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De onde vem o ódio? | Papo das 9 #963

Minutos de sabedoria
271

Indicação de leitura

Suicídi0 — um problema de todos. Autora: Karen Scavacini

Sugestão de doação
Ajude a Letícia a conseguir suas 4 próteses. Acesse: vakinha.com.br ID: 5700225 Pix: [email protected]

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Olá, bom dia. Bom dia. Sexta-feira, setembro, ano correndo e nós aqui no Papo das 9 ao vivaço, direto do meu cafofo em Laranjeiras. Sejam todos bem-vindos de onde vocês estiverem acompanhando. Você que me acompanha já aqui no Papo das 9 desde o início há mais de 5 anos durante a pandemia. Você que tá caindo de para-quedas que viu lá, tem alguém ao vivo. Quem é esse cara? Meu nome é André, eu moro no Rio de Janeiro, sou jornalista, escritor, professor espírita e estamos aqui no movimento eh em favor da saúde psíquica,. Emocional. E o Papo das ve tem essa função, é onde a gente procura fazer a nossa parte enquanto comunicador dentro de um viés de conteúdos que possam agregar, somar, ajudar,.

Fortalecer, encorajar, serenizar ou serenar e deixar a gente com melhores condições de navegabilidade no mundo turbulento como esse. [Música] Vamos lá, gente. Vamos começar então. Carlos Torres, Pastorino, para onde vamos hoje? A gente sempre começa com uma leitura. Ao acaso eu abro aqui pedindo ajuda aos amigos invisíveis. Sim, nós somos espiritualistas, nós acreditamos na vida após a morte. E mais do que isso, como espírita, principalmente, que nós estamos sempre acompanhados e a qualidade das nossas companhias. Espirituais é determinada pela sintonia, pela vibração que a gente emana. Quem semeia vento colhe tempestade.

Então, cuidado para você eh zelar, fazer uma boa zeladoria da qualidade dos teus pensamentos e dos teus sentimentos. Vamos lá então. Que eu seja um meio adequado, uma ferramenta. Útil, um instrumento fiel ao propósito de a partir de uma mensagem aberta ao acaso aqui, a gente consiga inspiração para tocar mais um dia de vida. 271 que diz: "Procure ser humilde em todas as circunstâncias". Humildade não é dizer sim a tudo e a todos, nem é apregoar que somos humildes. Não é agachar-se mentalmente a tudo o que os outros dizem. Não.

Humildade é saber exatamente o que somos e o que valemos e conhecer-nos a nós mesmos, procurando corrigir sinceramente os nossos defeitos e não nos querendo impor aos outros. Quem é humilde, em geral não sabe que o é, mas quem não é humilde é quem pensa que é. Olha, a a a lição moral da humildade,. Ela é bem interessante do ponto de vista da gente reconhecer que nenhum de nós, repito, nenhum de nós é o que nos momentos de distração imagina. Ser. Nenhum de nós é tudo aquilo que costuma achar que é. E quando a gente tem a sinceridade de fazer uma autoanálise, sem muita dificuldade, a gente descobre o quê? que nós colecionamos imperfeições que estão presentes, que são atuantes.

E que deveriam estar no plano da nossa consciência para que a gente não se coloque numa prateleira que a gente não deveria estar, que a gente não se julgue superior. A quem quer que seja, porque esta posição de forma direta e acachapante, em algum momento haverá de ser desconfigurada, porque como diz o ditado,. Mentira tem perna curta. Tem uma hora que aquilo que você imagina ser fantasia, né, plasma, você a autoimagem saturada de muita benevolência,. Muita autocomplacência, aquilo não se sustenta. Então, que a gente tem a dignidade de reconhecer que nós, vou recorrer aqui a uma expressão que eu adoro, quem acompanha o papo conhece, não somos flor que se cheere.

A gente tem conquistas importantes, cada um de nós em algum aspecto ético, moral, intelectual, aqui ou ali, você tem até o direito de dizer: "Poxa, eu dei duro para chegar até aqui. Eu eu eu consegui. Chegar a um lugar que não foi me dado de presente, é uma conquista. Exigiu esforço, disciplina, determinação, palmas para você. Agora, isso não faz da gente alguém superior, melhor e que mereça, eventualmente, por invigilância,. Se posicionar numa prateleira alta do móvel aonde você realmente não deveria estar. Então, penso que isso remete a um exercício da verdade.

Eu ia citar aqui uma passagem da Bíblia que fala da verdade, mas não vou fazer não, que ela tem sido citada por tanta gente estranha por aí. Eh, apenas que não é possível trilhar um caminho espiritual sem o autoconhecimento. E não é possível levar a cabo o projeto nobre e urgente do autoconhecimento com a gente se iludindo em relação a quem realmente somos. E o que nós somos é essa soma de muitas imperfeições e. Algumas virtudes do meu ponto de vista. Então, nessa mensagem 271, pastorino traz reflexões muito interessantes sobre o exercício da humildade. A humildade. Como sendo basicamente a o reconhecimento de que nós não somos superiores a ninguém. Todas as pessoas têm o seu valor.

Todas as pessoas têm algo que eventualmente nem é visível, não é epidérmico, não é sensorial, mas que tem muito valor, é algo nobre, é uma conquista. E nós vamos transitando pelo mundo, sim, cultivando a autoestima, mas não se iludindo em relação a o fato que não somos fluxer. Não somos fluxer. um mês que a gente vai ter a campanha de. Valorização da vida e da prevenção do suicídio. Em qualquer área da saúde pública não é possível fazer prevenção sem informação. Isso também vale para suicídio. É fake news dizer: "Ah, mas falar sobre suicídio leva as pessoas a pensarem no assunto e cogitarem da possibilidade do autoestermínio." Quando a gente fala de prevenção, a gente tá falando.

De cuidados que todos nós devemos tomar para reconhecer em nós ou nos outros sinais, questões que podem indicar a chamada ideação suicida. E esse é o momento de procurar ajuda especializada. Só isso. Que eu falei em 10 segundos já seria uma informação utilíssima para muita gente que vive essa questão. Então, neste mês de setembro amarelo, eu tô aqui recomendando o livro de uma pesquisadora que eu conheço, Karenca Cavacine, Suicídio, um problema de todos. É interessante o título, não é um problema de quem tá numa situação de crise, é um problema de todos. Para cada caso consumado de suicídio, um grupo de 15 a 30 pessoas próximas se ressente brutalmente daquela perda.

Portanto, quando a gente diz que suicídio é caso de saúde pública, não é só aquele que cometeu o suicídio, é o dano, é o abalo causado às pessoas próximas que registram aquilo por vezes como um trauma e precisarão de ajuda também. Então vamos lá. Como aumentar a consciência pública na prevenção e na pós-venção? Prevenção para que não aconteça. Pós-venção aconteceu, a pessoa é sobrevivente de si mesma, ela vai demandar ajuda, ajuda especializada. A. Karen é craque nesse assunto. Esse livro foi recomendado por outro craque que é o Dr. Neuri Botega, psiquiatra, professor titular da Universidade Estadual de Campinas. E a Dra. Carmen tem um currículo vasto, cara. Eu eu não vou ler.

É porque o povo da academia não é você não, tá Karen, mas o povo da academia diz assim: "Pô, mas ele não falou que que eu sou". Karen Scavacini, psicóloga, doutora em psicologia escolar e do desenvolvimento humano pela USP, mestre em saúde pública na área da promoção da saúde mental e prevenção do suicídio pelo Carolinska Institute da Suécia. Fundadora e CEO do Instituto Vita Alereção e Pós-venção do Suicídio. Aí vem, cara, isso aqui é só eh três dedos de um palmo, tá bom? Informação salva vidas.

E eu gostaria aqui de tomar a liberdade de dizer, esse livro se presta a qualquer um que queira ler e se informar, mas eu recomendaria principalmente as pessoas que estão na área da saúde, são profissionais de saúde em qualquer setor desse segmento, muito importante,. E pessoas que por alguma razão acham que podem ser úteis, mais prestativas, mais eficientes no socorro. Conhecendo esse fenômeno, eu, por exemplo, acho muito importante que. Bombeiros, bombeiros, eu tenho um amigo oficial bombeiro de São Paulo, que virou uma autoridade no assunto resgate de pessoas que estão em crise e. Ameaçam se matar.

Ele construiu um expertise, uma dinâmica de aproximação, o que dizer, o que não dizer, como salvar essa pessoa de si própria. E é um trabalho magnífico e que virou referência no Brasil e em parte do mundo. São os bombeiros. Então, qualquer pessoa que esteja eh em condição de ajudar, eu acho que todos estamos, mas especialmente na área da saúde, os. Bombeiros e aqueles que estão inseridos no ambiente ou já experimentaram uma situação invariavelmente dolorosa de ter por perto alguém flertando com a ideiação suicida. suicídio. Um problema. De todos carem escavacine. Valeu. Agora, por favor, muita, muita, muita atenção. Eu vou fazer um pedido. Fazia tempo que eu não fazia um pedido do gênero.

Eu vou fazer o pedido em favor de uma moça, uma jovem que eu conheci no mês de junho na cidade de Campos dos Goitacazes, no Norte Fluminense. O nome dela é Letícia. E aí eu vou resumir o pedido. Desde junho eu tenho mantido contato com a Letícia e sua família, especialmente sua irmã Carol. Por quê? Eu fui a Campos participar de uma feira literária e fiz uma palestra na instituição eh centenária, Escola Jesus Cristo Espírita no Norte Fluminense e lá conheci a Letícia. A Letícia me chamou atenção porque ela veio numa cadeira de rodas que a família levou sem os dois braços e sem as duas pernas. A Letícia em fevereiro desse ano deu entrada no hospital.

Ela tem 30 anos, é mãe de do duas criancinhas. Ela deu entrada no hospital com um quadro infeccioso que o hospital não conseguia entender a origem, mas que deu em septicemia, infecção generalizada, uma correria, do jeito que tá, ela vai a. Óbito. O que que a gente faz? um desespero da família até que para impedir a progressão da septicemia e o agravamento da situação no sistema circulatório. Dela, foram aplicadas drogas que provavelmente salvaram a vida dela, mas determinaram uma perda importante da circulação do sangue nas extremidades. E isso resultou, gente, na amputação dos dois braços e das duas pernas.

Eh, você vê uma jovem de 30 anos que do dia pra noite, que foi um intervalo de pouco, pouquíssimo tempo, ela entra no hospital passando mal, é sedada, acorda, não tem os dois braços e não tem as duas. Pernas. Se coloque no lugar dela com dois filhos pequenos, sem ter uma casa adaptada, porque você tem que, como é que você vai fazer tudo? A irmã Carol, morando em outra cidade, foi para Campos para dar esse suporte mais próximo. A família mudou totalmente a rotina. Vários amigos se cotizaram em campanhas pedindo ajuda. Como é que faz? Como é que não faz? Vamos, vamos ter que fazer obra na casa da Letícia para ela ter uma adaptabilidade. Ela vai ter que circular terapia.

E principalmente as rotas terapêuticas para as próteses. Muito bem. Não sei se vai dar para ver. Tem a campanha rolando desde ontem no Vaquinha. Eu tava esperando a campanha chegar pra gente mostrar. Tá vendo aqui a a Letícia? Ó, Letícia tá aqui na cadeira de rodas. A amputação das pernas. Se deu abaixo do joelho, ali na altura da canela, dos braços, ali na altura depois do cotovelo. Eh, eu vou ler aqui para você entender os detalhes. Eh, ela foi internada 25 de fevereiro com 30 anos de idade, dois duas menininhas, duas filhas pequenas com quadro que parecia ser de dengue, mas esse quadro piorou subitamente.

No dia seguinte precisou ser operada as pressas paraa remoção de um líquido que se havia formado no abdômen. Aí ela vai descrevendo, é uma uma sucessão de sustos e os médicos tentando entender o que tava acontecendo, mas isso. Não foi possível de imediato. foi colocada em como induzido, entada na UTI, as taxas todas oscilando muito, pressão quase a zero, frequência cardíaca muito alta e não houve um diagnóstico claro e. Preciso sobre a infecção generalizada. para se para manter-se viva, para manter a Letícia viva, foi importante usar medicamentos muito fortes. Esses remédios, como eu disse, salvaram a vida dela. Entretanto, a determinaram a falta de circulação.

Sanguínea nas extremidades e isso precipitou a amputação dos quatro membros da Letícia. Ela teve alta 14 de abril e tá naquela maratona. Ela tem duas criancinhas para criar. Ela precisa das próteses, ela precisa ter autonomia. Ela não pode depender dos outros para tudo. As. Próteses são a condição paraa Letícia ter qualidade de vida e autonomia. Desde então, eu sou testemunha do esforço dessa família. A gente tentou colaborar com informações para ver aonde aonde seria mais interessante e seguro fazer a adaptação, porque prótese é uma novela. Qual é a prótese que vai ser aplicada? Qual é a qualidade da prótese, a adaptação à prótese? ela teria que sair de campos de Goitacases algumas vezes para fazer no lugar onde isso acontece esse projeto.

Então vamos lá, gente. Não é barato. Mas eu acredito que nós aqui na comunidade do Papo das Nove podemos ajudar com pouco. Cada um com seu pouquinho, a gente haverá de chegar lá. A A vaquinha tá pedindo de ajuda R$ 900.000 para quê? A confecção das próstes pela empresa da 20 em Barueri, que tem como fundador um camarada chamado Pedro Pimenta, que também é quadre amputado, ele perdeu os quatro membros, tem o custo de deslocamento estadia para. Barueri, Campus Barueri, Campus Barueri para Letícia fazer essa adaptação.

Tem uma reserva que precisa estar disponibilizada para fazer futuras trocas de peças das próteses, porque o uso contínuo determina avarias e tratamentos complementares como fisioterapia, cuidados profissionais, até que ela esteja completamente. Protetizada, independente e reabilitada. A campanha foi lançada ontem e com pouquíssima visibilidade já chegou a R$ 33.000 R$ 1.000 de ajuda. Eu peço encarecidamente aos amigos do Papo das, quem puder ajudar naturalmente, não importa se for com pouco, pouco com pouco dá muito. Eu vou dar aqui o código do vaquinha. O código não, o Pix da vaquinha, porque tem o código da. Campanha As quatro próteses da Letícia, dois braços e duas pernas.

Ela tendo a oportunidade de ter autonomia, ajudar as duas filhas pequenas a crescerem com uma. Mãe que tá junto com maior capacidade operacional, vamos chamar assim. Então, vamos lá. O nome da vaquinha é As Quatro Próteses da Letícia. Se você quiser ir lá para ler direitinho a história, é por aí. A vaquinha é 5700 225 @ vaquinhaconc.com.br. Br. Vou repetir, quem quiser ajudar a Letícia, que eu conheço, que eu tive o privilégio de conhecer, é uma menina adorável, inteligente, bonita, mãe jovem, com a família que do dia paraa noite. Teve que se deparar com uma outra realidade de ajuda em tempo integral. 5700225 é o número 57 00225 @ vaquinhaconk.com.br, tá bom?

Depois no stories do Instagram a. Gente repete o número da vaquinha, tá bom gente? É, é isso. A vida traz para alguns de nós, por vezes, situações que testam a nossa resiliência no nível mais profundo. E a Letícia é uma guerreira e a Letícia precisa da nossa ajuda. Tá bom? Vamos em frente. Sugestão de livro,. Sugestão de campanha. Eh, deixa eu fazer um breve comentário aqui sobre o 11 de setembro do Brasil, né? 11 de setembro, né? 11 de setembro foi ontem, quinta-feira, nos Estados Unidos, 11 de setembro é o dia do ataque às torres gêmeas, né? Aí ficou 11 de setembro, 9/11, como eles falam. Aqui no Brasil ontem foi um dia.

Histórico pelo simples motivo de que pela primeira vez na história de mais de 130 anos da República Brasileira, nós tivemos um ex-presidente da República e sete aliados, cinco deles. Militares de alta patente condenados por tentativa de golpe e outros crimes associados. Eh, por que que é um dia histórico? países vizinhos a nós que já tiveram golpes militares, viradas de mesa, quando se rasga a Constituição e diz: "Agora quem manda aqui sou eu". Eh, conseguiram debelar, desidratar novos movimentos golpistas a partir do julgamento e condenação de quem se atreveu a não seguir estritamente as regras do jogo. Eu tô falando do nosso vizinho. Aqui, Argentina. Tô falando do Chile.

A gente tem países próximos que viveram o pesadelo de ditaduras, o pesadelo de regimes que reinventaram as regras do jogo sem mudar a Constituição, ou reinterpretaram a Constituição ou. Tentaram desacreditar o sistema eleitoral. No caso do Brasil, isso foi feito explicitamente da forma mais viv possível, né? Eh, sem provas. Quer dizer, você desacreditar o sistema eleitoral se apresentar uma prova contundente sequer é uma coisa escandalosa. Fora o resto, eu não vou entrar aqui em detalhes. Então, o Brasil oficialmente, eu não sei o que que vai ser o dia de amanhã, eu não sei o que que vai acontecer amanhã, muito menos ano que vem ou daqui a 10 anos.

Eu sei que o Brasil deixou de ser um país complacente, com golpista. O Brasil. Deixou de ser um país que passa pano para quem no uso de um cargo público flerta com a ideia de rasgar a Constituição. Isso não é uma questão de ideologia, isso não é uma questão de política partidária, isso é uma questão de respeito às regras. E é lamentável, como eu disse na quarta-feira, que nesse momento tenhamos brasileiros conspirando contra as regras do jogo no Brasil. Nos Estados Unidos que se arvoram no direito de arbitrar o que deve ou não ser feito no Brasil, segundo as nossas próprias regras e leis. É um momento tenso, mas é um momento que a gente deixa de pertencer a um grupo de países.

Veja, até onde me foi possível entender, eh, o Brasil pertence a um seletíssimo grupo, não passa de outros 10 países que. Realizaram movimentos semelhantes no mundo, de punição a chefes de estado e colaboradores que realizaram tentativa de burlar a Constituição. OK? É uma opinião. Você não precisa, pelo amor de Deus, concordar comigo. Mas a gente quando se manifesta aqui, a gente se manifesta sempre com muito respeito e cuidado em relação a outras opiniões. O que eu estou compartilhando aqui, eh, procura ter a fundamentação histórica. A democracia dá trabalho, a democracia tem problemas, a democracia se presta, por vezes, a, eu vou dar um exemplo concreto de democracia. tóxica, envieszada.

Ontem na Assembleia Legislativa do Rio foi aprovado a toque de caixa um projeto infame que eleva a quantidade de privilégios de penduricalos para os profissionais do Tribunal de Contas do Estado que tem vão ter agora auxílio alimentação, auxílio transporte. Não é vale transporte, não. Uma grana que o cidadão comum não tem, a maioria dos servidores não tem. O estado do Rio tá quebrado e a Assembleia Legislativa do Rio aprova uma escrescência dessa, beneficiando uma casta de servidores com dinheiro que eu tô pagando como cidadão. Do Rio de Janeiro, que é o estado quebrado, para privilegiar essa casta de servidores.

Eu não tenho nada contra servidores do TCE, que é o Tribunal de Contas do Estado do Rio, mas eu tenho tudo contra quem na Assembleia Legislativa a toque de caixa vota rapidinho um projeto que eleva. Despesas na ordem de aproximadamente R$ 100 milhões deais por ano para beneficiar um grupinho de servidores com excrescências de privilégio. privilégios imorais, vamos dizer assim, não faz sentido. Ah,. André, mas é uma democracia, pelas regras do jogo. É o que eu tô falando. A democracia ela não é perfeita, mas ela continua sendo o melhor sistema político que existe.

Porque sem democracia não há transparência, não há imprensa livre, não há Ministério Público atuante, não há uma justiça que não seja submetida aos interesses do governante de ocasião. É um sistema de freios e contrapesos. É assim que se estabelece o equilíbrio dinâmico numa república, aonde há poder executivo, poder legislativo, poder judiciário. E com todo respeito, digo isso também com a devida serenidade. A Constituição de 88 se blindou do risco de você ter anistia para quem tenta golpe de estado. A anistia não é constitucional. nos termos que uma parcela do Congresso deseja aprovar. Isto posto, sigamos em frente. Ai, gente, eu tô com aquela tosse seca, Deus do céu, que não passa, cara.

Passa, né? Vai passar, tá melhorando, mas a gente fica impaciente. Homem não sabe. Homem não sabe sofrer com gripezinha. Se o homem engravidasse e tivesse filho, ia ser um mico, né? Um mico. As mulheres ensinam aos homens santo dia. A como lidar com a dor com dignidade. Com dignidade. Os homens não sabem sofrer. Esperneiro. Vamos lá. Mr. Anderson fez chegar. Eu ainda tô com tem que abrir pelo Gil. Gmail, Mr. Nelson, não falha. Tá lá, ó. A pergunta que fizemos ontem no stories foi: "De onde vem o ódio?" De onde vem o ódio? Olha que pergunta. Esse André também na hora de fazer perguntas provocativas para inspirar o debate, pega pesado, né? De onde vem o ódio?

Aí eu quero aqui fazer algo que eu não costumo fazer, que é eh referendar as contribuições que vocês deram, que eu. Acho muito legal. Olha só, muita gente participou, cara. Eu gosto de mostrar o quadrinho aqui, ó. Dá para ver a quantidade de pessoas que mandaram suas mensagens. Sobre esse assunto. Ó, ó, é muita gente que participou. Mr. Anderson fez a seleção das seis questões, porque tem gente que faz comentário, tem gente que faz pergunta. Eh, muita coisa legal, gente, muita. Olha, eu fico muito feliz porque a ideia da pergunta é fomentar uma reflexão. Então você não fica triste assim: "Poxa, mas não fez a minha pergunta. Mr. Anderson não escolheu a minha pergunta".

Eh, eu fico feliz porque a partir da pergunta vocês dão aqui exemplos de reflexão ou de perplexidade diante do tema, né? Mas isso é resultado de um pensamento, de uma um pensamento. A gente se deteve na análise do assunto. Eu acho isso muito importante. Vocês sabem que eu sou filho de pai e mãe professores de filosofia. Os dois já fizeram a passagem. Eu acho que essas questões ajudam a gente a pensar. E pensar não é pouca coisa. No mundo que tá muito autôm. Elas vão eh repetindo o que o outro diz. Elas não têm opinião própria, elas não conseguem amadurecer, por vezes a própria reflexão.

A gente tem o direito de fazer essa esse exercício filosófico, porque isso nos enriquece, isso nos ah fortalece, isso faz você uma pessoa que vai construindo habilidades. No pensar. Não é pouca coisa não. Carminha Santos de Napoli na Itália. Olha que luxo Papo da Nov. Capite Nápoli. Passei por Napoli com a Cláudia. A gente pegou um trem saindo de Roma e fomos para Assis. Depois fomos ver de perto as ruínas lá nas proximidades do Vesúvio, daquela erupção histórica, né? Eu tenho as melhores lembranças da Itália. A Carminha Santos de Napoli, Itália Capit. O ódio é o amor que adoeceu. Será isso? Essa é uma expressão muito comum no meio espírito. É o amor que adoeceu. É poético, né?

É uma possibilidade, é uma energia, um sentimento eh muito poderoso, como é o amor, só que traz consequências muito nefastas a quem exala ódio. Primeiro contra o próprio corpo físico, né? tem sequelas orgânicas do sentimento de ódio, porque ele drena muita energia. Ele é, ele num primeiro momento pode até te dar força, ele te empodera. desejo de vingança, rancor, a flor da pele, sabe aquela coisa que vai, é como se fosse um aditivo ao combustível, assim, você fica meio eh hipnotizado pela ideia. De fazer justiça com as próprias mãos, qualquer coisa assim. Mas isso tem uma um custo metabólico e principalmente um custo espiritual.

Porque na verdade quando a gente fala de ódio, a gente tá falando de um sentimento destruidor. Ele é avaçalador, ele é dilacer. O ódio é um sentimento ameaçador para qualquer projeto de saúde, de paz, de longevidade, de harmonia, de equilíbrio. O ódio é um sentimento que que solapa um projeto, eu diria, de felicidade plena. Quem deseja paz ou felicidade não pode abrigar o ódio, não pode acolher o ódio. Então, temos aqui uma, a Carminha traz o aspecto poético que é muito bonito, o ódio amor que adoeceu e que obviamente dentro de uma perspectiva espírita de evolução, nenhum de nós está. Condenado por todo sempre a sentir ódio. em algum momento isso vai se esgaçar, porque nós perceberemos que isso não soma, isso não ajuda a nós, isso não fomenta um conforto íntimo.

Isso vai gerar uma inquietação que quanto mais ódio você tiver, maior será essa agitação íntima que dilacera as estruturas do equilíbrio, da serenidade, da sabedoria. Sabe da capacidade de você fazer a melhor leitura das situações. Então, é uma doença, né? O amor que adoeceu é bonito e eu acho que tem fundamento. Carminha, tchau, Carminha. Tchau. É, oi também, né? Tchau. Tchau, tchau, né? Elisete Gomes, você concorda que para eliminar o ódio de dentro de nós é necessário nos colocarmos na posição do outro? É uma boa estratégia, né, a compaixão, né, a gente se colocar no lugar do outro. Sim, mas eu acho que é inteligente a gente pensar no que se ganha com ódio. É, essa é uma questão.

Aonde isso vai me levar? Quais serão as consequências da minha atitude inspirada no ódio? Percebe? Quer dizer, sendo um sentimento explosivo, porque ódio não é raiva. Ódio é ódio. Ódio é raiva potencializada. É é algo que tem uma uma potência destruidora monumental. Então a gente precisa se acautelar, né? A raiva faz parte. Ninguém tem que ter vergonha de dizer: "Eu senti raiva ou eu sinto raiva". Nós somos humanos. Estamos operando ainda na banda larga das imperfeições, aonde a raiva acontece. Mas a questão não é sentir raiva, é o que você faz com a raiva que você sente. Percebe? Não é se sentir menor porque teve raiva, é como você responde à raiva que você sente.

Esse é o grande barato, assim, de boa parte das religiões ou filosofias. Espiritualistas. Não leve consigo esse sentimento. Ele não vai te fazer bem. Ele já não está fazendo bem, você não tá percebendo, mas ele vai agravar a tua situação. Ele não soma, ele não agrega, ele complica, ele torna a vida mais difícil, ele precipita você na direção de um. Labirinto. Sabe aquele ditado que diz: "É fácil começar um incêndio? Difícil é controlar depois". Então o ódio traz essa questão, me parece bem bem temerária, né? Gera medo assim. Eu eu sei como começa, mas eu não sei como. Termina se eu der nutriente para esse sentimento.

Então, ah, se colocar na posição do outro ajuda, mas eu eu tô falando de mim assim, eu acho que a gente precisa sempre ter a busca da serenidade para entender aonde. Esse sentimento vai me levar, porque senão eu vou estar na situação daquele veículo sem freio ladeira baixo. Ladeira íngreme, em velocidade, sem controle. E aí não dá, não. Não é algo que você queira fazer com você, isso é autodestruição, né? Carmen Emília, o ódio vem de relacionamentos mal resolvidos. Ela é de Brumado na Bahia. Brumado, que nome bonito pra cidade. Não conhecia esse nome, nome dessa cidade na Bahia. O ódio vem de relacionamentos mal resolvidos. Olha, ninguém.

O relacionamento mal resolvido é um relacionamento que não dá prazer, que pode ser tóxico e que pode deixar sequelas raivosas ou de. Ódio. Agora, não é uma regra absoluta. Você pode ter um relacionamento mal resolvido que as pessoas percebem que ele tá mal resolvido e muito civilizadamente dizem: "Olha, acho melhor a gente abrir aqui". Não, não deu certo. E por que não deu certo? É melhor a gente não continuar se machucando, se castigando um ao outro, que cada um possa seguir o seu próprio caminho com dignidade. Portanto, não acho que seja uma condição cinequan assim, o ódio surge de relacionamentos mal resolvidos.

Os relacionamentos mal resolvidos ocorrem com maior frequência do que a gente imagina. E não necessariamente eles implicam em ódio. Eles deveriam implicar numa constatação. A gente consegue reatar ou a gente deveria tomar a decisão de não seguir junto? E não seguindo junto zera o estoque de mago e ressentimento. A vida segue, tentamos e não deu certo. Tá bom. Acho eu. Por aí. Vamos bem. Bel Martins. Seria vaidade humana o primeiro estopim para o ódio? Hum, pode ser, mas não o gente, são várias as circunstâncias, as variáveis, as possibilidades, as situações em que o ódio pode aflorar,. Não necessariamente apenas com uma vaidade ferida, né? Assim, eu fui fui atingido na minha honra.

Mexeu comigo e eu me amo. Eu não aceito que mexam comigo desse jeito. Eu eu não eu não usaria a vaidade. Eu acho que o egoísmo é o pai de todas as imperfeições. E o egoísmo, essa priorização absoluta que se dá a si próprio, num nível patológico, por vezes exacerbado, exagerado, o ególatra, ele fica exposto a, digamos, sentimentos. Muito tóxicos e hostis aos outros. E isso pode ser também o ódio, tá bom? Não, só vaidade. Cecília da Rigo, como o Espiritismo pede para lidarmos com o ódio? É uma excelente pergunta. Eu não sei se eu conseguiria resumir em poucas palavras, mas basicamente o espiritismo sendo cristão exalta. A recomendação do Cristo falando do amor.

E não é o amor para quem ama você. Não é o amor restrito às pessoas que você quer bem. É algo que a gente esquece, né? A pessoa que se diz cristã de qualquer denominação,. Quando ela ouve ama o próximo como a ti mesmo, ela já tem lá muito orgulho de dizer: "Eu amo um monte de gente, meu coração é gigante". Só que invariavelmente esse amor ele é endereçado a quem gosta de você, a quem por quem você tem alguma simpatia, admiração. Aí você ama. Qual é o desafio que o cristianismo traz? Porque. Cristianismo, cara, ou o evangelho, a prática do evangelho, ela requer uma reforma íntima robusta e a coragem de você querer bem a quem. Não te queira bem.

Então penso que o espiritismo desarma a bomba relógio do ódio quando você inverte o eixo e diz: "Em vez de em vez de querer que essa pessoa se exploda, eu vou ter com para com ela um. Sentimento cristão de eu vou eu eu vou endereçar a ela fluidos de paz. Amor, cura, equilíbrio. Quando eu entrevistei Sua Santidade o da Lailama, certa vez em São Paulo, alguns anos atrás, líder do budismo tibetano, ele era alvo e continua sendo da China, porque a. China invadiu o Tibete, estilhaçou os templos budistas, torturou e matou vários budistas ligados a Dalilama. da Lailama é considerado inimigo do estado na China. É uma coisa interessante isso.

E quando eu perguntei para ele, qual o seu sentimento em relação aos chineses que odeiam o senhor, que querem prendê-lo, ele não pode entrar na China. E ele disse uma coisa interessante, que ele reserva todos os dias um tempo da meditação dele para endereçar a China as melhores vibrações possíveis. Do fundo do coração dele. É um exercício espiritual do Dalai Lama, que procurou a partir de uma questão que envolve essa hostilidade dos chineses para com ele, a resposta na forma de uma vibração. Positiva, de não querer mal aos chineses, de querer o bem aos chineses, obviamente não é para qualquer um. fazer isso sistematicamente,. Sistematicamente, todo dia.

Tão querendo me matar, tão querendo me torturar, tão querendo me prender, tão dizimando os meus seguidores no Tibet, mas eu tô endereçando a China,. Aos que me perseguem, isso é muito cristão. Isso é o evangelho na veia, cara. Eu tô endereçando outra vibração de outra qualidade. Deu para entender? Ai ai. Por isso que quando Jesus para mim disse, não disse para mim, o meu entendimento dessa passagem de Jesus, eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Não é criar a expectativa de que o mundo inteiro seja cristão.

É ter a a compreensão de que a evolução espiritual haverá de determinar em diferentes tradições, filosofias espiritualistas, o entendimento do que Jesus trouxe. Dailama pratica, na resposta ao ódio dos chineses, algo que é caro ao evangelho, é o exercício do amor a quem não gosta de você. Endereçar amor a quem não gosta de você. Tá bom, Cecília. Tia Gina Bom, de Nova Friburgo, região serrana do Rio. Como não se deixar contaminar por esse ódio que parece tomar o mundo e transmutá-lo? Não se deixar contaminar pelo ódio é algo que a gente consegue fazer. Você não precisa ser, digamos, um espírito de luz para não se. Deixar contaminar pelo ódio. OK?

Depende da tua vontade, do teu desejo e da forma como você disciplinadamente haverá de agir, percebendo a inclinação para sentir ódio. Alargada dessa percepção, se recolher, fazer uma prece, uma leitura edificante, procurar uma, se você é católica, procura sua igreja, se confessa com padre, faz a conexão com. A sua linha de fé. Se você é evangélica, umbandista, candomblecista, budista, espírita, é outro caminho. Eu eu preciso desarmar essa bomba relógio que foi ligada dentro de mim. Eu tô sentindo. Animosidade. Eu tô percebendo que eu tô suscetível a um sentimento muito feio, muito devastador. Então você pergunta: "Como não se deixar contaminar por esse ódio que parece tomar o mundo?

Não se deixando. Livre arbítrio, você escolhe. Você quer se contaminar pelo ódio ou não? Faça essa pergunta para você. Se a resposta é não, e eu espero que seja, ato contínuo, o que devo fazer para não permitir que esse ódio chegue em mim? Ora, você pode orar, fazer uma prece, você pode se reconectar, como eu disse, com sua linha de fé, você pode procurar leituras edificantes, inspiradoras, que estabeleçam outra sintonia,. Desvinculando você do apelo, do ódio e isso todo santo dia, como faz da lailama nas meditações dele. Isso é uma construção diária. Isso é um exercício constante. A gente tá aqui no mundo para evoluir. A gente evolui quando pratica o vigiar e orar.

Quando a gente procura de alguma forma perceber qual é a vibe que tá me movendo, qual é. O sentimento que está prevalecendo nesse momento, se é um sentimento hostil para o que você tá fazendo e entra no protocolo de luz. Aciona o protocolo de luz. Faz a tua parte, muda a sintonia, vibra em outra frequência, faz. É você não fica esperando Deus, Deus, não. Teu movimento dá ensejo a conexão com o plano superior, que também é algo que Jesus ensinou. A melhor qualidade da tua vibração determina a melhor resposta do alto. Conectar é uma lei da física. Aliás, uma rádio AM não sintoniza com FM e vice-versa. Sei nem se tem rádio AM ainda. Tem que ter sintonia.

O rádio amador ele opera naquela frequência. Quem não tá na frequência lá do rádio amador não vai ouvir o que o cara tá falando, né? Acho que é por aí, penso eu. Buenas. Mister Anderson trazendo perguntas do Eduara Navarro. André Edu pergunta: "Tenho dificuldade para meditar. Poderia indicar formas, livros ou profissionais que ajudem nesta importante ferramenta de conexão espiritual e de autoconhecimento?" Olha, Edu, tem muitas técnicas de meditação. Se você é espírita e lê Joana de Angeles, na série psicológica psicografada por Divaldo Pereira Franco, você vai ver que ela ensina alguns desses métodos.

O mais simples é fechar os olhos e respirar profundamente, deixando os pensamentos aflorar, aflorarem, mas procurando de alguma. Forma ter a disciplina de não interferindo nos pensamentos, manter a sua serenidade e perceber que eles de repente deixam de vir na intensidade e frequência com que estão vindo, porque você está focado na sua respiração. Eu fiz certa vez, há muitos anos atrás um curso de meditação transcendental que foi muito bom. Aí você fica com os olhos fechados, respirando profundamente, repetindo um mantra, uma palavrinha no outro idioma que o professor do curso de.

Meditação transcendental passa, que tem o objetivo de distrair tua mente até você mergulhar num silêncio profundo que é muito restaurador da tua energia. É como dormir acordado. O coração bate devagar, como se você tivesse dormindo. A respiração fica bem profunda. Você fica com as extremidades geladas porque o coração tá batendo mais fraco. E a gente, a gente quando dorme o corpo esfria um pouquinho, né? Porque a gente muda a frequência cardíaca. Você fazer isso acordado é um barato. Tem uma técnica, você pode procurar e se informar, tá bom? Procure, procure, informe-se, faça essa pesquisa. Cada técnica de meditação tem a sua singularidade.

Você precisa ver qual a tua, Edu, qual aquela que você gostaria de começar, tá bom? Meu amigo César Saí com a mulher Silvia lançou um livro recentemente falando exatamente sobre esse eh exercício meditativo. Que revigora, refresca a alma e dá alento pra gente seguir em frente. Deixa eu ver se eu acho aqui. Eh, já que eu falei do livro jornalista, eu tenho esse problema. Eu falo, eu tenho que dar fonte, que, aliás, é um bom exercício. Checar César Saí,. Livro meditação. Aí tem vários livros, cara, dele. Vários livros, ó. livro Meditação e Espiritismo, se você for espírita dele e da Silvia, sua esposa. Beijo nos dois, fica a dica. Meditação e espiritismo é um dos livros.

Eu me lembrei dele porque eu conheço a figura da maior credibilidade,. Da maior seriedade, razão pela qual recomendamos. Você acha que eu recomendo qualquer coisa aqui? Eu, hein, tô ligado na missão. Lara Navarro, Jardim Botânico, aqui no Rio. André, esse clima de rivalidade entre os brasileiros que pensam diferente politicamente vai continuar. Você vê isso espiritualmente dentro de um país. Olha, deixa eu falar uma coisa. Ah, a maior parte do país não se enquadra nem no lado A, nem no lado B, se é que me entende. Não tá nem com o Lula, nem com o Bolsonaro. A maior parte do país, eu tô te dando uma resposta baseada em pesquisa, não é achismo.

Se situa numa posição política denominada de centro. Você não se encanta com um lado, nem se encanta com o outro. Você tá ali esperando uma liderança que corresponda às suas expectativas de uma forma mais plena. Eu tô citando pesquisas no plural, não é uma ou outra um ou outro instituto de pesquisa, não. Então, a gente precisa fazer a travessia desse momento com a devida serenidade, procurando fomentar a. Paz, a serenidade e o equilíbrio. Não adianta. Retroalimentar o discurso beligerante, extremista, terrorista. Ah, já tá cheio de gente aí querendo ver o caldo entornar. Não seja uma dessas pessoas. Você não merece isso.

Não merece individualmente, porque isso será debitado depois da tua conta. Ah, eu sou um. Eu sou um só. no país, não. Se você agitou no perímetro que você circula, inflamou disposições na direção,. Eu diria, de algo que remeta a um extremismo, te prepara, porque isso haverá de doer em algum momento na tua consciência, penso eu, né? Eh, a gente vai ter que ter muito cuidado no nas escolhas que a gente faz no dia a dia em favor de um país melhor e mais justo. E promover o ódio, a intolerância e o preconceito não deveriam fazer parte desse caminho,. Muito menos eh conspirar contra a lei, a Constituição, as regras de convivência. Então, eu acho que a gente vai ter que fazer essa travessia,.

Entendendo a necessidade de surgir novas lideranças que expressem o pensamento mais ético, eu diria, mais sensato e sábio na gestão da comunidade dos diferentes. É isso que eu penso. Ah, André, isso é utopia. Ah, André, mas isso não vai acontecer no curto prazo. Eu não sou vidente, eu não tenho bola de cristal, eu faço a minha parte do jeito que eu acho que a minha consciência, na verdade, aí não é achismo, é a forma. Como a minha consciência inspira posicionamento. E a gente vai levando da forma que dá, do jeito que dá, sem abdicar das nossas sinceras convicções bem fundamentadas e baseadas, não lastreadas em achismo fake news, mas processo de uma ruminância intelectual.

Que a gente precisa ter. 9:59, sexta-feira chegando ao fim. Domingo, depois de duas semanas sem papo das 9 ao vivaço. Esse domingo tem papo das 9 ao vivaço. Sugiram para mim, manda para mim o assunto que vocês gostariam que eu. Tratasse domingo ao vivo aqui no meu cafof, tá bom? Fiquem com Deus. Beijo. Valeu. [sem fala identificável]

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