Minutos de sabedoria
250
Indicação de leitura
Ecocídio: Por Uma (Agri)Cultura Da Vida. Autor: Luiz Marques
Sugestão de reflexão
Pense em como podemos nos ajudar enquanto Nação, diante dos últimos movimentos políticos no Brasil!
Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Eu. A massa indignada [Música] de tão indignado. Indignação indigna. Indigna nação. Indignação indigna. Indigna nação. Eu fiquei indignado. A massa indignada. Duro de tão indignado. Indignação [Música] indigna. Indigna nação. Epa, esanque. Hum. Todo mundo indignado. Indignação. Indigna. Indigna nação. Vai. Oi. Kank. Como é bom a música para desopilar o fígado e a alma quando a gente tá se percebendo, por exemplo, nesse caso, indignado e não sem motivo, mas eu não vou começar o papo das 9 falando nesse momento, vou falar depois. Da nossa justa indignação. Vamos então lidar com a indignação como pastorino. Abre os nossos caminhos, estende os nossos horizontes de compreensão.
Para onde vamos com a tua ajuda e dos amigos invisíveis aqui presentes que a gente sempre evoca a presença dos nossos aliados companheiros no propósito de através do papo das 9 por aqui,. Por aqui via Spotify, Instagram, YouTube, por aqui ao vivaço, direto do meu cafofo em Laranjeiras. Reverberando inspirações a partir da leitura desse livrinho aberto ao acaso. Então, que os amigos invisíveis estejam presentes e que eu possa ser um instrumento útil, um meio adequado, uma ferramenta. Muito bem ajustada e sintonizada com esse nobre propósito. Aonde vamos abrir? Vamos lá. Eita! Aonde vamos? Aonde vamos? Aonde vamos? Abrir 250. Leia mais. Aproveite seu tempo.
Não deixe que a ociosidade alimente pensamentos negativos, porque estará perdendo um tempo precioso que não voltará mais. Leia mais. A boa leitura alimenta o cérebro e controla as emoções. O livro é um amigo discreto que não se impõe a ninguém e só fala conosco quando temos vontade de conversar com ele. Leia mais. E faça do livro o seu melhor amigo. bonito, porque pesquisas mostram, a última que eu acessei desse ano, e li isso há três semanas por aí, a gente alcançou desde o início das pesquisas do gênero o menor percentual de leitura de livros entre. Brasileiros.
O brasileiro tá lendo cada vez menos e isso significa informação, menos instrução, menos conhecimento, menos noção, menos cultura. Eu. Diria o nosso, a nossa opção soberana de ler menos tem consequências, né? O desconhecimento da história, o desconhecimento do mundo,. Né? Então, eh, a gente perde muito quando se desconecta do universo que os livros permitem que a gente acesse. Dentro da perspectiva do sentido da vida, ter conhecimento, ter mais informação, ter cultura, alargam horizontes de navegação. É disso que se trata, né? A tomada de decisão, processo de escolha. Ele fica melhor, ele fica mais apurado, mais refinado.
Você tem melhores condições de realizar essas escolhas no dia a dia, mesmo quando o livro é de entretenimento, um romance. O fato da gente fazer essa conexão com a leitura apazigua a nossa alma. Eu sempre gosto de lembrar, na minha área, isso é importante, eu digo isso pros meus alunos na PUC de jornalismo ambiental. Alarga repertório vocabular, você consegue eh, eu diria, se comunicar de uma forma mais fluídica. E comunicação é tudo, né? Comunicação é tudo. Então, tá dado o recado pro nosso querido pastorino ler vários gêneros de leitura, vários gêneros de literatura para você escolher o que te apetece. E ser feliz.
É uma parte do dia que a gente pode fazer uma imersão dentro de uma história, de um conjunto de informações que alimenta a alma. E que deixa a gente, portanto, mais elevado mesmo. É um exercício de elevação. Claro, haverá literaturas, eh, eu diria, de baixo teor vibratório, mas se você tá lendo o exercício da leitura, ele é um. Exercício de expansão dos sentidos em última instância. E isso faz toda a diferença. A mensagem 250 leia mais. Sim, faremos o nosso dever de casa, mestre. Sigamos aqui dentro da perspectiva do exercício de leitura recomendar um livro Saindo do Forno do Luís Marques, Eccídio, por uma agricultura agre, entre parênteses, da vida, eccoídeo por uma. Agricultura da vida.
Eh, a orelha é escrita por Luciana Gat, que é a coordenadora do laboratório de gases de efeito estufa do IMP, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Eu vou resumir o enredo. Luiz Marques traz. Muita informação sobre os problemas decorrentes da produção de alimentos fortemente concentrada em grandes grupos econômicos. Então, produção de semente, silagem, transporte de grãos e proteína animal, produção de ração, produção de drogas veterinárias, no caso da produção. De proteína animal, ou pesticidas agrotóxicos, a visão da Terra como Um meio para oferir lucros crescentes, sem respeitar os limites da capacidade de suporte do.
Solo, projetos de irrigação que não respeitam os limites da capacidade da bacia hidrográfica, pulverização não só de veneno, mas de fertilizante com impactos sobre a terra, sobre o que se tá plantando e sobre o. Meio ambiente. Então, a gente tá falando de um modelo de negócio que no Brasil é muito poderoso, né? O lobby, o lobby do agro, ele tem muita força, muito prestígio. Tem um lado do agro, é uma opinião minha, não é do autor. Que é responsável mesmo. É um lado que tá ligado nisso que eu tô falando. E tem um lado que não tá ligado nisso que eu tô falando e acelera a entropia do sistema natural. É disso que ele tá falando, ecocídio, né?
Então a gente precisa est ligado nas informações, são muitas. Eu particularmente já disse para vocês que eu tenho especial apreço sobre livro que cita as fontes de todos os dados que estão sendo compartilhados. Então, nesse livro aqui, você vai ter, ó, essa parte. Do livro toda aqui são as notas bibliográficas, assim, de referência. O que eu tô dizendo eu, eu qual é a fonte, qual é o livro, qual é a pesquisa? Qual é o autor? Qual é o relatório? E isso, do meu ponto de vista, fere muita credibilidade, muita credibilidade à obra. Então, quem quiser mais informação, Luís Marques, Ecocídio por uma Agricultura da Vida, editora Expressão Popular. Tá bom?
Bom, seguindo viagem, eu vou falar aqui nesse espaço que a gente ou recomenda ajuda ou recomenda apoio. Eu acho que a gente precisa se ajudar enquanto sociedade. Tem um sentido de nação, um sentido de país. O que não significa que todos nesse país, todos nessa nação precisam pensar igual. Mas é assustador,. Assustador quando a gente vê no intervalo de tempo tão curto a Câmara dos Deputados em Brasília fazer votações a toque de caixa, sem passar por comissão alguma, com suspeitas de desrespeito ao próprio. Regimento, aprovar projetos que não são, isso é é aferido por pesquisas de opinião que não são feitas apenas nos últimos dias, vem sendo feit feitas nos últimos tempos.
Nem o projeto da NISTI, muito menos o projeto da blindagem ou da bandidagem, como ficou conhecido popularmente, estão ranqueados como projetos considerados urgentes, importantes, em detrimento de tantos e tantos outros. Isenção de pois de renda para quem ganha até 5.000. Projetos que acelerem novas metodologias de enfrentamento da violência, violência urbana, né? A crise de segurança. Esse Congresso, ele resolveu olhar pro. Próprio umbigo e isso tem consequências. Então, em relação, vou me posicionar publicamente apenas a minha opinião, até onde eu entendi essa história, é justo que o Congresso delibere, esse é o último capítulo dessa novela da anistia sobre doosimetria de pena.
O Congresso tem essa atribuição também. Congresso define as leis. Doimetria de pena. Você pode legislar sobre isso. OK. Agora, anistia para quem foi condenado, julgado e condenado por cometer crime contra a democracia, contra o Estado brasileiro pela Constituição de 88, isso não é possível. Então, com a Câmara. Aprovar um projeto dias depois da condenação do primeiro grupo, o grupo que tava à frente, segundo a Polícia Federal, Ministério Público Federal e a primeira turma do STF, certo? Por 4 a 1, entendeu. Que a condenação estava bem fundamentada e basada. Aí o a Câmara logo depois fala: "Não, não, não, anistia para todos, é ampla geral e restrita".
Bom, até o momento é o último capítulo dessa novela. É pouco provável que se aprove um projeto de anistia ampla, geral e. Restrita. A coisa tá caminhando paraa direção de uma revisão da dosimetria das penas. Virando essa página, aí vem a musiquinha. Indignação indigna. A musiquinha toca mais alto nesse segundo, na outra também, mas. Nesse segundo na na ação. Gente, vocês tiveram tempo de se informar sobre o que é o projeto da blindagem que ficou conhecido popularmente como projeto da bandidagem. Eu vou dizer para vocês, projeto da blindagem eleva. A imunidade parlamentar. Isso significa o quê? Olha o absurdo.
Eu vou resumir, não vou ficar falando muito disso não, mas a essência para você prender um parlamentar. Que foi flagrado cometendo um crime, estupro, homicídio, com a boca na botija pegando dinheiro que não é dele, flagrante, precisa autorizar a prisão. Numa votação. secreta num prazo de 90 dias no parlamento. Ou abriu-se processo, tem processo correndo, o cara tá todo enrolado com a justiça para processar votação secreta pelos pares no prazo de 90 dias. É o que eu tô entendendo disso. Daí, porque eu tive que ler mais de uma vez para dizer. Não pode ser isso. O que que é revoltante? É que em bom português você tá transformando deputados em pessoas acima da lei. A lei não vale para eles.
Eles definem o que vale para eles. Eles definem se a prisão em flagrante se confirma. A lei diz lá para prisão em flagrante, ó, para certos crimes é cadeia, cara. E aí você fica refém do colegiado, né? Vira um sindicato deles apartado das leis gerais. E o pior, o que for aprovado na Câmara inspira as assembleias legislativas nos estados a fazerem o mesmo, a blindagem contra o cumprimento da lei. Eu sou do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro há décadas elege na Assembleia Legislativa criminosos bandidos. Porque parte do eleitorado que não é pequena mora em áreas dominadas por traficantes ou milicianos que têm seus candidatos prediletos nas eleições.
E aí você transforma um deputado num testa de ferro do crime organizado. Onde eu quero chegar? Já é difícil punir um deputado estadual, um senador, um vereador, enfim, um político,. Mesmo com investigação, já é, já não é simples. Agora com essa PEC da bandidagem, como se diz, você vai emprestar um campo de força, um escudo, não apenas na Câmara e no Senado, se. Isso passar, o Senado não tá vendo com bons olhos, não, porque a chiadeira tá grande. Tem momentos que o eleitorado acorda e não é o eleitorado de direita ou de esquerda, é todo mundo. Porque esse processo, esse projeto da bandidagem passou com votos da direita e. Da esquerda, cara.
O povo da esquerda lá, o que se diz de esquerda, diz assim: "Não, mas era um pacto. A gente votaria a favor da PEC eh da bandidagem, né, para depois eles tirarem o pé do acelerador na anistia. Se deram mal, o central aprovou os dois. Aí ficou o nome dos parlamentares que se dizem assim, progressistas assinando a PEC da bandidagem. Cara, isso é muito sério, gente. Isso é muito sério. Deputado não pode ser alguém tão distante. Ah, para que serve a imunidade? Para ele ter o direito de opinião e não ser patrulhado, perseguido, ou perder o mandato por isso? Acabou. cometeu crime, estupro, homicídio, roubo. Tem que responder nos termos da. Lei, não tem que pedir licença pros coleguinhas.
Vem cá, vocês vão deixar eu ser preso. Olha que eu sou você amanhã, hein? Depois você vai se dar mal, eu não vou te Você não vai ser apoiado também. Espírito de corpo no pior sentido do termo. Corporativismo, cara. No pior sentido do termo, me perdoe. Eu não queria no papo das 9, que a gente tá aqui sempre preocupado em promover saúde psíquica, emocional. Mas como ter saúde psíquica emocional passando o pano para essa escrescência? Então, falar sobre isso é. Terapêutico e mais do que falar, se manifestar nas redes sociais ou ao que parece domingo em alguns lugares do Brasil, eu sei que Rio de Janeiro em Copacabana e São Paulo, na Paulista às 2 da tarde haverá concentração. Por quê? Porque o.
Povo tá indignado. Tá indignado. Qualquer um de vocês poderão acessar os nomes dos parlamentares que votaram a favor dessa escrescência que pode decantar para as casas legislativas. Isso é péssimo. Péssimo. A. Degradação da classe política. Perderam a vergonha na cara. Não tem vergonha na cara. É, é assim, eu não sei nem eu preciso me policiar porque eu não tenho palavras bonitas para falar sobre isso. Isso é feio, né? E aí vai ter gente, por exemplo, espírita, que é a corrente de fé que eu abracei, dizendo assim: "Pô, trigueiro, você tá alimentando senso, você tá falando coisas que as pessoas ficam indignadas. Se eu estiver falando isso, eu tô feliz. Se isso que vocês acham que.
Eu esteja fazendo estiver acontecendo, eu tô feliz porque tudo que eu acho que Bezerra de Menezes, que é idolatrado como médico dos pobres, faria se estivesse entre nós, ele que foi político. Bezerra de Menezes só é lembrado como médico dos pobres. Ele foi. Político e mais de uma vez aqui no Rio de Janeiro. Se estivesse entre nós, Bezerra estaria calado? Não. Não. Por quê? Porque certamente o entendimento dele seria de que um projeto infame como esse depreda a reputação, prestígio, a credibilidade que a classe política precisa ter. Se a classe política não tem prestígio, não tem credibilidade,. O que que sobra do ponto de vista de uma relação que precisa ser de transparência, probidade?
Bom, aí fizemos uma pergunta ontem, né, Mr. Anderson. Aliás, hoje estamos inaugurando não apenas perguntas, mas comentários de vocês que a gente vai fazer a seleção. O Anderson faz para mim, Mr. Anderson, lá de Campina Grande, e publica aqui,. Manda para mim o extrato e a gente compartilha com vocês. A ideia é fazer uma reflexão, porque veja, a gente tá de passagem pelo mundo, mas enquanto estivermos nesse mundo, como disse Jesus, a César o que é de César, a Deus o que é de Deus. A gente tá com o pé aqui, cara. A gente tá no mundo da matéria. E a gente precisa se entender no mundo da matéria. Não é virando as costas, dizendo: "Só me interessa os assuntos espirituais.
Desculpa, você não entendeu o evangelho e você não entendeu o sentido da vida. No meu entendimento. E por quê? Porque quem tá vivo tá em missão aqui. Você é um espírito imortal encarnado aqui. É aqui que a gente tem que se entender. É aqui que a gente tem que exercitar as virtudes. É aqui que a gente tem que se posicionar em favor da ética, em favor da honestidade, em favor da transparência que tá colocada por. Lei. O dinheiro que os políticos manipulam não é deles, é nosso, de impostos e taxas. Quem se elegeu, olha o que eu vou dizer que é muito importante no meu ponto de vista, me perdoem.
Eles dizem assim: "Tem que ser votação secreta, porque a gente pode sofrer pressão, mas vocês têm que sofrer pressão. Deputado e senador tem que. Sofrer pressão da opinião pública, sim. Político tem que declarar seu voto. Esse voto tem que ser aberto. Por quê? Porque você deve isso ao seu eleitor, ele votou em você para saber em quem você tá votando ou em que projeto você tá. Votando, de que maneira, sim ou não? Aí no projeto que você vai salvar o pescoço do coleguinha que cometeu estupro, homicídio, foi flagrado com tráfico de drogas ou que seja. Ah, é voto é secreto para não sofrer pressão aqui, ó. Ajoelhou ter que rezar. Se é político, a pressão faz parte. Faz parte.
Quem tem direito a voto secreto sou eu e vocês no dia da eleição. Por quê? Eu vou votar a urna fechadinha. Eh, o meu patrão diz assim: "Tem que votar no candidato que eu quero, senão você vai ser demitido. O voto é secreto para você não perder o emprego, votando com a própria consciência. Você tem direito ao voto secreto para não ser coagido pelo seu patrão, não ser coagido. Pelo bandido da tua região. Muitos brasileiros moram em áreas dominadas pelo crime organizado. É o miliciano, é o traficante, é o Zé Ninguém lá que tem arma. Aí você na comunidade, o bandido tem o seu candidato preferido que quer botar lá,. Né? Aí você vai votar e o bandido diz: "Tô de olho em você, hein?
Vai votar no meu candidato?" Não, você não tem como tá de olho em mim. O voto é secreto. Eu tenho direito ao voto secreto. Você tem direito ao voto secreto. Eh, portanto, os políticos não têm direito ao voto secreto. É obrigação votar aberto. Voto secreto é covardia moral. É covardia moral. Você é político, tem a coragem de, ao votar abrir o seu voto, porque o seu eleitor espera isso de você, especialmente se esse projeto infame vier a ser aprovado no Senado,. O que não tá fácil, porque a opinião pública tá caindo de pau nessa escrescência. Senadores já sentiram o calor da panela e os deputados que votaram também. Já tem deputado arrependido.
Gente, é a degradação da República Federativa do Brasil. É a degradação da democracia brasileira. Blindar deputados significa abrir os caminhos para bandidos terem como projeto de vida, serem eleitos pra justiça não pegá-los. Vocês. Não estão entendendo a conexão. Esse é o ponto. Eu sou do Rio de Janeiro. Aqui há décadas, há décadas você tem bandido se elegendo para vereador, para deputado estadual. Já teve deputado estadual premiado para virar conselheiro do Tribunal de Contas. De uma vez tiraram cinco. Cinco conselheiros do Tribunal de Contas, todos políticos. que estavam envolvidos em Falcatru, ó, passaram rapa. Já tivemos cinco governadores empichados, destituídos do cargo.
Eu sou do Rio de Janeiro. Eu não gostaria. E hoje a notícia é que a Assembleia Legislativa do Rio já tá considerando a possibilidade de replicar no Rio de Janeiro a blindagem que os camaradas deputados de Brasília tiveram o desplante, a ousadia no pior sentido do. Termo, o despério, a desumanidade. Que é desumano é priorizar o deles em detrimento dos outros. Não vale, não pode, não é para ser assim. Bom, aí ontem a pergunta feita e não era necessariamente para vocês responderem, estamos inaugurando uma nova fase do papo das em que o que não é pergunta também entra aqui na avaliação do nosso amigo Mr. Anderson, que faz a triagem. E vamos ver aonde chegamos, quais são as perguntas. Mr.
Anderson tá aqui, ó. Qual foi a pergunta que a gente fez? O Brasil somos nós. Exclamação depois. Será? Eu coloquei isso para ver as reflexões de vocês. Vanessa Salomão, que tristeza ver que o nosso o que o nosso Brasil está virando. Será que tem jeito esse país? Qual a sua opinião? A minha opinião é que depende de nós, depende do voto, depende da cidadania. Ativa e vigilante, depende das manifestações. Quando alguém pisar na bola, quando o projeto informe é aprovado, possam ter lugar virtualmente ou presencialmente. Ao que parece, domingo haverá manifestação 2 da tarde em várias cidades. São Paulo, Avenida. Paulista, no Rio Copacabana. É, é, é, é você mostrar. Eu não sou um zumbi.
Eu não passo pano para derrapagens éticas dessa envergadura. Eu tô ligado e eu tô dentro do meu direito de se de me expressar com. A devida veemência. E esse parece ser o caso, porque democracia é panela de pressão, é disso que se trata. Então, a minha opinião é essa. Eh, o Brasil será aquilo que nós fizermos dele. Nós, o coletivo dos brasileiros. Nós que não passaremos pano para excrescências, para infâmias como essa. Vamos combinar, tudo na vida tem limite. Principalmente essa, eu diria, forma sistemática com que certas certos projetos são defendidos e eventualmente aprovados. Coisa horrorosa. Ana Lúcia Trigueiro. Se o Brasil somos nós, por que nós, o povo, permitimos esses desmandos?
Essa é uma boa pergunta. Eu acho, sinceramente, que o Brasil não tem, como nossos irmãos argentinos, para ser bem franco, uma. Cultura política robusta. Paraa boa parte dos eleitores brasileiros, política é um assunto chato, que eu não tô prestando atenção. Na época da eleição, eu vou anular o voto ou não vou aparecer para votar? Aí você vira as costas pra política como eleitor ou como candidato. Quer dizer, bom, bons brasileiros não querem se candidatar, viram as. Costas pra política dizendo: "Eu não vou me meter nessa pocilga". E aí o que que acontece?
É tudo que a raposa quer, porque o galinheiro tá com a porta aberta e a gente não tá prestando atenção nem como eleitor, nem como potencial candidato. Então, já que você perguntou aqui, Ana, por que permitimos esses desmandos, é porque na hora que organiza um protesto, uma manifestação, pouca gente aparece. é que na hora que acontece uma história dessa, pouca gente se manifesta, ainda. Que virtualmente, é porque tem muita gente dizendo: "Não tem mais jeito, vem meteoro, vem". Tem gente que criou esse bord, acredita mais na humanidade, por que que eu vou perder meu tempo? Então eu sinceramente não compartilho dessa opinião.
Eu acho que inclusive do ponto de vista espiritual a nossa passagem pelo planeta compreende responsabilidades, responsabilidades individuais e coletivas. Cada um de nós tem uma. Parcela de responsabilidade pelo coletivo. Quando você não participa, quando você não se posiciona, quando você não se movimenta na direção, por exemplo, de um projeto político que seja honesto,. Responsável, transparente, se você não defende nada, virou as costas para tudo isso que tá aí, você pode até ter os seus motivos, eu respeito, mas você tá facilitando a ação dos pilantras. Você tá facilitando a ação dos pilantras.
Tudo que a bandidagem na área da política quer são cidadãos invigilantes, desinteressados, que vivem falando mal do político, mas não fazem nada. Vou repetir porque isso para mim é uma é uma convicção que eu construí. Tudo que um político quer é que se esqueçam dele. Ah, não, não acredito mais em ninguém, é tudo corrupto. Eles adoram isso. Porque a gente fala assim: "Não vão pegar no meu pé. Não vão pegar no meu pé". É a minha opinião. Eu eu não sou dono da verdade, mas eu realmente acredito sinceramente que quanto menos vigilante nós formos, mais vulnerabilizado estará o Brasil. Para ação desses maus políticos, tá?
Talita Capanema, ela diz assim: "O Brasil está acabando, temos o pior congresso da história e a perspectiva não é de melhora. Ora, Talita, vamos reagir assim. Ah, a gente precisa fazer sempre a nossa parte. Essa é uma filosofia de vida minha. Fazer a minha parte. Não vou conseguir resolver todos os problemas, mas aquele momento em que eu puder fazer alguma coisa, ainda que sozinho eu não consiga a solução definitiva, porque eu não vou conseguir a solução. Definitiva, eu não vou trabalhar, trabalhar que eu digo é em prestar parte do meu tempo e de energia para que certos desmandos não ocorram, certos processos mórbidos que favorecem a ação de corruptos e criminosos ocorram.
Então a gente precisa fazer a nossa parte. É o que eu realmente penso. Isso é terapêutico. Sabe o que que deixa as pessoas doentes? Elas ficarem só no quexume, reclamando, vaticinando que as coisas não têm jeito. Ah, já era, agora já foi, não tem o que fazer. Isso é, do meu ponto de vista, em certa medida, um sinal de patologia. Você já entregou os pontos. E eu acho que a gente precisa para ter saúde física, espiritual, emocional, se sentir parte de algo maior. Se a República Federativa do Brasil tem um câncer, eu não vou deixar esse câncer se propagar sem lutar. Não é um câncer terminal. Então, cabe nos fazer algo. Claramente, do meu ponto de vista, não dá para entregar o doce.
É uma expressão que existe, né? Entrega o doce. Entrego não, tem que entregar o doce. Entregar o doce de verdade. Esse doce de mentira não. A gente tem que ir lá e dizer, ó, não em meu nome, o Congresso não pertence a vocês. O Brasil não pertence a vocês. O Brasil é nosso. Vocês não vão usar da prerrogativa de formular leis para protegerem o próprio umbigo. Isso tem que ser dito com todas as letras. Pera aí. Vamos lá. Aí chegamos na Mascarelo. Semana de muita indignação com alguns de nossos representantes. Impotência é o sentimento. Eu já me manifestei sobre isso. Eu entendo o sentimento de potência, mas eu não me sinto completamente impotente sendo uma célula do corpo desse país.
Como vocês, nós. Somos células. Uma célula sozinha pouco consegue. Juntos a gente pode mais. Não precisa esperar o ano que vem paraa eleição. Se liga no que tá acontecendo no Brasil nessa semana descrita por você e verifique o que você acha que pode fazer para sinalizar a tua indignação. Eu acho isso muito saudável. Eu tive no comício das diretas em 1984 na Celândia, cara, né? Eu tinha 18 anos de idade com uniforme do Colégio de aplicação da UFRJ, com meus colegas do CAP numa Celândia com 1 milhão de pessoas, todo mundo apertadinho. Se tivesse qualquer movimento estranho lá ia ter. Problema. Eu tenho orgulho de dizer, eu estava lá nas diretas já.
Aí você vai lembrar: "Ah, mas no final as diretas não passaram. A lei Dante de Oliveira não passou no Congresso, mas 1 milhão de pessoas na rua fizeram a. Diferença, porque depois nós tivemos a chance de botar pressão na eleição indireta e depois veio a eleição direta. Na eleição indireta venceu Tancredo. Viva! Tancredo morre assume Sarnei! Depois primeira eleição direta Color. Eita! Caçador de marajá. O roteirista do foi empichado. O o roteirista do Brasil é muito criativo. Ele tá, em certa medida testando a audiência, que somos nós. Agora, toda vez que a gente se manifesta claramente, a gente evita pelo menos o pior cenário. É outra convicção que eu construí minha. Vamos lá.
Marilepsi oficial ou Mary. Por que uma pessoa, um político prejudica inúmeras outras pessoas e sai impune? Só livre arbítrio? Eu não entendi o só livre arbítrio, mas eu acho,. Acho que eu entendi. Agora vamos ver. O livre arbítrio é soberano, um político e faz as escolhas que ele acha que são as mais apropriadas, ainda que desperdice a chance de servir a ao povo para servir-se de forma absolutamente. Desqualificada ética e moralmente, né? E do ponto de vista espírita, eu falei isso na quarta-feira, haverá consequências. Eu não tô rogando praga. Isso é espiritismo na veia.
Eh, político que não faz o dever de casa como deveria, que usa o cargo para se locompretar e despreza a população, o dele ou dela tá guardado e não é legal. Lembrem-se de Chico Xavier quando disse: "Rezem pelos políticos, porque eu tive oportunidade de ver no plano espiritual onde eles estão e o padecimento de que são acometidos. Só que a gente não tem que ficar esperando o alentúmulo para trabalhar em favor de um país mais justo, mais igualitário e menos corrupto. Quem cala consente, viu, gente? Esse ditado é muito verdadeiro. Quem cala consente. Penso eu. Tati. Já tô na página dois aqui. Mister Anderson. Tati Melinho. André, você atribui as mazelas desse mundo também a algo espiritual?
Tudo é espiritual. Tudo é espiritual. Esse mundo não é menos espiritual que o mundo espiritual. Você é um espírito, eu. Também encarnado, mas a gente é espírito cercado de espíritos encarnados e desencarnados. Portanto, bem entendendo a o sentido da tua pergunta, sim, as mazelas têm, obviamente,. Elas têm origem no espírito imortal, elas têm origem nas escolhas que fazemos. E nós somos espíritos imortais. Quando você fala tem origem espiritual, parece que é o o outro lado da vida, coisa não. Mas o outro lado é interessante. Os espíritos desencarnados por vezes acham graça quando a gente fala do lado de lá, porque para eles é um lado só. Eles que estão por perto,.
Quando eles realizam esse movimento e se aproximam da gente, eles não percebem que existem, claro, existem duas dimensões, mas a diferença entre uma e outra é que nós estamos mais materializados e eles estão menos materializados,. Ocupam corpos menos densos, mas a gente tá aqui compartilhando experiências o tempo todo. Então veja, tem várias questões que a sua pergunta enseja, porque sobre a ótica espírita, cada país tem a sua singularidade, a sua cultura. E cada pessoa que encarna em cada país, por que que eu sou brasileiro nessa vida? Por que que eu reencarnei André nesse país? Eu não sei. Talvez seja até e acho que seja uma reencarnação no Brasil.
Acho que eu já tive outra vida aqui, mas tem uma questão do coletivo. Nesse país. Cada um de nós, como disse, tem responsabilidades individuais e coletivas. Tem a música da Marina Lima que tá fazendo 70 anos. Beijo pra Marina Lima. Vou contar uma fofoquinha aqui da Marina já. Tem uma música dela que é é interessante, que o refrão diz assim: "Você me abre seus braços e a gente faz um país." Eu adoro essa. Essa parte da música, essa letra. Você me abre seus braços e a gente faz um país. Porque disso que se trata. Um país é o coletivo, é a soma de cada célula, constituindo um corpo de uma nação. Então não dá pra gente dizer: "Ah, não tenho nada a ver com isso. Eu não escolhi".
É a música do Lulu que fala assim: "Eu não pedi para nascer, eu não nasci para perder". Dois erros, né? Aí, Lulu, desculpa, você não se lembra, mas a reencarnação às vezes é ansiosamente esperada por quem tem a. Noção do que precisa ser feito para evoluir. E não nascer para perder depende. Às vezes a perda ela às vezes, não sempre, a perda traz ensinamentos importantes para você conquistar, para você avançar, para você, né, alçar voo. As derrotas ensinam mais do que as vitórias. Mas eu entendi o espírito da letra, tô pegando no pé. Então veja, a gente, você me abre seus braços e a gente faz um país. Isso é lindo, isso é poético, isso faz a diferença em momentos de crise como esse.
Ó, se eu bem entendi o que estão marcando paraas ruas do Brasil em várias capitais. De domingo, não é um projeto de um partido de direita ou de esquerda, porque teve partido de direita e esquerda que votou em favor do projeto da bandidagem. Da impunidade que ficou conhecido como ibandidagem. Então não é é um movimento a partidário, é um movimento em favor do nosso país. A gente não quer bandido, a gente não quer proteção para deputado, quecer da razoabilidade, a gente não quer imunidade integral nos. Termos que eles estão propondo, porque não faz sentido. É por isso, não faz sentido. A fofoquinha da Marina Lima é o seguinte, eu, molecote, eh, tocava bateria, estudava bateria, eu.
Quase fui baterista profissional. E aí, eh, um ex-namorado da minha namorada, que trabalhava numa gravadora, que era gravadora da Marina Lima, procurou ela para me para falar comigo, sabendo que era bateria, se eu topava participar de. Uma gravação tocando bateria com a Marina Lima no palco do Globo de Ouro, que era um programa de música que tinha sexta-feira à noite na TV Globo. Era playback, tá? Mas era bateria de verdade. Você tinha que tocar como se fosse baterista de verdade no ritmo. E o meu salário para fazer isso era uma pilha com 50 discos de vinil. Cara, eu topeio na hora. Falei: "Ó, vamos nessa". Aí cheguei mais cedo na gravação, conheci a Marina, conversando.
Você conhece a música? A música era: "Eu te amo, eu te amo. Você já não dá para perder essa paixão, não é isso? Eu te amo você ou eu me amo. Você. Alguma coisa assim. Eu me amo você. Já não dá para deteridão. Eu me amo. Eu te amo. Você. A música era mais ou menos isso. E aí gravamos os músicos super legais comigo ensaiaram comigo. Eu tocando a bateria ali. Começou o Globo de a gravação. A Marina pertinho assim na frente tocando bateria. Avisei para todos os meus amigos. Sexta-feira depois da novela Globo de Ouro. Tô dentro, hein? Vai lá ver que eu tô tocando com a Marina. Sabe o que que aconteceu na hora,. Cara? Eu não aparecia em nenhum texe. Só tinha uma fumaça.
Aparecia minha mão assim, quando aparecia eu tava lá atrás, não dava para ver que era meu rosto. Aí a minha namorada na época olhou para mim assim, falou: "É você ali?" Pô, não dá para ver. Eu virei motivo de eu te amo você. Isso aí. Eu virei motivo de piada, assim que eu avisei a todo mundo, não perca o Globo de Ouro que eu gravei com a Marina Lima. Afinal, não deu para ver em nenhum momento meu rosto. Faz parte, né? Faz parte. Eita, deu. Vou te contar cada história, cara. Mas óbvio que eu espalhei para todo mundo. Não perca, não perca. Aí o pessoal, trigueiro, foi legal a Marina Lima, mas você eu não vi não. Falei não, tudo bem, deixa para lá.
Sônia Fajardo pergunta: "André, não seria melhor um mundo único sem divisões e países, como diz John Lennon em Imagine?" Olha, eh, é possível que um dia a gente chegue lá, mas eu acho legal ter diferentes culturas, diferentes idiomas, diferentes. Tradições, diferentes formas de tocar música, diferentes esportes, diferentes comidas. Eu gosto muito do ditado que diz: "A beleza do jardim de Deus está na diversidade das flores". Eu entendi o que você quis falar. Acho que um dia a gente chega lá, mas a gente não tem que ter a versão à diversidade e a pluralidade. Eh, essa mistura é boa. Essa mistura faz sentido para mim. A gente não precisa pensar igual para viver um mundo de paz.
Você pode pensar diferente e a paz ser construída na diversidade. Aliás, deixa eu falar uma coisa muito importante. Amanhã, meus amigos, eh, eu estarei no Mã, eu já falei, não falei isso aqui no Papo das 9, embora eu já tenha postado isso no Instagram, amanhã estarei no Mã das 5 da tarde às 6:30 no. Liv Mundi, festival Livund, que eu acompanho já há algum tempo, mediando um debate, sabe com quem? Sabe quem vem ao Rio? Vou ter o prazer de mediar. Padre Júlio Lancelote, acompanhado de outra pessoa que eu. Conheço há anos e tem a maior admiração, que vem a ser mãe Flávia, que é uma pessoa que tem uma trajetória linda e faz a diferença não apenas eh no povo ou para o povo do.
Candomblé, a mãe Flávia Pinto e padre Júlio Lancelote. Eu vou mediar um debate. Comunidade, a solidariedade como horizonte e semente de resistência. Estaremos eu, fazendo a mediação junto com padre Júlio Lancelote e mãe Flávia Pinto no festival Livimund de Entrada Franca, Museu de Arte Moderna. a partir das 5: da tarde vai ter livros por lá também, vai ter autógrafo, então é só. Chegar, óbvio, o lugar pode ficar muito cheio, legal chegar antes, aquela coisa toda, tá bom? Eh, isto posto, voltemos porque ainda temos alguns minutinhos e eu adoro abrir espaço paraa opinião de vocês aqui. Eh, ainda a página dois, Marta Emazine, como sobreviver diante de tanta desesperança? Vamos lá.
A desesperança faz parte e a gente toca o barco, vai em frente. Mire-se no exemplo dos palestinos em Gaza. Eles estão sem comida, estão levando bomba na cabeça o tempo todo, já perceberam que a. está muito, muito hostil para eles armamento pesado de guerra hoje é o último dia de prazo dado pelo governo Netanyahu para um milhão de pessoas de deixarem a cidade de Gaza não a faixa de Gaza cidade de Gaza mais uma migração sem comer sem beber sem ter Ter remédio, sem ter médico, sem ter. Aí você fala: "Como lidar com tanta desesperança? Em algum momento os fatores de temperatura e pressão mudam. E a gente começa a ver os mesmos problemas com outros olhos.
Agora a gente precisa fazer a nossa parte. Eu fico me colocando, imaginando a situação de uma mãe palestina nesse momento >> e uma mãe judia nesse momento. A mãe. Judia, a mãe jaelense que professão judaica com o filho sequestrado pelo ramás. Como é que tá o coração dessa mãe há mais de 2 anos vendo o filho sob a tutela e o julgo violento e terrorista desse grupo em Gas? E eu fico me colocando no lugar de um povo inteiro, que essa que é a verdade, né? O ataque do Ramis abriu campo, abriu serviu de pretexto para um governo de ultradireita promover limpeza étnica e genocídio. Desculpa, é o que eu tenho percebido. E aí temos uma situação de flagelo humanitário terrível. Então,.
Quando você fala como é, como lidar com tanta desesperança, eu acho que a gente sempre vai encontrar exemplos de pessoas que seguem em frente ou resistem da forma possível, apesar de tudo estar contra. Eu não consigo imaginar um lugar pior no mundo para assistar nesse momento do que a faixa de Gaza. E toda. Vez que eu vejo imagens de lá, eu falo: "Como é que esse povo tá seguindo em frente? Como é que essas pessoas estão suportando tudo isso?" Então a gente para falar desesperança, a gente precisa ter esse cuidado de ver o que tá acontecendo à volta, sabe? O que tá acontecendo à nossa volta? Eh, Edite Araújo, bom dia de São Carlos, São Paulo. Vou passar por um cateterismo nessa terça.
Poderia direcionar orações, por favor? Ô, Edite, ó, força, coragem e fé, fluídos de paz, amor, cura e equilíbrio. Que todos os amigos do Papo das Nov enderecem a você, Edite, de São Carlos, São Paulo, esses fluidos, essa vibração, essa. Energia. para que dê tudo certo no seu cateterismo e vai dar certo, viu? Dê notícias depois, por favor. Meus amigos, eu vou chegando ao fim do papo, agradecendo a vocês pela paciência, porque eu sou humano. Portanto, a indignação, ela é um sentimento que eu não reprimo, como não reprimo choro, como não reprimo gargalhada.
Eh, hoje é um dia que eu acho que eu tenho todo o direito e todos os motivos para me sentir indignado em relação a essa votação da PEC da blindagem, mais conhecida como PEC da bandidagem. E eu acho que a gente precisa pensar sobre isso e principalmente agir em relação a. Isso. Eu espero que todos vocês se sintam parte de algo maior, célula de um corpo que para ser sadio, cada célula tem a sua função estratégica. Na resiliência desse organismo. Então, que a gente possa fazer pressão democrática e respeitosa, mas pressão em favor de um Brasil melhor e mais justo, um Brasil mais ético, um Brasil.
Mais transparente, aonde quem travestido de uma função pública enquanto político tem o displante de tentar se blindar de investigações e processos, sinta a panela de pressão. Quem não aprende pelo amor, aprende pelo desconforto. Eu não vou falar pela dor, mas não é fácil sentir desconforto. Muitos deles já estão arrependidos. Quero dizer, nossos colegas de Brasília estão falando que tem deputado que nem presta atenção no que tá votando. O líder mandou votar, votei. Ah, eu tenho que ir aí li para um churrasco, tenho que pegar meu voo de volta. Só que o nomezinho fica no placar e o nomezinho tá acessível.
Então, quem tá com o nome na lista dos parlamentares que aprovaram esse projeto na Câmara, eu não queria estar na pele deles. Agora vamos ver qual é o nível de indignação das pessoas, porque isso mede também o quanto você se sente comprometido com essa causa apartária em favor de um Brasil mais ético, mais. Justo, mais transparente, aonde ninguém está acima da lei e nenhum deputado tem o direito de para ser processado ou preso precisar ter uma votação secreta. Na Câmara para isso acontecer. Não faz sentido. Força, coragem e fé. Sigamos em frente. Até domingo, se Deus quiser. Vamos que vamos.


