Minutos de sabedoria
230
Indicação de leitura
O bom do Alzheimer. Autora: Claudia Alves
Sugestão de reflexão
Estimule o pensamento crítico sobre o que tem acontecido na relação entre Brasil e EUA.
Transcrição do vídeo (gerada automaticamente)
Transcrição automática das legendas do YouTube, sem revisão humana. Pode conter imprecisões, especialmente em números e nomes próprios. Em caso de dúvida, vale o que foi dito no vídeo.
E muito bom dia. Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Sexta-feira, dia 1eo de agosto, e nós estamos aqui encarnados nesse planeta turbulento, no Brasil, que é um país que virou notícia no mundo inteiro por conta das artimanhas do tio San. E a gente vai comentar um pouco isso hoje dentro de uma perspectiva que eu espero seja bem compreendida por vocês, porque a gente vai contextualizar isso na dimensão histórica e geopolítica. O que que tá acontecendo hoje no mundo a partir da depredação da razoabilidade, é nas relações comerciais e entre os países e numa nova versão do imperialismo. Eu tô dizendo isso sem nenhuma conotação dramática, eu diria, eh, de uma retórica não fundamentada, né?
A gente precisa usar as palavras certas para designar movimentos que falam por si, né? Então eu não vou deu vontade de espirrar. Tá frio ainda, vai esquentar, mas tá frio ainda. Então vamos começar o papo das saudando todas as companhias na resolução material e espiritual que se aproximam nesse momento. É sempre importante ter a hora marcada. Eu sempre começo 9 horas em ponto. Isso tem um sentido, porque a gente procura sincronizar o que acontece no plano da matéria com as agendas dos amigos invisíveis. Ora marcada isso nas tradições religiosas, isso aqui não é uma missa, isso aqui não é um culto, mas a gente conta com a ajuda dos amigos invisíveis.
E toda vez que você lembra de sincronizar, né, você vai fazer o culto do evangelho no lar, a missa tem hora certa. os ritos religiosos de várias tradições são marcados exatamente eh dentro da perspectiva de que isso faz a diferença. Então, o papo das 9, a gente traz horário no nome do papo para facilitar o agendamento da gente e para, de alguma forma facilitar também o interesse dos amigos espirituais em se programarem para nos acolher, nos ajudar, nos inspirar, que é o que eu espero. Espero, eu espero isso. Eu espero isso. E nessa justa expectativa, lá vou eu sacolejar aqui o livrinho. Tá aí o livrinho. Antes deixa eu agradecer.
Chegou aqui, olha, primeiro agradecer, gente, assim, muito comovente, de verdade. Eu fico assim comovido com as mensagens, felicitando este que vos fala pelo aniversário de 59 anos na última quarta-feira. muitas mensagens recebidas por diferentes canais. E eu aqui quero de coração agradecer todo o carinho, todo afeto, todo sentimento que vocês irradiam e que é muito bonito na singeleza e na no significado das palavras que vão eh resumindo um sentimento. Eu fico muito lisongeado. Eu quero ser digno sinceramente desse dessa energia positiva que vocês endereçam para cá. Mas aí o Ricardo, a Roselene e equipe mandaram uma carta muito bonita, fizeram chegar a mim. Olha que bonitinho.
Isso aqui remete ao livro novo, né, que traz na capa a arte de seguir em frente. Tem um monte de plaquinha aqui o livro. Aí eles reproduziram. Olha que legal, nessa, como é que eu chamo isso? Nesse, essa obra de arte, só que não tem nada nominado nas placas aqui em cima. Tá assim: "André, a sua vida nos inspira a arte de seguir em frente com força, coragem e fé. Gratidão." Lindo, lindo, lindo. Adorei. Obrigado. Ficou assim bem, bem, bem eh tocante, né? Assim, os vários caminhos que a vida nos oferece. Obrigado, querido. Ó, obrigado pelo carinho. Então, vamos lá. Cadê o minutos? Menutor de sabedoria. [Música] Simbora. Para onde nos levará o dedinho?
Eu espero que os amigos espirituais que nos acolhem, nos assistem, se apiedam das nossas limitações, imperfeições e procuram lugares ou espaços aonde as oportunidades de levar à frente mensagens e inspirações positivas e edificantes são valorizadas por eles. Eu procuro apenas me credenciar minimamente para esse nobre trabalho. Então vamos lá. Vamos bora. Para onde vamos? Que eu seja, portanto, um instrumento maleável, uma ferramenta útil, um meio adequado para esse propósito. E aí o dedinho vai para cá. 230 é a mensagem. Não se queixe contra a vida se está sofrendo.
Lembre-se de que ninguém passa por essa terra isento de dores, da mesma forma que um aluno não pode fazer o seu curso sem submeter-se aos exames de fim de ano. Prove que está preparado, suportando com paciência e resignação os exames a que é submetido. Tudo o que nos acontece tem a sua razão de ser e dos males surge sempre um bem. É interessante, eu já falei, minutos de sabedoria tem seis décadas de existência, é um livro que vem de longe, está em catálogo, marca presença no mercado editorial e é editado por uma editora católica. Quem é espírita e pastorina era espírita. Não tem problema, as mensagens são universais e alcançam todas as tradições.
Mas isso aqui é muito espírita, porque fala de princípios que são caros à doutrina quando reporta que a dor e o sofrimento bem entendidos não são contra nós, não são castigos de Deus. Não é, não há um prazer divino em pôr a você obstáculos empecílios, dificuldades, travas, adversidades, doenças, desemprego, fome, medo, tudo, a bem dizer dentro dessa perspectiva traz ou enseja situações que vão demandar de nós alguma resposta. Essa resposta é o que ele tá chamando de prova, um aprendizado.
Aí você vai dizer: "Mas que aprendizado duro, doloroso, o que que eu fiz para merecer isso?" Aí entra um componente à luz da reencarnação para quem acredita de que nós fazemos um curso de longo prazo, sempre acumulando experiência, sabedoria, acumulando conhecimento, acumulando oportunidades de evoluir ética e moralmente. E isso é o desenrolar da jornada espiritual. Uma existência na Terra é pouco para você completar essa aprendizagem. E não se queixe com outra vida, porque é a vida nesse planeta, no degrau evolutivo em que nós nos encontramos, que nós temos e que não tá fora de contexto. O universo não tá errado. Deus não se esqueceu de você para quem acredita em Deus.
Tudo tem um sentido, tudo está inserido num contexto que ainda que eu não compreenda, eu entendo que há um sentido, há um propósito, há uma razão de ser. É uma visão muito interessante, consoladora, né? Vou confidenciar aqui uma coisa da minha mulher. Ela não gosta que eu fique falando isso não, mas eu falo que eu acho interessante. A Cláudia, eu já disse aqui, agnóstica, a gnóstica é assim: "Eu não acredito, mas não desacredito. Eu tô ali ainda descobrindo esse universo do que é a vida e do que seria uma força superior. E ela é, ela tem uma formação em filosofia, cara.
Então ela não é assim marinheira de primeira viagem nessas investigações que remetem a teologia, a como diferentes grupos religiosos ou espiritualistas aborda a questão de uma força superior. E eu tava tô falando dela porque ah, ela diz às vezes assim, quando eu comento isso, né, quando eu falo essas coisas como esse assunto aqui, ela diz assim: "Ah, eu gostaria tanto que isso fosse verdade, gostaria tanto que fosse assim". Ela tem, ela tem uma simpatia, pelo que eu percebo, por pela ideia, pelo conceito, mas ela não traz a convicção de que isso represente uma questão de fé. Então, eh, prove que está preparado. Prova. Prova é uma palavra, provas e inspirações.
É uma palavra iminentemente espírita. e fala: "Um aluno não pode submeter-se aos exames, o seu curso sem submeter-se aos exames de fim de ano." É essa visão do aprendizado que vem também, não apenas da dor e do sofrimento. E a prova é uma palavra que tá inserida no repertório de expressões com esse significado profundo que o espiritismo atribui. Acho isso muito interessante, muito interessante, né? Eu me lembro de uma brincadeira uma vez, eu não esqueço isso. Eu tava num dia inspirado, era uma sexta-feira, como hoje, há alguns anos atrás, foi antes da pandemia, eu tava na redação e não tinha outro repórter disponível.
Me mandaram lá pro caixa prego, cara, lugar longe, para Dedel, pega avenida Brasil e vai embora. Sexta-feira avenida Brasil tá engarrafada magistralmente, especialmente na hora do rush lá paraas 6, 6:30 da tarde, tava lá parado e já tava próximo da minha hora de sair. Não, André, mas tem que ir lá. Falei: "Vou jornalismo". E aí quando entrei no carro, avisei a equipe que também tava pronta para sair. Mas jornalismo tem hora para entrar, não tem hora para sair. Olha, a gente vai ter que checar lá uma história, não sei aonde. Isso cara, isso tem mais de 15 anos, para ser sincero. Aí todo mundo entrou na no carro meio emburrado, meio contrariado.
Aí começaram aqueles mochuxos assim, pô, que droga, não sei o quê. Aí eu comecei a ver que a a vibração tava já pesada, né? E aí eu falei uma coisa que eu acredito, mas eles acharam graça, começaram a rir. Eu falei assim: "Senhor, eu dentro do carro, obrigado por me testares tão bem". Que é uma frase curiosa assim de uma que remete a uma resignação positiva, né? é uma resignação positiva. Então, brincar com a adversidade é algo que quando eu vejo alguém com essa capacidade, eu admiro. E naquele dia eu achei que devia fazer essa piléria nessa direção. E o pessoal que tava comigo no carro achou graça, menos mal, né?
Então essa mensagem para mim traz um ensinamento profundo da gente não se queixar contra a vida. A vida, ela mesmo quando não nos favorece, quando as circunstâncias são hostis, quando as dificuldades aparecem, ela traz uma informação relevante. Decodificar essa informação, relativizá-la, processá-la e elaborar uma resposta a essa situação que seja a mais sábia, a mais inspirada. A mais inteligente possível, penso, é uma opinião. Você pode não concordar, não tem problema. A gente tá aqui para refletir. Eu acho o máximo isso. Eu admiro quem tem isso como filosofia de vida aplicável no dia a dia, falando em transformar limão em limonada, falando em não amaldiçoar a vida com notícia ruim.
Olha o livro que eu vou indicar hoje, que não é um livro O bom do Alzheimer, que é um título chocante, porque obviamente ninguém vai desejar o Alzheimer para si e para o outro. Que que esse título quer dizer? É o livro da Cláudia Alves em depoimento a Rosana Caiato. O subtítulo é: Como a doença da minha mãe foi a nossa cura. Olha que interessante, um relato emocionante, inspirador sobre como a doença de Alzheimer transformou uma relação e trouxe à tona uma nova forma de amar. Isso é espiritismo na veia, eu já falei disso aqui, as pessoas dizem assim, aliás, quarta-feira agora perguntaram e salvo engano, era alguma questão envolvendo demência.
Eh, esse tipo de doença é um uma expiação pra pessoa, paraa família. Olha que coincidência, né, cara? Quarta-feira a gente falou sobre isso porque alguém perguntou. Hoje eu tô trazendo um livro que o resumo é o seguinte: durante anos, Cláudia Alves e sua mãe Francisca viveram sob o mesmo teto, dividindo a rotina, mas sem demonstrações frequentes de afeto. Nem mesmo os momentos difíceis da infância e adolescência de Cláudia foram capazes de estreitar os laços entre as duas. Tudo mudou em 2010, quando Francisca foi diagnosticada com Alzheimer aos 76 anos. Mas em vez de enxergar a doença apenas como uma perda, olha aí o que a gente tava falando.
Cláudia viu nela, na doença, uma oportunidade única de ressignificar sua relação com a mãe. Conforme as memórias de dor se apagavam, um novo vínculo foi construído feito de carinho, paciência e dedicação. Aos poucos, mãe e filha aprenderam a se comunicar por meio do amor, tornando a convivência mais leve e repleta de momentos felizes. Olha que história. A experiência transformadora levou Cláudia a criar um método de cuidado amoroso que já ajudou milhares de famílias a enfrentarem o Alzheimer com mais humanidade e empatia. Hoje sua história inspira aqueles que buscam fortalecer os laços familiares mesmo diante dos maiores desafios. Eu recebi aqui o livro com a dedicatória da própria Cloud.
André, que minha história toque em seu coração, como suas lives toca, tocam o meu com carinho. Lindo. Obrigado, querido. A Cláudia é criadora do canal O Bom do Alzheimer, com mais de 1 milhão de inscritos em suas redes sociais. O bom do Alzheimer é um guia para quem busca transformar a convivência com seus entes queridos, trazendo não só orientações úteis, mas também reflexões especiais. sobre como criar momentos de alegria e grande beleza. A Cláudia é gerontóloga e pedagoga, especializada em educação especial, cuidados paliativos, comunicação compassiva, comunicação não verbal com base em neurociência.
Ela criou o método Love Care, que tem transformado a vida de milhares de famílias e profissionais da área da saúde, ensinando técnicas e estratégias cuidado de cuidado focadas na qualidade de vida. Muito, muito legal. Faz sentido para vocês? Essa semana uma pessoa próxima a mim disse que em casa a mãe tava já esquecida, aliás, o pai tava esquecido do que havia sido dito momentos atrás. Aí perguntava de novo. A família ficou assustada dizendo: "Ih, será que tá ocorrendo já alguma demência?" E essa pessoa próxima a mim disse: "Eu não tô minimamente irritada, eu não tô minimamente impaciente, eu falo: "Pai, acabei de falar aqui pro senhor, senhor, se lembra? Eu disse isso, isso, isso e aquilo".
E ela já percebeu que o pai fica chateado, magoado, quando ouve que já falou. Então ela tá reprocessando a didática em vez de falar, acabei de falar com você porque irrita. Fala assim, você repete como se fosse a primeira vez. Isso é amor, cara. Isso é amor. Assim, você não vai estigmatizar, você não vai julgar, você não vai se irritar. A pessoa não faz aquilo porque ela quer. Olha só, tão pedindo novamente o nome do livro. O bom do Alzheimer, como a doença da minha mãe foi a nossa cura.
Então veja, eu me lembro, meu pai teve em 1972, eu tinha 6 anos, Daniel tinha quatro, derrame, um AVC, cogitaram de operar, rasparam a cabeça dele no hospital dos servidores, a gente foi visitar e a gente ficou meio chocado com a careca dele lá de pijama no hospital e ele não conseguia pronunciar uma palavra, ele ficou afásico. O derrame afetou a fala, a fala de um professor, gente. Não foi brincadeira, eu não vou contar essa história toda aqui agora. E eu me lembro que ele recuperou parte da fala, voltou a a trabalhar como professor, não tendo a ver oral de antes, mas ele se comunicava.
A dificuldade das pessoas era entender o seguinte, não era o pensamento dele que tava comprometido, era um instrumento da fala. Meu pai mantinha-se absolutamente lúcido. Mas a fala é como você tá num corpo saudável, numa armadura enferrujada em que os movimentos ficam comprometidos. Não é que teu corpo não tá conseguindo se movimentar, é que o instrumento que você tá usando ficou comprometido. Percebe? Esse é o ponto. Aí eu me lembro, eu contei essa história toda para chegar nesse nessa situação. Eu tinha uma namorada na época que foi jantar lá em casa, na época que as pessoas jantavam em torno da mesa.
E ao final do jantar a minha namorada me chamou no canto, falou assim: "Eu fiquei muito triste com você e com a sua família pela forma como vocês trataram seu pai". Eu levei um susto, falei: "A gente tratou mal, não entendi que houve. Olha o que ela falou. Eu percebi que vocês quando o seu pai tentava falar e ele falava mais lentamente, às vezes ele tinha dificuldade de completar uma palavra. Por exemplo, você pede assim: "Me passa o sal na mesa, me passa o Aí você já tá pegando sal o sal. O sal. Quem convive já sabe o que o outro vai dizer. não precisa completar a frase. Ela reparou a nossa impaciência e falou assim: "Eu achei que isso não foi bom para ele. Eu me coloquei no lugar dele.
Deixa ele completar a frase, deixa ele fazer o movimento dele. Não vai cerciar, não vai ficar, sabe, editando o teu pai". Eu nunca esqueci isso e comentei isso com a família. Olha, ela falou uma coisa que me pareceu razoável aqui da gente considerar, a gente respeitar o tempo que o papai leva para completar uma frase, para tentar descobrir a palavra, ele tem o tempo dele para completar a frase. Respeitar isso é respeitar ele. Então, gente, fica a dica. Cláudia Alves, o bom do Alzheimer, como a doença da minha mãe foi a nossa cura, eu achei isso uma bela sacada. Agora deixa eu dizer uma coisa para vocês. Preciso falar isso, tá?
Porque eu falei isso ontem na Globo News e anteontem com todas as letras, mas não tinha falado com vocês. Quando veio a sanção, não é tarifá, é sanção do Trump contra o Brasil. Várias pessoas que eu respeito muitíssimo nos Estados Unidos, no Brasil e pelo mundo reconheceram dois movimentos erráticos e gravíssimos do governo Trump em relação ao Brasil. Primeiro, anunciar um tarifaço maior de anunciado até hoje contra o país, nesse momento, de 50%, que está em vigor em relação à carne, café, frutas, calçados. Esse povo tá tá numa situação ruim em relação à inviabilidade do negócio. Só no Pará, a cadeia de produção do açaí, quase toda a produção de açaí do Pará vai pros Estados Unidos.
São aproximadamente 300.000 empregos ameaçados. Então, aonde eu quero chegar? Qual foi a alegação de Donald Trump para aplicar o tarifáço? Ele abre a justificativa detalhando a perseguição imposta a quem ele considera um aliado, que é o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Qual é o grave, qual é o precedente horroroso que se abre aí? Interferência na soberania de um país por motivação política, punindo a economia desse país. Tá errado. Ele pode criticar o quanto ele quiser, ele pode usar. Isso seria indelicado porque não deixa de ser uma declaração invasiva em relação aos assuntos de outro país.
Mas você usar o comércio bilateral numa relação de 2011 anos entre Estados Unidos e Brasil, pela primeira vez em 2011 anos de história, você justifica a aplicação de tarifas escorchantes de 50%, alegando motivação política grave, abre um precedente. do usar de forma absolutamente errática a lei Magnitsk, que traz o nome de um ucraniano e o formulador da lei tá horrorizado com uso da lei pelo Donald Trump dessa forma, contra um ministro de uma Suprema Corte de um país, provocando a morte financeira dele, Porque em última instância a situação de Alexandre de Moraes a partir da aplicação da lei, que até hoje só foi usada para que os Estados Unidos punissem ditadores sanguinários, empresários ou políticos envolvidos com sucessivos crimes contra direitos humanos. é o primeiro juiz de uma Suprema Corte que recebe essa punição por parte do governo americano.
E aí você vai dizer: "É, mas o Adan Morais erra fazendo isso, erra fazendo aquilo". Nós brasileiros no nosso país temos o direito de fazer esse tipo de crítica. Temos o direito de construir um debate vendo o Supremo erra, o Suprema certa, que que a gente faz para corrigir, para melhorar a qualidade do funcionamento da Suprema Corte? é do jogo. Agora, um outro país aplicar uma lei pela primeira vez dirigida e inspirada apenas contra quem literalmente é bárbaro, assassinos cruéis, regimes sanguinários, contra um ministro de uma Suprema Corte de um país. Então, aonde eu quero chegar? Eu sei que o noticiário já trouxe isso para vocês.
Aonde eu quero chegar, a gente não vai aqui usar uma palavra fora de contexto ou de sentido para designar essa situação. Trata-se do imperialismo dos Estados Unidos com todas as letras. E a nota do secretário de estado, braço direito de Trump, Marco Rúbio, deixa muito claro que o Brasil é a bola da vez, mas provavelmente não será a única. A minha ideia, eu penso e não tô sozinho nessa, que Trump tá testando o Brasil como um balão de ensaio, uma experiência de laboratório para ver no que vai dar invadir o espaço aéreo da nossa soberania, interferindo em decisões que caberiam apenas a nós brasileiros, segundo a nossa legislação.
O que disse o secretário de Estado americano que deveria soar de alerta para o mundo. Os Estados Unidos usarão todos os instrumentos diplomáticos, políticos, ilegais apropriados e eficazes para proteger a expressão dos americanos contratores estrangeiros malignos como Morais, que procurariam miná-la. Depois ele diz que isso sirva de aviso para aqueles que pisoteiam os direitos fundamentais de seus compatriotas. Gente, não é só contra o Brasil. O mundo precisa ficar de olho. O o Trump deve ter a autoimagem ou construir o avatar dele baseado no xerifão que tá cheio de arma pesada, dizendo assim: "Vai me obedecer ou não vai? Porque aqui quem manda sou eu. Eu tô aqui trazendo pro popular.
Ele está se valendo da condição de estar à frente de passagem pela única superpotência, que é aquela mais fortemente armada para praticar o imperialismo. Pesquise a palavra imperialismo. Quer dizer, veja como ela está associada a uma dinâmica que Trump reintroduziu em pleno século XX de ditar normas, de estabelecer regras segundo a sua conveniência, sem respeitar, atropelando os interesses ou as questões de outras nações, países ou pessoas. É muito sério. Isso é muito sério. É meu dever aqui manifestar uma opinião fundamentada. Ninguém é obrigado a concordar comigo. E eu não tô entrando no mérito se o Trump é conservador, não é, se é extremista ou não é. Eu tô falando os fatos.
O Brasil foi afrontado de uma maneira horrorosa e vários países do mundo já se manifestaram dizendo: "Se você quer negociar tarifa é do jogo, se você quer levar tarifa é do jogo." Pelas razões alegadas, não. E usar essa lei magnífisk. Magníf. contra um juiz da Suprema Corte Brasileira que teve as suas decisões respaldadas pelo colegiado. É bom dizer isso é muito sério. É muito sério. Bom, sigamos. Temos aqui a participação de vocês através da pergunta feita no stories. Mr. Anderson traz aqui a seleção de cinco questões que vocês enviaram a partir do da provocação que fiz. Que importância se deve dar à pátria? É a pergunta que eu fiz para vocês.
Aí eu vou ver lá as reflexões que vocês fizeram. Eu acho muito interessante porque as perguntas têm esse propósito. Eu sou filho de pai e mãe, professores de filosofia. Eu tô casado com uma mulher que é especialista. Ela tá estudando, cara. Ela tá estudando filosofia na universidade. A Cláudia é uma leitora assídua de filósofos. Filosofia é isso. É você quebrar o grilhão de ser auto. É não ser teleguiado. É não se medir pela régua dos outros. É não crer na fé dos outros. É não professar as predileções dos outros. É você descobrir quem você é. É você assumir quem você é. É você pensar com a própria cabeça. Mais do que tudo, pense, pense e chegue às suas conclusões.
Mas pense, as pessoas não estão pensando. As pessoas estão reagindo como se fossem bibelôs da inteligência artificial. Pi pi pi pi pi pi pi pi. Isso não nos convém inclusive do ponto de vista espiritual. O desenvolvimento espiritual passa por reflexões, vivências, práticas que sejam genuinamente suas e que você se arrisque, porque não não é só vou me movimentar na direção certa, não. Inclusive, filosoficamente, a verdade não existe. Cada um tem a sua interpretação ou leitura do que seja a verdade. Veja como isso é rico. O espiritismo, basicamente, segundo Kardec, é uma filosofia espiritualista promovendo o pensar. Bom, vamos lá. As perguntas. Que importância se deve dar a pátria?
Aí a Sara Bonfim de Salvador: "É possível ser patriota sem ser nacionalista?" Olha, vamos lá. O que que é ser patriota? É, é dar valor à pátria. O que que é pátria? uma possível interpretação desse termo, né? Aliás, deixa eu pegar o Vamos não vamos pro possível interpretação, vamos pro pai dos burros. Cadê a pátria aqui, gente? Que que significa pátria, professora? Eu tô perguntando aqui. Pátria. O que seria pátria? Pátria do latim patriota indica a terra natal ou adotiva, a qual a gente se sente ligado por vínculos afetivos, culturais, valores e história. pátria remete a uma sensação de pertencimento. Você lembra daquela música do Ivan Lins, né? Aqui é o meu país.
Tem uma música também que a Marina Silva eternizou. Você me abre seus braços e a gente faz um país. Então veja, é uma sensação de pertencimento. É o lugar onde falam a minha língua. É um lugar aonde temos uma história, uma cultura, tradições, o nosso folclore, a nossa música, o nosso jeito de ser, o nosso jeito de falar. Então, a pátria remete a uma sensação de pertencimento. A pátria tem valor? A pátria tem valor. Do ponto de vista espiritual, qual seria o sentido de termos amor à pátria? É uma forma de você exercitar. Isso é uma divagação que eu tô fazendo.
O apreço, respeito, amor a valores e princípios coletivos é você deixar de prestar apenas atenção no seu umbigo e ter generosamente a ideia de que existe algo maior do que você e os seus que merece atenção. Agora, do ponto de vista cristão, aí eu tô trazendo isso para uma perspectiva mística, transcendental, espiritual, sentido da pátria, né? A gente fala, por exemplo, o mundo, nosso planeta, ele também traz em certa medida uma sensação de pertencimento. Ah, eu sou brasileiro, mas o Brasil ele tá inserido em algo maior. E esse algo maior, ele também demanda atenção, demanda o exercício afetivo, amoroso, da fraternidade, da cooperação.
Quer dizer, o que acontece no mundo também me diz respeito, porque eu vou ter um espírito de corpo, um corporativismo humano que transcenderia as fronteiras de uma pátria. Veja, eu fui longe aqui, desculpa, até sair do enredo da nossa querida Sara. Ela diz: "É possível ser patriota sem ser nacionalista?" Eu acho que sim. Nacionalista, vou perguntar de novo pro pai dos burros para não dar aqui uma conotação que não é verdadeira. O que é ser nacionalista? Vamos ver se se bate com pátria.
O nacionalismo é uma ideologia e movimento político que enfatiza o conceito de nação e a lealdade a ela, muitas vezes promovendo a ideia de que o povo de uma nação compartilhe uma identidade cultural, histórica e linguística comum. pode envolver um forte senso de orgulho e identidade nacional, bem como a crença na importância da autodeterminação e do desenvolvimento da nação. Bom, o nacionalismo não é uma palavra que eu tenha simpatia, embora o conceito remeta à ideia de patriotismo.
Agora, os ismos podem trazer armadilhas nesse aspecto do exagero, da hipervalorização, seja da pátria, seja do nacionalismo, colocando, eu diria, uma visão um tanto distorcida de valores e princípios que poderiam ser universais. Eu estabeleceria, portanto, Sara, é uma opinião muito pessoal, não sou catedrático nesse assunto, portanto, não considere a minha resposta definitiva como uma referência. Ah, o André disse que é isso. Não, mas já que você perguntou, não vou fugir da A ideia de ser patriota me parece mais simpática do do que a ideia de ser um nacionalista.
Dependendo do contexto em que você coloca a palavra patriota e nacionalista, elas combinam muito bem as palavras, mas elas também podem, e aí o nacionalismo traz uma ênfase, no conceito isso, aparece aflorado, uma ênfase maior nacionalista. Mas nesse momento para o Brasil, diante das circunstâncias expostas por mim há pouco, é importante a gente ter a noção do que quais são os predicados, as virtudes, os valores embutidos na ideia de pátrio, de nacionalismo, defender a autodeterminação e a soberania do Brasil nesse momento em particular, não apenas agora, mas nesse momento em particular, eu acho absolutamente Absolutamente importante. Elô 51 Matias.
Como impedir que a polarização leve ao patriotismo tóxico? Não dá para impedir, isso já aconteceu. E os radicais existem no mundo inteiro. Os extremistas de diversas cores e tendências existem no mundo inteiro. Graças a Deus, pelo menos hoje no Brasil, eles não são maioria. Então, a gente vai ter uma maioria que se autointitula de centro. Aí tem um povo que se diz de direita, um povo que se diz de esquerda. E os extremistas de esquerda e os extremistas de direita constituem uma minoria estatística, o que é uma ótima notícia, porque esse povo é tóxico, é intragável, eles odeiam quem pensa diferente, eles estigmatizam quem pensa diferente, eles perseguem quem pensa diferente.
E eles, por vezes, ousam eh burlar a nossa inteligência declarando-se democratas. Eles se traem ao afirmarem-se democratas. Eles caem em contradição explícita quando se declaram democratas. O extremismo não se coaduna com democracia. O extremismo é uma palavra muito muito dura, muito feia. É uma palavra que traz riscos. riscos na cultura de paz, numa convivência sadia, na capacidade da gente escutar o outro, na capacidade de pensar a política como a arte do debate e da negociação possível, envolvendo quem pensa diferente. Nós somos todos diferentes uns dos outros. Não há solução que não passe por um acordo, um pacto, uma negociação.
A política é esse óleo lubrificante da engrenagem da convivência possível. Tá bom? Sueli de Fátima. André, você acha incorreto não pensar em pátria, mas sim no planeta como um todo? Eu acho que cada um haverá de ter a liberdade, é importante afirmar isso, de ter maior ou menor simpatia pela ideia da pátria, se precavendo dos excessos e o mesmo em relação ao planeta. Eu acho que a tendência à medida que a gente evolui é que a gente se desapegue, digamos, dos perímetros menores de afeto e de identidade para abranger com coração aberto os perímetros maiores da universalidade da espécie humana, né? Aliás, eu vou abrir aqui um parêntese.
Preciso fazer um renovar o convite a todos vocês que queiram eh prestigiar o evento que terá lugar amanhã aqui no Rio de Janeiro, no Sheraton, Gran Rio, Hotel Sheraton, das 2 da tarde às 7 da noite. Fraternidade é a maior fronteira do mundo. É isso que a gente tá falando aqui. Evento beneficente do Fraternidade Sem Fronteiras. Estaremos eu, Andrei Moreira, Rossandro Clingey, Wagner Moura, fundador do Fraternidade Sim Fronteira, André Aguiar, o Daniel Cad, Daniel Cad é o marido da Ivete, né, Sangalo e Iafa Britz, Jul Vanistad, eh, portanto, Amanhã, 2 de agosto, evento Fraternidade, a maior fronteira do mundo.
Palestra, música, diálogos, convidados especiais, todo o valor arrecadado será destinado à campanha Irmão, ajuda Irmão em apoio aos refugiados do campo de Zaleca, no Malawi. Eu fiz o prefácio de um livro de uma voluntária do Fraternidade sem Fronteiras, contando a saga dela. se desdobrando em várias viagens para a África, dando suporte a esse socorro humanitário, a pessoas que não têm casa, comida, roupa, sapato. A gente não sabe o que é a miséria no estado de abandono de refugiados na África. É uma coisa fora do padrão do que a gente no Brasil costuma chamar de miséria. Então, a gente precisa pensar, tem a ver com a pergunta que foi feita, tá?
Amanhã até o Sheraton, sábado, amanhã, 2 de agosto, 2 da tarde, às 7 da noite, Fraternidade sem fronteiras, evento para dar suporte a um projeto que foi descapitalizado pela decisão de Donald Trump cortar o programa de ajuda humanitária do USID, né, que tem um programa histórico dos Estados Unidos de dar suporte a países ou grupos que estão em situação muito difícil. O Trump também cortou a grana dos Estados Unidos para a Organização Mundial da Saúde. Então, que já era muito a quem e vários países contribuem, inclusive o Brasil, cada um com seu cada um. País rico do mundo deveria dar a maior parcela. O Trump virou as costas e agravou-se a situação de indigência dessas comunidades. tá dado o recado.
Quem puder apareça, vai ser bem bem bem bem bem legal. E dando sequência aqui as nossas perguntas, eh, quando a Sueli diz: "Você não acha incorreto não pensar em pátria, mas sim no planeta como um todo?" Não, não acho incorreto. Eu acho que a gente tem essa esse exercício espiritual da do amor pleno, da plenitude do amor. E a plenitude do amor não cabe numa pátria só, Ou seja, o que tá acontecendo na faixa de Gaza, bem como a situação dos reféns do Ramais, judeus, os civis mortos na Ucrânia com os bombardeios da Rússia e vice-versa, os litígios, os conflitos armados que têm lugar em países até onde não há guerras oficiais, como o Brasil.
Brasil é um país que oficialmente não tem guerra, mas no ano passado 44.000 brasileiros morreram assassinados. que é um número escalabroso que muitas guerras não têm e o Brasil tem a nossa guerra humana. Tudo isso tá tudo isso cabe no nosso coração, cabe. Tudo isso seria digno da nossa atenção? Deveria ser, né? Tô me lembro do lembrando do uso da pátria, na expressão muito cara aos espíritas, retorno à pátria espiritual. A pátria espiritual. Ana, Ana Macedo, de Natal, Rio Grande do Norte, a mesma importância que damos ao nosso lar, devemos dar à nossa pátria.
Não sei, é uma coisa de cada um, gente, assim, eh, eu acho que há momentos que você vai prestar atenção no que tá acontecendo à sua pátria. Agora, na tua casa é todo dia, né? Vamos combinar, a nossa casa é uma célula de um corpo maior da sociedade que vive no Brasil ou no mundo. Eu gosto de pensar assim, nós somos o microcosmo da comunidade planetária. A sua casa, a sua família vai demandar atenção contínua, imediata em relação a seio, limpeza, pagamento das contas em dia para você ter luz, ter água, ter gás. eh, comida, eh, viabilizar as melhores condições de vida de cada membro da família. Aí você desdobra para fora da sua casa o que você deseja para os seus familiares.
Você deseja para quem mais? Ah, eu desejo que todos os brasileiros também tenham direito ao que eu tenho. OK, tá pensando na pátria. Mas só os brasileiros. Fraternidade Sem Fronteiras, que eu citei há pouco, que tá fazendo esse evento beneficente amanhã no Sheraton, Gran Rio, de 2 às 7 da noite. Tá destinando os recursos adquiridos a um projeto que o Fraternidade Sem Fronteiras tem já há alguns anos de socorro aos refugiados de guerra no Malawi. Muita gente nunca ouviu falar no Malaui. Existe o Malaui. E é o lugar que pelo fraternidade sem fronteiras nos comoove pelo nível de indigência.
Aí você vai dizer: "Isso também faz parte das minhas atenções?" A pergunta é: por que não Jesus que era judeu e seguia as tradições judaicas, né? quando nos ensinou a única prece que deixou como legado chamada Pai Nosso. Esse nosso era quem? Era o pai dos judeus? Não era os pais de quem vive naquela área do mundo, Oriente Médio? Não. Quem é o nosso? Pai nosso. Pai nosso. Nosso de quem? Nosso de todos nós. Todos. Jesus fez distinção, para quem se diz cristão, gente, fez distinção de quem merece amor. Você se lembra lá no sermão da montanha, ele dizendo assim: "Bem-aventurados os que destinam seu amor, endereçam seu amor a quem seja bom". Não, só quem é bonzinho merece amor.
Não, ser cristão é lenha, cara. Porque o cristianismo é revolucionário nos seus princípios e nas suas diretrizes. O cristianismo traz indicações que a maioria dos cristãos até hoje não seguem. penso eu. É fácil dizer: "Eu sou cristão, sou espírita, sou católico, sou protestante." Vai lá no evangelho de seca as principais lições deixadas pelo mestre e com a consciência muito aflorada e clara. Diga para você mesmo, pergunte na verdade para você mesmo, eu sou de fato alguém que segue a risca tudo o que está lá nos Evangelhos? Essa é uma pergunta direta, simples, sem rodeios. Depois você me diz, Teodoro Uberraz, como todo amor, a paixão pode desvirtuar. No caso do país, transforma em fanatismo.
Essa é uma comparação interessante, porque o amor não é a paixão, né? Como você bem disse, existe ali um, digamos, uma uma energia amorosa que ficou doente, né? Ela ela ela perdeu ela perdeu aquilo que em relação ao amor é mais importante, que é uma sensação muito boa. Portanto, o amor não causa angústia ou ansiedade, a paixão causa. O amor não gera possessividade, a paixão gera possessividade. É meu, minha paixão. Eu quero isso para mim. Eu quero isso o tempo todo. Isso remete ao risco de um desequilíbrio, né? Então, quando você fala, no caso do país transforma em fanatismo, sim, o amor à pátria, como dissemos, pode inspirar ações extremistas e inspira, inspira o tudo pela pátria.
Que que é isso? Vamos destrinchar a ideia embutida no tudo pela pátria, né? Que que é tudo? É perseguir quem não pensa como eu. É oprimir quem tem outra visão de como a pátria deve resolver seus interesses ou definir suas prioridades? Isso é muito complicado. Então, cuidado na hora da gente elaborar as ideias sobre o que seria o amor à pátria, o amor ao país e não produzir essa anomalia, né, assim, de você deturpar o sentido mais nobre, mais profundo e mais digno do que seria o amor à pátria, o amor ao seu país. Enfim, é uma sugestão de reflexão. Vá bene, meus amigos. Só pra gente então deixar aqui a ideia de que vivemos um momento excepcional.
Eu não tô falando excepcional, de maravilhoso, eu tô falando de excepcionalidade a partir da ideia de uma pessoa que eu entendo que tem uma biografia muito controversa e polêmica do ponto de vista ético e moral, que é o presidente dos Estados Unidos, que se elegeu legitimamente naquele país, mas que tem sido reiteradas vezes advertido e recriminado pelos seus pares, inclusive alguns republicanos, empresários republicanos que financiaram a campanha dele e que estão agora muito constrangidos porque pariram um monstro. O exemplo concreto, eu não tô, eu vou reportar fatos.
Quando você tem um gênero de negócio, caso real, quem tá ligado ao agro nos Estados Unidos, existe um serviço que não é só mecanizado, existem pessoas que precisam estar em algumas etapas do processo operando o dia a dia do agro por lá. Votaram em Trump. Trump iniciou uma perseguição sem precedentes contra imigrantes, inclusive aqueles que não são criminosos ou estão em situação legal nos Estados Unidos, embora ainda não definitivamente autorizados a permanecer no país. Podem permanecer no país, mas estão no meio de um processo legal de legitimação da permanência.
Esses imigrantes não estão indo mais trabalhar porque Trump inaugurou uma era que remete ao nazismo de você nazismo, eu tô falando isso, que é o o I aice, as iniciais lá de um grupo paramilitar espalhado pelos Estados Unidos, que o orçamento do Trump vai multiplicar a presença dessas patrulhas mascaradas, fortemente armadas. que andam em vans, normalmente para capturar na rua quem seja um imigrante, que lá virou sinônimo de criminoso, indesejado. Essa pessoa com a roupa que ela tá na rua, deixou o filho em casa, a casa da da pessoa que foi na rua pegar uma carta lá, que lá eles têm aquela caixinha do correio, né, do mail, foi pegar a carta, o Ice pegou e levou pra prisão. pessoa deixou a panela no fogo e o filho pequeno no berço.
Eu não tô exagerando, isso tá acontecendo hoje. Então, esses apoiadores de Trump por lá que são empresários estão vendo o impacto causado numa mão de obra trabalhadora que sustenta os negócios. Faz essa pesquisa e vê nos Estados Unidos quem trabalha. na limpeza pública. Quem é taxista ou anda de Uber ou aplicativo de transporte nos Estados Unidos, anda, não é uberista, né? Ou é taxista.
Quem faz entrega de pizza, quem trabalha na cozinha, quem trabalha em serviços gerais, quem trabalha na indústria da confecção, quem trabalha no campo, no setor agropecuário, quem trabalha nas marcenarias, quem trabalha nas siderúrgicas, quem são os trabalhadores que estão na base da cadeia produtiva dos Estados Unidos? Faça essa pesquisa, veja o pânico criado por esse camarada. todo o senso de humanidade, todos os valores e princípios sobre os quais em pleno terceiro milênio, século XX, no ano da graça de 2025, estão sendo dilapidados pela postura de alguém instável emocionalmente, impulsivo, ególatra de uma forma, eu diria, ególatra já é uma palavra bem forte.
Ele é um ególatra no último grau de definir. Ele publica vídeos na página dele na internet, vocês viram inteligência artificial colocando ele conversando com Obama. De repente chega uma patrulha dessa Ice aí, coloca o Obama de joelho na frente dele, algema o Barack Obama e coloca o Obama na cadeia. Ele coloca isso na página dele. A gente precisa saber quem tá dando as cartas hoje no mundo e de que maneira tá dando as cartas. Se o Brasil é alvo preferencial de um governante com esse perfil que tá à frente da maior superpotência do planeta, é bom você tá ligado como eu tô. Prepara o sacolejo tá vindo, veio forte. Agora é hora dos brasileiros se unirem.
A gente tá falando hoje de pátria, a gente tá falando de sentido da pátria. A gente tá falando o que é nacionalismo. pelo amor de Deus, se esse não é um momento pra gente ter essa noção do que significa valorizar a própria soberania e a autodeterminação que a nossa Constituição orienta como princípio. Se isso não tá claro ainda o suficiente, é porque a gente não merece ser chamado de brasileiro e é indigno de proferir a palavra pátria. Sabe, eu preciso ser bem entendido. Tentei aqui dar a contextualização daquilo que me parece importante. Meus amigos, domingo tem mais.
Lembrando mais uma vez, você que tá pelo Rio de Janeiro, ainda que não more por aqui, se liga na missão amanhã das 2 às 7 da noite no Hotel Sheraton Grand Rio. Vai lá na página do Fraternidade Sem Fronteiras no Instagram. A fraternidade, a maior fronteira do Um monte de gente vai estar por lá. Eu também. A minha palestra vai ser esperança ativa, fraternidade e o futuro que podemos semear agora. Eita, não vou antecipar aqui, não vou dar spoiler. Que que eu vou falar?
Toda a renda do evento destinada à campanha Irmão, ajuda Irmão, em apoio aos refugiados do campo de Zaleca, no Malaui, onde há vários anos Wagner Moura e sua equipe que são missionários, que vieram ao mundo ensinar o amor genuíno a quem mais precisa. é um dos aproximadamente 10 projetos do Fraternidade Sem Fronteiras e aquele que nesse momento precisa de mais ajuda. Por isso estamos aqui e por isso estarei lá amanhã. Beijos, abraços, fiquem com Deus. Aí teremos livros lá também, livrinhos. É só chegar. Beijos. Papo das 9 fica arquivado aqui no YouTube. O short tá bombando. O povo tá descobrindo o short, mandando para outras pessoas.
É legal essas mensagenzinhas quando fazem sentido para vocês. Até domingo, povo do YouTube.


