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Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Olá,. Muito bom dia a todas e todos vocês. Onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, passando pelo momento que vocês estiverem passando, sejam realmente muito, muito bem-vindos em mais uma edição ao vivaço do Papo das, direto do Meu Cafofo, aqui em. Laranjeiras. Friozinho, tempo chuvoso, céu nublado. Adriana Quacanhoto eternizou uma música que carioca não gosta de dias nublados. Eu sou carioca. Mas eu acho que os dias nublados têm o seu valor, não tem o brilho, é a exuberância dos dias iluminados de sol, mas tem o seu valor. Eu eu acho interessante a gente penetrar e se permitir capturar os diferentes tons de luminosidade, de.
Brilho, de maior fugor, maior, eu diria, contenção das luzes. Porque em certa medida a natureza visível, tangível, ela reproduz os ciclos que nós internamente também atravessamos. E todos eles, todos esses ciclos têm o seu valor e todos eles. Trazem ensinamentos importantes, né? É algo filosófico, mas que toca a fundo o meu coração. A beleza das nuances de diferentes situações e momentos. Que a natureza nos traz. Então, vamos de Minutos de Sabedoria, vamos buscar aqui o nutriente espiritual no encerramento quase de mais uma semana,. Outubro, né, cara? Como é que o tempo tá, ó, voando baixo nesse ano da graça de 2025 também.
Então, que eu seja aqui um meio adequado, um instrumento maleável, uma ferramenta útil para abrir na página. Indicada pelos amigos invisíveis a mensagem que possa nos inspirar, nos ajudar a encontrar equilíbrio, serenidade, bom ânimo, né? A gente precisa tanto disso. Isso é nutrição, nutrição espiritual. Vamos aonde? Opa. Ih, ó lá. 34. Coopere com sua pátria para engrandecer-se a si mesmo. A pátria é a reunião de todos nós. No entanto, evite buscar apenas vantagens pessoais, pois aquilo que você retirar a mais para. Você estará prejudicando a outrem que receberá a menos. Qualquer função é útil à comunidade e o bem da coletividade se distribui a todos os cidadãos.
Não abuse dos seus privilégios. Basicamente a mensagem para mim aqui, a gente faz um exercício de meditação, reflexão. Essa mensagem me traz duas questões pontuais. A primeira,. A pátria no sentido do coletivo da comunidade que tem em comum a cultura, a língua, eh hábitos e comportamentos ou uma sensação de pertencimento,. Né? uma sensação de pertencimento. E isso nos ajuda num projeto evolutivo. Quer dizer que você pense no coletivo e o coletivo do lugar aonde essa sensação de pertencimento está clara pelas variáveis que eu compartilhei. Mesma língua, mesma cultura, uma percepção de que temos muitas coisas em comum. Comum, comunidade. Nós temos muitas coisas importantes em comum.
Então, a pátria dentro da questão nos colocando na questão do sentido. Comunitário, é a minha visão. Eh, obviamente, como tudo na vida, os excessos ou os radicalismos precipitam equívocos. Precipitam violências. Então esse ufanismo e a pátria, isso pode invariavelmente determina uma visão, a meu ver, equivocada, que eh. Traz conflitos desnecessários, estresses que não deveriam ter lugar. Até porque do ponto de vista espiritual, nós, a nossa pátria comum é a humanidade. O sentido de comunidade atravessa fronteiras, razão pela qual perseguir de forma obstinada e violenta,. Quem não seja, por exemplo, brasileiro, estigmatizar, ter manifestações de intolerância.
A imigrantes, né, que venham de países aonde haja perseguição política, eh algum tipo de hostilidade que torna a vida na sua pátria original insuportável. Aí você. Vem pro Brasil, aí você diz: "Não, mas você não é dos meus. Você não é bem-vindo porque você não é brasileiro". Isso conflita para nós que nos declaramos majoritariamente pelo senso. Cristãos, religiosos, acreditamos em Deus e cristãos, a maior parte do Brasil, dos brasileiros, se diz assim: esse, eu diria, essa antipatia gratuita quem não é brasileiro, porque não é da minha pátria, não faz sentido nenhum,. Nenhum. zero. Então essa é uma questão.
A outra que me vem à cabeça nessa mensagem 34 sobre a pátria é quando pastorino adverte. Evite buscar apenas vantagens. Pessoais. Não abuse de seus privilégios. Isso é de uma atualidade constrangedora. Por quê? Porque o discurso patriótico, por vezes, traz a tentação de você usurpar valores e princípios que são. Importantes em favor de projetos e causas personalíssimas. E isso pastorino já diz assim, já dá o recado, olha por aí se essa não é ideia de pátria. A pátria é o coletivo, a pátria é a comunidade, a pátria é o lugar onde você haverá de trabalhar em favor, não apenas do seu. Interesse, mas do interesse coletivo, que bem lembrado é um interesse difuso.
Pátria não remete a uma ideia completamente equivocada de que todos devemos pensar do mesmo jeito, sentir do mesmo jeito, acreditar no mesmo Deus, gostar das mesmas músicas, ter as mesmas inclinações. Isso não existe. O ser humano,. Penso eu, na sua característica mais importante, ele é singular no universo. Cada um de nós foi criado de forma absolutamente distinta. E essa diversidade empresta beleza e riqueza a espécie humana. Nós seríamos apenas um exército de clones, se fôssemos todos iguaizinhos, com as mesmas inclinações,. Os mesmos gustos, as mesmas aptidões. Que coisa chata, insuportável.
Eu gosto sempre de referenciar dentro da perspectiva transcendental tendo Jesus como modelo e guia. Jesus quando escolheu 12 apóstolos sabia que os 12 eram diferentes entre si e que teriam como houve, eh, dissensos, não pensando do mesmo jeito, sobretudo, tendo visões distintas de como. Interpretar o mestre ou divulgar a boa nova. E óbvio que Jesus sabia disso. Então isso não é um problema em si. A questão é como lidar com as diferenças. E tão melhor será lidar com as diferenças quanto a nossa capacidade de entender o que Jesus quis dizer quanto ama o próximo como a ti mesmo. Seja o próximo quem for, sem fazer qualquer distinção. Fui longe, né? Hoje falei muito.
E aqui eu tô de improviso manifestando opiniões ligeiras que não significam, não significam que seja a única possibilidade de interpretar essa. Página, nem que seja a sua interpretação. Do contrário, eu seria incoerente. essa forma que eu interpretei aqui a mensagem do pastorino tentando contextualizá-la, é a única forma possível. Não, muito menos que seja uma forma correta. É apenas a minha maneira de interpretar. Com isso, replicando aqui o que eu já falei várias vezes no papo, não importa seja nesse livrinho ou qualquer outro livrinho com mensagens.
Edificantes, esse é um exercício importante, penso eu, de lapidação espiritual, desenvolvimento das suas sensibilidade na direção do transcendente. Eu acho isso muito importante. Vamos aqui para a recomendação de livro. Recebi o novo livro do meu amigo José Carlo Deluca na Escola da Vida. Eh, com uma dedicatória muito bonitinha ao caro amigo André Trigueiro, feliz por estarmos juntos nesta linda escola. Abraços. E está aqui, na Escola da Vida, lições espirituais para o bem viver. Eu já comentei aqui, foi assunto de um papo das nove especial, como Como é possível e salvo engano, é de algum livro psicografado pelo Chico, provavelmente editado por André Luiz.
Detesto não ter a referência clara na mão, mas vamos colocar então isso como uma ideia que eu não vou precisar aqui a origem, que a Terra poderia ser considerada escola,. Hospital ou presídio. Ou seja, dependendo das escolhas que nós fizermos enquanto espíritos imortais, na atual encarnação, a Terra seria mais entendida como uma escola, ou melhor compreendida como um hospital,. Ou ainda como um presídio. A privação da liberdade como uma pena muito dura que serve como um freio de arrumação nas escolhas que o espírito faz na condição de encarnado. O o Deluca tá aqui chamando atenção na escola da vida. Eu. Vou reproduzir aqui um trecho do primeiro capítulo. São 63 capítulos do livro.
Eu achei bem interessante a maneira como ele sintetiza. A ideia de que o planeta Terra é uma escola. A vida na Terra é uma excursão de aprendizado para nossa alma imortal. Viemos do mundo espiritual e para lá regressaremos um dia. Não somos daqui. Estamos provisoriamente nesse mundo físico para desenvolver os nossos potenciais divinos e aparar as nossas imperfeições. A finalidade da nossa presença neste plano não é exatamente o que ganharemos aqui, mas o que levaremos daqui conosco em termos de conquista do espírito. Os obstáculos da vida material são os mestres ocultos do nosso aperfeiçoamento. Funcionam como um personal trainer da nossa evolução. Não os rejeitemos, nem os amaldiçoemos.
Aprendamos as lições disfarçadas em forma de dificuldades. Nós cresceremos muito se fizermos isso. Não esqueçamos que a Terra essencialmente é a grande escola da vida, onde todos somos aprendizes. Estamos num curso intensivo de educação espiritual. Quem não se enxerga como aluno da vida, nada aprende com ela, não avança, vive em contínua recuperação escolar. Fomos matriculados por Deus na escola planetária. Nosso objetivo é crescer em amor e sabedoria, descobrir e expandir os talentos de que Deus dotou cada um de nós. E aí ele vem até encerrar o capítulo dizendo: "Quem progride na escola da vida passa de ano, evolui e quem avança é sempre mais feliz. Bendita escola.
Então, tá aqui o novo livro do meu amigo Confrade José Carlos Deluca nas na Escola da Vida Lições espirituais para o bem-estar da inteliter editora. Belê, tá dado o recado. Parabéns, Deluca. Isso aí, Deluca tá escrevendo para caramba. Toda hora tá lançando o livro. Livro dá trabalho, viu, gente? É brincadeira. fazer livro, não. Livro dá um trabalho monumental. Sugestão hoje de é o momento do Papo das 9, depois da recomendação de literatura, de leitura, que a gente possa unir forças em favor da notícia mais importante da. Semana e talvez do do ano até o momento, que é a perspectiva concreta de paz.
Em Gaza, a entrada firme do presidente dos Estados Unidos, que vinha avalizando o massacre de palestinos pelas forças israelenses,. Legitimando o direito de Israel retaliar o ataque do Ramaz há mais de 2 anos em território israelense, fazendo reféns. Mas um massacre desproporcional. E e Trump falando de até bem pouco tempo atrás ele vinha segurando a ideia, apoiando a ideia de espurgo dos palestinos, investimentos num lugar maravilhoso que pode ter. Resorts, empreendimentos turísticos, a nova Riviera. Um delírio, né? Um delírio. E de repente ele muda de chave o Trump. E eu perguntei isso pro nosso correspondente em Nova York, Jorge Pontual.
O que que houve que o Trump resolveu fazer o dever de casa e não validar esse massacre de civis inocentes, crianças mortas mutiladas, hospitais. Destruídos, etc. uma coisa horrorosa, ajuda humanitária bloqueada, aquela coisa, o jornalista não entra para documentar nada, fica lá aquela área eh não disponível para. Que haja alguma transparência, algum registro fidedigno dos horrores que estão acontecendo por lá. E o Jorge Pontual disse: "A mudança de chave do Trump se deu quando o Israel resolveu bombardear eh atacar o Qatar. Qatar naquela parte do mundo, um país chamado Qatar, atacar o lugar aonde estariam membros do Ramás".
O Qatar ficou indignado com o ataque de outro país nos seus domínios. E o Qatar é um importante aliado estratégico dos Estados Unidos junto ao mundo árabe. E aí desequilibrou o jogo. E aí o Trump entendeu a importância de não ficar passando pano para tudo que Jael fazia e colocou um basta. Determinando outro rumo pros acontecimentos. Então, Donald Trump fez o que se espera do presidente da maior superpotência econômica e militar do planeta, que historicamente sempre eh apoiou incondicionalmente, né? Eh, não incondicionalmente, apoiou ostensivamente Jael, mais importante aliado dos Estados Unidos na região, mas ao atacar o Qatar, essa é uma hipótese, virou o jogo. Opa, aí não.
E isso teria resultado no início do processo de paz. As preces que fazemos foram ouvidas. Vocês aí que estavam orando pela paz, como eu, vocês aí que estavam se manifestando contra os horrores desse massacre em Gaz, sem. Deixar de reconhecer o direito das famílias israelenses, que foram brutalmente eh ou assassinadas ou tiveram seus familiares feitos reféns até hoje, eh, pelo Ramaz. Quer dizer, os horrores. Da violência imposta na retaliação do governo Netaniarro a ação militar do Ramaz em território israelense foi o pretexto para empurrar, enchotar os palestinos, destruir toda a infraestrutura de Gaza. Isso não teria. Fim até que Trump entrou no circuito.
Então, temos a perspectiva real de paz. Até segunda ordem, porque você sabe historicamente, toda vez que se consegue um armestício, uma distensão nas relações naquela parte do mundo, os extremistas, tanto do lado de Israel, quanto do lado. Dos terroristas palestinos, estrilam. Eles não estão gostando da paz, eles não querem a paz. Por isso que é um momento instável, porque qualquer cochilo, qualquer coisa fora do que tá previsto. No tratado, o acordo, melhor dizendo, pode precipitar a retomada da beligerância e das ações militares.
Então, a gente tem que continuar rezando, agradecer a todas as pessoas do mundo, porque o mundo tá, ó, as passeatas, as manifestações, o posicionamento de pessoas famosas no mundo político, no mundo artístico, no mundo esportivo,. Jogadores técnicos, torcedores de futebol, artistas de cinema, de teatro, as pessoas estão indo pra rua dizendo: "Chega, basta, já deu". E isso não era percebido, isso não era ouvido. Aquelas flotilhas levando ajuda humanitária, as tropas israelenses botando para quebrar, dizendo: "Aqui vocês não entram". Então agora temos a chance real de virar esse jogo. Não é pouca coisa.
O Trump, ele tem um lado tão, eu diria, como é que eu vou chamar isso de uma forma elegante? Pitoresco. Pitoresco por quê? Porque ele não tem o constrangimento que eu acho que a maioria de nós teria de ficar se jactando, né? Se declarando uma pessoa perfeita. Eu sei fazer as coisas. Ninguém fez tão bem quanto eu. Eu sou o máximo. Eu sou maravilhoso. Eu sou super. Ele tava querendo ganhar o Nobel da Paz, cara. Ele tava querendo ganhar o Nobel da Paz, o que não faz sentido, né? Quer dizer, não sei se vocês acompanham isso. Essa. Semana nós tivemos a premiação, uma vez por ano, tem o prêmio Nobel de química, de física, de matemática, de literatura.
Aí hoje foi o anúncio do mais prestigiado dos prêmios Nobel, que é o da paz. Trump queria ganhar. Ele falava isso. E eu quero ganhar. Logo ele que embora tenha marcado a meu ver um gol tardio, como disse, já devia ter feito antes, mas tudo bem, fez agora. gol, mas ele tá perseguindo de uma forma tão violenta, obstinada, injusta, imigrantes no próprio país. Para citar apenas uma. Questão, dentre outros, pais não está no dicionário do Trump, né? Quer dizer, na parte da letra P, a palavra paz fica meio desconfortável de aparecer no dicionário do Trump, porque não é a dele. Ser o mensageiro da paz, uma pessoa que queira promover a paz nos Estados Unidos, principalmente e fora dos Estados Unidos.
Não é a tônica do mandato do Trump, não é a tônica, não é o norte magnético da bússola dele. E aí ganhou a Maria Corina Machado, gente, que é uma opositora corajosa, obstinada da ditadura. Horrorosa de Nicolás Maduro na Venezuela. Essa mulher, ela de fato não se intimidou em nenhum momento, apesar de todas as ameaças, apesar das prisões, apesar de tudo que o regime de Nicolás Maduro faz para asfixiar. A voz dessa mulher, ela esbraveja na Venezuela contra fraude nas eleições, manipulação das regras eleitorais, um governo que sabota o judiciário. A justiça tá dominada pelo ditador. Ela. Fala, mas ela fala lá. Falar aqui no Brasil ou entro lugar do mundo é mole.
Ela tá falando isso lá e já tem um tempo. Então, a Maria Coriana Machado levou o Nobel da Paz e levou, do meu ponto de vista, eu não sou um conhecedor profundo da biografia dela, mas quem acompanha os assuntos na Venezuela há muito tempo, desde Hugo Chaves, depois Nicolás. Maduro, a Venezuela virou uma um regime auto horroroso. Sistema político venezuelano tá dominado por pessoas assim que estão inebriadas de um poder absolutista, né? uma coisa horrorosa. Venezuela se transformou num pesadelo. Pesadelo do ponto de vista do. Regime político. E ela tá lá, Maria Corina Machado e o a o Comitê Nobel, né, que define por voto quem vai levar, entendeu que era o momento de enaltecer o trabalho.
Da Maria Corina Machado. Então assim, a gente tem que reconhecer eh o valor o valor da resistência, porque sempre que houver opressores, haverá entre os oprimidos aquele que não. Vai fugir e pode ter motivos para fugir dizendo: "Não tá bom para mim aqui. Não tô criticando quem vai buscar no exílio o direito de se manifestar". Mas a Maria Corina entendeu que a força da resistência dela seria permanecer dentro da Venezuela, onde ela é um calo no sapato eh de Nicolás Maduro, né? Não é simples. E não é fácil falar mal de Nicolás Maduro por lá. Deixa eu ver aqui se tem algum dado na notícia.
A, o Comitê Nobel justificou a premiação da Corina dizendo por seus esforços persistentes em favor da restauração pacífica da democracia e dos direitos. Humanos da Venezuela. Ela é a 20ª mulher a vencer o Nobel da Paz. vive escondida na Venezuela desde que contestou amplamente o resultado das eleições ocorridas em julho do ano passado. Eleição completamente fraudada, completamente não, o resultado não é fidedigno, não foi reconhecido o resultado internacionalmente. Eh, uma das vozes mais corajosas da América Latina. Isto posto, vamos partir aqui para a participação de vocês com as perguntas ou manifestações de ideias que tiveram lugar a partir da.
Sugestão que demos ontem no stories do Instagram com o tema arrependimento mata, porque existe esse ditado popular, né? Arrependimento mata. Aí eu fiz a pergunta, arrependimento mata? Pra gente refletir um pouco sobre arrependimento. Eu vou pegar a carona aqui novamente no livro que indicamos há pouco, recém-lançado do meu amigo Deluca. Na escola da vida, certamente, no ponto de vista espírita, não há dúvida, o arrependimento é aprendizado, porque no nosso egoísmo, nós temos a tentação de acharmos que estamos sempre certos. E. Quando não estamos certos, a gente dá um dopping mental assim, se apaga uma borracha assim, você fala: "Aonde você errou? aonde você foi injusto, aonde você se precipitou, aonde você falou o que não devia dizer,.
Aonde você fez o que não devia fazer. Aí a gente passa uma borrachinha ali e toca a vida. E o arrependimento ele traz ali uma ele traz uma oportunidade da gente avançar na vida reconfigurado, reconstituído a partir da admissão. De um erro. Eu já antecipei aqui a minha opinião, mas eu não é apenas uma opinião. Vamos ver o que que vocês falaram dentro da listinha feita pelo meu amigo Mr. Anderson, direto do Planalto da Borborema em. Campina Grande. Ele que é o nosso anjo da guarda da das redes, né, sociais, onde a gente tá presente. Arrependimento mata foi a pergunta aí. A Cristiane de Souza.
Acho que a minha amiga de Porto Alegre, ela diz assim: "Olha que isso é bem bem instigante, bem filosófico. Como curar o arrependimento por ter perdoado pessoas?" O que eu tô entendendo, eu não sei se eu entendi bem, Cristiane, você tá falando um arrependimento que veio depois de ter perdoado pessoas, né? A ver, na verdade, o arrependimento ele sugere o quê? O perdão ele é pra gente. O perdão é um ato libertador. Do desejo de vingança, da mágoa e do ressentimento. Então, quando você perdoa, a questão não é se a pessoa merece perdão, se a pessoa tem direito ao teu perdão.
A questão fundamental é: Eu quero me livrar de sentimentos hostis que depredam meu psiquismo e podem inspirar atos nefastos a mim quando quero retaliar um mal que me foi. Causado. Então, o arrependimento por ter perdoado alguém, cada caso é um caso. Não tô aqui fazendo juízo de valor, mas eu acho que a gente não devia. Quando você perdoa alguém,. Acabou, você não tá mais ali eh vinculado à aquela história. E se a pessoa volta a errar com você, a ideia fundamental, eu acho, é a seguinte. Em vez de você se arrepender de ter perdoado,. É você manter o prumo dizendo: "Eu não vou ceder a tentação".
De tentar buscar uma vingança, uma retalhação ou tornar o meu coração fértil a germinação de sentimentos muito, muito negativos, que são a mágoa e o. Ressentimento. Eu acho que é por aí. Eu aprendi, é um aprendizado meu, tá? Assim, vocês podem não concordar. A leitura que eu faço do perdão à luz do espiritismo cristão é que o principal beneficiado pelo ato de. Perdoar não é quem foi perdoado, mas é quem perdoa. Esse é um aprendizado fantástico. Quando você perdoa alguém, quem se beneficia primeiro é você. Ah, agora eu tô arrependido de ter perdoado alguém. O outro não vai ser uma pessoa melhor porque receber o teu perdão.
O outro não vai se transformar ética e moralmente, não necessariamente vai se transformar ética e moralmente a partir do teu perdão. O perdão te transforma. O perdão transforma quem perdoa. Por isso que é algo, é uma das lições fundamentais da escola da vida. E não é um aprendizado fácil, mas é um aprendizado necessário, penso eu. Cris Marques, se o arrependimento é real e não se retratar, corroi por dentro. Se retratar resolve. Olha, o o mais importante é a sinceridade, não é um gesto teatral, assim, uma simulação. Do contrário, seríamos hipócritas de perdoar, né, ou de se arrepender da boca para fora. Eu entendi a tua pergunta e eu entendo que o arrependimento ele será mais luminoso.
O arrependimento já é algo e é a luz que tá em você que tá dizendo: "Se liga, a consciência tá acusando o o erro. Eu tô arrependido porque eu tô percebendo que eu errei. Então isso já é. Algo muito importante. Mas eu entendi a pergunta e eu concordo para mim que a retratação é ato contínuo do arrependimento. É uma duplinha que deveria caminhar junta. O ideal seria assim, uma duplinha que caminha junta. Ou seja, eu me arrependi e posto que eu me arrependi, ou seja, posto que eu reconheci que algo que eu fiz não foi legal. E não foi legal porque prejudicou alguém, causou algum. Dano de alguma natureza. Eu farei a minha parte agora para tentar reparar.
A retratação é um gesto de muita grandeza moral. Quer dizer, a pessoa vira a público admitir que errou é de uma grandeza moral incrível. Por vaidade, muitas pessoas que se arrependem não admitem, não se retratam, não pedem desculpa e. Não tentam reparar o dano eventualmente causado. Cada um com seu cada um, cada um no seu degrau evolutivo. Mas realmente quando a gente se arrepende, a gente consegue se retratar, a gente consegue dizer: "Olha, eu preciso falar uma coisa com você. Eu queria pedir desculpas. Você pode até não me perdoar, mas eu preciso de pedir desculpas porque eu percebi que eu errei. Eu estou arrependido.
E eu precisava dizer isso para você e me colocar à disposição se você achar que há algo que eu possa fazer para me redimir, para reparar, para tentar de alguma forma. Diluir o dano causado por algo que eu fiz ou falei e que te prejudicou. Então sim, eh, Cris, eu acho que você tem razão. A tua pergunta, em certa medida,. Me pareceu, já traz ali uma resposta. Eu concordo com você. A retratação, o pedido de perdão eventualmente seria um ato contínuo ao arrependimento, não é isso? Stefânia. Será? Ô, ô, Mr. Anderson, sempre que possível, eu queria, vamos pedir aqui para as pessoas, quando vocês mandarem alguma pergunta ou reflexão, digam de onde vocês são. Ainda que seja o espaço.
Curtinho para falar, tenta colocar de forma abreviada. Eu gostaria muito, eu gosto de saber de onde vocês estão falando, se manifestando nas comunicações que vocês mandam aqui. Eu vejo às vezes o pessoal bom dia de. Cuiabá, bom dia de Lisboa, onde já é tarde, né? E por aí vai. Eu gosto de saber, acho bacana, se possível. Então, a Estefânia. MB diz: "Será que a questão não é a culpa pelo arrependimento? É, pode ser um entendimento do que eh a frase sugere. Arrependimento mata. Eh, mas nada. Aí é uma visão minha como espírita. Eu acho que a gente não deveria, olha o que eu vou dizer, se arrepender de nada,. Porque o o que a gente faz ou deixa de fazer é a expressão do que nós somos.
Se a gente fez algo errado, não é que a gente não pudesse ter feito lá atrás algo diferente, até poderia, mas se a gente não fez, porque Deus é soberanamente justo e bom, haverá outra oportunidade, haverá outra. Circunstância, outro contexto em que eu haverei de repisar a minha convicção do que é o certo. Se lá atrás eu não fiz o que hoje eu sei que não foi o certo, haverá um momento em que eu farei o certo. O arrependimento, ele, em certo sentido, ele traz um. Olhar, uma percepção que nos engrandece. Então, quando você diz, será que a questão não é a culpa pelo arrependimento?
Quando você se arrependeu, você se arrependeu baseado nas informações que você dispunha, que você tinha em mãos, que você tomou uma decisão. Se depois você fala: "Poxa, mas eu agora tô vendo que não era o caso de me arrepender, OK, mas mudaram as circunstâncias, você hoje. Dispõe de mais informações, então a decisão hoje ela tá melhor calçada." Você entende? Eu tô dizendo isso porque a gente já tem uma inclinação pra culpa, pro automartírio, né? Para você ficar, minha culpa, minha máxima culpa, eu sou todo errado, eu erro o tempo todo. Gente, mais uma vez o a principal lição do evangelho, ama ao próximo como a ti mesmo. Como a ti mesmo.
Então você tem que se respeitar, você tem que ser amigo de você, você tem que ser o seu principal aliado e você tem que se dar força, principalmente nos. Momentos em que você erra. e que você se arrepende. A gente não pode perder esse laço que precisa ser forte e resiliente de autoconsideração. Isso não é egoísmo. Egoísmo é eu primeiro, o resto vem depois. Autoestima é a necessidade de você perceber-se alguém que não é perfeito, mas que procura fazer da melhor maneira possível aquilo que tá ao teu alcance e que nos momentos em que você descobre que não tá. Sendo coerente com a tua consciência, que você errou e você se arrepende, sustente-se, fala assim: "Vida que segue".
Nada como um dia após o outro. A vida segue, o tempo tudo resolve. Eu não vou acertar tudo, eu não vou fazer tudo bem feito o tempo todo. Eu sou imperfeito. Então, a primeira, talvez das mais importantes na escola da vida que a gente precisa ter é que nós somos o que somos e a gente está numa caminhada, numa jornada,. Numa aventura. nesse planeta, jornada espiritual. E ela traz momentos muito legais e momentos muito dolorosos. E a vida segue e o tempo tudo cura. E você precisa continuar sendo alguém que se respeita, que se ama e que traz muitos motivos para você mesmo de que a jornada. Continua. levanta, sacode a poeira, dá volta por cima e toca o barco.
Dani Lima pergunta: "Arrependimento gera autoobsessão?" O arrependimento, quando ele se torna algo nefasto, como eu falei, o arrependimento é gatilho positivo para um novo posicionamento no tabuleiro. Me arrependi e errei. Que que eu faço agora? Vira a autoob obsessão quando. Você, em vez de ter uma atitude mais positiva, altruísta, já que eu errei, o que farei diante disso? Vou me retratar? Vou pedir desculpa, vou reparar o dano? Isso é o que se espera de alguém que tá tendo uma postura, eu. Diria, eticamente vigilante e altruísta. Agora, se você por invigilância transforma o arrependimento em culpa, você tá sabotando a autoestima e você tá precipitando o risco de ser assediado ou.
Assediada por pessoas que você não haverá de perceber a presença, desencarnados, que vibram na mesma frequência que você ou que. Procuram retroalimentar essa culpa até um nível quase insuportável de perda absoluta da autoestima. É muito sério isso. A gente não deveria confundir culpa e arrependimento. Arrependimento é a consciência latejando. E a gente precisa ouvir a voz que vem de dentro. E a voz que vem de dentro tá dizendo: "Você errou. Agora veja o que é possível fazer para reparar esse erro". Isso é o o arrependimento na sua, eu diria, dinâmica mais inteligente da inteligência emocional e da perspectiva assim da sua resiliência psíquica.
Agora, quando o arrependimento vira culpa, isso é risco. Risco de se transformar, por exemplo, numa patologia de ordem mental, num transtorno de humor, num déficit absurdo de autoestima. E isso é ruim. Primeiro porque você não merece, né, fazer isso com você. Eu eu acessei dias atrás, olha que curioso, essa semana, foi ontem ou anteontem, um vídeo do Papa Francisco visitando um presídio em Roma. E ele de improviso falando pros presidiários, pros detentos. Eu não vou reproduzir aqui, não vou conseguir literalmente o que ele falou, mas ele disse assim: "O primeiro santo da igreja era um presidiário que foi crucificado com ele na cruz.
E Jesus disse pro bom ladrão, né, que o bom e o mal, enfim, aí a tradição vai dizendo, eh, porque o chamado de mau ladrão era aquele, pô, você não é o rei dos reis, você não é o filho de Deus, tira a gente. Daqui dessa enrascada. E o outro dizia assim: "Não fala besteira, não diga isso. Você não vê que ele é um homem bom? Nós não, nós fizemos, nós erramos, mas ele não, ele tá aqui pagando um preço muito caro por. Algo que não cometeu. E em algum momento Jesus diz para esse que tinha essa percepção de que em breve eles estariam no reino de Deus. O que sugere, por exemplo, dentro do catolicismo, que aquele que estava ao lado de Jesus crucificado.
Foi eh teve o passaporte carimbado para o reino de Deus, né? Então o Papa Francisco visitando o presídio, diz pro pros detentos ali,. Primeiro santo da igreja era um ladrão. E ele começa a falar que todos nós erramos e que todos nós temos a chance de reparar o nosso erro. Então, foi um discurso muito bonito, uma fala de improviso com coração aberto, eh, estimulando os detentos a não ficarem. Ali chafurdando na lama, sabe? dizendo assim: "Eu sou um pecador, se for católico, né, preso ou eu não tenho solução, eu sou uma um páia da sociedade." E o Papa ali dizendo, você é um ser humano.
Tem uma frase atribuída a Emanuel pela psicografia do Chico dizendo: "Criminosos são aqueles que foram flagrados". Olha o alcance dessa frase. Criminosos são aqueles que foram flagrados. Criminosos os presidiários. Criminosos que foram presos, julgados e condenados. Porque você pode não ser um criminoso à luz da legislação da terra, mas a gente pode ser um criminoso à luz das leis divinas. Então, Emanuel. Estende assim o leque falando: "Criminoso não é aquele que tá preso só. Todos nós temos os nossos delitos e a gente precisa ter esse cuidado de não ficar se martirizando. Ah, eu errei, eu sou um par, eu sou um desgraçado. Não, não, não. Todos erramos.
Deus nos ama incondicionalmente a todos. E nós precisamos fazer a nossa parte, que é, posto que eu me arrependi, posto que eu percebi o erro que cometi, o que está ao meu alcance fazer para reparar esse. Dano? É uma visão espiritualizada, não é só do espiritismo, não. Alexandre Anselmo Alê, amigão de São Paulo, por um erro vem o desespero, arrependimento e a pessoa se mata. Haverá perdão ou punição. Como acabei de dizer, Alê, você sabe disso. Deus nos ama indistintamente a todos. Não tem punição. Deus não pune. Nós temos a lei de ação e reação. Nós temos para cada ação uma reação. A natureza tem a sua lei. Se eu botar o dedo numa. Vela acesa, que que acontece?
Ah, eu tô sendo punido pela vela. Você pode ter essa leitura, tudo bem. A minha não é essa. Se eu coloco o dedo numa vela, eu me queimo. Porque o fogo é um elemento da natureza que, em contato com uma estrutura orgânica capilarizada de nervos, haverá de determinar em mim que sou o dono do dedo,. Um desconforto, vamos chamar assim, uma queimadura. Então, eh, nenhum de nós, o homicida, né, o estuprador,. O bárbaro que numa guerra promove as maiores atrocidades contra inocentes, eventualmente crianças. Adolf Hitler, eu sei que você tá chocado com o que eu tô falando, mas eu preciso falar. Todos nós somos seres humanos e todos nós somos filhos de Deus. E Deus nos ama a todos indistintamente.
O que significa dizer que os mais inconfessáveis crimes cometidos por alguns seres humanos. Serão em algum momento objeto de uma percepção cristalina do tamanho do equívoco, do crime cometido. Daí virá o arrependimento e desse arrependimento a necessidade brutal de reparar o erro. Qual de nós aqui que tá acompanhando o papo das veverá de afirmar categoricamente se for reencarnacionista, como eu sou, você não precisa ser. Mas quem é reencarnacionista tem esse cuidado. Qual de nós que hoje apontamos o dedo e dizemos criminoso por ser um suicida, um homicida, uma abortista? Qual de nós poderá dizer que em vidas pregressas não cometemos algo parecido ou pior? Eu não tenho nenhuma condição.
De dizer nunca fiz isso. Eu não tenho essa condição. E para ser o que eu sou nesse planeta hoje, eu não tenho dúvida, é uma percepção minha de autoanálise, que não foi um ou dois. Eu já devo ter. Cometido vários delitos num passado mais ou menos distante, porque a vida é assim, a luz do espiritismo. A gente não precisa ser espírita para perceber que esse mundo tá repleto de pessoas que não. São propriamente modelos éticos e morais. E as pessoas que são para nós modelos éticos e morais nasceram ou foram criadas imperfeitas e até chegar a essa condição de modelo ético e moral cometeram erros. Cometeram erros graves. Bom, sigamos.
Andreia Lima diz assim: "Arrependimento transforma." Ela só faz essa colocação e eu concordo com ela. Eu acho que o arrependimento transforma ou nos oferece a chance de transformar, mas não é apenas. Uma transformação positiva. Pode ser uma transformação negativa, como eu falei, se você descambar pro lado da culpa, porque a culpa é uma areia moveda, é um atoleiro. A culpa em nada agrega. Eh, qual é o livro, gente? É Os Mensageiros. tentando lembrar qual é o livro da literatura espírita em que categoricamente se diz uma pessoa que acha que a autoflagelação, a autocomiseração, você fica lá eh,.
Sabe, eu tô em sofrimento, eu tô me culpando do que eu fiz e aqui eu tô me redimindo não começou ainda a se redimir quando. Está mergulhado na própria culpa. É interessante isso, porque as pessoas às vezes dizem: "Ah, eu tô sofrendo demais com o sentimento de culpa." Então eu já tô, entre aspas, que eu não gosto dessa expressão, já tô pagando. Eu já tô pagando porque eu tô aqui nesse miserêo,. Sofrendo pela minha culpa. Não, a culpa não entra na contabilidade da remissão do erro, vamos chamar assim. Isso é muito decepcionante para quem acha que a culpa já é ali uma forma de você eh equilibrar o jogo, né? Causei sofrimento, me arrependi, agora tô sofrendo eu com culpa.
Não, a culpa não, você não dá início ao taxímetro. [Música] da tua evolução espiritual. nesses termos. Então, gente, eh eu quero agradecer aqui a participação de todos numa manhã em que a gente procurou refletir sobre temas muito interessantes, eh temas que remetem à nossa espiritualidade, a nossa transcendência,. As escolhas que fazemos na vida, a necessidade de sermos seres conscientes, cultivando a serenidade, o equilíbrio, a harmonia sempre que possível. E quando a gente falha, quando a gente erra, a gente não inaugurar uma força. Interminável, se culpando, porque isso não é a melhor resposta.
A falha, o erro, o deslize quando acontecem abrem a oportunidade de uma reflexão, de uma reprogramação, de uma eventual retratação e de uma maneira que a gente de alguma. Forma aproveite o erro para alavancar o nosso projeto evolutivo, né? Porque o legal da do arrependimento sincero é: aprendi com o erro. O erro me serviu para que eu tivesse uma outra consciência diante de uma situação onde, de maneira invigilante, eu dei a pior resposta. Agora eu tô embicado pra frente. Eu posso errar um monte ainda,.
Mas esse erro que eu cometi me arrependi, dificilmente haverá de se repetir, porque eu maturei, eu fiz a minha digressão até me arrepender e perceber por eu me arrependi, porque eu tenho consciência. De que eu errei. Isso não é ruim, isso é ótimo, isso não é trevoso, isso é luminoso. Domingão, 9 da manhã. Aí não, gente, olha só, preciso dizer uma coisa. Mister Anderson, também não falei contigo. Amanhã estarei viajando para fora do Rio, onde acompanharei o casamento do meu sobrinho Pedrinho com a Natalie. Eles vão se casar fora do Rio de Janeiro, vão se casar no Paraná. Olha só. Aí o tio tem que tá presente, né? Vou eu e Cláudio.
Então a gente vai pro Paraná e obviamente domingo o casamento é sábado à noite, domingo eu não tô ainda de volta ao Rio. Eu vou tentar, se Deus. Quiser, vou conseguir deixar alguma coisa gravada. ficaria só no YouTube, mas depende aqui de algumas providências. De qualquer maneira, força, coragem e fé, tá gente? Sigamos e viva paz. Paz em Gaza. Paz entre Rússia. E Ucrânia, paz nos países africanos, asiáticos. Os lugares do Brasil, onde há conflitos abertos, principalmente por disputa fundiária. Paz, paz. Trego, armistício, menos armas, mais diálogo, é tudo que a gente precisa. Gratidão aos amigos do YouTube, do Instagram e do Spotify. Valeu,.


