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Setembro amarelo pedindo passagem | Papo das 9 #960

Minutos de sabedoria
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Indicação de leitura
Ser humano é ser junto! Autor: Mario Sergio Cortella

Sugestão de doação
Informe-se e tenha pensamento crítico sobre o julgamento que ocorre agora sobre a tentativa de golpe no Brasil!

Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Aê! Bom dia a todos e todas, onde vocês estiverem, com quem vocês estiverem, do jeito que vocês estiverem. Você que nos acompanha aqui pelo YouTube, pelo Instagram, pelo. Spotify, eu sempre esqueço de falar da numerosa plateia virtual que temos aqui via Spotify. Então, é uma honra, um prazer estar novamente com vocês, renovando esse compromisso iniciado há mais de 5 anos, de ocupar um espaço nessas redes para promover a saúde psíquica e emocional. Mais do que nunca, em pleno mês de setembro e setembro amarelo da valorização da vida e do prevenção do suicídio. A gente tá aqui embuído fortemente desse compromisso de gerar esperança, compartilhando informações.

Que ajudem as pessoas de alguma forma a priorizarem o que é essencial. A saúde mental é essencial e a gente não descuidar do foco, né? Procurar elencar as prioridades da vida que remetem à nossa qualidade de vida e do nosso entorno. A gente vai levando assim a vida com inúmeras demandas emergenciais. E vai, por vezes, descuidando do que é essencial, fundamental, insubstituível. E a nutrição material, ela não é menos importante do que a nutrição emocional, do que a nutrição espiritual. Então, a gente precisa tá atento a isso. O setembro amarelo, do meu ponto de vista, remete a lembrança dos cuidados essenciais e como a gente, por vezes, descuida do que é essencial e sofre,. Né?

Tem a música do Guilherme Arante. Sofre de teimoso quando esquece do prazer. Então, ah, dá prazer a gente se cuidar bem nessa direção do que é essencial e que não demanda, em. Boa parte dos casos, dinheiro. É importante dizer isso, mas vamos lá, a gente já fala disso. Tem muita coisa para falar hoje. Deixa eu lembrar aqui, ó, na largada, eu vou lembrar depois. Surgiu uma visita relâmpago a partir de um convite do Supremo Tribunal Federal para fazer uma palestra amanhã de manhã. Não haverá amanhã de manhã julgamento do golpe e haverá um evento chamado STF Inspira num formato de TED Talks. 18 minutos para cada convidado falar. Me chamaram para falar o que eu quiser sobre o tema ambiental.

Ou climático. Olha que perigo. Estarei lá. Vou viajar hoje. E aí, para aproveitar a viagem e agradeço a Cristiana Pastorino, minha amiga, filha de Carlos Torres Pastorino, que fez contato com o Centro Espírito André Luiz no Guará, e lá estarei hoje à noite falando da arte de seguir em. Frente com a pegada da prevenção do suicídio. Centro Espírito André Luiz. Eh, quem quiser pintar lá, quem puder apareça. Hoje 7:30 da noite no salão André Luiz, no Centro Espírita André Luiz. Obrigado à instituição também por em cima do laço, isso não é simples, não é trivial, acolher, digamos, um pedido pra gente poder ser encaixado na grade das palestras, tá?

E quero lembrar os meus amigos gaúchos, cara, é impressionante. Eu estarei sábado e domingo numa jornada no Rio Grande do Sul de palestras, começando por Porto Alegre, também passarei por Gravataí e Viamão. E ah, em alguns lugares que eles pedem para não ter confusão, né? Você faça uma reserva, quando o lugar é um pouco menor, faça uma reserva antes, coisa e tal. Pá, pá, pá. A divulgação por lá tá bombando e os lugares já estão começando a ficar apertadinhos. Então eu vou passar a programação, vou deixar a programação na eh no stories, no feed do Instagram também. Faz tempo que eu não faço palestra no Rio Grande do Sul.

Eu tive lá ano passado cobrindo como jornalista a maior tragédia ambiental e climática da história dos gaúchos. Só quem viu de perto tem a noção exata do tamanho que foi aquela ecatombe, daquela chuvarada que fez transbordar os rios, gerando infortunadamente muita perda de vida, muita perda de patrimônio, colapso na infraestrutura. Agora a gente tá indo, eu diria, com essa eh missão, esse propósito de promover saudáveis reflexões sobre o momento, sobre a vida, sobre o futuro,. Sobre escolhas que nós fazemos, especialmente aquelas em períodos de turbulência, como esse período em que estamos atravessando. Então, lembrando, hoje à noite estarei no Guará.

7:30 da noite no Centro Espírito André Luiz. Fim de semana estarei fazendo a convite dos meus amigos Lourenos e Marta. Obrigado essa jornada de palestras Porto Alegre,. Gravataí e Viamão. Tá bom? Vamos começar então sempre espanando baixo astral e promovendo nutrição espiritual. Deu até rima. Com o nosso querido Carlos Torres Pastorino, pedindo amig a ajuda dos amigos invisíveis, que eles estejam presentes, nos inspirando, nos intuindo, nos acalentando, protegendo. A partir da leitura de uma página aberta ao acaso. Mas a gente pede ajuda para abrir no na mensagem mais adequada para esta manhã de quarta-feira. Portanto, eu peço que esses amigos estejam aqui e nos.

Abençoem no sentido de que eu seja um manejador do livro à altura desse desafio, né? Que eu possa estar inspirado para fazer a escolha certa aqui, intuitivamente, que a gente consiga realizar esse trabalho a contento, que é o pouco de fermento que leveda a massa toda, que eu seja, portanto, um. Instrumento fiel, um meio adequado, uma ferramenta útil para esse propósito. 45 é a mensagem. Se alguém não o compreende, perdoa e siga em frente. Não guarde em seu coração mágoas e ressentimentos, medo e tristeza. Caminhe pra frente. Quanta gente espera de você. Apoio, compreensão e carinho? Se não compreendem, não se importe.

Perdoe e siga em frente, porque em todos os caminhos encontraremos sempre lições preciosas que nos farão progredir. Interessante. O pastorino nessa mensagem 45 fala duas vezes sobre a importância de seguir em frente, que é o nome do livro, a arte de seguir em frente, o último que eu lancei que tá aí. Ele fala: "Caminhe pra frente". que ele fala, perdoe e siga em frente. A mensagem é sobre perdão. E a gente já falou aqui, eu vou repisar porque é o que a gente já introjetou como conhecimento repleto de sentido e significado, mas que por vezes quando a gente se sente traído, enganado, né,.

Por alguém da família, por um sócio, por um amigo, aflora um sentimento muito hostil e tóxico de aversão a essa pessoa, de repente, ela passa a ser o seu inimigo número um e. Você desenvolve, por vezes, por invigilância, esse essa resposta tóxica de não perdoar em pode ser alguma. Eu não vou perdoar nunca, não perdoo nunca, achando que com isso tá castigando a. Pessoa. Na verdade, é essa é a essência da mensagem para mim. Quando Jesus replicou no Evangelho o perdoa, não sete, mas 77 vezes, Jesus não inventou essa expressão. Essa era uma expressão popular entre os judeus. Perdoa, não sete, mas 77. Faça não sete, mas 77. Quando você diz, você quer dizer assim, faça sempre isso.

Faça não sete, mas 77 x 7 vai embora dessa conta. infinita aí que sugere muito, né? Então, perdoar nos liberta de um sentimento. Hostil que depreda a nossa saúde física, mental, espiritual. Quem perdoa se livra de um abacaxi daqueles que você está se ajudando. Você está num processo de autocura, você está removendo toxinas que tem um alto poder de, eu diria,. Depredar você. Isso pode ter consequências, como disse, na área da saúde física. Na saúde mental, não tenha dúvida, aquilo abala estrutura. Quanto maior a mágoa, quanto maior o ressentimento, maior a dificuldade de você lidar com as coisas triviais da vida. fica uma sombra dentro de você que ocupa espaço.

Então, seguir em frente é paraa frente que se anda. Na linguagem popular significa já foi, claro que não foi legal, mas não fica carregando isso pro resto da tua vida, porque a vida passa rápido, a vida é delicada, a vida é frágil. A gente precisa saber cuidar da vida, a gente. Precisa saber se cuidar. E a mágoa e o ressentimento extremos dilapidam a nossa resiliência emocional, psíquica. Então a gente precisa, é uma questão de inteligência,. Eu diria, sabia? É uma questão de inteligência, inteligência emocional, inclusive não me faz bem ficar dizendo toda hora que essa pessoa é imperdoável. Não perdoo ela em hipótese alguma. Não tem perdão para. Isso. O que perdoar não significa esquecer.

É outra coisa que a gente já falou muito aqui. Você não vai esquecer. Aquilo tá guardado. Porque foi desagradável, foi um impacto, foi um trauma eventualmente. Então é importante você saber que aquilo aconteceu para se precaver de novas situações indesejáveis. E você ao perdoar não significa que você vai reatar 100% laços matrimoniais ou laços de amizade ou vai recuperar a confiança no sócio. Que te traiu. Não significa que você tá seguindo em frente, não acalenta por essa pessoa nenhum sentimento hostil ou negativo,. Mas você agora tem todo o direito de se reprogramar seguindo novos caminhos ou novas direções.

Então eu penso que a gente precisa entender o alcance profundo do perdoa ao próximo como a ti mesmo,. Né? É um alcance profundo e ele significa, em última instância, saúde. Saúde integral. Ninguém pode almejar a saúde integral retroalimentando mágo e ressentimento. Aquilo em algum momento você se depara com um impedimento para alcançar a plenitude. Tem ali um obstáculo. Esse obstáculo só depende da gente para seguir em frente. É o perdão. Perdoo. Eu não vou ficar. Eu perdoo significa. Eu não tô dizendo que você fez certo. Eu não tô dizendo que eu mereci levar essa chapoletada. Eu tô apenas dizendo que da minha parte eu não quero ficar mais vinculado a essa história.

Essa história já é passado e eu vou tocar minha vida da melhor maneira possível. Eu tô ouvindo uma sirene aqui, vocês devem estar ouvindo. Vamos falar aqui dos apenados que já cumpriram o seu período de punição encarcerados. Libertos pela lei, eles vão procurar oportunidades na vida. Muitos de nós discriminamos alguém que já foi preso pelo cometimento de um crime, foi julgado, foi preso. Aí você diz assim: "Essa pessoa não presta". Emanuel, pela psicografia do Chico, disse: "Criminosos são aqueles que foram flagrados. Né? Ou seja, todos nós em maior ou menor grau pelas leis de Deus e eventualmente também dos homens, deslizamos eticamente, cometemos pequenos ou grandes delitos ou crimes.

Agora, quem. Foi pra cadeia foram aqueles que foram flagrados. Então, nenhum de nós em san consciência estaria em plenas condições de afirmar que a pessoa que já cumpriu pena,. Ela não tem direito a um recomeço, a uma nova oportunidade, a uma nova chance. Então, veja, não é esquecer o erro cometido, mas ela já pagou por isso. Ela tem uma, ela tem essa, esse direito de recomeçar. Ah, mas eu não perdoo o crime que essa pessoa fez. OK, é direito teu. Você vai ficar carregando isso com você e eu te asseguro que isso não vai fazer bem. Então, meus amigos, perdoa o próximo como a ti mesmo.

É inteligente fazer isso, libertando-se de uma sombra que nos custa muito caro, ela é muito pesada pra gente carregar o resto da vida. Deixa eu recomendar um livro aqui de uma pessoa que eu conheço, tenho a honra de conhecer pessoalmente, considero um amigo, embora não tenhamos laços assim próximos de convívio, que é. O filósofo, pensador e escritor Mário Sérgio Cortela. Um livro que não é novo, mas o título é muit o título e o conteúdo naturalmente aludem uma situação do aqui e do agora. Ser humano é ser junto por uma vida sem preconceito e com diversidade. Mário Sérgio Cortela, ele quando manda livro sempre tem uma tirada que eu acho genial. Ele bota: "André, partilha". Partilha.

É o que eu vou fazer agora. Vou partilhar esse conteúdo. O livro não é novo, mas o conteúdo é absurdamente atual. Quarta capa. Resumindo a obra intolerância, polarização, hostilidade, desprezo. Esses sintomas presentes em nosso cotidiano se originam em grande medida na falta de alteridade. Alteridade é perceber o outro na sua complexidade, na sua subjetividade e isso gera um respeito. Eu posso não. Concordar com outro, mas eu preciso entender que ele é assim. E a gente vai procurar um caminho de entendimento na atitude de olhar a outra pessoa, não como outra, mas como estranha, como intrus e muitas vezes como inferior.

É nessa ambiência que se instala o preconceito ao qual precisamos prestar atenção. O preconceito reduz a nossa capacidade de conviver, de refletir, de fazer melhor, de inovar e de partilhar. Então, há muitos modos de ser humano e o fato de sermos um desses modos não significa que sejamos o único modo de ser. Olha que bonito isso. Vou repetir. Há muitos modos de ser humano e o fato de sermos. Um desses modos não significa que sejamos o único modo de ser. Sensacional. Mário Sérgio Cort. Eu já aqui entreguei o que vou partilhar porque ele já falou para mim uma vez. Encontramos por acaso numa rua de São Paulo. Eu tava gravando um programa Cidades e Soluções.

Ele passou, a gente ficou lá batendo papo um. Tempo. Aí eu me lembro de ter perguntado, professor, como é que o senhor lança tanto livro? É livro para Dedel, um atrás do outro. Ele falou: "Vou te dar uma dica. Grave as palestras, peça para alguém degravar isso, transcrever pro papel e você edita, tá pronto o livro? Eu falei: "Nossa, é fabricação em série, porque não é. Simples você traduzir, traduzir não, transformar uma palestra de improviso, né? a palestra não lida numa versão literária que guarde sentido para quem lê, porque uma coisa é o discurso oral, a dinâmica de falar, a. Outra coisa é o discurso escrito em forma de literatura. Aquilo tem uma outra dinâmica, uma outra estética.

Então, não é tão simples assim, não, mas ele faz. Eu acho sensacional isso. Gente, deixa eu dar aqui uma dica. Eh, chegou o momento do papo depois do Minutos de Sabedoria e da indicação de leitura, que a gente faz aqui indicação de algum tipo de doação, apoio para algum projeto, campanha, ou a gente dá uma dica que nos pareça importante. Presta muita atenção nesse momento do Brasil em que nós estamos acompanhando com atenção e o mundo também ao julgamento que acontece no Supremo Tribunal Federal e que alude a tentativa de golpe.

É, eu não sei se vocês estão acompanhando com a devida atenção ou tiveram oportunidade de acompanhar ontem o procurador-geral da República, resumindo de uma forma muito objetiva a soma das ocorrências antes e depois da. Depredação eh do Supremo Tribunal Federal e da invasão lá na Praça dos Três Poderes, naquele janeiro fatídico. Eh, nós tivemos no Brasil, presta atenção no que eu vou dizer para entender o que que eu quero falar. Em quase 137 anos de República, que é a história da República no Brasil, mais de 20 golpes, tentativas de golpe quarteladas e ruptura da ordem institucional. Em duas oportunidades, isso foi mais virulento e ocupou por mais tempo o regime de exceção.

Estado Novo de Vargas, primeira metade do século passado, ditadura militar de 1964, golpe militar de 64. E em todas essas circunstâncias rasgou-se a Constituição. Para ficar claro o que que é um golpe, né? Quando você não segue o livrinho, não segue as regras. Muito bem. Em nenhuma dessas oportunidades, eu tô falando mais de 20 golpes, tentativas de golpe, quarteladas, rupturas da ordem institucional. Nunca houve o julgamento e a condenação dos responsáveis. Nunca. Agora tá sendo diferente. Aí você vai dizer: "Mas e daí?

E daí que se você prestar atenção nos países vizinhos onde houve também golpe, tentativa de golpe, quartelada, ruptura da ordem institucional, se você pegar Chile, Argentina e Uruguai, países. Próximos da gente, você vai ver que por lá cessaram golpes e tentativas de golpe, quarteladas e rupturas da ordem institucional. Por quê? Porque houve julgamento dos responsáveis. Você criou um precedente. Ou se preferiu usar a nomenclatura jurídica, uma jurisprudência. Não houve impunidade. O Brasil é o país da impunidade em relação a quem tentou e eventualmente conseguiu romper com a ordem institucional. Isso tem que acabar. O Brasil precisa, o Brasil merece ter na sua história.

A justa punição dentro do estado democrático de direito com amplo direito de defesa, respeitando o rito processual, investigação, oferecimento de denúncia, julgamento. E. É o que está acontecendo. Eu fico abismado quando se fala em anistia antes da condenação, né? Quer dizer, que é uma uma aberração conceitual. Como é que você quer aprovar Nistinha antes do julgamento, que era o que muita gente no Congresso, aliado do ex-presidente da República, queria fazer. Agora já ganhou força de novo a. Ideia de aprovar um projeto que fale de anistia. Eu quero repisar aqui. A anistia significa álibe para quem conspirou contra a Constituição voltar a fazê-lo.

É só pra gente ter uma opinião que é a minha e eu não vou aqui deixar de proferi-la. mesmo salvaguardando aqui, resguardando o papo das debates estritamente políticos, eu não tô. Fazendo um debate político, eu tô fazendo um debate sobre a razão pela qual, ao contrário de Chile, Argentina e Uruguai, o Brasil continua sendo um país aonde golpistas flertam com a ideia da execução da ruptura da ordem. Institucional. é o ambiente da impunidade. A justa punição faz a diferença na minha modesta opinião. Bom, seguindo em frente, vamos chegar aqui nas perguntas selecionadas por Mr. Anderson a partir do que postamos ontem no stories do Instagram. Já estamos no mês de setembro.

Quando entrar setembro é Beto Guedes. Beto Guedes. Cara, uma vez eu fui no show, fui com a Cláudia Beto Guedes, quem mais que tava lá? Toninho Horta. E quem era o terceiro? Eram três mineiros daqueles assim tops no mundo da música que eles se revesaram no palco. Eu tô esquecendo do terceiro. Quem viu esse show avisa, por favor. Eh, espetacular. Minas, cara, é um celeiro de música. Aliás, deixa eu mandar um beijo aqui para um guitarrista que acompanha o Papo das Nove, acompanha muito durante a pandemia, um baita guitarrista, Afonso e Eleodoro. Parabéns aí pelo seu talento, viu? A pergunta selecionada do Story foi a partir Partir do tema Setembro Amarelo pedindo passagem.

Para quem não sabe, setembro amarelo é o mês da valorização da vida e da prevenção do suicídio. E as perguntas selecionadas por Mr. Anderson foram: Thago Cortez, por que estamos cada vez mais próximos e reféns a tantos colapsos psicológicos? Olha, eu não saberia dizer com base na boa ciência que produz dados epidemiológicos, etc., se nós estamos de fato estatisticamente mais próximos e reféns a tantos colapsos psicológicos,. Tá? Eu não tenho essa informação, mas sim é algo muito recorrente a detecção de patologias de ordem mental, especialmente no pós-pandemia. E o Brasil, do meu ponto de vista, se ressente de uma adequada assistência aos diferentes problemas de saúde decorrentes.

Dessas questões como depressão, transtorno de ansiedade, transtorno de personalidade, esquizofrenia. Os CAPS, os centros de atenção psicossociais nem sempre dão conta. E a política antimanicomial que vetou a replicação de crimes bárbaros em manicômios, hospícios, onde os. Pacientes eram eh vítimas de maus tratos dopados e eventualmente violentados, né? Uma coisa horrorosa a história dessa desses manicômios espalhados pelo Brasil. Agora, você não ter mais hospício manicômio significa um problema para famílias que têm entre os seus alguém com patologias. Graves de ordem mental, mas não tem dinheiro para uma internação que precisa. São vários os casos que você vai precisar de internação.

E a internação no na área pública SUS não é simples,. Não é fácil, dificílimo. Eu mesmo não sei dizer aonde e de que maneira. Eu perguntei isso pro ministro da saúde, Alexandre Padilha, esse ano, falei: "Como é que fica?" Ele falou: "Não, a ideia é que nos hospitais gerais. Haja o atendimento também. para quem esteja nessa situação. Cara, os hospitais gerais não estão dando conta do que é o o dia a dia deles. E em casos extremos de patologias de ordem mental, você pode, o correto seria, ter um atendimento multidisciplinar, porque não é só o psiquiatra. Então é um problemão. Setembro amarelo, me parece também abre espaço pra gente refletir sobre isso, né?

Agora você pergunta o Thago, por que estamos cada vez mais próximos e reféns a tantos colapsos. Psicológicos? Bom, eu já disse que eu não tenho os dados, não tenho estatística, não sei se isso tá escalando, não tenho essa informação, mas eu acho que a gente tem que ter muita atenção em relação à nossa saúde mental, procurando ajuda. Quando percebermos que aquilo está acontecendo, tem alguma coisa que não tá legal. Ou quando as outras pessoas nos reportam que nosso comportamento, nossas reações estão fora do eixo, elas são espelhos, né? A gente não percebe e elas dizem: "Olha, hoje você fez isso, não é normal. Não, não tô. Acostumado a ver você fazer isso.

Não tô acostumado a ver você reagir dessa forma. Não tô acostumado a ver a você ter esse comportamento. Pessoas que gostam de você ou pessoas que estão fazendo a gentileza de te dar um retorno. E a gente precisa procurar ajuda. A gente precisa procurar ajuda ou aceitar a ajuda quando ela nos é ofertada. Eh, e o mundo é isso aí, viu, Thago? O mundo é esse mundo que a gente vive. O mundo vai ter sempre situações que podem ser muito estressantes. Agora, a questão não é o que vem do mundo. A questão é como. Você responde ao que vem do mundo. Percebe o que eu digo? Quando você fala assim: "Porque estamos cada vez mais próximos e reféns". Eu não acho que a gente seja refém.

Refém é uma palavra muito forte. Ninguém escolhe ser refém. Você é forçado por alguém a estar na condição de refém. Certo? Em sendo assim, nós, por vezes nessas circunstâncias, por invigilância ou desinformação, nós permitimos que sejamos reféns. É forte o que eu tô dizendo, mas eu acho que é isso. A gente meio que vai levando quando já tem a noção de que não tá legal. E isso implica em riscos, riscos desnecessários. Procure ajuda sempre que tiver se sentindo oprimido pelas circunstâncias, não tô dando conta, não tô legal. Eu tô perdi qualidade de vida, não tô sentindo ânimo, tesão de viver, esperança. Que que eu faço? Procure ajuda. É fundamental.

Não adie, não postergue, não deixe de fazer o que é o certo. Tá bom? Cláudia Barros, qual a melhor maneira de mostrar que a vida presta? Fernandia Torres que falou bonito, né? A vida presta. Qual a melhor maneira de mostrar que a vida presta? É viver, Cláudia, é você se permitir viver, cara. Viva intensamente, curta os momentos,. Produza momentos de deleite, de prazer, de curtição, de imersão nas coisas que te alimentam a alma, que te fazem se sentir. Repleta de luz. Quando a vida tá plena de sentido e significado e você sabe que certas pessoas, certas situações, certos lugares. Amplificam o prazer de viver. Outras pessoas, outras situações, outros lugares drenam energia vital.

Então, posicionamento, escolhas, livre arbítrio, o que que você. Quer para você? Você quer uma vida boa? Vida boa no sentido daquilo que te compete fazer para você cuidar bem de você. Ama o próximo como a ti mesmo. Você precisa se amar. Tudo começa pela autoestima, que não é sinônimo de egoísmo. Autoestima é você apreciar, defender, proteger, cuidar de você, porque Deus está em você também. As pessoas procuram nós, Deus fora, Deus. Aí o pessoal olha para cima, pro céu. Cara, Deus é onipresente, inclusive está dentro de você. Você possui a partícula Deus dentro de você. A.

Meditação profunda em certas linhas de treinamento, de meditação, promoveria esse encontro com a sua luz interior, essa fagulha divina que está dentro. Então são muitas maneiras, né, da gente eh em certa medida, usando as palavras que você usou, mostrar que a vida presta. Mas você tem que mostrar para você, não é pros outros. Como é que você mostra que a vida presta? Mostre para. Você. Os outros são os outros. Cada um com seu cada um. Como você mostra para você que a vida presta? Que escolhas você pode fazer nessa direção? Eu acho isso fundamental. Tá bom, Cláudio. Vinícius Reis. Oscar Wild disse que viver é raro e que a maioria das pessoas apenas existe. Ele estava certo.

Olha, esse pensamento é muito inspirador. Eu também não vou aqui evocar dados que eu não possuo para cravar se a maioria apenas existe ou vive, né? claramente a frase. Inspiradora, porque nós podemos viver mais na direção da manutenção das funções orgânicas e fisiológicas dentro de um condicionamento que. Preconiza apenas as prioridades da própria subsistência. Uma vida que vai ficando cor cinza, né? uma vida repetitiva, uma rotina que não traz a perspectiva de novos aprendizados, novas experiências, eh acumulando. Conhecimento, sabedoria, né? evoluindo, despertando, eu diria em você, novos apetites de saber e de conhecimento. Quando a gente fica ali na.

No trilho do fazer como sempre se fez e eu vou seguindo meu caminho, aqui não tem surpresa, aqui não tem nada diferente. A minha rotina é rigorosamente a mesma sempre. E isso pode ser de fato uma armadilha, isso pode ser um estado quase vegetativo de existência, considerando as possibilidades que a vida oferece para você sair fora da caixinha. Então,. Eh, nesses termos, quando isso tudo que eu falei ocorre, a gente existe. A gente existe. Agora, viver dentro do que eu entendi da frase citada por você, de autoria do senhor Oscar Wild, nós temos.

Um potencial de valorizar as escolhas da vida que precipitam novos caminhos e horizontes, que muitos de nós, pelas razões que forem, não faz essa esse movimento. Não tô aqui julgando. Cada um é livre e soberano para realizar as próprias escolhas. E aí, possivelmente, a gente vai desperdiçando vida, né? A vida vai ficando aquilo ali, aquele sempre faço a mesma coisa todo dia, sem alegria ou tesão de estar realizando algo que me alimenta a alma, que me faz. Feliz de verdade, que me deixa numa com uma sensação assim de plenitude, né? Uau! Que barato isso.

Uma nova descoberta, um novo aprendizado, uma nova música, uma nova língua, um novo lugar, novas pessoas assim que eu tô conhecendo, tô interagindo. Tudo isso tá no pacote, penso eu. Tá bom. Verônica Coelho do Recife. Não seria exagerado o Vale dos Suicidas, já que é o momento de desespero que leva ao suicídio. Olha, vamos lá. Vou evocar aqui um um dos livros da obra básica do Espiritismo, que é o céu e o inferno,. Quando Kardec publica as experiências das pessoas que já fizeram a passagem por diferentes categorias que ele aglutinou em capítulos do livro. Existe o capítulo dos suicídios.

No capítulo dos suicídios, existem pelo menos nove diferentes espíritos comunicantes que tiveram permissão para dar o seu testemunho a partir da colaboração de médiuns. Kardec fez a transcrição dos depoimentos desses espíritos que na encarnação anterior se mataram e percebeu claramente que cada experiência trazia sua singularidade. Então, o que que eu quero dizer? Todos os espíritos comunicantes revelaram algum grau maior ou menor de desconforto, mas o desconforto sempre estava colocado ali e um arrependimento pelo ato cometido. Agora, cada um deles relatou de uma maneira o que tava sentindo.

O que eu tô querendo dizer é que por invigilância ou preguiça, muitos de nós só t uma referência do que acontece quando uma pessoa se a luz do. Espiritismo, quando uma pessoa se mata e o que encontra depois do colapso orgânico é o livro Nosso Lar de André Luiz, psicografado por Chico. Como se todas as pessoas. Que infortunadamente precipitam o retorno à pátria espiritual tivessem o mesmo destino. Só que não. Esse é o ponto. E cada caso tem a sua singularidade. Claro, o suicídio em nenhuma hipótese significa alívio, solução para os problemas. Não. Agora existem gradações de desconforto, vamos chamar assim.

Não dá para comparar uma pessoa que age de forma fria e calculista, tendo saúde, tendo, digamos, uma vida estável. Eu tenho aqui, eu não não eu tenho um lugar para ficar, não passo fome, tô. Empregado, tenho uma família linda, mas eu cansei de viver, bye bye, partiu para algum lugar ou lugar nenhum, não quero mais viver. Uma pessoa que realiza esse movimento de forma frica alculista, você não vai comparar com alguém numa situação de profunda agonia acometida. Por uma ou mais patologias de ordem mental severas e castigada por familiares próximos ou desencarnados que estão azucrinando também aquela pessoa.

Eventualmente, em circunstâncias muito hostis, eh, flerta com a ideia do suicídio e comete o autoestermínio. Se isso acontece, isso acontece de forma completamente distinta do outro caso reportado por mim agora. Então, não reconhecer essas singularidades de cada caso é um problema. Agora, ninguém veio ao mundo para se matar. O suicídio não tá colocado no destino de nenhuma pessoa. E a gente precisa entender o sentido e o propósito da vida e a função da dor e do sofrimento na natureza. Portanto, quando a gente fala de valorização da vida, a gente tá aqui resgatando o sentido pelo qual estamos aqui. E qual é o propósito da dor e do sofrimento na nossa vida? São perguntas profundas.

Você haverá de buscar respostas onde você quiser. Nas religiões, cada uma haverá de ter uma resposta para isso ou colocar isso na cota do mistério. E você vai ter as filosofias, as correntes filosóficas. A minha sugestão, com toda franqueza, eu não tenho, obviamente, a noção eh de quem me acompanha aqui nesse momento no que acredita ou desacredita e cada um tem o direito de acreditar ou desacreditar do que bem entender. O papo das vees não é. Pros elitista. a gente não tá aqui para converter ninguém, mas de fato todas as grandes tradições espirituais e religiosas do mundo, cada uma com a sua forma de explicar, eh afirmam que o suicídio é um equívoco. Para nós espíritas assim também o é.

Mas nós temos algo que eu acho muito bonito, que é a ideia de que não existem penas eternas. E que seja qual for a situação da pessoa que desencarna, ainda que pelas portas do suicídio, ela haverá de ter em algum momento uma nova chance. Eu acho isso fundamental da gente trazer à tona. É lindo o espiritismo quando fala sobre isso, né? Todos nós somos espíritos imperfeitos. você vai determinar um atraso, um retardo importante na sua jornada evolutiva. E o ponteiro do relógio demora a passar quando a gente tá em sofrimento. A sensação da passagem do tempo muda. Quando você tá feliz, o tempo corre.

Quando você tá muito agoniado, triste, o tempo parece que o relógio tá tá parado, demora a passar, mas não há penas eternas. Tá bom? Para nós espíritos do Vasconcelos, qual a importância de mensagens de carinho e apoio a amigos que percebemos angustiados? É total. Odu, eu compararia isso a uma pessoa que tá agoniada num dia de calor intenso, sem vento e de repente surge uma brisa benfazja, fresquinha que alcança o rosto da pessoa, alcança o. Corpo da pessoa. É um refrigério oportuno e que gera um bem-estar inominável. É um alívio, não vai resolver totalmente o problema do calor, mas gera um conforto, um bem-estar. É disso que eu tô falando.

Então, nós estamos aqui reconhecendo que uma palavra, um gesto, um telefonema, uma mensagem no WhatsApp. Tem um poder inimaginável. de produzir um uma sensação extremamente prazerosa de alento. Alento. Às vezes a diferença entre viver e morrer está na oportunidade do alento. É aquele up que chegou na hora certa, do jeito certo e mudou o teu humor. Aliás, o J Soares imortalizou uma frase sensacional, dizia: "O suicídio é a maior demonstração de falta de humor". Porque quando você perde a capacidade de rir de si mesmo, de rir das circunstâncias da vida que não são propriamente favoráveis a você, você perde muito. Eu acho pessoas bem. Humoradas, antes de tudo, sábias.

Não é aquele humor bobo e ficar toda hora falando piadinha, não é isso não. São aquelas pessoas, o veríssimo era assim. a nossa homenagem aqui a Luís Fernando Veríssimo, o gênio, não só da literatura, mas também desse humor cáustico, refinado, certeiro, cirúrgico,. Que era genial, porque você acha graça na desgraça. O Paulo Gustavo, né, que não conseguiu sobreviver a Covid, a vacina não chegou a tempo para ele. Ele dizia que rir é um ato de resistência. É um ato de resistência você conseguir rir, você conseguir achar graça. Todo mundo falando horrores, cobras, lagartos. Ih, se mundo não tem jeito, o mundo vai acabar. Brasil de caféu-se. E aí vem você e lembra de um uma tirada do Veríssimo.

Tem uma dele que é genial. Acho que é mais ou menos assim. No Brasil o fundo do poço é sempre mais embaixo. Sensacional. Sensacional. Aí vem os moralistas. Ah, mas essa frase é puro pessimismo. Que besteira. Essa frase é o humor. O humor que vivifica, o humor que dá tonos, o humor que aponta um caminho, uma saída, que alivia o peso. Eh, Veríssimo. Bastos aquino. Não seria importante e válido dar mais vezes no ano ênfase este assunto? Ele tá ou ela, né? Bastos aquilo é sobrenome, né? Então não sei se é ele ou ela. Setembro amarelo pedindo passagem. Bom, a gente fala da valorização da vida o ano todo, viu Bastos Aquim?

Quem acompanha o papo das vê que a gente tá sempre refletindo sobre o sentido da vida e uma defesa intransigente da valorização da vida a partir dos. Posicionamentos e das escolhas que cada um de nós faça no dia a dia. Então você tem razão, é um assunto diário. A gente tem que todo dia, eu diria, promover eh, filosoficamente o entendimento, né, do que estou fazendo aqui, o que é a vida, de onde eu vim, para. onde eu vou? Olha o Gervásio Neto aí de Campos dos Goitacazes, grande amigo. importante ativista no movimento espírita como Como e quando surgiu a sua necessidade de se aprofundar nesse assunto? Suicídio e valorização da vida. Ih, Gervado, esse papo é longo, cara.

Eu acho até que eu vou deixar isso pro papo das 9 de domingo, viu? Porque. Para não te deixar completamente sem resposta, não tava nem aí para esse tema. Até o ano de 1999, quando por via mediúnica, surgiu a informação, veio a informação de que eu deveria. No movimento que quebraria o tabu em torno do suicídio, trazendo informações que remetessem a prevenção. Essa história é longa. Por que que eu deveria abraçar essa campanha? Tem uma história por trás. Quem se comunicou comigo tem uma história por trás. E desde então a gente procurou honrar um compromisso assumido ainda na erraticidade antes da atual encarnação entre eu e um espírito que foi meu irmão de sangue em outras existências,.

Que encontra-se comprometido no plano espiritual com a assistência a jovens suicidas. E combinamos que eu por aqui teria a função de fazer aonde eu estivesse da forma possível esse movimento de esclarecimento usando boas fontes na. Área da ciência médica, da psiquiatria, da psicologia, da suicidologia e o espiritismo, que como disse é muito interessante. A abordagem do espiritismo em relação ao suicídio não é de uma condenação para todo sempre,. É de esclarecimento. Por que que o o suicídio não convém?

Não é uma boa ideia, mas que aqueles que se precipitaram e cometeram o autoestermínio em que pese o desconforto inevitável em maior ou menor grau que padecerão em função das circunstâncias inerentes a cada caso. Cada caso é literalmente um caso distinto, terão uma nova chance ou mais de uma. Isso é Deus que é amor. Deus não é o carrasco. Deus é o pai, né? A figura alegórica, metafórica do pai, o paizão é o pai que assiste, acolhe, protege, inspira, mas é o pai que não vai tomar as. Decisões pelo filho. Porque o pai amoroso, ele não subtrai dos filhos o livre arbítrio. E uma hora que os filhos precisam aprender a caminhar com as próprias pernas, esse é o pai.

Que mesmo por vezes sabendo esse filho aí tá tomando a decisão errada, ainda assim ele não interfere. Porque o filho precisa aprender que para toda ação há uma reação. Para toda coisa que se faça, haverá uma consequência, uma resposta. E esse aprendizado é riquíssimo. Ele é estratégico para você caminhar com as próprias pernas por toda a eternidade ou a sua imortalidade. Eterno só Deus o é, né? Teodoro Uberright. O CVV dá orientação à paz de jovens que tentaram suicídio várias vezes e não sabem como agir. Olha, o CVV é um serviço voluntário filantrópico criado no Brasil em 1962 de apoio emocional e. Prevenção do suicídio.

O CVV não tem a pretensão de realizar uma terapia, realizar uma ajuda psicológica ou psiquiátrica. não tem competência para isso. O CVV oferece uma escuta atenciosa e amorosa,. O desabafo e o desabafo, o compartilhamento daquilo que te angustia, conversando por telefone ou pela internet no através do site, né, do CVV,. Cv.org.br. BR, você consegue expressar o desconforto e isso descomprime a tua O CVV faz um trabalho fantástico,. Considerado de utilidade pública pelo Ministério da Saúde, mas que não tem a pretensão, o propósito de fazer uma orientação Como você diz, para pais. De jovens que tentaram suicídio várias vezes e não sabem como seguir.

Aí eu sugiro que você procure ajuda especializada, técnica, psicólogos ou psiquiatras e eles estão por aí oferecendo esse serviço. Que de a devida orientação segura, bem fundamentada, bem embasada. Para paz que estejam nessa situação. Mas procure ajuda, viu, Teodoro? Se for o seu caso de alguém que você conhece, não deixe de procurar ajuda. Olha, Adriana Correia de Porto Alegre. Adriana Correia, estarei por aí, hein? Sábado que vem, hein? Sem não, sábado que vem não, sem ser esse final de Não, esse sábado. Olha, André, se liga. Quarta-feira. Esse sábado estarei em Porto Alegre. Vou para Porto Alegre. Tchau. Pam. Deu para ti. Pá baixa astral. Vou para Porto Alegre.

Cleiton e Cledir tocando aqui na rádio Papo das 9 FM no seu dial. Adriana Correia de Porto Alegre. Buenas, André, no teu sentir, como ser neste mundo da apologia ao ter. Desmesuradamente? Como percebes esse paradoxo? Paradoxo, tem que ter muita persistência. Tem, tem que ter muita persistência, cara. A gente tem que se livrar dessa ilusão da matéria. A matéria ela tem a sua utilidade e serventia, mas a hipervalorização da matéria é encrenca, não ajuda em nada. desvia o foco,. Consome precioso tempo e energia no que é perecível e é descartável. Não podemos ter ainda nessa altura do campeonato, né?

Porque tem muita gente que já tá pronta para ter uma vida menos deslumbrada com a matéria, mas repete os erros do passado. E aposta tudo na acumulação de bens e posses, né? como se fosse sinônimo de felicidade, sucesso, paz, hashtag só que não. E aí dá ruim, dá ruim. Então, na boa, a gente precisa ter esse cuidado, praticar esse cuidado, não ser deslumbrado para levar para casa o que você realmente não necessita ou precisa. Não fazer da sua casa um museu. Tem gente que vai levando para casa e não consegue se desfazer de nada, cara. A casa vai ficando entulhada de coisa. Aí alguém chega, fala assim: "Não tem muita coisa aqui não? Você você usa isso tudo".

A pessoa fica ofendida fala: "Ah, isso tudo é meu". Pô, é complicado. Desapego. É isso aí, Rosigama. Desapego. Desapego é uma palavra fundamental pra gente exercitar desde já a nossa espiritualidade, né? Nos Salmos você vai ver aquela passagem: "O Senhor é meu pastor e nada me faltará". Os tradutores mais cuidadosos. Que conhecem o idioma original dizem: "Não é o senhor é meu pastor e nada me faltará". É o senhor é meu pastor e não me faltará o senhor. Gente, tô indo que o Instagram tá cortando, guilhotinando. Quando dá uma hora em ponto, antes de dar uma hora, vou me despedir do povo do Instagram aqui, ó. Hoje tô em Brasília, no Guará, 7:30 da noite, no centro espírita André Luiz.

A partir de sábado estaremos rodando Porto Alegre, Gravataí, Viamão. Daremos a eh, como se diz, programação, né, das palestras por aqui. Beijos, fiquem com Deus, tudo de bom. Amém. É, eu tô fazendo isso porque da vez passada o papo das foi guilhotinado, cara, quando deu uma hora em ponto. Que coisa feia. Instagram não faz isso não. Claro, contar o tempo. >> Pronto. E com vocês aqui, meus amigos do YouTube, um beijo no coração. Fiquem com Deus. Até a próxima, se Deus quiser, e a gente vai se falando, tá bom? Tudo de bom.

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