com você. Esse é o ponto. Então, vamos lá.

O que diz Ramedes? Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivencial. Aí vem ele dizendo: "Não reclames, nem te faças de vítima". Isso é muito, gente, assim, no nosso nível evolutivo, a gente reclama o tempo todo. Eu preciso, a gente não vai aqui e forjar, simular realidades que não são as nossas. Vamos colocar aqui o pé no chão e humildemente reconhecer. Nós transitamos no nível evolutivo, onde a queixa, a reclamação e a vitimização. Se você tá distraído, você vai cair nessa armadilha. Há pessoas que infortunadamente são conhecidas pelo queixume. Ih, lá vem fulano, sempre reclama de tudo.

Eu desejo que você não chegue a uma fase da tua vida em que todo mundo à sua volta passe a reconhecer você pelo carimbo do queixume. Lá vem fulan, reclama de tudo. Tá sempre de mau humor reclamando de tudo. Então vamos subir um degrauzinho na escadaria. Vamos tentar lembrar quando der vontade de reclamar o que nos cabe fazer para reverter essa situação na medida do possível ou pelo menos se calar. Nesse caso, calado você é um poeta. [risadas] Tô com uma vontade danada de reclamar de tudo. Calor. Ponto evolutivo para você. Ponto evolutivo para você. É disso que estamos falando. Vitimização. Por quê?

Se você quiser saber dentro da perspectiva reencarnacionista quem você foi no passado e saber a partir da dinâmica da lei de ação e reação, a motivação para certos infortúnios que t, é possível que você até diga: "Nossa, estão pegando o leve comigo. Tão pegando o leve comigo". Bom, antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Isso é muito profundo. A gente fica na expectativa de que algo fora aconteça para eu me sentir bem. Eu preciso ter um Messias do século XX, comandando o mundo, como comandando o Brasil. Eu preciso ter alguém que faça com que tudo aconteça melhor. Pelo amor de Deus, assim, o a a a sociedade é complexa, o mundo é complexo.

Uma pessoa, uma mandoria não faz verão, é um ditado que se encaixa perfeitamente. Cada um de nós precisa realizar a sua parte para a construção de algo efetivo, algo funcional, algo que dê rumo aos acontecimentos. Então, quando se fala que antes de tudo, analisa e observa, a mudança está em tuas mãos. Naquilo que te compete, diante das circunstâncias, qual é a tua resposta? As más notícias da guerra a partir da invasão da Rússia Ucrânia. Nossa, esse assunto é terrível. o que sobrou de Gaza e o estado deplorável do ponto de vista humanitário da população que lá ainda reside sem qualquer perspectiva nesse momento.

A situação terrível, flagelo que nós estamos vendo, um país dividido, que são os Estados Unidos, a partir da perseguição imposta aos imigrantes que resultou essa semana no óbito, eu vou dizer assassinato, porque as imagens mostram isso, sem necessidade, um agente da imigração atira contra motorista de um carro e mata a mãe de duas ou três crianças, né? eh, americana. Agora, mesmo que não fosse cidadã americana, não dá direito a isso. Ah, mas não atendeu a uma ordem para parar o carro. Gente, olha, com toda a franqueza, em qualquer lugar do mundo, você tem uma blitz policial, o carro passa, você vai atirar onde? Na pessoa, no pneu, você não vai perseguir primeiro.

Como é que é isso de você atirar no primeiro que desobedece você? Bom, eu não não quero fazer essa reflexão agora. Última frase da mensagem do espírito Ramed por intermédio do médium Francisco do Espírito Santo Neto. Reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Vou repetir. Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor. Então, antes da gente se queixar que o mundo tá de cabeça virada, que essa turbulência é indigesta, eu fico deprimida, eu fico com dor de cabeça em xaqueca, eu não quero mais ir à minha igreja, eu não quero mais ir tomar passe, não quero [risadas] mais ler nada, tô de saco cheio disso tudo. OK. Livre arbítrio é soberano. Agora não é a melhor opção.

Nunca foi, nunca será. Quem tá vivo tá em missão. A nossa é transformar limão em limonada. Porque nós vivemos no lugar em que precisamos estar, no tempo que é o nosso tempo, com os fatores favoráveis e desfavoráveis. o conjunto de circunstâncias que nos dizem respeito. Você não tá deslocado, você não tá fora do contexto, você precisa entender o contexto. Você precisa entender as circunstâncias para, vamos lá, reprogramar tua meta, buscando o bem e vivendo melhor. Mais uma vez um beijo aos amigos do Papo das ve que me presentearam ano passado com a camisa Papo das veissão. 5 anos agora em março, estamos completando seis. Força, coragem e fé. Seguindo em frente.

Alimenta a tua fé como você faz com a tua plantinha que precisa de água, precisa ver os nutrientes da terra. Vou botar aqui mais adubo num vô. Se tá mais ou menos exposta a plantinha ao sol, se precisa estaquear para ela não entortar na direção do sol, tudo isso é em teu favor. Tudo isso precisa acontecer todo dia. Não é só hoje daqui a 10 dias. Todo dia. Todo dia. Ótima semana para todos. Tudo de bom. Fiquem com Deus. [sem fala]

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