Minutos de sabedoria
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Indicação de leitura
Manual para fazer cidades legais. Autoras: Isa Sonntag e Lívia Zanelli
Agenda de eventos
Feira Internacional do Livro em Ribeirão Preto! Veja a programação completa na gravação do Papo das 9!
Transcrição do vídeo (revisada)
Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
Olá, muito bom dia todas e todos onde vocês estiverem, no Brasil ou em algum lugar desse planeta que passa por uma fase interessante, turbulenta,. Com quem você estiver. Seja você alguém que nos acompanha aqui no Papo das 9 alguma vez antes ou desde o início há mais de 5 anos ou tá chegando agora sem saber direito que que é isso aí que tá acontecendo. Saiba que todas as quartas,. Sextas e domingos estamos aqui ao vivaço, direto do meu cafof Laranjeiras. Meu nome é André Trigueiro. Eu sou jornalista, escritor, professor, palestrante, espírita e fazemos desse espaço um espaço plural, não prositista, que procura fomentar a saúde psíquica e.
Emocional através de uma breve imersão nos conteúdos essenciais que aludem ao sentido da existência. Que que a gente tá fazendo aqui? De que jeito a gente deve lidar com as circunstâncias do dia a dia que eventualmente não são propriamente favoráveis, né? como lidar com as situações difíceis. Isso ajuda muito, a mim ajuda muito a ideia compartilhar e. Informações que me parecem relevantes do ponto de vista do nosso tempo, das nossas questões, do dia a dia, porque a gente não pode passar por esse mundo alienado, distraído, disperso, né? Achando que o que vai à volta não tem importância ou relevância.
Nós somos cidadãos, vivemos em sociedade e precisamos ser os agentes, penso eu, das mudanças em favor de um mundo melhor e mais justo. E para isso é preciso ter. Informação bem checada, bem fundamentada, penso eu. Vamos começar com ele. Carlos Torres Pastorino pedindo aqui desde já a assistência, ajuda, o amparo dos amigos invisíveis, dos amigos espirituais, que possam. Se fazer presentes e utilizar do nosso encontro aqui para indicar a página mais interessante, por uma razão qualquer, que a gente possa refletir e fazer aqui. Aqui a nossa conexão a partir dessa ideia. Então, que eu seja um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito.
E a página indicada pro estudo dessa manhã foi 34, lá vai. Coopere com sua pátria para engrandecer-se a si mesmo. A pátria é a reunião de todos nós. No entanto, evite buscar apenas vantagens pessoais, pois aquilo que você retirará mais para você estará prejudicando a outrem que receberá a menos. Qualquer função é útil à comunidade e o bem da coletividade se distribui a todos os cidadãos. Não abuse de seus privilégios. Olha, gente, me desculpa, eu aqui no papo das 9 procuro sempre deixar do lado de fora qualquer questão política ou ideológica explícita em favor de A, B ou C. Mas quando eu li aqui essa página.
Aberta ao acaso, eu me lembrei de uma pesquisa divulgada hoje de manhã da Quest sobre vários temas, várias perguntas feitas na pesquisa, sempre medindo popularidade,. Eh, deste ou daquele político, etc. E uma das perguntas feitas foi a avaliação dos entrevistados sobre o filho do ex-presidente da República. Ainda deputado federal, apesar de ter esgotado todas as faltas previstas no regimento, já era para Eduardo Bolsonaro ter sido afastado da função de deputado federal, mas no exercício da função está nos Estados Unidos realizando um poderoso lobby junto às autoridades.
Americanas ligadas ao presidente Donald Trump para impor ao Brasil severas restrições na área comercial, não é tarifá, é sanção comercial por motivação política ideológica em favor. Do pai de Eduardo Bolsonaro, que encontra-se em prisão domiciliar. Muito bem. Qual é a minha opinião? Eu vou ser bem claro, suscinto, objetivo. Eh, a partir da pesquisa, quer dizer, oito em cada 10 brasileiros, salvo engano, oito em cada 10 brasileiros é 79%. São contra essa atitude do ainda deputado federal, no entendimento de que em favor, porque a pergunta foi: "Você acha que ele tá agindo em causa própria? Em favor do país.
Então, oito em cada 10 disseram: "Ele está agindo em causa própria em causa em favor da própria família, em favor do próprio pai, em detrimento de interesses coletivos". Foi o que eu me lembrei lendo essa mensagem. Eu preciso ser franco, você não precisa concordar comigo. Mas eu realmente acho que a gente tá sob ataque de uma nação que sempre teve conosco do por1 anos um relacionamento muito ah. Próximo, nem sempre suave e doce, mas o estressamento das relações nesse nível é algo inédito. Isso tem o pressuposto ideológico e político, o que invade a. Nossa soberania. Esse é o ponto que, ao que parece essa pesquisa corrobora.
Virando essa página, não querendo insistir nessa narrativa, usando uma palavra da moda, coopere com sua pátria para engrandecer-se a si mesmo. Qual é a minha visão de pátria? Que não é nada importante, mas é o, eu tô fazendo a reflexão aqui, eu já disse várias vezes, a gente abre o caso e faz as reflexões. As ideias que eu compartilho de bate pronto não são as ideias melhores a respeito da página. Eh, são ideias de improviso, mas eu tô sendo muito fiel à minha visão e sugerindo a vocês que façam da forma como vocês quiserem todo dia, de preferência, em algum momento do dia mais tranquilo, o exercício dessa reflexão. Do meu ponto de vista, a pátria é um exercício de sociedade.
É um lugar aonde você tem uma ideia de que todos estamos inseridos na mesma cultura, usando a mesma língua,. Tendo interesses comuns que dizem respeito ao nosso país. E isso, do ponto de vista espiritual, é um exercício de fraternidade. Eu sou espiritualista, espírita reencarnacionista, por ser espírita cristão. Então, se a reencarnação existe, essa discussão sobre pátria, ela tem outra perspectiva no sentido de que. Eu hoje estou no Brasil, amanhã eu posso reencarnar onde? No Peru, eh, em Madagascar, né, na Sumatra. Eu não sei. Eu posso reencarnar várias vezes no Brasil, posso, posso não reencarnar aqui. Mas.
Aonde eu esteja, a ideia da pátria é uma ideia que, a meu ver, faz sentido no exercício da fraternidade, na busca por objetivos comuns. Nós vamos tentar aqui nos entender visando objetivos que atendam a esse conjunto de pessoas que t muitas coisas em comum. Somos brasileiros, falamos o português abrasileirado,. Somos um país missigenado, somos um país de dimensões continentais, uma potência ambiental no mundo, isso não é pouca coisa. no mundo que experimenta uma crise ambiental sem precedente na história da. Humanidade. E temos as nossas músicas, as nossas histórias, o nosso folclore. Temos, portanto, a nossa cultura, que é o que nos define, a nossa eh carteira de identidade.
Quando você diz, "Eu sou brasileiro, isso não é só um slogan, isso traz uma perspectiva de singularidade cultural." Ah, os brasileiros, você vai viaja por aí ou conversa com um gringo que venha para cá, um estrangeiro, ele já vai fazer associações, futebol, samba, praia, belezas naturais, Amazônia, açaí,. Café, pelé. você já vai fazendo associações. Isso explica em certa medida, porque é uma complexidade enorme tentar definir o que é ser brasileiro, mas nós temos uma identidade cultural. Então, veja, a partir dessa identidade você se posiciona como brasileiro. É o que você é, nasceu aqui, é brasileiro. E o que que isso significa?
Significa que você haverá de ter a oportunidade de se identificar e defender os interesses comuns do Brasil. É a minha ideia de pátria. Como tudo na vida, o exagero traz riscos, problemas, armadilhas. Tudo em exagero faz mal. Então, o patriota que é de forma exacerbada alguém que defende apenas e tão somente os interesses da pátria, poderá, por exemplo, ignorar a importância da gente não. Deixar eh outros interesses que não correspondem apenas aos da pátria fora do teu radar. Por exemplo, a fome e a miséria em países vizinhos da América do Sul ou na África. Por exemplo, tô me lembrando aqui dos amigos brasileiros do Fraternidade Sem Fronteiras, que tem projetos na África, onde a escalada de.
Indigência se dá num gradiente de desassistência absurda de tudo que justifica a solidariedade internacional. Ah, mas e a pátria? A. Pátria continua sendo um valor, mas não esvazia a perspectiva da solidariedade, da cooperação internacional. Do meu ponto de vista, espiritualmente falando e também como espírita, nós precisamos entender como a o amor universal, o respeito pelos outros, a fraternidade humana,. Ela extrapola as fronteiras nacionais. Extrapola as fronteiras nacionais. Isso não faz de mim alguém que tem menos apreço à pátria. Sou brasileiro. Sou brasileiro. Sou brasileiro. Mas isso não faz de mim alguém indiferente.
Há direitos, há questões urgentes que merecem a minha atenção, que não são brasileiros hoje estão fora do Brasil. Aqui eu vou cometer uma inconfidência. A Cláudia é. Muito discreta. Ou seja, não venho falando muito da minha mulher, eu tenho orgulho dela já há 5 ou 6 anos como voluntária, ela dá aula de português. Para uma turma de refugiados de outros países que vem pro Brasil numa situação invariavelmente muito difícil, porque eles são perseguidos políticos em outros países. Eles estão buscando no Brasil oportunidades em que a situação de miséria e exclusão nos seus países de origem não permite esse tipo de trabalho, né, digno.
Então eles encontram refúgio no Brasil, mas precisam aprender o idioma. Cláudia. Generosamente prepara a aula. Ela é muito querida pela turma e ela tem essa generosidade de colocar no coração dela pessoas que não são brasileiras, mas que são humanos como nós e que estão. Com as mesmas expectativas de quererem ser felizes, quererem ser solidárias, quererem viver em harmonia. Acho isso muito, muito legal. Enfim, resumir aqui o que eu acho que deveria falar quando abrir a página que pastorino aborda a questão da pátria. Você não precisa concordar comigo, é só uma reflexão. Seguindo em frente. Sugestão de literatura para hoje.
Esse livro foi lançado ano passado, salvo engano, eu já falei dele aqui, mas vou falar de novo que eu acho muito importante a proposta. É um livro infantil, manual para fazer cidades legais. É um livro para criança, ilustrado. Manual para fazer cidades legais. É da Lívia Zanele, ilustrado por Isaag. Aí ela manda uma dedicatória bonitinha falando assim: "Querido André, obrigada por fazer cidades legais e por inspirar pessoas, tá tá a fazerem cidades legais, inclusive a mim". Ela certamente tá se referindo ao programa Cidades e Soluções, que já tem aí mais de 20 anos. Então, olha só, a quarta capa explica o quê? Para criança, gente, olha porque que eu tô recomendando.
Como podemos melhorar nossos bairros e criar espaços mais interessantes para todos, com ruas mais seguras, com menos lixos e com oportunidades diversas para brincar e interagir com a natureza. Manual para. Fazer cidades legais é estruturado para familiarizar os pequenos leitores com os principais elementos das cidades, dando-lhes a confiança de que eles são os especialistas do seu próprio ambiente. Diversão para adultos e. Crianças que juntos percorrerão ruas, parques, museus e bairros. Esse livro é sobre cidades, mas também sobre saúde, criatividade e colaboração. Bom passeio, gente. É algo muito muito importante. Considerando o que eu vou dizer.
A maior parte dos seres humanos hoje vivem em cidades. No Brasil a taxa de urbanização já passou há muito tempo, de 80%. Brasil é uma das cidades mais urbanizadas do planeta. E viver em cidade significa praticar no dia a dia esse exercício de cidadania em favor da nossa qualidade de vida. Por exemplo, jogar lixo na rua. Alguém joga o lixo na rua e diz assim: "A rua não é lugar de. Ninguém. Pera aí. A rua é lugar de todos. Eu não tenho esse direito. A rua não é minha. Então, a criança desde cedo ela passar a ter a noção do que importa reconhecer na cidade para que as pessoas vivam melhor, para que haja mais conforto, mais dignidade,.
O respeito às leis do trânsito, a limpeza pública, como é que a gente cuida junto dos espaços coletivos, como é que isso pode ser algo divertido. Em vez de ser um fardo. Então, olha só, desde cedo uma informação que os pais ou responsáveis precisam praticar no dia a dia. Não adianta falar, os pais ou responsáveis são praticar a pedagogia da. Atitude. e um livrinho para divertir e dar essa noção do coletivo da cidadania no espaço urbano, que que eu posso fazer para minha cidade ser um lugar legal, ser um lugar bacana. Minha cidade tem árvore. Suficiente, minha cidade dá destinação inteligente pros resíduos, né? Tudo isso tá contemplado. O que uma rua legal deve ter, olha que barato.
Aí ela bota aqui, ó, em duas páginas. O que uma rua legal deve ter aí? Tá aqui mobiliário urbano, iluminação pública, vegetação,. Acessibilidade, o degrauzinho pro cadeirante, faixa de pedestre, ciclovia, o carinha de bicicleta aqui, a criança começar a ter noção. Eu acho isso um barato. Tá aqui dado o recado. Manual para fazer cidades legais da Lívia Zanelli,. Ilustrado por Isaag, editora Labrador da raça de cão Labrador. Belê. Falando em livro, eu vou aproveitar esse espaço para anunciar que sexta-feira estarei em Ribeirão Preto. Alô, Ribeirão Preto. Eu vou dar aqui os três eventos que eu vou participar. Em Ribeirão Preto, São Paulo, sexta e sábado agora. Se liga na missão.
Então, você que é de Ribeirão Preto ou adjacências ou tá de férias, tá de bobeira, vou passar por São Paulo, vai a Ribeirão, eu vou te dar aqui resumidamente a programação em Ribeirão Preto, nessa prestigiadíssima. Feira literária, gente. Vai ver os nomes que estão indo. Então, vamos lá. Que que eu vou fazer na sexta-feira? Sexta-feira estarei às 8:30 da noite desta sexta-feira fazendo uma palestra gratuita aberta ao público. Alerta vermelho no planeta azul. Cenários e perspectivas. Aonde André? Teatro Pedro I, praça 15 de novembro. Quem é de Ribeirão conhece? Rua Álvares Cabral, no centro da cidade. Então anota aí, sexta-feira,. Manda pro teu amigo, tua amiga lá de Ribeirão Preto.
Olha aí, sexta-feira, 8:30 da noite, o André vai est lá no Teatro Pedro II na sala principal falando de alerta vermelho no planeta. Azul, cenários e perspectivas. Anotou? Posso ir pro sábado? Que que vai rolar sábado? Dois eventos. o primeiro às 3 da tarde no Centro Espírita Unificação Cardecista, que fica na rua Mariana. Junqueira, 504 no centro. Então, sábado 3 da tarde eu vou estar no Unificação Cardecista. A arte de seguir em frente é o nome do estudo que eu vou fazer, aberto ao público, os livros estão lá, vão estar no teatro, é só chegar autógrafo, bater foto, estarei por lá. Vamos lá. Que mais? Aí o o André aperta o botão. Errado, sai da programação.
Já falei de sexta-feira no Teatro Pedro I, já falei de sábado, 3 da tarde no Centro Espírito União Cardecista em Ribeirão Preto, que fica na rua Mariana Junqueira 504. E aí,. 5 da tarde, gente, logo depois estarei com meu amigo, parceiro Adeíson Sales, falando do livro para criança, Grito da Terra, pra garotada participar da nova era. Um. Mundo melhor e mais justo precisa ser um mundo sustentável. Sábado às 5 da tarde na Explanada Teatro Pedro I. É tudo ali o teatro. a pracinha e o centro espírito, tudo ali naquele perímetro. Portanto, às 5 da tarde com Adeilson Sares falando do Grito da Terra, nosso livro, eh, no Espaço Ambiental de Leitura Explanada, Teatro Pedro II, 5 da tarde.
Então, fechou. Sexta-feira, teatro Pedro II, 8:30 da noite, sábado 3 da tarde no Centro Espírito Unificação Cardecista e sábado 5 da tarde na esplanada da Praça Pedro II. Ali tem várias atividades ali da. Feira literária. Estaremos eu e Adeilson falando do grito da terra. Amém. Vamos lá. Chegando junto Mr. Anderson, direto do Planalto da Borborema. ele que mandou as perguntas selecionadas por ele a partir daquilo que nós falamos e publicamos no stories ontem. A pergunta motivacional aqui da participação de vocês. O tempo conta a favor ou contra você? Olha que pergunta capciosa. O tempo conta a favor ou contra você? Eu gosto de fazer as perguntas assim filosóficas para você pensar.
Como eu lido com o tempo. Porque as respostas são incríveis quando você para para pensar como é que você lida com tempo. Muita gente ansiosa e angustiada lida pessimamente com o tempo. O tempo joga contra. Tem gente que vê no tempo a. Possibilidade de um ajuste, eu diria, mais sereno, tranquilo e lúcido. Faço o que preciso fazer no tempo que tenho e vou levando cada um com seu cada um. Então. Vamos lá. Carla_line Camp, 60 anos e vejo que ser espírita sou imortal, diz ela. Ajuda, mas não impede de pensar na finitude. Como é para você, Carla? Para mim também é uma questão. Oscilante.
Por vezes eu me sinto confortável de saber que sou imortal, que não preciso resolver todas as pendências nessa existência e vou levando com a tranquilidade possível aquilo que eu gostaria de resolver, mas. Por várias questões ou circunstâncias ainda não é possível como eu gostaria. Então, vida que segue agora, eh, afinitude mesmo para nós que nos sabemos a partir da nossa crença imortais. Para mim, você perguntou para mim, como é para você? Eu tô falando aqui. É uma questão que às vezes, sendo eu uma pessoa impaciente, uma pessoa que quer resolver às vezes baixa assim, um baixa entidade lá mais apressada, sou eu. Querendo fazer tudo agora. Hoje é o dia que eu vou resolver esse negócio.
E aí sai de baixo que eu viro um furacãozinho ou o demônio da Tasmânia. Se lembra daquele desenho que tinha um bicho eh um bicho feio, mas eu achava ele. Simpático, que ele virava um tornado assim, eu viro o demônio da Tasmânia, entendeu? E eu não gosto desse meu lado. Eu não acho que ele me ajuda muito não. Ele é um lado me, ele me bota na pilha, ele me deixa pilhado. Então veja, nós imperfeitos precisamos nos reconhecer, saber quem nós somos é o autoconhecimento. E a gente aprender a lidar com aquilo que não nos favorece. Eu de público tô falando aqui de um aspecto da minha intimidade.
Eu sou uma pessoa que precisa aprender a lidar com o lado impaciente e apressado, às vezes que quer resolver. Opa, vamos que vamos. É. Agora. Talvez eu pudesse ter outra maneira de lidar com isso, com as minhas questões, sem botar pressão como às vezes eu boto. É um processo. Então, respondendo aqui a minha amiga Carla Camp, como é para você? Não, não é. Tá sendo, [Risadas] tá sendo. Tá bom, Carl Melissa de São Paulo. O tempo de fora do calendário. Gregoriano ou o tempo interior que flui com a alma? Dai a César o que é de César, a Deus o que é de Deus, disse Jesus sobre o pagamento de impostos, né?
Então, o mundo real tem as suas demandas e o mundo espiritual, as nossas expectativas mais elevadas que remetem a transcendência também tem outras demandas. A vida é isso, é a gente aprender a se equilibrar com demandas distintas, mas que não são uma contra a outra, elas são complementares. Quer dizer, a gente não tem que achar que as demandas da matéria são contra o lado espiritual. Na verdade, as demandas da matéria também funcionam como exercício das tuas da tua espiritualidade, da maneira como você no mundo da matéria se posiciona e realiza escolhas. É muito interessante isso. Então, o tempo ele são relógios diferentes, né?
São relógios diferentes, fisicamente falando, porque o relógio da Terra funciona dentro da perspectiva astronômica do tempo que leva pra Terra dar um uma volta em torno do Sol, não é isso? Um ano, dividido em 12 meses, em. Quatro estações. Então, os ciclos que ajudam a gente a contar a passagem do tempo. Quantos anos você tem? É uma convenção. Quantos anos significa? Quantas voltas o o planeta já deu em torno do Sol, não é isso? E nós estamos aqui com essa contagem, mas a outra contagem, essa não é tão simples, porque ela envolve a maturidade espiritual, a jornada espiritual,. Que não é medida, o tempo espiritual é outro, outro outra dimensão, outra coisa.
Mas quando a gente tá encarnado, os relógios se misturam, o tictaque de lá, o tictacque de cá. E é isso que eu tô tentando aqui com a miséria das palavras que me ocorrem nesse momento, tentar expressar um. Conceito. É possível ajustar os relógios, sincronizar o tempo. Eu acho que existem momentos mágicos em que isso acontece. E acho fabuloso quando a gente consegue isso, quando a gente consegue meditar, quando a gente consegue fazer uma oração com coração e e o silêncio e a gente consegue realizar essa imersão em nós mesmos e aí você começa a mudar a. Tua frequência e começa a ajustar os ponteiros.
Agora, isso não é possível 24 horas por dia, como vocês bem sabem, no nosso nível evolutivo, a maioria de nós não consegue isso. Eu não consigo. Então, a gente vai procurando esse caminho do meio, no sentido mais budista do termo, tentando equacionar as questões do relógio do deus Cronos e do relógio espiritual com suas respectivas. Demandas, tá bom? Pat Lopes, de que forma otimizar o tempo de hoje e driblar o tempo perdido na profissão e pessoal, 45 anos mais. Ela tem mais de 45. Jovem, tempo perdido é uma expressão que do ponto de vista espiritual não faz sentido. Eu vou te dizer porquê. Cada um tem o seu tempo.
Você pode levar uma ou mais encarnações para descobrir algo que você poderá chegar à conclusão. Nossa, levei tanto tempo para chegar até essa conclusão Bfazja. Por que que eu demorei uma, três, 10 vidas para fazer agora o que me parece tão simples e elementar? É porque cada um tem o seu tempo para desabrochar uma ideia, um desejo, uma nova atitude, uma maturidade para resolver questões. Que antes, por alguma razão, essas habilidades não estavam colocadas como estão agora. Eu sugiro a você, minha amiga, porque eu sugiro isso para mim, Pat, não, não fala do tempo perdido.
É possível que todo o tempo que você considerou perdido tenha sido importante para você alcançar um outro patamar, um avançar num outro degrau, numa outra direção. Sabe aquela história? Por exemplo, no território dos relacionamentos, né? A pessoa diz assim: "Poxa, eu passei boa parte da minha vida ao lado desse traste, perdi meu tempo com ele, né?" As pessoas quando tem uma desilusão amorosa ou quando há uma separação, que. É sempre uma um processo muito doloroso, né? um casamento que chega ao fim, aí a pessoa fica lá, perdi meu tempo, não era para eu ter tido essa relação. Eu não não concordo com isso. Eu acho que tudo, por algum motivo,.
Tem o seu lugar, tem a sua hora e por vezes a gente precisa passar por certas experiências para dar o clique, para chegar a certas conclusões, para amadurecer certas ideias e realizar certas coisas. É muito cruel quando você. Diz assim: "Perdi todo esse tempo", né? Eu entendo o contexto que a gente diz isso, mas eu acho melhor a gente não empregar esse termo. É, eu preferia ter feito diferente lá atrás, mas não deu. Agora eu vou fazer. Agora caiu a ficha, que é uma expressão antiga. Agora eu entendi. Agora se tornou claro para mim que caminho eu eu devo seguir. Sabe, ó, Gablau, porque temos a dificuldade de viver o aqui e agora? Olha, bom, vamos lá. O tempo tá correndo mais rápido.
No tempo dos meus avós, vovô Abel, vovó Olívia, vovô João, vovó Maria, parte de mãe, parte de pai, eh, o tempo corria devagar, levava. O dia tinha mais, às 24 horas do dia passavam arrastadas. É interessante a gente dentro da perspectiva histórica ver como se dava a sensação da passagem do tempo há relativamente poucos anos. atrás, século passado, século XIX, o tempo se. Arrastava. Hoje em dia, a sensação da passagem do tempo é outra. E isso, em certa medida, interfere no nosso psiquismo, na nossa atenção, na capacidade da gente separar um tempo. Para nós. A gente acha que é um luxo isso. Ah, isso é para quem pode. Isso faz uma falta danada. Essa seria uma explicação.
A outra é que a gente não tem ainda estoque evolutivo, quilometragem espiritual. É uma opinião, tá? para entendê-lo aqui agora como o tempo mais importante da nossa vida, não ficar remoendo o passado e não ficar prospectando o futuro antes que ele aconteça, porque aí você fica. Com a sua âncora eh no momento presente, mas de olho no passado ou de olho no futuro. Não é para você tá atento aqui agora. Esse é o momento mais importante. É o único momento realmente estratégico. Sobre o qual você tem controle. O passado já passou, já era. O futuro não aconteceu ainda, não há o que fazer. O presente é o tempo do manejo, da capacidade de você interferir, atuar,. Controlar, realizar. É agora.
Então, de fato, muitos de nós t essa dificuldade. A gente não presta devida atenção no momento atual, do aqui e do agora. Nos dispersamos com memórias do passado, nos distraímos fantasiando, idealizando o futuro. E aí a vida passa,. A vida vai passando, tá? né, Olga? Melhor a gente tomar as rédias do destino, entendendo que o destino começa aqui e agora. Ele não, tudo o que a gente realiza aqui agora define nosso destino. Tá preocupado com o teu futuro? Faz agora as coisas do jeito que você entende que precisam ser feitas. Tem algo do passado que não ficou bem resolvido? Bom, você já teve a experiência? Se não foi boa, é interessante que você aprenda com o que aconteceu para não repetir.
A experiência ruim. Mas aquilo ficou para trás. Aquilo já era. Já era. J Calafat, saber fazer uso do tempo é essencial para o crescimento pessoal e o progresso do espírito? Eu acho que é a questão mais importante,. Sinceramente, acho que é um sinal de sabedoria você fazer o manejo do seu tempo, entender que a gente não tem o controle absoluto, porque hoje eu tô aqui, amanhã eu posso nãoar. A gente não tem o controle do nosso momento derradeiro,. Quando haveremos de fazer a passagem pro outro plano, quando retornaremos à pátria espiritual. Então a gente acha que tem todo o tempo do mundo, né, Calafat? A gente vai empurrando com a barriga. Ah, vou deixar para amanhã, deixa pro ano que vem.
Eu vou esperar meu filho nascer, vou esperar minha neta. Nascer, vou esperar me aposentar, vou esperar melhorar esse problema de saúde, vou esperar entrar um dinheirinho na conta para eu ficar mais tranquilo. Você vai adiando pelas suas razões. Eu não tô criticando não, cada um tem a sua, mas a gente vai adiando, vai postergando, né? Não vou cuidar disso agora não. Não é a prioridade, não é o que eu queria resolver primeiro. E aí, às vezes passa-se muito tempo, passa-se uma vida inteira até você descobrir que aquilo que você tava adiando, postergando, né, era talvez uma das questões mais importantes da atual existência, tá?
Então a gente precisa ter essa esse cuidado na gestão do nosso tempo e da nossa energia. Fechar para balanço. Meditação e prece ajudam a gente a clarear o horizonte, as ideias, o que importa, o que é essencial, o que eu não deveria mais. Desprezar. E isso é um momento, eu acho, luminoso, quando a gente consegue ter a coragem de admitir que há algo que a gente tá adiando, pela razão que for, que não dá mais para adiar, é para fazer agora,. Penso eu. Tá? Vamos lá. Ana Chagas. Na espiritualidade, tempo e espaço deixam de existir. Não, Ana. Bom, você tá perguntando para um espírita, não deixam de existir, mas é outra. Dimensão, espaçotempo. Então, o tempo lá corre diferente.
E a noção do espaço se dá numa outra resolução vibracional. É um espaço, eu diria, menos denso. É uma energia mais que intensenciada. Percebe? é uma outra dimensão, portanto ela existe. Não é que não tenha nada, tem numa outra resolução vibracional, uma outra forma de você perceber. O que aqui seria a matéria. lá é a matéria que essenciada é outra forma de você perceber o que está na dimensão nova em que você. Adentra, né? Então, existe espaço, existe tempo. O universo está situado. Eu entendi a tua pergunta porque também existe uma outra visão, né, de que o tempo seria uma ilusão, passado, presente e futuro. Isso aí é um papo, gente, eu diria mais sofisticado do ponto de vista.
Da passagem do tempo dentro da perspectiva de uma força superior, né? É uma conversa sobre a qual eu não tenho estofo. Eu não tenho como fazer uma digressão sobre aquilo que eu não compreendo, mas admito, a possibilidade de passar do presente e futuro não estarem tão bem demarcados como nós. Aprendemos e entendemos. Mas isso para mim é um papo cabeça tão, eu diria, colocado acima das possibilidades de fazer qualquer comentário que é melhor não falar. É melhor não falar. É melhor eu não falar. Tá bom, Chagas aqui eu não vou conseguir te dar uma resposta à altura em relação ao tempo, o tempo que mistura as cartas e estaríamos, portanto, hoje inseridos no.
Presente, no aqui, no agora, tendo o passado e futuro, porque a nossa compreensão é essa. Mas evolução espiritual e o estado de perfeição nos projetaria numa outra percepção da passagem do tempo. Isso é muito interessante. Mas eu não tenho, eu ia dizer, não tenho tempo. Eu tenho tempo, eu não tenho é estofo, conteúdo para falar sobre isso. Vamos lá. Deixa eu fazer dois comentários. Fazer um comentário rápido aqui. Eu tô, antes de passar mais perguntas, manchete de hoje dos jornais aqui do Rio de Janeiro, eu tô escandalizado com a decisão do governador do estado do Rio, Cláudio Castro, de autorizar o que é chamado de loteria.
Infinita, instalação de tótems de loteria eletrônica e apostas esportivas em bares e estabelecimentos comerciais do Rio, podendo pagar com Pix. Eu tô horrorizado com a febre dos bets no Brasil, com a. Quantidade de pessoas que se arruínam apostando, viram dependentes de apostas e o estado ah, mas já tem loteria, gente. Essa daqui ela tem um poder viciante muito maior. É uma coisa. Estriônica, é uma coisa que lembra Las Vegas, as maquininhas, caçaniques, podendo pagar com Pix. Pelo amor de Deus, a informação é que o Paraná seria o primeiro estado que já. Viabilizou essa coisa horrorosa. Estado tem que proteger o cidadão.
O estado tem que compreender a vulnerabilidade das pessoas aos jogos de azar. E esse mercado de pets, pets, bets apostas, não tem freio. Não tem freio. O povo tá chegando. Quer dizer, um governador já em fim de mandato, né? tá no penúltimo ano aí num estado quebrado como o Rio de Janeiro, tem a bela ideia de liberar geral para pagamento de aposta em bares. Bar o cara, olha a loucura, o cara já tá. Eventualmente embriagado, ainda tem essa. E aí vai ficar apostando na maquininha lá podendo pagar em Pix, com todo respeito. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Agora vamos aqui novamente, é, cara, né? Enfim, a vida exige. Posicionamento. Tô me posicionando aqui.
Acho importante a gente ter esse discernimento. Eh, Dana Geisel pergunta: "Como lidar sem tristeza com o envelhecimento dos pais?" Olha, vamos lá. Não, o envelhecimento é o que melhor pode nos acontecer. Agradeço a Deus por ter pais envelhecendo. Meus pais já fizeram a passagem. Eu queria ter meus pais por perto. Então eu eu penso diferente. Eu acho que o envelhecimento ele precisa ser compreendido dentro da dinâmica da vida. Envelhecer e colapsar. Haverá um momento da partida. Quem sabe o momento certo da partida é Deus. Deus permitiu que meus pais envelhecessem perto de mim. Gratidão. Ah, mas meus pais estão dando trabalho.
Meus pais estão exigindo que eu leve no posto de saúde, que eu compre remédio, eventualmente outros acessórios, fralda, etc. Eh, lembre-se, seus pais cuidaram de você e não foi fácil. Exigir um sacrifício, noites mal dormidas, restrição orçamentária para custear uma despesa médica, odontológica, uma emergência, o que seja. Então, envelhecer faz parte da vida, gente. Quando a gente fica triste por envelhecer, a gente tem que, eu diria, entender porque que de onde tá vindo essa tristeza. É a minha sugestão. Você pode tentar descobrir com leituras, buscando inspirações ou uma assistência psicológica, uma terapia. Isso pode ter alguma explicação que você não tá agora. Acessando.
Alguma aversão ao envelhecimento. Pode ser medo da morte, pode ser o entendimento de que as pessoas de idade não têm prazer ou não tem direito à alegria. E isso também é fake news, porque você pode conciliar o envelhecimento com prazer e com alegria. Então, temos que ficar atentos assim, tristeza, porque os pais estão envelhecendo. Assim, eu não eu não compartilho com toda a franqueza dessa visão de que pais envelhecendo significa que eu vou ficar triste. Não, que bênção tem o pai que envelhece. Eu não tenho nem pai nem mãe envelhecendo. Comigo agora e eu sinto falta deles. Zeca Salgueiro, haveria tempo suficiente. Zeca Salgueiro foi meu companheiro lá da da TV, excelente editor de imagem.
Não sei. Vamos ver. É, Zeca. Zeca Salgueiro. Haveria tempo suficiente para resgatar todos os. Débitos em uma só encarnação? Olha, não, salvo alguém que eventualmente, vamos lá, deixa eu, deixa eu reconfigurar a resposta. Pra maioria de nós, essa possibilidade,. Penso eu, não está colocada. para alguns espíritos já bastante evoluídos que ainda tem alguma questão que precisa ser lapidada, aprimorada e que esse espírito, ele não encara isso como um débito, ele encara isso como algo. Importante para ele. Ele demanda essa experiência, ele busca essa experiência, ele diz: "Eu preciso passar por isso porque eu quero realizar esse movimento de compreensão de algo que no passado eu.
Não compreendia, mergulhado na carne. Então, é possível que alguns espíritos estejam já numa reta de chegada de não precisar mais reencarnar nesse planeta, mas eles não são a maioria longe de ser. A maioria de nós, incluindo eu e você, tá, Zep? Olha o que que eu tô dizendo. Pra maioria absoluta de nós, eh, esse essa habilidade, esse credenciamento para não retornar mais a um planeta como esse demandará. Mais aulas na escola terráquia, aprender a sublimar a dor e o sofrimento, a ter paciência, e tolerância. Ser uma pessoa que entendeu o perdão como algo que não é seletivo, é para qualquer um. Uma pessoa que não ama só os que os amam, as pessoas que te amam.
Então você estender o exercício amoroso, amoroso de compreender que somos iguais e que a pessoa que falha com você não é pior que a gente nas nossas limitações. E a gente vai se equilibrando, vai levando a vida. Sem guardar mágoa, rancor ou ressentimento. Eu entendo que são tantas as questões que a gente ainda não alcançou na plenitude que é precipitado dizer: "Ah, essa é minha última vida aqui que eu já tô". Nós somos maus árbitros de nós mesmos. Nós tendemos a ser muito complacentes conosco. Eu acho que a gente precisa ter uma certa cautela.
E nesse mundo, do jeito que o mundo tá, eu poderia dizer a você, eu acho que boa parte de nós, para não dizer a maioria absoluta, ainda tem que aprender muita coisa. Amém. E não tem, não tente saudar o teu débito numa atacada Pix, não, hein. Vai no parcelado que é melhor. Vai no parcelado, devagar e sempre em modestas prestações. Vai pagando, dando passo do tamanho da perna, sem violentar a sua. Capacidade de avançar, tá? Cosnog. Oi, André. No espiritismo, a reencarnação se dá dentro da mesma espécie ou podemos voltar em outra? Não.
A nossa visão de reencarnação, que é diferente de outras tradições que preconizam a existência da reencarnação, flerta com darwinismo, do evolucionismo, que é a gente não regressa, por exemplo,. Como animal irracional. Os animais eles podem ter, podem ter não, os animais têm a prevalência do instinto e alguns animais podem ter rudimentos de inteligência mais sofisticada. Dra. Irvênia Prada, doutora em veterinária da USP, papisa do movimento espírita no âmbito do da leitura espiritual dos animais. Os animais têm alma, os animais reencarnam. Lei veneprada. Então,.
Eh, ainda que os animais tenham rudimentos de inteligência ou respostas muito sofisticadas a certos estímulos, esse aí só falta falar, esse cachorro, eles ainda têm a prevalência do instinto, nós não. Nós estamos. Num nível evolutivo inquestionavelmente mais sofisticado e complexo do ponto de vista do intelecto superior, da razão, da lógica, da noção de Deus, do pensamento abstrato. Ou filosófico, subjetivo, é outra coisa. Então, para nós espíritas, não faz sentido eu hoje estar aqui como André e voltar como um gambá, que eu, aliás, é uma espécie que eu adoro e protejo. Mexeu com gambá, mexeu comigo. Mas não há não há lógica para.
Nós espíritas essa porque seria retroceder na jornada evolutiva. Evolução é uma palavra que faz muito sentido para nós espíritas. Nós somos também reencarnacionistas. Evolução é avançando na senda com uma perfeição. Vabene Cleiri Lobo pergunta se essa noção da passagem do tempo mais rápida, de que a sensação do tempo tá curto, eh, se deve à tecnologia. Como eu disse,. A tecnologia sim, ela acelera processo, ela nos coloca num tempo. Olha que interessante que isso é é história. Muita gente já escreveu sobre isso. Quando os computadores começaram a se popularizar,.
Salvo engano, a partir lá dos Estados Unidos, década de 60, nas universidades, aí você começou a transformar isso em produto comercial, computador, nem tô falando de internet. Depois você começou a ter a internet mais acessível, tá? Qual era a promessa? Com essa tecnologia vamos trabalhar menos porque ela vai acelerar cálculos, projeções, trabalhos que nós não teremos que consumir tempo. Para aquilo que o computador faz melhor e faz mais rápido. Tá bom? Muito bem. Qual é a questão? Essa promessa não se confirmou. Aonde os computadores chegaram, aonde a internet chegou, nós estamos trabalhando mais.
Então, veio o fenômeno do workolic, veio o colapso do burnout, pessoa de tanto trabalhar colapsa, p, pifa. É grave isso. A gente na era da internet, do computador e agora da inteligência artificial, a gente só trabalha mais. Então, o que que eu tô querendo dizer? Eh, os processos ficaram mais rápidos e a gente tá querendo acompanhar os processos rápidos. E existem pensadores que dizem: "A nossa cachola, o nosso cérebro não consegue acompanhar essa velocidade de uma forma saudável. E a gente precisa se dar conta dos próprios limites. E a gente precisa respeitar os próprios limites. Isso é uma questão muito importante. Então vamos lá. Tecnologia acelera processo.
A gente não desacelerou, pelo contrário, a gente quer acompanhar a aceleração do processo e aí a gente derrapa, muita gente tá derrapando e tá buscando isso. É, exige coragem. Discernimento, lucidez, você seguir na contramão dizendo: "Eu não vou nessa correria. Essa correria não me interessa. Ela não me favorece, ela não me torna uma pessoa melhor. Eu não tô dormindo melhor por causa disso, eu não tô tendo mais saúde por causa. Disso. Eu não tô feliz por causa disso." Então você escola da correria. Desacelerar é uma expressão que muita gente tá usando por aí. Eu preciso desacelerar. Não dá mais para adiar.
Eu preciso deixar de fazer tudo que eu tô fazendo, do jeito que eu tô fazendo, porque isso conspira contra mim. Não tô bem, não tô legal. Então eu vou chegando ao fim do papo das sugerindo a vocês o seguinte. Recapitulando, quem puder ou quiser deu ar da graça em Ribeirão Preto, na sexta-feira. Estarei lá em Ribeirão, na feira literária tradicional da cidade, fazendo uma palestra no teatro Pedro I às 8:30 da noite. Agora, gente, sexta,. 22 de agosto, depois de amanhã. Alerta vermelho no planeta azul. Cenários e perspectivas. É só entrar, é de graça. Chegou 8:30, estarei lá. Faremos a palestra, abriremos para perguntas. Os livros estarão por lá. Sexta-feira depois de amanhã.
Aí no sábado, dois eventos. O primeiro deles às 3 da tarde, sábado agora, 22 23 de agosto, na. Instituição espírita unificação cardecista, no centrinho lá de Ribeirão, rua Mariana Junqueira 504. São todos bem-vindos. Os livros estarão por lá. Estarei por lá, obviamente. E vamos estar juntos. 3 da tarde, sábado, 5 da tarde, pertinho dali do Unificação Cardecista, estarei com o meu amigo Adísson S. Na praça 15 de novembro, rua Álvares Cabral, que é aonde acontecem parte das atividades da feira literária, falando sobre o grito da terra, que é o livro infantil que o Adeilson fez, inspirado em palestras minhas. E o grito da terra também estará presente, livro para criança, hein?
Ajudando a gente a a garotada a perceber melhor como cuidar da nossa casa no universo. Será às 5 da tarde na praça 15 de novembro. Tá feito o convite. Beijos, abraços, fiquem com Deus. Até a próxima. Sexta-feira não tem papo ao vivo, vou tentar deixar gravado. Domingo não tem papo ao vivo, não sei se vai dar para deixar gravado por conta da minha incursão em Ribeirão Preto. Amém. saúde, paz, longevidade, prosperidade emocional, espiritual, material, na medida das possibilidades, sem acumulação indevida de bens e posses. Sabendo usar não vai faltar. Vamos em frente. Fiquem com Deus. Valeu,.

