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por esse Brasil imenso, por esse mundo que o papo das nove chega em tudo que é canto por aí. Bom dia a todas vocês. Parabéns por essa data. Não importa se ela tem uma conotação fortemente comercial, existe um componente simbólico, muito bonito, generoso, pelo menos um dia do ano a gente parar para pensar na importância das nossas mães, na vida da gente. Papo das ve de hoje claramente está consagrado a uma reflexão que a gente vai fazer juntos aqui sobre o exercício da maternidade, do ponto de vista espírita, se a maternidade é uma missão e que gêneros de mães a gente vai lembrar aí logo na largada da nossa conversa, que merecem uma atenção e uma gratidão particularmente ente especial.
Me desculpa se você como mãe não está nessa lista. Todas as mães são dignas do nosso profundo reconhecimento e gratidão. Mas eu gostaria na largada aqui da nossa conversa de lembrar particularmente de algumas delas. em primeiro lugar, das mães enlutadas pela perda dos filhos, porque é uma dor que não cicatriza no dia das mães. Muitas mães que passaram por essa experiência e que é traumática, porque sempre se imagina que os pais partam primeiro que os filhos desse mundo. E quando não se dá assim, essa experiência ela é intragável, difícil de assimilar.
É uma dor que não cicatriza com facilidade e o dia das mães rememora e reaviva a lembrança daquele ente tão fundamental e querido, daquela parte da própria mãe que deixou esse mundo. Então aqui a nossa deferência, o nosso carinho, a nossa energia mais luminosa endereçada às mães enlutadas, lembrando que a morte não existe, que o seu filho ou a sua filha encontra-se apenas numa outra dimensão, fez uma viagem, está em outro país, está na pátria espiritual. E os laços de amor são imperecíveis, são inquebrantáveis. Esse amor haverá no momento oportuno de os reaproximar. Esse encontro tá marcado no calendário de Deus e haverá, portanto, um momento propício para isso.
Não precipite esse retorno à pátria espiritual no afã de rever o o filho ou a filha tão querido, porque não vai dar certo. É importante a gente ser bem objetivo aqui dentro da visão espírita, no livro O Céu e O Inferno, há uma mensagem de uma mãe que, de fato, desesperada de saudade, achou que a melhor forma de reaver o contato com o filho querido que partiu seria subtraindo a própria existência física e alcançando na espiritualidade o objetivo desse reencontro. Isso não funcionou. Ela foi instruída no plano espiritual porque ela cometeu suicídio. E depois de um período, quando a gente sofre muito, o relógio demora a passar. relativamente longo de perturbação, ela teve a graça de receber a instrução.
O seu filho está ótimo. Ele aguarda o momento propício para vê-la, que não será rápido, porque dado que a senhora esgarçou o equipamento orgânico e isso deixa sequelas no perespírito, haverá um momento que agora é necessário de refazimento, restabelecimento seu, até que seja possível reencontrar o seu filho. Então veja, eh, as mães elutadas com o coração sangrando. Esse momento do reencontro acontecerá quando Deus assim o permitir. Toque sua vida daqui como seu filho tá tocando do lado de lá, né? Tem uma frase bonita do Chico que é: "Saudade é uma dor que castiga nos dois lados da existência, né? Então, a gente precisa saber, aprender a lidar com isso da melhor maneira possível.
Da melhor maneira possível. O importante, a informação relevante é: a morte não existe. O filho querido, a filha querida que partiu, está em fez uma viagem, está em outra dimensão e a vida continua. Há outros interesses, outras demandas, mas esse link, esse laço de amor, ele permanece. Os filhos da gente, portanto, sentem a distância, a distância física, mas o pensamento ele percorre os espaços mais rápido do que a velocidade da luz. A gente faz essa ressonância de sentimento na direção daqueles que partiram e são tão especiais pra gente. Toca a sua vida e celebre a graça de ter durante um tempo podido ter essa experiência com alguém que te preencheu tão vivamente o coração.
Feita a homenagem às mães enlutadas no dia de hoje, eu também quero fazer uma homenagem às mães que foram abandonadas pelos companheiros, os progenitores, né, quem inseminou, mas não cuidou. Eh, existe uma estatística que eu acessei hoje de manhã horrorosa, mostrando que no ano passado, em média por dia no Brasil, 460 filhos por dia no Brasil vieram ao mundo sem pai. Claro que tem um pai, mas esse pai não deu as caras. Esse pai não aparece na certidão de nascimento, o que é deplorável, o que é lamentável.
Mas essas mães e e e é condenável, do meu ponto de vista, é algo assim moralmente indefensável, principalmente quando a mãe, não apenas, mas principalmente quando a mãe tem que lidar com um filho que demanda cuidados especiais. Aí você precisa de mais ajuda, precisa de mais companheirismo, mais presença, mais recursos, revezamento para cuidar. e não tem o companheiro. Então essas mães viram pães. Eu acho essa expressão muito curiosa, né? Porque é mãe e pai ao mesmo tempo. São muitas no Brasil. E no dia das mães, obviamente, do meu ponto de vista, elas merecem, eu diria, essa consideração muito especial.
Se já é difícil a vida de um casal para criar filho ou filhos, já é algo muito demandante de recursos materiais, tempo, energia, fluido vital. Imagina a mãe segurar essa peteca sozinha. Não é brincadeira. Eu tenho vários amigos que cresceram em lares de mães. A gente às vezes diz mãe solteira, não é? mãe que foi abandonada pelo companheiro ou pela companheira. Eu também queria, fiz a minha listinha aqui, eh, saudar as mães de filhos especiais, filhos que são portadores de algum tipo de deficiência que vai, como já disse, demandar atenção muito especial, muito deurna. Eh, são os múltiplos cuidados adicionais que esse filho ou essa filha vai requerer.
Eu acho muito bonita a ideia, que não é minha, mas é o que a gente ouve quando ah, circula por por meios aonde as mães de filhos especiais circulam, né, transitam, que é as mães de filhos especiais são igualmente especiais porque elas, não raro, largam tudo. largam o trabalho, fal: "Não vou conseguir trabalhar deixando meu filho ou minha filha com alguém que não vai dar o que eu vou oferecer de coração aberto." Na maioria, na maioria dos casos, essas mães não têm sequer recursos para deixar esse filho com uma cuidadora, com um cuidador, né? Então ela é vira um projeto de vida.
Profissão mãe, a minha vida de manhã, de tarde e de noite é cuidar do meu filho, porque ele precisa de ajuda 24 horas por dia. São mães de filhos especiais. No dia de hoje a gente precisa se lembrar delas, endereçar a elas. Um beijo muito carinhoso, porque esse é um é uma tarefa que elas abraçam e demonstram ter. Elas descobrem, boa parte dos casos, uma fibra que elas não supunham ter. uma gana, uma energia extra, sabe? Uma capacidade de suporte que até ter um filho especial, elas não imaginavam possuir e possuem. Isso vira exemplo.
Todas essas mães que eu tô citando são reparadas, são observadas pelas comunidades em que elas estão inseridas e são citadas assim como referências, são exemplos. Bom, também queria aqui, é muito especial essa situação, muito singular, as mães adotivas, né? As mães que adotam filhos adotivos. Porque você cuidar do filho biológico do outro, você escolher uma criança que não veio de uma relação carnal, vamos colocar em termos bem objetivos. E sem saber a historinha daquela, como é que ela foi parar no orfanato, porque ela tá na lista de espera de pais adotivos, não.
Por vezes não se sabe direito o que aconteceu e essa criança ela já traz o estigma da rejeição, porque embora sejam muito pequenininhas, por vezes, às vezes tem crianças maiores que são adotadas, mas ainda na fase muito miúda, a energia da rejeição, inclusive eu já cessei trabalhos acadêmicos produzidos por psicólogos que reportam isso. O psiquismo daquela criaturinha registra a rejeição dos pais biológicos.
Então, é algo que vai demandar do pai adotivo, dos pais adotivos, da mãe adotiva ou que adota, esse desvelo de compensar essa lacuna, se desdobrando na direção da atenção, do cuidado, do afeto, do desvelo, do carinho, não dormindo às madrugadas para cuidar do filho que tá com febre, se desdobrando, sofrendo, porque quando cresce demora para chegar em casa. Como é que foi, como é que não foi, onde é que você tava? E é um filho do coração, não é um filho biológico, é um filho do coração. Meu coração te escolheu, eu escolhi você. Eu poderia ter ficado lá na minha coisa e tal, não, escolhi você. Isso é muito bonito. As mães adotivas, parabéns por vocês existirem também.
Queria lembrar aqui as mães que sofrem com a ingratidão dos filhos. Porque é muito triste quando a mãe se desvela, se sacrifica, renuncia à própria vida em vários aspectos para cuidar de uma criança da melhor maneira possível, doando o que ela tem de mais precioso, que é ela própria, a sua energia amorosa canalizada na direção daquela criaturinha e o seu tempo, o tempo de vida, né? E aí no processo de envelhecimento, né, a vida vai passando e esse que veio a ser alguém, tem uma identidade, tem uma personalidade, tem um lugar no mundo, está entre nós, graças a mãe que lhe permitiu vir nessa encarnação. O filho ou a filha que esquece que tem mãe ou só se lembra que tem mãe no dia das mães.
Vamos almoçar fora, mãe, que é o programa clássico de Dia das Mães. Nada contra almoçar fora no dia das mães. Do ponto de vista assim do estresse, é o pior dia do ano para almoçar fora, né? Porque todo mundo tem a mesma ideia. Vamos fazer o que no dia das mães? Ainda tem filho que diz assim: "Vamos dar uma trégua pra mamãe não cozinhar mais pra gente uma vez por ano". lembro. Ou então dá de presente pro Dia das Mães, Panela, com todo respeito, pode ser até um bom presente, tá? Pode ser até um bom presente, mas às vezes tá aí.
É um presente que a pessoa que tá dando se beneficia, dizer: "Mãe, você que cozinha para mim todo dia, toma uma panela nova para você fazer o seu trabalho da melhor maneira possível". É engraçado. É engraçado. E às vezes tem filho que dá esse presente que na verdade o beneficia, né? O beneficia e e com aquela aura assim de mãe, você tá sempre no meu coração. Toma aí uma panela para você cozinhar melhor para mim. Eh, eu tô fazendo uma piadinha para te contrair, mas eu queria eh lembrar que é muito dolorosa a ingratidão. A ingratidão é imoral. A ingratidão ela constitui uma dívida perante as leis de Deus.
Filhos ingratos precisam aprender a reconhecer essa dor que causam as porque eles não têm o direito, perdoem, é uma opinião, você pode não concordar, eles não têm o direito de fazer isso. Não tem o direito. Então, o que se espera de um filho ou de uma filha? reconheçam o valor da mãe a vida inteira. Claro, as mães, a a minha lista de homenagens termina aqui. Me desculpe se você ficou de fora, mas eu já disse na largada. Eu vou fazer aqui, aliás, tem mais um gêno que eu vou falar daqui a pouco. A gente precisa dar sempre um desconto para as mães, porque quem vem ao mundo e é mãe, não vem a experiência da maternidade acompanhada de manual de instrução, sabe? De um guia.
Mãe aprende a ser mãe a cada dia, a cada circunstância. E é sempre muito difícil a tomada de decisão. O que que eu faço agora? Como é que eu reajo a essa situação? Que escolha eu devo fazer em favor do meu filho ou da minha filha? É muito difícil. Mãe erra, mãe erra. Pai erra, pai erra. Filho erra, filho erra. Somos humanos. Então, não cobrar da mãe essa, eu diria não confundir a imagem da mãe como se fosse de uma figura mítica, né? E mãe, não, você não podia fazer isso comigo. Como assim? Adoro a música do Renato Russo no Legião que vez por ano cantarola, vez por outra o cantarolo aqui que é você culpa seus pais por tudo. Isso é absurdo. São crianças como você.
O que você vai ser quando você crescer? Há há uma categoria de mães que eu queria lembrar hoje e há quase uma hora atrás por aí o Papa Leão 14 fazendo seu primeiro discurso após a saudação eh enquanto papa eleito na Praça de São Pedro. foi a primeira vez que ele se pronunciou nesse domingo na condição de papa, não sendo uma manifestação de agradecimento por ter sido escolhido sumo pontífice, ele fala dos lugares do mundo onde não há paz. E eu queria hoje, dia das mães, lembrar das mães que estão na faixa de Gaza, vendo seus filhos definharem sem alimento, sem remédio, sem nenhuma assistência, com ataques militares permanecendo naquele território devastado, destruído.
Gasa virou um grande depósito de entulho de casas arruinadas e de seres humanos arruinados. As mães de Gaza, as mães do Sudão do Sul, que é um lugar esquecido pela humanidade, aonde a fome e graça em escala dos milhões de pessoas. milhões de pessoas com fome, mas é a fome crônica, aquela fome que eu não tô comendo há três semanas, eu vou morrer. Informem-se sobre o que tá acontecendo em Sudão do Sul. Mães que vem seus filhos definhando em Sudão do Sul, as mães situadas em áreas de guerra, Ucrânia, Rússia e outros. A a Ucrânia invadida pela Rússia. A gente fala guerra Rússia, Ucrânia, esquece. A Rússia invadiu um país soberano e nasce aí o conflito.
Mas não é uma guerra como você vai dizer, não, são duas questões que estão sendo resolvidas no tapa. Não, não, não, não. E temos no Brasil, aqui no meu Rio de Janeiro, mas isso vale pro mundo. Não, não há guerra no sentido clássico do termo, mas há regiões extremamente violentas dominadas por bandidos, milicianos, traficantes, que impõe, né, o pagamento de taxas de segurança, taxa do do gás de cozinha, internet, é uma violência. ou acediam os filhos para embarcarem na quadrilha, né? Aqui você vai ganhar dinheiro, você vai usar o tênis da moda, vai usar relógio cebolão, como eles falavam na minha época, assim era moda um relógio grandão no pulso.
Você vai ter roupa de grife, você vai ser rico, você vai ser bandido, né? Você vai ser bandido, vai morrer cedo. Mas a essas mães sofrem, né? Essa semana, gente, teve uma na verdade no meu plantão de sábado da semana passada, eu tava apresentando o telejornal aqui no Rio, dois jovens que assaltavam ônibus na Avenida Brasil ou na linha amarela. Eh, o motorista pulou do ônibus, chamou a polícia, a polícia prendeu os dois. Aí tem a cena da mãe na delegacia chorando copiosamente, dizendo: "Jamais imaginaria que você pudesse fazer isso. Como é que eu fui criar alguém que vira bandido? Por que que você fez isso comigo? Que decepção.
E por vezes existem mães que só descobrem que o filho virou um criminoso quando encontra o cadáver do seu querido filho. É muito doloroso, é muito triste. Portanto, essas mães que estão situadas em áreas dominadas por criminosos, elas sofrem demais pela segurança dos filhos, pelo destino dos filhos, pela integridade física e emocional dos filhos. Então, feitas essas homenagens, vamos aqui compreender qual é a visão espírita da maternidade, tá? primeiro entender o o que que é missão, porque a gente precisa ter essa clareza quando a gente fala assim, que que é missão? E aí tem uma passagem do livro dos espíritos que eu vou compartilhar com vocês. Será que eu marquei aqui? É 569.
A questão 569 traz o que que seria missão, porque é uma palavra gasta, né, que a gente usa o tempo todo. Ah, esse aí é missionário. Esse aí, isso é missão, isso não é que é missão. Então, vamos lá. Eh, foi o único que eu não marquei aqui, ó, 569. Em que consistem as missões de que podem ser encarregados os espíritos errantes? São tão variadas que impossível for a descrevê-las, muitas a mesmo que não podeis compreender. Os espíritos executam as vontades de Deus e não vos é dado penetrar-lhe todos os desígnios. Aí vem a o comentário de Kardec. As missões dos espíritos têm sempre por objeto o bem.
Quer como espíritos, quer como homens ou mulheres, são incumbidos de auxiliar o progresso da humanidade, dos povos ou dos indivíduos dentro de um círculo de ideias mais ou menos amplas, mais ou menos especiais e de velar pela execução de determinadas coisas. Alguns desempenham missões mais restritas e, de certo modo, pessoais ou inteiramente locais, como sejam assistir aos enfermos, os agonizantes, os aflitos, velar por aqueles de quem se constituíram guias e protetores, dirigi-los. É uma lista enorme.
Aí você vai perguntar: "André, mãe, ser mãe é uma missão?" Eu vou dar aqui a minha opinião baseada exatamente numa visão que não é só espírita, mas tá muito profundamente vinculada ao espiritismo. Claramente ser mãe é uma missão e uma missão nobre, necessária, importantíssima paraa evolução da humanidade. Qual é a visão espírita da maternidade? A partir do momento da fecundação, o espermatozoide fecunda o óvulo, dá-se o elo de um espírito reencarnante com a mãe que está desde este momento. E isso é muito interessante. E isso é algo complexo, isso é algo sofisticado. as engrenagens da natureza que determinam desde o momento fecundação, o elo entre aquele que através daquele corpúsculo haverá de reencarnar e a mãe que acolhe o espírito reencarnante ao longo da gravidez, à medida que esse corpúsculo microscópico começa a ganhar forma, densidade, peso ocupa espaço no ventre da mãe.
Essa [Música] jornada da gestação vai lenta e progressivamente determinando um torpor, uma sonolência profunda, uma perda da capacidade do espírito desencarnado, desempenhar enquanto espírito desencarnado suas funções. ele começa a ficar cada vez mais vinculado ao corpo e a energia da sua progenitora, da sua mãe. E aí dá-se na visão espírita algo fenomenal, incrível, que é o intercâmbio intermitente de espíritos. Não é uma questão só física ou mecânica, é uma questão psíquica, emocional e espiritual. Esse vínculo é profundo. Portanto, eles estão mãe e filho ou filha, quando eu falar filho é filho, ser humano, vinculados intercambiando pensamentos e sentimentos.
Portanto, a missão da maternidade começa na gestação pelo nível de influência psíquica, emocional, espiritual e física, considerando os cuidados que a mulher nesse período deve ter para a segurança dela própria e do filho que carrega no ventre. Então, é cuidados alimentares, eh evitar excessos de qualquer natureza, não carregar peso, não forçar muito o corpo, ter uma orientação eh médica, né, para saber o que dá, como é que você vai administrando um corpo que é o da mãe em transformação e que traz implicações assim sobre qualidade do sono, sobre uma questão que incomoda muito as mulheres. de medo da rejeição, porque o corpo pode ser entendido pelo companheiro como um corpo que não tá mais naquela forma que o marido gostava.
E o marido pode dizer: "E e homem é muito inábil, né? É muito distraído. Eu tô sendo generoso com a minha categoria aqui quando faz piadinha. Olha lá, ela tá buchuda, olha aí a a barrigona, sabe? Isso soa ofensivo paraa mulher, que ela tá lidando com um corpo que temporariamente encontra-se numa outra resolução para colher esse espírito. Eh, olha, a ideia da maternidade, ela é tão eh apaixonante esse estudo, porque até os sonhos, as expectativas, esse diálogo psíquico, né? por vezes telepático, é uma coisa, é uma comunicação profunda e repito, isso se dá com consequências importantes para o que vier depois. terapia de vidas passadas ou regressão de memória.
Muitos que fazem reportam a lembrança do que houve no ventre da mãe. Porque não é o corpúsculo que tá lá no útero pequenininho ainda se desenvolvendo. É o espírito vinculado ao corpúsculo. Ele tem memória. Nós temos uma caixa preta como dos aviões, né? Tá tudo sendo registrado ali. Quando você faz a regressão, haverá eventualmente a necessidade de rememorar algo que houve durante a gravidez, por exemplo, uma briga feia do pai com a mãe. E isso fica registrado no psiquismo do espírito reencarnante que tá ali vinculado àquela progenitora. Ou o pai que abraça a barriga, conversa com o filho, toca no violão uma música. Fiz uma música para você, ouve aí.
E aí fica a mulher com a barriga assim pra frente e o pai cantando a música pro filho ou pra filha que tá ali. Isso chega no menino ou na menina que tão sendo formados ali. O espírito tá ali, ele absorve essa irradiação amorosa e isso fica incrustado na memória espiritual. É fantástico isso. Fantástico. do ponto de vista espírita ainda, é mais importante, uma das questões mais importantes, talvez a mais importante, alusiva reencarnação, é que se dá o apagamento da memória do espírito reencarnante e a mãe mais do que o pai, por pelo vínculo estreito que foi criado durante a gestação, tem o poder de modelar. Sabe aquela coisa de massinha? Você brincava quando era pequeno?
Ou você faz até hoje eh modelagem, né? Você pega uma massa e vai modelar alguma coisa. os pais, não apenas a mãe, mas a mãe de uma forma, pelas razões que eu expus, mais intensa. Remodelar inclinações, imperfeições, questões que vieram no pacote reencarnatório. É muito importante, é algo fabuloso o poder dos pais, mães à frente, já na gestação, de promover repaginação. Claro, isso não tem poder absoluto, mas é uma influência determinante do que haverá de acontecer na encarnação que está se iniciando. Eu vou pegar aqui outra questão do livro dos espíritos, 821, que vai abordar esse tema de uma forma bem interessante.
A pergunta é: as funções a que a mulher é destinada pela natureza terão importância tão grande quanto as deferidas ao homem? Caddec pergunta: "As funções que a mulher recebe pela natureza são iguais à que recebe o homem?" Aí a resposta da espiritualidade é: sim, maior até. É ela quem lhe dá as primeiras noções de vida. Esse é o ponto. Na cosmovisão espírita, evolução é uma palavra chave. A evolução é um processo contínuo e a cada encarnação, esse vínculo estabelecido entre espírito reencarnante e mãe progenitora, é o início da jornada evolutiva em seu novo capítulo.
Mais uma encarnação, mais oportunidade para evoluir, circunstâncias que eu vou vivenciar e através do livre arbítrio realizarei escolhas que me favorecem ou me prejudicam. O livre arbítrio é a evolução em curso. As escolhas que eu faço determinam o meu destino. Agora, como é que eu escolho, como é que eu realizo esse processo de escolher alguma coisa? A educação é a chave do destino. A educação é essa formação que significa compartilhar informações relevantes. A pedagogia da atitude do exemplo. Eu aprendi com meus pais. Aprender o quê? Não é o que eles falavam, é o que eles fizeram. Isso tem uma relevância incrível. Essa é a remodelação, esse é o trabalho de modelagem.
Então, as mães já no ventre, na gestação, esse intercâmbio intermitente de energias, que é uma palavra muito conveniente, porque se aplica várias coisas que a gente não vai ter a palavra específica, mas essa simbiose ela já é educativa, mal comparando, é como o exercício da mediunidade, um médium de incorporação, né? O médium que dá passagem para um espírito comunicante. Esse espírito comunicante, o médium devidamente instruído, treinado, preparado, estudioso do tema da mediunidade, ele funciona como um filtro.
Eu já testemunhei em reuniões, por exemplo, de desobsessão a dirigente dos trabalhos, por acaso o trabalho, uma das experiências que eu testemunhei, a senhora que estava presidindo o trabalho na sessão de desobsessão, ela tinha vidência e ela percebia quais os espíritos tinham, estavam tentando contato através dos médiuns que estavam na mesa. Era até curioso porque ela dizia assim: "Fulano, se concentra, tem uma irmãzinha aí pronta para se manifestar através de você, mas você não tá colaborando o suficiente. os médiuns mais, eu diria, empenhados através do estúdio de uma vivência que que entende a mediunidade como uma doação de si próprio, sem nenhuma remuneração, para ajudar as pessoas no plano espiritual e no plano dos encarnados.
Quando o espírito acopla, ele também ali há muito brevemente um intercâmbio de energias. E se o espírito tá numa vibe muito esquisita, o médium, o médium tem a função de fazer essa contenção. Isso demanda energia, mas os dirigentes espirituais dos da instituição onde ocorre o trabalho no caso de desobsessão, promovem após essa acoplagem, quando o espírito que tá em situação de desequilíbrio desacopla, o médium se ressente de uma perda de energia, ele é assistido ali naquele momento. É imediato, é impressionante. Mas enfim, isso para dizer que o espírito reencarnante, ele tem a sua vibração misturada, acoplada com a da mãe. Esse é o ponto que a gente tá falando aqui. Então, vamos lá.
Questão 188 de O Consolador, livro ditado por Emanuel Aico Xavier. Perguntas e respostas. O que diz aqui? Emanuel, vamos lá, Emanuel. A mãe terrestre deve compreender, antes de tudo, que seus filhos, primeiramente são filhos de Deus. Emanuel é muito assertivo, é um espírito, a gente conhece as encarnações de Emmanuel no papel masculino, né? muito eh muito determinado. Emanuel não tem, é a minha opinião, não sou estudioso do psiquismo e do estilo Emanuel. O que o Emanuel sugere para mim e Chico não escondia isso. Dizia que Emanuel era duro na queda. Era assim, ó. Ah, disciplina. Vamos fazer. Por que que você tá aí, Chico? Reclamando do quê? Meu olho tá sangrando.
O Chico tinha um problema grave que ele incomodava muito a córnea, né? Ou certa vez disse assim: "Por que que você não tá não vai trabalhar hoje que você tá aí?" Aí o Chico, você não tá vendo, rapaz? Eu tô aqui com um olho que tá me doendo, eu não consigo concentrar, tá difícil. Ele falou: "E o outro olho? Tá funcionando? Vamos trabalhar. Isso era Emanuel. Isso é Emanuel. Então, Emmanuel diz assim: "A mãe terrestre deve compreender, antes de tudo, que seus filhos, primeiramente, são filhos de Deus. Desde a infância deve prepará-los para o trabalho e para a luta que os esperam.
Desde os primeiros anos, deve ensinar a criança a fugir do abismo da liberdade, que é uma expressão interessantíssima. O que seria o abismo da liberdade? Eu faço aqui a alusão a Paulo, o apóstolo dos gentios, quando disse: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". Portanto, quando Emanuel diz deve liberdade, é o pai e a mãe zelosos que sabem dizer não. E não é um não antipático em em tom, não é um não amoroso. Não, não, não vou atender esse seu pedido. A resposta é não. Não, que tem fundamento e que faz a criança entender que ela não pode fazer tudo do jeito que ela quer, na hora que ela quer, do jeito que ela quer. Educação também é aprender a dizer não.
Educação onde não existe o não é uma educação temerária. E o que a gente vê por aí em relação à pais, que querem ser populares dentro de casa, não apenas as mães, é assim, eu não vou contrar a vontade do filho, que depois ele fica chato, malumorado, ele vai falar de mim ou eu vou perder o amor dele, eu vou perder o amor dele se eu contrariar, ele tá querendo ir pra festinha, mas é uma festinha que não tem a garotada só da idade dele, tem adulto, é bebida liberada, ele é tem 12, 13 anos num lugar distante. de madrugada. A resposta é não. Não. Tô dando um exemplo aqui, tá? E aí o menino vem dizendo assim: "Minha turma toda vai, você é uma pessoa má, você não gosta de mim.
Eu te odeio, eu te odeio. Aí vai lá o pai ou a mãe e sede. Tá bom, filho. Vai. Opai, eu te amo. Desculpa, eu vou, enfim, vou compartilhar aqui uma impressão, porque baseado em fatos reais. O não que dói pro pai às vezes dar porque vê que o filho fica muito, muito ressentido, magoado, quando bem fundamentado, quando bem explicado, porque o pai tem que explicar por filho porque não é não. Quando o tempo passa lá na frente, esse não certamente será reconhecido pelo filho ou a filha como uma demonstração de amor, carinho e afeto. Eu entendi porque que se disse não. Levei tempo, mas eu entendi.
Vocês sabem que é muito comum a gente ver adolescentes e jovens deprimidos, deprimidos, que reportam no trabalho terapêutico com psicólogos, que que não sentem o amor dos pais. Isso vale paraa mãe porque não, os pais não demonstram cuidado, interesse, atenção pelos filhos, porque é tudo permitido. É tudo permitido. Meu pai me deixa fazer tudo. Isso não é amor. Então vamos lá. Desde os primeiros anos de Zemana deve liberdade. Só que Emanuel tá falando aqui das mães, tá? Missão materna. Controlando-lhe as atitudes e consertando-lhe as posições mentais, pois que essa é a ocasião mais propícia, a edificação das bases de uma vida.
Deve sentir os filhos de outras mães como se fossem os seus próprios, sem guardar de modo algum a falsa compreensão de que os seus são melhores e mais altamente aquiados que os das outras. ensinará a mãe a tolerância mais pura, mas não desdenhará a energia quando seja necessária no processo da educação. Reconhecida a heterogeneidade, as diferenças das tendências e a diversidade dos temperamentos. Gente, é um capítulo inteiro. Quem tiver o consolador vai lá na questão 189. que deve fazer a mãe terrestre para cumprir evangelicamente os seus deveres, conduzindo os filhos para o bem e para a verdade. Muito bonito, inspirador.
Cada mãe filtra dessa mensagem o que lhe pareça ser interessante e conveniente. O espiritismo não é dogma. A gente não tá falando aqui que todas as pessoas precisam estar prontas para fazer do mesmo jeito sempre. A gente tá falando aqui de inspiração para fazer o melhor, porque cada mãe é soberana, soberana na maneira como realiza a função materna. Por isso que às vezes há uma dificuldade da mãe lidar com a experiência da de ser mãe, porque não vem com manual de instrução. A gente fica lá testemunhando. A gente, eu não sou mãe, mas a gente vê as mães lidarem com conflitos íntimos, dizendo assim: "Que que eu vou fazer? Eu não sei como lidar". É um aprendizado difícil.
É um aprendizado difícil. Eh, mas os problemas fazem parte e esse dúvida, essa ausência de certezas sobre como fazer é compatível com o nosso nível evolutivo. Importa aprender fazendo. Às vezes acertamos, às vezes erramos, mas eu tô aqui cumprindo minha função e eu diria mais cumprindo minha missão. Eu sugiro nesse dia das mães, mandando de novo uma beijoca aqui para todas as mães que nos assistem, todas. Ah, fica a sugestão de um livro de alguém que eu tive a honra de conhecer pessoalmente, um dos grandes espíritas do Brasil chamado Hermínio Miranda. Tem um livro chamado Nossos Filhos são espíritos. É um livro muito interessante que diz, qual é o lead do livro? Qual é a mensagem principal?
Nossos filhos são nossos nessa encarnação. Você pode dizer: "Meu filho, só que ele não te pertence, não é propriedade." A gente vai entender a relação com os filhos do ponto de vista legal. Eles estão sobre nossa tutela e custódia. A lei diz isso. Você é responsável pelos seus filhos, porque é seu filho, ele ele está legalmente vinculado a você e ele não tem ainda idade para responder pelos próprios erros. Quem haverá de responder são pais ou responsáveis? Então isto posto, a primeira questão que esse livro traz, pelo menos quando eu li, foi a seguinte: o teu filho não é tua propriedade, filho não é coisa que você é meu. Sabe quando você declara patrimônio, o que que você tem nesse mundo?
Eu tenho filho. Não, não é propriedade, não é posse. Está sob tutela e custódia. Você é responsável legal por ele até certa idade. Depois ele toca a vida. Então, vamos lá. Eh, o livro é de 1995, mas continua em catálogo, eu recomendo. É dedicado às mães que se propõem a investigar uma visão mais espiritualizada, muito identificada com o espiritismo de Kardec, sobre o papel da maternidade. Eu vou pegar trechos do livro aqui, tá? Quem são quem são nossos filhos? Olha só a informação. Eles não herdam características psicológicas como inteligência, dotes artísticos, temperamentos, bom ou mau gosto, simpatia ou antipatia, doçura ou agressividade.
Somente as características físicas são geneticamente transmissíveis. Ah, não é possível. Eu sempre disse que eu puxei meu pai nisso, eu puxei minha mãe naquilo, puxou nada. É influência, é um um mimetismo, é aquilo que você aprendeu a fazer a partir da convivência. A convivência lhe trouxe talvez essa predisposição. Não vem no gene. Primeira questão. Segundo, para ficar claro e é um tanto óbvio, somos reencarnacionistas. Esse que vem na figura de filho ou de filha é um espírito que vem de longe. Por que que nessa encarnação é meu filho ou minha filha? Várias possibilidades.
Pode ser justamente por ser alguém próximo com quem você tem muitas afinidades, prazer de atravessar juntos uma mesma encarnação na condição de aliados, né? Ou pode ser alguma pessoa que você não tem propriamente absoluta sinergia, identificação, afinidade, mas que nas disputas, nos estresses, nas inquietações, nas irritações do dia a dia, por uma convivência difícil, tumultuada, traz ele elementos muito importantes, estímulos para superação, pro exercício da paciência, da tolerância, ah, para persistir, não desistir diante da primeira situação adversa, do primeiro obstáculo.
Portanto, o filho pode ser um espírito que não é, repito, eh, absolutamente próximo de você nos sentimentos, nos pensamentos, nas escolhas. Pode ser bem diferente de você. E isso é um baito aprendizado para nós, pros dois, para mãe e para filho. Como é que eu convivo com alguém tão diferente que eu amo tanto? Como é que a gente negocia no dia a dia? essa relação. E por fim, eu tô fazendo um resumo absurdo aqui, podem ser espíritos com os quais tivemos muitas diferenças no passado.
E o fato de estarmos agora inseridos numa mesma família com laços consanguíneos estabelece uma oportunidade de uma reparação, uma relação que foi traumatizada no passado pela razão que for, não necessariamente como mãe e filho. qualquer circunstância muito dolorosa, estressante e traumática, reúne-se dentro de do seio familiar, na numa relação próxima de mãe e filho, próxima do ponto de vista dessa injunção carnal, psíquica, emocional, espiritual, a chance de uma reparação. Bom, outro ponto, entre aspas, do livro Nossos Filhos são espíritos do Hermínio. Miranda, a criança é um espírito que nos foi confiado por algum tempo.
São seres em evolução como nós e aos quais estamos ligados por alguma razão. Então essa ideia de que você pode ter para com seu filho uma relação e imperecível. Os laços de amor são imperecíveis, mas não necessariamente eh enquanto eh eh perdurar a imortalidade que é infinita, né? Essa relação pode se revelar dentro de outra perspectiva. Eu fui, eu fui sua mãe numa encarnação, depois eu fui sua filha, depois eu fui sua grande amiga, depois eu fui sua prima. você vai estabelecendo contato em diferentes personas com aquele espírito. E é possível que a encarnação mais marcante tenha sido na condição de mãe e filha ou filho. E aí fica esse tratamento. Mãe, você sempre vai ser minha mãe.
Bom, aí temos questões muito interessantes. Eh, o Hermínio da publicidade. Olha só, eu vou compartilhar aqui. Deixa eu pegar página 29. É bem interessante, gente, bem interessante. Deixa eu ver. É, o Hermínio dá no livro publicidade ao trabalho de uma psicóloga americana chamada Dra. Allen Van Bck no livro Life Before Life, Vida antes da Vida, que promovia regressões de memória nos pacientes que aludem a fase pré-natal. OK? A pesquisa dela junto a 750 pacientes que fizeram regressão de memória revela os seguintes dados. Olha que interessante.
81% das pessoas que fizeram regressão de memória com a senhora Helen Van Bach, psicóloga americana, 81%, disseram que eles próprios haviam decidido nascer, porque você porque você sabe é renascer, né? 81% decidiram renascer e os outros 19%. Aí é reencarnação compulsória por várias razões, perturbação, a pessoa tá num nível evolutivo que ela não consegue entender direito o que que tá acontecendo em relação à vida espiritual. ela ela tá precisando de ajuda e a encarnação é compulsória, ela não participa, ela não entende o que tá acontecendo. De repente ela já tá novamente vinculada a outro ah espírito ah de mãe que vai emprestar o corpo e haverá de hipotecar apoio, carinho, amor desvelado.
68% das pacientes declaravam-se relutantes, tensos ou resignados com a reencarnação. Gente, quase 70%. É muito interessante, né? Assim, a gente fala: "Eu tenho medo morrer." Eu eu quando me tornei espírita, eu passei a compreender o seguinte: A questão não é o desencarne. O desencarne a gente tira de letra. A questão é reencarnar, porque há uma tensão pré-reencarne, é TPR, tensão pré-reencarne. Será que vai dar certo? Será que eh os meus pais vão vão fazer o que a gente espera que eles façam? Será que eu vou conseguir honrar esse projeto que eu ajudei aqui a a conceber e participar?
Olha só, 90% informaram que as mortes foram experiências agradáveis, mas que os nascimentos constituem momento de desventura e tensão. Eu acho, eu fico aliviado. Já, já reencarnei o pior, mano ditado, o pior já passou. O pior já passou. 87% declararam haver conhecido seus pais, amantes, parentes ou amigos em vidas anteriores. São reencontros, né? Em boa parte dos casos que a gente tem uma relação nessa vida, a gente já cruzou por aí. 89% disseram que somente se tornaram parte do feto ou se envolveram com ele após o sexto mês de gestação. Portanto, esse torpor, esse apagamento progressivo, ele se acentua a partir do sexto mês de gestação, segundo o relato desses ah 750 pacientes da Dra.
En van B. Meus amigos, minhas amigas, eu quero dedicar esse papo das 9 a Cláudia, minha mulher. Ela nem sabe que eu tô falando isso agora, porque nós estamos nos revesando no hospital, dando acolhimento a uma das nossas filhas. Eh, eu me emociono muito quando eu lembro tudo que a Cláudia já passou como mãe e eu testemunho a minha incompreensão, a minha ignorância em relação a esse elo fortíssimo, poderosíssimo das mães com os filhos. é outro nível de interação, é outro nível percepção de um amor que o homem não compreende, o homem não vivencia com o nível de profundidade e intensidade que as mulheres mães têm. Então desejo a Cláudia, a minha mulher, um feliz dia das mães.
Parabéns por você ser quem é, fazer o que você sempre fez, porque parece que você veio pronta, tem mãe que parece vir pronta. E a Cláudia veio com esse viés. Não vou deixar de dar um beijo gostoso em dona Márcia, onde ela tiver, minha mãezinha. Saudade de sempre. Um abraço. Eu quando abraçava eu suspendia ela assim porque ela era mais baixinha. Opa, apertava mesmo. Apertar mãe. Eu eu era bom nisso e era uma forma física assim de de alguma forma sinalizar o amor e a gratidão por ela. Um beijo também muito especial pra dona Maria, a minha sogra, que perdeu há menos de 6 meses, o irmão da Cláudia, o Álvaro. E é o primeiro dia das mães da dona Maria sem o filho querido.
Portanto, eu tô homenageando aqui três mulheres próximas de mim. Minha mulher Cláudia, minha sogra dona Maria e minha mãe dona Márcia e todas vocês que vocês têm por aí suas histórias. Toda mãe tem uma história bonita para contar e às vezes triste, mas são pessoas que nos ensinam sempre o amor renúncia, o amor doação, o amor sacrifício. Fiquem com Deus, tudo de bom. até quarta-feira, se Deus quiser.
