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As escolhas do dia a dia definem nosso destino | Papo das 9 #956

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Transcrição do vídeo (revisada)

Transcrição das legendas do YouTube, com revisão humana. Ainda pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.

Olá, muito bom dia. Hoje o papo das é gravado porque eu tenho um compromisso, uma palestra num congresso espírita na. Cidade mais carioca de Minas Gerais, que é Juiz de Fora, razão pela qual não foi possível fazer a transmissão ao vivo simultaneamente pelo YouTube e Instagram. Então, estou deixando aqui estocado no YouTube, no meu canal, o Papo das 9 especial desse domingo, que é bem interessante do ponto de vista de uma reflexão que alcança a nossa vida de uma forma visceral. Nós somos o resultado das escolhas que nós fazemos a cada minuto.

É muito impressionante como a nossa vida, a nossa saúde, a maior probabilidade de termos êxito ou fracasso na nossa existência está diretamente relacionado tudo isso. Às escolhas que nós fazemos. Ainda que as escolhas não sejam diretamente relacionadas ao êxito ou fracasso de um projeto, você pode depender de terceiros, o fato de você tá posicionado, fazendo a sua parte, realizando aquilo que lhe cabe na busca por um resultado,. Isso é fundamental para que você espere o resultado, né? Só quem se posiciona na vida, deixando claro o que deseja no cumprimento de um objetivo, tem a chance de obter êxito. E o fracasso, ele faz parte, mas você tá.

Posicionado, você tá fazendo o que você acha que deve. Então veja o que eu acho impressionante que a gente por dia na área da neurociência, isso já foi mapeado, realiza 35.000. Escolhas a cada dia, 35.000 1000 escolhas. Obviamente a maior parte dessas escolhas se dá de forma quase automática, mas é resultado de uma. Escolha. Por exemplo, essa noite, na madrugada de hoje, você teve assim aquele lusco fusco de acordar, mas nos não acordar sentindo vontade de ir ao banheiro. Mas tá tão gostosinho debaixo da coberta que. Esse diar não vou agora, não. Vou esperar um pouquinho que ainda dá para segurar. E emenda num soninho por mais algum tempo. Você escolheu.

Tomara que nada fique muito molhadinho na cama. Eh, ou ainda pegando carona nessa madrugada, a maior parte das pessoas quando passa lá dos 50 a 60 anos começa a ter um sono mais intermitente. Por isso que eu tô dando esse exemplo. Você acorda, mas não desperta totalmente, vindo de um sonho bom, e você quer recuperar o fio da meada do sonho bom que tava vindo. É um desejo. Você escolheu e você tenta se preparar e se. Condicionar mentalmente para pegar o sonho de novo. É uma escolha. Aí você acorda e você decide levantar. Vou levantar agora. Escolheu. Você vai tomar café. Você vai escolher o que você quer tomar de café. Que que você vai preparar primeiro?

É, vai passar manteiga no pão, vai cortar o queijo, vai preparar o café, vai fazer cada coisa de uma vez, mas algo vem primeiro, algo vem depois. abre a. Geladeira, leva pra mesa, né? Aliás, essas escolhas relativas à alimentação, elas são claramente definidoras de rumo, porque nesse plano da matéria, enquanto seres orgânicos, quando temos o privilégio de escolher o que comer, é muito importante dizer isso, isso claramente define maior ou. Menor tempo de vida na Terra e que qualidade de vida o nosso corpo físico terá a partir das escolhas que você aí e Eu realizamos. Então, veja, 35.000 escolhas por dia.

E quando a gente fala de escolha, a gente tá falando de algo que nos distingue perante a natureza. Porque nós, ao contrário dos animais ditos, irracionais, nós não somos, não temos o determinismo do instinto,. Não somos regidos pelo extinto que determina o comportamento dos animais. É evidente que alguns animais, a Dra. Vênia Prada, doutora em veterinária pela USP, catedrática. Espírita, que lançou vários livros discorrendo sobre o direito dos animais, que os animais têm alma, ela tem um pé na academia, um pé no espiritismo.

Mas é interessante a visão de que sim, isso não é uma visão propriamente espírita, mas acadêmica na área da veterinária, os animais realizam escolhas por alguns animais que são rudimentos de inteligência. Rudimentos de inteligência, né? a maneira mais sofisticada com que alguns animais, algumas espécies parecem elaborar fragmentos de pensamento,. Mas numa forma obviamente muito muito a quem daquela que nós, a nossa espécie no reino ominal realiza. Então, onde entra a escolha na nossa vida? Ela é claramente um predicado evolutivo que marca a diferença nossa para com os. Nossos irmãozinhos dos reinos inferiores, os animais.

E no reino ominal, nós temos o livre arbítrio, a capacidade de decidir, de realizar escolhas por conta própria, não necessariamente regidos pelo instinto. É a nossa. Autonomia de voo. é escolher assistir ou não o papo das ve, ler ou não um livro, escolher dizer sim ou dizer não, seguir paraa frente, parar onde está e ir para. Trás e você deliberando por conta e risco o que lhe convém, do jeito que você acha que deve ser. Isso tem a ver com outra conquista associada ao livre arbítrio, que é a do pensamento. Lógico e racional. É como se a natureza nos dotasse de aplicativos de navegação em que nós passamos a ter a habilidade ou construir a habilidade de determinar o próprio caminho, o.

Próprio rumo e o próprio destino. Passamos a ser responsáveis pelos nossos atos. É disso que se trata. Então, é muito interessante essa visão de que a partir de um determinado momento na nossa jornada evolutiva, somos aquinhoados com essa medalha de honra ao mérito. Pronto, agora você vai caminhar. Com as próprias pernas. Realize os movimentos que você entende, que sejam os mais interessantes para você. Muito bem. Isso vai requerer cuidados, isso vai requerer protocolos de atenção extra. Por quê, né? Porque há uma série de fatores que vão determinar se nossas escolhas serão as mais acertadas ou as mais desastradas.

Por exemplo, a impulsividade, o assodamento na maneira como você responde aos estímulos externos, invariavelmente precipita desastres, precipita problemas. Desnecessários. A invigilância, portanto, que tem a ver com impulsividade, é um risco. E isso é tão evidente, especialmente para nós cristãos, que foi assinalado pelo Cristo. No Evangelho como uma orientação importante. O vigiai e orai. Não é vigiar os outros. Muita gente acha que é o vigiai quem tá à sua volta, né? Vigiai e orar é vigiai os próprios pensamentos, as próprias atitudes, os próprios sentimentos, a maneira como você está transitando pelo mundo. E o vigiar e orar está associado à necessidade da gente se acautelar.

Diante das turbulências, diante dos apelos nem sempre positivos para que a gente faça a nossa movimentação sem que essa bússola ética e moral baseada em. Princípios e valores que fazem sentido para nós. Quando a gente tem essa, eu diria, tempestade de estímulos, ideias e motivações que nos afastam daquilo que está impregnado. De sentido e que a gente vai acessar o que tá impregnado de sentido num estado de serenidade, calma, recolhimento. Isso ajuda demais dentre aquelas 35.000 mil escolhas diárias que precisamos fazer, quais aquelas que nos convém? Como disse Paulo, tudo posso, mas nem tudo me convém. Isso é um pensamento racional, lógico. Isso não é extinto.

Isso é a conquista da nossa, eu. Diria, maioridade espiritual. Medalha de honra ao mérito caminha com a própria perna. E aí, vigiai e orai compreende a pertinência da oração num ambiente onde você consiga. Estabelecer a melhor sintonia. Sintonia é uma palavra chave pra gente compreender a tomada de decisão. Frequência adequada é outra palavra chave, frequência para a nossa melhor tomada de decisão. E temos uma questão interessante também a partir do que Paulo deixou eternizado nos seus escritos. É que nós estamos cercados por nuvens de testemunhas. Foi o que ele disse. Estamos cercados por nuvens de testemunhas aludindo exatamente ao plano invisível as companhias espirituais que temos.

Algumas são boas, outras não. E a influência das companhias boas e das companhias que não são boas, ela é, segundo a questão 459 do livro dos espíritos, maior do que nós supomos. Então, vai entendendo o que eu tô falando. Nós, no. Nosso nível evolutivo, um adulto médio, um adulto eh com saúde mental, vamos colocar nesses termos,. Realiza aproximadamente 35.000 pensamentos por dia. Sintonia, frequência, vibração palavras chaves para você qualificar os pensamentos que norteiam a tua vida e definem o teu destino. Mas nós estamos cercados por nuvens de testemunhas. E na doutrina espírita, nós aprendemos que a influência do plano espiritual sobre nós é maior do que a gente supõe.

Eu acho que essa resposta é tão elegante, porque a espiritualidade. Sugere que a gente tenha a noção de que nós estamos invariavelmente sujeitos a boas ou mais inspirações e que isso vai depender de um posicionamento. É o livre arbítrio. Eu escolho produzir a melhor irradiação mental possível através da busca pelo equilíbrio da serenidade,. Realizando aquilo que não me afasta de um padrão de conforto espiritual, de uma consciência reta e limpa. Porque se eu realizo esse movimento, eu me aproximo de algo que me deixará livre de riscos desnecessários, que é do que se trata.

Antes da gente, eu diria, aprofundar a leitura da parte que nos cabe nesse mundo, atentando pra questão da vontade, existe algumas figuras bastante conhecidas. E invariavelmente citadas pelos méritos, pelo legado, pela história delas, essas figuras. Que vale a pena a gente ver muito rapidamente como as escolhas elas podem ser mais inspiradas ou menos inspiradas. Elas podem determinar uma boa jornada espiritual, uma jornada espiritual um tanto eh turbulenta e vacilante. Isso vale para todos nós que encarnamos neste planeta, sem exceção, mesmo espíritos que a gente reporta como sendo muito mais qualificados ética e moralmente.

Então, por exemplo, quando a gente fala de Francisco Cândido Xavier,. A gente tá falando de uma pessoa que eternizou um legado de renúncia inspirada no Cristo e determinada a rotina de Chico a partir. Da maneira como ele abraçou e vivenciou a doutrina espírita enquanto médium espetac. espacular, um sensitivo num gradiente de sensibilidade. Incomum. Ele deixou esse legado de um trabalho voluntário de muita renúncia e sacrifício em favor do próximo. Mas como todo ser humano, Chico realizou escolhas que eventualmente não lhe favoreceram.

E isso não é demérito, isso não deixa Chico exposto a algo que não seja o lugar que ele ocupa, nessa prateleira muito de cima de ser uma referência de moral, não apenas para os espíritas,. Ele era admirado também fora da seara espírita. Eu vou citar aqui uma passagem muito interessante da vida dele. Em Uberaba bate a porta da casa de Chico. Dois jornalistas que se diziam pertencentes a um periódico internacional com sotaque carregado, queriam fazer uma reportagem por sobre aquele médium espetacular que o Brasil já conhecia, já tinha um nome bastante,. Eu diria, eh divulgado, famoso.

Chico autoriza a entrada desses dois jornalistas dentro de casa e eles submetem Chico, a situações um tanto estranhas como a fotos em posições que não são propriamente. Favoráveis na imagem e a exposição pública, como ele dentro de uma banheira e outras fotos que foram causaram algum estranhamento. Depois para quem viu a reportagem que não foi em periódico. Internacional nenhum, esses dois jornalistas eram da revista O Cruzeiro, o Must da época. Não disseram isso para Chico, agiram com desonestidade e saíram da casa com fotos e depoimentos que obviamente resultaram numa reportagem que o Chico ficou muito triste, muito decepcionado com isso que que lhe aconteceu e indagou.

Emanuel na primeira oportunidade que teve. Por que que você deixou isso acontecer, Emanuel? Olha que coisa horrorosa. E Emanuel, com aquelas respostas assim curtas, impregnadas de sentido ético, disse: "Você pareceu tão entusiasmado quando. Surgiu o ensejo de dar entrevista para correspondentes internacionais que eu não quis atrapalhar algo por algo nesse sentido, né? E e Chico entendeu o que tava embutido ali no aprendizado a partir de seu guia, que é a vigilância, né? A gente se acautelar diante da perspectiva de realizar uma escolha que seja, na verdade, uma armadilha. Só uma nota interessante dessa história.

Quando esses dois jornalistas saíram da casa de Chico, Chico autografou exemplares de dois livros, um para cada um, tchau e bênção. E esses jornalistas quando regressaram ao Rio de Janeiro, um deles percebeu primeiro que a dedicatória feita através da mão de Chico trazia o nome real desse jornalista. Portanto, se passou despercebido por Chico, a Falcatrua. Isso não passou despercebido por Emanuel, que assinou o nome dos dois, verdadeiros nomes dos dois na dedicatória. Escolhas que a gente faz na vida somos humanos. Eh, quando a gente fala de Emanuel, a gente vai lembrar como o senador romano Públio Lentos, contemporâneo de Jesus e que teve a filha Flávia, curada pelo.

Mestre da Renías, isso tá narrado em há 2000 anos, nós vemos que Emanuel percebeu a força do mestre,. A legitimidade, a integridade moral. a verdade expressa a partir de suas palavras e atos. Mas segundo o próprio Emmanuel, enquanto o senador romano, ele não cedeu a um uma posição social e ao. Orgulho de ser um senador do Império Romano. Foi uma escolha, uma escolha que o marcou profundamente e determinou o nível de arrependimento, de ter percebido, mas não ter. Se envolvido, se engajado naquele momento ao cristianismo. Então a gente vai ver Emmanuel regressando 50 anos depois, é o nome da obra que relata a experiência desse espírito como.

Um escravo chamado Nestório, convertido ao cristianismo e que tenha uma vida marcada por muita dor, sofrimento e perda enquanto cristão. Ele vivencia o cristianismo na própria pele. E isso tá dentro de um contexto evolutivo onde as escolhas estão ali assinalando rumo e perspectiva. Um outro personagem muito caro para nós é o professor Ipolit Leon Denizar Riv Allan Kardec. Pensem como esse homem já maduro, com mais de 50 anos, ele percebeu claramente quando se interessou pelo fenômeno das mesas girantes. E quando ele teve a oportunidade de se debruçar sobre aquilo que não poderia ser atribuído a uma mesa ou a uma cadeira, deliberadamente flutuar ou responder a perguntas com toques.

Um toque sim, dois toques não, etc. Ele entendeu que ali havia uma força oculta, invisível aos olhos, que usava os móveis como meio de comunicação. E ao se debruçar sobre esse assunto, ele claramente percebeu a encrenca que era, enquanto pedagogo dos mais famosos da França naquele período, investigar a partir destes fenômenos. Uma doutrina que se revelava a partir de uma comunicação mais sofisticada, que foi se desenhando a partir da ajuda humana com médiuns que Kardec que foi elencando como confiáveis para capturar. Um conjunto de informações que fizesse sentido.

Ele sabia que ele estava comprando uma briga enorme com a igreja, a razão pela qual a Inquisição e sacerdotes conservadores determinaram. Reveses importantes, ataques pessoais, tentativa de desmoralizar aquele pedagogo. A reputação de Kardec foi seriamente abalada, inclusive pelos pares cientistas. Ele era um cientista pertencente a diferentes sociedades que investigavam fenômenos científicos em França, sociedade científica de Paris. Ele propôs, vamos investigar juntos. Eu estou percebendo aqui absoluta eh lisura e transparência. Na comunicação que vem do plano invisível. E ele foi estigmatizado entre os pares. Ele escolheu seguir em frente. Ele escolheu. E veja, é tão interessante.

Era o momento da codificação da terceira revelação, século XIX, a partir da França. Tudo isso na nossa crença enquanto espírita tava marcado no calendário. Do planeta. Tá na hora da gente permitir que essas vozes que vêm do além se manifestem, expliquem melhor o que os ensinamentos de Jesus pretenderam revelar no início da nossa era, do nosso. Calendário. E ele poderia ter recusado, ah, não, eu tô não, eu já tô velho para isso, eu já construí minha carreira como pedagogo, eu tenho outras motivações. Não, ele encarou. E se ele não encarasse, Leonir. Seria o plano B, né? Seria aquele que se encarregaria da codificação. A codificação precisava acontecer.

Kardec era o mais qualificado e foi através dele porque ele escolheu. Agora Kardec são as escolhas. A gente tá trazendo aqui a dimensão humana das escolhas. Eh, se ele foi genial como pedagogo, como cientista e como codificador, no mundo dos negócios não se pode dizer o mesmo. Que se envolveu no intervalo de tempo relativamente curto em duas situações muito ruins envolvendo sócios. Um tio que era sócio dele no instituto ligado à educação, que quebrou, faliu e deixou Kardec em apuros com essa falência. E o o truquinho que sobrou daquilo que foi possível aglutinar de recursos para reconstruir a vida numa outra sociedade infeliz, uma sociedade que não deu certo,.

Determinou outra quebradeira num outro negócio. Isso tá retratado na biografia de Kardec. Aí você vai dizer: "André, mas por que que você tá falando essas coisas?" Eu tô falando de escolhas que todos nós neste planeta, eu citei três casos aqui, Chico, Emanuel e Kardec. Três. Referências muito importantes para o movimento espírita. Também eles no universo de 35.000 escolhas por dia. Nesta nossa condição humana, nem todas as nossas escolhas são as melhores. Razão pela qual a gente precisa estar muito atento aquilo que determina o acerto. Como eu posso me preparar ou me qualificar para realizar as melhores escolhas.

Nós precisamos, além de tudo que eu já falei, prece, meditação, o culto do evangelho no lar, a gente procurar ajustar a nossa sintonia por diversos meios, por diversas. Estratégias. Uma delas é de fato a instrução, o estudo. É a gente qualificar o nosso pensamento o tempo todo. Mas o tempo todo é complicado. A vida é cheia de estímulos e a gente se dispersa. E na era da internet, a dispersão, a distração e a alienação se tornaram mais vorazes no jogo dos. Algoritmos. Então, eu tô aqui falando com vocês num mundo que tá, eu diria, muito fortemente atraído e vinculado a algo que não tem volta, que é o universo virtual, que não é bom nem ruim, mas o.

Uso que fazemos disso determina a qualidade dessa relação. E quando a gente escolhe, por exemplo, ficar navegando por vezes horas a fio nas redes sociais, se deixando levar pelo fluxo das marés. Dos algoritmos, há um gigantesco desperdício de tempo e energia que não voltam. A vida passa rápido e a gente, por vezes escolhe que haja essa, eu diria, depredação de. Um estoque de fluido vital nos miladas oferecidos também pela internet. E aí surge um gênero de literatura que não é aquele que nós recomendamos. Para uma imersão no conhecimento, mas é um gênero de literatura que pode nos ajudar a estabelecer no intervalo de tempo relativamente curto a melhor sintonia,.

A melhor vibração e isso tem o seu valor. Eh, quando a gente lembra do grande pioneiro desse gênero de literatura, que é o Carlos Torres Pastorino com Minutos de Sabedoria, a gente vai ver que um livrinho de bolso que traz. Mensagens inspiradoras e edificantes, estabelece o gatilho necessário pra gente rapidamente estabelecer contato com uma um sentimento ou um pensamento. Harmonizante que empresta maior lucidez na percepção das questões envolvendo a nossa existência. Esse gênero de literatura, ele tem o seu valor e tem o seu lugar. Eu vou fazer aqui o resgate de algumas mensagens que nós inspirados, principalmente.

Nesse trabalho único de Carlos Torres Pastorino resumiu no livrinho A arte de seguir em frente, que eu já falei dele aqui com vocês, mas a gente tá retomando a partir dessa essa. Imersão sobre a importância das escolhas definidoras de rumo, definidoras do nosso destino, definidoras das probabilidades da gente obter mais êxito ou se expor mais ao fracasso em diferentes segmentos da nossa existência. como esse tipo de eh alerta,. É como se fosse um, sabe, um chamariz, um cutucão amoroso assim, tuf, se liga na missão, se liga na missão, porque a vida passa rápido aqui, a gente vai se dispersando com coisas que não. Deveríamos, eu diria, ser tão displice como seguimos no dia a dia.

Então, eu vou aqui, fiz aqui um elenco de algumas mensagens curtas do livrinho que remetem a esse chamariz, esse cutucão, essa eh esse lembrete que é uma palavra. Gostosinha, é um lembrete. Primeira mensagem do livro. A vida não é obra do acaso, um acidente de percurso, algo desprovido de um sentido mais profundo que nos alcança e nos conecta com tudo que vai à volta. Importa. Estar atento aos sinais, as pistas que cada momento da existência pode nos trazer em situações inusitadas, encontros inesperados e tudo o que puder nos ajudar a seguir. Em frente. Fique ligado. Então, interessante a gente, por vezes, desafiar a nossa inclinação a uma maior dispersão ou distração ou alienação.

Lembrando que a vida passa rápido e que é interessante a gente prestar atenção aos sinais. Prestar atenção aos sinais. Eles surgem o tempo todo aonde você tiver eh algo que parece acidental, obra do acaso circunstancial, pode ser um convite. Da natureza de Deus, de uma força superior, para você se reconectar a essa fonte, ao sentido e ao propósito da tua existência. Isso pode vir de qualquer lugar, por qualquer pessoa ou uma situação qualquer que te inspira. Isso pode vir de uma paisagem, isso pode vir de um uma cena, de uma novela ou de uma minissérie. Isso pode vir de um uma conversa que você. Ouviu no elevador da tua firma. Você tá ligado? Você tá conectado.

Por que que você tá ligado e conectado? Porque você foi instigado a isso. Uma das formas de você estar sintonizado é uma boa leitura. As obras. Fundamentais não são aquelas de mensagens curtas. As obras de mensagens curtas são cutucões, chamarizes. São vários os livros excelentes com esse perfil. Eles podem fazer a diferença se você se percebe como alguém que tá mais, eu diria, absorto, sabe? Mais sugido. Ah, todo ano no revenon eu faço as mesmas promessas. Esse ano eu vou fazer isso, esse ano eu vou fazer aquilo. E essas promessas viram fumaça, né? A gente sabe o que precisa fazer, a gente tem os objetivos, mas a gente não consegue se organizar, se programar, se priorizar.

E isso pode ser atenuado com o exercício dos lembrício. Ninguém nasce sabendo nada. Todas as habilidades são construídas. Deus nos fez a todos simples e ignorantes. Então, a gente tem que aprender no decurso da existência aí construindo habilidades. Se não é possível o tempo todo eu est, como disse o Cristo, eh naquela sintonia mais adequada, que uma prece feita num lugar onde haja o recolhimento, essa. Conexão com plano superior, e eu não consigo, como disse Jesus, vigiar e orar adequadamente. Quais são os recursos e os artifícios que eu posso mobilizar para não ser tão vulnerável a essa eh essa nuvem de testemunhas, como disse Paulo.

Uma outra mensagem que me parece apropriada pra gente aqui hoje. Não importa o tamanho do problema que o aflige nesse momento, da dor e do sofrimento que oprimem o seu peito, que estilhaçam o seu coração. Seja qual for a situação que enfrenta, lembre-se de que todos nós dispomos de recursos preciosos. Para lidar com os problemas mais difíceis e dar a volta por cima. Evite o desespero e confie na ação do tempo. Aspas, isso também passa dizia Chico Xavier. Quantos de nós, por vezes, diante de uma situação difícil, nos entregamos à angústia, ao desespero e quanto isso nos consome de fluído vital? E o quanto isso pode inspirar decisões infelizes? O quanto isso pode atrapalhar demais?

A maneira como nós lidamos no dia a dia com os desafios. Os desafios. Há uma outra mensagem aqui que se ajusta a essa: precipitar o fim da jornada jamais significou alívio ou solução para quem buscou ali uma saída. Se a noite se revelar dolorosa e angustiante, aguarde o amanhecer. Ele certamente trará novas respostas, novas disposições para enfrentar os mesmos problemas. Quem sabe esperar nunca se arrepende. Viver é sempre a melhor opção. Veja, quando a gente fala, estuda, se informa sobre o fenômeno do suicídio,. Nós vamos ver como a armadilha da impulsividade explica, em boa parte dos casos, o autoestermínio. É quando a gente, de fato não tá numa boa sintonia.

A nuvem de testemunhas não favorece o pensamento que flerta com a ideia do autoestermínio e nós nos ressentimos da do isolamento. A gente acha que a nossa dor é incurável, que aquele momento não vai passar nunca, que ninguém nos compreende, que ninguém sabe o que eu tô sentindo, que eu sou um peso para as pessoas. E aí você mergulha num labirinto de onde sair. Pode ser bastante complicado. Mais uma vez, ideias síntese que podem facilitar o atalho para sair do labirinto. Uma palavra, uma conversa, um desabafo, uma mensagem. Uma outra mensagem aqui que eu acho interessante nesse contexto, a tristeza tem o seu lugar. É um sentimento natural e compreensível que não deveria ser estigmatizado.

A tristeza, o desalento, o desânimo, a frustração, tudo isso faz parte da vida. A alternância desses sentimentos deveria ser entendida como um fenômeno tão natural quanto o fluxo das marés ou a mudança do tempo. Nosso desafio é entender essa dinâmica e não permitir que esses momentos perdurem. Indefinidamente. Então, vejam, o fluir da vida e entender o fluir da vida é uma escolha. Escolher fluir, escolher não se abater no momento de tristeza. A tristeza faz parte. A. Tristeza não é uma vilã da nossa existência. A tristeza ensina, ela traz, eu diria, maturidade na compreensão. De certas questões.

A tristeza que eu sinto por qualquer coisa que me abate, ela instiga a minha paciência, a minha resignação positiva e o respeito que eu devo ter pelos sentimentos que eu tenho e que nem sempre são luminosos do ponto. De vista da altivez. Não, nada me abala. Eu tive um amigo uma vez, tem um amigo que já trabalhou comigo na televisão, que ele tinha esse lema, né, que me irritava profundamente, porque eu falava: "Não é possível". Ele fala: "Nada me abala, nada me abala". Eu falei, mas não existe superherói imune a situações difíceis ou ruins. Eu ficava irritado porque às vezes a gente tava televisão ambiente muito tenso, frenético, né? E muitos problemas para resolver rápido.

E resolver rápido é complicado. Invariavelmente complicado. Quando você não tem tempo nem constrói a convicção de que aquela decisão é a melhor ou se resigna diante das impossibilidades. Tudo assim a jato. E esse colega falando nada me abala. E eu hoje passei a ter outra leitura. Do nada me abala. Não é que não te abale, é que o que te abala não precisa necessariamente ser capaz de te derrubar. Eu acho que esse é o. Espírito. Você pode ficar abalado, mas você não vai cair. Você pode perder um pouco o equilíbrio, sair um pouco do prumo, mas você não vai cair. E se você cair, você levanta. Portanto, não é um. Abalo permanente. Abalou, caiu, levantei, opa, tô de pé de novo, a vida segue.

Entende? Muitas pessoas caem em depressão quando descobrem que a vida não é um paraíso de delícias. E você não. Deve se sentir frustrado se você, apesar de ter dinheiro, ter saúde, ter família, ter um trabalho que você gosta, ainda assim não se sente completo ou não se sente pleno ou plena. Há algo aí muito interessante, eu diria até bonito, a sutileza com que Deus faz chegar a nós mensagens. É o que eu tô chamando aqui. Já li aqui uma a primeira mensagem do livro que fala: "Preste atenção os sinais, porque os sinais podem se revelar a partir de problemas, dor, sofrimento, tristeza. Deus tá me castigando. Deus esqueceu de mim. Esqueceu que eu existo. Será que é isso?

Será que a gente está realizando escolhas que não nos favorecem? Será que estamos ingressando por caminhos onde as portas não estão abertas para nós e nós teimosamente entendemos que se não for desse jeito, eu não quero nada? É pegar ou largar é 880. É outro risco, as pessoas muito endurecidas, né? Uma árvore gigante, um carvalho rígido. Quando vem a tempestade, se o vento é de 80, 100, 120 km/h e alcança o carvalho, ele pode quebrar. Agora, árvores que têm mais flexibilidade, não são tão rígidas, elas balançam, elas podem reagir de uma forma bem pressionante. Se inflexionar bastante, o pessoal vai dizer: "Ih, vai quebrar". Não, ela inflexiona. Ela se dobra, mas não quebra. ela volta ao pronto.

Eh, uma outra mensagem que vai nessa direção das escolhas que a gente precisa fazer em nosso favor, construindo o nosso destino da maneira mais luminosa e inspirada possível. Sempre existirão problemas, obstáculos e limitações. O que muda é a nossa capacidade de lidar com as situações indesejadas. É melhor entender os percalços da vida como convites à evolução, sem nos deixarmos abater, desfrutando ao máximo dos momentos felizes, das pessoas queridas e das oportunidades de sermos. Pessoas melhores e mais justas. Estamos aqui para isso, não é mesmo?

Então veja, eh, usando a expressão popular, é transformar limão em limonada é não achar que a dor e o sofrimento são contra você, mas é entender que a dor e o sofrimento são alavancas, ferramentas, instrumentos evolutivos muito eficazes,. Porque trazem ensinamentos. A dor, né, e o sofrimento na largada vão demandar de nós o quê? Sabedoria. Se eu não consigo agora me livrar dessa dor ou desse estado de sofrimento, eu vou aprender a sofrer. Se o sofrimento é inevitável, o que me cabe aqui é entender quais os recursos que eu disponho para lidar da melhor maneira possível com esse revés,. Com essa situação que eu não desejo, eu não quero, eu não, eu preferia não estar passando por isso.

Mas já que isso está acontecendo, o que me cabe fazer e de que jeito? Esse é o ponto. O sentido da vida é evoluir da existência é evoluir. Não é possível, dado que somos espíritos imperfeitos, encarnados ainda no mundo de provas e expiações, estabelecer uma linha reta evolutiva só com alegria, prazer, felicidade, saúde, bem-estar, dinheiro, a vida que você pediu a Deus. Provavelmente estacionaríamos, porque temos em comum, eu diria, essa característica. A maior parte de nós encarnados nesse planeta somos movidos a experiências desafiadoras que não raro são motivadas pela percepção do que convém. Fazer para não sofrer. É muito interessante isso. A busca legítima pela paz e pela felicidade.

Ou seja, eu não quero sofrer, eu quero o melhor para mim. É justo. O melhor pra gente não se encontra na acumulação de bens e posses ou ignorando a dor e o sofrimento alheio. Quando Jesus apontou o caminho, ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo, ele deu a senha pra gente se realizar como ser humano da forma mais profunda, mais abrangente, plena possível. Quando. O espiritismo ratifica isso, a partir do fora da caridade não há salvação. A caridade é o exercício do amor sacrifício, do amor renúncia, do amor doação. O amor de Cristo, ele não é. Segmentado. Ame esses que cuidam bem de você.

Ame aqueles que são da tua região, do teu país, tem o teu nível de escolaridade, torcem pro seu time, gostam das coisas que você. Gosta. Não é assim que funciona o cristianismo. Não, ele é muito desafiador. Ele é revolucionário porque ele tira você do teu eixo num mundo tão egoísta, consumista, eu diria,. Tão afeccionado para resolver em primeiro lugar apenas aquilo que é justo. Trabalhei tanto, é meu dinheiro, eu faço com ele o que eu quiser e eu vou me projetar. E quem quiser ser feliz que procure o caminho que eu estou trilhando, né? É muito assim recorte histórico.

Houve um período no pós-guerra que os Estados Unidos debateram se teriam por lá algo parecido com o Sistema Único de Saúde, saúde pública para todos. E não por uma margem estreita, o Congresso americano não entendeu que seria bom negócio e não por falta de dinheiro que lá tá sobrando. É a maior superpotência econômica e militar do planeta. Mas eles. Entendiam que isto não era a função do Estado oferecer saúde, de preferência de qualidade, a quem não se esforçou para ser digno disso, não trabalhou para. Poder pagar por isso. Olha que coisa. É, essa é uma parte da história que que é muito interessante.

Se os Estados Unidos não têm um Sistema Único de Saúde, não é porque não haja recursos disponíveis. Foi uma escolha. A gente tá falando de escolha hoje. Um país que escolheu não contemplar com recursos públicos aqueles que estão alijados da capacidade de pagar para tirar um. Dente, para fazer uma cirurgia no quadril, para fazer um transplante. É algo muito muito muito sério, gente. Eh, eu vou aqui dar um pulo numa outra mensagem que me parece bem interessante. A gente tá falando de escolhas. Eu tô pegando carona num livro que traz na capa uma placa com várias setas, a arte de seguir em frente, mas temos várias setas apontando diferentes caminhos e nós somos, portanto,.

Seres contemplados com a capacidade de escolher. E as escolhas são definidoras de rumo. Elas explicam quem nós somos hoje. Nós hoje somos resultado, em boa. Parte do dos casos, de escolhas que nós fizemos nesta e em outras existências. Eh, ai tem mensagem legal e eu tendo que escolher aqui. Tudo passa por aqui. Eu comecei a live falando de 35.000 escolhas por dia. Essas escolhas são determinadas, cada um de nós, pelo comando mental. A questão é: como é que tá a tua cabeça para tomar decisão? Como é que tá a tua cachola aí para realizar as melhores escolhas? Mensagem 27 do livrinho chama-se Computador de Bordo. Nossa mente se assemelha a um computador que necessita de cuidados constantes.

Para que o equipamento funcione bem, recomenda-se logo no início do dia um ajuste de sintonia através da prece ou meditação. É como limpar o HD ou aplicar um antivírus no sistema antes de submetê-lo a mais uma jornada de trabalho. Uma mente serena e tranquila responde com mais eficiência aos múltiplos estímulos de um dia atribulado. Autogestão é muito importante. Eu acho que todas as tradições, pelo menos as correntes filosóficas e religiosas mais importantes do planeta, elas invariavelmente convergem quando sinalizam. Para quem acessa essas correntes de pensamento.

Como nós precisamos assumir as próprias responsabilidades, isso traz uma outra questão que eu acho da maior, eu diria, relevância. que é como a gente não deveria, com muita. Facilidade, repito, em diferentes tradições, se eximir da parte que nos cabe. No espiritismo é muito comum a gente ver as pessoas, por vezes justificarem escolhas equivocadas que fizeram, botando a culpa no obsessor. Aprendeu que você pode ter nessa nuvem de testemunhas os obsessores. Aí você responsabiliza o coleguinha que você não tá vendo. E na suposição de que seja isso, né?

Você faz: "Ó, olha, eu não queria fazer isso, foi um obsessor." Você vai ver em algumas denominações cristãs, normalmente pentecostais ou neopentecostais, um valor enorme atribuído ao diabo, né? O diabo. Como sendo a grande ameaça da tua vida. E quando alguém dessas comunidades incorre num erro, escolheu algo, isso não foi bem-sucedido. Isso causou, eu diria, algum revés. Para si próprio ou para sua família ou para um grupo maior de pessoas. Aí você diz assim: "Foi o diabo eu peço desculpas, mas eu não queria fazer isso. Foi o diabo, né? Então veja, com todo respeito e não vai aqui uma afirmação definitiva, cada crença tem a sua legitimidade.

Eu não tô aqui para dizer o que é e o que não é, mas eu tô dentro da minha linha de raciocínio, eh, apenas apontando que nós temos essa. Inclinação ao escapismo. Não fui eu. Eu só fiz isso porque ele, ela, ia diabo, o obsessor, quem quer que seja, o que é algo que nós deveríamos nos acautelar mesmo na doutrina espírita. Quando reconhece que existe de fato uma influência maior do que a gente supõe do plano espiritual, o plano espiritual que nos acompanha, ele nos acompanha a partir das afinidades. Que tem conosco. Então, se você é uma pessoa que vibra na frequência da vingança, da mágoa, do ressentimento, sabe? É o ódio que você encontra em outra pessoa a.

Motivação para retroalimentar esse ódio e você responde a esse ódio de diferentes formas: mágoa, ressentimento, desejo de vingança, o que seja. Muito bem. Você escolheu isso. Você escolheu. Ah, mas ele me sacaneou. Ele pisou na bola, fez. Isso, fez aquilo. É direito seu nutrir esse tipo de sentimento hostil. Isso só complica a tua situação do ponto de vista espiritual. É bom frisar. Entrega a Deus. exige a justiça dos homens, mas não perca-se nessa nesse torvelinho tóxico de desejos,. Eu diria, de baixo teor vibratório, né? Se vibrar numa frequência baixa é algo que compromete a tua saúde física, a tua saúde espiritual. Deus está do comando. O dele ou o dela tá guardado. Quem te prejudicou?

Quem agiu de má fé? Quem realizou um crime contra você ou alguém ligado a você? Já se comprometeu perante a lei de Deus? Se esse crime tiver tipificado no Código Penal, é justo, é legítimo que se exija a justiça aplicada contra essa pessoa, mas mágoa, ressentimento e desejo de vingança não ajudam em nada. Essa é uma postura espiritualmente correta e elevada, segundo várias correntes de fé, né, inclusive, principalmente o cristianismo. Portanto, meus amigos, hoje a gente fez aqui. Numa edição gravada do Papo das 9, porque estou em Juiz de Fora, participando de um congresso espírita por lá, uma mensagem que procura estimular a boa sintonia,.

A boa frequência, a boa vibração para que você não se perca nos labirintos da vida e encontre um caminho Presta atenção na sinalização, as placas, para que lado você vai. Quem escolhe é você, não é a placa. Quem escolhe o caminho é você. E prece, meditação, boas leituras, boas conversas, evitar certos movimentos que possam determinar. Uma flexibilização do teu ser, uma incapacidade de fazer o correto discernimento do que seria importante, do que é absolutamente ente inessencial e desimportante. Como disse, eu já citei hoje aqui o apóstolo dos gentios Paulo. Tudo posso, mas nem tudo me convém. O que você pode e o que te convém? Uma semana de boas escolhas para todos vocês. Fiquem com Deus.

Tudo de bom. Até a próxima.

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