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A morte não existe! Papo das 9 #1021

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Páscoa para todos vocês, onde vocês estiverem. Cristo ressuscitou. Era assim que minha mãezinha Márcia já no plano espiritual, certamente replicando o que aprendeu com os pais nessa tradição de geração para geração, eh, pronunciava na Páscoa, né? Cristo ressuscitou. E com todo respeito a quem valorizo essa data apenas para fazer a celebração da comilança de chocolate dos ovos de Páscoa, de coelho que não bota ovo.

uma confusão cultural aí, uma miscelânia que eu não vou entrar no mérito agora, não é o propósito hoje, mas é muito importante como cristão a gente reconhecer que a Páscoa cristã é o ponto alto do calendário daqueles que entendem que Jesus Cristo foi o Messias que trouxe a boa nova e trouxe o roteiro para que a gente pudesse através não só das suas palavras, mas principalmente dos seus atos, encontrar ali um caminho que faça sentido para o que é essencial na vida, na terra. Lembrando, foi durante 3 anos de messanato algo recorrente nos registros feitos pelos evangelistas e o testemunho dos discípulos, a necessidade da gente referenciar o que viria depois da morte do corpo. Ou seja, a morte não existe. Nós somos espíritos imortais e o nosso destino no plano espiritual tá muito fortemente atrelado aquilo que a gente desde já realize, porque é disso que se trata. Então, hoje, ao contrário de outras edições do Papo das 9 em domingos de Páscoa, porque hoje é um dia bom para você recuperar a memória da figura de Jesus, que diferença ele fez, porque essa história é fantástica, né?

A história reunida no Novo Testamento é algo fabuloso. E complementando o Antigo Testamento no que diz respeito às predições, né, da chegada de um Messias que os judeus até hoje aguardam, e para os cristãos, Jesus é o Messias. Então vamos lá. Aonde eu quero chegar hoje. Qual é o principal significado da Páscoa Crist?

A morte não existe. Jesus depois de ser traído, preso, torturado, crucificado, morto, sepultado, ele reaparece primeiro para Maria Madalena, depois pros seus discípulos e comprova o que ele disse. é algo espetacular, contundente, que faz dessa história uma história poderosa, que pode ser apenas, e não é pouco, uma questão de fé. Você pode dizer: "Não, a morte não existe porque Jesus ressuscitou". "Ah, mas como é que você sabe que a morte não existe?" Aí a pessoa vai dizer: "Não, porque as escrituras não, porque eu sou cristão e eu acredito no texto que tá no Novo Testamento e que fala exatamente em que circunstâncias se deu a reaparição de Jesus com as chagas da crucificação, inclusive pedindo pros discípulos mais incrédulos chegarem e tocarem nele." Pode ser apenas uma questão de fé e apenas com todo respeito, porque não é pouca coisa, né?

Agora eu hoje aqui, me permitam, e sempre pedindo licença, porque fé é assunto de cada um e o papo das não é proselitista, mas aos domingos nós escolhemos temas que aludem a uma visão espiritual. E o fato de eu ser espírita enseja uma abordagem nessa direção. Aonde eu quero chegar, nós podemos celebrar a Páscoa a partir do retorno de Jesus ao plano da matéria, afirmando que a morte física não é um ponto final, mas é uma vírgula. E nós podemos, penso eu, e isso que eu vou tentar hoje reunir, sintetizar e peço desculpas porque não vai dar para falar tudo o que esse assunto sugere. Esquece religião, esquece crença, esquece o que você acha que pode ou não pode acontecer depois da morte física.

Eu vou reportar aqui evidências de que a morte não existe. Portanto, mesmo você que não é espiritualista, portanto, não acredita em nenhuma tradição, nenhuma corrente espiritualista, nenhuma religião, eh, eu vou tentar aqui trazer evidências, vou dar pistas, porque a ideia é que vocês façam essa pesquisa de forma bem eh é bem interessante. É bem interessante. Nós podemos afirmar que a morte não existe a partir de evidências. Essas evidências têm origem em fenômenos mediúnicos que precisam ser devidamente rastreados para ver se não há nenhuma fraude, nenhuma esperteza no mau sentido do termo, nenhuma tentativa de ludibriar quem faça esse registro.

Então, através da mediunidade, certas situações envolvendo a possibilidade de comunicação com, entre aspas, os mortos são absolutamente estarrecedoras do ponto de vista de que não há outra hipótese, não há outra possibilidade de eu explicar o que tá acontecendo aqui, senão aceitar o fato de que há uma comunicação com alguém que não está mais no corpo físico. Então, mediunidade, a outra corrente, não corrente, a outra abordagem que eu vou fazer aqui hoje é a da transcomunicação instrumental. Esquece médium, esquece alguém que tá dizendo que viu, psicografou, o que seja. Eu vou falar de equipamentos que conseguem registrar vozes ou imagens daqueles que partiram. Bom, eh, eu acho importante falar sobre isso hoje, né?

Jesus veio ao mundo para nos trazer uma lição de amor, dizer que o reino do Pai nos aguarda, porque a vida na terra é passageira, e nos deu todas as informações úteis e necessárias pra gente entender qual o significado da nossa existência corporal. E como mais importante do que você ficar se programando apenas pro tempo de vida na Terra, é você se entender como espírito imortal e se programar também no sentido de ter saúde, vitalidade, longevidade, paz, alegria, felicidade que não dependam da matéria. E isso é passageiro, que a gente invista tempo e energia naquilo que nos dá substância espiritual, porque aí esse é o ponto cirúrgico assim no sentido pleno do evangelho. Então eu vou começar por mediunidade que no Brasil é curioso, né? Todo mundo conhece alguém que supostamente possui alguma sensibilidade mediúnica, ou na família, ou entre colegas de trabalho, ou na vizinhança, ou você procurou esse tipo de assistência e foi ver se aquilo funciona, se aquilo dá certo.

Porque no Brasil nós temos as pessoas que quando vem um senso demográfico pergunta lá o recenciador: "Você tem religião? Qual é? Não importa a religião que você diga ou se você não tem religião nenhuma. É muito comum no Brasil, eu acho isso muito interessante. Na hora que o bicho pega, na hora que o médico não resolve, na hora que você não tá vendo luz no fim do túnel, muitas pessoas procuram ajuda aonde normalmente você não procura.

você vai recorrer a esses que teriam supostamente a capacidade de interligar o plano da matéria com o plano espiritual ou evocar forças espirituais para tentar mudar uma situação ou trazer alguma informação relevante para você. O Brasil é um território fértil de mediunidade e parte dessa mediunidade é fraudulenta. São pessoas que cobram por um serviço e na linha espírita baseada em Kardec rigorosamente cobrança alguma para a realização de qualquer serviço mediúnico. O espiritismo cristão preconiza isso como um dever do médium doar-se, porque ele não é o agente daquilo que vai acontecer. Ele é apenas o intermediário, uma ferramenta e um instrumento.

Mas no Brasil nós temos essa flexibilidade assim das pessoas, ah, eu sou judeu, ah, eu sou católico, ah, eu sou evangélico. Mas não raro, você vai encontrar num terreiro de um bando candomblé que aceitam e praticam a mediunidade ou num centro espírita onde os estudos de Kardec fazem a regência das rotinas, né? Você vai ver todo mundo eh eu diria, muito à vontade para procurar esse tipo de ajuda. Então eu vou começar falando de alguns médiuns notáveis. que no Brasil nós conhecemos e precisamos entender porque que eles merecem respeito pelo que vivenciaram, pelo que fizeram.

Eu tô falando de Francisco Cândido Xavier, eu tô falando de Divaldo Pereira Franco, eu tô falando de Zé Arigó, eu tô falando de Peixotinho, eu tô falando de um mundo de gente. Quando a gente pesquisa e a gente rastreia, a gente vai encontrar pessoas que causam, por vezes um espantamento junto aos céticos, porque é inexplicável se você só considera essa realidade daqui e nenhuma interação com o plano espiritual, o que foi a existência de Francisco Cândido Xavier. Então, Chico Xavier de fato popularizou a mediunidade fora do perímetro do Espiritismo cristão e foi respeitado e continua sendo dentro e fora do perímetro do Espiritismo cristão. Isso tudo para dizer que dentre todas as habilidades mediúnicas de Chico, dentre todas aquelas que confirmam a existência de um plano espiritual e da comunicação com aqueles que desencarnaram, porque são vários os casos de pessoas que eram materialistas ou eram agnósticas e normalmente perderam seus filhos. E a perda do filho é algo devastador.

E é o momento que eu digo, eu disse há pouco que você procurando algum alívio para imensa dor que ocorre vai eventualmente aceitar ir, como se fez, tantos, tantas pessoas acometidas dessa perda de um ente querido, rumando em caravana para Oberaba para ver se Chico teria alguma mensagem. E é impressionante, vários livros foram editados, eu tenho alguns deles aqui, com cartas do além, ou seja, os desencarnados reportando aspectos muito singulares e específicos que só seus entes queridos mais próximos conheciam, o apelido, uma circunstância íntima vivida apenas por aquelas pessoas daquele grupo familiar, através de Chico, alguém numa psicografia, normalmente pela psicografia, mas não apenas. Ou seja, uma carta cri o Chico empresta a mão ouve alguém ditar a carta e essa carta traz revelações íntimas daquele que partiu. Isso é algo quando você tem, eu diria, tá de coração aberto, mente aberta, tentando entender quais são as hipóteses de explicar isso, porque muita gente vai continuar cética dizendo: "Ah, porque isso aí tem alguma outra forma de obter essa informação?" Não, não são evidências constrangedoras, por vezes cartas escritas de trás para frente, você tem que botar no espelho para conseguir ler, né? Chico, que não completou os estudos, por vezes escrevendo em outros idiomas, psicografando com as duas mãos.

É uma coisa assim, você vai ficar perplexo com a maneira como esse essa sensibilidade mediúnica de Chico se esperava em diversas direções. E aqui eu vou me ater a uma delas que é talvez das menos conhecidas, porque Chico participou e se envolveu com sessões de materialização. Eu tô falando da materialização porque nós na matéria, céticos como somos, materialistas como somos, boa parte de nós, eh, fica difícil, por vezes você descobrir uma outra razão para a qual, uma outra explicação para a materialização de alguém através do ectoplasma, ectoplasma de um médium, que é um médium de materialização. Ele tem a capacidade de emprestar uma substância que emana de dentro dele, que é o ectoplasma, para que o desencarnado modele, é como se fosse uma a matériapra utilizada pelo desencarnado para lhe emprestar forma. Isso também vale pros órgãos internos, isso vale paraa capacidade de eh se comunicar pela voz.

E aí nós temos inúmeros registros. Veja, eu tô pegando a parte mais, eu diria, acachapante do fenômeno mediúnico, que é a materialização. Porque Jesus na Páscoa dos cristãos se fez novamente presente num corpo material aonde os discípulos tiveram permissão para tocar para ver se isso tava acontecendo mesmo. Então eu tô fazendo essa correlação. Vamos falar de materialização.

Chico Xavier que tem esse atestado de idoneidade, de respeito, essa aura imensa de credibilidade perante espíritas e não espíritas, se envolveu, participou, hipotecou o prestígio, a credibilidade dele a várias sessões de materialização, inclusive no norte fluminense, eu vou falar de outro médium que talvez as novas gerações não tenham muito conhecimento, Mas vale a pena pesquisar a vida de Peixotinho, né, lá pros lados de Magé e participando de atividades em instituições espíritas na região também campos de Goitacazes. É algo fenomenal, documentado, sessões públicas de materialização. É como se a espiritualidade maior entendesse que esse tipo de fenômeno precisasse ter lugar, exatamente para dar um choque de realidade. Esse pessoal não tá acreditando na vida após a morte. Esse pessoal tá reticente em relação à existência da vida após a morte.

A vida continua. Então vamos providenciar aqui essa tangibilização dos desencarnados, obviamente com precioso recurso de um médium que vai doar ectoplasmas, mas são inúmeras documentações que vão emprestando e aferindo a esse fenômeno. Eh, no meio espírita, há quem se debruce sobre esse tema, fazendo exatamente uma identificação dos médiuns que estão realizando esse trabalho no Brasil e procurando documentar e atestar de que maneira isso acontece. Eu tive a oportunidade, certa vez aqui no Rio de Janeiro, no Lar de Frei Luiz, a convite da direção da instituição e nesse dia eu estava ao lado do juiz ou ex-juiz agora acho que ele tá licenciado, Haroldo Dutra. Sentamos-nos juntos na câmara, parece um teatro assim, porque tem muitas cadeiras e um não é um palco, é a parte da frente aonde o médium vai sentar numa cadeira e haverá de com muita concentração e ajuda das pessoas que estão ali, porque elas têm que vibrar e elas têm que estar com uma boa sintonia nesse dia da materialização no lar de Fre Luiz, havia uma um representante da instituição eh lendo mensagens edificantes, convidando as pessoas a orarem juntas, pedindo para as pessoas estarem muito atentas à própria sintonia, porque o ectoplasma quando se desdobra saindo do corpo do médium e e o a o espírito que vai fazer uso da do ectoplasma para se revestir daquela substância semimaterial se fazer presente.

O ectoplasma funciona também como uma esponja que absorve as emanações das pessoas próximas e isso pode ser eventualmente perigoso pro médium que está doando essa substância, porque quando ela retorna a seu corpo, se ela vem impregnada daquilo que seriam toxinas mentais, vamos colocar nesses termos, isso poderá lhe fazer muito mal. e em casos extremos poderá levar a óbito. Isso é muito sério. Isso foi estudado a partir da codificação, a partir da doutrina espírita, porque antes da doutrina espírita já existia mediunidade, já existia materializações. O espiritismo, em certa medida, procura investigar usando a metodologia científica.

Então vamos lá, [roncando] pesquisem Francisco Cândido Xavier Peixotinho e os inúmeros trabalhos feitos. Nesse dia no lar de Frei Luiz, nós estávamos lá como observadores e lá ocorreu a materialização de um médico que usualmente realizava at com a ajuda desse médium da capacidade de se revestir de ectoplasma, pacientes terminais que se habilitavam a receber esse tipo de recurso terapêutico, se inscreviam lar de Fre Luiz, fazia essa triagem e estavam lá os pacientes, seis macas colocadas próximas do médium. Quando o médium doada doava ectoplasma e aparecia o médico, ele usava, e eu vi isso, uma espécie um um equipamento que parecia algo que ele pegava com a mão desse tamanho assim, ele pegava e aquilo, a partir do momento que ele passeava com aquele instrumento pelo corpo da pessoa do encarnado deitado na maca, de seis em seis, as pessoas pessoas deitavam e ele passeava por ali aplicando essa terapêutica com esse material, esse equipamento. E esse equipamento mudava de cor. E eram cores que eu tive alguma dificuldade assim de entender como esse equipamento determinava a mudança do padrão da cor de uma hora para outra, dependendo do momento em que aquilo passava, em que parte do corpo do paciente esse equipamento era usado.

E assim foram várias levas de pacientes terminais ou pacientes acometidos de doenças muito graves passando por aquela eh situação de assistência espiritual com um médico desencarnado se revestindo do ectoplasma do médium do lar de Frei Luiz. E aí eu e Aroldo ali nos comportando, obedecendo a orientação dos dirigentes da casa. Vibrem, orem. mentalizem fluídos de cura, fluídos de luz, vamos ajudar. E ao final, porque eles iam chamando os pacientes pelos nomes, o meu nome e o nome do Haroldo, nós fomos chamados a também irmos até ali aquele, não é um palco, mas é a parte da frente dos trabalhos e deitarmos.

Eu deitei e obviamente fiquei ali. O jornalista é uma raça curiosa. Era para ficar de olho fechado, mas eu não resisti. Quando o espírito materializado se aproximou, eu olhei, olhei e percebi a respiração. Se eu tivesse de olhos fechados, eu também ouviria ali.

Era um uma pessoa que tava ali emanando uma luz tênue. Sabe essas criaturas da natureza que ficam luminescentes, né? Irradiando de dentro para fora uma luz. Eu não sei explicar. Parecia que tava eh saindo dele e havia uma membrana luminosa, vamos chamar assim.

E ele passou aquele equipamento pelo meu corpo e perto de mim estava o Dr. Paulo Frutoso. Paulo Frutoso é um amigo de muitos anos do lar de Frei Luiz que lançou vários livros falando da medicina espiritual, daquilo que ele testemunhou como médium participante dos trabalhos de materialização, mas como observador, irradiando, ajudando na vibração do lugar. e com autorização para fazer perguntas cujas respostas inspiraram seus livros. O pai do Dr.

Paulo César Frutuoso foi um médium de efeitos físicos fenomenal que eu tive o prazer de conhecer no lar de Frei Luiz. E, portanto, para ele, enquanto médico oncologista do Hospital Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde ele está até hoje, portanto, ele é um médico formado e em serviço, trabalhando. Ele não se furtou a se expor publicamente, lançando esses livros e realizando palestras falando dessa realidade. As pessoas estão perguntando: "Onde foi isso? Onde fica, como é que eu faço?" O médium de efeito, o médium de materialização não está mais entre nós, ele já desencarnou.

Então esse serviço, até onde eu sei, posso estar equivocado, não é mais oferecido nesses termos no Lar de Frei Luiz. Isto posto, eu tô falando de materialização porque o tema de hoje do papo das é: "A morte não existe". E o fenômeno da materialização é de fato daqueles que mais chamam a atenção. Mas não apenas. Quando você pesquisa e foi feito um filme belíssimo sobre o personagem de Zé Arigó.

Zerigor, ele no interior de Minas Gerais, ele era simplesmente um médium fabuloso que dava, ele incorporava um médico e esse médico chegou a realizar 200 cirurgias por dia, usando objetos absolutamente inadequados ou não apropriados para práticas. cirúrgicas, faca, eh canivete, eh agulha de crochê, tesoura, era algo absolutamente escandaloso, estarrecedor. Isso virou o assunto do Brasil. Ele por 20 anos, por 20 anos, Zé Arigó claramente emprestou o seu corpo físico para atividades que eram consideradas pelas entidades ligadas à medicina, o exercício ilegal da medicina. E o incrível, o que era estarrecedor, é que ele realizava cortes sem que saísse sangue.

ele tirava eh tumores, eh abessos, ele removia do corpo das pessoas em cirurgias ali no meio daquele povo todo, sem qualquer assepsia da forma como a medicina da Terra claramente e acertadamente recomenda. Não havia anestesia. E esse espírito de um médico interligado a Arigó só realizava os procedimentos aonde eles tinham pertinência. Nem todas as pessoas eram atendidas. Ele dizia: "Olha, eu não tenho o que fazer aqui.

Aqui eu não eu não tenho como atuar porque tá tá posto essa essa patologia tem um sentido que ela ainda precisa ter lugar. Eu não tenho como interceder." Então nós temos na história de Zé Arigó assim algo acachapante para quem diz a morte do corpo físico é o ponto final. Não, não é. Não é? Existem, existe uma outra realidade numa outra dimensão que precisa ser objeto da nossa consideração no dia da Páscoa cristã, porque Jesus veio ao mundo para nos ensinar basicamente duas coisas.

a importância da gente exercitar o amor, o amor a si próprio, o amor ao outro, o amor a Deus e que a gente se qualifique no dia a dia para sermos pessoas que tenham após a morte do corpo físico direito a um destino espiritual minimamente decente no reino de meu pai, como dizia Jesus. Então, estamos aqui falando, a Páscoa dos cristãos pode ser apenas e tão somente uma questão de fé. Isso não é pouco. A pessoa que não precisa de nenhuma prova, de nenhuma evidência da vida após a morte, ela introjeta com base na fé robusta que ela possui. Eu creio.

E tá de bom tamanho. Que bom. Agora existe aqueles que ficam na dúvida em cima do muro ou não crem. Para essas, com toda a franqueza, o espiritismo tem o que dizer e mostrar. São muitas as evidências.

E a gente vai ter eh quando fala de mediunidade, há um livro que eu escrito por um amigo Valdemar Falcão, com prefácio do teólogo Leonardo Bof, que é católico. Valdemar Falcão, Falcão não é católico, Leonardo Bov é. E a apresentação de Patrick Druô, que é um chamã, é um chamã francês. Eu tive o privilégio de conhecê-lo. Ele faz um trabalho muito interessante, Patrick Druô o fazia, faz muitos anos que eu não o vejo, de fazer uma espécie de leitura áurica da pessoa deitada numa maca, ele coloca a mão e de olhos fechados ele vai fazendo o reconhecimento da energia da pessoa a partir como se fosse o lenho da madeira de uma árvore grande, as camadas energéticas da pessoa e vai perguntar: "Algo importante aconteceu quando você tinha tinha 6 anos de idade.

O que foi? Aí você, ah, perdi meu pai. Aí ele continua ali e fala assim: "E aos 18?" Teve algo muito importante. Aos não, aos 18 eu fui acometido de uma doença gravíssima. Ele não tem nenhuma informação da pessoa, não sabe nem o nome da pessoa.

Ele tá com a mãozinha dele posta fazendo a leitura do campo energético. Mas isso não tem a ver com vida após a morte. Mas o Druô tá aqui, ó, apresentação do Druô. Encontro com Médiuns Notáveis de Valdemar Falcão. E eu abri aqui no capítulo em que Valdemar Falcão fala da dona Célia.

Dona Célia foi considerada por Chico Xavier a maior médium do mundo. Eu vou repetir aqui porque as pessoas duvidam. Dona Célia foi reconhecida e era chamada por Chico Xavier como a maior médium do mundo. Então, no capítulo 6 de Encontro com Médiuns Notáveis, Valdemar Falcão conta a história exatamente da dona Célia. a dona Célia que eu tive num dia, num sábado pela manhã a convite de amigos, foi no galpão, na zona norte do Rio, lá pros lados de Riachuelo, salvo engano, havia um galpão com centenas de pessoas dentro.

Centenas de pessoas dentro. E dona Célia, ela era uma médium, uma senhora que não enxergava de um olho, que morava em Copacabana. E uma vez por mês, depois ela começou a espaçar mais, eh, ela começou a fazer um trabalho muito interessante, a partir do nome da pessoa, a pessoa colocava o nome e ela ela pedia para as pessoas escreverem no pedacinho de papel o nome. Esse pedacinho de papel com o nome ficava numa cumbuca em que ela num quarto fechado, escuro, ia pegando um papelzinho por vez ao acaso. e com aquele papelzinho, com o nome da pessoa, ela esperava algum tipo de conexão que pudesse permitir que as informações que esta pessoa eventualmente quisesse compartilhar encontrasse nela um campo, um campo aberto, um campo eh adequado para a comunicação.

O que que era impressionante na dona Célia? Isso eu vi, ninguém me contou. Portanto, pessoas que ela não conhecia, mas que ela dava. O nome completo da pessoa que já tava no papel, ela falava dos parentes próximos com nome completo, falava o endereço com CEP da pessoa na última encarnação. falava, se fosse o caso, o número da identidade e do CPF da pessoa, ela é como se fosse um computador de bordo que ela levantava, ela levantava os dados dessa pessoa em detalhes.

E ela quando falava o nome da pessoa, tem algum parente do doutor fulano de tal p pa p pa p p pá p pa p pa pa p p pá aqui aí aparecia quem tava lá e que escreveu o nome da pessoa e vinha o recado que a dona Célia ali lendo a carta ou de vez em quando ela deixava de ler a carta e olhava pra pessoa e falava assim: "Olha quem você de quem você queria informação, tem aqui uma carta, mas ela tá aqui também. Aí começava a descrever fisicamente a pessoa. Aí começava a dizer quem no plano espiritual havia recebido esta que se comunicava quando houve o desencarne. E aí começava a falar aspectos da intimidade daquele ou daquela que escreveu o nomezinho do desencarnado no papel. Então, algo incrível, incrível.

E no livro Encontro com Médios Notáveis, o Valdemar Falcão lembra de um autor que talvez vocês conheçam, norte-americano chamado Brian Wise. Ele é psiquiatra e escritor e fala de terapia de vidas passadas. Ele foi outro que acabou indo encaminhado por amigos até uma sessão, vamos chamar assim, né? um dia de trabalho da dona Célia. Isso no ano de 1997.

Essa experiência vivida por Brian Wise tá descrita no livro A Divina Sabedoria dos Mestres. Ele chegou ao centro pouco antes da reunião começar, sentou-se na primeira fila do salão junto com seu editor deestante, Geraldo Jordão Pereira. que foi meu primeiro editor do livro Meio Ambiente no século XX, editor assestante. Ele também foi presidente do Jardim Botânico do Rio. Essa coincidência é fantástica, porque eu conheço o Valdemar Falcão, conheci muito bem Geraldo Jordão e sua família.

E aí o conhecimento do Brian White sobre a língua portuguesa era muito pequenininho. Eh, e aí ele diz aqui, o Valdemar, eh, que o Brian Wise testemunhou um caso interessante relatado nesse livro dele sobre uma família que recebia pela primeira vez a mensagem de um filho que havia falecido no acidente automobilístico. Célia passava as informações para o pai e a mãe do rapaz, eh, dizendo que o rapaz estava bem. liberto e que tudo fazia parte da programação dele. A maior preocupação da dona Célia e de quem se comunicava era com um amigo que estava ao volante do automóvel e que havia sobrevivido ao acidente.

Ela, dona Célia, pedi aos pais que procurassem apoiar o jovem motorista, que agora carregava uma culpa emerecida pela morte do amigo e de mais um ocupante do carro. A mãe do rapaz estava emocionada e ao mesmo tempo sensibilizada pela orientação da dona Célia e concordou em apoiar e acalmar o rapaz. O pai, esse é o detalhe, eu li tudo isso para chegar no pai do rapaz desencarnado que estava acompanhando a mãe. E o pai era completamente materialista. Ele não tava nem aí.

uma postura cética, desconfiada de todo, ouviu tudo que a dona Célia falou com os braços cruzados, uma expressão fechada. Aí num determinado momento, o pai virou-se pra dona Célia, falou: "Meu filho não tem nada para dizer para mim. [risadas] Meu filho não tem nada para dizer para mim em particular". Aí a dona Célia parou por um instante, como que ouvindo mentalmente as informações que lhe eram passadas. Depois virou-se pro pai e disse: "Tem sim, filho.

Seu filho tá dizendo que a questão do tapete na sala não tem mais a menor importância e que você e sua mulher não deviam ter se desentendido por causa disso." O pai, surpreendido com aquela revelação, não conseguiu mais resistir à emoção e caiu sentado na cadeira, chorando convulsivamente e abraçado a sua mulher. A explicação veio em seguida. O rapaz sofria de asma e seus pais sempre discutiam a respeito de um tapete felpudo que havia na sala da casa. A mãe achava que o tapete piorava a condição alérgica do filho e que ele deveria ser retirado. O pai achava aquilo uma bobagem e se recusava a retirar o tapete.

Só o fez depois que seu filho faleceu no acidente. É espetacular. Espetacular. Tem outras ocorrências com Brian Wise aí. E aí, relendo esse capítulo do livro, eu me lembro eh da minha querida amiga Maria Beltrão, que começou comigo 30 anos atrás na Globo News, agora tá no E de Casa, sábado pela manhã e nós eh entrevistamos, eu fiz a produção da entrevista por eu ser espírita, eu não queria fazer essa entrevista na Globo News.

Achei melhor ser alguém que não fosse espírita. com o médium Divaldo Pereira Franco. Essa entrevista bombou na época, início da Globo News, final da década de 90. Divaldo veio ao Rio, houve uma entrevista gravada em que Maria fez as perguntas protocolares que eu, por exemplo, como espírita, teria dificuldade em fazer. Por isso que era legal alguém.

E a Maria é muito católica. Maria Beltrão muito católica. E aí foi fazer entrevista com o Divaldo. Num dado momento, a Maria pergunta: "Ô, Divaldo, você é médium, né? Você vê coisas assim, coisas e tal, você tá vendo alguma coisa aqui?" E aí, Divaldo descreve a presença de um homem do lado da Maria e faz a descrição física desse homem.

A Maria na hora falou: "O senhor tá descrevendo o meu pai. O senhor tá descrevendo o meu pai". E aí a Maria na dela depois ela conversando com a gente, porque foi bonito no ar, como ela ficou surpresa. Não com isso, porque ela podia dizer: "Ah, ele já sabia quem era meu pai, pode ter descrito alguma coisa". Aí a Maria chegou e falou: "E e ele tem algo para me dizer?

Ele tem algo para me dizer." E aí o Divaldo mandou essa na lata, cara, assim no na hora. falou assim: "Olha, ele tá pedindo paraa sua mãe parar de usar os óculos dele, porque ele reconhece que é um gesto de carinho pela falta que ela sente dele, mas ele tá preocupado porque esse óculos não tem o grau que ela precisa, tá prejudicando a vista dela." A Maria Beltrão nessa hora, ó, uh, desmonta. Por quê? Porque a Maria, só a Maria ali tinha conhecimento disso. Ninguém sabia que a mãe da Maria tava usando o óculos do pai, pô.

Ninguém sabia. Era o assunto da Maria com a mãe, pô, e alguém mais próximo ali. Aí veio o Divaldo com aquela rotina atribulada, com um monte de palestra, andança para lá e para cá, não sei o quê. Entrevista na Globo News. OK, tô indo.

Aí chega na Globo News, senta na cadeira, ar condicionado, microfone. Oi, Maria Beltrão, tudo bem? Primeiro encontro dos dois. Oi, tudo bem? Tudo bem.

Aí vem pimba. Manda essa. Teu pai tá aqui dizendo, diz para tua. Ela tá pedindo para falar com a tua mãe não usar os óculos dele porque tá fazendo mal paraa vista dela. [risadas] Gente, a morte não existe.

A morte não existe. E veja, é direito seu não acreditar, porque fé é algo pessoal de cada um. Eu tô trazendo histórias, tô trazendo fatos que eu acho importante. Eh, há algo que eu também queria aqui reportar que é muito pessoal diz respeito a mim. Eu não gosto de ficar dando visibilidade a isso.

Raras foram as vezes que eu falei do fenômeno de materialização que eu testemunhei. Raríssimas vezes. Eu não fico falando isso. Eu eu não uso isso quando alguém conversando comigo diz assim: "Ah, André, mas isso aí é cascata, né?" Eu falo: "Tudo bem, se você tem essa visão, eu respeito e sinceramente não tô aqui para tentar numa situação dessa, tentar convencer quem quer que seja. de assunto de cada um.

Mas hoje é dia de Páscoa. Cristo ressuscitou. Essa pode ser uma questão de fé, mas essa também é uma questão que a partir das vivências também, não apenas no espiritismo, eu preciso dizer para vocês, e é algo fabuloso quando você realmente não é mais uma questão de crença, você sabe que a morte não existe, vocês não imaginam vocês que não têm assim essa convicção, né? Digo isso com todo respeito, mas quando a gente tem a clareza de que a morte não existe, é impressionante como a gente tira um fardo pesado das costas, que é a especulação, a dúvida. Será que é?

Será que não é? Poxa, mas se for, como é que fica? Se não for, como é que fica? você zera esse tipo de especulação, ela não tem lugar, ela não faz sentido. Eu não tenho mais dúvida e isso para mim é algo fabuloso.

Eu assim, apenas porque hoje é Páscoa, estamos nessa linha de abordagem, não falando mais do território da crença, mas falando de fatos. Eu já tive algumas situações em que eh a confirmação da vida após a morte se impôs, né, com mensagens recebidas por mim por psicofonia ou psicografia. Eh, inclusive uma delas do meu falecido pai com a caligrafia dele, uma coisa impressionante. e os avós paternos. Certa vez, após uma participação num congresso espírita do Ceará, alguns eventos espíritas grandes, de grande porte, você vai ter durante os trabalhos um grupo de médiuns que ficam a à parte, à margem do evento, sintonizados para ver se há alguma mensagem que possa ocorrer ali.

E quando meus anfitriões estavam me levando pro aeroporto para eu voltar pro Rio de Janeiro, eu tava no banco da frente, tinha motorista, Cláudia tava atrás e tinha nossa anfitriã. E ela com muito jeitinho perguntou assim: "André, eu queria saber se nós teríamos permissão para lhe entregar uma mensagem que chegou para você". Aí eu falei: "Ué, tudo bem, beleza". E a mensagem, a mensagem era ditada pela mãe do meu pai, a minha vozinha Maria. E ela, uma mensagem longa, ela veio desdobrando primeiro evidências de histórias da nossa família, situações da minha infância, eu, meu pai, minha mãe, meu irmão, coisas muito íntimas, inclusive de viagens que nós fizemos juntos, coisas muito específicas.

Para mim tava muito claro como estudioso do Espiritismo, que ali tava a mensageira tava preocupada, no caso da minha avó, em ter um atestado de credibilidade do que viria depois. Ela começou compartilhando informações sobre meu pai, sobre nossa família, sobre aspectos da nossa intimidade, até chegar no ponto em que ela queria destacar, dizendo: "Persista, nós estamos acompanhando você e o seu trabalho. É importante que você siga em frente e saiba como é importante resistir à vaidade, porque no momento em que você se deixar sucumbir pelo sentimento da vaidade, nós deixaremos você a própria sorte. É o momento da mensagem que tinha várias outras recomendações importantes que eu queria compartilhar hoje com vocês. A espiritualidade maior parece ter, quando eu falo maior, é porque a minha voz jamais falaria isso sem ter uma linha hierárquica que permitisse que essa comunicação tivesse lugar.

Eu achei interessante a preocupação dela porque, e quem me acompanha há muito tempo sabe como eu realmente tenho em relação às minhas tarefas espíritas um cuidado enorme de deixar claro primeiro que eu sou um aprendiz, eu sou imperfeito, eu tenho falhas, eu tenho limitações. Certo? E não me sinto rigorosamente bem. Pelo contrário, eu denuncie imediatamente qualquer pompa ou circunstância que seja dirigida à minha pessoa. Me lembro certa vez num congresso espírita do Rio Grande do Sul, onde eu tenho muitos amigos, muita saudade.

uma vez por ano eu tento estar com os meus amigos gaúchos em Gramado, sempre um congresso muito gostoso, muito prazeroso, mas certa vez eles acharam por bem contratar seguranças que acompanhassem o palestrante até o palco e depois acompanhasse o palestrante até um lugar reservado. Eu, aquilo me incomodou demais, assim, porque eu falei, eu não sou assim, eu não sou um popstar de Hollywood. Eles estavam preocupados certamente com Divaldo Pereira Franco, que era algo arrebatador por onde ele passasse. E ele também sempre procurou deixar muito clara a posição dele de ser alguém humano que erra, que falha e que é imperfeito. Mas uma pessoa de mais idade, eu acho que a preocupação era com Divaldo, mas os outros também.

Bota lá. Primeira coisa que eu falei no evento, quando chegou minha hora de falar, milhares de pessoas, um galpão grande, eu registrei, olha pessoal, só queria pedir uma coisa. Não me não coloquem seguranças perto de mim, porque eu não preciso desse aparato. Eu não sou ninguém mais ou menos importante do que todos os que estão aqui. Então, a minha, o meu posicionamento sempre foi muito vigilante em relação a essa, esse cuidado.

Eu achei interessante a minha vozinha trazer mais uma vez assim esse toque, ó, continua. Estamos com você, siga em frente e resista. aos apelos na direção de uma postura vaidosa, porque nesse momento nós não teremos mais por lhe acompanhar. Eu achei isso sensacional e acho que é a primeira vez que eu trago isso a público. Foi, portanto, mais uma evidência para mim, pela autenticidade da mensagem, de que a morte não existe, que a gente tá aqui de passagem, que a gente precisa, porque muda toda a maneira, pelo menos comigo aconteceu assim, de você pensar sua vida nesse plano.

Quando você não coloca a morte como um ponto final, quando você não se planeja nessa vida apenas para ela, não. Só quero me planejar em relação a esse momento da vida nesse plano, nesse planeta, enquanto eu tiver esse corpo, porque é empobrecer demais a possibilidade, que meu ponto de vista não é uma hipótese, é uma realidade, do despertar espiritual, a gente vai seguir em frente. Isso aqui, a vida passa, então os momentos felizes devem ser curtidos com moderação, sem você ficar naquele êxtase ou aquele desejo de ficar imerso só em estado de alegria, euforia, né? Felicidade constante, isso não existe. O universo não foi programado para isso.

No nosso nível evolutivo, com estoque de imperfeição, isso não é possível. E da mesma forma, nos momentos difíceis, quando a gente tá lá comendo o pão que o diabo amassou, como se diz, aquilo vai passar, tudo passa. Chico dizia isso, isso também passa, né? E que a gente toque a vida da gente com essa serenidade. Houve a perda de um ente querido, é doloroso, mas ele não morreu, ele desencarnou.

Então, que nesse dia de Páscoa cristã a gente se lembre que por questão de fé ou investigando e constatando provas irrefutáveis do plano espiritual, eu nem falei da transcomunicação, cara. Preparei aqui, ó, marquei. Quando não é mediunidade, quando são equipamentos, dá tempo, eu vou resumir rapidinho. E são muitas histórias. Eu vou mostrar uma que é a mais impressionante.

Eh, vocês não vão conseguir ver, não tem nitidez, a impressão não tá muito boa. O Papa Paulo VI condecorando um sueco Jurganson, em 1969 com a ordem de São Gregório. Tá aqui o Papa Paulo VI, tá aqui Jurgenson. Esse cara é um ornitólogo apaixonado por pássaros, foi fazer a captura com equipamento de última geração do som dos pássaros numa floresta. E quando degravou o som dos pássaros, vieram vozes.

Ele falou: "Esse equipamento me custou os olhos da cara, ainda vem com defeito." Foi reclamar lá com fabricante. Que que houve aqui? Que eu tô registrando vozes de pessoas? Eu tô no meio do mato, não tem nada por perto. Eu sou estudioso de pássaro.

Eu sei me refugiar. sem entrar no meio do lugar onde eu só vou ter pássaro. Em resumo, Jurganson [risadas] voltou pro meio do mato, fez ajustes lá para tentar reduzir risco de captar vozes e as vozes vieram assertivas falando o nome dele, Jurgenson. Essa história é fantástica. As vozes começaram a falar com ele e ele falou: "É comigo esse assunto é comigo".

E essas vozes estão acontecendo, estão vindo de onde? Pronto, começa uma pesquisa em que ele se debruça com a única possibilidade possível. Essas vozes vêm de outra dimensão, encontram ressonância no microfone que eu escolhi a dedo para registrar pássaros. E o Vaticano tem abertura para estudar esse assunto. E eu entrevistei na década de 90 como repórter da Rádio Jornal do Brasil, AM, o padre François Brun, um francês que veio ao Rio de Janeiro fazer palestras sobre transcomunicação, as vozes do além.

Então, é incrível. A gente precisa ter informação. Existe vida após a morte não é apenas uma questão de crença. A transcomunicação permite estudos que falam ou reportam experiências em laboratório com controle absoluto, em aparelhos eletroeletrônicos, aonde você, por exemplo, coloca um rádio numa caixa de chumbo e não passa pela caixa de chumbo frequências de rádio da Terra, AM FM, rádio amador, nada, não é possível. E ainda assim registra-se a comunicação por vozes.

O nosso querido amigo aqui no Brasil hoje, o Luís Ru Rivas, tá se debruçando com essa possibilidade de registrar imagens, sons sem médiuns, com equipamentos eletroeletrônicos, captando vozes, captando imagens do além. lá o Eduardo tá lembrando aqui, tem o Spirit Box, tem de tudo, Spiricon, você tem linhas de pesquisa tentando justamente promover esse intercâmbio. Eh, apenas deixando claro que isso precisa ocorrer com mecanismos de controle. As evocações não devem ser objeto de brincadeiras como o jogo do copo. Você lembra aquela história?

Chegoue a vender isso em banca de jornal? Você compra um tabuleiro como se fosse um joguinho. Aí tem um copo. Esse copo vai se movimentando a partir de uma evocação que você faz pro plano superior. Os espíritos ombeteiros, os obsessores, adoram o jogo do copo.

Porque não é brincadeira, isso não é uma brincadeira. Eu li um livro sobre o uso irresponsável das evocações, aonde famílias inteiras foram alvo de obsessão. É uma coisa séria isso. Eu não vou ter tempo de entrar em pormenores. Pode ficar para um outro papo das.

Eu só queria deixar claro hoje, como cristão, tô feliz. Cristo ressuscitou. Feliz por saber e acreditar nessa história fantástica da passagem de Jesus na Terra. Feliz por não entender a morte física como uma realidade. A morte não existe.

Feliz por perceber que a passagem da gente pelo planeta é apenas mais um capítulo de uma jornada evolutiva enquanto espíritos imortais. Enquanto tivermos carcaça, ótimo. Faça bom uso do seu tempo e da sua energia. Quando essa carcaça desfalecer, ótimo, missão cumprida. Siga teu caminho com força, coragem e fé.

Fiquem com Deus. Tudo de bom. Até a próxima. Yeah.

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